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      <title>Aula 2405 by Francy Marroquin</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-05-23 22:42:02 UTC</pubDate>
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         <title>Diccionario de Pesquisa Narrativa</title>
         <author>fmarroquin3</author>
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         <pubDate>2024-05-23 22:45:08 UTC</pubDate>
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         <title>O avesso da pele</title>
         <author>fmarroquin3</author>
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         <pubDate>2024-05-23 22:51:08 UTC</pubDate>
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         <title>Decolonialidade</title>
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         <description><![CDATA[<p>Referencia-se ao racismo, subalternização do outro não europeu, silenciando os processos históricos invisibilizando o outro. Um "fetiche" pelo o que é europeu, apagando a cultura periférica e suas origens.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-24 13:28:33 UTC</pubDate>
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         <title>Atravessamentos em meio a uma jornada pedagógica</title>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Conceito:</strong> Memória, narrativa e pedagogia</p><p>“Os relatos e, sobretudo, os testemunhos e as narrativas autobiográficas foram e são decisivos na hora de lembrar do horror e do sofrimento humano, de edificar memória, verdade e justiça, de tornar política, pública e coletiva a dor singular, silenciada e esquecida.” </p><p><br/></p><p>Este trecho do livro “Dicionário de pesquisa narrativa “ citado acima se relacionando com o texto lido em sala, a partir como o autor conseguiu escrever sua história dentro de sala de aula depois de um acontecimento e relatando sua vida pessoal também com este momento de forma crítica nos fazendo refletir sobre os atravessamentos dentro de nossa própria sala de aula, de toda memória que está dentro de cada estudante e também professor presente ,não deixando que está memória nos defina naquele exato momento.</p><p><br/></p><p><strong>Pergunta: </strong>Qual memória você quer deixar na sua sala de aula?</p><p><br/></p><pre><code>Alunas : Caroline Sekiguchi ; Janaína Teodoro </code></pre><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-24 13:38:49 UTC</pubDate>
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         <title>Subjetividade docente para além do heroísmo </title>
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         <description><![CDATA[<p>Esse conceito "homem ordinário" se relaciona com o texto e o título escolhido pois temos a intenção de debater de fato a presença do docente "real". Muitas vezes os professores são vistos como heróis, que não podem demonstrar o real de si no cotidiano, tanto que em um momento do texto o autor se questiona e se lembra de que pode chorar, pode ser vulnerável em meio à rotina.</p><p>Pergunta: O professor tem espaço para ser real?</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-24 13:47:37 UTC</pubDate>
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         <title>A (auto)biografia verdadeira e palpável</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O conceito que escolhemos para relacionar com o capítulo 2 do livro "O avesso da pele", foi o conceito (auto)biográfico, pois na nossa concepção é um dos que mais se aproxima com a forma que o autor escolheu para narrar e nos afetar. A escolha narrativa pela (auto)biografia traz uma conexão ainda mais direta entre o autor e a escrita, por narrar as experiências individuais, percebe-se que quando postas em um coletivo ocorrem similaridades, consequentemente, aproxima ainda mais a história e o leitor, prendendo e cativando o leitor a cada frase lida. <br><br>A forma como o autor narra a história, mostra por meio de expressões que mostram as suas vulnerabilidades e vivências por meio de narrativas palpáveis e facilmente sentidas e compreendidas. Em várias partes do texto conseguimos nos ver em situações cotidianas que a personagem passara e sentir suas aflições ao longo da leitura.</p><p><br></p><p>Pergunta: </p><p>Com qual narrativa apresentada você se identificou mais? </p><p><br></p><p><br></p><p>Ana Julia Costa </p><p>Jamily Pereira</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-24 13:48:04 UTC</pubDate>
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         <title>Memórias de dor e resistência</title>
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         <link>https://padlet.com/fmarroquin3/jimp0lsnzaqldb5u/wish/3006495953</link>
         <description><![CDATA[<p>Narrativas como forma de conhecer o mundo. </p><p><br/></p><p>Relacionamos com esse conceito, pois os dois autores mostram que contar histórias é super importante para entender a complexidade das experiências humanas, tanto na educação quanto na pesquisa. As narrativas trazem uma visão mais empática e completa, permitindo que diferentes vozes e pontos de vista sejam ouvidos. Isso ajuda a ter um conhecimento mais profundo e holístico das realidades sociais e educacionais.</p><p><br/></p><p>Pergunta: De que maneira a utilização de narrativas pode contribuir para um entendimento mais empático e abrangente das realidades sociais e educacionais?</p><p><br/></p><p>Lorrani P. Souza </p><p>Mariana Varela </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-24 13:49:06 UTC</pubDate>
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         <title>A imersão estrutural de narrativas e subjetividades.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fmarroquin3/jimp0lsnzaqldb5u/wish/3006497202</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>Conceito: escrevivência </p></li><li><p>Ambos os textos refletem as consequências do racismo estrutural presente na sociedade, evidenciando em suas narrativas singularidades que dialogam com a segregação social sofrida pelo corpo negro.</p></li></ul><p><br/></p><ul><li><p>Como desconstruir o colonialismo? </p></li></ul><p><br/></p><p>“Samba Enredo Paraíso do Tuiuti 2018 - Meu”Deus, Meu Deus, Está Extinta a Escravidão? Não sou escravo de nenhum senhor</p><p>Meu Paraíso é meu bastião</p><p>Meu Tuiuti, o quilombo da favela</p><p>É sentinela da libertação</p><p>Irmão de olho claro ou da Guiné</p><p>Qual será o seu valor?</p><p>Pobre artigo de mercado</p><p>Senhor, eu não tenho a sua fé</p><p>E nem tenho a sua cor</p><p>Tenho sangue avermelhado</p><p>O mesmo que escorre da ferida</p><p>Mostra que a vida se lamenta por nós dois</p><p>Mas falta em seu peito um coração</p><p>Ao me dar a escravidão</p><p>E um prato de feijão com arroz</p><p><br/></p><p>Nomes: </p><p>Alysson Martins </p><p>Ana beatriz </p><p>Josy </p><p>Carla Vanderlei </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-24 13:50:12 UTC</pubDate>
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         <title>Narrando a experiência que não é só minha. </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O conceito escolhido foi “narrativa como forma de conhecer as experiências do mundo”.</p><p>Correlacionamos as experiências de mundo, tendo em vista que ao usar a palavra “mundo” permitimos que todos possam contar suas narrativas, independente de suas origens, todas as vivências se tornam válidas, e através dessas narrativas conhecemos outras histórias, que permeiam por esse mundo mas  que de alguma forma não conseguimos ter acesso, e ao narrar possibilitamos que isso aconteça. </p><p><br/></p><p>Durante a leitura do texto, lembramos do caso do George Floyd, que ocorreu em 2020 nos Estados Unidos, e do Frank Tyson que aconteceu esse ano, 2024 também nos Estados Unidos, ambos foram vítimas de violência policial, foram brutalmente assassinados por conta da discriminação racial, que assola não só o nosso país, mas todo o mundo, assim como aconteceu com o Pedro, que foi covardemente atacado após ser confundindo com um ladrão.</p><p><br/></p><p>Pergunta: Como revolucionar as experiências dos sujeitos dentro dos conhecimentos do mundo?</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Alunas: Maria Clara Escobar, Natália Ribeiro e Nicolle Gerth.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-24 13:50:53 UTC</pubDate>
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         <title>As cicatrizes do racismo. </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/fmarroquin3/jimp0lsnzaqldb5u/wish/3006522576</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>A carne mais barata do mercado<br>É a carne negra<br>(Tá ligado que não é fácil, né, mano?)<br>Se liga aí</p><p>A carne mais barata do mercado é a carne negra<br>A carne mais barata do mercado é a carne negra<br>A carne mais barata do mercado é a carne negra<br>A carne mais barata do mercado é a carne negra<br>(Só-só cego não vê)</p><p>Que vai de graça pro presídio<br>E para debaixo do plástico<br>E vai de graça pro subemprego<br>E pros hospitais psiquíatricos</p><p>A carne mais barata do mercado é a carne negra<br>(Dizem por aí)<br>A carne mais barata do mercado é a carne negra<br>A carne mais barata do mercado é a carne negra<br>A carne mais barata do mercado é a carne negra</p><p>Que fez e faz história<br>Segurando esse país no braço, meu irmão<br>O cabra que não se sente revoltado<br>Porque o revólver já está engatilhado<br>E o vingador eleito<br>Mas muito bem intencionado</p><p>E esse país vai deixando todo mundo preto<br>E o cabelo esticado<br>Mas mesmo assim ainda guarda o direito</p><p>De algum antepassado da cor<br>Brigar sutilmente por respeito<br>Brigar bravamente por respeito<br>Brigar por justiça e por respeito (pode acreditar)</p><p>De algum antepassado da cor<br>Brigar, brigar, brigar, brigar, brigar<br>Se liga aí</p><p>A carne mais barata do mercado é a carne negra<br>(Na cara dura, só cego que não vê)<br>A carne mais barata do mercado é a carne negra</p><p>A carne mais barata do mercado é a carne negra<br>(Na cara dura, só cego que não vê)<br>A carne mais barata do mercado é a carne negra<br>(Tá, tá ligado que não é fácil, né, né mano?)</p><p>Negra, negra<br>Carne negra<br>É mano, pode acreditar<br>A carne negra</p><p>Fonte:&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.google.com/url?q=https://www.musixmatch.com/&amp;sa=U&amp;sqi=2&amp;ved=2ahUKEwiDgoyssciGAxVXrpUCHTuCI6cQ5s4FegQIFxAC&amp;usg=AOvVaw07VMnIKxKsh6u7ZwYYQzd3">Musixmatch</a></p><p><br/></p><p>Alunas: Larissa Carvalho e Raquel Reis. </p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-24 14:16:59 UTC</pubDate>
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