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      <title>Direitos e Deveres das mulheres durante o Estado Novo by Inês Quitério</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-05-12 08:40:13 UTC</pubDate>
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         <title>Deveres das mulheres:</title>
         <author>inesquiterio</author>
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         <description><![CDATA[<div>* mãe<br>* esposa<br>* dona de casa</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-12 08:58:22 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>inesquiterio</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nesta época, a mulher é vista como um "utensílio" de dar à luz, criar e educar os filhos. Tem de ser uma esposa carinhosa e submissa.&nbsp;<br>As suas ocupações andam em torno do trabalho no campo, doméstico e operariado. Qualquer outro trabalho fora do lar é considerado uma ameaça à estabilidade familiar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-12 09:02:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>inesquiterio</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title></title>
         <author>inesquiterio</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-12 09:12:57 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>inesquiterio</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-12 09:13:25 UTC</pubDate>
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         <title>Helena Pereira de Melo</title>
         <author>inesquiterio</author>
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         <description><![CDATA[<div>Do ponto de vista jurídico, qual era a situação das mulheres portuguesas durante a Segunda Guerra Mundial? Enquanto o conflito decorria, quais as preocupações do legislador português - o Governo - quanto à vida e ao comportamento de uma mulher? Quais os seus direitos e obrigações no plano familiar, laboral e educativo? Para a ideologia do Estado Novo, o que significou ser-se mulher neste período? São estas, fundamentalmente, as perguntas às quais este livro tenta responder.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-12 09:13:59 UTC</pubDate>
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         <title>Vanessa de Almeida</title>
         <author>inesquiterio</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ao longo de todo o Estado Novo, a oposição a Salazar e Marcelo Caetano foi também feita por mulheres que, com enorme sacrifício pessoal, abandonaram as suas casas, a sua família, as suas terras, até o seu nome, para mergulhar na clandestinidade e a partir dali combater o regime.<br>Atuando na sombra, levando uma vida silenciosa e correndo inúmeros riscos todos os dias, a sua conduta constituiu um extraordinário exemplo de bravura, de sacrifício e de dedicação a uma causa cívica e política que contribuiu de forma decisiva para a queda de um regime ditatorial e para o aparecimento da Democracia.<br>Recolhendo testemunhos de vida de mulheres que passaram por experiências tão marcantes, "Mulheres da Clandestinidade" resgata do silêncio vozes fundamentais de um combate singular.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-12 09:14:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>“Sejamos inteligentemente mulheres.”, Maria Lamas</title>
         <author>inesquiterio</author>
         <link>https://padlet.com/inesquiterio/jickra7ftze13wms/wish/1516834978</link>
         <description><![CDATA[<div>Jornalista e ativista, Maria Lamas desafiou os cânones da mulher no Estado Novo: divorciou-se duas vezes, esteve exilada em França e foi presa quatro vezes. Mãe de três filhas, chegou a passar dificuldades económicas e tornou-se numa figura incontornável na defesa dos direitos das mulheres em Lisboa e no país, em 1940.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-12 09:38:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>inesquiterio</author>
         <link>https://padlet.com/inesquiterio/jickra7ftze13wms/wish/1516838581</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-12 09:40:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>2:46 - 10:20</title>
         <author>inesquiterio</author>
         <link>https://padlet.com/inesquiterio/jickra7ftze13wms/wish/1516855029</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;“Antes do 25 de Abril, muitas mulheres não podiam casar com quem queriam, as mulheres casadas não podiam mexer na sua propriedade, as enfermeiras e hospedeiras não podiam casar (tinham de estar 100% concentradas da sua profissão), as professoras não podiam casar com qualquer pessoa (o futuro marido tinha de ganhar mais dinheiro do que a mulher)...” , descrito no livro "Movimento Feminista e Educação – Portugal, décadas de 70 e 80"<em>, </em>de Maria José Magalhães</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-12 09:50:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Diferença de direitos entre géneros </title>
         <author>inesquiterio</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-12 09:58:13 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>inesquiterio</author>
         <link>https://padlet.com/inesquiterio/jickra7ftze13wms/wish/1516869752</link>
         <description><![CDATA[<div>Hoje em dia<mark>, </mark>ainda é possível observar desigualdade de género, em que a mulher é vista como inferior. <del>Claramente que não é </del>&nbsp;N<mark>ão é, claramente,</mark> de uma maneira tão dura como era antes da ditadura, mas mesmo depois de vários esforços para terminar com estas diferenças, não podemos desvalorizar a situação atual.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-12 09:59:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>“O homem casado que achar sua mulher em adultério (…) e nesse acto matar ou a ela ou ao adúltero, ou ambos, ou lhes fizer alguma das ofensas corporais (…) será desterrado para fora da comarca por seis meses”</title>
         <author>inesquiterio</author>
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         <pubDate>2021-05-12 10:11:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Bibliografia</title>
         <author>inesquiterio</author>
         <link>https://padlet.com/inesquiterio/jickra7ftze13wms/wish/1516891126</link>
         <description><![CDATA[<div>* https://pt.slideshare.net/010693/o-papel-das-mulheres-no-estado-novo<br>* https://maislisboa.fcsh.unl.pt/maria-lamas-a-mulher-que-desafiou-o-estado-novo/<br>* https://www.wook.pt/livro/os-direitos-das-mulheres-no-estado-novo-helena-pereira-de-melo/19197767<br>* https://www.wook.pt/livro/mulheres-da-clandestinidade-vanessa-de-almeida/19199759<br>* https://www.wook.pt/livro/a-cada-um-o-seu-lugar-irene-flunser-pimentel/10708366<br>* https://ensina.rtp.pt/artigo/o-ideal-feminino-do-estado-novo/<br>* https://www.jpn.up.pt/2005/04/26/o-retrato-da-mulher-durante-o-estado-novo/<br>* https://www.juponline.pt/politica/artigo/18098/as-leis-salazar.aspx<br>* https://ensina.rtp.pt/artigo/irene-pimentel-faz-um-retrato-da-mulher-no-estado-novo/</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-12 10:12:13 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>inesquiterio</author>
         <link>https://padlet.com/inesquiterio/jickra7ftze13wms/wish/1516908365</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>Irene Pimentel</title>
         <author>inesquiterio</author>
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         <description><![CDATA[<div>Um "lugar para cada um e cada um no seu lugar" era uma das normas preferidas de António Carneiro Pacheco, ministro da Educação Nacional de Salazar. Esta frase podia ter sido dita pelo próprio Salazar ou por um dos principais mentores do seu regime: uma vontade de manter compartimentações sociais e revela uma noção determinista segundo a qual cada um nasceria com a missão para desempenhar determinada função. A frase também se aplicava evidentemente às mulheres, às quais o Estado Novo atribuiu um lugar e um papel específicos — diferentes consoante a classe a que pertencia — no seio da família e da sociedade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-18 12:52:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>inesquiterio</author>
         <link>https://padlet.com/inesquiterio/jickra7ftze13wms/wish/1535382820</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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      </item>
      <item>
         <title>Mãe, esposa e dona-de-casa. Papéis femininos valorizados e incentivados no Estado Novo. O regime fabricou a mulher ideal, afastada do espaço público, sem acesso a certas profissões e com direitos muito limitados. Os homens mandavam, as mulheres obedeciam.</title>
         <author>inesquiterio</author>
         <link>https://padlet.com/inesquiterio/jickra7ftze13wms/wish/1535410743</link>
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         <pubDate>2021-05-18 13:05:28 UTC</pubDate>
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         <title>Direitos das mulheres:</title>
         <author>inesquiterio</author>
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         <description><![CDATA[<div>“A mulher praticamente não tinha direitos. Se se tratasse de uma mulher casada, os direitos eram exercidos pelo chefe de família. Aliás, a expressão<mark> </mark><mark><del>do</del></mark>&nbsp; de pai de família deriva daí e do entendimento que era voz comum nessa altura”</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-18 13:48:01 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Divórcios reais</title>
         <author>inesquiterio</author>
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         <description><![CDATA[<div>Temos como exemplo do que referimos em cima, na série "The Crown"<mark>,</mark> a princesa Margaret&nbsp; <mark>que</mark> não é autorizada pela Rainha, a sua própria irmã, a casar com o amor da sua vida, um homem divorciado.<br>Um outro exemplo<mark>,</mark> também, foi o tio de Elizabeth, o príncipe Edward, <mark>que</mark> teve de abdicar do seu reinado <del>ao</del> <mark>em </mark>favor do irmão<mark>, </mark>por querer casar com uma mulher divorciada.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-18 14:23:26 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Mulheres da Mudança </title>
         <author>inesquiterio</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
         <pubDate>2021-05-18 20:02:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Para além de negra, era mulher.</title>
         <author>inesquiterio</author>
         <link>https://padlet.com/inesquiterio/jickra7ftze13wms/wish/1537424008</link>
         <description><![CDATA[<div>Faith Ringgold lutou através da sua arte pelos direitos da comunidade negra.&nbsp;<br>Em 1963, no Studio Museum, em Harlem, artistas negros tiveram a possibilidade de expor as suas obras, menos Faith Ringgold por ser mulher.<br><br>Gravação tirada do documentário "Black Art: In the Absence of Light"</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-18 20:23:31 UTC</pubDate>
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         <title>Livros da Época </title>
         <author>inesquiterio</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
         <pubDate>2021-05-18 20:29:40 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Atualidade </title>
         <author>inesquiterio</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-19 09:07:57 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Ano da Morte de Ricardo Reis</title>
         <author>inesquiterio</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ricardo Reis, na sua poesia, referia Lídia, uma mulher idealizada pelo próprio que lhe servia de companhia. <br>José Saramago descreve na sua obra uma mulher, também de nome Lídia, que aparenta ser o oposto da mulher idealizada de Ricardo Reis. <br><strong>Lídia</strong> apresenta-se como uma simples serviçal no hotel onde Reis está hospedado. Lídia sujeitava-se a todos os serviços que lhe eram impostos pelo gerente do hotel, por não ter outra opção senão seguir as suas ordens. A vida que esta criada leva<mark><del>,</del></mark> mostra-nos como eram tratadas as mulheres de uma classe social inferior na época.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-19 09:50:10 UTC</pubDate>
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         <title>Divórcios</title>
         <author>inesquiterio</author>
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         <description><![CDATA[<div>O divórcio era proibido, devido ao acordo estabelecido com a Igreja Católica em 1944, pelo que todas as crianças nascidas de uma nova relação, posterior ao primeiro casamento, eram consideradas ilegítimas. E havia duas alternativas no acto do registo: a mulher ou dava à criança o nome do marido anterior ou assumia o estatuto de “mãe incógnita”. O que não podia era dar o seu nome e o do marido atual.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-19 15:56:07 UTC</pubDate>
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         <title>Keep Ya Head Up, Tupac</title>
         <author>inesquiterio</author>
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         <description><![CDATA[<div>And since we all came from a woman<br>Got our name from a woman and our game from a woman<br>I wonder why we take from our women<br>Why we rape our women, do we hate our women?<br>I think it's time to kill for our women<br>Time to heal our women, be real to our women<br>And if we don't we'll have a race of babies<br>That will hate the ladies, that make the babies<br>And since a man can't make one<br>He has no right to tell a woman when and where to create one<br>So will the real men get up<br>I know you're fed up ladies, but keep your head up</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-19 20:16:05 UTC</pubDate>
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