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      <title>Radioatividade by GISELE TAVARES FREITAS 1782</title>
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      <description>como funciona?</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-06-08 10:57:38 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>rm1782</author>
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         <description><![CDATA[<div>A descoberta do nêutron, no ano de 1932, mudou totalmente os métodos utilizados para estudar as propriedades do núcleo atômico.&nbsp;<br>Ernest Rutherford, físico inglês que viveu entre os anos de 1871 e 1937, fez inúmeras pesquisas investigativas sobre a estrutura do átomo.&nbsp;<br>Rutherford investigou a estrutura do átomo utilizando para isso as partículas alfa. Nos anos 30 inúmeras descobertas revelaram aspectos inesperados em relação ao núcleo do átomo.&nbsp;<br><br>Ao bombardear átomos de urânio com nêutrons, cientistas como Otto Hahn e Lise Meitner, provaram que o núcleo desse átomo, formado por 92 prótons, é dividido em núcleos menores e descobriram ainda que o urânio pode fissionar (processo de fissão nuclear) o elemento bário e o elemento criptônio, cada qual com 56 e 36 prótons no núcleo respectivamente.&nbsp;<br>Com essas descobertas os cientistas perceberam que era possível criar uma reação em cadeia com capacidade para gerar grandes quantidades de energia e que, se ela ocorresse de forma descontrolada, em uma fração de segundos a liberação de energia seria gigantesca, provocando dessa forma uma explosão de alto poder destrutivo. Após essas descobertas surgiu uma nova arma: a bomba nuclear, cujo poder destrutivo é altíssimo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 11:02:47 UTC</pubDate>
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         <author>rm1782</author>
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         <description><![CDATA[<div>O funcionamento das bombas nucleares é semelhante, diferenciando-se apenas pelo elemento utilizado na composição. Os principais elementos que compõem as bombas são urânio-235 e plutônio-239. A bomba nuclear funciona pelo princípio da fissão nuclear, que é a divisão de um átomo instável pelo bombardeamento de partículas, como um nêutron. Isso gera uma reação em cadeia que vai provocando a fissão nuclear dos outros átomos presentes.<br><br><strong>poder de destruição <br><br></strong>O poder de destruição de bombas nucleares é medido em quiloton ou em megaton, unidades relacionadas com o poder de destruição de dinamites (TNT). O quiloton equivale à explosão de 1000 toneladas de dinamite, e o megaton corresponde a 1.000.000 (1 milhão) de toneladas de TNT.<br><br>Para efeito de comparação, a bomba atômica lançada em Hiroshima (conhecida como Little boy) possuía um poder de destruição equivalente a 16 mil toneladas de TNT, ou seja, 16 quilotons, e a bomba lançada em Nagasaki (a Fat man), em torno de 20 mil quilotons. Apesar dos danos causados, as bombas nucleares usadas na Segunda Guerra Mundial não estão entre as mais poderosas já feitas no mundo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 11:07:37 UTC</pubDate>
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         <author>rm1782</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nos dias 6 e 9 de agosto de 1945, os Estados Unidos fizeram uso, pela primeira vez na história da humanidade, de armas atômicas contra as cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki. Essas bombas foram utilizadas para forçar a rendição japonesa e evitar que as tropas americanas precisassem invadir o Japão por terra.<br><br>Ao final, o placar macabro de bombas nucleares detonadas: duas pelo Paquistão, quatro pela Índia, 45 pela China, 45 pelo Reino Unido, 210 pela França, 715 pela União Soviética e 1032 pelos Estados Unidos. Isso totaliza 2053 bombas detonadas no nosso planeta.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-08 11:11:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>rm1782</author>
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         <description><![CDATA[<div>1 - Estados Unidos<br>Os Estados Unidos são os maiores produtores de energia nuclear do mundo, de acordo com o ranking da ONG World Nuclear Power. Por ano, o país produz em média 798,7 bilhões de kWh de energia em 104 reatores distribuídos pelo território nacional. Apesar do volume, o país depende pouco desta fonte de energia. As usinas nucleares representam apenas 20,2% da matriz energética total do país. Segundo a ONG, há atualmente um reator em construção, e nove em fase de planejamento. Há ainda outras 23 propostas de construção para os próximos anos.<br><br>2 - França<br>A França é um dos países mais dependentes de energia nuclear do mundo. Cerca de 75% de toda a energia que usa vem de fontes radioativas. Os franceses ocupam a segunda posição no ranking dos maiores produtores de energia nuclear do mundo, com 391,7 bilhões de kWh por ano. No país há 58 reatores em operação, além de um em construção, outro na fase de planejamento, e um terceiro cuja proposta ainda não foi aprovada.<br><br>3 - Japão<br>O país que agora enfrenta uma catástrofe nuclear é também o terceiro do mundo em volume de produção de energia atômica. Os reatores danificados no terremoto estão entre os 55 que o Japão possui, responsáveis por gerar 263,1 bilhões de kWh de energia por ano. Segundo a ONG World Nuclear Power, existem ainda dois reatores em fase de construção no país, além de 12 em planejamento. Há ainda um outro reator previsto, cuja proposta aguarda aprovação.<br><br>4 - Rússia<br>Em 32 reatores nucleares a Rússia produz anualmente 152,8 bilhões de kWh de energia, a quarta maior produção do mundo. Esta quantidade representa quase 18% do total de energia que o país consome. Atualmente, segundo a World Nuclear Power, há 12 reatores em construção na Rússia, além de 14 em planejamento e outros 30 que aguardam aprovação do governo.<br><br>5 - Coreia do Sul<br>A Coreia do Sul produz anualmente, em média, 141 bilhões de kWh de energia nuclear, de acordo com informações da ONG World Nuclear Power. Este volume, o quinto maior do mundo, corresponde a 34,8% da matriz energética do país, e é gerado por 21 reatores em atividade. Segundo a ONG, cinco reatores estão em construção atualmente no país, e outros seis estão em fase de planejamento.<br><br>6 - Alemanha<br>A sexta maior produção de energia nuclear do mundo é alemã. Por ano, o país gera 127,7 bilhões de kWh, em 17 reatores em operação. A Alemanha não depende exclusivamente da matriz nuclear, sendo que apenas 26,1% do total consumido no país vêm destas fontes. Atualmente, segundo a World Nuclear Power, não há reatores em construção, nem em planejamento.<br><br>7 - Canadá<br>Os canadenses respondem pela sétima maior produção de energia nuclear do mundo. No país, são gerados por ano 85,3 bilhões de kWh de energia em 18 reatores funcionais. Apenas 14% da energia total que o país consome vem de fontes nucleares. Segundo a ONG World Nuclear Power, há dois reatores em construção no Canadá atualmente, além de três em fase de planejamento e outros três em aprovação.<br><br>8 - Ucrânia<br>Palco do pior acidente nuclear da história, a Ucrânia é o oitavo pais do mundo que mais produz este tipo de energia. Por ano, os 15 reatores em atividade produzem 77,9 bilhões de kWh de energia nuclear, e dão conta de 48,6% do total de energia que a Ucrânia consome. Em 1986, durante um período de testes, um dos reatores da central nuclear da cidade de Chernobyl (foto) explodiu, liberando na atmosfera uma quantidade de radiação 400 vezes maior do que a liberada pela<br><br>9 - China<br>Apesar de depender pouco da energia nuclear, a China está entre os maiores produtores do mundo. Apenas 1% do que o país consome é gerado de fontes radioativas. Por ano, 13 reatores em atividade produzem 65,7 bilhões de kWh de energia nuclear. Existem atualmente 27 reatores em construção no país, e outros 50 na etapa de planejamento. Segundo a ONG World Nuclear Power, 110 projetos de reator aguardam aprovação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 11:03:44 UTC</pubDate>
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         <author>rm1782</author>
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         <description><![CDATA[<div>São considerados elementos radioativos aqueles elementos que possuem, em sua estrutura, átomos com a capacidade de emitir as radiações alfa, beta e gama através dos seus respectivos núcleos. Em regra geral, os elementos radioativos são classificados desta maneira por apresentarem o número atômico maior ou igual a 84. Esse é o número que equivale ao número atômico do elemento polônio.<br><br>Todos os isótopos, por exemplo, (átomos de elementos diferentes com o mesmo número de prótons) dos elementos radioativos, que apresentam número atômico maior ou igual a 84 têm a capacidade de emitir radiação</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 11:07:34 UTC</pubDate>
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         <author>rm1782</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Pontos positivos: </strong><br>Trazer benefícios como na limpeza de alimentos, uso de elementos radioativos para matar bactérias ou fungos e etc. <br>Com elas, é possível avaliar os recursos hídricos, a física e a química de solos, datar superfícies, sedimentos marinhos, árvores e sítios arqueológicos. Já os traçadores radioativos permitem acompanhar o trajeto de poluentes no ar, no mar, nos rios ou no solo e, assim, detectar danos ao meio ambiente.<br><br><strong>Pontos negativos: </strong><br>Pode ser prejudicial a saúde, são fontes de radiação colocando a natureza em risco.<br>Quando a dose de radiação é alta, muitos tecidos e órgãos do corpo são atingidos. Entre os sintomas, estão náuseas e vômitos, queda de cabelo, distúrbios do comportamento, alterações no sangue e lesões na pele. Quanto menor for o intervalo de tempo entre a exposição e o início dos sintomas, mais grave é o quadro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 11:08:47 UTC</pubDate>
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         <author>rm1782</author>
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         <description><![CDATA[<div>A radioatividade pode nos ajudar, e muito. Por exemplo, na medicina. Na parte de diagnóstico, a medicina nuclear nos ajuda a localizar tumores, com a tomografia. Ela também nos ajuda a tratar alguns tumores, com a radioterapia<br><br><strong>alguns tipos de radiação&nbsp;<br><br>As radiações podem ser divididas em dois grandes grupos:&nbsp; as radiações não ionizantes e as ionizantes. Essa classificação leva em conta os efeitos gerados e os níveis de energia de cada tipo.<br><br>Radiações não ionizantes<br>São consideradas radiações com baixa energia e baixa frequência, são radiações que se propagam na forma de ondas eletromagnéticas com fontes naturais ou artificiais. Seu efeito, normalmente é ligado à geração de luz ou calor.<br><br>Os principais exemplos desse tipo de radiação, e que aparecem com mais frequência no nosso cotidiano, são: as ondas de rádio, as ondas emitidas pelos celulares e radares, transmissão de TVs, redes Wi-Fi etc.<br><br>Radiações ionizantes<br>Quando comparadas ao tipo anterior de radiação, possuem maior energia, provocando a ionização dos materiais com que ocorrem a interação. E, assim como as radiações não ionizantes, também podem ser emitidas por meio naturais e artificiais.<br><br>Os tipos de radiações ionizantes mais comuns são:&nbsp; os raios-X, que são usados em aparelhos de radiologia para uso médico, e as partículas alfa e beta, e os raios-gama, emitidos por núcleos de átomos instáveis, ou seja, átomos radioativos.<br><br>A principal diferença entre as radiações alfa, beta e gama é em relação ao poder de penetração nos diferentes meios: enquanto a alfa pode ser bloqueada por uma simples folha de papel e a beta, por uma fina camada de alumínio, os raios gama necessitam de camadas grossas de chumbo ou concreto para bloqueá-los.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-13 11:10:51 UTC</pubDate>
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