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      <title>Grupo 6 - Gestão 25.2 by CARLOS HENRIQUE LOPES ARAUJO</title>
      <link>https://padlet.com/carloslopes29/jhct7r1gx5gi8edh</link>
      <description>Carlos Henrique. Manoel Coelho. Rafael Normando. Jonas Barbosa. Marcondes Brandão.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-08-18 14:20:17 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-06-21 17:24:08 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>Sistemas Comparados de Saúde</title>
         <author>carloslopes29</author>
         <link>https://padlet.com/carloslopes29/jhct7r1gx5gi8edh/wish/3562242377</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>O que define um sistema de saúde: O conjunto articulado de relações políticas, econômicas e sociais institucionais, é responsável por concretizar as regras, o funcionamento, as normas, diretrizes e funções de um sistema;</p></li></ul><ul><li><p>O SUS se baseia no princípio de seguridade social: saúde é um direito de todos e dever do Estado. Dessa forma, o financiamento ocorre com base na arrecadação de impostos, tendo como referencia o serviço nacional de saúde inglês;</p></li><li><p>O Ministério da Saúde é responsável pela gestão do SUS, enquanto que o Conselho Nacional de Saúde é responsável pela cogestão;</p></li><li><p>Tripé de organização e desempenho dos sistemas de saúde:</p></li><li><p>1. FUNÇÕES: alocação de recursos, prestação de serviços, regulação e gestão;</p></li><li><p>2. CONTEXTO SOCIAL, POLÍTICO E ECONÔMICO: atores/agentes, interesses, projetos, estratégias;</p></li><li><p>3. COMPONENTES: cobertura, financiamento, força de trabalho, insumos, redes de serviço, tecnologia, conhecimento, organizações;</p></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/XJP0ADS3vrA?si=-W2aBvVX51-rZ4_y" />
         <pubDate>2025-08-31 22:09:38 UTC</pubDate>
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         <title>TEORIAS DA ADMINISTRAÇÃO </title>
         <author>rafaelnormando</author>
         <link>https://padlet.com/carloslopes29/jhct7r1gx5gi8edh/wish/3562644680</link>
         <description><![CDATA[<p>MÉTODO PAIDÉIA DE CO-GESTÃO</p><p>- Objetivo: Aumentar a capacidade de análise e intervenção do coletivo.</p><p>- Está em consonância com a democracia institucional, respeitando a importância, pluralidade e a transversalidade das instituições.</p><p>- Sintoniza-se com ideias de permanente co-produção, porém com negociações de contrato e com compromissos provisórios.</p><p>- Por meio da politização da gestão e da construção institucional democrática evita que seus principais atores detenham poder demais, de modo que comprometa a sobrevivência organizacional.</p><p>- É um método anti-Taylorista e de forte combate às ideias impostas desde a revolução industrial.</p><p>NA ÁREA DA SAÚDE</p><p>- Formação de times multidisciplinares e responsáveis por determinada clientela.</p><p>- Sem a fragmentação de equipes por área do conhecimento.</p><p>- Criação de um Apoio Matricial que objetiva assegurar, de um modo dinâmico e interativo, a retaguarda especializada a equipes e profissionais de referência.</p><p>- Projeto Terapêutico Singular: Que considera todos os aspectos da saúde do paciente para o seu tratamento e que se utilize dos pontos negativos e dos pontos positivos de sua rotina, para melhor recuperação e adesão aos tratamentos. Sempre considerando-se os apontamentos das diferentes áreas do conhecimento (nutrição, medicina, enfermagem, psicologia...)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-01 03:27:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/carloslopes29/jhct7r1gx5gi8edh/wish/3596289373</link>
         <description><![CDATA[<p>A Dimensão do Planejamento em Saúde </p><p><br></p><p>O planejamento em saúde, segundo Idalberto Chiavenato, é a função administrativa essencial que define objetivos e os meios para alcançá-los, servindo como base para organizar, dirigir e controlar as ações no setor.</p><p><br></p><p>Níveis de Planejamento</p><p><br></p><ul><li><p><strong>Planejamento Estratégico:</strong> Focado no longo prazo, define a missão, a visão e os objetivos gerais da organização de saúde. Analisa os ambientes interno e externo para estabelecer as grandes diretrizes, como um Plano Nacional de Saúde.</p></li><li><p><strong>Planejamento Tático:</strong> Desdobra a estratégia em planos de médio prazo para áreas ou departamentos específicos. Exemplo: um plano departamental para reduzir infecções hospitalares em um ano.</p></li><li><p><strong>Planejamento Operacional:</strong> Concentra-se no curto prazo e nas tarefas rotineiras. Detalha as atividades diárias, como escalas de equipes e cronogramas de procedimentos, para executar o plano tático.</p></li></ul><p><br></p><p>O Processo de Planejamento</p><p><br></p><ol><li><p><strong>Definição de Objetivos:</strong> Estabelece metas claras e mensuráveis (critério SMART), como "reduzir a mortalidade infantil em 10% em dois anos".</p></li><li><p><strong>Análise e Diagnóstico da Situação:</strong> Avalia o cenário atual por meio de indicadores de saúde, capacidade da rede e perfil populacional para identificar necessidades.</p></li><li><p><strong>Desenvolvimento de Alternativas:</strong> Cria diferentes cursos de ação possíveis para atingir os objetivos definidos, como diversas estratégias para diminuir uma fila de espera.</p></li><li><p><strong>Escolha e Implementação do Plano:</strong> Seleciona a melhor alternativa e a transforma em um plano de ação detalhado, que guiará a execução e o monitoramento dos resultados.</p></li></ol>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=IewhjRBWF_c" />
         <pubDate>2025-09-22 00:15:46 UTC</pubDate>
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         <title>Regulação em Saúde</title>
         <author>rafaelnormando</author>
         <link>https://padlet.com/carloslopes29/jhct7r1gx5gi8edh/wish/3672452435</link>
         <description><![CDATA[<p>​A análise principal do vídeo é que:</p><p>​A Política Atual Envelheceu: A Política Nacional de Regulação tem 17 anos e já não responde adequadamente aos desafios atuais. É urgente a necessidade de sua revisão para que ela se adeque à realidade das Redes de Atenção à Saúde.</p><p><br></p><p>​Regulação como Gestão de Filas: O foco central do debate é como usar a regulação para garantir o acesso à atenção especializada. É preciso entender a regulação não como um ato burocrático, mas como a principal ferramenta de gestão para organizar e reduzir as filas, que é a maior demanda da sociedade.</p><p><br></p><p>​O Desafio Público-Privado: O vídeo também aponta para o desafio crítico de regular a relação com prestadores privados. É na regulação onde o gestor público (SUS) exerce o controle e garante que o setor privado contratado também sirva aos princípios do sistema.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?pdlt=1&amp;v=PNFK-D9Hndw" />
         <pubDate>2025-11-07 22:55:35 UTC</pubDate>
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         <title>GESTÃO DE MATERIAIS</title>
         <author>carloslopes29</author>
         <link>https://padlet.com/carloslopes29/jhct7r1gx5gi8edh/wish/3701468525</link>
         <description><![CDATA[<p>O que e a gestão de materiais? É uma designação genérica de equipamentos, componentes etc.</p><p><br></p><p>Os materiais são classificados em duas formas:</p><p>-&gt; Material permanente: duram mais de 2 anos. (São definidos e dimensionados no planejamento para implantação deste serviço).</p><p>-&gt; Material de consumo: perde a sua identidade física com o tempo e/ou dura menos de 2 anos.</p><p><br></p><p>Esses materiais podem ser geridos a partir de diversos métodos:</p><p>-&gt; Método consumo histórico: surge a partir da análise do comportamento de consumo de medicamentos, em uma série histórica.</p><p>-&gt; Método do perfil epidemiológico: baseia-se nos da dos de morbidade das doenças para as quais os medicamentos são destinados.</p><p>-&gt; Método de oferta de serviços.</p><p>-&gt; Método de consumo ajustado: quando não há dados de consumo, então considera-se só que recebeu.</p><p>-&gt; Método do consumo médio mensal.</p><p><br></p><p>Material solicitado -&gt; Proceder com o reconhecimento -&gt; Organização do material no setor -&gt; Garantir segurança e conservação -&gt; Controle do estoque -&gt; Identificação de novas necessidades de compra.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/live/alv36v8Avow?si=wftK-uuQ2LeSExRE" />
         <pubDate>2025-11-27 20:45:34 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>AMBIÊNCIA</title>
         <author>carloslopes29</author>
         <link>https://padlet.com/carloslopes29/jhct7r1gx5gi8edh/wish/3701469543</link>
         <description><![CDATA[<p>O que é? É o tratamento do espaço físico, social e das relações interpessoais, com o objetivo de criar um ambiente acolhedor, resolutivo e humano, que promova a saúde.</p><p><br/></p><p>É importante, pois contribui para a redução do estresse e da ansiedade dos pacientes e familiares, além de melhorar a qualidade do atendimento e o bem-estar dos profissionais de saúde.</p><p><br/></p><p>Principais elementos: </p><p>   -&gt; <strong>Espaço físico:</strong> Arquitetura, decoração, luminosidade, temperatura (…).</p><p>   -&gt; <strong>Espaço social:</strong> Interações entre pacientes, familiares, profissionais (…).</p><p>   -&gt; <strong>Relações interpessoais:</strong> Comportamento e atitudes dos profissionais de saúde, acolhimento e empatia (…).</p><p><br/></p><p>É importante, para que haja um a ambiência adequada, que exista: acolhimento, espaço físico agradável, interação social, participação .</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-27 20:47:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>AUDITORIA</title>
         <author>carloslopes29</author>
         <link>https://padlet.com/carloslopes29/jhct7r1gx5gi8edh/wish/3701471062</link>
         <description><![CDATA[<p>Auditoria e controle, a primeira vista, parecem ter uma função semelhante, de fiscalização, entretanto, em uma análise mais minunciosa de como essas ferramentas de monitorização da qualidade se dão, é possível perceber algumas diferenças. </p><p>AUDITORIA</p><p>Os auditores em saúde tem um papel de constatar, examinar sistematicamenre e independente dos fatos obtidos através da</p><p>observação, medição, ensaio ou outras técnicas apropriadas, de uma atividade,</p><p>elemento ou sistema, para verificar a adequação aos requisitos preconizados pelas leis e normas vigentes e determinar se as ações de saúde e seus resultados, estão de acordo com as disposições planejadas. Através da análise e verificação operativa, avalia-se a qualidade dos processos, sistemas e serviços e a necessidade de melhoria ou de ação preventiva/corretiva/saneadora.</p><p>Tem como objetivo maior propiciar à alta administração informações necessárias ao exercício de um controle efetivo sobre a organização ou sistema, contribuir para o planejamento e replanejamento das ações de saúde e para o aperfeiçoamento do Sistema, ou de um hospital privado, por exemplo. </p><p>Ademais, pode ser interna ou externa, sendo a interna realizada por auditores vinculados à empresa, em que se denota a necessidade do cargo do auditor ser uma construção de carreira (ao invés de indicação) e a externa realizada pelo ministério da saúde e secretarias estaduais e municipais de saúde. </p><p>CONTROLE</p><p>Consiste no monitoramento de processos (normas e eventos), com o objetivo de verificar a conformidade dos padrões estabelecidos e de detectar situações</p><p>de alarme que requeiram uma ação avaliativa detalhada e profunda. É realizado pelo próprio Ministério da Saúde, pelo Conselho Nacional de Saúde, Secretarias de Saúde e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).</p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/qUqqQL7Kf2o?si=2s5D5CC6Qr0oNdUA" />
         <pubDate>2025-11-27 20:51:34 UTC</pubDate>
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         <title>GESTÃO DE RISCO</title>
         <author>condinho24</author>
         <link>https://padlet.com/carloslopes29/jhct7r1gx5gi8edh/wish/3704054976</link>
         <description><![CDATA[<p><br>O conceito de risco refere-se a probabilidade de um evento acontecer a uma população exposta, bem como suas consequências. Quando aplicados ao campo da saúde, este conceito torna-se um dos campos centrais tanto na organização estrutural, logística e administratíva como nas condutas diretas ou indiretamentes aplicadas ao pacientes, seja interveção ou diagnósticos.</p><p><br/></p><p>A busca pela controle e gerenciamento de riscos em ambientes hospitalares e nasocominais surge com o processo de judicialização das condutas e ações tomadas dentro do hospital. Nesse contexto, a minimização da ocorrencia de riscos aos pacientes reduziria a taxa de processos judiciais direcionados a médicos e hospitais.</p><p><br/></p><p>A qualidade da informação captada ao longo do tempo a fim de promover o reconhecimento dos risco possívies em um determinado estabelecimento varia de acordo com a estratégia adotada (estratégias em ordem crescente de qualidade de informação):</p><p>-&gt; Aversão ao risco;</p><p>-&gt; Identificação/avaliação;</p><p>-&gt; Monitoramento;</p><p>-&gt; Gestão efetiva;</p><p>-&gt; Gestão integrada;</p><p><br/></p><p>O conceito de risco apresenta dois elementos:</p><ul><li><p>A probabilidade de ocorrer um evento perigoso;</p></li><li><p>A severidade de um evento perigoso.</p></li></ul><p>Outrossim, tais riscos podem ser voluntários, quando são elementos praticados em plena consciência pelo indivíduo (ex. tabagismo, etilismo, automedicação etc.); e involuntários, quando são elementos inpendentes do indiduos (ex. medicamentos adulterados, fumo passivo, alcool adulterados, ambiente poluído etc.). Nesse panorâma nasce a gestão de risco como uma forma de identificar, interpretar e avaliar as diferentes dimensões do processo saúde-doença por meio da integração com as demais áreas do setor de saúde (vigilância epidemiológica, ambiental, da saúde do trabalhador etc.).</p><p><br/></p><p>Quando aplicado ao pacientes, o risco pode ter diversas dimenções:</p><p>-&gt; Dano: comprometiemnto da estrutura ou função do corpor e/ou qualquer efeito dele oriundo, inclusive psicosocial;</p><p>-&gt; Incidentes: evento ou circustância que poderia ter resultado, ou resultou em dano desnecessário;</p><p>-&gt; Circustância notificável: incidente com potencial dano ou lesão (o que aconteceu ou que poderia ter acontecido);</p><p>-&gt; Quase erros: incidentes evitados antes que pudessem atigir o paciente;</p><p>-&gt; Incidente sem lesão;</p><p>-&gt; Evento adverso: incidentes que resulta em dano ao paciente.</p><p><br/></p><p>Assim há as metas internacionais de segurança do paciente:</p><ul><li><p>Identificação correta do paciente;</p></li><li><p>Melhorar a comunicação entre os profissionais de saúde;</p></li><li><p>Melhorar a segurança dos medicamentos;</p></li><li><p>Garantir o local correto, o procedimento correto e a cirurgia no pacientes correto;</p></li><li><p>Reduzir o risco de infecção associado ao cuidado;</p></li><li><p>Reduzir o risco de danos ao paciente resultante de quedas.</p></li></ul><p><br/></p><p>Quando os riscos são aplicados ao ambientes, tem-se:</p><p>-&gt; Riscos biológicos;</p><p>-&gt; Riscos químicos;</p><p>-&gt; Riscos físicos;</p><p>-&gt; Riscos ergonômicos;</p><p>-&gt; Risco de acidnetes;</p><p>Surge, então, uma forma de visualização didática para o mapeamento desses riscos nos ambientes hospitalares e seus diversos setores: o Mapa de risco.</p><p><br/></p><p>Por fim, os pilares do gerenciamento de risco são:</p><ul><li><p>Farmacovigilância: ciência relativa a detecção, avaliação, compreensão e prevenção dos efeitos adversos ou quaisquer problrmas relacionados;</p></li><li><p>Tecnovigilância: visa segurança sanitária de produtos para saúde pós-comercialização;</p></li><li><p>Hemovigilância: organização com o objetivo de recolher e avaliar informações sobre os efeitos indesejáveis e/ou inesperados da utilização de hemocomponentes.</p></li><li><p>Gestão de Resíduos;</p></li><li><p>Controle de infecções hospitalares.</p></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/foZ-exUfV3w" />
         <pubDate>2025-12-01 00:29:03 UTC</pubDate>
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         <title>DIMENSÃO EPIDEMIOLÓGICA</title>
         <author>jonasramos4</author>
         <link>https://padlet.com/carloslopes29/jhct7r1gx5gi8edh/wish/3708734401</link>
         <description><![CDATA[<p>A epidemiologia é o campo científico dedicado a compreender o processo saúde-doença em grupos humanos. Ela investiga como os agravos se distribuem nas populações e quais fatores influenciam seu surgimento e evolução. Por esse motivo, constitui um dos pilares fundamentais da saúde coletiva, pois permite avaliar, comparar e interpretar doenças e danos à saúde, identificando padrões, níveis e tendências. Dessa forma, orienta de maneira decisiva a organização das ações e políticas de saúde.</p><p><br/></p><p>Quando aplicada nos serviços de saúde, a epidemiologia contribui para a produção de conhecimento e para o desenvolvimento de intervenções com impacto coletivo. Seu uso possibilita reconhecer problemas que dificultam a melhoria das condições de saúde e direcionar medidas adequadas aos indivíduos e às populações.</p><p><br/></p><p>Na perspectiva das tecnologias em saúde, a epidemiologia assume dois papéis distintos:</p><p>• Como tecnologia leve-dura: ao envolver métodos científicos e técnicas de análise do coletivo.</p><p>• Como tecnologia leve: ao apoiar a gestão, a organização dos processos de trabalho e o planejamento das ações, fornecendo informações essenciais para a tomada de decisão.</p><p><br/></p><p>É importante ressaltar que a epidemiologia teve grande relevância durante o processo de descentralização da saúde no Brasil, permitindo que medidas e intervenções fossem ajustadas às características de cada território e população adscrita. No entanto, quando utilizada de forma muito fragmentada no nível municipal, pode gerar distorções devido à presença de dados extremos, capazes de comprometer a leitura geral da situação de saúde.</p><p><br/></p><p>Como ferramenta, a epidemiologia coleta dados e os interpreta segundo o contexto para transformá-los em informação útil. Esses dados podem ser brutos ou expressos por meio de indicadores, e são registrados nos diversos sistemas de informação em saúde, como SINAN, SIM e SIH.</p><p><br/></p><p>No diagnóstico situacional, a epidemiologia permite descrever os problemas de saúde de um território, identificar quais ações são mais eficazes, orientar a alocação inicial de recursos e subsidiar o planejamento estratégico. Além disso, exerce papel central em atividades de vigilância — acompanhando a ocorrência de eventos adversos à saúde — e de monitoramento — analisando indicadores que refletem a situação sanitária.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/3pn5RW6aKPI?si=5KCUmmrE1NmSGgBL" />
         <pubDate>2025-12-03 15:03:45 UTC</pubDate>
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         <title>FINANCIAMENTO DO SUS</title>
         <author>jonasramos4</author>
         <link>https://padlet.com/carloslopes29/jhct7r1gx5gi8edh/wish/3708779679</link>
         <description><![CDATA[<p>O financiamento do Sistema Único de Saúde (SUS) é influenciado por fatores econômicos, políticos e fiscais que afetam a capacidade do Estado de garantir serviços de saúde. Nesse cenário, a gestão do SUS exige planejamento organizado, integrado e baseado nas diretrizes das Conferências de Saúde e na participação dos Conselhos de Saúde.</p><p><br/></p><p>A responsabilidade pela gestão é compartilhada entre União, estados e municípios, conforme previsto na Lei 8.080/1990. Cada esfera possui atribuições específicas na coordenação, financiamento e execução dos serviços. O planejamento envolve três instrumentos essenciais: Plano de Saúde, Programação Anual e Projeto de Lei Orçamentária.</p><p><br/></p><p>O financiamento do SUS está dividido em dois blocos principais:</p><p><br/></p><ul><li><p>Bloco de Manutenção das Ações e Serviços Públicos de Saúde, que garante a continuidade das ações e o custeio, incluindo pequenas reformas.</p></li><li><p>Bloco de Estruturação da Rede de Serviços Públicos de Saúde, que financia obras, ampliações e aquisição de equipamentos.</p></li></ul><p><br/></p><p><br/></p><p>Para que estados e municípios recebam recursos federais, precisam cumprir critérios como: manter os sistemas de informação atualizados, possuir fundo de saúde instituído, conselho de saúde ativo e documentos de planejamento submetidos ao controle social. As ações financiadas devem estar previstas no Plano Municipal de Saúde e na Programação Anual.</p><p><br/></p><p>A Emenda Constitucional 29/2000 estabeleceu mínimos obrigatórios de investimento: 12% das receitas para estados, 15% para municípios, e a União deve ajustar seus gastos pela variação do PIB. Apesar dos avanços, a emenda não definiu com clareza o que se enquadra como ações e serviços públicos de saúde, criando dificuldades para padronização.</p><p><br/></p><p>Os recursos federais são organizados em cinco grandes grupos:</p><p><br/></p><ol><li><p>Atenção Primária;</p></li><li><p>Atenção Especializada;</p></li><li><p>Assistência Farmacêutica;</p></li><li><p>Vigilância em Saúde;</p></li><li><p>Gestão do SUS.</p></li></ol><p><br/></p><p><br/></p><p>Na Atenção Primária, a Portaria 3.493/2024 reorganizou o financiamento com componentes que consideram população, qualidade e desempenho das equipes. A Atenção Especializada envolve financiamento por produção ambulatorial e hospitalar, incentivos fixos e o fundo FAEC, destinado a procedimentos de alta complexidade e ações estratégicas.</p><p><br/></p><p>A Assistência Farmacêutica divide-se em três componentes:</p><p><br/></p><ul><li><p>Básico, com contrapartidas federais, estaduais e municipais;</p></li><li><p>Estratégico, com medicamentos adquiridos centralmente pelo Ministério da Saúde;</p></li><li><p>Especializado, destinado ao tratamento baseado em Protocolos Clínicos, com financiamento tripartite.</p></li></ul><p><br/></p><p><br/></p><p>A Vigilância em Saúde possui pisos fixos e variáveis para ações epidemiológicas, sanitárias e ambientais, além de incentivos para programas específicos. Já os recursos destinados à Gestão do SUS contemplam áreas como regulação, planejamento, educação permanente, regionalização e controle social.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/cJEKqz0q3Ro?si=gFLrpPmb5o_9xA7F" />
         <pubDate>2025-12-03 15:30:34 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>AVALIAÇÃO DOS SISTEMAS, SERVIÇOS E PROGRAMAS DE SAÚDE</title>
         <author>jonasramos4</author>
         <link>https://padlet.com/carloslopes29/jhct7r1gx5gi8edh/wish/3708922917</link>
         <description><![CDATA[<p>A avaliação em saúde é um instrumento fundamental da gestão, voltado para analisar a qualidade, eficiência e impacto das ações, serviços e políticas de saúde. Avaliar significa responder a quatro perguntas essenciais: o que avaliar, para que, para quem e quem avalia. Isso envolve definir o objeto da avaliação, sua finalidade, os públicos que utilizarão seus resultados e quem realizará o processo.</p><p><br/></p><p>No contexto dos serviços de saúde, a avaliação busca apoiar o planejamento, a tomada de decisões e a melhoria contínua. Ela é aplicada a sistemas, programas, estabelecimentos, ações e processos, funcionando como base para monitoramento, vigilância epidemiológica, pesquisas de satisfação, acreditação hospitalar, avaliação da atenção básica, análise de desempenho e programas de qualidade.</p><p><br/></p><p>O objetivo geral da avaliação é mensurar eficiência, eficácia e efetividade, considerando estrutura, processo e resultados, com foco no acesso, risco, satisfação do usuário e qualidade da assistência. Esses princípios dialogam com as Funções Essenciais de Saúde Pública, como monitoramento da situação de saúde, promoção, participação social, desenvolvimento institucional e melhoria da qualidade dos serviços.</p><p><br/></p><p>O marco teórico predominante é o modelo de Donabedian, que estrutura a avaliação em três eixos:</p><p><br/></p><ul><li><p>Estrutura: recursos disponíveis (humanos, materiais, financeiros e organizacionais).</p></li><li><p>Processo: atividades realizadas, organização do trabalho, práticas assistenciais.</p></li><li><p>Resultados: efeitos imediatos ou de longo prazo da intervenção.</p></li></ul><p><br/></p><p><br/></p><p>Donabedian também descreve sete pilares que orientam a qualidade da atenção: eficácia, efetividade, eficiência, otimização, aceitabilidade, legitimidade e equidade.</p><p><br/></p><p>A pesquisa avaliativa, diferentemente da pesquisa tradicional, tem como finalidade emitir um julgamento sobre uma intervenção, analisando sua pertinência, fundamentos teóricos, produtividade, efeitos e rendimento. Ela considera também o contexto em que a intervenção ocorre, oferecendo subsídios para melhorar práticas de gestão e apoiar decisões estratégicas.</p><p><br/></p><p>Os modelos apresentados incluem tanto a avaliação normativa, que compara resultados com padrões desejados, quanto a avaliação de efeitos, produtividade, implantação e impactos, permitindo um entendimento amplo do desempenho dos serviços. A partir desses componentes, é possível observar desde a disponibilidade de recursos até mudanças epidemiológicas, como redução de mortalidade e prevalência de doenças.</p><p><br/></p><p>Dessa forma, a avaliação em saúde cumpre papel central no aperfeiçoamento do SUS, fortalecendo a gestão, promovendo transparência, ampliando a resolutividade e garantindo que as ações de saúde atendam às necessidades da população.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/KgmespfR5Os?si=ZnA8_cO4_1_D9Cq1" />
         <pubDate>2025-12-03 17:14:57 UTC</pubDate>
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