<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Diário de Bordo by </title>
      <link>https://padlet.com/rjraquel84/diariodebordo</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-09-21 22:40:25 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-10-05 18:22:17 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>Registro de percurso da disciplina</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rjraquel84/diariodebordo/wish/3618768256</link>
         <description><![CDATA[<p>Realizar a disciplina de Seminário 4 constituiu-se em um verdadeiro desafio, pois exigiu de mim a desconstrução de muitos conceitos previamente cristalizados sobre o fazer pedagógico, especialmente no que se refere à elaboração de projetos. Apesar de já atuar como professora, não tinha a lembrança de ter desenvolvido um projeto integralmente, desde a sua concepção. Geralmente, recebo propostas já estruturadas pela escola e, a partir delas, realizo adaptações ou desdobramentos em sala de aula. Sempre imaginei que a criação de um projeto fosse uma tarefa simples, mas, ao longo dos encontros, compreendi a complexidade envolvida nesse processo. Esse movimento, embora desafiador, ampliou de forma significativa minha prática docente. Há algum tempo alimentava o desejo de elaborar um projeto voltado especificamente para o ensino de Matemática, uma vez que, a cada ano, percebo a resistência e o desinteresse de muitas crianças em relação à disciplina. Para tentar romper com esse cenário, procuro constantemente estratégias lúdicas que despertem maior envolvimento dos alunos. No entanto, as demandas do cotidiano escolar e pessoal acabavam postergando a concretização desse desejo. O Seminário, nesse sentido, apresentou-se como uma oportunidade para, finalmente, dar forma a essa ideia, o que foi possível graças às orientações e à estruturação das atividades propostas semanalmente. <br>Um dos principais desafios enfrentados durante a disciplina foi o uso do Padlet. Por se tratar de uma ferramenta nova, sua exploração me causou estranhamento e insegurança, já que estou habituada a utilizar programas como o Word para a realização de trabalhos acadêmicos. No entanto, ao me debruçar sobre essa novidade, percebi que a ferramenta oferece um layout mais dinâmico e uma resolução de maior qualidade em comparação com os programas tradicionais. Assim, ao me empenhar em utilizá-la, reconheci nela um recurso inovador para a organização e apresentação dos registros acadêmicos, o que motivou a produção do meu diário de bordo.</p><p>Outro ponto que gerou desafios foi a dependência da internet e de condições técnicas para a realização das apresentações. Estar à mercê de fatores externos, como energia elétrica, estabilidade da rede ou até mesmo as condições climáticas, causou-me apreensão em alguns momentos. Apesar disso, esses percalços revelaram-se parte do processo formativo, ao exigir resiliência e adaptação.</p><p>As apresentações, por sua vez, foram experiências intensas. A ansiedade esteve presente em todas elas, refletida no nervosismo e na insegurança ao expor meu trabalho. Contudo, compreendi que esse desconforto é inerente ao crescimento profissional e que, ao enfrentá-lo, desenvolvo competências essenciais à minha prática docente. As trocas realizadas com as professoras mostraram-se fundamentais para ampliar minha visão, revisar criticamente meu projeto e realizar ajustes pertinentes. Além disso, acompanhar as apresentações dos colegas foi igualmente enriquecedor, pois cada exposição trouxe novos modos de pensar e diferentes perspectivas, o que me ajudou a sair da minha “bolha” de raciocínio e ampliar horizontes.</p><p>Embora a insegurança tenha acompanhado grande parte do percurso, aos poucos encontrei sustentação nas leituras e nos encontros formativos, que me proporcionaram maior clareza e confiança. A imersão nos textos disponibilizados na plataforma possibilitou o contato com autores que acrescentaram de maneira significativa ao meu processo de aprendizagem. A partir dessas leituras, elaborei fichamentos que sintetizam os principais aprendizados e reflexões construídos ao longo da disciplina.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-05 16:39:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rjraquel84/diariodebordo/wish/3618768256</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Pinóquio às avessas</title>
         <author>rjraquel84</author>
         <link>https://padlet.com/rjraquel84/diariodebordo/wish/3618777286</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p> ALVES, Rubem. Pinóquio às avessas: uma estória sobre crianças e escolas para pais e professores. Campinas, SP: Verus Editora, 2005, p.23-46</p><p>&nbsp;</p><p>“Na&nbsp; escola&nbsp; não&nbsp; vão&nbsp; lhe&nbsp; dar&nbsp; notas&nbsp; por&nbsp; essas&nbsp; coisas&nbsp; que&nbsp; você&nbsp; sabe.&nbsp; Para&nbsp; dar notas,&nbsp; os&nbsp; professores&nbsp; fazem&nbsp; o&nbsp; que&nbsp; se&nbsp; chama&nbsp; de&nbsp; provas,&nbsp; com&nbsp; uma&nbsp; série&nbsp; de&nbsp; perguntas sobre aquilo que eles ensinaram. Os alunos devem responder.” (ALVES, 2005, P.23)</p><p>&nbsp;</p><p>“Quer dizer que o que eu aprendi fora da escola não vale nada lá dentro?” (ALVES, 2005, P.23)</p><p>&nbsp;</p><p>“A escola não é para aprender aquilo que quer –disse a professora –A escola é para você aprender aquilo que deve aprender. O que você deve aprender é aquilo que disseram os homens inteligentes do governo. Tudo na ordem certa. Uma ciosa de cada vez. Todas as crianças ao mesmo tempo. Na mesma velocidade”. (ALVES, 2005, P.30)</p><p>&nbsp;</p><p>“Quando Felipe acordou, pensou: “Seria bom se, na escola, fosse como na corrida do&nbsp; Dodô.&nbsp; Cada&nbsp; um&nbsp; corre&nbsp; com&nbsp; uma&nbsp; velocidade&nbsp; diferente&nbsp; e,&nbsp; ao&nbsp; final,&nbsp; todos&nbsp; recebem prêmios. Na escola é diferente. Só levam prêmios os que chegam na frente. Mas onde é frente?” (ALVES, 2005, P.30)</p><p>&nbsp;</p><p>“De noite, Felipe pensou: “Aprendi duas coisas. Primeiro, que os professores não gostam quando a gente faz uma pergunta que eles não sabem responder. Segundo, que na&nbsp; escola&nbsp; os&nbsp; conhecimentos&nbsp; não&nbsp; valem&nbsp; por&nbsp; serem&nbsp; úteis.&nbsp; Valem&nbsp; porque&nbsp; vão&nbsp; cair&nbsp; na prova.”&nbsp; (ALVES, 2005, P.35,36)</p><p>&nbsp;</p><p>“No&nbsp; dia&nbsp; seguinte&nbsp; havia&nbsp; aula&nbsp; de&nbsp; desenho.&nbsp; A&nbsp; professora&nbsp; lhe&nbsp; deu&nbsp; um&nbsp; caderno&nbsp; para pintar.&nbsp; Tinha&nbsp; dois&nbsp; elefantes.&nbsp; Felipe&nbsp; pintou&nbsp; um&nbsp; cor-de-rosa&nbsp; e&nbsp; outro&nbsp; de&nbsp; verde.&nbsp; A professora&nbsp; chamou o&nbsp; menino e disse que elefantes não eram cor-de-rosa nem verdes. Ele deveria pintar os elefantes da cor que eles eram. Felipe obedeceu. Passou a pintar os elefantes e todas as outras coisas do jeito como eram. Mas ele se dizia: “Droga! Eu acho os elefantes cor-de-rosa e verdes mais bonitos.” (ALVES, 2005, P.36)</p><p>&nbsp;</p><p>“No&nbsp; dia&nbsp; seguinte,&nbsp; a&nbsp; primeira&nbsp; aula&nbsp; foi&nbsp; de&nbsp; história.&nbsp; A&nbsp; campainha&nbsp; havia&nbsp; soado, mas Felipe&nbsp; não&nbsp; mudara&nbsp; de&nbsp; canal.&nbsp; O&nbsp; professor&nbsp; falava&nbsp; sobre&nbsp; naufrágios,&nbsp; batalhas,&nbsp; frases célebres.&nbsp; Mas,&nbsp; a&nbsp; despeito&nbsp; do&nbsp; cuco,&nbsp; no&nbsp; coração&nbsp; dele&nbsp; havia&nbsp; ainda&nbsp; um&nbsp; ninho&nbsp; de passarinhos. Começou a olhar através da janela, distraído da aula, atraído pelo pássaro azul que estava no alto de uma árvore. E ficou feliz! Começou a sorrir. Ao olhar para o sorriso de Felipe, o professor percebeu que ele não estava prestando atenção.” (ALVES, 2005, P.37)</p><p>&nbsp;</p><p>“O professor&nbsp; mandou&nbsp; Felipe&nbsp; para&nbsp; a&nbsp; psicóloga,&nbsp; que&nbsp; diagnosticou “distúrbio de atenção”.&nbsp; Felipe&nbsp; não&nbsp; conseguia&nbsp; concentrar&nbsp; a&nbsp; atenção&nbsp; nos&nbsp; pensamentos&nbsp; que&nbsp; deveriam ser pensados, os pensamentos que o professor falava. Distúrbio de atenção é quando a atenção está no lugar onde o coração deseja, e não no lugar onde o professor manda. A psicóloga mandou chamar os pais de Felipe. Disse que ele precisava ser tratado, para aprender a prestar atenção no que o professor dizia.” (ALVES, 2005, P.38)</p><p>&nbsp;</p><p>“Formatura. Entram diferentes e saem iguais: profissionais. É assim que um pirralho entra no mercado de trabalho.” (ALVES, 2005, P.42)</p><p>&nbsp;</p><p>“Mas&nbsp;&nbsp; a&nbsp;&nbsp; respeito&nbsp;&nbsp; do&nbsp;&nbsp; sucesso&nbsp;&nbsp; profissional,&nbsp;&nbsp; não&nbsp;&nbsp; se&nbsp;&nbsp; sentia&nbsp;&nbsp; feliz.&nbsp;&nbsp; Procurou&nbsp;&nbsp; um psicanalista.&nbsp; A&nbsp; psicanálise&nbsp; se&nbsp; dedica&nbsp; à&nbsp; análise&nbsp; dos&nbsp; sonhos,&nbsp; pois&nbsp; é&nbsp; neles&nbsp; que&nbsp; mora&nbsp; a nossa&nbsp; verdade.&nbsp; E&nbsp; havia&nbsp; um&nbsp; sonho&nbsp; que&nbsp; Felipe&nbsp; tinha&nbsp; sempre,&nbsp; que&nbsp; lhe&nbsp; dava&nbsp; uma inexplicável&nbsp; tristeza:&nbsp; um&nbsp; pássaro&nbsp; azul&nbsp; comia&nbsp; um&nbsp; mamão&nbsp; maduro&nbsp; noalto&nbsp; de&nbsp; um mamoeiro. E o pássaro, em meio aos trinados de seu canto, lhe dizia: “Lembre-se do meu nome e você será feliz”. Mas Felipe não conseguia se lembrar do nome daquele pássaro.” (ALVES, 2005, P.45)</p><p>&nbsp;</p><p>“Passaram-se&nbsp; muitos&nbsp; anos.&nbsp; Felipe&nbsp; não&nbsp; era&nbsp; mais&nbsp; jovem.&nbsp; Seus&nbsp; cabelos&nbsp; estavam grisalhos.&nbsp; E,&nbsp; numa bela&nbsp; noite,&nbsp; teve&nbsp; um&nbsp; sonho&nbsp; diferente. Sonhou&nbsp; que&nbsp; a&nbsp; Fada&nbsp; Azul,&nbsp; da estrela&nbsp; onde&nbsp; morava,&nbsp; o&nbsp; viu,&nbsp; com&nbsp; suas&nbsp; asas&nbsp; de&nbsp; borboleta&nbsp; desceu&nbsp; até&nbsp; ele&nbsp; e&nbsp; com&nbsp; sua varinha mágica tocou-lhe a cabeça. Um arco-íris apareceu no céu e –pim-pam-pum! –num passe&nbsp; de&nbsp; mágica&nbsp; ele&nbsp; descobriu&nbsp; o&nbsp; nome&nbsp; do&nbsp; pássaro&nbsp; azul.&nbsp; E&nbsp; então&nbsp; voltou&nbsp; a&nbsp; ser&nbsp; o menino que um dia fora. Nesse momento, uma onda de felicidade encheu sua alma...” (ALVES, 2005, P.46)</p><p>&nbsp;</p><p>Comentário:</p><p>Ao realizar essa primeira leitura, percebi que a forma avaliativa mais recorrente ainda está centrada nos resultados das provas, em que a satisfação se restringe ao desempenho relacionado ao que foi ensinado em determinado período. Contudo, muitas vezes não se considera o conhecimento de mundo que o aluno já possui, o que acaba por excluir seu protagonismo e desvalorizar os saberes que ele traz consigo.</p><p>É comum observar que as crianças manifestam curiosidade sobre outros temas, mas frequentemente são advertidas de que “não é o momento adequado”. Essa postura, entretanto, ignora a riqueza da curiosidade infantil e perde a oportunidade de estabelecer um diálogo significativo. O ideal seria acolher tais indagações, compreendendo-as como parte do processo de aprendizagem, e não tratá-las como irrelevantes ou banais.</p><p>&nbsp;</p><p>Outro aspecto que merece atenção é o reconhecimento de que cada criança possui seu próprio tempo de aprendizagem e habilidades específicas. Por isso, a avaliação deve respeitar o potencial individual, considerando as características singulares de cada aluno. Nesse mesmo sentido, valorizar as realizações das crianças de forma não engessada, permitindo-lhes liberdade para expressar sua criatividade, é fundamental para que se sintam motivadas e confiantes.</p><p>Cabe ainda refletir sobre a prática, infelizmente comum, de atribuir ao estudante a culpa por não apresentar o desempenho esperado, chegando a relacionar sua dificuldade a uma suposta falta de atenção ou até mesmo a uma necessidade médica. Muitas vezes, o que a criança necessita é de propostas pedagógicas mais lúdicas, que despertem seu interesse e favoreçam a aprendizagem de maneira significativa.</p><p>Por fim, compreendi que a história de Felipe revela as consequências desse modelo limitador: ao ser constantemente podado pela escola e pressionado pela família a concluir os estudos, ele sufocou sua imaginação e deixou de lado sua essência criativa. Apenas ao reconectar-se com a criança imaginativa, alegre e inventiva que sempre existiu dentro de si é que encontrou a felicidade. Do mesmo modo, acredito que as crianças precisam ter assegurado um desenvolvimento livre, em que possam imaginar, inventar e criar, preservando sua espontaneidade e criatividade.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-05 16:48:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rjraquel84/diariodebordo/wish/3618777286</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Metodologias ativas no espaço maker para transformar o aprendizado</title>
         <author>rjraquel84</author>
         <link>https://padlet.com/rjraquel84/diariodebordo/wish/3618778560</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Disponível em :https://www.naveavela.com.br/metodologias-ativas-e-espaco-maker/ .Último acesso 27 set. 2025 <br> <br>“Diante dos novos desafios do século XXI, a educação buscou novos caminhos e ferramentas para se reinventar. Um desses caminhos é o modelo chamado metodologias ativas, em que o aluno deixa de ser passivo no processo de aprendizagem e se torna um agente ativo na construção do seu conhecimento.”( 2025| Nave à Vela - Inovação educacional na prática) <br> <br>“Dessa forma, podemos observar uma interseção entre o objetivo das metodologias ativas e do Espaço Maker: colocar o aluno em primeiro plano, para que assim seja o protagonista do próprio aprendizado.”( 2025| Nave à Vela - Inovação educacional na prática.) <br> <br>“Como vimos durante o artigo, um dos grandes desafios das escolas é saber como dar significado pedagógico e integrar novas metodologias e espaços. Com o Espaço Maker não é diferente. Ele reúne ferramentas pedagógicas e tecnologias que, junto com metodologias ativas, permitem os alunos a explorar diferentes conhecimentos e habilidades e, assim, aplicá-los de maneira prática no dia a dia.” (2025| Nave à Vela - Inovação educacional na prática.) <br> <br>“Ao implementar espaços makers em conjunto metodologias ativas, as escolas incentivam os alunos a assumirem o papel de protagonistas e assim transitam de maneira mais fluida entras as diferentes disciplina e áreas de conhecimento.” ( 2025| Nave à Vela - Inovação educacional na prática.) <br> <br>Comentário: <br>A cada dia que passa, torna-se mais evidente a desigual concorrência pela atenção do aluno. Na escola, o aprendizado muitas vezes se resume ao uso do caderno, com extensas cópias e atividades pouco atrativas. Em contrapartida, em casa, a criança tem acesso à tecnologia de forma independente, podendo explorar conteúdos de seu interesse e obter informações de maneira rápida e dinâmica. <br>Diante dessa realidade, compreendo que se faz necessária uma reinvenção da escola, incorporando o uso das tecnologias de forma pedagógica e significativa, aliada a metodologias ativas e eficientes. Dessa maneira, o estudante pode assumir o papel de autor de seu próprio processo de aprendizagem, participando de forma ativa, crítica e criativa. <br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-05 16:50:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rjraquel84/diariodebordo/wish/3618778560</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>rjraquel84</author>
         <link>https://padlet.com/rjraquel84/diariodebordo/wish/3618782201</link>
         <description><![CDATA[<p> Disponível em: https://padlet.com/paulacidlopes/4o-semin-rio-de-pr-ticas-educativas-biblioteca-d97p6mpqeblj38kj/wish/E1P8aX1PezqjQwA9. Último acesso em 27 set.2025. <br> <br>“Híbrido significa misturado, mesclado, blended. A educação sempre foi misturada, híbrida,  <br>sempre combinou vários espaços, tempos, atividades, metodologias, públicos. Esse processo  <br>agora, com a mobilidade e conectividade, é muito mais perceptível, amplo e profundo: é um  <br>ecossistema mais aberto e criativo. Podemos ensinar e aprender de inúmeras formas, em  <br>todos os momentos, em múltiplos espaços. Híbrido é um conceito rico, apropriado e  <br>complicado. Tudo pode ser misturado, combinado e podemos, com os mesmos ingredientes,  <br>preparar diversos “pratos” com sabores muito diferentes.” (MORAN,2015,p.27) <br> <br>“Na educação acontecem vários tipos de mistura, blended ou educação híbrida: de saberes e  <br>valores, quando integramos várias áreas de conhecimento (no modelo disciplinar ou não);  <br>blended de metodologias, com desafios, atividades, projetos, games, grupais e individuais,  <br>colaborativos e personalizados. Também falamos de tecnologias híbridas, que integram as  <br>atividades da sala de aula com as digitais, as presenciais com as virtuais. Híbrido também pode ser um currículo mais flexível, que planeje o que é básico e fundamental para todos e que permita, ao mesmo tempo, caminhos personalizados para atender às necessidades de cada  <br>aluno. Híbrido também é a articulação de processos mais formais de ensino e aprendizagem  <br>com os informais, de educação aberta e em rede. Híbrido implica em misturar e integrar áreas  <br>diferentes, profissionais diferentes e alunos diferentes, em espaços e tempos diferentes.” (MORAN, 2015 p.28,29) <br> <br>“O papel do professor é mais o de curador e de orientador. Curador, que escolhe o que é  <br>relevante entre tanta informação disponível e ajuda a que os alunos encontrem sentido no  <br>mosaico de materiais e atividades disponíveis. Curador, no sentido também de cuidador: ele  <br>cuida de cada um, dá apoio, acolhe, estimula, valoriza, orienta e inspira. Orienta a classe, os  <br>grupos e a cada aluno. Ele tem que ser competente intelectualmente, afetivamente e  <br>gerencialmente (gestor de aprendizagens múltiplas e complexas). Isso exige profissionais  <br>melhor preparados, remunerados, valorizados. Infelizmente no é o que acontece na maioria  <br>das instituições educacionais.” (MORAN, 2015 p.42) <br> <br>“[...]Por isso é importante que cada instituição escolar defina um plano  <br>estratégico de como fará estas mudanças. Pode ser de forma mais pontual inicialmente,  <br>apoiando professores, gestores e alunos – alunos também e alguns pais – que estão mais  <br>motivados e tem experiências em integrar o presencial e o virtual. Podemos aprender com os  <br>que estão mais avançados e compartilhar esses projetos, atividades, soluções. Depois  <br>precisamos pensar mais estruturalmente para mudanças. Capacitar coordenadores,  <br>professores e alunos para trabalhar mais com metodologias ativas, com currículos mais  <br>flexíveis, com inversão de processos (primeiro atividades online e depois, atividades em sala  <br>de aula). Podemos realizar mudanças incrementais, aos poucos e, quando possível, mudanças  <br>mais profundas, disruptivas, que quebrem os modelos estabelecidos.” (MORAN, 2015 p.42,43) <br> <br>Comentário: O termo híbrido pode ser associado a diferentes possibilidades de ensino, justamente por sua flexibilidade e pela capacidade de integrar metodologias variadas. Essa proposta envolve o uso de múltiplos recursos, como as tecnologias digitais, de forma interdisciplinar e alinhada às peculiaridades de cada aluno. Nesse processo, o professor assume o papel de mediador, articulando as práticas pedagógicas e favorecendo a construção de aprendizagens significativas. Além disso, a participação da comunidade escolar torna-se essencial, na medida em que contribui para garantir um ensino mais inclusivo, contextualizado e de qualidade. <br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-05 16:54:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rjraquel84/diariodebordo/wish/3618782201</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>rjraquel84</author>
         <link>https://padlet.com/rjraquel84/diariodebordo/wish/3618783786</link>
         <description><![CDATA[<p>Disponível em https://padlet.com/paulacidlopes/4o-semin-rio-de-pr-ticas-educativas-biblioteca-d97p6mpqeblj38kj/wish/goElQygLDkBmW3yY. Último acesso em 27set.2025. <br> <br>“A prática pedagógica por meio do desenvolvimento de projetos é uma forma de conceber educação que envolve o aluno, o professor, os recursos disponíveis, inclusive as novas tecnologias, e todas as interações que se estabelecem nesse ambiente, denominado ambiente de aprendizagem. Este ambiente é criado para promover a interação entre todos os seus elementos, propiciar o desenvolvimento da autonomia do aluno e a construção de conhecimentos de distintas áreas do saber, por meio da busca de informações significativas para a compreensão, representação e resolução de uma situação-problema. Fundamenta-se nas ideias piagetianas sobre desenvolvimento e aprendizagem, interrelacionadas com outros pensadores dentre os quais destacamos Dewey, Freire e Vygotsky.”( ALMEIDA,1999 ,p.1) <br> <br>“A aprendizagem por projetos ocorre por meio da interação e articulação entre conhecimentos de distintas áreas, conexões estas que se estabelecem a partir dos conhecimentos cotidianos dos alunos, cujas expectativas, desejos e interesses são 2 mobilizados na construção de conhecimentos científicos. Os conhecimentos cotidianos emergem como um todo unitário da própria situação em estudo, portanto sem fragmentação disciplinar, e são direcionados por uma motivação intrínseca. Cabe ao professor provocar a tomada de consciência sobre os conceitos implícitos nos projetos e sua respectiva formalização, mas é preciso empregar o bom-senso para fazer as intervenções no momento apropriado.” ( ALMEIDA,1999 ,p.1) <br> <br>“O professor que trabalha com projetos de aprendizagem respeita os diferentes estilos e ritmos de trabalho dos alunos desde a etapa de planejamento, escolha do tema e respectiva problemática a ser investigada. Não é o professor quem planeja para os alunos executarem, ambos são parceiros e sujeitos de aprendizagem, cada um atuando segundo o seu papel e nível de desenvolvimento.” ( ALMEIDA,1999 p.2) <br> <br>Comentário: <br>O ensino por meio de projetos possibilita um aprendizado mais dinâmico, ao integrar diferentes áreas do conhecimento e valorizar os saberes que os alunos já possuem. Essa abordagem fomenta a participação ativa dos estudantes, de maneira contextualizada e problematizadora, permitindo que construam significados a partir de suas próprias experiências. Além disso, ao respeitar o ritmo individual de cada um, o trabalho com projetos contribui para uma aprendizagem mais inclusiva, reflexiva e significativa. <br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-05 16:56:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rjraquel84/diariodebordo/wish/3618783786</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>rjraquel84</author>
         <link>https://padlet.com/rjraquel84/diariodebordo/wish/3618785666</link>
         <description><![CDATA[<p>Disponível em : <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://graduacao.cederj.edu.br/pluginfile.php/196136/mod_label/intro/dewey.pdf">https://graduacao.cederj.edu.br/pluginfile.php/196136/mod_label/intro/dewey.pdf</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://graduacao.cederj.edu.br/pluginfile.php/196136/mod_label/intro/dewey.pdf%20.%C3%9Altimo"> .Último</a> acesso 27 set.2025.</p><p>&nbsp;</p><p>“Um de seus principais objetivos é educar a criança como um todo. O que importa é o crescimento – físico, emocional e intelectual.”(Grandes pensadores,p.25)</p><p>&nbsp;</p><p>“O princípio é que os alunos aprendem melhor realizando tarefas associadas aos conteúdos ensinados. Atividades manuais e criativas ganharam destaque no currículo e as crianças passaram a ser estimuladas a experimentar e pensar por si mesmas. Nesse contexto, a democracia ganha peso, por ser a ordem política que permite o maior desenvolvimento dos indivíduos, no papel de decidir em conjunto o destino do grupo a que pertencem. Dewey defendia a democracia não só no campo institucional mas também no interior das escolas.”(Grandes pensadores,p.25)</p><p>&nbsp;</p><p>“[...]Em outras palavras, o objetivo da escola deveria ser ensinar a criança a viver no mundo.” (Grandes pensadores,p.26)</p><p>&nbsp;</p><p>“Para Dewey, o professor deve apresentar os conteúdos escolares na forma de questões ou problemas e jamais dar de antemão respostas ou soluções prontas.” (Grandes pensadores,p.26)</p><p>&nbsp;</p><p>Comentário:</p><p>O texto dialoga com as concepções de John Dewey, ao valorizar o desenvolvimento integral da criança e incentivar um ensino pautado na prática. Nessa perspectiva, o aprendizado é construído por meio de experiências significativas, em que os estudantes são constantemente desafiados a solucionar situações-problema. Esse processo não apenas amplia seus conhecimentos, mas também fortalece sua autonomia e capacidade crítica diante das diferentes realidades que vivenciam.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-05 16:58:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rjraquel84/diariodebordo/wish/3618785666</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>rjraquel84</author>
         <link>https://padlet.com/rjraquel84/diariodebordo/wish/3618786194</link>
         <description><![CDATA[<p>Ao realizar leituras complementares e assistir aos vídeos disponibilizados na plataforma, formulei algumas indagações pessoais acerca da relevância desses conteúdos para minha prática profissional, chegando também a determinadas conclusões.  Questionei-me sobre como trabalhar o ensino de Matemática de uma maneira mais atrativa, evitando que a turma se torne enfadonha , buscando estimular o raciocínio dos alunos e não desmotivá-los com atividades difíceis.  <br>Nesse movimento reflexivo, cheguei a conclusão de que é necessário um ensino pautado nas características e na realidade concreta dos estudantes. Dessa forma, busquei construir o projeto de forma articulada ao contexto da turma, valorizando suas especificidades. <br>Um dos autores  fundamentais nesse percurso destacado nas leituras disponíveis na plataforma é Lev Vygotsky, cujas pesquisas destacam a centralidade do contexto social e cultural no desenvolvimento infantil, ressaltando que as experiências vividas pelas crianças constituem elementos essenciais em seu processo de aprendizagem. <br>Também aprendi, a partir do vídeo Caminhando com Tim Tim, disponível no Padlet, a importância de promover situações de interação entre as crianças no processo de ensino e aprendizagem. Essas interações favorecem trocas significativas, nas quais um aprende com o outro e ambos adquirem experiências reais. Além disso, o vídeo evidencia o valor do processo exploratório do ambiente que circunda o estudante, apresentando-o como uma oportunidade para analisar a matemática em situações cotidianas de forma autônoma, com o professor exercendo o papel de mediador. <br>A figura docente, nesse sentido, assume posição central, uma vez que atua como mediador da aprendizagem, possibilitando ao estudante desenvolver um pensamento reflexivo e atribuir significado aos conteúdos trabalhados a partir de sua própria realidade. <br> <br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-05 16:58:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rjraquel84/diariodebordo/wish/3618786194</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>rjraquel84</author>
         <link>https://padlet.com/rjraquel84/diariodebordo/wish/3618787173</link>
         <description><![CDATA[<p>Projeto : Matemática contextualizada</p><p>Público alvo : Ensino Fundamental l - 4° ano</p><p><em>&nbsp; Justificativa</em></p><p>&nbsp;&nbsp;Pensando nas dificuldades encontradas em sala de aula em relação ao ensino de matemática, faz-se necessário um projeto que, inicialmente, desperte o gosto pela disciplina, removendo o medo que muitas crianças demonstram e promovendo &nbsp;um ensino dinâmico . &nbsp;&nbsp;&nbsp;Nesse sentido, &nbsp;busquei informações na sala de aula da disciplina e, ao observar o vídeo sobre as práticas pedagógicas inovadoras&nbsp; que envolvem o uso das ferramentas digitais, compreendi essa estratégia como um recurso positivo, capaz de se constituir &nbsp;um fator diferencial.</p><p>&nbsp; Ainda em busca de estratégias, &nbsp;realizei a leitura sobre as metodologias ativas no site Nave à Vela, identificando nela &nbsp;uma oportunidade de transformar o processo de ensino e aprendizagem. &nbsp;&nbsp;Essas metodologias possibilitam &nbsp;traçar&nbsp; ideias para um &nbsp;projeto que considere as potencialidades das crianças, promovendo &nbsp;a interação entre seus pares e toda a comunidade escolar. Dessa forma, torna-se viável a realização de um trabalho que favoreça trocas e interações, desperte o protagonismo do indivíduo, incentive a &nbsp;autonomia e, por fim, &nbsp;proporcione &nbsp;um aprendizado significativo .</p><p>&nbsp;As contribuições de Lev Vygotsk &nbsp;serão &nbsp;de grande importância no desenvolvimento do projeto , uma vez que suas pesquisas evidenciam a relevância da interação para a aprendizagem , assim como a centralidade da linguagem para o pensamento, aspectos fundamentais também &nbsp;no ensino de matemática.</p><p>Por fim, levando em consideração a leitura no Padlet - &nbsp;Projeto: uma nova cultura de aprendizagem - , que aborda o assunto sobre&nbsp; projeto como prática pedagógica, ressalto a&nbsp; importância de sua elaboração como algo dinâmico e contextualizado , em que as crianças participem com &nbsp;prazer, &nbsp;exercitando sua criatividade e criticidade.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-05 16:59:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rjraquel84/diariodebordo/wish/3618787173</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>rjraquel84</author>
         <link>https://padlet.com/rjraquel84/diariodebordo/wish/3618787775</link>
         <description><![CDATA[<p>Tema e problemática <br>O tema escolhido é Matemática Contextualizada, o qual suscita a seguinte questão: como a matemática é utilizada no cotidiano? <br>A escolha desse tema está relacionada à necessidade de um ensino matemático que dialogue com a realidade do aluno. A proposta surgiu a partir da observação das dificuldades apresentadas pelas crianças às quais leciono em relacionar os conteúdos matemáticos com situações do dia a dia. Um exemplo recorrente ocorre quando vão à cantina: muitas vezes não conferem o troco ou entregam todo o dinheiro para adquirir um produto que custaria apenas parte do valor entregue. <br>Diante disso, torna-se essencial desenvolver práticas pedagógicas que promovam o ensino da matemática de forma contextualizada, possibilitando que os estudantes compreendam sua aplicabilidade prática. Assim, o aprendizado passa a ter significado, refletindo diretamente na vida cotidiana dos alunos. <br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-05 17:00:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rjraquel84/diariodebordo/wish/3618787775</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>rjraquel84</author>
         <link>https://padlet.com/rjraquel84/diariodebordo/wish/3618788284</link>
         <description><![CDATA[<p>Áreas de conhecimento <br>O projeto será desenvolvido de forma articulada com as disciplinas de Matemática, Língua Portuguesa, Ciências, História, Geografia e Artes, fundamentando-se na perspectiva de Viviane Mosé, que defende um ensino voltado ao desenvolvimento do raciocínio e do pensamento com criatividade e liberdade. <br>Considerando que o ensino da Matemática de maneira contextualizada parte de situações-problema, a contribuição da Língua Portuguesa torna-se fundamental para a compreensão e a resolução dessas atividades. Observa-se que muitas crianças conseguem realizar a leitura dos enunciados,  mas apresentam dificuldades em interpretá-los adequadamente, o que compromete a resolução das questões. <br>Nesse sentido, a Língua Portuguesa terá papel essencial no desenvolvimento das habilidades de leitura, interpretação e escrita. A escrita, em especial, permitirá que os alunos elaborem suas próprias situações-problema a partir de sua realidade, de forma contextualizada.  <br>Na disciplina de Artes, serão desenvolvidas a expressividade artística por meio de encenação  e a apreciação musical.  <br>No âmbito do projeto, a Matemática será responsável pela realização dos cálculos propriamente ditos, exigindo dos alunos a seleção adequada das estratégias a serem utilizadas para a resolução dos problemas propostos , promovendo trocas entre colegas, com a professora atuando como mediadora nesse processo de construção coletiva. As crianças irão fazer uso  de dinheiro fictício, de cartão de crédito impresso e moedas, simulando com eles situações de compra e venda. Irão ainda, criar sua cédula, farão uso de encartes de mercado, comprarão na cantina da escola e analisarão contas de casa. <br>Em Ciências, será estudado como é produzido o papel-moeda; em História, será abordada a origem do dinheiro e sua evolução; e, em Geografia, será analisado quais são as moedas utilizadas em diferentes partes do mundo, realizando comparações entre elas. <br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-05 17:01:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rjraquel84/diariodebordo/wish/3618788284</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>rjraquel84</author>
         <link>https://padlet.com/rjraquel84/diariodebordo/wish/3618788793</link>
         <description><![CDATA[<p>Procedimentos didáticos  <br>Para a concretização do projeto, serão utilizados diferentes procedimentos didáticos. <br>Inicialmente, será exibido, por meio do projetor, o vídeo - Como o dinheiro é fabricado no Brasil, com o objetivo de destacar a matéria-prima utilizada, promovendo, assim, a interdisciplinaridade com a disciplina de Ciências. Após a exibição, será realizada uma roda de conversa para que os alunos compartilhem suas compreensões sobre o conteúdo. Em seguida, cada estudante produzirá ilustrações relacionadas ao processo de criação do dinheiro. <br>O uso do laboratório de informática será fundamental nesta etapa, pois possibilitará às crianças realizar pesquisas sobre a história e a evolução do dinheiro. A partir dessas informações, será construída, em papel pardo, uma linha do tempo que representará os principais marcos dessa trajetória, estabelecendo  diálogo com a disciplina de História. <br>Outra atividade contemplará o estudo de diferentes bandeiras nacionais, nas quais os alunos deverão identificar as moedas correspondentes a cada país. Essa proposta está vinculada à disciplina de Geografia, permitindo comparações entre as diferentes moedas utilizadas mundialmente, como o Real, o Dólar, o Euro, a Libra e o Iene. <br>Na disciplina de Matemática, os alunos irão elaborar desafios em forma de situações-problema, baseados em situações do cotidiano, a serem resolvidos pelos colegas em sala. <br>Desse modo, o projeto dialoga com as concepções de John Dewey, ao valorizar o pensamento crítico das crianças e incentivá-las a questionar a realidade. Nessa mesma perspectiva, o vídeo Pensar, do Canal Futura, disponível no Padlet, suscita reflexões sobre a importância de estimular o pensamento crítico. Assim, enquanto professora, considero essencial incentivar os estudantes a pensar de maneira autônoma e reflexiva, uma vez que esse exercício é fundamental para a aprendizagem em Matemática. <br>Será impresso, em papel mais grosso, um cartão de crédito para ser utilizado nas atividades de compra. Assim, além do uso do dinheiro fictício, as crianças poderão vivenciar também o uso do cartão. Antes, porém, será realizada uma conversa sobre o consumo exagerado, estimulando o raciocínio acerca dos gastos com itens de desejo que podem gerar dívidas desnecessárias, e destacando a importância de observar e controlar os gastos com itens essenciais de maneira responsável. <br>Para dar continuidade à reflexão, a turma ouvirá a música “A Canção do Dinheiro” (Palavra Cantada). Em seguida, os alunos conversarão sobre o que compreenderam da letra em relação ao consumo consciente. <br>Depois, os alunos irão encenar a leitura do livro O Menino e o Dinheiro, de Ruth Rocha, transmitindo a mensagem sobre a importância da educação financeira. <br>Tanto a escuta da música quanto a encenação da história estarão relacionadas à disciplina de Artes, proporcionando momentos de apreciação musical e expressividade teatral. <br>Em outro momento, será solicitado que as crianças criem seu próprio dinheiro, atribuindo-lhe características como cor, valor e símbolo. Ao final, cada aluno apresentará sua cédula e a fixará no mural para exposição. <br>Nessa etapa, será necessário o uso de encartes para realizar comparações de valores. Após as comparações, os alunos irão criar uma lista de compras, calculando o valor total que seria gasto. <br>Também será proposta a análise de contas de luz e de água, com orientação do professor, a fim de estimular o consumo consciente, identificando formas de economizar recursos no dia a dia. <br>Por fim, a turma será dividida em grupos, e cada grupo receberá uma quantia significativa de moedas para somar o valor total e dividir igualmente entre os integrantes. O grupo que concluir corretamente as tarefas utilizará o dinheiro para comprar doces na cantina, observando o valor gasto e o troco. <br>Como culminância, os estudantes irão organizar a simulação de um mercadinho, trazendo embalagens de casa. A atividade será realizada em grupos, de modo que cada um assuma papéis específicos, como caixa, cliente e gerente de banco. Além disso, a turma produzirá encartes e cartazes promocionais. Durante a simulação, serão utilizadas cédulas fictícias para as compras, possibilitando atividades práticas envolvendo troco, comparação de valores, elaboração de cálculos e reflexão sobre estratégias de consumo consciente. Será possível convidar funcionários e outros alunos para realizarem compras no mercadinho. <br> <br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-05 17:01:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rjraquel84/diariodebordo/wish/3618788793</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>rjraquel84</author>
         <link>https://padlet.com/rjraquel84/diariodebordo/wish/3618789580</link>
         <description><![CDATA[<p>Diário do curioso- Como o dinheiro é fabricado no Brasil .Disponível em :<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/sni7PIpkOd8?si=AM_9RwleqfPUepwJ">https://youtu.be/sni7PIpkOd8?si=AM_9RwleqfPUepwJ</a> Acesso em 21 set. 2025.</p><p>&nbsp;</p><p>ALVES, Rubem. Pinóquio às avessas: uma estória sobre crianças e escolas para pais e professores. Campinas, SP: Verus Editora, 2005, p.23-46</p><p>&nbsp;</p><p>Metodologias ativas no espaço maker: 4 estratégias para transformar o aprendizado. Disponível em :<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.naveavela.com.br/metodologias-ativas-e-espaco-maker/">https://www.naveavela.com.br/metodologias-ativas-e-espaco-maker/</a> .Último acesso 27 set. 2025</p><p>&nbsp;</p><p>Educação híbrida: um conceito chave para a educação, hoje por José Moran. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://padlet.com/paulacidlopes/4o-semin-rio-de-pr-ticas-educativas-biblioteca-d97p6mpqeblj38kj/wish/E1P8aX1PezqjQwA9">https://padlet.com/paulacidlopes/4o-semin-rio-de-pr-ticas-educativas-biblioteca-d97p6mpqeblj38kj/wish/E1P8aX1PezqjQwA9</a>. Último acesso em 27 set.2025</p><p>&nbsp;</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.educadores.diaadia.pr.gov.br/arquivos/File/2010/artigos_teses/EDUCACAO/CULTURADEAPRENDIZAGEM.PDF">Projeto: uma nova cultura de aprendizagem"</a> <strong>por </strong>Beth Almeida. Disponível em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://padlet.com/paulacidlopes/4o-semin-rio-de-pr-ticas-educativas-biblioteca-d97p6mpqeblj38kj/wish/goElQygLDkBmW3yY">https://padlet.com/paulacidlopes/4o-semin-rio-de-pr-ticas-educativas-biblioteca-d97p6mpqeblj38kj/wish/goElQygLDkBmW3yY</a>. Último acesso em 27set.2025.</p><p>&nbsp;</p><p>O pensador que levou a pratica para a escola- John Dewey-Grandes pensadores, Escola. Disponível em : <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://graduacao.cederj.edu.br/pluginfile.php/196136/mod_label/intro/dewey.pdf">https://graduacao.cederj.edu.br/pluginfile.php/196136/mod_label/intro/dewey.pdf</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://graduacao.cederj.edu.br/pluginfile.php/196136/mod_label/intro/dewey.pdf%20.%C3%9Altimo%20acesso%2027%20set.2025"> .Último acesso 27 set.2025</a>.</p><p>&nbsp;</p><p>Caminhando com Tim Tim. Disponível em : <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://padlet.com/paulacidlopes/4o-semin-rio-de-pr-ticas-educativas-biblioteca-d97p6mpqeblj38kj/wish/E1P8aX1PemweQwA9">https://padlet.com/paulacidlopes/4o-semin-rio-de-pr-ticas-educativas-biblioteca-d97p6mpqeblj38kj/wish/E1P8aX1PemweQwA9</a>. Último acesso 27 set. 2025.</p><p>&nbsp;</p><p>Educação na Sociedade do Conhecimento.&nbsp; Disponível em : <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://padlet.com/paulacidlopes/4o-semin-rio-de-pr-ticas-educativas-biblioteca-d97p6mpqeblj38kj/wish/x5m7aorJoN6VWkAV">https://padlet.com/paulacidlopes/4o-semin-rio-de-pr-ticas-educativas-biblioteca-d97p6mpqeblj38kj/wish/x5m7aorJoN6VWkAV</a> . Último acesso 27 set.2025.</p><p>&nbsp;</p><p>Canal Futura : Pensamentos . Disponível em : <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://padlet.com/paulacidlopes/4o-semin-rio-de-pr-ticas-educativas-biblioteca-d97p6mpqeblj38kj/wish/PR3NWxgLdk1NZb0O">https://padlet.com/paulacidlopes/4o-semin-rio-de-pr-ticas-educativas-biblioteca-d97p6mpqeblj38kj/wish/PR3NWxgLdk1NZb0O</a>. Último acesso 27 set.2025.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-05 17:02:52 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rjraquel84/diariodebordo/wish/3618789580</guid>
      </item>
      <item>
         <title>UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
CENTRO DE EDUCAÇÃO E HUMANIDADES
FACULDADE DE EDUCAÇÃO
CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA
MODALIDADE EAD

</title>
         <author>rjraquel84</author>
         <link>https://padlet.com/rjraquel84/diariodebordo/wish/3618792533</link>
         <description><![CDATA[<p>4º Seminário de Práticas Educativas</p><p>Professora-coordenadora: Paula Cid</p><p>Professoras-tutoras: Elaine Sena, Lorena Azevedo, Malu Cavalcante, Maria Morais</p><p><br/></p><p><strong>Aluno(a): Raquel Quirino Martins Cachoeira&nbsp;</strong></p><p><strong>Matrícula: 20212080280&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </strong></p><p><strong>Polo: Angra dos Reis</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-05 17:06:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rjraquel84/diariodebordo/wish/3618792533</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>rjraquel84</author>
         <link>https://padlet.com/rjraquel84/diariodebordo/wish/3618797079</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/2000621608/fd594f7d59fd3ec9582cd1378b78979b/DOC_20251005_WA0004.pdf" />
         <pubDate>2025-10-05 17:11:34 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rjraquel84/diariodebordo/wish/3618797079</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>rjraquel84</author>
         <link>https://padlet.com/rjraquel84/diariodebordo/wish/3618807839</link>
         <description><![CDATA[<p>https://padlet.com/rjraquel84/di-rio-de-bordo-jgbmp5j7k4cisx2y</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-05 17:24:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/rjraquel84/diariodebordo/wish/3618807839</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
