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      <title>Portfólio de aprendizado by Sofia Kioko</title>
      <link>https://padlet.com/sofiakioko/jfouv2hgc6iovx5y</link>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-03-05 21:15:44 UTC</pubDate>
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         <title>A crítica em tempos de pós-verdade - trilha 1</title>
         <author>sofiakioko</author>
         <link>https://padlet.com/sofiakioko/jfouv2hgc6iovx5y/wish/2080105377</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>Christian Dunker</mark><br>- A Pós verdade surge como uma reação negativa ao pós modernismo <br>- Uma rejeição ao mundo pós moderno, onde não há uma preparação cognitiva para lidar com as incertezas desse mundo<br>- Pós verdade - aberto a reacionários <br><br><mark>Pós verdade<br></mark>- construída a partir de fragmentos da verdade - aparência de racionalidade <br>- a falsidade é o conjunto da obra quando fragmentada é moldada em fragmentos reais e verdadeiros <br>- defendidos como verdadeiros, mas ao juntar possui algum elemento que não faz parte da verdade factual: difícil de identificar<br>- "suposta verdade"<br>- o mundo pós moderno traz a erosão da <strong>vida privada x vida publica </strong>o que proporciona uma emergência das mídias socias <br>- a vida privada está exposta trazendo com si alguns incômodos - descobrimos a verdade <br>- cancelamentos, disputa por poder, discurso moralista<br><strong>- os fins justificam os meios:</strong> aceita como verdade por conveniência, se não é excluída e não considerada verdade - onde não há interesse do certo grupo detentor de poder<br>- Um ambiente de pessoas que possuem a mesma opinião gera conforto - mesmo sabendo que aquilo é falso, mas isso gera vulnerabilidade e fragilidade psicológica<br>-&nbsp; pós verdade aderida: ambiente estável e tranquilo - <strong>rede mutua de apoio<br></strong>- luta por manter essa crença, caso ela se quebre volta o sentimento de vazio e vulnerabilidade: se apegaram a pós verdade<br><mark><br>Pós modernismo </mark><br>A ordem em torno das coisas não é suficiente para explicar a ordem natural das coisas sendo uma ordem cultural construída<br><br><strong>Ordem cultural construída</strong>: criou-se relações hierárquicas em relação a cultura posteriormente a raça (ordem natural das coisas)<br><br>O mundo começa a ter conhecimento de outras culturas e passa a ter a noção de mundo mais <strong>fragmentada, diversificada e diferenciada <br><br></strong>Há um modo de ser que é colocado como natural e aceitável, a medida que aceitamos essa sociedade fragmentada, diversificada e diferenciada a existência do <strong>dissenso</strong> se torna mais comum <br> <br>Ganhamos em relação a desmascararão das relações de poder que eram ocultas e subjugadas, porém ao mesmo tempo o mundo se torna cada vez <strong>mais complexo, instável e em constante mudança<br><br></strong>O ser humano busca estabilidade para isso há de ter um preparo cognitivo maior - <strong>desigualdade, aprendizado mecânico, dificuldade em lidar com a realidade pós moderna<br><br></strong>O que cria um mundo aberto aos <strong>reacionários</strong> incomodados com o mundo pós moderno <strong><br><br>Ser critico se tornou senso comum </strong>á ser negativo a algo, apontar defeitos, mas na verdade a critica é uma <strong>ferramenta em busca da verdade</strong><br><br><br></div><blockquote>"A verdade não está nem aqui nem ali. A verdade existe independente de nós e não importa quem de nós está com a razão."<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Christian Dunker</blockquote><div><br><br><br><mark>Anti-critica<br></mark>- O que não é critica: o objetivo da critica <strong>não é ser destrutiva</strong> e sim ser uma analise para <strong>transformação</strong><br><strong>- O objetivo da anticrítica é destruir</strong><br>- Oposição não dialética, não vê contradição<br>- É contra por <strong>dogma</strong><br>- Não há dialogo <br>- Vive em um presente infinito<br>- Esquece do passado<br>-Sem perspectiva para o futuro<br>- Não interessa o que aconteceu mas o que estou falando<br>- Vivendo apenas por viver: <strong>perda de sentido</strong><br><br>Passado e futuro dando sentido ao presente<br>- revelação <strong>(atheia)</strong>: evitar ser iludido - pensamento dialético - critica - revelação ( mito da caverna)<br>- senso da verdade <strong>(veritas)</strong>: verdade da fala - não tolera falsidade<br>- verdade da promessa<strong> (emunah)</strong>: promessa de alcançar uma vida justa, mundo ideal de dignidade e justiça - promessa de alcançar a verdade - não tolera mentira e traição<br><br>Começa a dar errado quando se coloca em duvida que todo modo de vida vigente tem sido uma <strong>forma de traição</strong><br><br>O mundo moderno é construído nessa promessa de liberdade, igualdade, fraternidade e democracia: quando percebemos que elas não se cumprem cresce o <strong>senso de traição</strong> - quebra da confiança, indifença refratário - passado e futuro não interessa&nbsp;<br><br>O objetivo agora é criar uma utopia que religue a atheia, veritas e emunah: questionar-se antes de tudo, inteligência emocional e dar sentido ao que significa viver junto&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-06 17:22:07 UTC</pubDate>
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         <title>Metodologias de análise da mídia - trilha 2</title>
         <author>sofiakioko</author>
         <link>https://padlet.com/sofiakioko/jfouv2hgc6iovx5y/wish/2091815085</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>Analise do Discurso <br></mark>- Mapeamento das vozes<br>- Identificação dos sentidos<br><br>- interdiscursividade: associado ao estudos dos sentidos, exige compreende-lo como histórico e subordinado aos enquadramentos sociais e culturais<br>- intersubjetividade: o discurso não existe por si mesmo<br>- texto composto de exterioridade <br><br>- sentido: configuração ideológica, na analise do discurso o sentido representa tudo que poderia ser dito em um contexto especifico, por pessoas em particular, que são motivados ideologicamente a dizer uma coisa e não outra<br>- formação discursiva: aquilo que pode ser dito e aquilo que não deve ser dito<br><mark><br>Teoria construcionista </mark><br>- século XX<br>- contraposição ao positivismo, acreditavam que o jornalismo seria capaz de refletir a realidade como ela é, desde que tenham boas intenções e ferramentas adequadas para retrata-las fielmente <br>- toda representação é uma construção subjetiva da realidade<br>- jornalismo constrói sentidos sobre a realidade <br><mark><br>Estudo das Vozes</mark><br>- locutor: aquele que fala<br>- alocutário: para quem o texto se dirige <br>- delocutário: de quem se fala, referente, sujeito<br>- discurso polifônico, não necessariamente um texto com quatro fontes cria um discurso polifônico, se as fontes possuírem a mesma perspectiva e o jornalista se posiciona ao lado das fontes então pode-se classificar como monofônico <br><mark><br>Analise de Conteúdo <br></mark>-&nbsp; detectar tendencias e modelos em critérios de noticiabilidade, enquadramentos e agendamentos&nbsp;<br>- descrever e classificar produtos, gêneros e formatos jornalísticos&nbsp;<br>- avaliar características da produção de indivíduos, grupos e organizações&nbsp;<br>-comparar o conteúdo jornalístico de diferentes mídias em diferentes culturas<br>-nos ajuda a entender sobre quem produz e recebe a noticia&nbsp;<br>- estabelecer parâmetros culturais implícitos e a logica organizacional por trás das mensagens<br>-Paul Lazarsfeld e Harold Lasswell&nbsp;<br>- deve ser computados matematicamente<br>- avaliar um grande volume de informação&nbsp;<br>- acusada por ser superficial e dar abertura a distorções quantitativas<br>- necessidade de integração dos campos quantitativos e qualitativos pelos textos serem polissêmicos abertos a varias interpretações e não poderem ser entendidos sem um contexto<br>- se apoia na logica e observação<br>- unidades de registro podem ser divididas por: palavra, frase, tema, paragrafo e texto inteiro<br>- a analise pode ser feita pelo computador ou a lapis<br>- consome bastante tempo e exige dedicação<br>- sujeita a produzir interpretações errôneas e simplistas principalmente quando se apoia apenas na contagem de palavras pelo computador</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-12 18:33:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Valores Profissionais e Critérios de Qualidade - trilha 3</title>
         <author>sofiakioko</author>
         <link>https://padlet.com/sofiakioko/jfouv2hgc6iovx5y/wish/2130434021</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>Jornalismo X Interesse do publico</mark><br>- Visa discurso de legitimidade social - temas relevantes para a sociedade ou setores sociais<br>- Promove engajamento social<br>- Autolegitimação do jornalismo cria uma legitimidade moral - modo de convencer a importância do jornalismo na sociedade<br><br><mark>Jornalismo X Interesse publico</mark><br>- Jornalismo não pode ser confundido como negocio<br>- Opinião publica, esfera publica, bem comum<br>- Defende a democracia e liberdade de expressão<br>- Contra o estado e a favor do direito civil - contraditório porque o liberalismo é o estado<br><br><mark>Jornalismo Industrial</mark><br>- Interesses privados<br>- Esfera publica distanciada da esfera civil<br>- Proporciona mercado de informação<br><br><mark>Jornalismo Pós-industrial</mark><strong><br>- Criação de novos serviços e produtos jornalísticos&nbsp;<br>- Cria a necessidade de novos meios de jornal e&nbsp; produtos jornalísticos<br>- Mediação sobre o estado atual do mundo como forma de legitimizar o jornalismo</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-05 10:59:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A crítica em tempos de pós-verdade - trilha 1</title>
         <author>sofiakioko</author>
         <link>https://padlet.com/sofiakioko/jfouv2hgc6iovx5y/wish/2130451325</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.ip.usp.br/site/noticia/critica-e-ideologia-em-tempos-de-pos-verdade/" />
         <pubDate>2022-04-05 11:15:53 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Metodologias de análise da mídia - trilha 2</title>
         <author>sofiakioko</author>
         <link>https://padlet.com/sofiakioko/jfouv2hgc6iovx5y/wish/2130461957</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-04-05 11:26:02 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sofiakioko</author>
         <link>https://padlet.com/sofiakioko/jfouv2hgc6iovx5y/wish/2130471822</link>
         <description><![CDATA[<div>O desenvolvimento do portfolio de aprendizagem facilitou o entendimento e a fixação do conteúdo aprendido durante o semestre </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-05 11:35:17 UTC</pubDate>
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         <title>Construção da realidade e responsabilidades coletivas - trilha 4</title>
         <author>sofiakioko</author>
         <link>https://padlet.com/sofiakioko/jfouv2hgc6iovx5y/wish/2165897912</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>Teoria do Agenda Setting</mark> - respeito à capacidade dos meios de comunicação de agendar quais temas e acontecimentos fazem ou não parte do debate público. <br><br><mark>&nbsp;Noticiabilidade</mark> – fatores diversos que aumentam ou diminuem a capacidade de um fato se tornar notícia, ou seja, de ser publicado e, portanto, ganhar visibilidade na arena pública<br><br>Traquina (2005) critérios de noticiabilidade: morte, notoriedade, proximidade, relevância, novidade, tempo, a notabilidade, o inesperado, o conflito, a infração e o escândalo.<br><br></div><blockquote>"Devido ao papel dos valores-notícia, isto é, os critérios de noticiabilidade que orientam o processo de produção das notícias, gera-se um group think, a partilha de “hábitos mentais” que criam fenômenos bem documentados de jornalismo de matilha (pack journalism) e media frenzy (a cobertura massiva e frenética de um acontecimento). A existência de um modo de ver, modo de agir e modo de falar estabelece um elo de ligação bastante forte entre os membros da diáspora jornalística. "</blockquote><div><br><mark>Repetição noticiosa</mark><br>A repetição, dos esquemas noticiosos, é o que faz com que sejamos educados em uma certa forma de ver e interpretar os acontecimentos.<br><br>Segundo Lopes a construção da notícia,&nbsp; é um processo que “empodera algo como memória” e se torna a manifestação da “memória empoderada”. É assim que as “velhas histórias” se renovam, mas sobretudo se conservam, nas “novidades”.<br><br> A noticia &nbsp; se enraiza quanto mais é repetida, dia após dia, escândalo após escândalo.<br><br>A imprensa não é uma instituição isolada do restante da sociedade, e o que nela acontece não depende exclusivamente dela mesma. Por isso a imprensa se baseia na influência do público consumidor, a influência das necessidades econômicas das empresas de comunicação, dos interesses políticos estabelecidos pelo status quo, da intencionalidade das fontes de ganhar visibilidade. A imprensa depende de todos esses fatores para tomada de decisão do que será noticiado com maior e menor impacto.<br><br><strong>Infodemia </strong>se caracteriza pelo excesso de informação&nbsp; quanto pela escassez de conhecimento.<br><br><mark>Excesso de informação </mark><br>As informações são processadas em nosso cérebro como imagens. A cada nova informação que nos chega, uma nova imagem é formada, e nosso cérebro se vê obrigado a reorganizar nosso acervo imagético. Na sociedade contemporânea, isso tem acontecido com frequência crescente, desafiando a capacidade mental do ser humano.<br><br>- Sensação de estar perdido <br>- Bombardeamento de informações <br>- Resta apenas fragmentos de informações, tanto as novas informações como as antigas se misturam e viram um caos <br>- Compreensão superficiais e genéricas<br><strong><br>Identificamos aqui um paradoxo da notícia:</strong> apesar de se basear em imagens rememoradas, a narrativa jornalística também realiza um apagamento do passado.<br><br> Com a difusão acelerada de “novas” imagens pela mídia. acaba gerando uma incompreensão ou uma compreensão superficial das noticias. Ficamos a mercê de muita informação e pouca compreensão.<br><br>Atualmente vivemos do excesso de informação, com a experiência sendo cada vez mais escassa e sujeita pelo <strong>excesso de opinião</strong><br><br></div><blockquote><em>&nbsp;“O sujeito moderno é um sujeito informado que, além disso, opina. É alguém que tem uma opinião supostamente pessoal e supostamente crítica sobre tudo o que se passa, sobre tudo aquilo de que tem informação”</em></blockquote><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <em>&nbsp; &nbsp; Larrosa <br><br></em>Para Larrosa a falta de experiência no mundo existe devido aos políticos, os burocratas, os especialistas e os jornalistas.<br><br>- Jornalistas: o periodismo é o grande dispositivo moderno para a destruição generalizada da experiência<br><br>Essas autoridades tem em comum usar da ideologia em suas falas e é o que pesa no jornalismo, possuir pessoas que tenham "autoridade no assunto", seja ele um politico, burocrata, especialista. <br><br>- Possuem o papel de dar credibilidade para tal assunto. <br>- O mais importante é a forma do que o conteúdo, ou seja (burocrata, politico) do que o que é dito.<br><br>Frankfurt chama de conversa fiada, o que estaria no centro das comunicações hoje em dia em nivel midiatico. <br>- Não importa se é verdade ou mentira<br>- Semelhança com o disseminador de fake news<br>- esvaecimento dos sentidos - falta de compromisso com a transparencia favorece a perpetuação de ideologias<br><br><strong>Dialogo pode combater a infodemia </strong><br><br></div><blockquote>&nbsp;Sobre o discurso noticioso, podemos dizer este é o produto (sentido) obtido pelos aspectos incluídos no relato; dentre estes, pelos que são salientados (em títulos, lides, manchetes etc.); e também pelos aspectos excluídos da narrativa. Quando, no tratamento de determinado tema ou acontecimento, se repetem os mesmos padrões de inclusão, exclusão e saliência, temos um enquadramento. Assim, podemos encontrar em um texto “frames manifestadas pela presença ou ausência de certas palavras-chave, frases feitas e imagens estereotipadas, constituindo clusters de factos ou juízos que se reforçam mutuamente”&nbsp;</blockquote><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; - Gradim<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-01 17:27:09 UTC</pubDate>
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         <title>Presente e futuro do jornalismo: propósito de vida e de carreira - trilha 5</title>
         <author>sofiakioko</author>
         <link>https://padlet.com/sofiakioko/jfouv2hgc6iovx5y/wish/2196436857</link>
         <description><![CDATA[<blockquote>"Jornalismo, independentemente de qualquer definição acadêmica, é uma fascinante batalha pela conquista das mentes e corações de seus alvos: leitores, telespectadores ou ouvintes. Uma batalha geralmente sutil e que usa uma arma de aparência extremamente inofensiva: a palavra, acrescida, no caso da televisão, de imagens. Entrar no universo do jornalismo significa ver essa batalha por dentro, desvendar o mito da objetividade, saber quais são as fontes, discutir a liberdade de imprensa no Brasil."&nbsp;</blockquote><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; (ROSSI, 2005, p. 7)<br><br>- Jornalistas estão concentrados na região sudeste (56,50%)<br>- 38% apenas no estado de São Paulo, 5,2% Paraná, 4,5% Distrito Federal<br>- 63,7% dos jornalistas atuam na capital<br><br><mark>Atitudes sexistas no jornalismo</mark><br>- 86,4% das mulheres já passaram por pelo menos uma situação de discriminação de gênero e 70,2% já presenciaram ou tomaram conhecimento de uma colega sendo assediada no ambiente de trabalho<br>- Na Televisão o número de mulheres (49,9%) quase equivale ao de homens (50,1%). Nas redações e estúdios das rádios o número de profissionais do sexo masculino é 3 vezes maior.<br><br><mark>Mídias tradicionais</mark><br>-&nbsp; 51% exercem suas atividades em Jornal (24,2%) ou Televisão (25,2%). Rádio e Internet vêm na sequência com 20% e 16,6%, respectivamente. Por último estão as Revistas, que contam com 10% do total de jornalistas.<br>- 72,3% dos profissionais trabalham em mídias com periodicidade diária.<br>- Os veículos semanais somam 10,9% <br>- Circulação mensal contam com 6,6% <br>- Editoria geral conta com 45,6% profissionais <br>- Esportes é a editoria especializada com o maior número de jornalistas (8,3%)<br>- Outras editorias de destaque são Variedades, Economia, Política, Cidades, Social, Agropecuária e Automóveis. Elas abrangem 18,6% do total de comunicadores. <br><br>-Empregados registrados correspondem a 36,5%. <br>-Prestadores de serviço (PJ), freelancers ou autônomos somam 31,2%. <br>- Dos 266 jornalistas, 7,1% disseram estar desempregados na data da pesquisa.<br> <br>-Mais da metade (51,6%) dos jornalistas são pós-graduados<br>- 41,4% concluíram ao menos uma especialização<br>- 8,3% têm mestrado <br>- 1,9% são doutores<br><br>-Quase metade dos profissionais (45,1%) ganham até R$ 3.000,00<br>- 24,4% dos jornalistas têm uma remuneração superior a R$ 6.000,00. <br>- 79,2% afirmam não estarem satisfeitos com o salário que recebem<br>- 18% acham a remuneração satisfatória <br><br><mark>Estresse no dia a dia dos jornalistas</mark><br>- 56,8% destacaram a dependência de terceiros para executar o trabalho<br>- Os prazos apertados, o excesso de informação e a pressão por resultados vêm logo em seguida. <br>- 12,8% alegaram que não costumam se estressar enquanto exercem suas atividades.<br><br><mark>IKIGAI</mark><br>- maneira filosófica de descrever a busca de uma carreira ou projeto de vida<br>- encontrá-la é fundamental não importa quanto tempo leve<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-23 19:48:27 UTC</pubDate>
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         <title>Presente e futuro do jornalismo: propósito de vida e de carreira - trilha 5</title>
         <author>sofiakioko</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-05-31 02:54:29 UTC</pubDate>
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         <title>Presente e futuro do jornalismo: propósito de vida e de carreira - trilha 5</title>
         <author>sofiakioko</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-05-31 02:56:00 UTC</pubDate>
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         <title>Presente e futuro do jornalismo: propósito de vida e de carreira - trilha 5</title>
         <author>sofiakioko</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-05-31 02:56:35 UTC</pubDate>
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