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      <title>A imprescindibilidade da renovação by PEDRO OLIVEIRA RABELO</title>
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      <description>Trabalho de português e História do 3 ano B do Salesiano Dom Bosco.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-09-07 14:30:26 UTC</pubDate>
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         <title>Cartoon</title>
         <author>pedrorabelo</author>
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         <description><![CDATA[<div>O humor da obra consiste na disparidade entre o tema da aula ser a democracia, o “governo do povo”, onde as decisões são tomadas pela maioria e a atitude autoritária do professor, que impõe sua escolha aos alunos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-07 14:36:31 UTC</pubDate>
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         <title>Sinopse</title>
         <author>pedrorabelo</author>
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         <description><![CDATA[<div>No estado de Mississippi na cidade de Jackson, nos anos 60, se encontra skeeter, uma jovem moça branca, que acaba de retornar à cidade e está motivada à se tornar uma escritora. <br>Para o seu primeiro livro, ela faz algo diferente para a época: escutar pessoas negras. Dessa forma, Skeeter entrevista mulheres negras na cidade, que contam suas experiências sendo empregadas na casa de pessoas brancas e privilegiadas, experiências essas que são tanto hilárias, como trágicas e sendo uma prova da sociedade desigual da época.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-07 14:50:32 UTC</pubDate>
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         <title>Tirinha</title>
         <author>pedrorabelo</author>
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         <description><![CDATA[<div>A tirinha apresentada retrata a misoginia, a maneira como os homens, ao longo da história, tiveram práticas machistas e moldaram um comportamento ideal feminino. Hoje em dia, a permanência da misoginia é evidente em simples atitudes de ódio às mulheres, explícitas ou não. Seja por idealizar uma mulher ou por impor um modo de agir a elas, a misoginia reflete a ideia de superioridade masculina enraizada na cultura.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-07 17:38:24 UTC</pubDate>
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         <title>Artigo de opinião</title>
         <author>pedrorabelo</author>
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         <description><![CDATA[<div>   Tortura, execuções, ocultação de cadáveres, censura. Esses são exemplos de ações realizadas durante regimes ditatoriais. Ainda assim, são vistos com frequência indivíduos que fazem apologias a esses regimes, como os neonazistas, sob a ideia de que é “liberdade de expressão”. Mas essa liberdade de expressão acaba quando fere os direitos humanos.<br>    Reza a Constituição brasileira de 1988, em seu artigo 5, que “ninguém será submetido a tortura nem a tratamento desumano ou degradante.” Isso deixa ainda mais claro o quanto esses regimes vão contra a lei, mas, como são comandados pela elite, até as leis são modificadas para os favorecerem. O uso dessa “liberdade de expressão” ao fazer apologia a estes regimes muitas vezes mascara um discurso de ódio, o que por conseguinte só fortifica os ideais desses grupos extremistas. No Brasil, por exemplo, foi registrado um aumento de 28% nos índices de violência urbana, alinhados a um crescimento de 11% no PIB do país. No entanto, não há crescimento econômico que justifique as mais de 20 mil pessoas torturadas e outras milhares desaparecidas.<br>      Portanto, é inadmissível a apologia a qualquer tipo de regime que tenha como características a violência e a censura. É também inaceitável o uso do termo “liberdade de expressão” como justificativa para apoiar tais regimes, visto que os mesmos ferem os direitos humanos, e expressar essa opinião, neste caso, é considerado ilegal, como consta no Artigo 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-08 14:18:28 UTC</pubDate>
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         <title>Referências</title>
         <author>pedrorabelo</author>
         <link>https://padlet.com/pedrorabelo/jer37t0n8qz88i03/wish/727323357</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Artigo de opinião</strong><br>Delvalle, Willy. Os índices da violência urbana no período da ditadura militar: Ao contrário do que pregam alguns saudosistas da ditadura militar e seguidores de Bolsonaro, violência urbana explodiu no Brasil durante o regime de exceção. Pragmatismo Político, 2018. Disponível em: https://www.pragmatismopolitico.com.br/2018/11/indices-da-violencia-ditadura-militar.html#:~:text=E%20que%20por%20isso%2C%20durante,o%20Brasil%20era%20mais%20tranquilo.&amp;text=O%20Brasil%20era%20governado%20pelo,conforme%20o%20gráfico%20a%20seguir. Acesso em 2020.<br>BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF. Senado Federal: 1988. Artigo 19 e Artigo 5.<br><strong>Cartoon<br></strong>Aparecido, José. Disponível em: http://crazyseawolf.blogspot.com/2018/10/piadas-de-ditadura-militar.html. Acesso em 2020.<br><strong>Sinopse</strong><br>Taylor, Tate. Histórias Cruzadas. 2012.<br><strong>Noticia<br></strong>OLIVEIRA, Caroline. O que significa retirar estátuas de escravocratas do espaço público?. Brasil de Fato, São Paulo (SP), 15 de jun. de 2020. Disponível em: &lt;<a href="https://www.brasildefato.com.br/2020/06/15/o-que-significa-retirar-estatuas-de-escravocratas-do-espaco-publico">https://www.brasildefato.com.br/2020/06/15/o-que-significa-retirar-estatuas-de-escravocratas-do-espaco-publico</a>&gt;. Acesso em: 06 de set. de 2020</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-08 14:22:29 UTC</pubDate>
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         <title>Integrantes</title>
         <author>pedrorabelo</author>
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         <description><![CDATA[<div>Pedro Oliveira Rabelo, Bruno da Costa Sales, Cauã Vivas Martins da Cruz, Guilherme Santos Ferreira, Iale Lelis Barbosa, Alice Gama Queiroz dos Santos Fortes, Julia Santos de Andrade e Gabriela Santos Castro. todos do 3 ano B.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-08 14:51:25 UTC</pubDate>
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         <title>Noticia</title>
         <author>pedrorabelo</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>O que significa retirar estátuas de escravocratas do espaço público?<br></strong><br></div><div><strong> “A memória negra foi varrida e ninguém questionou”, afirma Suzane Jardim sobre a derrubada de monumentos<br></strong><br></div><div>Estátua de Jefferson Davis derrubada em Richmond, na Virgínia, nos EUA - Parker Michels-Boyce/AFP<br><br></div><div>A estátua do bandeirante Borba Gato, em Santo Amaro, na zona sul de São Paulo, agora vive cercada por grades e vigiada pela Guarda Civil Metropolitana. Mais uma vez, é o alvo de ações que defendem a derrubada de monumentos que <a href="https://www.brasildefato.com.br/2018/05/14/em-minas-gerais-persiste-a-pratica-perversa-de-seres-humanos-escravizados">exaltam personagens da escravização de povos afrodescendentes e indígenas</a>, como é o caso de Manuel de Borba Gato, que fez fortuna, na segunda metade do século 18, ao caçar indígenas pelo sertões do País para escravizar. Em setembro de 2016, a estátua amanheceu manchada de tinta, num repúdio a sua figura, assim como o Monumento às Bandeiras, na Praça Armando Salles de Oliveira, no Ibirapuera.<br><br></div><div>Em outro lugares do mundo, o movimento é o mesmo. Em Richmond, na Virgínia, nos Estados Unidos, uma estátua de Cristóvão Colombo, apontado na história como o primeiro conquistador europeu a chegar à América, foi derrubada, incendiada e jogada em um lago. Na mesma cidade, a estátua de Jefferson Davis, militar americano que defendia a manutenção da escravidão nos EUA, também foi derrubada. Da mesma maneira, em Bristol, na Inglaterra, uma estátua de ​Edward Colston, traficante de escravos e membro do Parlamento britânico no século 17, foi derrubada e jogada em um rio.<br><br></div><div>As ações são reflexo das manifestações iniciadas nos EUA que escancararam o <a href="https://www.brasildefato.com.br/2020/05/28/morte-de-homem-negro-asfixiado-por-policiais-nos-eua-gera-indignacao-internacional">racismo que levou George Floyd à morte sob o joelho de um policial</a>. Segundo Suzane Jardim, historiadora e educadora em questões étnico-raciais, trata-se de uma discussão levantada sobre descolonialidade que existe pelo menos desde a década de 1970. O processo de libertação de muitos países do continente africanos passou pela destruição de símbolos escravocratas e colonializantes, explica a historiadora.</div><div> </div><div><strong><em>¨O processo de construção de imagem não se desassocia de modo nenhum do processo político de construção do Brasil e o questionamento dos símbolos questiona também todo esse processo.¨</em></strong></div><div> </div><div>De acordo com Jardim, a formação de uma identidade nacional passa por escolhas de heróis, símbolos, hinos, histórias. No Brasil, não foi diferente. O conjunto das escolhas tentou representar a raça brasileira “como o melhor dos três mundos: o amor da natureza do indígena, a força para trabalhar do negro e a inteligência do branco”, afirma Jardim.<br><br></div><div>Nesse sentido, “se começa exatamente a procurar quem foram as pessoas que lutaram de alguma forma para o Brasil ser Brasil. Se a lógica é que o negro só serve para trabalhar e o indígena só serve numa lógica idílica, o branco é o panorama da racionalidade de construção do país”. <a href="https://www.brasildefato.com.br/2020/03/21/falar-dos-corpos-indigenas-e-falar-da-historia-do-brasil-diz-ativista-do-rs">É assim que os monumentos de bandeirantes</a>, tidos como a primeira “linha de sangue puro do nosso país”, se tornam alvos prioritários de ações de protesto contra o racismo estrutural. </div><div><strong> </strong></div><div><strong>Memória<br></strong><br></div><div>Emaranhado a isso, está o processo de embranquecimento da sociedade brasileira, com a vinda de imigrantes, a marginalização da população negra e a aniquilação dos povos originários. “Esse processo de construção de imagem não se desassocia de modo nenhum do processo político de construção do Brasil e o questionamento dos símbolos questiona também todo esse processo”, explica Jardim.<br><br></div><div>Nesse processo, a historiadora também enxerga o apagamento da memória negra e indígena. “<a href="https://www.brasildefato.com.br/2019/04/05/uma-historia-oral-do-movimento-negro-unificado-por-tres-de-seus-fundadores"><strong>A memória negra foi varrida, como a memória indígena foi varrida</strong></a> <strong>e ninguém questionou (...) A gente sabe que não tem uma estátua de Zeferina do Quilombo do Urubu, por exemplo</strong>.” </div><div>É por isso que hoje, diante das manifestações antirracistas, esses monumentos passam a ser questionados. “Passa a ser questionado o que é aquela tentativa de história, que história estavam tentando criar para o nosso país e quem foram os esquecidos. Todo esse movimento de questionamento de pensar em derrubar ou em ressignificar tem a ver com isso, é algo contínuo e que é fruto de todas as contradições que o colonialismo colocou pra gente até os dias de hoje”, explica Jardim, que vê como válido o questionamento. <br><br></div><div><strong><em>¨Quanto maior for o nosso debate e a garantia desse direito à memória, melhor será nossa ação para qualificar os espaços públicos com essas histórias.¨</em></strong></div><div> </div><div>Jardim acredita que o questionamento é válido, mas afirma que é necessário mostrar que personagens como Borba Gato e ​Edward Colston existiram. O contrário tenderia a criar um futuro <strong>“onde se possa se esquecer que fomos racistas, que a nossa política e as </strong><a href="https://www.brasildefatopb.com.br/2019/05/31/bolsonaro-e-o-insustentavel-mito-do-redentor-macho-politico"><strong>nossas instituições exaltavam torturadores e genocidas</strong></a><strong>”.</strong></div><div> </div><div>Este também é o alerta dado por Heloísa Starling, professora do Departamento de História da Universidade Federal de Minas Gerais e coautora de “Brasil, uma biografia”. Segundo Starling, o movimento é legítimo e “correto”, mas é necessário evitar o risco de uma possível consequência: a de “reescrever ou apagar a história”. Para a docente, “quanto mais nós sabermos sobre o passado, mais forte será o tipo de ação que nós vamos construir para que não se repita. É mais importante construirmos uma ação política que detenha o conhecimento do que simplesmente destruir”.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-08 15:29:51 UTC</pubDate>
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