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      <title>Epistemologia do Sul by Rosana Louro Ferreira Silva</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-09-28 17:25:48 UTC</pubDate>
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         <title>Maya - 2020 Aula Magistral #4 &quot;Direitos Humanos no Século XXI&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rosanas2/jeqko63i1u4dvsem/wish/2325707199</link>
         <description><![CDATA[<div>Há várias gerações dos direitos humanos, primeiro os civis e políticos, seguido pelos direitos sociais econômicos e depois os direitos culturais, ambientais, animais.<br>Direitos humanos cada vez mais abrangentes e mais complexos<br><br>Século XXI: Direitos humanos da cidadania. Estes são mais fortes, mais detalhados e que tem a autoridade do Estados.<br><br>Os traumas da segunda guerra mundial, período mais violento da história moderna e no continente mais violento do planeta, a Europa, leva à&nbsp; Declaração Universal dos Direitos Humanos.&nbsp;<br>Antes de 1948 os direitos humanos eram para poucos: homens. As mulheres, as crianças, os escravos, os deficientes, os loucos, ou seja, a grande maioria da humanidade, não tinha direitos humanos.<br>A Declaração é eurocêntrica na sua matriz cultural, pois é individualista sobretudo nos seus direitos civis e político. Esta não poe em causa o capitalismo como uma forma de diminuição que viola os direitos humanos.<br><br>Apesar dos dois grande blocos econômicos do início do século XXI, a Declaração atende às demandas capitalistas e ocidentais da sociedade.<br>Grupos sociais sistematicamente discriminados e oprimidos começam a defender que os direitos humanos devem ser coletivos e não apenas individuais. A linguagem dos direitos humanos começa a entrar no discurso político dos grupos oprimidos.<br><br>A partir de 1989 começa a surgir um ataque aos direitos humanos de várias formas: direitos de cidadania, direitos democráticos. Surge a ideia de que os DH são um obstáculo ao acúmulo de capital, uma vez que os Estados gastam em saúde, direitos dos trabalhadores, educação -&gt; PRIVATIZAÇÃO -&gt; NEOLIBERALISMO. Processos violentos na América Latina, por exemplo, de queda de governos democráticos para a privatização do modelo de política social. Lógica neoliberal na retomada da democracia brasileira pós ditadura.&nbsp;<br><br>Direitos humanos devem existir na medida em que forem úteis à economia capitalista.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-04 13:37:39 UTC</pubDate>
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         <title>Lucas - 2022 Aula Magistral #5 &quot;Sofrimento e solidão num mundo multipandémico&quot;</title>
         <author>sagawalucas</author>
         <link>https://padlet.com/rosanas2/jeqko63i1u4dvsem/wish/2327975823</link>
         <description><![CDATA[<div>Crianças e jovens são os que mais são afetados pelas possíveis condições futuras, e por isso, elas sentem que seu futuro lhes está sendo roubado, sobretudo sobre os Millenials, sobretudo por condições como a precarização do trabalho (desemprego, trabalho informal, diferença salarial de cargos) - Cascata dos trabalhos precários, da saúde e das instituições e das condições de populações periféricas, que no caso, são as que mais estão encarceiradas em prisões.<br><br><strong>Falta de atenção muito relacionada às redes sociais, sua utilização é muito difundida na população. Média mundial é de 7h de utilização diárias de rede social. <br>Correlação entre menor desenvolvimento econômico e maior utilização de redes sociais - Brasil 10h médias por dia e correlação entre maior uso de redes sociais e tendências a depressão, pois elevam a sensação de solidão e sofrimento. Uma inovação, é sempre seguida de uma crise de depressão, monotonia, no caso das redes sociais, elas não estão acompanhando a capacidade de inovação para se manterem interessantes. <br>Os jovens estão bloqueados em um ciclo sem fim de aceleração (em que o tempo passa muito rápido) e estagnação (de monotonia, inação) e cabe a nós acadêmicos ajudá-los a desbloquear esse ciclo.</strong><br><br>Vladimir Saflate - Neoliberalismo como gestão do sofrimento humano.<br>Responsabilização individual de questões sociais - "Sou pobre pois não trabalho, estou doente pois não me cuidei propriamente", e Banalização do sofrimento pela repetição (como por exemplo, a quantidade de mortos pela covid. Fome e doenças nos povos africanos de países pobres)<br>Ausência de alternativa para além do capitalismo<br><br><strong>Epistemologias do Sul tem dois grandes objetivos - acabar com as barreiras entre as disciplinas e acabar com as barreiras entre a academia e a sociedade.</strong><br><br>Embate entre psicologia e sociologia crítica, enquanto a sociologia busca transformar a sociedade, a psicologia busca conforma o indivíduo a sociedade.<br><br><strong>Ser inconformista com a situação atual é considerado por conservadores quase como uma patologia. É preciso arriscar mais para defender o pensamento crítico, arriscar mais para dar o sentido da história e não encontrá-lo.</strong><br><br>Comparação do isolamento pandêmico com a situação dos mosteiros europeis no século 3 e 4. Em que "o isolamento e silêncio dos monges era uma forma de estar mais próximo a deus". Sintomas muito semelhantes de ansiedade, depressão, falta de atenção, e a partir disso, no século 4, criaram-se momentos de socialização entre os monges para reduzir as questões de saúde mental.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-05 17:04:55 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Paula - 2022 Aula Magistral #1 &quot;Pós-colonialismo, descolonialidade e epistemologias do sul&quot;</title>
         <author>mariarrqm</author>
         <link>https://padlet.com/rosanas2/jeqko63i1u4dvsem/wish/2328341334</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;- Estudo de autores sobre o pensamento crítico. Há a crítica do mundo atual e propostas para um outro futuro. <br>-<strong> Maximizar as convergências</strong> e minimizar as divergências.<br>- Pós-colonialismo, descolonialidade e epistemologias do sul são <strong>três correntes do pensamento crítico</strong> que começam a partir do século XX, mas já existiam antes do surgimento desses conceitos.&nbsp;<br>- O pensamento anticolonial já existe há séculos, com autores como Mariátegui, Frantz Fanon, Aimé Césaire, Mahatma Gandhi, Silvia Rivera Cusicanqui etc.&nbsp;<br><br></div><div>- Primeira convergências entre essas três correntes: <em>o colonialismo não terminou com as independências</em>.&nbsp;</div><div><br>- A primeira corrente foi o <strong>pós-colonialismo</strong> dos ano 50 e 60, em que o contexto era basicamente o colonialismo na África e na Ásia. Os autores dessa época são intelectuais ativistas, ou seja, também fazem parte da luta pela independência em seu respectivo país. Há o estudo da relação entre colônia e colonizador. A Luta contra o colonizador.&nbsp;</div><div>- Porém também há a ideia de que, com a independência, os colonizadores "externos" foram embora, mas ficaram os colonizadores "internos". Albert Memmi diz que é necessário fazer uma <strong>dupla descolonização: da mente do colonizador e da mente do colonizado</strong>.&nbsp;</div><div>- Grande característica do pós-colonialismo e de seus autores é o profundo conhecimento ocidental. Roberto Retamar, autor cubano, diz que temos uma vantagem sobre os colonizadores, pois conhecemos a literatura deles e a nossa. Já eles, só conhecem a literatura ocidental. <br><br>- A segunda corrente do pensamento crítico é a <strong>descolonialidade</strong>, dos ano 60 e 70. "Não é um pós, é um desfazer". Racismo sistêmico, colonialismo tinha ficado marcado nas instituições, nas práticas, na economia. Surge esse novo conceito a partir de Aníbal Quijano. <br>- A descolonialidade tem como contexto o colonialismo na América Latina, em que a realidade é completamente diferente do resto do mundo. Aqui, <em>a independência foi concedida aos descendentes de colonizadores e não aos povos originários</em>. <br><br>- A terceira corrente do pensamento crítico são as <strong>epistemologias do sul</strong>, que abarcam conceitos de dominação e luta. Luta por justiça cognitiva.&nbsp;</div><blockquote>"A grande violência do colonialismo foi expropriar a capacidade das pessoas de pensarem por si"</blockquote><div><strong>- O sul é uma metáfora epistêmica de todo o pensamento ue foi discriminado por não ser o conhecimento eurocêntrico do colonizador. <br></strong>- Não é o sul geográfico, é epistêmico. Abrange a África, Ásia, América Latina etc.&nbsp;<br>- Não ficam apenas na crítica mas também há propostas. Não é restrita ao ambiente acadêmico, acontece nas ruas, dentro das lutas.&nbsp;<br><br></div><div>- O conceito de <strong>dominação</strong> utilizado pelas epistemologias do sul é a articulação de três dominações: <em>colonialismo, capitalismo e patriarcado</em>. Sempre articuladas, porém muitas vezes as resistências são fragmentadas. Enquanto isso continuar, não superaremos essa dominação contemporânea. <strong>Essas três dominações embasam o pensamento que separa pessoas em plenamente humanas e sub-humanas, ou seja, corpos racializados e corpos sexualizados</strong>.&nbsp;</div><div>- Colonialismo e patriarcado foram reconfigurados para servir o capitalismo.&nbsp;<br>- O capitalismo não se sustenta sem o trabalho altamente desvalorizado (escravos e povos racializados) e sem o trabalho não pago (mulheres).&nbsp;<br>- Democracia e direitos humanos, dentro desse sistema, só são válidos para pessoas plenamente humanas, mas não vale para pessoas sub-humanas que vivem sob violência e apropriação.&nbsp;<br><br>- A Ciência não é o único conhecimento válido, há outros. A segunda aula irá focar nisso. Considerar os conhecimentos e experiências trazidas pelos povos originários.&nbsp;<br>- Conhecimentos e práticas de luta, na luta. Não antes nem depois dela. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-05 22:10:30 UTC</pubDate>
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         <title> 2019 Aula Magistral #5 &quot;Desafios à democracia: fascismos, populismo e levantes” (Renan)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rosanas2/jeqko63i1u4dvsem/wish/2330263428</link>
         <description><![CDATA[<div>Poesias: Janaína (Amapá) -&gt; Fórum de cultura (Movimentos sociais da Universidade do Amapá) -&gt; Poesia de denúncia&nbsp; acerca das injustiças sociais no Brasil: Violência, "democracia virou piada".<br><br>Falas Boaventura:<br>*Novos autoritarismos<br>* Como democracia se transformou ao longo do tempo para um hegemônico?<br>- para os jovens: é o único regime (Algo normativo)<br>* Investimento muito grande nesse regime político<br><br>* Foi um movimento real ideologia ou utopia ou tudo isso ao mesmo tempo?<br>-&gt; Muitas pessoas que vivem em regime democrático não viveram a democracia, nunca teve possibilidade de poder (Politicamente democrático e "fascismo social") -&gt; pessoas sem poder de decisão<br>-&gt; Ideologia: Democracia começando a ser legitimidade em século XX: várias formas de interpretar: Democracia popular, participativa, desenvolvimentista<br>Anos 80: Hegemonia da democracia representativa ("sistema de defesa contra a mobilização popular") -&gt; Ex.: EUA<br>-&gt; Utopia:<br><br>*Normalização da democracia representativa ocorreu na mesma época em que a capitalismo tornou-se o regime hegemônico<br><br>*&nbsp; Capitalismo e Democracia (Guerra Fria) -&gt; Como ocorreu essa complementaridade?&nbsp; (de início: Democracia regulando o capitalismo)<br>* sistema fiscal progressista (países Nórdicos)<br>* Modificações no capitalismo para ocorrer a democracia<br><br>*Fim do Muro de Berlim: "Capitalismo deixa de ter seu inimigo"<br>* Mudança tectônica : Capitalismo passa a regular a democracia<br>* Crise do sistema social<br>* Em alguns casos: Crise política<br>* Contracorrente: Movimentos progressistas na América Latina (Democracia regular o capitalismo).<br><br><br>* Falta terminar<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-07 01:15:15 UTC</pubDate>
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         <title>2019 Aula Magistral #2 &quot;Metodologias pós-abissais: luta, experiência, corpo e autoria&quot;</title>
         <author>biabio06</author>
         <link>https://padlet.com/rosanas2/jeqko63i1u4dvsem/wish/2354206229</link>
         <description><![CDATA[<div>A aula trata de um questionamento comum sobre quais metodologias podem fazer com que conhecimentos alternativos pelos quais lutam as epistemologias do sul possam fluir, já que as metodologias não foram desenhadas para a produção de ecologia de saberes.<br><br>Para isso ele retoma o conceito da <strong>linha abissal</strong> que divide as sociedade em sociabilidade metropolitana e colonial, entre ser e não-ser. O que achei interessante de pontuar dessa parte é a ideia de que há pessoas que atravessam a linha todo dia. Por exemplo uma mulher trabalhadora que no trabalho tem certos direitos e possibilidades de ser que muitas vezes perde ao chegar em casa, ou um universitário negro que fora da universidade pode ser morto pela polícia.<br>Metodologicamente se tem que abissal é todo conhecimento que não reconhece a linha, logo deve-se partir do <strong>pensamento pós-abissal</strong>, que reconhece, denuncia e procurar superar a linha.<br><br>Nesse pensamento ele conceitua a <strong>sociologia das ausências</strong>, que faz a denúnicas das faltas na sociabilidade coloinal (epistemicídeo); e a <strong>sociologia das emergências</strong>, que busca compreender quais conhecimentos partem dela.<br><br>Na sociologia das emergências que as metodologias são falhas, pois partem da diferença entre sujeito e objeto.</div><blockquote><em>"As ciências sociais são tão extrativistas quanto as ciências minerais"</em>.</blockquote><div>Daí que é necessário utilizarmos metodologias não extrativistas: pesquisas colaborativas, partilhar lutas.<br><br>Na segunda parte da aula, o professor explica 4 conceitos chave para uma metodologia pós-abissal:</div><ul><li><strong>Luta:</strong> ação ou omissão que procura transformar um minimo de liberdade numa aspiração por libertação. Processos que aceitam a rigidez dos limites, mas não sua imobilidade (deslocamento da linha para incluir mais pessoas na sociabilidade metropolitana)</li><li><strong>Experiência:</strong> contrário de experimento, não manipula os fatores e sim contempla como a realidade é. Aqui há 3 pontos complicados metodologicamente: vivência, inteligibilidade e transmissibilidade (ideia da incomensurabilidade das experiências). Também é sobre se ter a opção de não viver uma experiência, opressora por exemplo.<ul><li><blockquote>"A mais profunda opressão não é possível de ser transmitida"</blockquote></li></ul></li><li><strong>Corpo: </strong>na visão moderna o corpo é um obstáculo à lucidez do espírito sendo reconhecido como mero veiculador do conhecimento. Também houve a supervalorização da visão e audição, havendo diferença de ouvir e escutar. O homem moderno ouve, mas não escuta. Assim, o corpo é um guia para as epistemologias do sul, assim como a valorização de outros sentidos, a fim de modificar a compreensão do mundo. Ainda, houve a partir da luta feminista a articulação entre corpo e território que foi refletida também à luta indígena.</li><li><strong>Autoria: </strong>valorização do conhecimento oral que não é autoral - conceito de Oratura.&nbsp;</li></ul><div><br>Para concluir o professor fala que há uma relação íntima entre método e quem o usa, e cita ainda outro conceito seu, o de <strong>"artesania das práticas"</strong>. O artesanato é uma arte não legitimada, o artesão não tem preocupação com originalidade ou autoria assim como não tem preocupação com um modo de fazer. Inova misturando saberes e relacionando com seu contexto e momento. As lutas e transformações sociais são feitas da mesma forma, mesmo tendo um objetivo não tem um processo pois depende das pessoas envolvidas.&nbsp;</div><blockquote>"Se um homem errado utilizar um método certo, esse método certo irá produzir resultados errados".(proverbio chinês)</blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-24 18:58:48 UTC</pubDate>
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         <title>Kátia - 2019 Aula Magistral #3 Os direitos humanos dos próximos 70 anos. Para uma nova Declaração Universal?</title>
         <author>katiasouza8090742</author>
         <link>https://padlet.com/rosanas2/jeqko63i1u4dvsem/wish/2356361177</link>
         <description><![CDATA[<div>2019 Aula Magistral #3 <strong>Os direitos humanos dos próximos 70 anos. Para uma nova Declaração Universal?</strong></div><div><br>Abertura com Janaína - professora da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul - por meio de uma poesia escrita logo após a eleição de 2018, que versa sobre o sentimento vivenciado naquele momento histórico.&nbsp;</div><div><br>Os direitos humanos modernos (1ª fase) a partir de sua implementação, assumem uma ótica de exclusão, visto que desde sua formulação, não são todos que acessam esses direitos.&nbsp; Sendo os homens, adultos, europeus, cidadãos de estados, não são as mulheres, não são os povos colonizados,&nbsp; enfim, grande parte da população mundial está fora dessa proteção, ou seja, são direitos excludentes.</div><div><br></div><div>Os direitos humanos&nbsp; contemporâneos (2ª fase), busca-se trazer outros coletivos para acesso a direitos como o das mulheres e crianças, por exemplo (exclui-se o colonialismo), ampliando o conceito de diversidade. Pretendendo neste momento ser mais ampla e mais inclusiva.&nbsp;</div><div><br></div><div>Quem protege os Direitos Humanos, trata-se do “climax” de todo desenvolvimento cultural da humanidade. Movimenta-se, portanto, no sentido de constituir um caminho para uma vida digna.&nbsp;</div><div><br></div><div>Os direitos humanos, é uma teoria em processo de construção, visto ser recente. Ambos, moderno e contemporâneo, advém da mesma origem eurocêntrica.&nbsp; Qual a nossa percepção, a partir das epistemologias do sul, sobre os Direitos Humanos?</div><div><br></div><div>Penso que: “Os direitos humanos são produto de uma vitória histórica ou de uma derrota histórica.”</div><div><br></div><div>Tem-se uma sociologia das ausências, cujos os Direitos Humanos assumem o lugar de contestação do próprio Estado, é contraditória, ambígua e autoritária. Ou seja, pode ser evocado por quem tem poder, para poder criar violações, contra as quais lutam.&nbsp;</div><div><br></div><div>Reflexão sobre a elaboração de uma dimensão utópica de Direitos Humanos:</div><div><br></div><ol><li>Todo direito é um direito de viver. (Cita José Saramago)</li><li>Os Direitos Humanos existem em conjunto com os Direitos humanos da Natureza. Indivisibilidade. (cita catástrofes)</li><li>Direitos Humanos e Tecnologia&nbsp;</li><li>(mais complexo) O capital financeiro é um grande violador dos Direitos Humanos, mas precisamos refletir sobre esse princípio.&nbsp;</li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-26 00:47:13 UTC</pubDate>
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         <title>Pati - Aspectos gerais da vivência na Universidade de Coimbra</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rosanas2/jeqko63i1u4dvsem/wish/2383653487</link>
         <description><![CDATA[<div>- Aulas presenciais: &gt; BR e Am. Latina<br>- Visão está em uma bolha até dentro da Universidade de Coimbra<br>- Relação muito próxima com Brasil, RJ (onde fez o doutorado) e rappers<br>- Ritual do Boaventura: café, jantar</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-11-14 21:16:52 UTC</pubDate>
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