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      <title>Texto poético - 7.ºD by Joana Catarina Santos</title>
      <link>https://padlet.com/joanacatarinasantos/je8nohalqn8ra4dd</link>
      <description>7.ºD</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-05-07 11:39:20 UTC</pubDate>
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         <title>Ex.: Poema &quot;O Sonho&quot;, de Sebastião da Gama</title>
         <author>joanacatarinasantos</author>
         <link>https://padlet.com/joanacatarinasantos/je8nohalqn8ra4dd/wish/2983263569</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Tema</strong>: a importância do sonho</p><p><br/></p><p><strong>Assunto</strong>: </p><p>Na primeira estrofe, o sujeito poético diz que devemos perseguir os nossos sonhos. Coloca duas questões que pretendem levar à reflexão. É dada uma resposta: mesmo que não haja "frutos" (resultados, a concretização dos sonhos), devemos continuar a sonhar.</p><p>Na segunda estrofe, o eu lírico destaca a importância da fé e da esperança, condições essenciais para atingirmos os nossos sonhos. Afirma ainda que devemos dar o nosso melhor tanto nas tarefas rotineiras, como naquilo em que nos aventuramos pela primeira vez.</p><p>Na terceira estrofe, surgem de novo as perguntas que nos fazem refletir e cuja resposta se encontra na última estrofe: o mais importante é tomar a iniciativa de agir, pois é isso que faz de nós o que somos.</p><p><br/></p><p><strong>Recursos expressivos e sua expressividade</strong>: </p><p>Metáfora (v.4) - "frutos" é metáfora para "resultados", ou seja, a concretização do sonho. </p><p>Anáfora (vv.6-7) - a repetição destaca a importância da fé e da esperança como essenciais e suficientes para alcançarmos os nossos sonhos.</p><p><br/></p><p><strong>Análise formal</strong>:</p><ul><li><p>14 versos</p></li><li><p>4 estrofes (1 quintilha, 1 sétima, 2 monósticos)</p></li><li><p>esquema rimático (1.ª estrofe): ababa</p></li><li><p>rima cruzada (1.ª estrofe)</p></li><li><p>sílabas métricas (1.º verso): "Pe/lo / So/nho é/ que / va/<s>mos</s>," - 6 sílabas métricas, hexassílabo.</p></li></ul><p><br/></p><p>Fonte: manual <em>Palavra-Chave</em>, Português, 7.ºAno.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-07 11:40:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Poema &#39;&#39;Maria Lisboa&#39;&#39;, de David Mourão-Ferreira</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/joanacatarinasantos/je8nohalqn8ra4dd/wish/2995800939</link>
         <description><![CDATA[<p>Tema:O carinho, amor e admiração que o sujeito poético tem pela cidade de Lisboa, ao mar e a Maria Lisboa.</p><p><br/></p><p>Assunto: Na primeira quadra, o sujeito poético descreve Maria Lisboa, no 5.º e 6.º verso o sujeito poético diz que em vez de corvos no xaile as gaivotas pousavam, no 7.º e 8.º verso o sujeito poético fala que quando o vento leva Maria Lisboa ao baile ela baila com o mar, na 3.º quadra o sujeito poético volta a descrever Maria Lisboa, no 9.º e 10.º verso o sujeito poético fala que ela vende sonho e maresia e nos últimos 2 versos, o sujeito poético diz que a  tempestade anuncia que o nome próprio é Maria e o apelido é Lisboa.</p><p><br/></p><p>Recursos expressivos e sua expressividade:</p><p><br/></p><p>-Metáfora (v4) -''no coração, a fragata''</p><p>-Anáfora (v15 e 16) -''Seu''</p><p><br/></p><p>Análise formal:</p><p>-16 versos</p><p><br/></p><p>-4 estrofes (todas quadras)</p><p><br/></p><p>-Esquema rimático (1ª. estrofe)</p><p>abab</p><p><br/></p><p>-rima cruzada(1ª. estrofe</p><p><br/></p><p>-sílabas métricas (1º.verso):</p><p>''É/va/ri/na / u/sa / chi/ne/<s>la</s>''</p><p><br/></p><p>-8 sílabas métricas, octossílabo.</p><p><br/></p><p>Fonte: manual Palavra-Chave, Português,7.ºAno.</p><p><br/></p><p>Trabalho realizado por:</p><p>-Tomás Madeira nº21 7D</p><p>-David Ladeira nº5 7D</p><p>-Laura Santos nº11</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-16 10:19:40 UTC</pubDate>
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         <title>Poema: &quot;As Palavras&quot;, de Eugénio de Andrade.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/joanacatarinasantos/je8nohalqn8ra4dd/wish/2995801891</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Tema: </strong>a importância das palavras.</p><p><br/></p><p><strong>Assunto:</strong></p><p>Na primeira estrofe o sujeito poético descreve as palavras "como um cristal", porque á palavras com vários sentidos, "algumas como punhal", "um incêndio e outras como orvalho", porque á palavras que ferem e outras que são meigas.  </p><p>Na segunda estrofe ele descreve-as como "secretas", "cheias de memória", "inseguras que navegam por barcos ou beijos". "As águas estremecem".</p><p>As palavras no poema são "desamparadas", "inocentes e leves". "As luzes são tecidas e muito pálidas são as noites", "verdes que lembram paraísos". "Quem escuta as palavras", "quem as recolhe assim cruéis", "desfeita nas suas conchas puras", pergunta o sujeito poético.</p><p><br/></p><p><strong>Recursos expressivos e sua expressividade</strong>:</p><p>Comparação (v.1) - "São como um cristal" As palavras têm vários sentidos.</p><p>Metáfora (vv.3-4) - "Algumas, um punhal, um incêndio". Porque ferem e outras despertam sentimentos fortes.</p><p><br/></p><p><strong>Análise formal</strong>:</p><ul><li><p>20 versos</p></li><li><p>4 estrofes (2 sextilhas, 2 quadras)</p></li><li><p>esquema rimático (1.ª estrofe): abacde</p></li><li><p>rima cruzada (1.ª estrofe)</p></li><li><p>sílabas métricas (1.º verso): "São/ co/mo um /cris/tal, "  - 6 sílabas métricas, hexassílabo.</p></li></ul><p><br/></p><p>Fonte: manual Palavra-Chave, Português, 7.ºAno.</p><p><br/></p><p>Trabalho realizado por: Gonçalo Simões nº9, João Simões nº10 e Duarte Mateus nº7.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-16 10:20:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Poema de António Gedeão &quot;Impressão Digital&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/joanacatarinasantos/je8nohalqn8ra4dd/wish/2995801995</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Tema</strong>: A diferença.</p><p><br/></p><p><strong>Assunto: </strong>Na primeira estrofe,diz que os olhos do sujeito poético veem no mundo obstáculos e outos olhos não.</p><p><br/></p><p>Na segunda estrofe diz que há pessoas que veem  obstáculos e outas veem flores ;uns veem luto e dores e outros descobrem cores do mais famoso tom.</p><p><br/></p><p>Na terceira estrofe refere que numa rua onde muita gente passa uns veem pedras pisadas e outros gnomos e fadas .</p><p><br/></p><p>Na quarta/quinta estrofes diz que onde D.Sancho vê moinhos D.Quixote vê gigantes e também diz que é inútil seguir a opinião dos outros.</p><p><br/></p><p><strong>Recursos expressivos e a sua expressividade:</strong></p><p>Repetição- (v.1)-"olhos" </p><p>Anáfora(vv21-22)-"Vê" </p><p>Ambos os recursos reforçam a ideia da existência da visão da realidade. </p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Análise formal:</strong></p><ul><li><p>22 versos</p></li><li><p>5 estrofes(4quintilhas e 1 dístico)</p></li><li><p>Esquema rimático(1ªestrofe) abaab</p></li><li><p>Rima emparelhada e cruzada 1ªestrofe </p></li><li><p>Sílaba métrica :(1ºverso)Os/meus/olh/os/são/uns/olh/<s>os</s></p><p>redondilha maior </p></li></ul><p><br/></p><p><br/></p><p>    Manual palavra chave pág 197 Impressão Digital de António Gedeão</p><p>Trabalho realizado por :Simão Passos nº20 7ºD</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-16 10:20:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Poema &quot;Gaivota&quot;, de Alexandre O&#39;Neill</title>
         <author>a142432</author>
         <link>https://padlet.com/joanacatarinasantos/je8nohalqn8ra4dd/wish/2995802450</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Tema: </strong>Saudade/Amor</p><p><br/></p><p><strong>Assunto: </strong></p><p>Na primeira estrofe, o sujeito poético pede que uma gaivota lhe traga a atmosfera de Lisboa, de modo a não deixar apagar a memória.</p><p>Na segunda estrofe, o "eu lírico" diz que se a condição da primeira estrofe se concretizar, o seu coração iria alegrar-se e irá lembrar-se do seu amor.</p><p>Na terceira estrofe, o sujeito poético afirma que se um português marinheiro lhe contasse as suas aventuras, ele iria cruzar o seu olhar novamente com o seu amor.</p><p>Na quarta estrofe, o "eu lírico" diz, novamente, que se a condição da terceira estrofe se concretizar, o seu coração iria alegrar-se e iria lembrar-se e "cruzar o seu olhar" com o seu amor.</p><p>Na quinta estrofe, o sujeito poético diz que quando ele estiver a morrer, ele faleceria mais feliz se cruzasse pela última vez o seu olhar da sua amada.</p><p>Na sexta e última estrofe, o "eu lírico" afirma que no momento da sua morte se conseguisse ver o olhar da sua amada o seu coração pararia de bater, mas ele morreria feliz.</p><p><br/></p><p><strong>Recursos e a sua expressividade:</strong></p><p>Metáfora (vv. 4 e 5) - O olhar não consegue atingir o que o "eu lírico" queremos.</p><p>Anáfora (vv. 7 a 8 e 18 a 19) - O sujeito poético exprime saudade e a ideia de alegria que ele poderia sentir.</p><p><br/></p><p><strong>Análise formal:</strong></p><ul><li><p>33 versos;</p></li><li><p>6 estrofes (3 sextilhas, 3 quintilhas);</p></li><li><p>Esquema rimático (1.ª estrofe): abacbc;</p></li><li><p>Rimas (1.ª estrofe): 2 rimas cruzadas e 1 rima interpolada;</p></li><li><p>Sílabas métricas (1.º verso): 7 sílabas métricas - S'u/ma / gai/vo/ta / vi/e/<s>sse</s> - (heptassílabo ou redondilha maior)</p></li></ul><p><br/></p><p><strong>Fonte: </strong>Manual de Português, "Palavra-Chave" - 7.º Ano</p><p><br/></p><p><strong>Alunos: </strong></p><ul><li><p>Miguel Rodrigues - N.º 17;</p></li><li><p>Miguel Guedes - N.º 18;</p></li><li><p>Ana Luísa - N.º 23.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-16 10:21:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Poema: &quot;Cântico Negro&quot;, de José Régio.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/joanacatarinasantos/je8nohalqn8ra4dd/wish/3000225132</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Assunto:</strong> Na primeira estrofe o sujeito poético não segue o que lhe dizem, na segunda estrofe o sujeito poético não segue os outros, na terceira estrofe o sujeito poético reforça a mensagem de não seguir os outros pois não lhe dão resposta para o que ele procura e ainda diz que prefere as dificuldades do que seguir os outros, na quarta estrofe o sujeito poético tende explorar o desconhecido, na quinta estrofe o sujeito poético questiona os outros no sentido de saber como é que lhes poderão dar coragem se os mesmos gostam das facilidades enquanto o próprio gosta de desafios, na sexta estrofe o sujeito poético faz referencia ao que os outros tem por oposição à sua loucura que o ilumina, na sétima estrofe o sujeito poético diz que é fruto da relação entre Deus e o Diabo e na ultima estrofe o sujeito poético reafirma o que disse anteriormente ou seja de não seguir o que os outros dizem.</p><p><strong>Recursos e a sua expressividade: </strong></p><p>Enumeração "Amo os abismos, as torrentes, os desertos..."- o sujeito poético enumera as dificuldades que ele gosta;</p><p>Anáfora "Não sei para onde vou,/ não sei para onde vou,"- o sujeito poético reforça a ideia que não sabe para onde vai.</p><p><br/></p><p><strong>Análise formal:</strong></p><ul><li><p>52 versos;</p></li><li><p>8 estrofes (2 oitavas, 1 quintilha, 2 quadras, 2 sétimas e 1 nona);</p></li><li><p>Esquema rimático (1ª estrofe) abcdeeed;</p></li><li><p>Versos soltos ou brancos, rima interpolada e rima emparelhada; </p></li><li><p>Sílabas métricas (1ª estrofe): "Vem/por/a/qui/- di/zem/-me/com/os/o/lhos/do/<s>ces </s>,"- 12 sílabas métricas- irregular ou dodecassílabo.</p></li></ul><p><strong>Fonte:</strong> </p><p>Manual de Português, "Palavra Chave"- 7ºano</p><p><br/></p><p><strong>Alunos:</strong></p><ul><li><p>David Pereira- N.º 4;</p></li><li><p>Francisca Almeida- N.º 8;</p></li><li><p>Salvador Barbosa- N.º 19.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-20 15:08:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Poema &quot;Impressão Digital&quot; de António Gedeão</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/joanacatarinasantos/je8nohalqn8ra4dd/wish/3000238898</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Tema:</strong> </p><p>A diferença</p><p><br/></p><p><strong>Assunto:</strong></p><p>Na primeira estrofe fala como os poetas veem o mundo de maneira diferente das outras pessoas.</p><p><br/></p><p>Na segunda estrofe diz que nós vemos o mundo de maneira muito diferente, onde uns veem coisas boas outros veem coisas más.</p><p><br/></p><p>Na terceira fala sobre como cada um vê os outros, alguns veem pessoas boas e outros veem pessoas más.</p><p><br/></p><p>Na quarta fala sobre dois amigos que têm opiniões diferentes, mas isso não os impede de conviverem na paz.</p><p><br/></p><p><strong>Recursos expressivos e sua expressividade:</strong></p><p>Metáfora: "Quem diz escolhos diz flores." (v. 6)</p><p>Quer dizer que alguns veem coisas engraçadas e boas, mas outros podem ver tristeza e vergonha.</p><p><br/></p><p>Anáfora: "Vê moinhos? São moinhos. / Vê gigantes? São gigantes." (vv. 21 e 22)</p><p>É sobre a diferença de opiniões de dois amigos, mas mesmo com essa diferença ainda são muito amigos.</p><p><br/></p><p><strong>Análise formal:</strong></p><p>22 versos - 4 quintilhas e 1 dístico</p><p>abaab - Rima emparelhada</p><p>Os / meus / o/lhos / são / uns / o/<s>lhos</s> - redondilha maior</p><p><br/></p><p><strong>Fonte:</strong></p><p>Manual de Português, "Palavra-Chave" - 7.º Ano ; página 197</p><p><br/></p><p><strong>Feito por:</strong> </p><p>Leonor Maria Filipe n.º13 7.ºD</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-20 15:19:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Poema: &quot;Lágrima de preta&quot;, de António Gedeão</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/joanacatarinasantos/je8nohalqn8ra4dd/wish/3001961476</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Assunto: </strong></p><p>Na primeira estrofe, o sujeito poético diz que viu uma pessoa de cor preta a chorar, e então pediu-lhe uma lágrima para a analisar.</p><p>Na segunda estrofe, o eu lírico diz que recolheu a lágrima da pessoa de cor preta e pô-la, num tubo de ensaio.</p><p>Na terceira estrofe, o sujeito poético analisou-a e concluiu que era uma lágrima como todas as outras.</p><p>Na quarta estrofe, para ter a certeza que era uma lágrima como as outras, mandou vir as substâncias usadas em processos químicos.</p><p>Na quinta estrofe, o sujeito poético fez os seus experimentos químicos e o resultado foi o costume.</p><p>Na última estrofe, o sujeito poético concluiu que não havia qualquer diferença entre a lágrima de uma pessoa de cor preta ou de cor branca, fazendo com que as pessoas acabem com a ideia do racismo e aceitem que as pessoas são todas iguais independentemente da cor de pele.</p><p><br></p><p><strong>Recursos expressivos e a sua expressividade:</strong></p><p><strong> </strong>Anáfora- “Nem sinais de negro, / nem vestígios de ódio” (vv. 21 e 22). O sujeito poético com esta anáfora quer dizer que não encontrou nada de diferente, nem de negativo naquela lágrima.</p><p>Enumeração- “Mandei vir os ácidos, as bases e os sais, as drogas…” (vv. 13, 14 e 15).</p><p><br><br></p><p>Análise formal:</p><ul><li><p>24 versos</p></li><li><p>6 estrofes (6 quadras)</p></li><li><p>Esquema rimático (1ª estrofe) abcb</p></li><li><p>Rima cruzada (1ª estrofe)</p></li><li><p>Sílabas métricas: (1º verso)- Hexassílabo </p><p>En/con/trei/u/ma/pre/<s>ta</s></p></li></ul><p>  </p><p><strong>Fonte:</strong> Manual Palavra-Chave, Português, 7ºAno</p><p><strong>Trabalho realizado por:</strong> Margarida Santos nº15 e Leonor Bernardes nº14</p><p><br><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-21 15:19:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Poema &quot;As palavras&quot; de Eugénio de Andrade.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/joanacatarinasantos/je8nohalqn8ra4dd/wish/3001963504</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Tema: </strong>Características das palavras</p><p><strong>Assunto: </strong></p><p>A primeira estrofe refere-se ao modo de como as palavras podem ser dolorosas, «Algumas, um punhal, / um incêndio.» e calmas «Outras, / orvalho apenas.».</p><p>A segunda estrofe remete ao facto das palavras poderem trazer memórias boas ou negativas.</p><p>A terceira estrofe fala do facto de algumas palavras serem positivas e darem luz / iluminarem o caminho mas que também há palavras que fazem o oposto.</p><p>A quarta estrofe remete do facto as palavras serem escutadas por várias pessoas e poderem ser mal entendidas / interpretadas magoando os sentimentos dos que as ouvem.</p><p><br/></p><p><strong>Recursos expressivos e a sua expressividade:</strong></p><p>“São como um cristal,”- comparação- remete-se às palavras serem frágeis e terem vários significados dependentemente de como são ouvidas.</p><p>“Desamparadas, inocentes”- adjetivação-remete às palavras serem frágeis.</p><p><br/></p><p><strong>Análise formal:</strong></p><p>20 Versos</p><p>4 Estrofes(2 sextilhas e 2 quadras)</p><p>Esquema rimático(1ºEstrofe): A,B,A,C,D,E </p><p>&nbsp;Rima cruzada e versos soltos ou brancos</p><p>1º VERSO- "São/ co/mo um/ cris/<s>tal"</s>-5 silabas métricas, pentassílabo.</p><p><br/></p><p><strong>Fonte:</strong> Classroom da disciplina de Português.</p><p><br/></p><p><strong>Trabalho realizado por:</strong></p><p>António Andrade nº3 7ºD</p><p>Afonso Carecho. nº1 7ºD</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-21 15:20:45 UTC</pubDate>
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         <title>Impressão Digital.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/joanacatarinasantos/je8nohalqn8ra4dd/wish/3001963758</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Tema:</strong> As diferentes perspetivas</p><p><br/></p><p><strong>Assunto:</strong> Na primeira estrofe o artista fala de como os seus olhos vêm o mundo de maneira diferente</p><p><br/></p><p>Na segunda estrofe o artista fala de que pessoas vêm algumas coisas boas ao contrário de muitas outras pessoas</p><p><br/></p><p>Na terceira estrofe o artista fala que muitas pessoas vêm os outros como ´pedras pisadas` e outros vêm ´gnomos e fadas`</p><p><br/></p><p><strong>Recursos expressivos:</strong></p><p>Metáfora: ´Quem diz escolhos diz flores`(Verso.6) (<strong>significa que para quem vê flores outros vêm tristeza e depressão</strong>)</p><p><br/></p><p><strong>Análise formal:</strong> (4 quintilhas, 1 dístico, 22 versos )</p><p><mark>abaab</mark> <strong>rima emparelhada</strong></p><p><strong>Os/ meus/ olhos/ são/ uns</strong></p><p><strong><s>olhos </s>redondilha maior </strong></p><p><strong>Fonte: Manual (pag:197)</strong></p><p><strong>Trabalho realizado por Gonçalo Pardela nº22</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-21 15:20:56 UTC</pubDate>
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