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      <title>Devir - Mil Platôs 4 by Franco Sério</title>
      <link>https://padlet.com/francosn/jdklgf1pabk0kd12</link>
      <description>DELEUZE, Gilles; GUATARI, Felix. Mil platôs - capitalismo c esquizofrenia, vol. 4. Trad. Suely Rolnik, São Paulo: Ed. 54, 1997 176 p. (Coleção TRANS)</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-01-29 11:18:43 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-04-06 12:48:09 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Williard</title>
         <author>francosn</author>
         <link>https://padlet.com/francosn/jdklgf1pabk0kd12/wish/1140183024</link>
         <description><![CDATA[<div>Mãe autoritária (cachorro);<br>Terrível atmosfera edipiana;<br>Amizade com o rato Ben;<br>Passa a viver com os ratos;<br>morte da rata branca (companheira de Ben)<br>Devir rato;<br>Ele se interessa por uma garota: tenta se conjugalizar,  re-edipianizar; <br>Devir-animal: não é semelhança.<br>devir-molecular, com a proliferação dos ratos, a matilha,<br>que mina as grandes potências molares, família, profissão, conjugalidade; <br>Willard tem seu preferido, o rato Ben, e só torna-se rato na relação com ele, numa espécie de aliança de amor, depois de ódio. <br> <br> <br> </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-29 11:23:51 UTC</pubDate>
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         <title>Darwin</title>
         <author>francosn</author>
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         <description><![CDATA[<div>grupos igualmente parentes podem ter graus de diferença inteiramente variáveis em relação ao ancestral;<br>RELAÇÃO:<br><strong>SÉRIE OU ESTRUTURA</strong><br><strong>SÉRIE:</strong> <em>a </em>assemelha-se a <em>b, b </em>assemelha-se; semelhanças que diferem ao longo de toda uma serie, ou de uma série para outra (analogia da proporção)<br><strong>ESTRUTURA:  </strong><em>a </em>está para <em>b </em>como <em>c<br></em>está para <em>d, </em>e cada uma dessas relações realiza à sua maneira a perfeição considerada; (analogia de<br>proporcionalidade ) diferenças que se assemelham numa estrutura, e de uma estrutura para outra.  <br><br>O serialismo e o estruturalismo ora graduam características segundo suas semelhanças, ora as ordenam segundo suas diferenças. <br> <br><strong> SÉRIE-ESTRUTURA:</strong> estudo dos sonhos, dos mitos e<br>das organizações. <br> </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-29 11:46:16 UTC</pubDate>
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         <title>Relações:</title>
         <author>francosn</author>
         <link>https://padlet.com/francosn/jdklgf1pabk0kd12/wish/1140262724</link>
         <description><![CDATA[<div>Relação dos animais entre si;<br>relação homem com animal;<br>Homem com homem, universo, etc..<br>seria objeto de sonho, objeto de simbolismo, objeto de arte ou de poesia, objeto de prática e de utilização prática.&nbsp;<br><br>"relações objetivas dos animais entre si foram retomadas em certas relações<br>subjetivas do homem com o animal, do ponto de vista de uma imaginação<br>coletiva, ou do ponto de vista de um entendimento social"<br>&nbsp;<br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-29 11:59:22 UTC</pubDate>
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         <title>Jung - teoria do Arquétipo como inconsciente coletivo / Lévi-Strauss sobre o totemismo</title>
         <author>francosn</author>
         <link>https://padlet.com/francosn/jdklgf1pabk0kd12/wish/1140345941</link>
         <description><![CDATA[<div>jung<br>o animal tem um papel importante nos sonhos, nos mitos e nas coletividades humanas. <br>No conjunto da obra de Jung, toda uma mimese reúne em suas malhas a natureza e a cultura, segundo analogias de proporção onde as séries e seus termos, e sobretudo os animais que ocupam aí uma situação mediana, asseguram os ciclos de conversão natureza-cultura-natureza: os arquétipos como "representações analógicas"  <br> </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-29 12:34:52 UTC</pubDate>
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         <title>Lévi-Strauss sobre o totemismo</title>
         <author>francosn</author>
         <link>https://padlet.com/francosn/jdklgf1pabk0kd12/wish/1140571129</link>
         <description><![CDATA[<div>Existência de parentesco ou de afinidade mística entre um grupo humano (ou pessoa) e um totem.<br><br>Não se trata mais de graduar semelhanças, e de chegar em última instância a uma identificação do Homem e do Animal no seio de uma participação mística. Trata-se de<br>ordenar as diferenças para chegar a uma correspondência das relações, pois o animal, por sua vez, distribui-se segundo relações diferenciais ou oposições distintivas de espécies; e, da mesma forma, o homem, segundo os grupos considerados. <br><br>Nunca um homem pôde dizer: "Eu sou um touro, um lobo...";<br>mas pôde sim dizer: sou para a mulher aquilo que o touro é para uma vaca;<br>sou para um outro homem aquilo que o lobo é para o cordeiro. <br> <br> </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-29 13:45:40 UTC</pubDate>
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         <title>Devir animal</title>
         <author>francosn</author>
         <link>https://padlet.com/francosn/jdklgf1pabk0kd12/wish/1140600842</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Um devir não é uma correspondência de relações. Mas tampouco é ele uma semelhança, uma imitação e, em última instância, uma identificação;</li><li>Devir não é progredir nem regredir segundo uma série. E sobretudo devir não se faz na imaginação;</li><li>Os devires-animais não são sonhos nem fantasmas. Eles são perfeitamente reais;</li><li>O devir-animal do homem é real, sem que seja real o animal que ele se torna; </li><li>devir não é uma evolução, ao menos uma evolução por dependência e filiação. </li><li>O devir nada produz por filiação; toda filiação seria imaginária.</li><li> O devir é sempre de uma ordem outra que a da filiação. Ele é da ordem da aliança. </li><li>O devir é involutivo, a involução é criadora. </li><li>Devir é um rizoma, não é uma árvore classificatória nem genealógica.</li><li>Devir não é certamente imitar, nem identificar-se; nem regredir-progredir; nem corresponder, instaurar relações correspondentes; nem produzir, produzir uma filiação, produzir por filiação. </li><li>Devir é um verbo tendo toda sua consistência; ele não se reduz, ele não nos conduz a "parecer", nem "ser", nem "equivaler", nem "produzir" </li><li>Num devir-animal, estamos sempre lidando com uma matilha, um bando, uma população, um povoamento, em suma, com uma multiplicidade. </li><li>Dizemos que todo animal é antes um bando, uma<br>matilha ...É esse o ponto em que o homem tem a ver com o animal. Não nos tornamos animal sem um fascínio pela matilha, pela <strong>multiplicidade</strong>. Ou a multiplicidade que nos fascina já está em relação com uma multiplicidade que habita dentro de nós? </li><li>Essas multiplicidades de termos heterogêneos, e de co-funcionamento de contágio, entram em certos <em>agenciamentos </em>e é neles que o homem opera seus devires-animais. </li><li>A matilha é ao mesmo tempo realidade animal, e realidade do devir-animal do homem; o contágio é ao mesmo tempo povoamento animal, e propagação do povoamento animal<br>do homem. A máquina de caça, a máquina de guerra, a máquina de crime acarretam toda espécie de devires-animais que não se enunciam no mito e <em>ainda menos no totemismo.</em> </li><li><strong>1º princípio: </strong>matilha e contágio, contágio de matilha, é por aí que passa o devir-animal. </li><li><strong>2º princípio:</strong>  por toda parte onde há multiplicidade, você encontrará também um indivíduo excepcional, e é com ele que terá que fazer aliança para devir-animal.</li><li>. O indivíduo excepcional tem muitas posições possíveis...o<br>anômalo é uma posição ou um conjunto de posições em relação a uma multiplicidade. Os feiticeiros se utilizam então do velho adjetivo "anômalo" para situar as posições do indivíduo  excepcional na matilha. </li><li>Parece mesmo haver contradição: entre a matilha e o solitário; entre o contágio de massa e a aliança preferencial; entre a  multiplicidade pura e o indivíduo excepcional; </li><li>As matilhas, as multiplicidades não param, portanto, de se transformar umas nas outras, de passar umas pelas outras.</li><li>o devir e a multiplicidade são uma só e mesma coisa. Uma multiplicidade não se define por seus elementos, nem por um centro de unificação ou de compreensão. Ela se define pelo número de suas dimensões; ela não se divide, não perde nem ganha dimensão alguma sem mudar de natureza.</li><li>o homem não se torna realmente animal, mas que há no entanto uma realidade demoníaca do devir-ani-mal do homem.</li><li>partes. Tanto que cada indivíduo é uma multiplicidade infinita, e a Natureza inteira uma multiplicidade de multiplicidades perfeitamente individuada.</li><li>Os <strong>afectos</strong> são <strong>devires</strong>. <br>  <br>  <br>  <br> </li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-29 13:52:53 UTC</pubDate>
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         <title>3 espécies de animais</title>
         <author>francosn</author>
         <link>https://padlet.com/francosn/jdklgf1pabk0kd12/wish/1140785217</link>
         <description><![CDATA[<ol><li>os animais individuados, familiares familiais, sentimentais, os animais edipianos, de historinha, "meu" gato, "meu" cachorro; estes nos convidam a regredir, arrastam-nos para uma contemplação narcísica, e a psicanálise só compreende esses animais para melhor descobrir, por trás deles, a imagem de um papai, de uma mamãe, de um irmãozinho.</li><li>os animais com característica ou atributo, os animais de gênero, de classificação ou de Estado, tais como os grandes mitos divinos os tratam, para deles extrair séries ou estruturas, arquétipos ou modelos.</li><li>animais mais demoníacos, de matilhas e afectos, e que fazem multiplicidade, devir, população, conto... </li></ol><div>  <br> <br> </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-29 14:32:35 UTC</pubDate>
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         <title>Homem de Guerra</title>
         <author>francosn</author>
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         <description><![CDATA[<div>O homem de guerra tem<br>todo um devir que implica multiplicidade, celeridade, ubiqüidade,<br>metamorfose e traição, potência de afecto. Os homens-lobos, os homensursos, os homens-feras, os homens de toda animalidade, confrarias secretas,<br>animam os campos de batalha. Mas também as matilhas animais, que servem<br>os homens na batalha, ou que a seguem e dela tiram proveito. E todos juntos<br>espalham o contágio9. Há um conjunto complexo, devir-animal do homem,<br>matilhas de animais, elefantes e ratos ventos e tempestades, bactérias que<br>semeiam o contágio. Um só e mesmo <em>Furor.</em> <br> </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-29 14:48:39 UTC</pubDate>
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         <title>Feiticeiro</title>
         <author>francosn</author>
         <link>https://padlet.com/francosn/jdklgf1pabk0kd12/wish/1141635868</link>
         <description><![CDATA[<div>Os feiticeiros sempre tiveram a posição anômala, na fronteira dos campos ou dos bosques. Eles assombram as fronteiras. Eles se encontram na borda do vilarejo, ou entre dois vilarejos. O importante é sua afinidade com a aliança, com o pacto, que lhes dá um estatuto oposto ao da filiação. Com o anômalo, a relação é de aliança. O feiticeiro está numa relação de aliança<br>com o demônio como potência do anômalo.<br><strong>devir-animal é assunto de feitiçaria:</strong> <br>1) porque ele implica uma primeira relação de aliança como um demônio; <br>2) porque este demônio exerce a função de borda de uma matilha animal na qual o homem passa ou está em devir, por contágio; <br>3) porque este devir implica ele próprio uma segunda aliança, com outro grupo humano; <br>4) porque esta nova borda entre os dois grupos guia o contágio do animal e do homem no seio da matilha.<br>Eles exprimiriam antes grupos minoritários, ou oprimidos, ou proibidos, ou revoltados, ou sempre na borda das instituições reconhecidas, mais secretos ainda por serem extrínsecos, em suma anômicos.<br><br>Então, evidentemente, a política dos devires-animais permanece extremamente ambígua, pois as sociedades, mesmo primitivas, não deixarão de apropriar-se desses devires para caçá-los e reduzi-los a relações de correspondência totêmica ou simbólica.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-29 17:21:32 UTC</pubDate>
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         <title>Spinosa - Plano de consistencias</title>
         <author>francosn</author>
         <link>https://padlet.com/francosn/jdklgf1pabk0kd12/wish/1141842914</link>
         <description><![CDATA[<div>Mas Espinosa procede radicalmente: chegar a elementos que não têm mais nem forma nem função,<br>que são portanto abstratos nesse sentido, embora sejam perfeitamente reais. Distinguem-se apenas pelo movimento e o repouso, a lentidão e a velocidade. Não são átomos, isto é, elementos finitos ainda dotados de forma. Tampouco são indefinidamente divisíveis. São as últimas partes<br>infinitamente pequenas de um infinito atual, estendido num mesmo plano, de<br>consistência ou de composição.<br><br>O plano de consistência da Natureza é como uma imensa Máquina abstrata, no entanto real e individual, cujas peças são os agenciamentos ou os indivíduos diversos que agrupam, cada um, uma infinidade de partículas sob uma infinidade de relações mais ou menos compostas.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-01-29 18:06:44 UTC</pubDate>
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