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      <title>MEMORIAL DO CONVENTO by Davi Souza</title>
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      <description>Trabalho realizado  por Davi de Souza, Martim Ligeiro e Mark Pylypenko da turma 12ºE.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-01-11 11:02:46 UTC</pubDate>
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         <title>D. JOÃO V</title>
         <author>davisouza20211211</author>
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         <description><![CDATA[<div>- Nasceu a 22 de outubro de 1689,<br>- Reinou de 1706 até 1750, período de grande riqueza devido essencialmente ao ouro, diamantes e outros produtos vindos do Brasil,<br>- Faleceu a 31 de julho de 1750,<br><br>Na obra:<br>- Tem 21 anos, quase 22.<br><br>- É infiel a sua esposa (a sua relação com a mesma é retratada como simples comprimento de um dever, sem qualquer laço afetivo) e tem vários filhos bastardos, mas esta preocupado com a falta de descentes legítimos, porque eles os dois ainda não tiveram filhos. Por isso, e influenciado pelo poder da igreja, promete levantar um convento de franciscanos na vila de Mafra, mas só se, no prazo de um ano, a rainha tivesse filhos. A sua pretensão é atendida e o nascimento da princesa Maria Bárbara dá origem ao cumprimento do voto régio.&nbsp;<br><br>- Com o grande poder e riqueza que tinha na altura do seu reinado, conseguiu realizar grandes obras, como o cumprimento da sua promessa da construção do convento em Mafra, que ganhou proporções gigantescas ao longo da construção.&nbsp;<br><br>- Tal como todos os mortais, o rei teme a morte, por isso e por vaidade se precipita na marcação da data de sagração do Convento de Mafra. Isto porque não queria ser apenas, "o rei que mandou fazer e não o que vê feito".<br><br>- É ridicularizado ao longo da obra por ser a figura responsável pela construção do convento, mas na realidade, a única obra que ele edifica, nos seus momentos de lazer, sem qualquer esforço ou risco, numa simples exibição das suas habilidades, é uma miniatura da basílica de S. Pedro de Roma, como se estivesse a brincar com legos.<br><br>- Demonstra ser um devoto fanático, que sacrifica o povo na edificação do convento, para que ele seja construído no curto prazo que marcou, que assiste aos autos-de-fé e que desvia as riquezas pátrias para manter as pombas do clero.&nbsp;<br><br>- Em contradição a sua devoção fanática, D. João V é o monarca vaidoso, que se compara ao próprio Deus, e luxurioso que desrespeita a Igreja ao encontrar-se com as "esposas do Senhor" (as freiras).<br><br>- É o megalómano que desvia as riquezas nacionais para manter uma corte dominada pelo luxo, pela corrupção e pelo excesso.<br><br>- É o rei vaidoso que se equipara a Deus nas suas relações com as religiosas;<br><br>- É o curioso que se interessa pelas invenções do padre Bartolomeu de Gusmão;&nbsp;<br><br>- É o esteta que convida Domenico Scarlatti a permanecer em Portugal;<br><br>- É o homem que teme a morte e que antecipa a sua imortalidade, através da sagração do convento no dia do seu quadragésimo primeiro aniversário.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-26 11:44:19 UTC</pubDate>
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         <title>D. MARIA ANA JOSEFA</title>
         <author>davisouza20211211</author>
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         <description><![CDATA[<div>- Nasceu a 7 de setembro de 1683,<br>- Foi Rainha Consorte de Portugal de 1708 até 1750,<br>- Faleceu a 14 de agosto de 1754.<br><br>Na obra:<br>- A rainha representa a mulher que só através do sonho se liberta da sua condição aristocrática para assumir a sua feminilidade.<br><br>- D. Maria Ana é caracterizada como uma mulher passiva, insatisfeita, que vive um casamento baseado na aparência, na sexualidade reprimida e num falso código ético, moral e religioso.<br><br>- A transgressão onírica é a única expressão da rainha que sucumbe, posteriormente, ao sentimento de culpa.<br><br>- A pecaminosa atração incestuosa que sente por D. Francisco, seu cunhado, conduzem-na a uma busca constante de redenção através da oração e da confissão.<br><br>- A rainha vive num ambiente repressivo, cujas proibições regem a sua existência e para a qual não há fuga possível, a não ser através do sonho, onde pode explorar a sua sensualidade.<br><br>- Consciente da virilidade e da infidelidade do marido (abundam os filhos bastardos), D. Maria assume uma atitude de passividade e de infelicidade perante a vida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-01-26 11:45:03 UTC</pubDate>
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         <title>TEMPO HISTÓRICO | TEMPO DA HISTÓRIA</title>
         <author>davisouza20211211</author>
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         <description><![CDATA[<div>O tempo histórico é a sucessão cronológica dos acontecimentos narrados no romance. Representa o passado histórico do país, durante o século XVIII. O fluir do tempo, mais do que através da recorrência a marcos cronológicos específicos, é sugerido pelas transformações sofridas pelas personagens e por alguns espaços e objetos ao longo da obra.<br><br>As referências cronológicas mais importantes são as seguintes:<br><br>A ação inicia-se em 1711:<br>- Logo no início do romance, podemos inferir que a ação tem início neste ano, através da seguinte referência do narrador: "(. . .) S. Francisco andava pelo mundo, precisamente há quinhentos anos, em mil duzentos e onze (. . .)";<br>- D. João V governa e «ainda não fez vinte e dois anos»;<br>- D. Maria Ana Josefa chegara há mais de dois anos da Áustria;<br>- Blimunda e Baltasar conhecem-se num auto de fé; a mãe de Blimunda (Sebastiana de Jesus) é açoitada e condenada ao degredo.<br><br>Em 1717:<br>- A 17 de novembro, tem lugar a bênção da primeira pedra do Convento de Mafra;<br>- Baltasar e Blimunda regressam a Lisboa e continuam a construir a Passarola do padre Bartolomeu de Gusmão.<br><br>Em 1729:<br>- Celebra-se o casamento de D. José com Mariana Vitória<br>e de Maria Bárbara com o príncipe D. Fernando (VI de Espanha).<br><br>Em 1730:<br>- A 22 de outubro, o dia do quadragésimo primeiro<br>aniversário do rei, realiza-se a sagração do Convento de Mafra.<br><br>A ação termina em 1739:<br>- Morte de Baltasar («Naquele extremo arde um homem a quem falta a mão esquerda»).<br>- No momento em que Blimunda vê Baltasar a ser queimado em Lisboa, num auto-de-fé.<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-02-23 11:00:34 UTC</pubDate>
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         <title>TEMPO DO DISCURSO</title>
         <author>davisouza20211211</author>
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         <description><![CDATA[<div>O tempo do discurso é revelado através da forma como o narrador relata os acontecimentos. Este pode apresentá-los de forma linear, optar por retroceder no tempo em relação ao momento da narrativa em que se encontra ou antecipar situações.<br><br>- As Analepses são os recuos no tempo. Explicam, geralmente, acontecimentos anteriores, contribuindo para a coesão da narrativa. É de assinalar, anteriormente ao ano do início da ação (1711 ), a analepse que explica, em parte, a construção do convento como consequência do desejo expresso, em 1624, pelos franciscanos, de possuírem um convento em Mafra.<br><br>- As Prolepses são as ações futuras. A antecipação de alguns acontecimentos visa os seguintes objetivos: 1º A crítica social - é o caso das prolepses que dão a conhecer as mortes do sobrinho de Baltasar e do infante D. Pedro, de modo a estabelecer o contraste entre os dois funerais, ou a morte de Álvaro Diogo, que viria a cair de uma parede, durante a construção do convento, assim como a informação sobre os bastardos que o rei iria gerar, filhos das freiras que seduzia e 2º A visão globalizante de tempos distintos<br>por parte do narrador (o tempo da história e, num tempo futuro, o do momento da escrita) - cabem aqui as referências aos cravos (outrora, nas pontas das varas dos capelães; muito mais tarde, símbolos da revolução do 25 de abril), a associação entre os possíveis voos da passarola e o facto de os homens terem ido à Lua, no século XX, a alusão ao tipo de diversões que se vivia no século XVII e ao cinema, entre outras.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-02-23 11:21:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>davisouza20211211</author>
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         <description><![CDATA[<div>Muitas vezes, a passagem do tempo é anunciada por situações precisas: "Para D. Maria Ana é que lhe vem chegando o tempo. A barriga não aguenta crescer mais por muito que a pele estique (. . .)", ou por referências temporais que se integram em marcações referenciais, por exemplo:<br><br>• "(...) tendo partido daqui há vinte meses (...)";<br>• "Meses inteiros se passaram desde então, o ano é já outro";<br>• "Entretanto, nasceu o infante D. Pedro (...)";<br>• "Bartolomeu Lourenço foi à quinta de S. Sebastião da Pedreira, três anos inteiros haviam passado desde que partira (. .)”;<br>• "(...) é certo que há seis anos que vivem como marido e mulher (...)";<br>• "(...) se não ficou dito já, sempre são seis anos de casos acontecidos (...)";<br>• "(...) e já vão onze anos passados (...)";<br>• "(...) passaram catorze anos (...)",<br>• "Desde que na vila de Mafra, já lá vão oito anos, foi lançada a primeira pedra da basílica (...)".</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-05 14:36:28 UTC</pubDate>
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         <title>LINGUAGEM E ESTILO</title>
         <author>davisouza20211211</author>
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         <description><![CDATA[<blockquote>“Cada frase, ou discurso, ou o período, cria-se dentro de mim mais como uma fala do que como uma escrita. A possibilidade da espontaneidade, a possibilidade do discurso em linha reta, enfim, a direito, é muito maior do que se eu me colocasse na posição de quem escreve. No fundo, ao escrever estou colocado na posição de quem fala.”</blockquote><div><em>José Saramago, in Conversas, Mário Ventura, Publ. Dom Quixote, 1986<br><br></em>Uma das características mais notórias do estilo de José Saramago é a utilização peculiar da pontuação.<br>Principal marca: nas passagens do discurso<br>direto:<br>- eliminação do travessão e dos dois pontos;<br>- a substituição do ponto de interrogação e de outros sinais de pontuação pela vírgula;<br>- o início de cada fala é apenas assinalado pelas letras maiúscula.<br><br>O Narrador desta obra apresenta irregularidades ao nível de focalização e da demonstração do seu ponto de vista:<br><br>-Ao nível da focalização é sobretudo omnisciente mas as vezes assume o ponto de vista de algumas personagens usando a focalização interna e outras vezes externa, como se fosse só um observador dos acontecimentos.<br><br>Quanto a expressão da opinião as vezes é subjetivos e outras objetivo.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-05 15:06:49 UTC</pubDate>
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         <title>ESPAÇO FÍSICO</title>
         <author>davisouza20211211</author>
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         <description><![CDATA[<div>São dois os espaços físicos nos quais se desenrola a ação: <strong>Lisboa e Mafra</strong>.<br><br></div><ul><li><strong>Lisboa</strong>, enquanto macroespaço, integra outros espaços:<br>- O Terreiro do Paço; local onde Baltasar trabalha num açougue (talho), após a sua chegada a Lisboa. É onde decorre a procissão do Corpo de Deus.<br><br>- O Rossio; Este espaço aparece no início da obra como o local onde decorrem o auto-de-fé e a procissão da Quaresma ou dos penitentes.<br><br>- São Sebastião da Pedreira; trata-se de um espaço relacionado com a passarola do padre Bartolomeu de Gusmão, ligada, assim, ao carácter mítico da máquina voadora. Na época, S. Sebastião da Pedreira era um espaço rural, onde existiam várias quintas que integravam palacetes.<br><br></li><li><strong>Mafra</strong> é o segundo macroespaço.</li></ul><div>- Até à construção do convento, a vida de Mafra decorria na vila velha e no antigo castelo, próximo da igreja de Sto. André.&nbsp;<br><br>- A Vela foi o local escolhido para a construção do convento, que deu lugar à vila nova, à volta do edifício. Nas imediações da obra, surge a "Ilha da Madeira", onde começaram por se alojar dez mil trabalhadores, ascendendo, mais tarde, a quarenta mil.<br><br>- Além de Mafra, são ainda referidos espaços como Pêro Pinheiro, a serra do Barregudo, Monte Junto e Torres Vedras.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-05 15:18:14 UTC</pubDate>
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         <title>ESPAÇO PSICOLÓGICO</title>
         <author>davisouza20211211</author>
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         <description><![CDATA[<div>O&nbsp;espaço psicológico é constituído pelo conjunto de elementos que traduz a interioridade das personagens. Nesta obra, o espaço psicológico é constituído fundamentalmente através de dois processos: os sonhos das personagens, que funcionam como forma de caracterização das mesmas ou que, num processo que lhes confere densidade humana, traduzem relações com as suas vivências; e os seus pensamentos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-05 15:47:42 UTC</pubDate>
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         <title>BALTASAR SETE-SÓIS</title>
         <author>davisouza20211211</author>
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         <description><![CDATA[<div>Baltasar Mateus é um dos membros do casal protagonista da narrativa.<br><br>- Representa a crítica do narrador à desumanidade da guerra, uma vez que participa na Guerra da Sucessão (1704-1712) e, depois de perder a mão esquerda, é excluído do exército.<br><br>- Construído enquanto arquétipo da condição humana, Baltasar Sete-Sóis é um homem pragmático e simples, que assume o papel de demiurgo na construção da passarola (ao realizar o sonho de Bartolomeu de Gusmão).<br><br>- Participa na construção do convento e partilha, através do silêncio, a vida de Blimunda Sete-Luas. Sucumbe às mãos da Inquisição.<br><br><strong>Caracterização física<br></strong><br>- Tem uma "Cara escura e barbada";</div><div>- Olhos cansados;</div><div>- Boca triste;</div><div>- Não tem a mão esquerda, é "Maneta".</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-05 16:11:50 UTC</pubDate>
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         <title>BLIMUNDA SETE-LUAS</title>
         <author>davisouza20211211</author>
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         <description><![CDATA[<div>Blimunda é o segundo membro do casal protagonista da<br>narrativa.<br><br>- Mulher sensual e inteligente, Blimunda vive sem subterfúgios, sem regras que a condicionem e escravizem.<br><br>- Dotada de poderes invulgares, como a mãe, escolhe Baltasar para partilhar a sua vida, numa existência de amor pleno, e liberdade, sem compromissos e sem culpa.<br><br>- Blimunda representa o transcendente e a inquietação constante do ser humano em relação à morte, ao amor, ao pecado e à existência de Deus.<br><br>- O seu dom particular (ecovisão) transfigura esta personagem, aproximando-a da espiritualidade da música de Scarlatti e do sonho de Bartolomeu de Gusmão.<br><br>- Ao visualizar a essência dos que a rodeiam, Blimunda transgride os códigos existentes e perceciona a hipocrisia e a mentira.<br><br><strong>Caracterização física<br></strong><br>- Alta, magra, cabelo claro e os seus olhos mudam de cor.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-05 16:19:29 UTC</pubDate>
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         <title>PADRE BARTOLOMEU (LOURENÇO) DE GUSMÃO</title>
         <author>davisouza20211211</author>
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         <description><![CDATA[<div>O padre Bartolomeu (Lourenço) de Gusmão representa as novas ideias que causavam estranheza na inculta sociedade portuguesa.<br><br>- Estrangeirado, Bartolomeu de Gusmão tornou-se um alvo apetecido do chacota da corte e da Inquisição, apesar da proteção real.<br><br>- Homem curioso e grande orador sacro (a sua fama aproxima-o do padre António Vieira).<br><br>- Bartolomeu de Gusmão evidenciou, ao longo da obra, uma profunda crise de fé, a que as leituras diversificadas e a postura "antidogmática" não serão alheios, numa busca incessante do saber.<br><br>- A sua personagem risível, era conhecido por “Voador”, torna-o elemento catalisador do voo da passarola, conjuntamente com Baltasar e Blimunda.<br><br>- A tríade (B,B,B) corporiza o sonho e o empenho tornados realidade, a par da desgraça, também ela, partilhada (loucura e morte, em Toledo, de Bartolomeu de Gusmão, morte de Baltasar Sete-Sóis no auto-de-fé e solidão de Blimunda).<br><br><strong>Caracterização física<br><br>-</strong> É mais baixo do que o Baltasar e tem um aspeto mais novo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-05 16:30:25 UTC</pubDate>
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         <title>DOMENICO SCARLATTI</title>
         <author>davisouza20211211</author>
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         <description><![CDATA[<div>Scarlatti representa a arte que, aliada ao sonho, permite a cura de Blimunda e possibilita a conclusão do voo da passarola.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-05 16:33:09 UTC</pubDate>
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         <title>O POVO</title>
         <author>davisouza20211211</author>
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         <description><![CDATA[<div>O verdadeiro protagonista de Memorial do Convento é o<br>povo trabalhador.<br><br>- Espoliado, rude, violento, o povo atravessa toda a narrativa, numa construção de figuras que, embora corporizadas por Baltasar e Blimunda, tipificam a massa coletiva e anónima que construiu, de facto, o convento.&nbsp;<br><br>- A crítica e o olhar mordaz do narrador enfatizam a escravidão a que foram sujeitos quarenta mil portugueses, para alimentar o sonho de um rei megalómano ao qual se atribui a edificação do Convento de Mafra.<br><br>- A necessidade de individualizar personagens que representam a força motriz que erigiu o palácio-convento, sob um regime opressivo, é a verdadeira elegia de Saramago para todos aqueles que, embora ficcionais, traduzem a essência de ser português: GRANDES FEITOS, COM GRANDE ESFORÇO E CAPACIDADE DE SOFRIMENTO.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-05 16:37:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O CLERO</title>
         <author>davisouza20211211</author>
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         <description><![CDATA[<div>A crítica subjacente a todo o discurso narrativo enfatiza a hipocrisia e a violência dos representantes do espiritualismo convencional, da religiosidade vazia, baseada em rituais que, ao invés de elevarem o espírito, originam o desregramento, a corrupção e a degradação moral (é relevante, neste contexto, o papel da Inquisição).</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-05 16:51:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Espaço Social</title>
         <author>markpylypenko20131362</author>
         <link>https://padlet.com/davisouza20211211/jcsb9sh6t4n69h64/wish/2508967668</link>
         <description><![CDATA[<div>O espaço social aparece nesta obra a partir de diferentes episódios caracterizadores de diferentes grupos sociais.<br>Destes podemos destacar:<br><br>-A procissão da Quaresma na qual são visíveis excessos praticados durante o Entrudo e brincadeiras carnavalescas mostrando assim a satisfação de prazeres carnais e fazendo uma crítica ao clero<br><br>-A Tourada e os autos-de-fé demonstram os aspetos mais negativos do povo, demonstrando esse a divertir-se a atos de violência e tortura.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-08 17:28:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A LINHA DIAGÉTICA DA CONSTRUÇÃO DO CONVENTO </title>
         <author>martimligeiro20151063</author>
         <link>https://padlet.com/davisouza20211211/jcsb9sh6t4n69h64/wish/2508998282</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Cap. I: D.João V promete construir um convento em Mafra caso tivesse um filho. "(...)pedi que encomendasse vossa majestade a Deus para que lhe desse sucessão(...)se vossa majestade prometesse levantar um convento na vila de Mafra(...)"</li><li>Cap. VIII: É escolhido o local onde vai ficar o convento "El-rei foi a Mafra escolher o sítio onde há de ser levantado o convento. Ficará neste alto a que chamam da Vela(...)"</li><li>Cap. XII: Colocação da primeira pedra do convento "(...)el-rei a inaugurar a obra(...) colocando com as suas reais mãos a primeira pedra."</li><li>Cap. XXI: El-rei manda aumentar o convento para acomodar 300 frades. "Sejam trezentos, não se discute mais, é esta a minha vontade"</li><li>Cap.XXIV: Sagração do convento "(...) D.João V faz quarenta e um anos e vê sagrar o mais prodigioso dos monumentos que em Portugal se levantaram(...)"&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-08 17:50:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>markpylypenko20131362</author>
         <link>https://padlet.com/davisouza20211211/jcsb9sh6t4n69h64/wish/2509023820</link>
         <description><![CDATA[<div>Intertextualidade refere-se à forma como um texto faz referências, citações ou alude a outros textos, e como essas referências criam novos significados dentro da obra. No Memorial podemos destacar referências a autores como:<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-08 18:09:34 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Pares antitéticos</title>
         <author>martimligeiro20151063</author>
         <link>https://padlet.com/davisouza20211211/jcsb9sh6t4n69h64/wish/2509032260</link>
         <description><![CDATA[<div>Um par antitético é um tipo de recurso expressivo que consiste em colocar lado a lado duas palavras ou expressões opostas.<br><br>No Memorial do Convento encontramos como exemplo:<br><br><strong>Humano/sobrenatural</strong><br><br><strong>Religião/Heresia<br></strong><br><strong>Realeza, Nobreza e Clero/Povo</strong><br>José Saramago contrasta a riqueza e o poder da nobreza com a pobreza e a miséria do povo, especialmente os trabalhadores envolvidos na construção do Convento de Mafra. <br><br><strong>Relação contratual (Rei e Rainha) / O Amor Verdadeiro (Baltasar e Blimunda)</strong><br><br><strong>Realidade/Fantástico<br><br>Peso / Leveza</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-08 18:15:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Sol e Lua</title>
         <author>martimligeiro20151063</author>
         <link>https://padlet.com/davisouza20211211/jcsb9sh6t4n69h64/wish/2510748385</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Sol</strong>: representa a força e a própria vida, transformando deste modo a personagem de Baltasar como representante de todo o povo.<br><br><strong>Lua</strong>: Tradicionalmente, a Lua é vista como o princípio passivo do sol por não possuir luz própria. Contudo, a obra desafia esse conceito ao conceder a Blimunda habilidades sobrenaturais que variam conforme as fases da Lua, conferindo-lhe uma importância equiparada à do sol. <br><br><strong>Sol e Lua</strong>: simboliza a união como um todo, porque são o verso e o reverso da mesma realidade, o dia.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-09 18:35:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>NÚMEROS </title>
         <author>martimligeiro20151063</author>
         <link>https://padlet.com/davisouza20211211/jcsb9sh6t4n69h64/wish/2510749222</link>
         <description><![CDATA[<div>Simbolismo das alcunhas – o número <strong>7:<br></strong>Blimunda<em> </em><strong><em>SETE</em></strong>-Luas<strong> e </strong>Baltasar<strong> </strong><strong><em>Sete</em></strong>-Sóis.<br> O Número SETE representa a totalidade do universo em<br>movimento; liga-se ao ciclo lunar (cada fase da lua dura aproximadamente sete dias) e ao ciclo vital (as células humanas renovam-se a cada sete anos; além de representar o descanso do fim da Criação.<br><br>Blimunda passa 7 vezes por Lisboa à procura de Baltasar. Esse número regula os ciclos da vida e da morte na Terra e pode ligar-se à ideia de felicidade, de totalidade, de ordem moral e espiritual.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-09 18:35:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>LUIS DE CAMÕES</title>
         <author>markpylypenko20131362</author>
         <link>https://padlet.com/davisouza20211211/jcsb9sh6t4n69h64/wish/2510762116</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>Memorial do Convento</strong><br><br>"...assim como o homem,<br>bicho da terra, se fez marinheiro<br>por necessidade, por<br>necessidade se fará voador..."<br>(Pg.83)<br><br><strong>Os Lusíadas</strong><br><br>"Que não se arme e se indigne o Céu sereno<br>Contra um bicho da terra tão pequeno?”<br>(Canto I)<br><br><br><strong>Memorial do Convento</strong><br><br>“…mas a este velho de aspeto<br>venerando, ainda que sujo,<br>qualquer criado de cavalariça<br>entende dever resposta …”<br>(Pg. 413)<br><br><strong>Os Lusíadas</strong><br><br>“Mas um velho, d’aspeito venerando,<br>Que ficava nas praias, entre a gente,<br>Postos em nós os olhos, meneando<br>Três vezes a cabeça, descontente,"<br>(Canto IV)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-09 18:45:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>FERNDANDO PESSOA</title>
         <author>markpylypenko20131362</author>
         <link>https://padlet.com/davisouza20211211/jcsb9sh6t4n69h64/wish/2510762986</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Memorial do Convento </strong><br><br>"Em seu trono entre o brilho das estrelas, com seu manto de noite e de solidão, tem aos seus pés o mar novo e as mortas eras, o único imperador&nbsp; que tem, deveras, o globo mundo em sua mão, este tal foi o infante&nbsp;</div><div>D. Henrique, consoante o louvará um poeta por ora ainda não nascido...”&nbsp;</div><div>Pg. 307<br><br><strong>&nbsp;Mensagem</strong><br><br></div><div>O Infante D. Henrique</div><div><br>“Em seu trono entre o brilho das esferas,</div><div>Com seu manto de noite e solidão,</div><div>Tem aos pés o mar novo e as mortas eras – O único imperador que tem, deveras,</div><div>O globo mundo em sua mão.”</div><div><br><strong>Memorial do Convento</strong><br><br>"...noite antiquíssima e<br>idêntica, vem...”<br>Pg. 250<br><br><strong>Álvaro de Campos</strong><br><br>“Vem, Noite antiquíssima e idêntica,<br>Noite Rainha nascida destronada..."<br>(Poesias de Álvaro de Campos)</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-09 18:46:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>NESTE PADLET, ENCONTRARÁS:</title>
         <author>davisouza20211211</author>
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         <description><![CDATA[<div>- Análise do título;<br><br>Categorias da narrativa:<br>- As personagens;<br>- Ação;<br>- Tempo;<br>- Espaço;<br>- Narrador;<br><br>- Intertextualidade;<br><br>- Elementos simbólicos;&nbsp;<br><br>- Diversos;<br><br>- Tarefas;<br><br>- Conclusão;<br><br>- Referências bibliográficas e da web.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-09 22:00:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>davisouza20211211</author>
         <link>https://padlet.com/davisouza20211211/jcsb9sh6t4n69h64/wish/2510954866</link>
         <description><![CDATA[<div>Este trabalho foi realizado pelos alunos: Davi de Souza, Martim Ligeiro e Mark Pylypenko, da turma 12º E.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-09 22:07:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>davisouza20211211</author>
         <link>https://padlet.com/davisouza20211211/jcsb9sh6t4n69h64/wish/2510956184</link>
         <description><![CDATA[<div>Este trabalho foi realizado no âmbito da disciplina de português e tem como objetivo fazer uma esquematização e uma síntese sobre a obra: "MEMORIAL DO CONVENTO", do celebre escritor, JOSÉ SARAMAGO.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-09 22:09:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>PROVÉRBIOS E EXPRESSÕES POPULARES</title>
         <author>davisouza20211211</author>
         <link>https://padlet.com/davisouza20211211/jcsb9sh6t4n69h64/wish/2510968860</link>
         <description><![CDATA[<div>A obra contém diversos provérbios populares, tais como:<br>- "O sol, quando nasce, é para todos." (Cap.III)<br><br>- "Mas tem cada coisa seu tempo." (Cap. VII)<br><br>- "uma mão lava a outra" (Cap. IX)<br><br>- "dai a César o que é de Deus, a Deus o que é de César" (Cap. XIII)<br><br>- "que de loucos todos temos um pouco" (Cap. XVI)<br><br>- "pelo dedo se conhece o gigante" (Cap. XVII)<br><br>- "mas o que nenhuma dúvida tem, é não durar o bem sempre" (Cap. XIX)<br><br>- "o mal e o bem à face vem" (Cap. XXI)<br><br>- "nem sempre galinha, nem sempre sardinha" (Cap. XXII)<br><br>- "é para todos a chuva quando cai" (Cap. XXII)<br><br>- "mas as mulheres não se medem aos palmos" (Cap. XXIII)</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-09 22:28:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;MEMORIAL DO CONVENTO&quot;</title>
         <author>davisouza20211211</author>
         <link>https://padlet.com/davisouza20211211/jcsb9sh6t4n69h64/wish/2510973283</link>
         <description><![CDATA[<div>Podemos analisar o título da obra da seguinte forma:<br><br>"MEMORIAL": É um escrito que relata factos que se pretendem guardar na memória.<br><br>"DO"<br><br>"CONVENTO":&nbsp;<br>- Convento de Mafra; edifício português construído por ordem de D. João V entre 1717 e 1744;<br>- o seu enorme custo foi suportado pelas remessas de ouro e diamantes do Brasil;<br>- arquiteto: João Ludovice (Ludovisi/Ludwig); o conjunto do palácio e convento é marcado pelo barroco e é, ao tempo, um dos maiores da Europa.<br><br>Logo, podemos dizer que "MEMORIAL DO CONVENTO", remete para a memória de "factos" acontecidos na altura da construção do Convento de Mafra e no reinado de D. João V. Na obra, com relatos históricos reais dos acontecimentos que estão ligados com o ficcional, as histórias e acontecimentos criadas pelo autor.&nbsp;<br>Tudo isto com tons críticos e as opiniões do autor. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-09 22:35:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>LINHA DIAGÉTICA DO AMOR</title>
         <author>martimligeiro20151063</author>
         <link>https://padlet.com/davisouza20211211/jcsb9sh6t4n69h64/wish/2512185482</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Amor contratual (Rei e rainha)</strong><br><br>O amor entre o rei e a rainha não é amor genuíno, no sentido que só existe para dar um herdeiro à coroa. Este amor é tão rigoroso que encontramos que o rei visita a rainha duas vezes por semana estritamente "(...)duas vezes por semana cumpre vigorosamente o seu dever real e conjugal, nem a paciência e humildade da rainha que, a mais das preces, se sacrifica a uma imobilidade total."(cap.I)<br>Finalmente, na obra é confirmada a existência de vários filhos bastardos do rei, provando a infidelidade deste. "(...)abundam no reino bastardos da real semente"<br><br><strong>Amor verdadeiro (Baltasar e Blimunda)&nbsp;<br></strong><br>Desde o primeiro encontro dos dois que Blimunda se apaixona por Baltasar. Neste encontro Blimunda diz que nunca vai olhar por dentro de Baltasar, por respeito.<br>Os dois desafiam as normas de "amor " da época, não procurando ter filhos, e ao invés trocam carícias, jogos eróticos,etc.<br><br>No capítulo V, os dois são "casados" por Bartolomeu.<br><br>Depois do desaparecimento de Baltasar no capítulo XXIII, Blimunda continua à procura de Baltasar durante 9 anos, acabando a procura quando encontra Baltasar já morto, mostrando o amor eterno, até depois da morte.  (Cap.XXV "Durante nove anos, Blimunda procurou Baltasar")<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-10 18:11:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A LINHA DIAGÉTICA DA CONSTRUÇÃO DA PASSAROLA</title>
         <author>martimligeiro20151063</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>Cap.VI: Baltasar junta-se a Bartolomeu na construção da passarola "Se Deus é maneta e fez o universo, este homem sem mão pode atar a vela e o arame que hão de voar."</li><li>Blimunda ajuda na construção da passarola ao ver os seus defeitos em jejum, para estes serrem arranjados por Baltasar.</li><li>Cap. XII: Começa a recolha de vontades para a passarola</li><li>Cap. XIII: A passarola está quase construida, Baltasar ainda não está contente com a passarola "Baltasar deu duas voltas à máquina voadora, nada contente de ver o que via(...)"</li><li>Cap.XV: Participação de Domenico Scarlatti na construção da passarola com a música "Trarei para cá um cravo e tocarei para eles e para a passarola, talvez a minha música possa conciliar-se com esse misterioso elemento";</li><li>Conclusão da construção da passarola</li><li>Cap.XVI: Voo prematuro da passarola "Temos de fugir, o Santo Ofício anda à minha procura(...)Vamos fugir na máquina";</li><li>Cap.XVII: O Padre Bartolomeu de Gusmão morre em Espanha;</li><li>Cap.XXIII: Voo inadvertido de Baltasar.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-10 18:18:32 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1: Contextualização histórico-literária</title>
         <author>davisouza20211211</author>
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         <pubDate>2023-03-10 19:27:13 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>martimligeiro20151063</author>
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         <pubDate>2023-03-11 16:20:27 UTC</pubDate>
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         <title>Vídeo: “Memorial do Convento”, de José Saramago</title>
         <author>davisouza20211211</author>
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         <pubDate>2023-03-11 17:40:20 UTC</pubDate>
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         <title>Vídeo: &quot;A crítica de José Saramago ao reinado de D. João V&quot;</title>
         <author>davisouza20211211</author>
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         <pubDate>2023-03-11 17:41:28 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;No reinado de D. João V&quot; - RTP Ensina</title>
         <author>davisouza20211211</author>
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         <pubDate>2023-03-11 17:42:50 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>&quot;Memorial do Escritor, José Saramago&quot; - RTP Ensina</title>
         <author>davisouza20211211</author>
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         <pubDate>2023-03-11 17:44:09 UTC</pubDate>
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         <title>Vídeo: &quot;José Saramago e a «súbita serenidade» de ser Nobel&quot;</title>
         <author>davisouza20211211</author>
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         <pubDate>2023-03-11 17:45:58 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Vídeo: &quot;José Saramago: «um romance meu cresce como uma árvore»&quot;</title>
         <author>davisouza20211211</author>
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         <pubDate>2023-03-11 17:47:25 UTC</pubDate>
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         <title>Vídeo: &quot;José Saramago, biografia do escritor da nova escrita&quot;</title>
         <author>davisouza20211211</author>
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         <pubDate>2023-03-11 17:49:40 UTC</pubDate>
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         <title>A BÍBLIA</title>
         <author>markpylypenko20131362</author>
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         <description><![CDATA[<div>“...Há um tempo para construir e um tempo para destruir...”<strong> <br></strong>Pg. 228</div><div><br>“Atire-lhes a segunda pedra quem não caiu nunca em pecados afins, o mesmo Cristo favoreceu a Pedro e amimou a João, e eram doze os apóstolos. Um dia se averiguará que Judas traiu por ciúme e abandono.”&nbsp;<br>Pg. 377<br><br><em>“... parece não ser mais que uma declaração solene para a história, como aquela, tão conhecida, Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito...” <br>Pg.</em>&nbsp;399</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-11 17:51:00 UTC</pubDate>
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         <title>Ficheiros, PDFs, esquemas, tabelas e power points, disponibilizados na classroom.</title>
         <author>davisouza20211211</author>
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         <pubDate>2023-03-11 18:12:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>davisouza20211211</author>
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         <description><![CDATA[<div>A realização deste trabalho, foi-nos muito útil para uma compreensão mais minuciosa sobre vários aspetos da obra "Memorial do Convento" de José Saramago.<br>Desde à análise do título da obra, aos elementos simbólicos que a mesma contém, descobri-los e destrincar vários aspetos durante a realização do trabalho foi muito interessante.<br>Este trabalho foi um desafio, onde cremos ter conseguido alcançar o que era esperado.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-12 11:52:02 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Tarefa 4: Leitura analítica de um excerto e elaboração de quatro questões e respetivas respostas.</title>
         <author>davisouza20211211</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-03-12 19:23:21 UTC</pubDate>
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         <title>Intertextualidade</title>
         <author>nunesclar</author>
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         <description><![CDATA[<div>Intertextualidade, hipotexto e hipertexto</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-19 17:28:41 UTC</pubDate>
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