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      <title>Doenças transmitidas pela água by Laíza Raffo</title>
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      <description>Práticas de Ciências da Natureza     Laíza Raffo A5</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-08-17 16:54:47 UTC</pubDate>
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         <title>Doenças transmitidas pela água       </title>
         <author>laizaraffo2</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-08-17 17:01:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>laizaraffo2</author>
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         <description><![CDATA[<div>AMEBÍASE</div><div><br></div><div>&nbsp;</div><div><br></div><div>Existem várias espécies de amebas que podem ser encontradas no homem, mas a única espécie patogênica em determinadas condições é a Entamoeba histolytica. A amebíase se dá pela infecção do protozoário (E. histolytica), que pode se beneficiar de seu hospedeiro sem causar benefício ou prejuízo, ou ainda, agir de forma invasora. Neste caso, a doença pode se manifestar dentro do intestino ou fora dele (disseminação para outros órgãos).</div><div><br></div><div>A&nbsp; E. histolytica&nbsp; tem ampla distribuição geográfica, sendo encontrada praticamente em todos os países do mundo e afeta de um modo geral 10% da população mundial.</div><div><br></div><div>&nbsp;Sintomas:</div><div><br></div><div>Seus principais sintomas são desconforto abdominal, que pode variar de leve a moderado, sangue nas fezes, forte diarreia acompanhada de sangue ou mucoide, além de febre e calafrios.</div><div><br></div><div>Nos casos mais graves, a forma trofozoítica do protozoário pode se espalhar pelo sistema circulatório e, com isso, afetar o fígado, pulmões ou cérebro. O diagnóstico breve nestes casos é muitíssimo importante, uma vez que, este quadro clínico, pode levar o paciente à morte.</div><div><br></div><div>Transmissão:&nbsp;</div><div><br></div><div>A amebíase é transmitida ao homem através do consumo de alimentos ou água contaminados por fezes com cistos amebianos, falta de higiene domiciliar e também através da manipulação de alimentos por portadores desse protozoário.</div><div><br></div><div>Uma vez dentro do organismo de seu hospedeiro, o período de incubação varia de 10 dias até um ano.</div><div><br></div><div>Diagnóstico:</div><div><br></div><div>O diagnóstico mais comum se dá pela presença de trofozoítos ou cistos do parasita nas fezes, pelo exame de endoscopia ou proctoscopia, através da análise de abscesso ou cortes de tecido, etc. Quando não tratada, esta doença pode durar anos.</div><div><br></div><div>Prevenção:</div><div><br></div><div>A prevenção se dá através de medidas higiênicas mais rigorosas junto às pessoas que manipulam alimentos, melhorar o saneamento básico, evitar consumir água de fonte duvidosa, higienizar verduras, frutas e legumes antes de consumi-los, lavar bem as mãos antes de manipular qualquer tipo de alimento e, principalmente, após utilizar o banheiro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-17 17:03:57 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>laizaraffo2</author>
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         <description><![CDATA[<div>FEBRE TIFOIDE</div><div><br></div><div>&nbsp;</div><div><br></div><div>A Febre Tifoide é causada pela Salmonella typhi, doença altamente contagiosa de transmissão hídrica e/ou alimentar. Como está relacionada às condições socioeconômicas, é mais comum nos países com saneamento básico precário, nos quais os resíduos humanos podem entrar em contato com fontes de água e com a cadeia de alimentação.</div><div><br></div><div>A transmissão geralmente é indireta e ocorre pela ingestão de água e alimentos, principalmente o leite e derivados contaminados com fezes ou urina de pessoas doentes ou portadoras. Sem tratamento com antibiótico adequado, a doença pode ser fatal em até 15% dos casos.</div><div><br></div><div>&nbsp;</div><div><br></div><div>Manifestações clínicas:</div><div><br></div><div>Os sinais e sintomas clássicos são febre alta, cefaleia (dor de cabeça), mal-estar geral, dor abdominal, anorexia, bradicardia relativa (dissociação pulso/temperatura), constipação ou diarreia, tosse seca, roséolas tíficas (manchas rosadas no tronco – achado raro) e hepatoesplenomegalia (aumento do fígado e baço). Em casos graves pode ocorrer o sangramento intestinal e/ou perfuração intestinal e até o óbito.</div><div><br></div><div>&nbsp;Tratamento:</div><div><br></div><div>O tratamento para febre tifoide pode ser feito com repouso, antibióticos prescritos pelo médico, dieta indicada pelo nutricionista com o mínimo de gordura e calorias e a ingestão de líquidos como água, sucos naturais e chás para hidratar o paciente.</div><div><br></div><div>A internação hospitalar geralmente é necessária nos casos graves da doença para o indivíduo receber antibióticos e soro fisiológico pela veia.</div><div><br></div><div>Prevenção:</div><div><br></div><div>O saneamento básico, o preparo adequado dos alimentos e a higiene pessoal são as principais medidas de prevenção. Em se tratando de alimentos, observar os seguintes aspectos:</div><div><br></div><div>Consuma água tratada.</div><div>Selecione alimentos frescos com boa aparência, e antes do consumo os mesmos devem ser lavados e desinfetados.</div><div>Para desinfecção, os alimentos crus como frutas, legumes e verduras devem ser mergulhados durante 30 minutos em uma solução preparada com 1 colher de sopa de hipoclorito de sódio a 2,5% para cada litro de água tratada.</div><div>Consuma leite e derivados pasteurizados.</div><div>Não utilize alimentos depois da data de vencimento.</div><div>Lave as mãos regularmente:</div><div>– antes, durante e após a preparação dos alimentos;</div><div><br></div><div>– ao manusear objetos sujos;</div><div><br></div><div>– depois de tocar em animais;</div><div><br></div><div>– depois de ir ao banheiro ou após a troca de fraldas;</div><div><br></div><div>– antes da amamentação.</div><div><br></div><div>Lave e desinfete todas as superfícies, utensílios e equipamentos usados na preparação de alimentos.</div><div>Proteja os alimentos e as áreas da cozinha contra insetos, animais de estimação e outros animais (guarde os alimentos em recipientes fechados).</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-17 17:04:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>laizaraffo2</author>
         <link>https://padlet.com/laizaraffo2/jco844gh0zgrl0p3/wish/2664984950</link>
         <description><![CDATA[<div>GIARDÍASE</div><div><br></div><div>&nbsp;É uma parasitose intestinal mais freqüente em crianças do que em adultos e que tem como agente etiológico a Giardia lamblia. Este protozoário flagelado tem incidência mais alta em climas temperados.</div><div><br></div><div>Sintomas:</div><div><br></div><div>A giardíase se manifesta por cólicas intestinais seguidas de diarreia, flatulências, náusea que diminuem de intensidade quando ocorre ingestão de alimentos, perda de apetite e irritabilidade. Raramente observa-se muco ou sangue nas fezes do indivíduo com giardíase. No entanto, possui odor fétido acompanhadas de gases. Em alguns casos o estado agudo da doença pode durar meses levando à má absorção de várias substâncias inclusive vitaminas como as lipossolúveis.</div><div><br></div><div>&nbsp;Contaminação:</div><div><br></div><div>Ocorre quando os cistos maduros são ingeridos pelo indivíduo através da água, alimentos contaminados ou em alguns casos, por meio de mãos contaminadas.</div><div><br></div><div>&nbsp;Tratamento de Giardíase:</div><div><br></div><div>Somente um médico pode dizer qual o medicamento mais indicado para cada caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento. Seguir as orientações médicas é importante para que a infecção não volte. O tratamento também diminui as chances de transmissão da giardíase para outras pessoas. NUNCA se automedique.</div><div><br></div><div>Em casos de diarreia é importante comer pequenas quantidades de comidas leves até que o paciente se sinta melhor. Também é importante se hidratar, principalmente no caso das crianças, onde a desidratação ocorre com mais facilidade.</div><div><br></div><div>&nbsp;Prevenção:</div><div><br></div><div>As medidas de prevenção estão relacionadas às condições básicas de higiene e hábitos de vida, portanto deve-se:</div><div><br></div><div>Só ingerir alimentos bem lavados e/ou cozidos;</div><div>Lavar as mãos antes das refeições e após o uso de sanitários;</div><div>Construção de fossas e redes de esgotos;</div><div>Só beber água filtrada e/ou fervida;</div><div>Tratar as pessoas doentes;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-17 17:05:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>laizaraffo2</author>
         <link>https://padlet.com/laizaraffo2/jco844gh0zgrl0p3/wish/2664986560</link>
         <description><![CDATA[<div>CÓLERA</div><div><br></div><div>&nbsp;</div><div><br></div><div>Doença infecciosa intestinal aguda, causada pela enterotoxina do Vibrio cholerae, cuja transmissão ocorre principalmente pela ingestão de água ou alimentos contaminados por fezes ou vômitos de doente ou portador. Os alimentos e utensílios podem ser contaminados pela água, pelo manuseio ou por moscas. A elevada ocorrência de assintomáticos (portador sadio), em relação aos doentes, torna importante seu papel na cadeia de transmissão da doença. A contaminação pessoa a pessoa é também importante na cadeia epidemiológica.</div><div><br></div><div>&nbsp;&nbsp;</div><div><br></div><div>Sinais e sintomas:</div><div><br></div><div>&nbsp;Pode haver desde infecções inaparentes até diarreia profusa e grave. Além da diarreia, podem surgir vômitos, dor abdominal e, nas formas severas, cãibras, desidratação e choque. Febre não é uma manifestação comum.</div><div><br></div><div>Nos casos graves mais típicos (menos de 10% do total), o início é súbito, com diarreia aquosa, abundante e incoercível, com inúmeras dejeções diárias. A diarreia e os vômitos, nesses casos, determinam uma extraordinária perda de líquidos, que pode ser da ordem de 1 a 2 litros por hora.</div><div><br></div><div>Os quadros leves e as infecções assintomáticas são mais freqüentes do que as formas graves.</div><div><br></div><div>Transmissão:</div><div><br></div><div>O V. cholerae é eliminado pelas fezes ou vômitos de pessoas infectadas, sintomáticas ou não e pode ser transmitido das maneiras a seguir.</div><div><br></div><div>Transmissão direta – maneira mais freqüente e de maior incidência nos surtos. Ocorre, principalmente, pela ingestão de água ou alimentos contaminados.</div><div>Transmissão indireta – ocorre pela contaminação através de objetos contaminados ou pessoa a pessoa, devido, principalmente, à elevada existência de assintomáticos (portadores sadios).</div><div>Tratamento:</div><div><br></div><div>O tratamento fundamenta-se na reposição rápida e completa da água e dos sais perdidos pela diarréia e vômitos. Os líquidos deverão ser administrados por via oral ou parenteral, conforme o estado do paciente.</div><div><br></div><div>Formas leves e moderadas – hidratação oral, com soro de reidratação oral (SRO).</div><div>Formas graves – hidratação venosa + antibioticoterapia, cujo objetivo é reduzir a disseminação da doença e desidratação.</div><div>&nbsp;Prevenção:</div><div><br></div><div>Uma das ações prioritárias é o investimento público para melhoria da infraestrutura dos serviços de abastecimento de água para consumo humano, coleta e tratamento de esgotos e resíduos sólidos, no sentido de prover a população de condições adequadas de saneamento básico, contribuindo para a prevenção, controle e redução dos riscos e casos da doença. Assim, é necessário seguir as orientações expostas abaixo.</div><div><br></div><div>Realizar adequada coleta, acondicionamento, transporte e disposição final dos resíduos sólidos, tanto domésticos quanto das unidades de saúde.</div><div>Garantir o destino e o tratamento adequado dos dejetos, tanto doméstico quanto das unidades de saúde.</div><div>Exercer de forma sistemática a vigilância do V. cholerae nos meios de transporte e terminais portuários, aeroportuários, rodoviários, ferroviários e nas fronteiras de maior risco à entrada do agente etiológico.</div><div>Promover medidas que visem à redução do risco de contaminação de alimentos, em especial no comércio ambulante.</div><div>Estabelecer processos de trabalho para garantir a qualidade dos processos de limpeza, desinfecção e sanitização, especialmente para serviços de saúde e para a área de preparo de alimentos.</div><div>Promover as atividades de educação em saúde.</div><div>Garantir o acesso da população aos serviços de diagnóstico e tratamento.</div><div>Na inexistência de acesso à água potável, realizar o tratamento da água no domicílio utilizando-se a solução de hipoclorito de sódio 2,5%. Na falta da solução de hipoclorito de sódio 2,5%, ferver a água durante 5 minutos. Marcar os 5 minutos após o início da fervura/ebulição. Acondicionar a água em recipientes limpos e hermeticamente fechados.</div><div>Orientar o isolamento entérico de casos sintomáticos em domicílio.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-17 17:07:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>laizaraffo2</author>
         <link>https://padlet.com/laizaraffo2/jco844gh0zgrl0p3/wish/2664987135</link>
         <description><![CDATA[<div>HEPATITES INFECCIOSAS (Hepatite A e E)</div><div><br></div><div>&nbsp;</div><div><br></div><div>As hepatites infecciosas de características hídricas são as hepatites A e E e estão relacionadas às condições de saneamento básico, higiene pessoal, qualidade da água e dos alimentos.</div><div><br></div><div>A hepatite A tem uma distribuição universal, porém desigual entre algumas regiões geográficas e grupos populacionais. É mais comum em crianças e se apresenta de forma benigna. Geralmente após 3 meses o paciente já está recuperado.</div><div><br></div><div>Apesar de não haver forma crônica da doença, há a possibilidade de formas prolongadas e recorrentes, com manutenção das aminotransferases em níveis elevados por vários meses. A forma fulminante, apesar de rara (menos que 1% dos casos), apresenta prognóstico ruim, podendo levar ao óbito. O quadro clínico é mais intenso à medida que aumenta a idade do paciente.</div><div><br></div><div>No caso da hepatite E não há relato de evolução para a cronicidade ou viremia persistente. Em gestantes, porém, a hepatite é mais grave e pode apresentar formas fulminantes. A taxa de mortalidade em gestantes pode chegar a 25%, especialmente no terceiro trimestre, podendo ocorrer em qualquer período da gestação. Também há referências de abortos e mortes intra-uterinas.</div><div><br></div><div>&nbsp;Sinais e sintomas</div><div><br></div><div>Os sinais e sintomas mais freqüentes são cansaço, tontura, enjoo e/ou vômitos, febre, dor abdominal, perda de apetite, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras (esbranquiçadas). Entretanto, nem todas as pessoas infectadas desenvolvem sintomas, ou seja, existem casos de infecção assintomática ou com poucos sintomas (oligossintomática).</div><div><br></div><div>Os sinais e sintomas da hepatite A aparecem entre 15 a 45 dias após o contato com o vírus, enquanto que os da hepatite E costumam aparecer de 14 a 60 dias após a infecção.</div><div><br></div><div>Tratamento</div><div><br></div><div>Não existe tratamento específico para as formas agudas das hepatites virais. Se necessário, apenas tratamento sintomático para náuseas, vômitos e prurido. Como norma geral, recomenda-se repouso relativo até a normalização das aminotransferases. Dieta pobre em gordura e rica em carboidratos é de uso popular, porém seu maior benefício é ser mais agradável ao paladar ao paciente anorético. De forma prática, deve ser recomendado que o próprio paciente defina sua dieta de acordo com seu apetite e aceitação alimentar.</div><div><br></div><div>A única restrição está relacionada à ingestão de álcool, que deve ser suspensa por no mínimo seis meses. Medicamentos não devem ser administrados sem a recomendação médica para que não agravem o dano hepático. As drogas consideradas “hepatoprotetoras”, associadas ou não a complexos vitamínicos, não têm nenhum valor terapêutico.</div><div><br></div><div>Prevenção</div><div><br></div><div>Ainda não existem vacinam para as Hepatites A e E por isso as medidas de prevenção incluem cuidados de higiene redobrados quando se viaja para zonas onde a doença é comum. Não se deve consumir água nem gelo que possam provir de locais contaminados, sendo melhor optar por beber água engarrafada e selada. As frutas e os vegetais só devem ser consumidos depois de cozinhados e desaconselha-se a ingestão de marisco cru, no nosso caso peixe cru.</div><div><br></div><div>O contágio pessoa a pessoa é menos freqüente na hepatite E do que na hepatite A e não está provada a possibilidade de contágio sexual, mas deve ter-se em atenção os contatos oro-anais.</div><div><br></div><div>O cloro é o elemento químico que tem sido utilizado com sucesso na desinfecção das águas públicas nas zonas onde se registraram epidemias. Os desinfectantes à base de iodo também já provaram ser capazes de destruir o vírus.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-17 17:08:14 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>laizaraffo2</author>
         <link>https://padlet.com/laizaraffo2/jco844gh0zgrl0p3/wish/2664992743</link>
         <description><![CDATA[<div>Esquistossomose</div><div><br></div><div>Também conhecida como barriga d’água, a esquistossomose é uma doença que pode ter sérias complicações. Isso porque os vermes platelmintos do gênero Schistosoma, agentes causadores da infecção, vivem nas veias de importantes órgãos — como o intestino e o fígado. Esses vasos podem se romper com a presença dos parasitas, o que acarreta sérios sintomas, como aumento do volume abdominal, diarreia e sangue nas fezes.</div><div><br></div><div>Se as fezes de um doente forem lançadas em algum curso de água doce, ovos do parasita serão liberados e poderão se desenvolver em larvas. A transmissão da esquistossomose ocorre por meio da penetração ativa da larva cercária na pele de pessoas que entram em contato com água contaminada.</div><div><br></div><div>O desenvolvimento da larva cercária, que ocorre dentro de caracóis do gênero Biomphalaria, é uma fase importante do ciclo do esquistossomo. Dessa forma, além de evitar entrar em contato com águas suspeitas, o controle do caramujo hospedeiro também faz parte das ações de prevenção contra a esquistossomose.<br><br>Prevenção:<br>A prevenção da esquistossomose consiste em evitar o contato com águas onde existam os caramujos hospedeiros intermediários infectados. O controle da esquistossomose é baseado no tratamento coletivo de comunidades de risco, acesso a água potável e saneamento básico e educação em saúde.<br><br>Sintomas:<br>No entanto, nessa fase, o paciente infectado por esquistossomose pode apresentar diversos sintomas, como:</div><div>Febre;</div><div>Dor de cabeça;</div><div>Calafrios;</div><div>Suores;</div><div>Fraqueza;</div><div>Falta de apetite;</div><div>Dor muscular;</div><div>Tosse;</div><div><br>Diagnóstico:<br>A transmissão da esquistossomose ocorre quando o indivíduo, hospedeiro definitivo, infectado elimina os ovos do verme por meio das fezes humanas. Em contato com a água, os ovos eclodem e liberam larvas que infectam os caramujos, hospedeiros intermediários que vivem nas águas doces.</div><div><br>Causa:<br>É uma doença parasitária, diretamente relacionada ao saneamento precário, causada pelo Schistosoma mansoni. A pessoa adquire a infecção quando entra em contato com água doce onde existam caramujos infectados pelos vermes causadores da esquistossomose.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-17 17:15:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>laizaraffo2</author>
         <link>https://padlet.com/laizaraffo2/jco844gh0zgrl0p3/wish/2665001104</link>
         <description><![CDATA[<div>Leptospirose</div><div><br></div><div>Causa: A leptospirose é uma doença causada por uma bactéria que pode estar presente em urina dos ratos de esgotos, ou de outros animais infectados como cães e gatos, que penetra no corpo através do contato dos excrementos destes animais ou da água contaminada com a pele ferida ou mucosas, como olhos, nariz.</div><div><br></div><div>Principais sintomas: Os principais sintomas de leptospirose são febre alta, dor de cabeça, dor no corpo, perda de apetite, vômito, diarreia e calafrios. Saiba reconhecer outros sintomas da leptospirose.</div><div><br></div><div>Como é o tratamento: O tratamento para a leptospirose deve ser orientado pelo médico, sendo normalmente recomendado o uso de antibiótico para combater a bactéria e analgésicos para aliviar a dor e a febre.&nbsp;</div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-17 17:26:04 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>laizaraffo2</author>
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         <description><![CDATA[<div>Dengue</div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div>O que é?</div><div><br></div><div>É uma doença infecciosa febril aguda, que pode se apresentar de forma benigna ou grave, dependendo de alguns fatores, entre eles: o vírus envolvido, infecção anterior pelo vírus da dengue e fatores individuais como doenças crônicas (diabetes, asma brônquica, anemia falciforme).</div><div><br></div><div>Qual o microrganismo envolvido?</div><div><br></div><div>O vírus do dengue pertence à família dos flavivírus e é classificado no meio científico como um arbovírus, os quais são transmitidos pelos mosquitos Aedes aegypti. São conhecidos quatro sorotipos: 1, 2, 3 e 4.</div><div><br></div><div>Quais os sintomas?</div><div><br></div><div>O doente pode apresentar sintomas como febre, dor de cabeça, dores pelo corpo, náuseas ou até mesmo não apresentar qualquer sintoma. O aparecimento de manchas vermelhas na pele, sangramentos (nariz, gengivas), dor abdominal intensa e contínua e vômitos persistentes podem indicar um sinal de alarme para dengue hemorrágica. Esse é um quadro grave que necessita de imediata atenção médica, pois pode ser fatal.</div><div><br></div><div>É importante procurar orientação médica ao surgirem os primeiros sintomas, pois as manifestações iniciais podem ser confundidas com outras doenças, como febre amarela, malária ou leptospirose e não servem para indicar o grau de gravidade da doença.</div><div><br></div><div>Todos os quatro sorotipos de dengue 1, 2, 3 e 4 podem produzir formas assintomáticas, brandas e graves, incluindo fatais. Deve-se levar em consideração três aspectos:</div><div><br></div><div>1. Todos os quatro sorotipos podem levar ao dengue grave na primeira infecção, porém com maior freqüência após a segunda ou terceira, sem haver diferença estatística comprovada se após a segunda ou a terceira infecção;</div><div>2. Existe uma proporção de casos que têm a infecção subclínica, ou seja, são expostos à picada infectante do mosquito Aedes aegypti mas não apresentam a doença clinicamente, embora fiquem imunes ao sorotipo com o qual se infectaram; isso ocorre com 20 a 50% das pessoas infectadas;</div><div>3. A segunda infecção por qualquer sorotipo do dengue é predominantemente mais grave que a primeira, independentemente dos sorotipos e de sua seqüência. No entanto, os sorotipos 2 e 3 são considerados mais virulentos.</div><div><br></div><div>É importante lembrar que muitas vezes a pessoa não sabe se já teve dengue por duas razões: uma é que pode ter tido a infecção subclínica (sem sinais e sem sintomas), e outra é pelo fato da facilidade com que o dengue, principalmente nas formas brandas, pode confundir-se com outras viroses febris agudas.</div><div><br></div><div>Como se transmite?</div><div><br></div><div>A doença é transmitida pela picada da fêmea do mosquito Aedes aegypti. Não há transmissão pelo contato direto com um doente ou suas secreções, nem por meio de fontes de água ou alimento.</div><div><br></div><div>Como tratar?</div><div><br></div><div>Todas as pessoas com febre de menos de sete dias durante uma epidemia ou por casos suspeitos de dengue, cuja evolução não é possível predizer, devem procurar tratamento médico onde algumas rotinas estão estabelecidas para o acompanhamento, conforme a avaliação clínica inicial e subseqüente, quanto a possibilidade de evolução para gravidade. A hidratação oral (com água, soro caseiro, água de coco), ou venosa, dependendo da fase da doença, é a medicação fundamental e está indicada em todos os casos em abundância. Não devem ser usados medicamentos à base de ácido acetil salicílico e antiinflamatórios, como aspirina e AAS, pois podem aumentar o risco de hemorragias.</div><div><br></div><div>Como se prevenir?</div><div><br></div><div>A melhor forma de se evitar a dengue é combater os focos de acúmulo de água, locais propícios para a criação do mosquito transmissor da doença. Para isso, é importante não acumular água em latas, embalagens, copos plásticos, tampinhas de refrigerantes, pneus velhos, vasinhos de plantas, jarros de flores, garrafas, caixas d´água, tambores, latões, cisternas, sacos plásticos e lixeiras, entre outros.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-17 17:28:23 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>laizaraffo2</author>
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         <description><![CDATA[<div>EHEC – E.coli Enterohemorrágica: Causa grave diarreia e síndrome hemolítica urêmica</div><div><br></div><div>A E.coli Enterohemorrágica é uma cepa que também se comporta de modo semelhante à bactéria Shigella, sendo capaz de produzir uma toxina altamente agressiva que leva à colite hemorrágica. O quadro da E.coli Enterohemorrágica é também de diarreia sanguinolenta e intensa dor abdominal, porém, com um fator agravante: esta cepa de Escherichia coli pode levar a um quadro de síndrome hemolítica urêmica, uma complicação grave que cursa com anemia e queda das plaquetas por destruição maciça das mesmas, além de insuficiência renal aguda (leia: INSUFICIÊNCIA RENAL AGUDA | Sintomas e tratamento) que em muitos casos requer a realização de hemodiálise (leia: HEMODIÁLISE | Como funciona, cateter e fístulas).</div><div><br></div><div>A E.coli Enterohemorrágica é frequentemente a responsável por surtos de grave intoxicação alimentar, levando até à morte de alguns pacientes. Somente no ano de 2011 foram descritos 3 grandes surtos de infecção por E.coli Enterohemorrágica, dois nos EUA (em Março e Abril) e um muito noticiado em Junho na Alemanha, com pelo menos 520 casos e 11 mortes.<br><br>Como evitar contaminação pela Escherichia coli?</div><div><br></div><div>No caso da infecção urinária a contaminação ocorre quando bactérias das fezes alcançam a entrada da uretra. Isto pode se dar durante o ato sexual, principalmente se houver relação anal precedendo a vaginal, por descuido na higiene após evacuação, por ducha vaginal, etc. No texto sobre cistite (CISTITE | Sintomas e Tratamento) explicamos com detalhes como evitar a infecção urinária.</div><div><br></div><div>Em relação às diarreias causadas por cepas mais virulentas da E.coli, a transmissão pode se dar dos seguintes modos:</div><div><br></div><div>Entre humanos: é uma forma pouco comum e se dá por pessoas contaminadas que não lavam as mãos após evacuarem.É mais comum em creches e asilos.</div><div>Por contato com animais: geralmente ocorre em fazenda após contato com gado ou porcos sem a devida higienização das mãos.</div><div>Por alimentos: É a forma mais comum. Como a E.coli costuma ficar no alimento por alguns dias antes deste ser ingerido, há tempo das bactérias se multiplicarem. Quanto maior a quantidade de bactéria ingerida, maior as chances de intoxicação alimentar. A contaminação imediatamente antes do consumo por mãos contaminadas (geralmente do cozinheiro) também é possível.</div><div>Dicas para prevenção da E.coli:</div><div><br></div><div>Lave bem as frutas e verduras antes de consumi-las.</div><div>Evite comer carnes mal passadas (o cozimento mata a E.coli).</div><div>Não consuma leites ou sucos em caixa que estejam fora da geladeira há muito tempo após abertos.</div><div>Lave bem as mãos antes de preparar alimentos ou após ir ao banheiro.</div><div>Lave bem as mãos após contato com animais, principalmente porcos e vacas.</div><div>Lave bem os talheres que foram usados para cortar alimentos crus.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-17 17:32:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>laizaraffo2</author>
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         <description><![CDATA[<div>Toxoplasmose</div><div><br></div><div>A toxoplasmose é uma doença causada por um protozoário. Ela é transmitida por meio da ingestão de água e alimentos contaminados por fezes de animais portadores do micro-organismo ou pelo consumo de alimentos mal lavados.</div><div><br></div><div>Para prevenir a transmissão dessa doença de veiculação hídrica, é importante manter alguns hábitos de higiene, como lavar bem os alimentos e consumir água de qualidade atestada.</div><div><br></div><div>prevenção: Lave bem as frutas e legumes corretamente e com água adequadamente tratada antes de comê-las, antes mesmo de descascar; Limpe as superfícies de cozimento e os utensílios após contato com frutas ou legumes não lavados; A lavagem adequada de verduras, frutas e legumes inclui a escovação dos alimentos.<br><br>tratamento: Como é o tratamento da toxoplasmose?</div><div>Antibióticos: o medicamento mais comum usado para tratar a toxoplasmose é a sulfadiazina, geralmente combinada com a pirimetamina. ...</div><div>Anti-inflamatórios: se a toxoplasmose afetar a retina, pode ser necessário o uso de medicamentos anti-inflamatórios para reduzir a inflamação.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-17 17:36:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>laizaraffo2</author>
         <link>https://padlet.com/laizaraffo2/jco844gh0zgrl0p3/wish/2665011317</link>
         <description><![CDATA[<div>Rotavírus</div><div><br></div><div>O rotavírus é um importante agente transmissor de gastroenterite. A doença tem transmissão hídrica e por alimentos contaminados. O contato entre pessoas saudáveis e contaminadas também é um fator de extrema importância para a disseminação da patologia, afetando indivíduos que trabalham em espaços fechados como hospitais, creches e escolas.</div><div><br></div><div>O rotavírus se aloja no trato gastrointestinal e nas fezes infectadas de animais e seres humanos. Em países de clima tropical, a sazonalidade da doença é pouco definida, ocorrendo casos o ano inteiro.<br><br>tratamento: Rotarix, para o que é indicado e para o que serve? Rotarix® ajuda a proteger seu filho contra gastroenterite (diarreia e vômito) causada pela infecção por rotavírus. A infecção por rotavírus é a causa mais comum de diarreia grave em lactentes e pré-escolares.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-17 17:38:41 UTC</pubDate>
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