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      <title>Filosofia - Tipos de conhecimento by Rodrigo Ferreira da Cunha</title>
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      <description>Terceiro 01 - esportes</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-04-23 11:16:03 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 1 - Conhecimento Empírico (John Locke)</title>
         <author>rodrigofcunha2</author>
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         <description><![CDATA[<p><em>O QUE É O CONHECIMENTO ADQUIRIDO ATRAVES DA EEXPERIÊNCIADOS ,SENTINDOS ,DA PRÁTICA</em></p><p><br></p><p>Parte de um conhecimento popular, que tem origem nas observações do cotidiano. Muitas vezes, é um conhecimento que vem de uma experiência particular que se assume como uma verdade universal e coletiva.</p><p>Um exemplo é um agricultor que, sem estudar sobre o assunto, sabe exatamente quando plantar e colher cada vegetal. Isso porque aprendeu com os resultados de plantios e colheitas anteriores.</p><p><br></p><p>Muitas vezes, o conhecimento empírico é aquele saber transferido de geração em geração.</p><p>Por exemplo, colocar um pedacinho de algodão na testa do bebê para fazer parar o soluço. Você já ouviu isso?</p><p>É um conhecimento que minha avó passou para minha mãe. Espalhou por toda família. Minha avó, com certeza, aprendeu com sua avó. E aí por diante. Esse é um saber empírico.</p><p>Afinal de contas, não existe comprovação científica – nem mesmo (que eu saiba) uma pesquisa – que garante que utilizar o algodão realmente resolve.</p><p>É, contudo, um conhecimento a partir de simples observação. Ou seja: é apenas uma dedução. Por esse motivo, é passível de erro.</p><p>Sarah Fia,Maria Clara Zanelato,Lara zanelato,Rodrigo Cunha, Maria Eduarda Frandolozzo e Laiane Zardo</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-23 11:17:22 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 2 - Conhecimento Científico (René Descartes)</title>
         <author>rodrigofcunha2</author>
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         <description><![CDATA[<p>O conhecimento científico é fruto da busca incessante do homem pela compreensão do mundo por meio da ciência, que tem sua própria metodologia de pesquisa. E, por ser esse instrumento de investigação, se torna uma ferramenta poderosa para desvendar os mistérios da natureza, da sociedade, do ser humano e até mesmo do passado do planeta.</p><p><br></p><p>A principal teoria de René Descartes, também conhecida como <strong>racionalismo cartesiano</strong>, defende que a razão é a fonte principal do conhecimento, e que a verdade pode ser encontrada através da reflexão e do raciocínio. Ele propôs o método da dúvida, que consiste em questionar e duvidar de tudo para chegar a verdades indubitáveis.&nbsp;</p><p><br></p><p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-23 11:17:30 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 3 - Conhecimento Filosófico (Descartes e Kant)</title>
         <author>rodrigofcunha2</author>
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         <description><![CDATA[<p>"Saber que nasce da reflexão, da dúvida e da crítica"</p><p><br/></p><p>René Descartes: Sua abordagem à filosofia destaca a supremacia da razão como a principal fonte de conhecimento, colocando-a acima das experiências sensoriais e dos testemunhos tradicionais que muitas vezes nos guiam em nosso dia a dia. Seu exercício de dúvida é um exemplo claro disso. Para Descartes, era a razão, e não a experiência, que detinha a chave para o verdadeiro e indubitável conhecimento.</p><p>"Penso, logo existo".</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-23 11:17:38 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 4 - Conhecimento Religioso (Agostinho de Hipona e Tomás de Aquino)</title>
         <author>rodrigofcunha2</author>
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         <description><![CDATA[<p>Racionalismo e empirismo são duas correntes filosóficas que explicam a origem do conhecimento de formas diferentes. O racionalismo valoriza a razão, a dedução lógica e acredita que alguns conhecimentos religiosos são inatos ou podem ser demonstrados por argumentos racionais, como fizeram Descartes e Leibniz. Já o empirismo valoriza a experiência sensorial, a observação e a interpretação das vivências, como defendiam Locke e Hume, considerando que o conhecimento religioso vem da vivência e do contexto cultural. No contexto religioso, o racionalismo busca provas racionais para a fé, enquanto o empirismo foca na experiência e na interpretação das vivências. Ambos oferecem perspectivas distintas, mas complementares, sobre a origem do conhecimento religioso.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-23 11:17:52 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 5 - Conhecimento Intuitivo (Criticismo de Kant)</title>
         <author>rodrigofcunha2</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-23 11:17:58 UTC</pubDate>
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         <title>Componentes do padlet</title>
         <author>rodrigofcunha2</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigofcunha2/jb2mcfk42ybn7847/wish/3431539210</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>Hugo, Lara A ,Laisa, Sofia, Artur, André, Giovanna, Gabriely, Alice e leandro.    grupo 4.</p></li><li><p>Esther, Diogo, Cleo, Mikaely e Vitória. Grupo 5</p></li><li><p>Sarah,Maria Clara,Lara Z,Rodrigo,Maria eduarda e Laiane-Grupo 1</p></li><li><p>Eloisa, Raissa, Erick, Pedro Henrique, Lucas, Gusthavo - Grupo 2</p></li><li><p>Thiago, Júlia, Anny e Emeli. Grupo 3</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-30 11:18:36 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 2 - Conhecimento Científico </title>
         <author>rodrigofcunha2</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigofcunha2/jb2mcfk42ybn7847/wish/3431539736</link>
         <description><![CDATA[<p>O conhecimento científico é fruto da busca incessante do homem pela compreensão do mundo por meio da ciência, que tem sua própria metodologia de pesquisa. E, por ser esse instrumento de investigação, se torna uma ferramenta poderosa para desvendar os mistérios da natureza, da sociedade, do ser humano e até mesmo do passado do planeta.</p><p>Por exemplo, a descoberta da teoria da gravidade por Isaac Newton, que explicou por que os objetos caem e como os planetas se movem. Outra conquista importante foi a descoberta da estrutura do DNA por Watson e Crick, que revolucionou a biologia e a medicina. Além disso, o desenvolvimento da teoria da relatividade por Albert Einstein abriu novas perspectivas sobre o espaço e o tempo. Essas são apenas algumas das muitas conquistas que mostram como o conhecimento científico evolui e nos ajuda a compreender melhor o universo!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-30 11:19:14 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 3 - As ideias de Kant e a liberdade</title>
         <author>rodrigofcunha2</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigofcunha2/jb2mcfk42ybn7847/wish/3431541973</link>
         <description><![CDATA[<p>O criticismo kantiano, desenvolvido por Immanuel Kant, é uma metodologia filosófica que se caracteriza pela crítica e análise dos fundamentos do conhecimento, buscando estabelecer os limites e a possibilidade do conhecimento racional. Essa abordagem desafia tanto o racionalismo como o empirismo, defendendo que o conhecimento é construído através da interação entre a experiência e as estruturas a priori do sujeito.</p><p>"Não se pode aprender Filosofia alguma. [...] Só se pode aprender a filosofar, isto é, exercitar o talento da razão na observância de seus princípios universais".</p><p><br></p><p><strong>Kant</strong> afirma que ser livre é agir conforme a razão e os princípios morais. A reflexão crítica sobre a liberdade pergunta: somos realmente livres ou influenciados por fatores sociais, econômicos e culturais?</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-30 11:21:22 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 1 -Jonh Locke e o conhecimento empirico</title>
         <author>rodrigofcunha2</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigofcunha2/jb2mcfk42ybn7847/wish/3431545015</link>
         <description><![CDATA[<p>Foi um <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Fil%C3%B3sofo">filósofo</a> inglês conhecido como o "pai do <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Liberalismo">liberalismo</a>",sendo considerado o principal representante do <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Empirismo">empirismo</a> britânico e um dos principais teóricos do <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Contrato_social">contrato social</a>.</p><p>John Locke nasceu em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Somerset">Somerset</a> em 1632, e morreu em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Essex">Essex</a> em 1704, com 72 anos. Era filho de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Puritanismo">puritanos</a> e seu pai serviu como <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Clero">clérigo</a> e capitão da cavalaria nas forças parlamentares durante a <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_Civil_Inglesa">Guerra Civil Inglesa</a>. Não se sabe muito a respeito da educação inicial de John Locke mas, em 1647, ingressa como bolsista na <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="new" href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Westminster_School&amp;action=edit&amp;redlink=1">Westminster School</a>, com a ajuda dos Popham, uma família <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Parlamentar">parlamentar</a> poderosa com quem seu pai lutou ao lado no decorrer da Guerra Civil. Locke estudou <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Medicina">Medicina</a>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ci%C3%AAncias_naturais">Ciências Naturais</a> e <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia">Filosofia</a> em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Universidade_de_Oxford">Oxford</a>, principalmente as obras de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Francis_Bacon">Bacon</a> e <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="mw-redirect" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Descartes">Descartes</a>. Formou-se em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Medicina">medicina</a> em 1675, tendo se dedicado a <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Bot%C3%A2nica">botânica</a>. Além disso, na questão dos debates dentro da universidade, Locke sentia-se frustrado com os discursos sobre leis e política. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/John_Locke#cite_note-7"><sup>[7]</sup></a></p><p>Essa frustração ocorre até que, em 1666, Anthony Ashley Cooper, o <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="new" href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Conde_de_Shaftesbury&amp;action=edit&amp;redlink=1">conde de Shaftesbury</a>, rico em terras e investimentos, vai a Oxford buscando tratar-se da <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Equinococose">hidátide</a>, e acaba se tornando grande amigo de Locke. Este encontro resultou em uma grande mudança para a vida dele que, um ano depois, foi morar com o conde. Shaftesbury, entre 1667 e 1683, foi líder da oposição ao <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Carlos_II_de_Inglaterra">rei Carlos II</a> no Parlamento e, por conseguinte, John Locke também o era. A partir de então, o Conde contrata Locke para escrever registros e negociações, resultando em um maior conhecimento sobre questões de <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Estado">Estado</a>, e também mantendo contato com textos relacionados ao poder político e aos direitos do povo. John Locke também passou a ser tutor do neto de Anthony Ashley, que viria a ser o <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Anthony_Ashley-Cooper,_3.%C2%BA_Conde_de_Shaftesbury">3.º conde de Shaftesbury</a>, cuidando da educação <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Aristocracia">aristocrática</a> da família - e continuou o sendo até depois do falecimento de seu amigo Shaftesbury. Em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1683">1683</a>, refugiou-se nos <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pa%C3%ADses_Baixos">Países Baixos</a> ao ser acusado de traição junto ao seu mentor politico, o conde de Shaftesbury, e passou a viver em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Roterd%C3%A3o">Rotterdam</a>, na casa de seu amigo Benjamin Furly. Voltou à <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Inglaterra">Inglaterra</a> quando <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Guilherme_III_de_Inglaterra">Guilherme de Orange</a> subiu ao trono, em <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1688">1688</a>. Em 1689–1690 publicou as suas primeiras obras: <em>Carta Sobre a Tolerância, Ensaio Sobre o Entendimento Humano, e os Dois Tratados Sobre o Governo Civil.</em> Faleceu em 28 de outubro de 1704, com 72 anos. Assim, muitos dos ideais de Locke foram construídos a partir desta amizade com Anthony Ashley Cooper, e boa parte de suas obras foram publicadas anonimamente. A partir de 1691, Locke viveu em <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="new" href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Oates,_Inglaterra&amp;action=edit&amp;redlink=1">Oates,</a> uma mansão <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Casa_de_Tudor">Tudor</a> localizada em Essex, onde faleceu, em 28 de outubro de 1704, com 72 anos. Locke nunca se casou ou teve filhos. Encontra-se sepultado em <em>All Saints Churchyard</em>, <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="new" href="https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=High_Laver&amp;action=edit&amp;redlink=1"><em>High Lave</em></a><em>, </em><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Essex"><em>Essex</em></a><em> na Inglaterra.</em> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/John_Locke#cite_note-8"><sup>[8]</sup></a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-30 11:24:38 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 3 - A visão de Sócrates sobre Justiça, bem e mal</title>
         <author>rodrigofcunha2</author>
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         <description><![CDATA[<p>Sócrates esclarece que a justiça é um relacionamento. Um relacionamento entre indivíduos depende do tipo de organização social em que vivem. Na filosofia, a <strong>justiça</strong> é mais do que seguir leis — é buscar o que é certo e justo para todos. </p><p><br/></p><p>O que é o <strong>bem</strong>? O que é o <strong>mal</strong>? </p><p>Essas perguntas acompanham a humanidade desde os tempos antigos. Para <strong>Sócrates</strong>, o bem está ligado ao conhecimento — quem conhece o bem, age bem.</p><p>"<strong>O homem faz mal porque não sabe o que é bem”</strong></p><p>Para Sócrates, não existia a “fraqueza de vontade”, <strong>logo, de posse das informações corretas o homem escolheria fazer o bem e não o mal.</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-30 11:27:36 UTC</pubDate>
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         <title>Biografia Jonh Locke</title>
         <author>rodrigofcunha2</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-30 11:28:16 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 1 - *O contrato social de Locke*</title>
         <author>rodrigofcunha2</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigofcunha2/jb2mcfk42ybn7847/wish/3431549724</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" class="md-crosslink " href="https://www.britannica.com/biography/John-Locke">Locke</a> (no segundo dos<a rel="noopener noreferrer nofollow" class="md-crosslink " href="https://www.britannica.com/topic/Two-Treatises-of-Government"><em>Dois Tratados sobre o Governo</em></a> , 1690) diferia de Hobbes na medida em que concebia o estado de natureza não como uma condição de completa liberdade, mas sim como um estado no qual os humanos, embora livres, iguais e independentes, são obrigados, sob a<a rel="noopener noreferrer nofollow" class="md-crosslink autoxref " href="https://www.britannica.com/topic/law-of-nature"> lei da natureza</a> , a respeitar os direitos uns dos outros à vida, à liberdade e<a rel="noopener noreferrer nofollow" class="md-crosslink " href="https://www.britannica.com/money/property-legal-concept"> à propriedade</a> . Os indivíduos, no entanto, concordam em formar uma comunidade (e, assim, abandonar o estado de natureza) para instituir um poder imparcial capaz de arbitrar disputas e reparar danos. Consequentemente, Locke sustentava que a obrigação de obedecer ao governo civil sob o contrato social estava condicionada à proteção dos direitos naturais de cada pessoa, incluindo o direito à propriedade privada.<a rel="noopener noreferrer nofollow" class="md-dictionary-link md-dictionary-tt-off mw" href="https://www.merriam-webster.com/dictionary/Sovereigns"> Soberanos</a> que violassem esses termos poderiam ser justificadamente depostos.</p><p>Locke assim enunciou um dos princípios fundamentais do <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="md-crosslink " href="https://www.britannica.com/topic/liberalism">liberalismo</a> político : que não pode haver sujeição ao poder sem consentimento — embora, uma vez fundada a sociedade política, os cidadãos sejam obrigados a aceitar as decisões da maioria de seus membros. Tais decisões são tomadas em nome da maioria pelo <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="md-crosslink autoxref " href="https://www.britannica.com/topic/legislature">legislativo</a> , embora o poder supremo de escolha do legislativo recaia sobre o povo; e mesmo os poderes do legislativo não são absolutos, porque a lei da natureza permanece como um padrão permanente e como um princípio de proteção contra a autoridade <a rel="noopener noreferrer nofollow" class="md-dictionary-link md-dictionary-tt-off eb" href="https://www.britannica.com/dictionary/arbitrary">arbitrária</a> .</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-30 11:29:12 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Tomás de Aquino foi um padre católico e discípulo do grande escolástico Alberto Magno. Ele auxiliou na reintrodução da filosofia aristotélica no pensamento europeu e atualizou a teologia cristã junto à filosofia medieval, tendo escrito sobre os conflitos entre fé e razão existentes no período.</title>
         <author>rodrigofcunha2</author>
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         <description><![CDATA[<p>""Aquino é o maior representante da Escolástica, pensamento desenvolvido em um momento de expansão e grande domínio católico na Europa. Havia, no século XIII, uma iminente necessidade de formação de novos líderes religiosos, o que impulsionou a formação de escolas e universidades cristãs para a formação de novos sacerdotes para a Idade Média. As universidades mais antigas do mundo datam dessa época. Tomás de Aquino formou-se e lecionou em universidades cristãs desse período."</p><ul><li><p>Obras</p></li></ul><p>Tomás de Aquino produziu uma vasta obra escrita, somando mais de 60 livros. Entre os principais, encontram-se a Suma Teológica e O Ente e a Essência.</p><p>Suma Teológica: escrita entre 1265 e 1274, período de maturidade de Tomás de Aquino, a obra trata da existência de Deus, da natureza do homem e da moralidade. É nesse escrito que são encontradas as Cinco Vias que Provam a Existência de Deus.</p><p>O Ente e a Essência: nessa obra, Aquino resolve questões metafísicas com base na filosofia aristotélica. O pensador propõe que existem duas categorias lógicas distintas, ente e essência. Enquanto a essência propõe-se a denominar as coisas, apontando “o que é” cada ser, o ente é o próprio ser."</p><p>Jovs &amp; Gabyzota</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-30 11:29:19 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>GRUPO 2- Conhecimento Científico</title>
         <author>rodrigofcunha2</author>
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         <description><![CDATA[<p>O conhecimento científico está presente no dia a dia de várias formas, <strong>desde a tecnologia que usamos em nossos dispositivos eletrônicos até os avanços na saúde e na agricultura</strong>. Ele influencia desde a escolha do melhor método de limpeza até a compreensão de fenômenos naturais como eclipses</p><p><br></p><p><strong>Importância:</strong></p><p>A ciência nos ajuda a entender o mundo ao nosso redor e a resolver problemas.&nbsp;</p><p>Melhora a qualidade de vida e a saúde da população.&nbsp;</p><p>Promove a inovação e o desenvolvimento tecnológico.&nbsp;</p><p>Permite uma tomada de decisão mais informada e racional em diversas áreas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-30 11:29:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 1-Conhecimento empirico e Jonh Locke</title>
         <author>rodrigofcunha2</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigofcunha2/jb2mcfk42ybn7847/wish/3431551303</link>
         <description><![CDATA[<p>Sarah Fia</p><p>Maria Clara Zanelato</p><p>Lara Zanelato</p><p>Rodrigo Cunha</p><p>Maria Eduarda Frandolozzo</p><p>Laiane Zardo</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-30 11:30:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>GRUPO 2-  Conhecimento Científico</title>
         <author>rodrigofcunha2</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigofcunha2/jb2mcfk42ybn7847/wish/3431554875</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Avanços na Agricultura:</strong></p><ul><li><p><strong>Melhoramento genético:</strong></p><p>A biotecnologia permite a criação de plantas com características desejáveis, como resistência a pragas, doenças e condições climáticas adversas, aumentando a produtividade e a segurança alimentar.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Gestão sustentável:</strong></p><p>A ciência contribui para a gestão eficiente dos recursos naturais, como água e solo, através de práticas como a agricultura de conservação e o uso de tecnologias que reduzem o impacto ambiental.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Controle de pragas e doenças:</strong></p><p>A pesquisa científica busca desenvolver métodos de controle de pragas e doenças mais seguros e eficientes, reduzindo o uso de agroquímicos e protegendo a saúde dos agricultores e consumidores.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Adaptação às mudanças climáticas:</strong></p><p>O conhecimento científico ajuda a compreender e mitigar os impactos das mudanças climáticas na agricultura, permitindo que os agricultores se adaptem a novos padrões climáticos e escolham culturas mais adequadas.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Agricultura de precisão:</strong></p><p>A utilização de tecnologias como drones, sensores e sistemas de informação geográfica permite um monitoramento mais preciso das plantações e o uso eficiente de insumos.&nbsp;</p></li></ul><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-30 11:32:56 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo 3 - A Teoria da Justiça de John Rawls</title>
         <author>rodrigofcunha2</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigofcunha2/jb2mcfk42ybn7847/wish/3431556603</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>John Rawls</strong> (1921–2002) foi um filósofo <strong>político</strong> americano que revolucionou o campo da <strong>filosofia política contemporânea</strong> com sua obra <strong>“Teoria da Justiça”</strong> (1971). Ele é mais conhecido por sua <strong>teoria da justiça como equidade</strong>, que tenta fornecer uma base <strong>moral</strong> e <strong>racional</strong> para a distribuição de <strong>bens sociais</strong> e <strong>políticos</strong> de forma justa.</p><p><br></p><p>Ele propôs que uma sociedade <strong>justa</strong> deve garantir que todos os indivíduos tenham <strong>igualdade de oportunidades</strong> e que as <strong>desigualdades sociais e econômicas</strong> sejam estruturadas de maneira a beneficiar os membros mais <strong>desfavorecidos</strong> da sociedade. Isso é o que ele chama de <strong>“justiça como equidade”</strong>.</p><p><br></p><p><em>“A justiça é a primeira virtude das instituições sociais, como a verdade é das proposições.”</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-30 11:34:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>GRUPO 2 - Conhecimento Científico</title>
         <author>rodrigofcunha2</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigofcunha2/jb2mcfk42ybn7847/wish/3431556895</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Avanços na Saúde:</strong></p><ul><li><p><strong>Vacinas:</strong></p><p>A ciência desenvolveu vacinas que previnem doenças infecciosas, reduzindo a mortalidade e melhorando a qualidade de vida.</p></li><li><p><strong>Medicamentos:</strong></p><p>A pesquisa científica tem sido fundamental para o desenvolvimento de novos medicamentos que tratam doenças, aliviando o sofrimento e prolongando a vida.</p></li><li><p><strong>Diagnóstico de doenças:</strong></p><p>A ciência permite o desenvolvimento de ferramentas de diagnóstico mais precisas e rápidas, facilitando o tratamento e a prevenção de doenças.</p></li><li><p><strong>Compreensão do corpo humano:</strong></p><p>A pesquisa científica contribui para a compreensão do funcionamento do corpo humano, permitindo o desenvolvimento de tratamentos mais eficazes e a prevenção de doenças.</p></li><li><p><strong>Saúde pública:</strong></p><p>A ciência é fundamental para o desenvolvimento de políticas de saúde pública que visam proteger a população de doenças e melhorar a qualidade de vida.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-30 11:35:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Santo Agostinho, um dos doutores da Igreja Católica, foi um dos primeiros a fundamentar os principais dogmas e teorias da base teológica do cristianismo.</title>
         <author>rodrigofcunha2</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigofcunha2/jb2mcfk42ybn7847/wish/3431557884</link>
         <description><![CDATA[<p>Santo Agostinho foi um dos filósofos da filosofia patrística, considerado um dos pais ou um dos doutores da Igreja Católica. Seu período, o período patrístico, consiste no primeiro esforço de criar-se uma base teológica e doutrinária para o cristianismo, que já existia enquanto religião, mas carecia de uma doutrina que fundamentasse todo o embasamento institucional da Igreja. Agostinho é um dos responsáveis por criar esse embasamento com a sua filosofia cristã.</p><p>Agostinho escreveu, por exemplo, sobre o tempo. O tempo é, segundo o filósofo patrístico, algo que ele sabe o que é, mas não sabe responder caso seja perguntado. Isso leva o interlocutor a pensar algo que seria muito importante na contemporaneidade: o conhecimento intuitivo.</p><p>Ele também escreveu sobre o bem e o mal. Na visão do filósofo, ao tentar-se resolver o antigo paradoxo da onipotência e da suprema benevolência de Deus sobre o mal, afirma-se que Deus é o supremo bem e o único caminho possível para o bem. No entanto, há a possibilidade deixada pelo livre arbítrio de que o homem afaste-se do bem e vá em direção ao mal. Deus seria o bem e a distância de Deus seria o mal, o caminho oposto à iluminação divina.</p><p>Gabriely &amp; Giovanna </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-30 11:36:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo 3 - Sartre e a Liberdade</title>
         <author>rodrigofcunha2</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigofcunha2/jb2mcfk42ybn7847/wish/3431560948</link>
         <description><![CDATA[<p>A <strong>liberdade</strong> é a capacidade de agir segundo a própria vontade, mas a filosofia mostra que ela tem limites. Para <strong>Jean-Paul Sartre</strong>, somos condenados à liberdade — temos a responsabilidade total por nossas escolhas.</p><p>Conforme Sartre, a liberdade faz parte do projeto do ser humano. Além disso, o homem está condenado a ser livre. Isso significa que o ser humano é o único responsável por suas escolhas. O ônus desta liberdade, entretanto, é a angústia.</p><p><br></p><p>“Eu sou responsável por tudo, salvo por minha própria responsabilidade, porque eu não sou o fundamento de meu ser”</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-30 11:39:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Como as religiões contribuem para o conhecimento religioso</title>
         <author>rodrigofcunha2</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigofcunha2/jb2mcfk42ybn7847/wish/3431561686</link>
         <description><![CDATA[<p>As religiões contribuem para o conhecimento religioso de várias formas, <strong><mark>desde a transmissão de crenças e práticas religiosas através de textos sagrados e rituais, até a promoção de reflexão sobre questões existenciais e morais</mark></strong>. Elas oferecem uma lente através da qual as pessoas podem compreender o mundo e o seu lugar nele, influenciando a cultura, a história e a sociedade.&nbsp;</p><p><strong>Como as religiões contribuem para o conhecimento religioso:</strong></p><ul><li><p><strong>Transmissão de Crenças e Práticas:</strong></p><p>As religiões transmitem suas crenças, doutrinas e práticas através de textos sagrados, rituais e tradições, que são passados de geração em geração.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Reflexão Existencial e Moral:</strong></p><p>As religiões frequentemente abordam questões existenciais, como o significado da vida, a morte, a natureza do divino e o propósito da humanidade. Elas também oferecem códigos éticos e morais que orientam as ações e decisões dos indivíduos.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Comunidade e Identidade:</strong></p><p>As religiões podem criar um forte senso de comunidade e identidade para seus membros, oferecendo um espaço para partilha de crenças, práticas e experiências espirituais.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Influência Cultural e Histórica:</strong></p><p>As religiões desempenham um papel importante na cultura e na história das sociedades, influenciando a arte, a literatura, a música, a arquitetura e outros aspectos da vida humana.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Inovação e Mudança Social:</strong></p><p>Embora muitas vezes associadas à tradição, as religiões também podem ser agentes de mudança social, como por exemplo, através da promoção de causas sociais e da defesa dos direitos humanos.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Diálogo Interreligioso:</strong></p><p>O estudo e a prática das diferentes religiões podem promover o diálogo interreligioso, o entendimento mútuo e a construção de uma cultura de paz e respeito pela diversidade.&nbsp;</p></li><li><p>Jovs &amp; Gabyzota</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-30 11:39:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 1 - Locke</title>
         <author>rodrigofcunha2</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigofcunha2/jb2mcfk42ybn7847/wish/3431600053</link>
         <description><![CDATA[<p>hsgsghshdskdjdbsjskjs</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-30 12:16:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 3 - O Bem e o Mal para Tomás de Aquino</title>
         <author>rodrigofcunha2</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigofcunha2/jb2mcfk42ybn7847/wish/3433450253</link>
         <description><![CDATA[<p>Santo Tomás de Aquino não definiu o bem, porque ele o via como uma noção primária, então ele o descreve apenas por seus efeitos. Ele escreve, por exemplo: “Como o bem move o desejo, nós o descrevemos dessa maneira como tudo o que deseja”</p><p>Agora, há uma segunda maneira de descrever o bem que Tomás de Aquino usa. É igualmente importante. O bem é o que aperfeiçoa algo. Uma coisa viva busca sua perfeição, e assim busca seu bem.</p><p><br></p><p><br></p><p>O mal é a ausência do bem, isto é, o mal não é substancial. Neste aspecto, S. Tomás de Aquino segue S. Agostinho na teoria da não-substancialidade do mal, em confronto com as ideias de Mani (maniqueísmo). Também esta ideia é-me agradável; o mal não é intrínseco ao ser humano senão na sua condição de ignorância ou ausência de sabedoria, da mesma forma que o mal é a ausência do bem.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-01 23:23:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grupo 3 - O que é Conhecimento Filosófico?</title>
         <author>rodrigofcunha2</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigofcunha2/jb2mcfk42ybn7847/wish/3438780745</link>
         <description><![CDATA[<p>O conhecimento filosófico é uma forma de conhecimento que busca compreender a realidade de forma crítica e reflexiva, utilizando a razão e a lógica para investigar questões fundamentais da existência humana. É justamente a <strong>aplicação da filosofia em nosso dia a dia</strong>.&nbsp; O conhecimento filosófico&nbsp;busca questionar o <strong>relacionamento do indivíduo com o meio à sua volta</strong>. Os saberes são construídos com base em suposições, projeções, reflexões e perguntas.&nbsp;De modo geral, este é um conhecimento <strong>sistemático e crítico</strong>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-06 23:57:56 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Como as religiões contribuem para o conhecimento religioso</title>
         <author>rodrigofcunha2</author>
         <link>https://padlet.com/rodrigofcunha2/jb2mcfk42ybn7847/wish/3439794240</link>
         <description><![CDATA[<p>As religiões contribuem para o conhecimento religioso de várias formas, <strong><mark>desde a transmissão de crenças e práticas religiosas através de textos sagrados e rituais, até a promoção de reflexão sobre questões existenciais e morais</mark></strong>. Elas oferecem uma lente através da qual as pessoas podem compreender o mundo e o seu lugar nele, influenciando a cultura, a história e a sociedade.</p><p>&nbsp;<strong>Como as religiões contribuem para o conhecimento religioso:</strong></p><ul><li><p><strong>Transmissão de Crenças e Práticas:</strong></p><p>As religiões transmitem suas crenças, doutrinas e práticas através de textos sagrados, rituais e tradições, que são passados de geração em geração.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Reflexão Existencial e Moral:</strong></p><p>As religiões frequentemente abordam questões existenciais, como o significado da vida, a morte, a natureza do divino e o propósito da humanidade. Elas também oferecem códigos éticos e morais que orientam as ações e decisões dos indivíduos.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Comunidade e Identidade:</strong></p><p>As religiões podem criar um forte senso de comunidade e identidade para seus membros, oferecendo um espaço para partilha de crenças, práticas e experiências espirituais.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Influência Cultural e Histórica:</strong></p><p>As religiões desempenham um papel importante na cultura e na história das sociedades, influenciando a arte, a literatura, a música, a arquitetura e outros aspectos da vida humana.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Inovação e Mudança Social:</strong></p><p>Embora muitas vezes associadas à tradição, as religiões também podem ser agentes de mudança social, como por exemplo, através da promoção de causas sociais e da defesa dos direitos humanos.&nbsp;</p></li><li><p><strong>Diálogo Interreligioso:</strong></p><p>O estudo e a prática das diferentes religiões podem promover o diálogo interreligioso, o entendimento mútuo e a construção de uma cultura de paz e respeito pela diversidade.&nbsp;</p></li><li><p>Jovs &amp; Gabyzota</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-07 11:13:31 UTC</pubDate>
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