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      <title> DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA - MATEMÁTICOS NEGROS (ALUNOS DO 8º ANO E 9º ANO) by Michelle do Espírito santo</title>
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Pesquise um matemático negro ou matemática negra, anexe uma foto e relate a sua história.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-11-20 13:05:13 UTC</pubDate>
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         <title>Dia de ter consciência é todo dia!</title>
         <author>michellelens</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>PROFESSORA MICHELLE</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-20 14:13:56 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Clara Santos Batista- 8° ano</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br><br>InícioÁfrica e sua diásporaAfro-brasileirosHemetério José dos Santos: o primeiro professor negro do Instituto de Educação<br><br><br>Hemetério José dos Santos: o primeiro professor negro do Instituto de Educação<br><br>FONTE:&nbsp;Do Iserj<br><br>17/09/2015<br><br><br>O CMEB (Centro de Memória da Educação Brasileira) do Iserj possui um grande acervo sobre a História do Iserj e História da Educação. Para publicizar esse acervo, periodicamente, a equipe do CMEB vai selecionar fotos e informações históricas interessantes a respeito do Instituto para publicarmos aqui no site.<br>Dessa vez, o enfoque é sobre o recorte que o professor Aderaldo Pereira dos Santos fez do acervo do CMEB, os professores negros da instituição. Vamos falar a respeito&nbsp;do&nbsp;professor Hemetério José dos Santos, o&nbsp;primeiro professor negro da então Escola Normal do Distrito Federal, que depois se tornou Instituto de Educação.<br>Hemetério José dos Santos (1858-1939) era gramático e filólogo, e foi professor da Escola Normal do Distrito Federal, do Colégio Pedro II e do Colégio Militar do Rio de Janeiro. Recebeu em 1920 a patente de Tenente-Coronel Honorário do Exército Brasileiro.<br>– O Professor Hemetério José dos Santos foi uma figura histórica no combate ao racismo e em defesa da educação na época em que viveu. Daria, inclusive, um belo debate no Iserj, com a participação do NEP-Raízes e do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiro da FAETEC (NEAB), a respeito de sua importante presença no quadro docente da Escola Normal do Distrito Federal. Nós no CMEB temos o documento da investidura dele como professor da Escola e a referência ao nome dele na Ata da Congregação de Professores em 1912, além dos Programas de Ensino nos anos de 1899, 1912, 1913 e 1914. No livro&nbsp;História do Instituto de Educação&nbsp;(1954) do professor catedrático Alfredo Balthazar da Silveira, também consta a informação de que Hemetério foi professor da casa (p. 122). Sua passagem pelo Instituto é pouco trabalhada nas pesquisas, por isso queremos divulgar as fontes históricas a respeito dele aqui no Instituto, para estimular os pesquisadores.<br>￼￼Equipe do Centro de Memória da Educação Brasileira do Iserj (Foto: Imagem retirada do site Iserj)<br>O professor Aderaldo conta que, à época, Hemetério era uma figura proeminente, se relacionava&nbsp;com pessoas da elite brasileira e aparecia nos jornais. E que, juntamente ao professor Manuel Bonfim, tinha ideias e iniciativas progressistas, como a criação de uma Escola Normal Livre:<br>– O pensamento desses professores destoava da elite da época, eram pessoas que traziam a visão de que a educação tinha que chegar até a população pobre, por isso idealizaram essa Escola Normal Livre. A própria ideia de um curso normal à noite na Escola Normal do Distrito Federal já tinha esse propósito, tanto que, aqui, Hemetério foi professor do noturno, e quem vinha à noite estudar não eram os jovens da elite.<br>O professor e pesquisador Aderaldo Pereira dos Santos&nbsp;também destaca outros professores negros que passaram pelo Iserj: Corrégio de Castro, Athos Aramis de Matos e Lelia Gonzalez.<br><br><br><br>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-20 17:41:39 UTC</pubDate>
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         <title>Phelipe emanuel/ 8° ano</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Milton Santos nasceu no município <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Bahia">baiano</a> de Brotas de Macaúbas,<a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Milton_Santos#cite_note-MuseuAfro-5"><sup>[5]</sup></a> na região da <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Chapada_Diamantina">Chapada Diamantina</a>, em 3 de maio de 1926.<a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Milton_Santos#cite_note-FolhaObituario-6"><sup>[6]</sup></a><a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Milton_Santos#cite_note-Geledes-7"><sup>[7]</sup></a> Ainda criança, migrou com sua família para outras cidades do estado, como <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ubaitaba">Ubaitaba</a>, <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Alcoba%C3%A7a_(Bahia)">Alcobaça</a> e, posteriormente, <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Salvador_(Bahia)">Salvador</a>. Em Alcobaça, com os pais e os avós maternos (todos professores primários), foi alfabetizado e aprendeu <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/%C3%81lgebra">álgebra</a> e a falar <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_francesa">francês</a>.<a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Milton_Santos#cite_note-MuseuAfro-5"><sup>[5]</sup></a> Seus pais eram Adalgisa Umbelina de Almeida Santos e Francisco Irineu dos Santos, casados em 1924.<a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Milton_Santos#cite_note-MuseuAfro-5"><sup>[5]</sup></a><a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Milton_Santos#cite_note-uesc-8"><sup>[8]<br></sup></a><br></div><div><br>Aos 10 anos, ingressou no internato do Instituto Baiano de Ensino, onde morou por dez anos.<a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Milton_Santos#cite_note-Geledes-7"><sup>[7]</sup></a> Foi no instituto que seu interesse por geografia começou, especialmente pelas aulas do professor Oswaldo Imbassay.<a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Milton_Santos#cite_note-MuseuAfro-5"><sup>[5]</sup></a> Com apenas 13 anos, já lecionava matemática no instituto e aos 15 começou a lecionar geografia.<a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Milton_Santos#cite_note-FolhaBio-1"><sup>[1]</sup></a> Ao terminar os estudos ginasiais, Milton fez o curso pré-jurídico entre 1942 e 1943 e com 18 anos, prestou o vestibular para direito na Universidade Federal da Bahia, em Salvador, formando-se em 1948. Mas não deixou o interesse pela geografia de lado, prestando concurso para professor catedrático no Colégio Municipal de Ilhéus. Enquanto ainda era estudante, tanto no instituto quanto na universidade, foi membro ativo da militância de <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Esquerda_(pol%C3%ADtica)">esquerda</a>.<a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Milton_Santos#cite_note-MuseuAfro-5"><sup>[5]</sup></a><a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Milton_Santos#cite_note-FolhaObituario-6"><sup>[6]<br></sup></a><br></div><div><br>Além do magistério, Milton também foi jornalista em <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ilh%C3%A9us">Ilhéus</a>, onde conheceu sua futura esposa, Jandira Rocha, com quem teve um filho, Milton Filho. Ele trabalhava no jornal "<a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/A_Tarde">A Tarde</a>", primeiro como correspondente, depois como editor<a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Milton_Santos#cite_note-MuseuAfro-5"><sup>[5]</sup></a> e nessa época fez amizade com vários políticos de esquerda. Nesta época, escreveu o livro <em>Zona do Cacau</em>, posteriormente incluído na <em>Coleção Brasiliana</em>, já com influência da escola francesa do <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/P%C3%B3s-guerra">pós-guerra</a>, a qual, inicialmente, era voltada para a <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Geomorfologia">geomorfologia</a> e os aspectos climáticos, com influência de pensadores como (<a href="https://pt.m.wikipedia.org/w/index.php?title=Pierre_Birot&amp;action=edit&amp;redlink=1">Pierre Birot</a>, <a href="https://pt.m.wikipedia.org/w/index.php?title=Jean_Dresch&amp;action=edit&amp;redlink=1">Jean Dresch</a> e <a href="https://pt.m.wikipedia.org/w/index.php?title=Jean_Tricart&amp;action=edit&amp;redlink=1">Jean Tricart</a>). Gradualmente, passou a se interessar por uma apreensão global do meio físico-natural, incorporando também aspectos demográficos e a dimensão econômica nas relações cidade campo</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-20 17:42:05 UTC</pubDate>
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         <title>Evelyn Almeida -8ano </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Euclides de Alexandria </strong>foi um escritor grego e talvez o mais importante matemático da Grécia Antiga.<br><br></div><div>Considerado o “<strong>Pai da Geometria</strong>”, ele influenciou diretamente os estudos de luz, som, navegação, dentre outros. Sua produção é tão vasta que há duvidas sobre a autoria de alguns de seus trabalhos.<br><br></div><div>Do grego, o nome <em>Eukleidēs</em>, significa “renovado” ou “glorioso”.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-20 17:45:58 UTC</pubDate>
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         <title>Eike Lian Oliveira Santos-8°Ano</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Alice Augusta Ball, química afro-americana, foi desenvolvedora de um extrato de óleo injetável, feito a partir do óleo de Chaulmoogra, que era utilizado no tratamento da Hanseníase (comumente denominada Lepra).&nbsp;<br><br>&nbsp; &nbsp;Nascida em 24 de junho de 1892, em Seattle, Washington. Quando jovem, Alice frequentou a Seattle High School, formando-se em 1910. Ball estudou Química na University of Washington e durante seu curso, obteve também um diploma de bacharel em Química Farmacêutica (1912) e outro em Farmácia (1914). Foi durante sua instrução em Farmácia que Alice Ball juntamente a William M. Dehn, publicou um artigo denominado “Benzoylations in Ether Solution“, que explica sobre reações de benzoilação em soluções de Éter.<br><br>&nbsp; &nbsp;Ao finalizar a graduação, Ball recebeu propostas de frequentar o mestrado na University of Hawai, ela aceitou a posposta, indo para o Havaí realizar seu mestrado em Química. As pesquisas que foram desenvolvidas por Ball durante seu mestrado tratavam sobre composição química e princípios ativos das raízes de Kava (Piper methysticum).<br><br>&nbsp; &nbsp;Além de trabalhar com as raízes de Kava, foi na Universidade do Havaí onde Alice iniciou seus estudos relacionados ao óleo de Chaulmoogra e suas propriedades. O óleo já antes utilizado no tratamento da Hanseníase não era aceito corretamente pelo organismo pois não era solúvel em água. Pesquisando maneiras novas de utilizar o óleo, a cientista revolucionou com estudos da composição do óleo e sobre a esterificação de seus ácidos graxos, obtendo uma solução solúvel e injetável.&nbsp;<br><br>&nbsp; &nbsp;Alice Ball morreu ainda jovem, em 1916 aos 24 anos, a causa da morte é desconhecida, mas supõem que seria um acidente de trabalho em uma aula pratica, na qual Alice inalou gás cloro. Após sua morte, sua pesquisa sobre o óleo de Chaulmoogra foi continuada pelo químico Arthur Lyman Dean, que apesar de usar as pesquisas desenvolvidas por Ball, não deu créditos a ela pelo trabalho. Por esses motivos o mérito de Ball acabou sendo esquecido durante décadas, sendo resgatado apenas em 1970 pelas pesquisadoras Kathryn Takara e Stanley Ali.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-20 17:50:19 UTC</pubDate>
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         <title>Cauan Alves dos Santos</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br><br><br>Benjamin Banneker (1731–1806)<br><br>Benjamin Banneker<br>Benjamin Banneker, matemático, astrônomo, autor, relojoeiro e inventor (Imagem: Reprodução/National Postal Museum/US Postal Service)<br><br>Astrônomo afro-americano, relojoeiro e inventor, Banneker usou seu conhecimento de astronomia para criar almanaques que continham informações sobre os movimentos do Sol, da Lua e dos planetas. Ele aprendeu astronomia e matemática avançada através de livros emprestados por seu vizinho, o topógrafo George Ellicott.<br><br>Banneker começou a fazer cálculos para prever eclipses solares e lunares, um trabalho que inclusive corrigiu erros cometidos por especialistas da época. Depois, compilou sua obra no Benjamin Banneker Almanac, com uma tabela das posições dos objetos celestes e onde elas apareciam no céu em determinados momentos durante cada ano. O almanaque também listou tabelas de marés em vários pontos ao redor da região da Baía de Chesapeake.<br><br>O Secretário de Estado Thomas Jefferson ficou impressionado com o trabalho de Banneker, e enviou uma cópia do almanaque à Academia Real de Ciências de Paris como prova do talento dos negros. O almanaque de Banneker ajudou a convencer a muitos, na época, que os negros não eram intelectualmente inferiores aos brancos.<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-20 17:50:54 UTC</pubDate>
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         <title>Évellyn Midiam-8°ano</title>
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         <description><![CDATA[<div>Ernest Everett Just (1883-1941) •<br>Ernest Everett Just nasceu em 1883 e foi criado em Charleston na Carolina do Sul (EUA). Ele estudou zoologia e desenvolvimento celular na Universidade Darthmouth, em New Hampshire, e trabalhou como bioquímico estudando células no laboratório marinho Woods Hole, em Massachussets.<br><br>Foi instrutor de biologia na Universidade Howard antes de tornar-se o primeiro negro a receber o título de Ph.D. da Universidade de Chicago, como pesquisador na área de embriologia experimental.<br><br>Just foi pioneiro nas pesquisas de fertilização, divisão e hidratação celular e dos efeitos da radiação carcinogênica em células. Uma de suas principais descobertas é o reconhecimento do papel fundamental da superfície da célula no desenvolvimento dos organismos.<br><br>Ernest acabou se frustrando com o racismo que o impedia de ser contratado pelas grandes universidades americanas, o que fez com que ele se mudasse para a Europa em 1930. Lá, escreveu 70 estudos científicos e publicou 2 livros. Além desse grande legado, Ernest Everett marcou a sociedade da época por ter conseguido conquistar um nível superior de educação mesmo com todos os obstáculos raciais que teve que encarar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-20 18:01:30 UTC</pubDate>
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         <title>Ítila Vitória 9°ano</title>
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         <description><![CDATA[<div>A matemática chegou aos 100 anos em 26 de agosto de 2018, coincidentemente no <em>Women’s Equality Day</em> americano.  Katherine faleceu, aos 101 anos.  ela foi muito mais que apenas um “computador” da NASANascida em 26 de agosto de 1918 na cidade de White Sulphur Springs, nos Estados Unidos,&nbsp;Katherine Coleman Goble Johnson foi uma importante matemática. A cientista fez contribuições para a aeronáutica e exploração espacial.<br>Katherine tinha talento com a matemática desde criança. Aos 14 anos, ela concluiu o ensino médio e, em 1939, se tornou a primeira negra a se graduar na Universidade da Virgínia Ocidental, em Morgantown.&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-20 18:29:29 UTC</pubDate>
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         <title> </title>
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         <description><![CDATA[<div>FRANK EBERT  TEVE QUE AFRICANO NEGRO MATEMATICO  PRIMEIRO O /Ana Clara Gomes de Jesus </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-20 18:49:57 UTC</pubDate>
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         <title>Ariane de Brito dos Anjos  8 Ano</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Elbert Frank cox era um matemático americano.ele foi o primeiro negro no mundo a receber um phd em matemática que ele obteve na cornell university em 1925 Wikipedia (inglês)ver descrição original.&nbsp;<br>Nascimento:5 de dezembro de 1895)envansville indiana,falecimento:28 de novembro de 1969,Washington,d.c.formação:Universidade cornel(1922-1925)filhos:Elbert Lucien cox,James,Elbert,Eugene Kaufman.irmãos:Avalon cox .Pais:Johnson d. cox,Eugenia talot cox<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-20 20:21:41 UTC</pubDate>
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         <title>Evelyn vitória,9° ano.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>MARY JACKSON&nbsp;<br><br>Mary Jackson nasceu em Hampton, uma cidade no Estado da Virgínia, a 300 km de Washington, DC. Hampton é uma cidade de maioria negra (51% da população), e abriga uma instituição de ensino superior voltada à inclusão racial. É a Hampton University, fundada em 1868 por ativistas negros e brancos, logo após a Guerra Civil Americana, com a ideia de prover educação de primeira linha a quem tinha nascido como escravo. Uma das alunas ali foi Alberta Williams King, mãe de Martin Luther King, que estudou magistério lá no início do século 20.<br><br>Mary Jackson formou-se em 1942. Trabalhou por décadas como engenheira na Nasa. E agora, 80 anos depois, a agência espacial irá rebatizar sua sede, em Washington, com o nome dela.&nbsp;<br><br><br>Não foi uma trajetória simples. Os EUA dos anos 1940 viviam num sistema de apartheid. Em boa parte dos Estados, brancos e negros não podiam estudar nas mesmas escolas, nem usar os mesmos banheiros, e o “casamento interracial” era crime. No mercado de trabalho, então, era como se a escravidão não tivesse terminado – uma ferida que ainda está longe de fechar, seja nos EUA, seja aqui.<br><br>Jackson formou-se em matemática e em física. Em 1942, sem encontrar oportunidades mais interessantes, aceitou um convite para dar aulas numa escola (exclusiva para negros), em outra cidade, ali perto. Um ano depois, voltou para Hampton. Virou recepcionista. Depois trabalhou como bibliotecária e secretária. Até que, em 1951, aos 30 anos, conseguiu um vaga na Nasa. Mais especificamente, no Langley Research Center, que fica em Hampton mesmo.&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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