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      <title>Mural virtual - Embriologia do sistema gastrointestinal - Turma B by MONITORIA</title>
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      <description>Bem-vindos ao nosso painel virtual, onde exploramos o desenvolvimento do sistema gastrointestinal e suas malformações. Cada grupo se dedicou a um tema específico. Navegue pelo mural para descobrir mais sobre cada tópico e suas implicações clínicas!</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-10-11 22:54:29 UTC</pubDate>
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         <title>Cliquem no &quot;+&quot; e comecem a postar. </title>
         <author>monitoriaembrio2024</author>
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         <pubDate>2024-10-11 23:35:22 UTC</pubDate>
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         <title>Cliquem no &quot;+&quot; e comecem a postar.</title>
         <author>monitoriaembrio2024</author>
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         <pubDate>2024-10-11 23:38:37 UTC</pubDate>
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         <title>Cliquem no &quot;+&quot; e comecem a postar.</title>
         <author>monitoriaembrio2024</author>
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         <pubDate>2024-10-11 23:38:43 UTC</pubDate>
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         <title>Cliquem no &quot;+&quot; e comecem a postar.</title>
         <author>monitoriaembrio2024</author>
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         <pubDate>2024-10-11 23:38:50 UTC</pubDate>
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         <title>Cliquem no &quot;+&quot; e comecem a postar.</title>
         <author>monitoriaembrio2024</author>
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         <pubDate>2024-10-11 23:38:56 UTC</pubDate>
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         <title>Malformações Ligadas ao Desenvolvimento do Intestino Médio e suas Implicações: </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monitoriaembrio2024/jalmlj4bkc5iom6u/wish/3193216000</link>
         <description><![CDATA[<p>A onfalocele é um defeito na parede abdominal, caracterizado pela herniação de uma porção o intestino médio (prevalência de 1 em cada 5000 nascimentos) através do cordão umbilical, com a possibilidade mais rara do extravasamento do fígado (1 em cada 10000 nascimentos) e de outros órgãos da cavidade, recobertos por uma membrana de peritônio e pelo saco amniótico, sendo, ao invés, caracterizada como gastrosquise, quando a porção herniada intestinal não está envolvida por membrana (cobertas por fibrina). Sua classificação é relativa à quantidade de intestino herniada, entre menor, maior ou gigante, e sobre a presença de outros órgãos e possíveis malformações, como gastrointestinais, genitais e renais. Além disso, é fundamental ressaltar sua classificação e associação com outras anomalias, como trissomias (18 e 21), ou síndromes, como a de Beckwith-Wiedemann, ou a de Pentalogia de Cantrell.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-29 22:01:55 UTC</pubDate>
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         <title>Malformações Ligadas ao Desenvolvimento do Intestino Médio e suas Implicações: Onfalocele: </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monitoriaembrio2024/jalmlj4bkc5iom6u/wish/3193217271</link>
         <description><![CDATA[<p>A onfalocele é uma anomalia congênita rara na parede abdominal, caracterizado pela herniação de uma porção do intestino médio (prevalência de 3,38 em cada 10000 nascimentos) através da parede abdominal, com a possibilidade mais rara da herniação de outros órgãos da cavidade, recobertos por uma membrana de peritônio e pelo saco amniótico, sendo, ao invés, caracterizada como gastrosquise, quando a porção herniada intestinal não está envolvida por membrana (coberta por fibrina). Sua classificação é relativa à quantidade de intestino herniada, entre menor, maior ou gigante, e sobre a presença de outros órgãos e possíveis malformações, como gastrointestinais, genitais e renais. Além disso, é fundamental ressaltar sua classificação e associação com outras anomalias, como trissomias (18 e 21), ou síndromes, como a de Beckwith-Wiedemann, ou a de Pentalogia de Cantrell. Ademais, a taxa de sobrevivência chega a 90% dos recém-nascidos, com a onfalocele isolada, sendo mais comum em mulheres com idade superior aos 40 anos (relacionado, inclusive, com o acontecimento de trissomias). Enquanto sobre sua causa, seria provocada por uma falha na rotação e regressão do intestino para a cavidade abdominal. Sobre seus impactos, o prognóstico depende da gravidade da onfalocele, além da taxa de sobrevivência comentada quando isolada, caso uma onfalocele seja grande ou gigante, seu rompimento pode acontecer inclusive ainda intrauterino ou durante o parto, podendo causar danos, por exemplo, ao fígado, além disso, a maioria de recém-nascidos afetados pela anomalia, apresentam graus variáveis de hipoplasia pulmonar, precisando de semanas ou até meses de ventilação mecânica até que haja a maturação pulmonar, entre outros impactos para a saúde do recém nascido e pós operatório, podem ocorrer dificuldades de alimentação, refluxo gastroesofágico, hérnia inguinal, entre outras.  </p><p><br></p><p>Referência: ZAHOUANI, Tarik; MENDEZ, Magda D. Omphalocele. In: <strong>StatPearls [Internet]</strong>. StatPearls Publishing, 2023.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-29 22:04:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monitoriaembrio2024/jalmlj4bkc5iom6u/wish/3193235606</link>
         <description><![CDATA[<p>Referência: ALVES, Fernanda Osorio et al. Manejo da onfalocele e da gastrosquise no recém-nascido. <strong>Acta Méd (Porto Alegre)[Internet]</strong>, v. 36, 2015.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-29 22:33:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monitoriaembrio2024/jalmlj4bkc5iom6u/wish/3193239311</link>
         <description><![CDATA[<p>Referência: ALVES, Fernanda Osorio et al. Manejo da onfalocele e da gastrosquise no recém-nascido. <strong>Acta Méd (Porto Alegre)[Internet]</strong>, v. 36, 2015.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2962608378/cee1fe8d298ebf27e9191682e37881b0/Screenshot_2024_10_29_at_19_37_44.png" />
         <pubDate>2024-10-29 22:39:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Malformações Ligadas ao Desenvolvimento do Intestino Médio e suas Implicações: Divertículo de Meckel: </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monitoriaembrio2024/jalmlj4bkc5iom6u/wish/3193262039</link>
         <description><![CDATA[<p>O divertículo de Meckel, diferentemente da onfalocele, é uma anomalia congênita considerada comum do intestino médio (com prevalência estimada de 1:50 nascimentos), a qual, tem por sua causa, uma obliteração incompleta do ducto vitelínico, uma estrutura do desenvolvimento embrionário responsável por conectar o saco vitelínico com o intestino médio, por volta da sétima semana. Relacionado com esta anomalia, estão fatores de risco como outras malformações justamente no trato gastrointestinal, ou até nos sistemas nervoso e cardíaco, mas não há indícios de ser relevante considerar o histórico familiar. Além disso, a maioria dos pacientes com divertículo de Meckel são assintomáticos e nunca descobrem que tem, e isso é um fator que dificulta uma determinação acurada da prevalência informada anteriormente, enquanto a descoberta do divertículo tende a acontecer apenas de maneira coincidente com a realização de um exame de imagem para outra suspeita, a não ser que haja a manifestação de sintomas, principalmente nos 10 primeiros anos de vida (sendo uma suspeita, principalmente, em qualquer criança com menos de 2 anos com episódio de sangramento retal, novamente sem associação a dor), também como sangramento retal, mas este, normalmente, sem estar associado a dor, mas com o risco de causar uma anemia, embora muitas vezes tal sintoma é corrigido pelo próprio corpo. Fatores de risco para o desenvolvimento sintomático do divertículo de Meckel são, por exemplo, sexo masculino, um tecido ectópico (como o gástrico, podendo liberar ácido clorídrico no intestino, podendo causar ulceras), ou um divertículo de Meckel com comprimento maior de 2 centímetros, entre outros, enquanto seu tratamento, quando sintomático, é remoção cirúrgica do divertículo.</p><p><br></p><p>REFERÊNCIA: AN, Jason; ZABBO, Christopher P. Meckel diverticulum. 2018.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-29 23:10:14 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Divertículo de Meckel </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monitoriaembrio2024/jalmlj4bkc5iom6u/wish/3193263926</link>
         <description><![CDATA[<p>Referência: AN, Jason; ZABBO, Christopher P. Meckel diverticulum. 2018.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-29 23:13:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Malformações ligadas ao intestino posterior e parede abdominal anterior: ONFALOCELE</title>
         <author>vivianpimentel1</author>
         <link>https://padlet.com/monitoriaembrio2024/jalmlj4bkc5iom6u/wish/3194290948</link>
         <description><![CDATA[<p>A <strong>onfalocele</strong> é uma malformação congênita caracterizada pela herniação de vísceras abdominais através da base do cordão umbilical, onde permanecem cobertas por uma membrana composta pelo peritônio e pelo âmnio. Esse processo decorre de uma falha na retração das alças intestinais para a cavidade abdominal. Em um desenvolvimento normal, o intestino médio se projeta para dentro do cordão umbilical na sexta semana de gestação, realizando uma rotação essencial para o posicionamento adequado das vísceras. Esse movimento permite que as alças intestinais tenham espaço para crescer fora da cavidade abdominal, que, nessa fase, ainda é pequena. Entre a décima e a décima segunda semana de gestação, ocorre a retração dessas alças para o abdome, o que finaliza a rotação. Quando essa retração não acontece, as vísceras permanecem fora da cavidade abdominal, formando a onfalocele.</p><p>Mecanismos moleculares estão envolvidos na regulação desse processo. A sinalização Wnt e o fator de crescimento de fibroblastos (FGF) desempenham papéis essenciais no desenvolvimento da parede abdominal e das estruturas mesodérmicas. Alterações nos genes que regulam esses caminhos de sinalização podem afetar o fechamento adequado da cavidade abdominal, resultando em falhas como a onfalocele. Além disso, proteínas como a fibronectina e o colágeno, que integram a matriz extracelular, são essenciais para a adesão e migração celular durante o fechamento da parede abdominal. Problemas nesses componentes podem comprometer a retração das alças intestinais.</p><p>A onfalocele pode causar sérias implicações funcionais, incluindo dificuldades no desenvolvimento da cavidade abdominal, o que compromete a motilidade intestinal e a função respiratória devido ao espaço reduzido para o crescimento das vísceras. Essa condição frequentemente está associada a outras anomalias congênitas, como defeitos cardíacos e do tubo neural, exigindo intervenção cirúrgica para o reposicionamento dos órgãos e fechamento da parede abdominal.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Referências:</p><p>LARSEN, W. J. <em>Embriologia Humana</em>. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018.</p><p><br/></p><p>MOORE, K. L.; PERSAUD, T. V. N.; TORCHIA, M. G. T<em>he Developing Human: Clinically Oriented Embryology</em>. 10th ed. Philadelphia: Saunders, 2016.</p><p><br/></p><p>LANGMAN, J.<em> Langman's Medical Embryology</em>. 14th ed. Philadelphia: Wolters Kluwer, 2018.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-30 11:19:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Malformações ligadas ao intestino posterior e parede abdominal anterior: doença de Hirschsprung</title>
         <author>vivianpimentel1</author>
         <link>https://padlet.com/monitoriaembrio2024/jalmlj4bkc5iom6u/wish/3194298127</link>
         <description><![CDATA[<p>A <strong>doença de Hirschsprung</strong> é uma malformação congênita causada pela ausência de células ganglionares nos plexos mioentérico e submucoso, responsáveis pela inervação do intestino distal. Isso ocorre devido à falha na migração das células da crista neural, que normalmente se diferenciam em neurônios entéricos durante o desenvolvimento. Entre a quinta e a sétima semana de gestação, essas células migram ao longo do tubo digestivo em direção ao intestino caudal, guiadas por sinais químicos específicos, como o fator neurotrófico derivado das células da glia (GDNF) e a endotelina-1. O receptor RET é essencial para a transdução desses sinais e a diferenciação neuronal. Mutações no gene RET ou no gene que codifica o receptor de endotelina B (EDNRB) afetam a migração e a diferenciação dessas células, resultando em um segmento de intestino sem inervação.</p><p>A ausência de células ganglionares nos plexos ganglionares impede a função normal de peristaltismo nesse segmento intestinal, causando um bloqueio funcional e levando ao acúmulo de fezes na região proximal. A falta de movimento peristáltico gera um quadro de megacólon, onde o intestino proximal se dilata em resposta à obstrução. As consequências funcionais da doença de Hirschsprung incluem constipação grave, distensão abdominal e risco de enterocolite, uma condição potencialmente fatal se não tratada. A doença geralmente exige uma intervenção cirúrgica para remover o segmento agangliônico e restaurar o trânsito intestinal normal.</p><p><br/></p><p>Referências:</p><p>KLEIN, M.; VARGA, I.<em> Hirschsprung’s Disease—Recent Understanding of Embryonic Aspects, Etiopathogenesis and Future Treatment Avenues</em>. Medicina, 2020.</p><p><br/></p><p>LARSEN, W. J. <em>Embriologia Humana</em>. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018.</p><p><br/></p><p>MOORE, K. L.; PERSAUD, T. V. N.; TORCHIA, M. G. <em>The Developing Human: Clinically Oriented Embryology</em>. 10th ed. Philadelphia: Saunders, 2016.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-30 11:26:50 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Resumo do desenvolvimento do intestino posterior e sua relação com outras estrutura</title>
         <author>vivianpimentel1</author>
         <link>https://padlet.com/monitoriaembrio2024/jalmlj4bkc5iom6u/wish/3194309805</link>
         <description><![CDATA[<p>O desenvolvimento do intestino posterior é um processo complexo e coordenado que ocorre a partir da quarta semana de gestação e envolve a diferenciação do tubo digestivo primitivo em várias estruturas do trato gastrointestinal distal. O intestino posterior origina-se da porção caudal do intestino primitivo, que se estende desde o terço distal do cólon transverso até o canal anal, e é irrigado pela artéria mesentérica inferior, fornecendo suporte para o desenvolvimento dessas estruturas.</p><p>No início do desenvolvimento, o endoderma do intestino primitivo posterior dá origem ao epitélio e às glândulas intestinais, enquanto o mesoderma adjacente forma o tecido conjuntivo, musculatura lisa e vasos sanguíneos. A diferenciação destas camadas é mediada por sinais moleculares complexos, como o Fator de Crescimento Transformador Beta (TGF-β) e a família Wnt, que regulam o padrão de desenvolvimento e segmentação das diferentes regiões do trato intestinal. A coordenação entre o mesoderma e o endoderma é essencial para o desenvolvimento funcional do trato digestivo distal.</p><p>Entre a quarta e a sexta semana de desenvolvimento, o septo urorretal começa a se formar entre o intestino posterior e o seio urogenital, dividindo-os gradualmente para formar o reto e o canal anal, separados do sistema urinário. Este septo desce até a membrana cloacal e eventualmente a divide em uma membrana anal e uma membrana urogenital, permitindo o desenvolvimento separado de ambos os sistemas. Qualquer falha nesse processo de divisão pode resultar em anomalias congênitas, como a cloaca persistente, onde há uma fusão entre os sistemas urinário e gastrointestinal.</p><p>À medida que o intestino posterior se alonga e se estrutura, a proliferação celular e a diferenciação resultam na formação das várias camadas da parede intestinal, incluindo o plexo mioentérico e submucoso. Essas camadas nervosas são essenciais para a peristalse e o funcionamento normal do intestino, e sua formação é dependente da migração adequada das células da crista neural. Deficiências na migração ou diferenciação dessas células podem levar a condições como a doença de Hirschsprung, onde ocorre aganglionose em segmentos do cólon.</p><p>Esse desenvolvimento complexo do intestino posterior destaca a relação intricada entre as diferentes camadas embrionárias e os sinais moleculares que garantem a formação coordenada e funcional do sistema digestivo distal, com a correta separação dos sistemas urogenital e digestivo sendo fundamental para o funcionamento saudável do organismo após o nascimento.</p><p><br/></p><p>Referências:</p><p>LARSEN, W. J. Embriologia Humana. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018.</p><p><br/></p><p>MOORE, K. L.; PERSAUD, T. V. N.; TORCHIA, M. G. The <em>Developing Human: Clinically Oriented Embryology</em>. 10th ed. Philadelphia: Saunders, 2016.</p><p><br/></p><p>LANGMAN, J. <em>Langman's Medical Embryology</em>. 14th ed. Philadelphia: Wolters Kluwer, 2018.</p><p><br/></p><p>KARIMI, K.; LOPEZ, A. <em>Developmental Biology of the Gut and Associated Disorders</em>. Gut, 2022.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-30 11:37:35 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monitoriaembrio2024/jalmlj4bkc5iom6u/wish/3194550283</link>
         <description><![CDATA[<p>Desenvolvimento do pâncreas: O pâncreas se desenvolve ao longo da quarta semana de desenvolvimento embrionário a partir</p><p>da região caudal do intestino anterior, que promove a diferenciação do endoderma em dois brotos pancreáticos: ventral e dorsal. A região da cabeça e do processo uncinado do pâncreas são originados a partir do broto pancreático ventral (menor) e se desenvolve inicialmente próximo ao divertículo hepático caudal e menor. Já o broto pancreático dorsal (maior) forma as regiões de colo, corpo e cauda do pâncreas próximo ao duodeno. Novamente, conforme ocorre a rotação do estômago, o broto pancreático ventral sofre rotação em direção à região posterior do broto pancreático dorsal, unindo-se a ele. A partir desse momento, o</p><p>pâncreas adquire a sua posição anatômica de secundariamente retroperitoneal. Além disso, esse processo também transporta os ductos pancreáticos, que se anastomosam durante a fusão dos brotos, o que origina o ducto pancreático principal (broto ventral e parte distal do dorsal) e o ducto pancreático acessório (parte proximal do broto dorsal). O ducto pancreático principal se une ao ducto colédoco, que também sofreu rotação em direção ao duodeno, forma a ampola hepatopancreática e se abre na papila duodenal maior. Já o ducto pancreático acessório se abre na papila duodenal menor. Em geral, os ductos pancreáticos se comunicam. O tecido pancreático é derivado do endoderma que compõe os brotos pancreáticos dorsal e ventral. Os ácinos serosos iniciam o seu desenvolvimento em torno das células que formam a extremidade dos ductos pancreáticos, enquanto as ilhotas de Langerhans são formadas por células que se separam dos ductos e se localizam entre os ácinos. A secreção de insulina começa a ocorrer a partir da décima semana de desenvolvimento embrionário, enquanto a de glucagon começa antes, porém só é detectada na corrente sanguínea fetal a partir da décima quinta semana de desenvolvimento. Os septos que separam os lóbulos pancreáticos são compostos por tecido conjuntivo fibroso e</p><p>são originados do mesoderma esplâncnico adjacente ao local de formação do pâncreas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-30 14:15:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/monitoriaembrio2024/jalmlj4bkc5iom6u/wish/3194550283</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Desenvolvimento do intestino médio</title>
         <author>viniciusmedeiros4</author>
         <link>https://padlet.com/monitoriaembrio2024/jalmlj4bkc5iom6u/wish/3194731642</link>
         <description><![CDATA[<p>Defeitos na rotação ou a não rotação do intestino médio são causas comuns para más formações. Mas, antes, vou dar uma breve explicação de como seria a formação do intestino médio: basicamente, entre a quinta e a oitava semana de gestação, o intestino médio se alonga e projeta temporariamente para dentro do cordão umbilical, formando uma hérnia umbilical fisiológica, necessária devido ao rápido crescimento intestinal e à limitação de espaço na cavidade abdominal em formação. Durante essa projeção, ocorre uma rotação de 90 graus no sentido anti-horário ao redor da artéria mesentérica superior, organizando o posicionamento inicial do intestino delgado e do cólon. Posteriormente, entre a décima e a décima segunda semana, o intestino médio retorna à cavidade abdominal e realiza uma rotação adicional de 180 graus, também no sentido anti-horário, totalizando 270 graus. Esse movimento finaliza a configuração anatômica, com o intestino delgado posicionado centralmente e o cólon na periferia, enquanto o ceco é direcionado à fossa ilíaca direita.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-30 16:06:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Má rotação intestinal e desenvolvimento de volvos</title>
         <author>viniciusmedeiros4</author>
         <link>https://padlet.com/monitoriaembrio2024/jalmlj4bkc5iom6u/wish/3194760722</link>
         <description><![CDATA[<p>A má rotação do intestino médio ocorre quando as rotações normais (totalizando 270 graus) não são completadas, causando uma disposição anômala das alças intestinais e aumentando o risco de complicações graves. A rotação incompleta ou ausência de rotação pode resultar em quadros de volvo, onde o intestino se torce ao redor de seu próprio eixo mesentérico, levando a uma obstrução que interrompe o fluxo sanguíneo para as alças intestinais. Essa condição causa isquemia, necrose do tecido intestinal e requer tratamento cirúrgico imediato para evitar complicações fatais.</p><p>A má rotação não causa diretamente atresia intestinal (ausência de uma parte do intestino), mas pode contribuir para sintomas obstrutivos que imitam as manifestações clínicas de atresia, como vômitos e dor abdominal, especialmente em neonatos. Outro aspecto crítico da má rotação é o desenvolvimento das <strong>Bandas de Ladd</strong>, faixas de tecido fibroso anormais que podem causar uma obstrução mecânica ao duodeno. O tratamento cirúrgico geralmente envolve a remoção dessas bandas e a reconfiguração das alças intestinais.</p><p>Referências:</p><p>CUNHA FILHO, A. et al. Intestinal malrotation: a diagnosis to consider in acute abdomen in newborns. <strong>Residência Pediátrica</strong>, v. 8, n. 3, p. 141–146, 2018.</p><p>link: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://cdn.publisher.gn1.link/residenciapediatrica.com.br/pdf/v8n3a08.pdf">https://cdn.publisher.gn1.link/residenciapediatrica.com.br/pdf/v8n3a08.pdf</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-30 16:24:03 UTC</pubDate>
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         <title>Desenvolvimento do baço</title>
         <author>vitorbarros8</author>
         <link>https://padlet.com/monitoriaembrio2024/jalmlj4bkc5iom6u/wish/3194896057</link>
         <description><![CDATA[<p>O baço é formado a partir de uma massa de células mesenquimais que surge no mesogástrio dorsal, em torno da quinta semana de desenvolvimento embrionário. Com o desenvolvimento do baço, o mesênquima prolifera, e as células começam a se organizar para formar a estrutura básica do órgão, que é composto principalmente por tecido mesenquimal, mas logo começa um processo de diferenciação celular das células mesenquimais em uma cápsula externa e estruturas internas, como trabéculas. Além disso, o baço é, inicialmente, um importante órgão hematopoiético, essencial para a formação de células sanguíneas durante o desenvolvimento fetal. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-30 17:58:40 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Malformações relacionadas ao baço: ASPLENIA</title>
         <author>vitorbarros8</author>
         <link>https://padlet.com/monitoriaembrio2024/jalmlj4bkc5iom6u/wish/3194906324</link>
         <description><![CDATA[<p>Essa malformação consiste na ausência congênita do baço, que está frequentemente associada a anormalidades cardíacas complexas, como transposição de grandes vasos e malformações do sistema gastrointestinal. Pacientes com asplenia apresentam maior risco de infecções graves, especialmente por bactérias encapsuladas, devido à ausência da função imunológica esplênica (comprometimento hematopoietico). A asplenia congênita é mais frequentemente encontrada em associação com outras anomalias e está presente em <em>cerca de</em> 3% dos neonatais com doença cardíaca estrutural e em 30% dos pacientes que morrem de malposição cardíaca. Apenas como curiosidade, a síndrome de Ivemark é a anomalia mais comum que possui relação com a asplenia. Ela é caracterizada por heterotaxia visceral com bilateralidade do lado direito. Os órgãos do lado direito são duplicados e os órgãos que normalmente estão presentes no lado esquerdo estão ausentes.</p><p><br/></p><p>VON ELTEN, P. et al. <em>Syndromes of asplenia and polysplenia</em>. <em>FEMS Pathogens and Disease</em>, v. 53, n. 3, p. 437, 2009. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://academic.oup.com/femspd/article/53/3/437/592241">https://academic.oup.com/femspd/article/53/3/437/592241</a>. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-30 18:07:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Malformações relacionadas ao Baço: Poliesplenia</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/monitoriaembrio2024/jalmlj4bkc5iom6u/wish/3195147076</link>
         <description><![CDATA[<p>A Poliesplenia é caracterizada por uma condição na qual há mais de um baço na cavidade abdominal , causada por erros no desenvolvimento embriológico, que acaba afetando a lateralidade do corpo. É uma anomalia dificilmente encontrada em idosos, uma vez  que além  de ser vista em 2,5 a cada 100.000 nascimentos, apenas 5% passa dos 5 anos. É válido pontuar que a Poliesplenia está intimamente relacionada com a Heterotaxia, a qual é resultado da falha do embrião em estabelecer a assimetria esquerda-direita normal, potencializando uma anormalidade nessa questão, além da má posição de órgão toracoabdominais, doenças cardíacas congênitas e defeitos extra-cardíacos envolvendo estruturas na linha média. Tal falha pode ser resultado de defeitos em alguns genes que regulam essa lateralidade, tais como NODAL, LEFTY e ZIC3. Curiosidade: A Heterotaxia com Asplenia, ausência do baço, possui mais defeitos cardíacos do que a com Poliesplenia.</p><p><br/></p><p>Referências:</p><p>Varga, Ivan, et al. “Congenital Anomalies of the Spleen from an Embryological Point of View.” Medical Science Monitor, vol. 15, no. 12, Dec. 2009, pp. RA269–RA276, www.medscimonit.com/fulltxt.php?ICID=878269.</p><p><br/></p><p>De La Villeon, B., et al. “Polysplenia Syndrome.” Journal of Visceral Surgery, vol. 148, no. 5, Oct. 2011, pp. e395–e396, https://doi.org/10.1016/j.jviscsurg.2011.09.013.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-10-30 22:42:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Derivados do mesentério ventral e seu papel no sistema gastrointestinal:</title>
         <author>luissilva10</author>
         <link>https://padlet.com/monitoriaembrio2024/jalmlj4bkc5iom6u/wish/3197135135</link>
         <description><![CDATA[<p>Inicialmente, é necessário pontuar que o mesentério ventral tem um papel crucial no desenvolvimento do sistema gastrointestinal, especialmente no que diz respeito ao fígado e às estruturas adjacentes. Durante o desenvolvimento embrionário, o mesentério ventral dá origem a duas importantes estruturas: o ligamento falciforme e o omento menor.</p><p><br/></p><p>1. <strong>Ligamento Falciforme</strong>: Esse ligamento conecta o fígado à parede abdominal anterior, mantendo sua posição no abdome. Sua importância está centrada no fato de que ele facilita a estabilidade estrutural do fígado, permitindo sua fixação ao corpo do embrião em desenvolvimento.</p><p>2. <strong>Omento Menor</strong>: Essa estrutura é capaz de ligar o fígado ao estômago, por meio do ligamento hepatogástrico e ao duodeno, pelo ligamento hepatoduodenal. No contexto do desenvolvimento do sistema gastrointestinal, o omento menor serve como um “canal” pelo qual passam os vasos e ductos essenciais para a vascularização e drenagem hepática. Através dele, estruturas como a veia porta hepática, a artéria hepática e o ducto biliar se conectam ao fígado, garantindo o suprimento de sangue e a condução da bile.</p><p><br/></p><p>Ademais, além dessas funções, o mesentério ventral atua como uma estrutura de suporte essencial para o fígado em desenvolvimento, pois fornece a sustentação necessária enquanto permite a conexão e a passagem de importantes vasos e ductos.</p><p><br/></p><p>Referência:</p><p>LARSEN, William J. <strong>Embriologia humana</strong>. 4. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-11-01 03:06:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Introdução ao Desenvolvimento do Sistema Gastrointestinal</title>
         <author>lviana4</author>
         <link>https://padlet.com/monitoriaembrio2024/jalmlj4bkc5iom6u/wish/3197437560</link>
         <description><![CDATA[<p>O desenvolvimento do sistema gastrointestinal é um processo complexo que envolve a diferenciação das células e a formação das várias camadas da parede intestinal. A citodiferenciação do epitélio endodérmico e a inervação da parede intestinal são etapas fundamentais que garantem o funcionamento adequado do sistema digestivo. Alterações neste desenvolvimento podem levar a diversas malformações com implicações clínicas importantes.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/YnPstqVBdnw?si=BciHvGfnrBIVH6q6" />
         <pubDate>2024-11-01 07:45:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Processo de Citodiferenciação e Desenvolvimento da Parede Intestinal</title>
         <author>lviana4</author>
         <link>https://padlet.com/monitoriaembrio2024/jalmlj4bkc5iom6u/wish/3197454558</link>
         <description><![CDATA[<p>Citodiferenciação do Epitélio Endodérmico: O epitélio endodérmico do trato gastrointestinal passa por várias fases de diferenciação para formar as células especializadas que compõem o revestimento interno do intestino, responsável pela absorção e secreção. Este processo é regulado por fatores de crescimento e genes específicos, como SHH (Sonic Hedgehog) e BMP (Bone Morphogenetic Proteins).</p><p><br/></p><p>Desenvolvimento da Parede Intestinal: A parede intestinal se diferencia em quatro camadas principais:</p><p><br/></p><p>1. Mucosa: Composta pelo epitélio endodérmico especializado.</p><p>2. Submucosa: Contém vasos sanguíneos e nervos.</p><p>3. Camada Muscular: Formada por músculo liso, essencial para o peristaltismo.</p><p>4. Serosa: Camada externa de proteção.</p><p><br/></p><p>Inervação da Parede Intestinal: A inervação ocorre por meio do sistema nervoso entérico, derivado das células da crista neural, que formam o plexo de Auerbach e o plexo de Meissner, regulando a motilidade e a secreção no intestino. Problemas no desenvolvimento desses plexos podem resultar em malformações graves.</p><p><br/></p><p>Referências: </p><p>Moore, K.L., &amp; Persaud, T.V.N. Embriologia Clínica. 10ª edição.</p><p>Kolev, H. M. et al. Mammalian Intestinal Development and Differentiation—The State of the Art. Cellular and Molecular Gastroenterology and Hepatology 16 (5), 809-821 (2023).</p><p>Noah, T. K. et al. Intestinal development and differentiation. Review Article. Experimental Cell Research 317 (19), 2702-2710 (2011).</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-01 08:03:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Doença de Hirschsprung (Megacólon Congênito)</title>
         <author>lviana4</author>
         <link>https://padlet.com/monitoriaembrio2024/jalmlj4bkc5iom6u/wish/3197463459</link>
         <description><![CDATA[<p>Descrição: A Doença de Hirschsprung é uma malformação congênita caracterizada pela ausência de células ganglionares nos plexos nervosos da parede intestinal. Isso ocorre devido à falha na migração das células da crista neural para o intestino durante o desenvolvimento embrionário.</p><p><br/></p><p>Formação Durante o Desenvolvimento Embrionário: Quando as células da crista neural não migram adequadamente para a parede do intestino, o intestino afetado não possui inervação suficiente, resultando em uma falta de peristaltismo e obstrução intestinal.</p><p><br/></p><p>Implicações Clínicas: Bebês com a doença de Hirschsprung apresentam constipação grave e inchaço abdominal. O tratamento geralmente envolve cirurgia para remover a porção do intestino afetada.</p><p><br/></p><p>Referência: </p><p>Larsen, W.J. Larsen's Human Embryology. 5th edition.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/eiBaiXz9Mzo?si=Zp6nJG__uMTcY2iK" />
         <pubDate>2024-11-01 08:14:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Estenose Pilórica Congênita</title>
         <author>lviana4</author>
         <link>https://padlet.com/monitoriaembrio2024/jalmlj4bkc5iom6u/wish/3197471144</link>
         <description><![CDATA[<p>Descrição: A estenose pilórica ocorre devido ao espessamento do músculo pilórico, que impede a passagem de alimento do estômago para o intestino delgado. É uma condição mais comum em meninos e normalmente se manifesta nas primeiras semanas após o nascimento.</p><p><br/></p><p>Formação Durante o Desenvolvimento Embrionário: O espessamento do músculo ocorre devido a um crescimento celular anormal na região do piloro. Embora a causa exata seja desconhecida, acredita-se que fatores genéticos e ambientais desempenhem um papel.</p><p><br/></p><p>Implicações Clínicas: Os sintomas incluem vômito em jato após as mamadas, perda de peso e desidratação. O tratamento padrão é a pilorotomia cirúrgica para alívio da obstrução.</p><p><br/></p><p>Referência: </p><p>Langman’s Medical Embryology.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-01 08:25:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Resumo do Processo de Citodiferenciação e Formação da Parede Intestinal</title>
         <author>lviana4</author>
         <link>https://padlet.com/monitoriaembrio2024/jalmlj4bkc5iom6u/wish/3197483590</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante o desenvolvimento embrionário, o epitélio endodérmico se diferencia em células especializadas que revestem o trato gastrointestinal. Ao mesmo tempo, a parede intestinal se desenvolve com camadas de tecido muscular e inervação, que são essenciais para o movimento e a função do intestino. Alterações neste processo, como falhas na migração das células da crista neural ou crescimento anormal do músculo, podem resultar em condições como a doença de Hirschsprung e a estenose pilórica.</p><p><br></p><p>O estudo dessas malformações revela a complexidade do desenvolvimento embrionário e a importância da migração celular e diferenciação tecidual para a formação adequada do sistema gastrointestinal. Compreender as bases embriológicas dessas condições permite melhores diagnósticos e tratamentos, contribuindo para o cuidado de recém-nascidos com essas malformações.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-01 08:44:09 UTC</pubDate>
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