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      <title>O meu diário de bordo by Ana Cristina Nunes</title>
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      <description>Criado no âmbito da formação &quot;O papel determinante da Biblioteca Escolar no desenvolvimento das literacias em articulação com a sala de aula&quot;</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-02-27 18:13:08 UTC</pubDate>
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         <title>Apresentação</title>
         <author>ananunes4</author>
         <link>https://padlet.com/ananunes4/jafvdj50aj07pj9j/wish/2898029563</link>
         <description><![CDATA[<p>O meu nome é Ana Nunes e sou Professora Bibliotecária no Agrupamento de Escolas de Santo André, Santiago do Cacém. Sou professora de Inglês do Grupo 330 (do 3.º Ciclo e Secundário), mas tenho também lecionado nesta disciplina no 1.º e no 2.º Ciclo.</p><p>Inscrevi-me esta formação com muitas expetativas, pois considero o tema extremamente pertinente e espero conseguir aprender mais sobre como colaborar com os meus colegas das várias disciplinas para ajudar a desenvolver as literacias junto dos nossos alunos.</p><p>Esta foto diz respeito a uma atividade realizada na BE com turmas de 6.º Ano, numa colaboração com a docente de Matemática.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-27 18:36:58 UTC</pubDate>
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         <title>1.ª sessão - 27/02/2024</title>
         <author>ananunes4</author>
         <link>https://padlet.com/ananunes4/jafvdj50aj07pj9j/wish/2898054833</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta 1.ª sessão fomos convidados a criar o nosso diário de bordo, utilizando para tal a ferramenta <em>Padlet</em>, onde iremos colocar as tarefas e as nossas reflexões ao longo da formação.</p><p>Num segundo momento, foram visualizados três vídeos. Os dois primeiros vídeos destacavam o papel da BE no desenvolvimento das diversas literacias e a importância do trabalho aí desenvolvido, em colaboração com os docentes das várias disciplinas, para a promoção de uma aprendizagem mais ativa e com maior autonomia.</p><p>O último vídeo apresentava o testemunho de uma boa prática, com um trabalho muito interessante ao nível do desenvolvimento das literacias. Este vídeo serviu para realçar o trabalho que as bibliotecas têm vindo a desenvolver neste âmbito e o impacto desse trabalho nas dinâmicas da escola.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-02-27 18:56:52 UTC</pubDate>
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         <title>2.ª sessão - 6/03/2024</title>
         <author>ananunes4</author>
         <link>https://padlet.com/ananunes4/jafvdj50aj07pj9j/wish/2922148198</link>
         <description><![CDATA[<p>É difícil fazer uma síntese de uma sessão tão rica e intensa como foi esta com a Cristina Taquelim, mediadora de leitura com uma extensa experiência, contadora de histórias, uma apaixonada pelas questões da leitura, da oralidade, da tradição oral e, como tão bem percebemos ao longo da sessão, do desenvolvimento humano.</p><p>Nesta sessão, Cristina Taquelim reforçou exatamente o papel da oralidade ao serviço do desenvolvimento da leitura e, sobretudo, ao serviço do desenvolvimento humano. Este é um aspeto que, para mim, é urgente salientar, numa época em que o desenvolvimento humano parece estar relegado para um segundo plano ou, melhor dizendo, confiado apenas e só ao desenvolvimento tecnológico. Ora, o que Cristina Taquelim demonstrou de forma magistral foi a importância dos textos da cultura popular, como textos fundamentais e fundadores da nossa cultura, como ferramentas poderosíssimas para o desenvolvimento literácico da criança e, simultaneamente, dotada de uma carga afetiva que lhe permite reforçar laços não só familiares, mas também comunitários (reforçando o sentido de pertença da criança e valorizando o património linguístico, cultural e de afetos que esses textos evocam).</p><p>Cristina Taquelim conduziu-nos, ao longo de três horas, por textos que devem fazer parte desse formulário mágico da infância, nas palavras de António Torrado, citado pela formadora, desde as cantilenas, lengalengas, trava-línguas, os contos de tradição oral, passando também pelo objeto livro, nomeadamente o livro ilustrado, que hoje existe em quantidade e sobretudo em qualidade nas nossas escolas, bibliotecas escolares, bibliotecas municipais. E todo este percurso leva também, inevitavelmente, à escrita. Achei muito importante o modo como Cristina Taquelim referiu o percurso que devemos ajudar as nossas crianças a percorrer em relação à escrita. Primeiro, é importante que percebam que a sua voz tem valor. Segundo, que entendam que se escreve para expressar essa voz. Terceiro, que percebam, por fim, que a sua voz tem valor literário. E, tal como a leitura, este não é um trabalho de momentos; é um trabalho contínuo, regular, progressivo e contextualizado.</p><p>Para terminar esta breve síntese, gostaria de realçar um aspeto que considero fundamental. Disse Cristina Taquelim que não trabalha a leitura o professor bibliotecário, não trabalha a leitura o professor de português, não trabalha a leitura o bibliotecário; trabalha – ou deve trabalhar – a leitura e a literacia todo o adulto que trabalha em território educativo. Concordo plenamente! Penso que ainda nos falta conquistar para este trabalho muitos dos nossos pares, embora muito caminho já tenha sido percorrido. Colocar a leitura no centro da nossa atividade educativa é trabalhar em prol do desenvolvimento literácico, cultural, humano. Foi esta, para mim, a principal mensagem da excelente sessão com a Cristina Taquelim.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-17 21:26:21 UTC</pubDate>
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         <title>3.ª sessão - de 12 a 18 de março (assíncrona)</title>
         <author>ananunes4</author>
         <link>https://padlet.com/ananunes4/jafvdj50aj07pj9j/wish/2922209924</link>
         <description><![CDATA[<p>Esta atividade está ainda a ser implementada em 4 turmas de 5.º Ano. Selecionei esta atividade porque estamos a trabalhar neste momento na sua implementação e porque a base principal desta atividade, que já temos implementado em anos anteriores, são os valores que trabalhamos a partir de uma história/livro ilustrado.</p><p>Até ao momento, a implementação está a correr muito bem, com ligeiras variações de turma para turma. De um modo geral, os alunos estão a gostar a atividade e a envolver-se bastante nas atividades propostas.</p><p>Como pontos fortes, saliento o facto de os alunos gostarem de ouvir e ler uma história em Inglês, o utilizar um material autêntico na aula (o que proporciona uma ligação ao mundo real) e a ligação que os alunos sentiram com a história (o próprio tema é muito atual, com a problemática das alterações climáticas que os alunos rapidamente identificaram e sobre a qual querem falar.</p><p>Em termos de fragilidades, houve algumas dificuldades, principalmente numa das turmas, pelo facto de se trabalhar um livro em Inglês. Apesar de se poder recorrer à língua materna quando necessário, os alunos tinham dificuldade em utilizar a língua inglesa, mesmo quando o vocabulário tinha já sido trabalhado anteriormente. Isto reforça, em minha opinião, a necessidade de se trabalhar a leitura e a literacia nas várias áreas do currículo, para ajudar os alunos a desenvolver as suas competências literácicas de modo global.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-17 23:22:12 UTC</pubDate>
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         <title>4.ª sessão - 19 de março (síncrona)</title>
         <author>ananunes4</author>
         <link>https://padlet.com/ananunes4/jafvdj50aj07pj9j/wish/2987131949</link>
         <description><![CDATA[<p>A sessão sobre o modelo "Debating skills", dinamizado pelo Dr. Nuno Archer de Carvalho foi muito interessante e extremamente pertinente, dado o momento que vivemos, quer nacional, quer internacionalmente. </p><p>Tendo em consideração a minha formação de base, as competências comunicativas sempre fizeram parte do trabalho que, enquanto professora de Inglês, desenvolvo com os meus alunos. O debate, mais concretamente, é uma estratégia que utilizava com frequência com os alunos de secundário e, de um modo geral, os alunos aderiam com gosto e interesse.</p><p>Tal como referido durante a sessão, o debate é um instrumento educativo que pode promover diversas competências transversais essenciais num contexto educativo que se pretende cada vez mais inovador e inclusivo. Os benefícios do debate enquanto ferramenta pedagógica incluem, entre outros:</p><ul><li><p>promover uma atividade envolvente, ativa e centrada no aluno;</p></li><li><p>aumentar a autoestima e a confiança dos alunos;</p></li><li><p>melhorar as competências de nível superior (<em>higher order skills</em>) e o pensamento crítico, bem como a capacidade de estruturar e organizar o pensamento;</p></li><li><p>melhorar a capacidade dos alunos de formular argumentos informados, sustentados em evidências e no raciocínio;</p></li><li><p>desenvolver as competências comunicativas, em particular a capacidade discursiva;</p></li><li><p>obter conhecimento amplo e multifacetado, não compartimentalizado em disciplinas;</p></li><li><p>incentivar o trabalho colaborativo em equipa.</p></li></ul><p>Para além destes benefícios, a sessão permitiu também uma reflexão sobre o modo como o debate pode promover a Democracia e reforçar a Cidadania. Pareceu-me particularmente relevante a chamada de atenção do Dr. Nuno Archer para o facto do debate poder ajudar cada jovem a encontrar e valorizar a sua voz. Este ponto fez-me lembrar a iniciativa "Transformar a educação" a que a RBE se associou e que nós também dinamizámos no nosso agrupamento através da Biblioteca Escolar e que procurou dar voz às crianças e jovens na procura de novas soluções para a escola. Este é um exemplo de como a BE pode dinamizar atividades de debate, articulando com docentes de diferentes áreas curriculares e proporcionando aos alunos espaços de liberdade de expressão, de pensamento criativo e de partilha de ideias.</p><p>Embora entenda o argumento do orador em relação aos destinatários da iniciativa "Debating skills", penso que é possível organizar atividades deste género com alunos mais novos, pois eles gostam de participar e dar a sua opinião (a iniciativa "Transformar a educação" foi um bom exemplo disso na nossa escola) e, embora os alunos de secundário tenham capacidades (as tais "<em>higher order skills</em>") que os mais novos ainda não desenvolveram, a verdade é que as crianças também têm direito a ter uma voz e é de pequeno que se começa a construir uma cidadania responsável e democrática, baseada no respeito mútuo e na empatia.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-09 19:25:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>5.ª sessão - de 8 a 22 de abril (assíncrona)</title>
         <author>ananunes4</author>
         <link>https://padlet.com/ananunes4/jafvdj50aj07pj9j/wish/2987170271</link>
         <description><![CDATA[<p>Devo confessar que, quando pensava em atividades de debate na sala de aula (ou na Biblioteca Escolar), não pensaria em utilizar uma ferramenta colaborativa. Mas a verdade é que já utilizei, mais como formanda, devo confessar, ferramentas colaborativas que promovem o debate, nomeadamente o <em>Tricider</em>. A verdade é que associo atividades direcionadas para o debate mais a alunos mais velhos, do final do 3.º Ciclo e do Ensino Secundário, um pouco pelos mesmos motivos mencionados pelo orador convidado para a sessão 4. Contudo, isto não significa que não seja possível dinamizar atividades deste tipo, com as devidas adequações à faixa etária, direcionadas para alunos mais novos e que não seja mesmo aconselhável fazê-lo, se queremos começar a desenvolver estas competências nos nossos alunos. De facto, uma atividade dinamizada na Biblioteca Escolar que mencionei no fórum criado para a sessão 4 envolvendo os alunos de 2.º Ciclo, no âmbito da iniciativa “Transformar a educação: uma ideia …”, foi muito participada e os alunos envolveram-se de facto, aproveitando a ocasião para fazer ouvir a sua voz. Embora concorde com o argumento do orador em relação ao desenvolvimento cognitivo e até emocional que p debate exige, a verdade é que temos de criar oportunidades para ouvir os alunos e em que eles sintam que a sua voz conta. Se o fizermos desde cedo no percurso escolar dos alunos, estamos a preparar o caminho para que eles participem mais tarde em iniciativas como o <em>Debating Skills</em>.</p><p>Voltando ao tópico da sessão 5, a ferramenta que selecionei para partilhar no fórum foi o <em>Padlet</em>, pois já utilizei em atividades que, à sua dimensão, procuraram promover algumas competências relacionadas com o debate. Lembrei-me, concretamente, de uma atividade desenvolvida no âmbito do MIBE e a qual consistiu na criação de um <em>Padlet</em> onde os alunos podiam elencar pontos fortes e fracos da Biblioteca. Para além do seu <em>post</em>, os alunos eram também desafiados a reagir a <em>posts</em> de colegas e ainda a comentar outros <em>posts</em>. Ao criar esta atividade eu não tinha exatamente em mente ser esta uma atividade direcionada para o debate, mas de facto estão aqui a ser utilizadas algumas competências que também utilizamos no debate, nomeadamente apresentar argumentos a favor ou contra, ouvir outras opiniões e concordar ou discordar das mesmas. Embora fosse um pouco difícil “arrancar” com a atividade, houve alunos que se envolveram bastante e que gostavam de ler os comentários dos colegas aos seu <em>post</em>, responder-lhes e comentar o que os outros escreviam. Aqui, a nossa mediação é importante para os orientar em termos de linguagem adequada quando comunicamos publicamente e como fazer crítica construtiva.</p><p>O Padlet tem a vantagem de ser uma ferramenta acessível e de fácil utilização. Não tem limite de posts que podemos fazer num mural, ser personalizável, o que permite torná-lo apelativo em termos visuais. Assim, é uma ferramenta que é bastante fácil de utilizar com alunos mais novos. Podemos ainda exportá-lo para o formato PDF, o que permite contornar uma das desvantagens da sua utilização, o número limitado de <em>Padlets</em> que podemos criar gratuitamente. Existem outras ferramentas mais adequadas para promover uma atividade colaborativa direcionada para o debate, mas esta versatilidade do Padlet - e tendo em consideração a faixa etária com que trabalho mais frequentemente - levou-me a escolher esta ferramenta para a atividade proposta e irei, certamente, utilizá-la noutras atividades com este foco.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-09 20:11:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>6.ª Sessão - 22 de abril (síncrona)</title>
         <author>ananunes4</author>
         <link>https://padlet.com/ananunes4/jafvdj50aj07pj9j/wish/2989500144</link>
         <description><![CDATA[<p>A sessão dinamizada por Carlos Pinheiro sobre Inteligência Artificial e Bibliotecas foi muito interessante e pertinente, face ao momento que vivemos. A Inteligência Artificial (IA) está, de facto, na ordem do dia, em todos os níveis e áreas da nossa sociedade e, muito particularmente, na área da educação. Basta ver o número de <em>webinares</em>, conferências e eventos diversos em torno desta temática, organizados por e para professores. E penso que este é o momento exato para debater e refletir em torno da IA, pois a utilização destas ferramentas está já a mudar a escola e a educação, apesar de muitos de nós nem nos apercebermos ainda do que está a acontecer. Mas não podemos ignorar ou fingir que nada vai mudar, se queremos ter uma palavra a dizer sobre como vai ser o futuro da educação, mas também como o mundo e os cidadãos do futuro vão ser, pois se não formos nós, será a IA, ou melhor, aqueles que controlam a IA – as grandes empresas que estão por detrás da criação, manutenção e divulgação destas ferramentas – que o farão. E os seus interesses não são, certamente, os nossos.</p><p>Não sou daquelas pessoas que consideram que a IA é uma ameaça e que, um dia, os professores serão substituídos pela IA e robôs. Pelo contrário, considero que a IA e a tecnologia podem ser uma ajuda positiva para os professores, aliviando-nos de muitas tarefas rotineiras, burocráticas e morosas e libertando-nos, assim, para tarefas muito mais motivadoras e relevantes do ponto de vista pedagógico. Esse foi um ponto que o orador realçou bastante, com exemplos muito práticos e interessantes de como a IA pode ajudar-nos, enquanto professores bibliotecários, em tarefas como a catalogação e a indexação, ou no delinear de programas específicos. Mas uma das principais e mais urgentes ações que a BE pode e deve ter com vista à integração da IA nas escolas é na dimensão pedagógica, nomeadamente no apoio aos professores, com a dinamização de sessões práticas de formação de professores sobre a utilização destas ferramentas ou para debater/refletir sobre as implicações da utilização destas ferramentas quer pelos alunos, quer na nossa própria ação educativa, bem como na formação dos nossos alunos, alertando para questões éticas e morais na utilização da IA, questões de segurança e privacidade e ainda promovendo o debate e o espírito crítico.</p><p>Penso que o trabalho dos professores em geral e das bibliotecas escolares em particular nunca foi tão desafiante, tão urgente e tão relevante como nesta era da IA. Sobretudo se quisermos ser nós, professores, a transformar a educação e a moldar a escola que queremos construir para as próximas gerações.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 18:27:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>7.ª sessão - 24 a 30 de abril (assíncrona)</title>
         <author>ananunes4</author>
         <link>https://padlet.com/ananunes4/jafvdj50aj07pj9j/wish/2989549507</link>
         <description><![CDATA[<p>Tal como acontece com outras ferramentas tecnológicas, sejam elas digitais ou não, a Inteligência Artificial em si mesma não constitui uma ameaça; contudo, o seu uso excessivo pode levar a alguns comportamentos que não só podem desvirtuar todas as potencialidades que as ferramentas de IA oferecem, como ainda representar uma séria ameaça ao desenvolvimento do espírito crítico, da capacidade de resolução de problemas, da criatividade e até do trabalho colaborativo, ou seja, as tão faladas competências para o séc. XXI.</p><p><strong>2 oportunidades:</strong></p><p>- A IA pode facilitar a realização de tarefas como a de catalogação e indexação, permitindo não só libertar o professor bibliotecário para outras tarefas, como permite ainda um ganho para o utilizador, no sentido em que essas tarefas serão realizadas de forma mais rápida e eficaz.</p><p>- Pensando numa vertente importante do trabalho da BE, a formação de utilizadores, a IA oferece uma oportunidade para revitalizarmos a formação dos nossos utilizadores, quer professores, quer alunos, para podermos utilizar estas novas ferramentas em todo o seu potencial, de forma ética e segura.</p><p><strong>2 ameaças:</strong></p><p>- A questão da ausência de espírito crítico e até de um certo "laxismo intelectual" causado por uma utilização incorreta e "dependente" da IA. É uma nova era de "copy paste" levado ao extremo.</p><p>- As questões éticas, como a da propriedade intelectual, e de segurança são cada vez mais pertinentes e, como tal, urge debatê-las à luz destas novas ferramentas, não só no quadro legislativo nacional e internacional, mas também nas nossas escolas.</p><p>A IA veio colocar às escolas desafios enormes e não podemos continuar a fingir que tudo continua igual. A BE pode e deve ser um espaço de debate e de formação para que estas novas ferramentas sejam integradas no processo educativo de forma responsável e eficaz.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 20:00:53 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>8.ª sessão - 2 a 6 de maio (assíncrona)</title>
         <author>ananunes4</author>
         <link>https://padlet.com/ananunes4/jafvdj50aj07pj9j/wish/2989555906</link>
         <description><![CDATA[<p>Tendo sido solicitado, nesta sessão, a planificação de uma atividade/projeto no âmbito da Escrita relacionado com temáticas associadas à Cidadania ou Cultura/Património, optei pela atividade ICEPELL que tenho vindo a desenvolver nos últimos 2 ou 3 anos e que faz parte do PAA da biblioteca, a qual consiste na abordagem de uma temática no âmbito da Educação para a Cidadania através de <em>picturebooks</em> na disciplina de Inglês. Considero que esta atividade em particular vai ao encontro do que foi solicitado, pois para além da temática, promoveu também a competência escrita numa língua estrangeira.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 20:14:49 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>9.ª sessão - 7 de maio (síncrona)</title>
         <author>ananunes4</author>
         <link>https://padlet.com/ananunes4/jafvdj50aj07pj9j/wish/2989582631</link>
         <description><![CDATA[<p>Decidi partilhar aqui uma das atividades que temos vindo a desenvolver neste 2.º semestre com turmas de 6.º Ano, uma oficina de escrita criativa em articulação com a Biblioteca Escolar, em que procuramos desenvolver a competência escrita integrando também competências digitais através da criação de portfolios individuais. O link aqui partilhado é o da oficina de uma dessas turmas: </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://padlet.com/ananunes4/oficina-de-escrita-60eywhxznbqbrdef">https://padlet.com/ananunes4/oficina-de-escrita-60eywhxznbqbrdef</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-12 21:17:51 UTC</pubDate>
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