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      <title>O meu diário by Tania Pires</title>
      <link>https://padlet.com/taniasfpires/tania_pires</link>
      <description>Este diário inscreve-se no âmbito da 
Autonomia e Flexibilidade Curricular</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-10-12 22:25:59 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2018-10-21 22:50:27 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Apresentação</title>
         <author>taniasfpires</author>
         <link>https://padlet.com/taniasfpires/tania_pires/wish/292364104</link>
         <description><![CDATA[<div>Tânia Pires,&nbsp; psicóloga.<br>Curiosa pelo mundo, pela mente e comportamento humano. De cada vez que aprendo algo, fico mais rica e com novos horizontes para descobrir o que não sei ou até o que não sei que sei.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-12 22:35:03 UTC</pubDate>
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         <title>Ou muda ou dança (forum 1)</title>
         <author>taniasfpires</author>
         <link>https://padlet.com/taniasfpires/tania_pires/wish/295238733</link>
         <description><![CDATA[<div>Numa expressão que vem da palavra "mudança", surgem várias reflexões. Ao conhecer o enquadramento que está subjacente às mudanças que ocorreram no ensino no presente ano, creio que estas orientações trazem mais-valias para as práticas pedagógicas e para a formação de cada um como pessoa numa perspetiva holística. Face aos desafios colocados e ao timming dos mesmos, a expressão é mesmo: ou muda ou dança! Timming à parte urge mudar. Mudar cada pessoa, cada profissional, para educador, cada organização no sentido da flexibilidade (de contexto, estrutural, comunicacional, etc...) e mesmo que estas não acontecem, a resposta é simples: ou muda ou muda. Não há segundo nem terceiro caminho ou opção. Acredito que numa primeira fase a mudança deve acontecer ao nível da organização, tal como já aconteceu com a organização do ano escolar, ainda que as práticas continuem muito centradas nos saberes, nos conhecimentos de cada uma das disciplinas e nem sempre na tão desejada transversalidade. Receio que nesta mudança e nas dificuldades em que a mesma se operacionalize se possam encontrar novas zonas de conforto, comprometendo o alcance que estes enquadramentos podem permitir para os alunos. Simultaneamente à mudança organizacional deveria acontecer a mudança profissional e das equipas pedagógicas. Acredito que a diversidade de saber, de conhecimentos e de experiências nem sempre são rentabilizadas. Para além disso, alterar hábitos, rotinas, valores, crenças e expetativas individuais não é tarefa fácil. A sensibilização pode ser fundamental, contudo, como seria se os horários dos docentes fossem flexiveis, se valorizassem mais ainda a partilha de experiências, a formação destes em tempos letivos em benefícios da própria escola e dos alunos, os intercâmbios com outras escolas? as ideias são muitas contudo as barreiras para a concretização também proliferam. Ficam estes desafios, com a certeza de que, se não se muda, dança-se (fica-se para trás), por isso o melhor será mesmo mudar e dançar, de satisfação, de empenho, de entusiasmo, de diversão numa verdadeira demonstração de competências que acredito que os profissionais possuem. Não posso deixar de me interrogar sobre um dos desafios que é colocado: como preparar para algo que ainda não conhecemos? Este é o mundo dos atuais alunos. Este ainda não é o mundo da totalidade dos elementos que integram as nossas escolas. Talvez, quando a geração dos anos 80 e 90 alcançar a sua "estabilidade instável" e a sua instável estabilidade, possamos compreender que os livros de receitas já não existem, os livros de receitas são criados e co-construídos a cada interação, a cada momento. Deste modo, a mudança começa em cada um nós, em acreditar que tem conhecimentos e competências que desconhece que tem, em acreditar que à escola e para a formação dos alunos já não vai apenas o professor, mas sim o professor-pessoa; para a relação com o aluno não vai apenas o técnico, mas sim o técnico-pessoal. tal valida da interação holística de todos os intervenientes.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-21 21:52:57 UTC</pubDate>
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         <title>Estimular o interesse das famílias (forum 2)</title>
         <author>taniasfpires</author>
         <link>https://padlet.com/taniasfpires/tania_pires/wish/295240486</link>
         <description><![CDATA[<div>Este não é apresenta como um tema atual.&nbsp;<br>Nos contextos onde tenho podido desempenhar funções, verifico que as famílias com aluno (filhos / educandos) com mais dificuldades na aprendizagem, no comportamento e por vezes com mais dificuldades a nível de emprego e económicas são aqueles que menos comparecem à escola. Fazem-no muitas vezes quando perante a autoridade máxima da escola e quando esgotadas outras possibilidades.<br>Estimular o interesse das famílias pode significar promover o seu envolvimento. A regulamentação legal já prevê a participação dos pais: quando se designam representantes de turma, quando participam em algumas reuniões de pais ou quando os representantes dos pais participam nesses encontros, através das associações de pais, com participação nos conselhos gerais. Enfim... pergunto-me se serão estes os pais que queremos trazer à escola, ou se, para além destes queremos envolver e trazer à escola aqueles que ainda parecem não se envolver. Que pais serão estes? Que necessidades têm? Como perspetivam a escola? Que expetativas têm face à escola, ao desenvolvimento dos seus educandos? que expetativas para o projeto de vida?<br>Creio que o atual modelo de educação inclusiva poderá criar um novo espaço para a caracterização destas famílias para melhor se compreender o aluno, para que a escola possa definir práticas que os envolva de forma ativa e participada.<br>Inserir a escola na comunidade, e talvez até, ter na escola recursos que se destinem a alunos e suas famílias, possam ser um importante avanço para consolidar e sistematizar a participação das famílias. A constituição de equipas técnicas alargadas orientadas para o trabalho indireto com os alunos, isto é, que possam orientar as famílias, promover competências parentais, articular com outras entidades (Seg Social, IEFP; e outras) podem vir a ser uma mais valia.<br>Acredito que a escola pode conhecer e responder de forma holística às famílias dos alunos, necessitando de equipas técnicas especializadas para o efeito.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-21 22:05:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/taniasfpires/tania_pires/wish/295240486</guid>
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         <title>Perfil dos alunos com educação inclusiva (forum 3)</title>
         <author>taniasfpires</author>
         <link>https://padlet.com/taniasfpires/tania_pires/wish/295242176</link>
         <description><![CDATA[<div>O perfil do aluno surge como um documento orientador de práticas pedagógicas, inclusive no âmbito da educação inclusiva. Quando a educação inclusiva se perspetiva para todos, em pleno respeito pelas características de cada um, aceitando e integrando a diferença na igualdade e a igualdade na diferença. <br>Os "diagnósticos" ou "rótulos" constituem uma pequeníssima parte de cada pessoa, que apenas orientam para a pesquisa sobre as características que cada um pode apresentar. Isto é , poderemos ter alunos com défice cognitivo, perturbação do espectro autista, invisuais, etc... cuja funcionalidade, competências, expetativas, recursos e projetos de vida se diferenciam. <br>O perfil do aluno e a educação inclusiva desafiam-nos a valorizar a diferença e integrar a diferença para que todos e cada um possa crescer.<br>Os projetos a desenvolver podem inscrever-se na flexibilidade curricular, na co-construção, na co-responsabilização, na co-partilha a cada dia e a cada momento, na relação pedagógica alcançada onde todos desempenham o papel principal. A abertura de sala de aulas à diversidade de estratégias, métodos, experiências; a transformação da escola num espaço privilegiado de aprendizagem que não termina nos limites da sala de aula, mas que prossegue pelos corredores, e que ultrapassa os limites e fronteiras geográficas que separam a escola da via pública. <br>Projetos de englobem a diversidade de experiências de todos e cada um, para que todos e cada um possam beber e partilhar de conhecimentos, competências, aprendizagens que vão para além das demonstrações através de 🤬 escritos mas que se inscrevem em práticas reais, observadas, monitoradas, acompanhadas a cada momento. Quase diria que estes projetos são como o observar do crescimento de uma criança a quem se proporcionam os estímulos, os recursos, a orientação, o apoio, o amparo e ... em algum momento, num abrir e fechar de olhos se percebe o quanto se fez, o quanto cresceu, o quanto aprendeu.<br>Talvez a dificuldade neste projetos esteja nos períodos de avaliação, uma vez que estes períodos de tempo nem sempre são suficientemente alargados para permitir à escola o acompanhamento do desenvolvimento dos alunos ao longo da vida. O desafio de acompanhar o percurso dos alunos mesmo em situação de mudança de escola, inclusive devido a escolhas escolares e profissionais, é algo bem interessante. <br>Tal também faz mais sentido, quando as equipas pedagógicas são relativamente estáveis, permitindo a manutenção de laços e o desenvolvimento de competências nas diversas áreas. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-21 22:22:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/taniasfpires/tania_pires/wish/295242176</guid>
      </item>
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         <title>Perfil do aluno</title>
         <author>taniasfpires</author>
         <link>https://padlet.com/taniasfpires/tania_pires/wish/295243122</link>
         <description><![CDATA[<div>Os dados de escolas que já tem evidências de experiências no âmbito da flexibilidade curricular devem ser considerados aquando da análise destas temáticas.<br>Mais do que cumprir programas curriculares, há que cumprir com o desenvolvimento de competências humanas. Esta é uma mudança de paradigma educativo. O docente não possui todo o conhecimento nem é o único com poder para transmitir esse conhecimento.&nbsp;<br>O docente é perspetivado como ser humano aprendente, com disponibilidade para aprender, aperfeiçoar, experimentar.&nbsp;<br>O aluno são é mais "analfabeto" ou "sem literacia". Quando ingressa na escola, o aluno já é nativo na área das tecnologias, aprende a utilizar esses recursos de forma intuitiva, está disponível para lidar com conteúdos nacionais e internacionais, mesmo se apreender a totalidade da informação disponibilizada. Acede a recursos diversificados que lhe permitem compreender ideias e aplicá-las na prática de forma criativa, generalizando aprendizagens, explorando conteúdos, cometendo erros e procurando soluções.&nbsp;<br>Estará o docente disponível para aceitar estes alunos? Para lidar com esta revolução tecno-educativa? Para aceitar que os valores dos jovens da atualidade são diferentes dos valores dos jovens do seu tempo?&nbsp;<br>Quantas vezes um jovem questiona por mera curiosidade e não por desafio? Quantas vezes essas questões são rentabilizadas em prol da aprendizagem?&nbsp;<br>O perfil do aluno, aborda áreas e competências transversais. Essa transversalidade reflete-se nas áreas curriculares e não curriculares e em todas as ações e atividades em que o aluno se envolve.<br>E do perfil do professor? Há documentos que abordam o perfil do professor inclusivo. Será que a mudança deve começar por aqui?&nbsp;<br>Numa mudança de paradigma a formação dos docentes é também tema a analisar. De que forma serão os docentes formados para os desafios da escola inclusiva para todos?<br>Quando se pretende que os alunos aprendam com experiências diversificadas e transversais, que consolidem e demonstrem as competências fazendo, não seria também oportuno que os docentes, na sua formação base pudessem ir ao terreno? Já houve tempos em que nos últimos anos da universidade, os docentes lecionavam com a orientação de professores universitários e de profissionais da escola. Não seria de retomar esta prática?<br>Com base no perfil do aluno e na educação inclusiva, pergunto-me se não seria de a escola se abrir a outros profissionais (mesmo que no âmbito de estágios, que por vezes devem ser remunerados) cumprindo uma dupla função: contribuir para a formação de jovens in loco e de beber da inovação de alguém (ainda) externo a estes sistemas e que, como tal, percecionam a escola (organização, funções, metodologias, práticas, barreiras, recursos, etc...) de forma diferente.<br>Enfim, um perfil de alunos.... uma educação inclusiva. Uma escola ou várias escolas, uma ou várias escolhas. Vários caminhos para um destino (perfil do aluno) idissincrático. Vários caminhos que o docentes deve proporcionar e, nos quais também se pode deixar conduzir.<br>Num perfil de aluno e educação inclusiva onde, ninguém caminha à frente ou atrás. Neste caminho, caminha-se lado a lado.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-21 22:31:23 UTC</pubDate>
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