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      <title>Sobre a Discriminação Racial by </title>
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      <description>Criado com pesquisa e reflexão</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-04-12 20:38:47 UTC</pubDate>
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         <author>mariatortorello</author>
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         <description><![CDATA[<div>Manifestações de discriminação racial. MUITO PARA PENSAR.&nbsp;<br>Poema de Marcelino Freire - “Da paz” - declamado por Naruna Costa</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-12 20:45:00 UTC</pubDate>
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         <author>mariatortorello</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-12 20:45:28 UTC</pubDate>
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         <title>Sabrina - livro: O Ódio que Você Semeia </title>
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         <description><![CDATA[<div>1º lugar na lista do New York Times. Uma história juvenil repleta de choques de realidade. Um livro contra o racismo em tempos tão cruéis e extremos Starr aprendeu com os pais, ainda muito nova, como uma pessoa negra deve se comportar na frente de um policial.Não faça movimentos bruscos.Deixe sempre as mãos à mostra.Só fale quando te perguntarem algo. Seja obediente.Quando ela e seu amigo, Khalil, são parados por uma viatura, tudo o que Starr espera é que Khalil também conheça essas regras. Um movimento errado, uma suposição e os tiros disparam. De repente o amigo de infância da garota está no chão, coberto de sangue. Morto.Em luto, indignada com a injustiça tão explícita que presenciou e vivendo em duas realidades tão distintas (durante o dia, estuda numa escola cara, com colegas brancos e muito ricos - no fim da aula, volta para seu bairro, periférico e negro, um gueto dominado pelas gangues e oprimido pela polícia), Starr precisa descobrir a sua voz. Precisa decidir o que fazer com o triste poder que recebeu ao ser a única testemunha de um crime que pode ter um desfecho tão injusto como seu início.Acima de tudo Starr precisa fazer a coisa certa.Angie Thomas, numa narrativa muito dinâmica, divertida, mas ainda assim, direta e firme, fala de racismo de uma forma nova para jovens leitores. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 11:51:47 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Raízes negras, samba e batuque africano na música de Paulo César Pinheiro e Mauro Duarte, cantada originalmente por Clara Nunes, falam da formação do brasileiro a partir de três raças, o branco, o preto e o indígena. Índios saqueados, pretos sequestrados, todos escravizados pelo branco europeu. A resistência do quilombo, o extermínio indígena, o “soluçar de dor”, a histórica responsabilidade do branco europeu.<br>A opressão de escancarada durou mais de 300 anos, e foi superada há pouco mais de 100 anos, não por questões humanitárias, mas sim pela necessidade de adequação à economia.<br><br>Sua superação, entretanto, com a abolição da escravidão articulada pela monarquia, não acabou com a mentalidade que sustentou tais relações por séculos. Nem tampouco significou a transformação da estrutura social, marginalizando, desta forma, o negro e o índio na chamada civilização europeia.<br><br>A música, desta forma, resgata a origem de um racismo recorrente, assassino, e, mesmo assim, tolerado e ignorado pelos poderes instituídos. Até quando?&nbsp;<br><br>https://youtu.be/qe9jBXcGLp8&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 11:52:32 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Martin Luther King<br>“Quem aceita o mal sem protestar, coopera com ele”<br>Voltaire<br>“Preconceito é opinião sem conhecimento”</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 11:53:46 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>5 FATOS QUE COMPROVAM QUE AINDA HÁ RACISMO NO BRASIL<br><br>1. Quantidade de líderes políticos negros</div><div>Pare um pouco para refletir: quantos líderes políticos você conhece? Claro que existem senadoras como Benedita da Silva (RJ) e Leci Brandão (SP), mas eles ainda são minoria. Para ser mais exato, apenas 3% dos políticos eleitos no ano de 2014 se declararam negros, segundo pesquisa da Revista Congresso em Foco.</div><div><br></div><div>O que isso quer dizer? Que a política nacional, especialmente o poder legislativo, ainda é bastante dominado por indivíduos brancos. Isso é preocupante do ponto de vista institucional, porque sua atuação ignora algumas vivências para as quais somente a população negra poderia se atentar.</div><div><br></div><div>Assim como há um esforço no sentido de aumentar a participação feminina na política, também deveria haver maior incentivo à democratização racial nesses ambientes de representação legislativa. Afinal, se há apenas 3% de negros na política, essa não é uma porcentagem que efetivamente representa a sociedade, de acordo com os dados do IBGE.</div><div><br></div><div>2. Recortes raciais no censo do IBGE</div><div>Segundo o censo populacional do IBGE, a população brasileira é composta por quase 46% de pretos e pardos. Esse censo é auto-declaratório, ou seja, praticamente metade da população não se vê como sendo branca.&nbsp;</div><div><br></div><div>Esses dados são ainda mais significativos quando cruzados com dados econômicos, já que a população que se declara preta ou parda é também a que tem uma renda menor, em número de salários, se comparada relativamente. Na prática, o Brasil ainda é um país de muita concentração de renda, e essa desigualdade também ocorre por meio de recortes raciais.</div><div><br></div><div>É possível perceber, a partir desses dados, que há um favorecimento maior de brancos para acessarem o mercado de trabalho, seja devido à educação que receberam, os históricos familiares e sociais, bem como as oportunidades de emprego às quais tiveram acesso em vida.</div><div><br></div><div>3. Academia e racismo no Brasil: quantos pesquisadores negros você conhece?</div><div>Outro fato que evidencia o racismo no Brasil é a falta de pesquisadores negros nos quadros das principais universidades públicas e centros de pesquisa do país. Para atestar esse fato, basta observar a maioria dos professores que você teve ao longo da vida e tem atualmente. Quanto maior o grau do ensino, menor a quantidade de professores negros.</div><div><br></div><div>Isso evidencia que há menos incentivos e oportunidades para pessoas negras ingressarem não apenas no ensino superior, como também em programas de pós-graduação, mestrado e doutorado. Isso corrobora a concentração do ensino nas mãos de pesquisadores brancos, que nem sempre estão atentos para todas as temáticas raciais pertinentes para a sociedade brasileira.</div><div><br></div><div>4. Cotas e acesso ao ensino superior</div><div>A falta de alunos, pesquisadores e professores negros nos quadros públicos federais contribuiu para a lei nacional de cotas, nº 12.711/2012, que estabelece a obrigatoriedade de reserva de, no mínimo, 50% das vagas em universidades federais e para estudantes que tenham cursado a integralidade do ensino médio em instituições públicas de ensino.</div><div>Além disso, a mesma lei prevê que essas vagas serão preenchidas de acordo com a distribuição de pretos, pardos, indígenas e pessoas com deficiência nas diferentes unidades da federação. Por exemplo, se o IBGE determinar que 40% da população em Minas Gerais é preta ou parda, essa deve ser a porcentagem de vagas a pretos e pardos na reserva de vagas.</div><div><br></div><div>Essa e uma forma de adequar à realidade social e etnográfica os meios de acesso ao ensino superior público no Brasil. Afinal, as instituições de ensino também devem refletir a sociedade.</div><div><br></div><div>5. Preconceito e injúria racial nas redes sociais</div><div>Se você tem acesso ao Facebook e Twitter, provavelmente já acompanhou diversas discussões e postagens com conteúdos ofensivos e discriminatórios. Por ser online, muitas pessoas acreditam que estão livres de responsabilização criminal e cível por essas ações, mas isso não é verdade. Até mesmo usuários “fakes” podem ter seus perfis e endereços de IP identificados, para posteriormente serem acionados na justiça.</div><div><br></div><div>O caso de injúria racial sofrido pela apresentadora de TV Maria Júlia Coutinho (Maju) em 2015 evidencia isso. A página do Jornal Nacional no Facebook foi alvo de diversas mensagens de conteúdo discriminatório naquela época. O mesmo ocorreu em relação à filha do casal de atores Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank. Titi foi alvo de vários comentários racistas em postagens do casal, o que acarretou a apresentação de uma queixa crime no Rio de Janeiro em 2016, na Delegacia de Repressão a Crimes de Informática.</div><div><br></div><div>Esses episódios evidenciam, mais uma vez, que o racismo está longe de ser extinto do Brasil.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-14 12:12:30 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>“É mais fácil desintegrar um átomo que um preconceito” (Albert Einstein)</div><div><br></div><div>“A violência, seja qual for a maneira como ela se manifesta, é sempre uma derrota” (Jean-Paul Sartre)&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-19 13:02:03 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>“Olhos que condenam”&nbsp;</div><div>Série conta a história verídica de adolescentes negros presos injustamente por estupro. Sem provas, a polícia e a promotoria usaram artifícios completamente criminosos para que os jovens confessassem algo que não fizeram.</div><div><br></div><div>“Madam C.J. Walker”</div><div>A minissérie conta a história da primeira mulher negra a se tornar milionária dos Estados Unidos por conta própria: Madam C.J. Walker. A trama é ambientada no início de 1900, poucos anos depois da libertação dos escravos, mas ainda com muito racismo enraizado na sociedade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-20 00:51:17 UTC</pubDate>
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         <title>Marina- Filme: &quot;Green Book&quot; </title>
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         <description><![CDATA[<div><br>- Recebeu o Oscar de Melhor Filme em 2019<br><br>O longa conta a história de pianista afro-americano de renome mundial, prestes a embarcar em uma turnê pelo sul dos Estados Unidos, em 1962. Como precisa de um motorista e guarda-costas, recruta um ítalo-americano fanfarrão do Bronx. Apesar de suas diferenças, os dois homens desenvolvem uma ligação inesperada ao enfrentar o racismo e os perigos de uma era de segregação racial.&nbsp;<br><br>A transformação de Tony de um conservador racista em alguém mais tolerante é um dos caminhos percorridos, mas não o único. Shirley também muda ao embarcar na jornada ao lado do motorista.<br><br>Em um período em que os Estados Unidos veem marchas de confederados, o filme tem a coragem de expor o quão insano era o preconceito racial em determinada parte do país antigamente.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-20 12:37:29 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>§ Documentário brasileiro de 2016: Eu Não Sou Seu Negro - relata história de vida e morte de alguns ativistas como Martin Luther King, na luta pela igualdade racial <a href="https://globoplay.globo.com/v/8631269/">https://globoplay.globo.com/v/8631269/</a></div><div>§ Música do cantor Childish Gambino “This Is America” - mostra a realidade de como é a vida de negros nos EUA, com perseguições e mortes e como tudo isso muitas vezes é coberto pela política <a href="https://youtu.be/xm_ErKX9A1o">https://youtu.be/xm_ErKX9A1o</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-20 17:05:33 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Depois de muita espera, o filme M8 — Quando a Morte Socorre a Vida enfim chegou ao catálogo da Netflix na última quarta-feira (24). O novo longa de Jeferson De (Bróder), protagonizado por Juan Paiva, discute racismo e o conflito social na cidade do Rio de Janeiro (RJ).</div><div><br></div><div>Na trama, Maurício (Paiva) acaba de ingressar na renomada Universidade Federal de Medicina e na primeira aula de Anatomia conhece M8, o cadáver que servirá de estudo para ele e os amigos. Durante o semestre, o mistério da identidade do corpo só poderá ser solucionado depois que ele enfrentar as próprias angústias.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-20 17:10:11 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Gabriel Pensador- Racismo é burrice&nbsp;<br>Salve, meus irmãos africanos e lusitanos, do outro lado do oceano</div><div>O Atlântico é pequeno pra nos separar</div><div>Porque o sangue é mais forte que a água do mar</div><div>Racismo, preconceito e discriminação em geral</div><div>É uma burrice coletiva sem explicação</div><div>Afinal, que justificativa você me dá para um povo que precisa de união</div><div>Mas demonstra claramente</div><div>Infelizmente</div><div>Preconceitos mil</div><div>De naturezas diferentes</div><div>Mostrando que essa gente</div><div>Essa gente do Brasil é muito burra</div><div>E não enxerga um palmo à sua frente</div><div>Porque se fosse inteligente esse povo já teria agido de forma mais consciente</div><div>Eliminando da mente todo o preconceito</div><div>E não agindo com a burrice estampada no peito</div><div>A elite que devia dar um bom exemplo</div><div>É a primeira a demonstrar esse tipo de sentimento</div><div>Num complexo de superioridade infantil</div><div>Ou justificando um sistema de relação servil</div><div>E o povão vai como um bundão na onda do racismo e da discriminação</div><div>Não tem a união e não vê a solução da questão</div><div>Que por incrível que pareça está em nossas mãos</div><div>Só precisamos de uma reformulação geral</div><div>Uma espécie de lavagem cerebral</div><div><br></div><div>Racismo é burrice</div><div><br></div><div>Não seja um imbecil</div><div>Não seja um ignorante</div><div>Não se importe com a origem ou a cor do seu semelhante</div><div>O quê que importa se ele é nordestino e você não?</div><div>O quê que importa se ele é preto e você é branco</div><div>Aliás, branco no Brasil é difícil, porque no Brasil somos todos mestiços</div><div>Se você discorda, então olhe para trás</div><div>Olhe a nossa história, os nossos ancestrais</div><div>O Brasil colonial não era igual a Portugal</div><div>A raiz do meu país era multirracial</div><div>Tinha índio, branco, amarelo, preto</div><div>Nascemos da mistura, então por que o preconceito?</div><div>Barrigas cresceram, o tempo passou</div><div>Nasceram os brasileiros, cada um com a sua cor</div><div>Uns com a pele clara, outros mais escura</div><div>Mas todos viemos da mesma mistura</div><div>Então presta atenção nessa sua babaquice</div><div>Pois como eu já disse racismo é burrice</div><div>Dê a ignorância um ponto final</div><div>Faça uma lavagem cerebral</div><div><br></div><div>Racismo é burrice</div><div><br></div><div>Negro e nordestino constroem seu chão</div><div>Trabalhador da construção civil conhecido como peão</div><div>No Brasil, o mesmo negro que constrói o seu apartamento ou o que lava o chão de uma delegacia</div><div>É revistado e humilhado por um guarda nojento</div><div>Que ainda recebe o salário e o pão de cada dia graças ao negro, ao nordestino e a todos nós</div><div>Pagamos homens que pensam que ser humilhado não dói</div><div>O preconceito é uma coisa sem sentido</div><div>Tire a burrice do peito e me dê ouvidos</div><div>Me responda se você discriminaria</div><div>O Juiz Lalau ou o PC Farias</div><div>Não, você não faria isso não</div><div>Você aprendeu que preto é ladrão</div><div>Muitos negros roubam, mas muitos são roubados</div><div>E cuidado com esse branco aí parado do seu lado</div><div>Porque se ele passa fome, sabe como é</div><div>Ele rouba e mata um homem</div><div>Seja você ou seja o Pelé</div><div>Você e o Pelé morreriam igual</div><div>Então que morra o preconceito e viva a união racial</div><div>Quero ver essa música você aprender e fazer</div><div>A lavagem cerebral<br>...</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-20 17:11:54 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div><br>A 13º Emenda (2016)<br>A 13ª emenda da Constituição americana aboliu oficialmente a escravidão no país e até hoje garante a proibição da prática, assim como trabalhos forçados, exceto como punição para um crime. Em outras palavras, todos estão livres desse tipo de prática, menos os condenados, possibilitando que essa população perca seus direitos básicos. Essa brecha na lei permitiu que diversas atrocidades fossem cometidas.</div><div><br></div><div>A emenda dá título a um documentário produzido pela Netflix. Nele, Ava Duvernay, a mesma diretora de Olhos que Condenam, busca mostrar a relação entre o sistema penitenciário e a cultura racista, fruto do período da escravidão, que permeia a sociedade dos Estados Unidos.</div><div><br></div><div>O documentário, repleto de informações e dados relevantes para se entender o contexto que levou à prisão em massa e à associação dos negros a criminosos, é respaldado por diversas pesquisas apuradas durante dois anos. As entrevistas com figuras de vários lados da história apresentam perspectivas jurídicas, dados históricos, relatos pessoais e opiniões de forma enriquecedora.&nbsp;</div><div><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-20 17:13:21 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Frases&nbsp;</div><div>-&gt; “A democracia só será uma realidade se houver, de fato, igualdade racial no Brasil e o negro não sofrer nenhuma espécie de discriminação, de preconceito, de estigma e segregação, seja em termos de classe, seja em temos de raça. Por isso, a luta de classes, para o negro, deve caminhar juntamente com a luta racial propriamente dita”. - Florestan Fernandes, sociólogo brasileiro&nbsp;</div><div>&nbsp;-&gt;O racismo é a causa da morte intelectual de qualquer nação”. - Paulo Moura, sociólogo brasileiro&nbsp;</div><div>&nbsp;-&gt; “Eu tenho um sonho. O sonho de ver meus filhos julgados por sua personalidade, não pela cor de sua pele”. - Martin Luther King&nbsp;</div><div><br></div><div>Dados&nbsp;</div><div>-&gt; Segundo pesquisa de 2014 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 76% dos mais pobres são negros e marginalizados socialmente.</div><div><br></div><div>História</div><div>-&gt; Nos séculos XVIII e XIX havia preconceito em nossa sociedade baseado na crença de que negros eram desprovidos de inteligência e até de alma com a ideia de que os europeus se achavam superiores, portanto, tinham o direito de colonizar.&nbsp;</div><div><br></div><div><br></div><div>Música&nbsp;</div><div>-&gt;Todo camburão tem um pouco de navio negreiro - O Rappa</div><div><br></div>]]></description>
         <pubDate>2021-04-20 17:19:30 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Racismo</div><div><br></div><div>A seguinte cena aconteceu em um vôo da British Airways entre Johannesburgo (África do Sul) e Londres.</div><div><br></div><div>Uma mulher branca, de aproximadamente 50 anos, chegou ao seu lugar na classe econômica e viu que estava ao lado de um passageiro negro. Visivelmente perturbada, chamou a comissária de bordo.</div><div><br></div><div>“Qual o problema, senhora”?, pergunto u a comissária.</div><div><br></div><div>“Não está vendo? – respondeu a senhora – “vocês me colocaram ao lado de um negro. Não posso ficar aqui. Você precisa me dar outra cadeira”.</div><div><br></div><div>“Por favor, acalme-se” – disse a aeromoça – “infelizmente, todos os lugares estão ocupados. Porém, vou ver se ainda temos algum disponível”.</div><div><br></div><div>A comissária se afasta e volta alguns minutos depois.</div><div><br></div><div>“Senhora, como eu disse, não há nenhum outro lugar livre na classe econômica.</div><div>Falei com o comandante e ele confirmou que não temos mais nenhum lugar nem mesmo na classe econômica. Temos apenas um lugar na primeira classe”.</div><div><br></div><div>E antes que a mulher fizesse algum comentário, a comissária continua:</div><div><br></div><div>“Veja, é incomum que a nossa companhia permita à um passageiro da classe econômica se assentar na primeira classe. Porém, tendo em vista as circunstâncias, o comandante pensa que seria escandaloso obrigar um passageiro a viajar ao lado de uma pessoa desagradável”.</div><div><br></div><div>E, dirigindo-se ao senhor negro, a comissária prosseguiu:</div><div><br></div><div>“Portanto, senhor, caso queira, por favor, pegue a sua bagagem de mão, pois reservamos para o senhor um lugar na primeira classe…”.</div><div><br></div><div>E todos os passageiros próximos, que, estupefatos, assistiam à cena, começaram a aplaudir, alguns de pé.</div><div><br></div><div>“O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons.” Martin Luther King</div><div><br></div>]]></description>
         <pubDate>2021-04-20 17:20:16 UTC</pubDate>
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         <title>Bruna</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Filme Raça, que conta a história de Jesse Owens, atleta dos EUA que enfrentou o racismo e participou das Olimpíadas de Berlim de 1936, durante o regume Nazista, e ganhou 4 medalhes de ouro.<br><br>Trecho da música Ladeira da Vida, de Lourena, Ciro e San Joe - "minha cor é cor de gente que vocês não queriam ver no topo e não adianta meritocracia"</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-20 17:26:02 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>1: https://youtu.be/yCLCyvF9p7g&nbsp; &nbsp; &nbsp; discurso "i have a dream" de Martin Luther King Jr<br>2: Thomas Hobbes, "Homo hominis Lupus"<br>3: https://www.unicef.org/brazil/declaracao-universal-dos-direitos-humanos&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;declaração dos direitos humanos oficial<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-20 17:42:38 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariatortorello/j9iji2pyqabjt2f4/wish/1439224007</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;▶️ série - Anne with an E } Durante a segunda temporada da série, ocorre a chegada do personagem Sebastian, um homem preto que sofre diversas humilhações ao chegar ao Canadá. Ele só passa a ser bem recebido na Ilha do Príncipe Eduardo quando Gilbert o acolhe e o traz para dentro de sua casa.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;▶️ série - Ginny and Georgia } Na primeira primeira temporada da série, Ginny, uma jovem de 16 anos que se muda para Wellsbury, sofre com a humilhação e o racismo de alguns moradores da cidade. Em primeiro momento, Ginny e suas amigas vão a loja de roupas e roubam algumas peças, porém a única que é “flagrada” é Ginny, mesmo que todas tenham cometido o mesmo ato. E em segundo momento, seu professor de Inglês humilha Ginny em todas as aulas e a rebaixa, mesmo ela sendo a melhor aluna. No último episódio, o professor a expõem para sala dizendo que ela deve se sentir constrangida e incomodada com algumas expressões racistas de um livro e quando ela o acusa de racismo, ele se defende dizendo que votou em presidentes pretos 2 vezes. Além disso, a série aborda temas como estereótipos, funções, pertencimento e muito mais.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;▶️ livro e série - Pequenos Incêndios por toda parte&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;▶️ música - Canto das três raças de Clara Nunes }&nbsp;<br>“Ninguém ouviu<br>Um soluçar de dor&nbsp;<br>No canto do Brasil&nbsp;<br><br>Um lamento triste<br>Sempre ecoou<br>Desde que o índio guerreiro&nbsp;<br>Foi pro cativeiro&nbsp;<br>E de lá cantou&nbsp;<br><br>Negro entoou<br>Um canto de revolta pelos ares&nbsp;<br>No Quilombo dos Palmares&nbsp;<br>Onde se refugiou<br><br>Fora a luta dos Inconfidentes<br>Pela quebra das correntes&nbsp;<br>Nada adiantou”&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-20 17:51:30 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariatortorello/j9iji2pyqabjt2f4/wish/1439271624</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;“I Can’t Breathe” - H.E.R&nbsp;</div><div>A música foi feita após os protestos do Black Lives Matter, em resposta aos assassinatos de inúmeras vidas negras perdidas pela brutalidade policial. O título da música faz referência às últimas palavras de George Floyd, que motivou a onda de protestos nos Estados Unidos. A canção levou o prêmio de Música do Ano no Grammy 2021.</div><div><br></div><div>https://youtu.be/E-1Bf_XWaPE</div><div>&nbsp;</div><div>“Estrelas Além do Tempo”&nbsp;</div><div>O filme fala sobre a trajetória de três mulheres negras que, na época da guerra fria, ajudaram os Estados Unidos a levar o homem para o espaço. O drama foca na quebra de barreiras que elas tiveram que enfrentar contra o machismo e o preconceito racial daquela época, na década de 1960.</div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-20 18:00:33 UTC</pubDate>
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         <title>Gianne</title>
         <author>giannemachado</author>
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         <description><![CDATA[<div>Tirinha que deixa claro o tipo de cuidado com comportamento que pessoas pretas têm para não serem interpretadas de maneira errada.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-21 15:15:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariatortorello/j9iji2pyqabjt2f4/wish/1453654916</link>
         <description><![CDATA[Esse livro é extremamente interessante e importante, ele fala sobre temas essências, têm críticas que precisam ser discutidas e dão voz a situações que precisamos ver em destaque mais vezes.
Sua leitura é difícil, porém necessária, justamente por mostrar a realidade nua e crua, falando sobre o mundo em que vivemos, expondo os muitos lados dele - e um desses lados é corroído pelo ódio, pela discriminação e pelo preconceito. 
A narrativa é simpática e bem humorada, ela bate de frente com o acontecimentos pesados que a trama explora, o que faz com que o livro se torne tão verdadeiro e verídico.  
É uma leitura importantíssima, mas que não será fácil de ler, não é gentil: é real e pesado. Ele impõe situações horríveis do dia a dia, discute o alcance do preconceito, critica a visão de uma maioria sobre as minorias e &nbsp;gera grande desconforto para o leitor, mas é um desconforto "bom", porque traz empatia nos fazendo pensar, questionar e, principalmente, entender.]]></description>
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         <pubDate>2021-04-23 21:11:46 UTC</pubDate>
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         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariatortorello/j9iji2pyqabjt2f4/wish/1453660699</link>
         <description><![CDATA[Esse livro é extremamente interessante e importante, ele fala sobre temas essências, têm críticas que precisam ser discutidas e dão voz a situações que precisamos ver em destaque mais vezes.
Sua leitura é difícil, porém necessária, justamente por mostrar a realidade nua e crua, falando sobre o mundo em que vivemos, expondo os muitos lados dele - e um desses lados é corroído pelo ódio, pela discriminação e pelo preconceito. 
A narrativa é simpática e bem humorada, ela bate de frente com o acontecimentos pesados que a trama explora, o que faz com que o livro se torne tão verdadeiro e verídico. 
É uma leitura importantíssima, mas que não será fácil de ler, não é gentil: é real e pesado. Ele impõe situações horríveis do dia a dia, discute o alcance do preconceito, critica a visão de uma maioria sobre as minorias e &nbsp;gera grande desconforto para o leitor, mas é um desconforto "bom", porque traz empatia nos fazendo pensar, questionar e, principalmente, entender.]]></description>
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         <pubDate>2021-04-23 21:14:33 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Filme - Bem vindo à Marly Gomont<br><br>O filme conta a história de uma família negra que busca melhores oportunidades na cidade de Marly Gomont, Paris, através de uma proposta de trabalho oferecida a figura paterna da família, o médico Seyolo. Chegando no vilarejo a família é mal olhada, já que não existiam negros na cidade. Logo, o objetivo do pai da família é ganhar a confiança e empatia dos moradores e então a história se desenvolve, discorrendo muito sobre o preconceito e&nbsp;discriminação racial sofridos pela família.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-24 21:27:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Filme-Doze anos de Escravidão&nbsp;</div><div><br></div><div>1841. Solomon Northup é um escravo liberto, que vive em paz ao lado da esposa e filhos. Um dia, após aceitar um trabalho que o leva a outra cidade, ele é sequestrado e acorrentado. Vendido como se fosse um escravo, Solomon precisa superar humilhações físicas e emocionais para sobreviver. Ao longo de doze anos ele passa por dois senhores, Ford e Edwin Epps, que, cada um à sua maneira, exploram seus serviços.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-25 17:06:09 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[A tirinha evidencia uma preocupação de pessoas negras, que precisam de muita cautela em certos aspectos de sua vida, que muitos não imaginam ter. Um exemplo é o cuidado que devem ter perto da polícia militar, pois a chance de eles serem presos ou violentados é bem maior do que um homem branco. Tudo isso ocorre por conta da cultura das pessoas.
"Desde o início por ouro e prata
Olha quem morre, então veja você quem mata 
Recebe o mérito, a farda que pratica o mal
Me ver pobre, preso ou morto já é cultural."
Trecho da música "Negro Drama", composta por&nbsp;Mano Brown e Edi Rock, do&nbsp;Racionais MC's, confirma que o preconceito não está inserido diretamente na lei, mas sim é algo cultural.
]]></description>
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         <pubDate>2021-04-25 18:06:50 UTC</pubDate>
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         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariatortorello/j9iji2pyqabjt2f4/wish/1456722651</link>
         <description><![CDATA[<div>Citações sobre o preconceito racial.<br>- "Ninguém nasce odiando outra pessoa por sua cor da pele, sua origem ou sua religião. As pessoas podem aprender a odiar e, se podem aprender a odiar, pode-se ensiná-las a aprender a amar. O amor chega mais naturalmente ao coração humano que o contrário."&nbsp;<br><br>Nelson Mandela, vencedor do Nobel da Paz em 1993, líder ativista na luta contra o apartheid na África do Sul, país onde se tornou presidente entre 1994 e 1999.&nbsp;<br><br>- "O negro só é livre quando morre."&nbsp;<br><br>Carolina de Jesus, uma das primeiras escritoras negras do Brasil.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-25 18:09:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>João Victor de Melo Amorim </title>
         <author>joaoamorim</author>
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         <description><![CDATA[<div>Empresas ainda desperdiçam talentos negros&nbsp;<br>As marcas do racismo no mercado de trabalho aparecem de diversas formas na seleção, na promoção e na convivência corporativa. Com a exclusão, trabalhadores pretos e pardos perdem a chance de se desenvolver e companhias abrem mão da diversidade, da inovação e da produtividade - (crédito: Arquivo Pessoal)</div><div>Aquantidade de pessoas negras desempregadas no Brasil é quase o dobro que a de brancos. Das 12,8 milhões de pessoas que estavam desocupadas no primeiro trimestre do ano, mais de 8,2 milhões se identificam como pretas ou pardas, o que representa 64,2% do total.</div><div><br></div><div>Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnadc) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e são o reflexo de um país que perde a oportunidade de diversificar o mercado de trabalho, desperdiça talentos e perde chances de inovação em desenvolvimento pela manutenção de uma estrutura racista.</div><div><br></div><div>Em Brasília, os percentuais repetem o cenário nacional: no DF, 68% dos desempregados são negros de acordo com a Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-26 22:11:00 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>felipequideroli</author>
         <link>https://padlet.com/mariatortorello/j9iji2pyqabjt2f4/wish/1465466385</link>
         <description><![CDATA[<p>Filme - Malcom X ( 1992 )</p><p><br></p><p>O líder afro-americano Malcolm X tem o pai assassinado pela Klu Klux Klan e sua mãe internada por insanidade. Preso aos 20 anos de idade, Malcolm se converte ao islamismo e passa a pregar seus ideais.</p><p><br></p><p>O filme representa todo o preconceito sofrido pelos negros, mostra também muito da luta contra a discriminação racial nos EUA. É mostrado aos telespectadores, um lado da luta pela igualdade social e fim do racismo, que infelizmente, se perpetua até hoje, atingindo diversas pessoas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 17:14:17 UTC</pubDate>
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         <title>No jornal</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariatortorello/j9iji2pyqabjt2f4/wish/1465596266</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>São Paulo – 31/3/2015 Episódios de racismo são recorrentes no Brasil – alguns vêm à tona, mas a grande maioria não.&nbsp; O caso mais recente aconteceu no último fim de semana, após um menino de 8 anos ser expulso da calçada de uma loja da grife Animale, na Rua Oscar Freire, em São Paulo, por uma funcionária do próprio estabelecimento que gritava que o menino não podia vender coisas naquela calçada,.</p><p>O pai da criança, um americano erradicado no Brasil, Jonathan Duran, por meio de relato no Facebook, fez um desabafo afirmando que “em certos lugares em São Paulo, a pele do seu filho não pode ter a cor errada”.</p><p>Em nota, a Animale, por sua vez, disse que “repudia qualquer ato de discriminação e o evento está sendo apurado internamente". Para Duran, o posicionamento chega a ser frustrante.</p><p>“A loja quer colocar toda a culpa na funcionária, dando a impressão que esse tipo de situação não acontece da porta para dentro”, afirmou o estrangeiro em entrevista à EXAME.com.</p><p>Segundo Duran, ele e sua família nunca haviam vivido nada semelhante, por isso, em um primeiro momento, o choque com a situação foi inevitável. “Mas até esperávamos que um dia pudesse acontecer”, disse.</p><p>Processar a grife ainda não foi totalmente descartado por Duran, que na próxima semana encontrará representantes da marca para discutir&nbsp; a situação. “A severidade da lei é até razoável neste tipo de situação no Brasil, mas dá trabalho e pode expor ainda mais a criança”, afirmou o americano.&nbsp;</p><p>Para Duran, divulgar o fato é um de seus objetivos, uma vez que sua história pode servir como exemplo para que episódios como esse não voltem a acontecer. &nbsp; Outros casos semelhantes também chocaram o país recentemente.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 17:38:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariatortorello/j9iji2pyqabjt2f4/wish/1465632208</link>
         <description><![CDATA[<p>Apartheid na África do Sul:&nbsp;</p><p>O apartheid foi uma legislação separatista racial implantada na África do Sul. Nesse regime, a minoria branca detinha todo poder político e econômico no país e eram os únicos com direito de voto, enquanto à imensa maioria negra restava apenas a obrigação de obedecer rigorosamente à legislação separatista.</p><p>Esse foi oficializado em 1948, com a chegada do Novo Partido Nacional (NNP) ao poder. O apartheid proibia casamentos e relações sexuais entre pessoas de etnias diferentes, além do acesso dos negros às urnas e os proibia de adquirir terras na maior parte do país, obrigando-os a viver em zonas residenciais segregadas, uma espécie de confinamento geográfico.</p><p>A oposição ao apartheid teve início de forma mais intensa na década de 1950, quando o Congresso Nacional Africano (CNA) lançou uma desobediência civil, esta que passou a ser declarada ilegal e teve seu líder, Nelson Mandela, condenado à prisão perpétua em 1962. &nbsp;</p><p>O domínio branco na África do Sul entrou em crise com o fim do império português na África em 1975 e a queda do governo de minoria branca na Rodésia, em 1980, atual Zimbábue. Esses fatos intensificaram as manifestações populares contra o apartheid. A Organização das Nações Unidas (ONU) tentou dar fim à política praticada no país. O presidente Piter Botha promoveu reformas, mas manteve os principais aspectos do regime racista.</p><p>O apartheid encerrou-se em 1992, após a volta à legalidade da CNA e a libertação do Mandela com a posse de Frederick de Klerk na presidência, no qual 69% dos eleitores (brancos) votaram pelo seu fim.&nbsp;</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 17:45:08 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong><em>Sou Negro (Solano Trindade)</em></strong></p><p>Sou negro</p><p>meus avós foram queimados</p><p>pelo sol da África</p><p>minha alma recebeu o batismo dos tambores</p><p>atabaques, gongôs e agogôs</p><p>Contaram-me que meus avós</p><p>vieram de Loanda</p><p>como mercadoria de baixo preço</p><p>plantaram cana pro senhor de engenho novo</p><p>e fundaram o primeiro Maracatu</p><p><br/></p><p>Depois meu avô brigou como um danado</p><p>nas terras de Zumbi</p><p>Era valente como quê</p><p>Na capoeira ou na faca</p><p>escreveu não leu</p><p>o pau comeu</p><p>Não foi um pai João</p><p>humilde e manso</p><p>Mesmo vovó</p><p>não foi de brincadeira</p><p>Na guerra dos Malês</p><p>ela se destacou</p><p><br/></p><p>Na minha alma ficou</p><p>o samba</p><p>o batuque</p><p>o bamboleio</p><p>e o desejo de libertação</p>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-27 18:24:54 UTC</pubDate>
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