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      <title>Vacina da Meninginte by Valéria A.Batista</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-08-31 21:06:17 UTC</pubDate>
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         <title>Imunização</title>
         <author>valerialvesbatista</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>&nbsp;https://www.youtube.com/watch?v=Spf1OC9ceWE</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-01 21:09:22 UTC</pubDate>
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         <title>Meningite</title>
         <author>valerialvesbatista</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp;</strong>A meningite é caracterizada por um processo inflamatório das meninges, membranas que reveste o encéfalo e a medula espinhal. É causada, principalmente, a partir da infecção por vírus ou bactérias, no entanto outros agentes etiológicos também podem causar meningites como fungos e parasitos.<br>&nbsp; &nbsp;&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp;Meningite Bacteriana&nbsp; são acometidas pelas vias respiratorias, se espalhando goticulas&nbsp; de secreção nasal e por garganta. As principais bactérias causadoras da meningite bacteriana são:&nbsp;</div><ul><li><em>Neisseria meningitidis </em>(meningococo)</li><li><em>Streptococcus pneumoniae</em> (pneumococo) <em>Haemophilus influenzae</em></li><li><em>Mycobacterium tuberculosis</em></li><li><em>Streptococcus sp.</em>, especialmente os do grupo B</li><li><em>Treponema pallidum.</em></li></ul><div>&nbsp; Por outro lado as bacterias Listeria monocytogenes e da Escherichia coli,são transmitidas por alimentos.<br>&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Meninginte viral&nbsp; possui várias maneiras de contaminação, o enterovirus a transmição é por orol- fecal ou seja contato direto. As principais bactérias causadora da meningite viral são:</div><ul><li>Enterovírus não pólio (tais como o vírus Coxsackie e Echovírus)</li><li>Herpes simplex</li><li>Varicela zoster</li><li>Epstein-Barr</li><li>Citomegalovírus</li><li>Arbovírus (Dengue, Zika, Chikungunya, Febre Amarela, Febre do Nilo Ocidental)</li><li>Sarampo</li><li>Caxumba</li><li>Rubéola</li><li>Adenovírus</li></ul><div><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Meningite fungica não é transmitida de pessoa para pessoa. É transmitida através de esporos que estão localizados em ambientes e solos contaminados que possui a presença de morcegos.&nbsp; As Principais bactérias causadora da meningite fungica são:</div><ul><li><em>Cryptococcus neoformans</em></li><li><em>Cryptococcus gatti</em></li><li>&nbsp;<em>Candida albicans</em></li><li><em>Candida tropicalis</em></li><li><em>Histoplasma capsulatum</em></li><li><em>Paracoccidioides brasiliensis</em></li><li><em>Aspergillus fumigatus</em></li></ul><div><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-01 21:25:13 UTC</pubDate>
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         <title>Vacina</title>
         <author>valerialvesbatista</author>
         <link>https://padlet.com/valerialvesbatista/j99j95mbpt9wynrf/wish/2281116867</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;&nbsp;</div><ul><li><strong>Vacina meningocócica C (Conjugada)</strong></li><li><strong>Vacina pneumocócica 10-valente (conjugada)</strong></li><li><strong>Pentavalente</strong></li><li><strong>BCG</strong></li><li><strong>Meningocócica ACWY</strong></li></ul><div><br>&nbsp; &nbsp;A <strong>vacina meningocócica C (conjugada) </strong>estimula o sistema imunológico a produzir resposta imune (defesa) de longa duração e com memória imunológica. Esta vacina previne crianças e adultos de contraírem doenças causadas pela bactéria denominada Neisseria meningitidis. A principal doença causada por essa bactéria é a doença meningocócica, bactéria que atingi a corrente sanguínea e outros órgãos.&nbsp; A resposta à vacina é obtida já a partir de 1 mês da aplicação, com proteção de longa duração. Sendo aplicada em duas doses aos 3 e 5 meses e seu reforço com 1 ano de idade .<br><br>&nbsp; A <strong>vacina da Pneumocócica 10- valente ( conjugada)</strong> Vacina pneumocócica 10-valente é indicada para a imunização ativa de bebês e crianças de 6 semanas a 5 anos de idade contra doença pneumocócica invasiva, pneumonia e otite média aguda causadas por <em>Streptococcus pneumoniae</em><br><br>&nbsp; &nbsp;<strong>Vacina pentavalente </strong>é indicada para prevenir a difteria, o tétano e a coqueluche ( as doenças invasivas pela bactéria Haemophilus&nbsp; e a Hepatite B), sendo recomendada a partir dos 2 meses de idade . A vacina Penta não pode ser aplicada antes de 6 semanas de vida da criança porque pode interferir na resposta imunológica da vacina nas doses posteriores. As doses aplicadas antes de 6 semanas não são consideradas e a criança deverá ser revacinada considerando um intervalo de 30 dias entre as doses. - A primeira dose da vacina hepatite B monovalente é aplicada ao nascer, preferencialmente nas primeiras 12 horas de vida. &nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-02 19:32:40 UTC</pubDate>
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         <title>Diagnóstico</title>
         <author>valerialvesbatista</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; A coleta de amostras de sangue e líquido cefalorraquidiano (líquor). O laboratório então testa as amostras para detectar o agente que está causando a infecção. A identificação específica do agente é importante para o médico saber exatamente como deve tratar a infecção.<br><br></div><div>•<strong>Quais exames são feitos?<br></strong><br></div><div>&nbsp; &nbsp; Os principais exames para o esclarecimento diagnóstico de casos suspeitos de meningite são: exame quimiocitológico do líquor; bacterioscopia direta; cultura; aglutinação pelo látex e Reação em Cadeia da Polimerase em Tempo Real (qPCR).<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;O aspecto do líquor, embora não considerado um exame, funciona como um indicativo. O líquor normal é límpido e incolor, como “água de rocha”. Nos processos infecciosos, ocorre o aumento de elementos figurados (células), causando turvação, cuja intensidade varia de acordo com a quantidade e o tipo desses elementos.<br><br>O diagnóstico inicial da meningite é feito por meio da avaliação dos sintomas pelo médico, sendo observado se a pessoa sente dor ou dificuldade em mover o pescoço, apresenta febre alta e repentina, tontura, dificuldade de concentração, sensibilidade à luz, falta de apetite, sede e confusão mental, por exemplo.<br><br>O diagnóstico inicial da meningite é feito por meio da avaliação dos sintomas pelo médico, sendo observado se a pessoa sente dor ou dificuldade em mover o pescoço, apresenta febre alta e repentina, tontura, dificuldade de concentração, sensibilidade à luz, falta de apetite, sede e confusão mental, por exemplo.<br><br>A partir da avaliação dos sintomas apresentados pelo paciente, o médico pode solicitar a realização de outros exames para concluir o diagnóstico. Conheça outros sintomas da meningite.<br><br>&nbsp;<br><strong><br>2. Cultura do LCR</strong><br>A cultura do liquor, também chamado líquido cefalorraquidiano ou LCR, é um dos principais exames laboratoriais solicitados para a realização do diagnóstico da meningite. Esse exame consiste na retirada de uma amostra do LCR, que é líquido encontrado em volta do sistema nervoso central, por meio de uma punção lombar, que é enviada para o laboratório para análise e pesquisa de microrganismos.<br><br>Esse exame é desconfortável, porém rápido, e geralmente causa dor de cabeça e tontura após o procedimento, mas em alguns casos pode aliviar os sintomas da meningite por diminuir a pressão craniana.<br><br>A aparência deste líquido já pode indicar se a pessoa tem meningite bacteriana porque neste caso, o líquido pode ficar turvo e no caso da meningite tuberculose pode ficar ligeiramente turvo, nos outros tipos a aparência pode continuar sendo limpa e transparente como a água.<br><br> <br><br><strong>3. Exame de sangue e urina</strong><br>Os exames de urina e de sangue também podem ser solicitados para auxiliar o diagnóstico da meningite. O exame de urina pode indicar a presença de infecções, devido à visualização de bactérias e inúmeros leucócitos na urina, e, assim, pode ser indicada a realização da cultura de urina para identificar o microrganismo.<br><br>O exame de sangue também é muito solicitado para que saiba o estado geral da pessoa, podendo indicar aumento no número de leucócitos e neutrófilos, além de poder ser identificados linfócitos atípicos, no caso do hemograma, e aumento na concentração de PCR no sangue, sendo indicativo de infecção.<br><br>Normalmente quando há sinal de infecção por bactéria, pode ser recomendada a realização de bacterioscopia e, caso a pessoa esteja internada, hemocultura, que consiste na cultura da amostra de sangue em laboratório para verificar a presença de infecção no sangue. No caso da bacterioscopia, a amostra coletada do paciente é corada pela coloração de Gram e, em seguida, analisada no microscópio para verificar as características da bactéria e, assim, ajudar no diagnóstico.<br><br>De acordo com o resultado dos exames microbiológicos, é possível verificar também qual o antibiótico que o microrganismo é sensível, sendo o mais recomendado para o tratamento da meningite. Saiba como é feito o tratamento para meningite.<br><br> <br><br>&nbsp; &nbsp;<strong>4. Exames de imagem</strong><br>&nbsp; Exames de imagem, como tomografia computadorizada e ressonância magnética, só são indicadas quando há suspeita de lesão cerebral ou de sequelas deixadas pela meningite. Existem sinais suspeitos quando a pessoa apresenta convulsões, alteração no tamanho das pupilas dos olhos e se houver suspeita de meningite tuberculosa.<br><br>&nbsp; &nbsp;Ao diagnosticar a doença o paciente deve permanecer internado no hospital por alguns dias para que o tratamento seja iniciado, à base de antibióticos em caso de meningite bacteriana ou medicamento O diagnóstico inicial da meningite é feito por meio da avaliação dos sintomas pelo médico, sendo observado se a pessoa sente dor ou dificuldade em mover o pescoço, apresenta febre alta e repentina, tontura, dificuldade de concentração, sensibilidade à luz, falta de apetite, sede e confusão mental, por exemplo.<br><br>&nbsp; O diagnóstico inicial da meningite é feito por meio da avaliação dos sintomas pelo médico, sendo observado se a pessoa sente dor ou dificuldade em mover o pescoço, apresenta febre alta e repentina, tontura, dificuldade de concentração, sensibilidade à luz, falta de apetite, sede e confusão mental, por exemplo.<br><br> &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-02 19:32:56 UTC</pubDate>
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         <title>Sinais e Sintomas </title>
         <author>valerialvesbatista</author>
         <link>https://padlet.com/valerialvesbatista/j99j95mbpt9wynrf/wish/2290080523</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; O quadro clínico da meningite de maneira geral é grave, deve imediatamente procurar ajuda médica iniciando o melhor tratamento de acordo com o tipo da meningite.<br>&nbsp; <br>&nbsp; &nbsp;Menigite bacteriana febre, rigedez na nuca, dor de cabeça são os principais sinais. Outros sintomas são mal-estar, náusea, vômito, fotofobia (aumento da sensibilidade à luz), status mental alterado (confusão). Com o passar do tempo, alguns sintomas mais graves de meningite bacteriana podem aparecer, como: convulsões, delírio, tremores e coma.&nbsp; Em recém nascidos também ocorre o mesmo sintomas, tem moleira e reflexos anormais. Na septicemia meningocócica (também conhecida como meningococcemia) que é uma infecção na corrente sanguínea causada pela bactéria <em>Neisseria meningitidis</em>, além dos sintomas descritos acima, podem aparecer outros como: fadiga, mãos e pés frios, calafrios, dores severas ou dores nos músculos, articulações, peito ou abdômen (barriga), respiração rápida, diarreia e manchas vermelhas pelo corpo.<br><br>&nbsp; &nbsp;Meningite viral os sintomas iniciais da meningite viral são semelhantes aos da meningite bacteriana: febre, dor de cabeça, rigidez de nuca, náusea, vomito, falta de apetite, irritabilidade, sonolência ou dificuldade para acordar do sono, letargia, fotofobia (aumento da sensibilidade à luz). Em recém-nascidos e bebês, alguns dos sintomas descritos acima podem estar ausentes ou difíceis de serem percebidos. O bebê pode ficar irritado, vomitar, alimentar-se mal ou parecer letárgico ou irresponsivo a estímulos. Também podem apresentar a fontanela (moleira) protuberante ou reflexos anormais.<br><br>&nbsp; Meningite fungica sinais e sintomas de meningite fúngica são parecidos com os causados por outros tipos de agentes etiológicos, como segue: febre, dor de cabeça, rigidez de nuca, náusea, vômitos, fotofobia (sensibilidade à luz), e status mental alterado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-09 17:50:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>isabelarfs7</author>
         <link>https://padlet.com/valerialvesbatista/j99j95mbpt9wynrf/wish/2299272460</link>
         <description><![CDATA[<div>O Dia Mundial de Enfrentamento à Meningite foi definido para 24 de abril. O objetivo desta data é lembrar a população sobre os sintomas da doença, da vacinação e da importância em buscar ajuda médica imediatamente em caso de suspeitas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-16 02:22:42 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>isabelarfs7</author>
         <link>https://padlet.com/valerialvesbatista/j99j95mbpt9wynrf/wish/2299294714</link>
         <description><![CDATA[<div>https://youtu.be/8mQGjD14gi8</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-16 02:40:10 UTC</pubDate>
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         <title>Epidemiologia</title>
         <author>kevinpinheiro021</author>
         <link>https://padlet.com/valerialvesbatista/j99j95mbpt9wynrf/wish/2299430690</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;No Brasil, entre os anos de 2007 e 2020, foram notificados 393.941 casos suspeitos de meningite. Destes, foram confirmados 265.644 casos de várias etiologias, sendo a meningite viral mais frequente (121.955 casos), seguida<br>pela etiologia bacteriana (87.993 casos). Destas, as mais frequentes foram: meningites por outras bactérias (40.801 casos); doença meningocócica (26.436 casos); meningite pneumocócica (14.132 casos); meningite tuberculosa (4.916<br>casos) e meningite por H.influenzae (1.708 casos). Além disso, observou-se 43.061 casos de meningite não especificada, 10.464 casos de meningite por outras etiologias e 2.171 com etiologia ignorada/em branco.<br><br>&nbsp;Vale destacar que, no período de 2007 a 2020, os sorogrupos mais frequentes foram o C (8.811 casos); B (2.662), W (815 casos) e Y (215 casos). Observou-<br>se ocorrência de 5.581 óbitos, resultando em uma taxa de letalidade total de 21% e no período da análise variou entre 20% e 24%.<br><br>Em relação à Doença Meningocócica, houve redução do coeficiente de incidência (CI) coeficiente médio de 1,5 caso, no período anterior à vacinação (2007-2010), para 0,4 caso/100 mil hab., nos últimos quatro anos (2017-2020).<br><br>Para os menores de cinco anos de idade, entre 2007 e 2009 o coeficiente de incidência médio de MP foi de 2,3 casos/100.000 hab. Entre os anos de 2010 a 2019 este coeficiente de incidência apresentou oscilações entre 2,1 casos e 1,1 caso/1000.hab. No ano de 2020, houve expressiva redução na incidência (0,3 caso/100.000 hab.).<br><br>&nbsp; &nbsp;Uma das principais causadoras pelos surtos e epidemias da meningite em cerca de 80% dos casos são as bactérias Neisseria meningitidis (meningococo), a strepticoccus pneumoniae e os vírus. Apesar do sorogrupo C ser o mais prevalente, existem vários outros sorogrupos responsáveis por epidemias no país. Porém quando foi dado início a vacinação no Brasil, os casos de meningite por meningocócica caiu de forma significativa. A meningite viral é mais frequente que a bacteriana mesmo a meningite meningocócica possuindo mais taxas de morbidade e letalidade.<br><br>&nbsp; &nbsp;Falando no modo geral a taxa de mortalidade brasileira para os tipos de meningite, fica em torno de 1,97 óbitos/ 100 mil habitantes. Na definição de sexos com relação ao sexo masculino e feminino é respectivamente entre 2,42 e 1,55 óbitos/ 100 mil habitantes. A mortalidade por meningites bacterianas, de acordo com especialistas nas áreas é de 20% aproximadamente e mesmo assim boa parte dos que sobrevivem acabam apresentando algum tipo de sequela em relação as funções auditivas, motoras, cognitivas ou de fala.<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-16 04:47:50 UTC</pubDate>
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