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      <title>Hospício da Diamantina by Mari Soreiro</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-06-13 19:40:10 UTC</pubDate>
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         <title>Contexto histórico e fundação</title>
         <author>marianasoreiro</author>
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         <description><![CDATA[<p>Fundada pela Santa Casa de Caridade de Diamantina, em 1888, o Hospício da Diamantina começou a receber internos em 1889, no contexto nacional de proclamação e consolidação da República e da abolição da escravatura. Na época, a crise gerada pelas quedas dos preços dos diamantes culminou no redimensionamento dos espaços urbanos e, por consequência, entre outras mudanças, a fundação do hospício para alienados.</p><p><br></p><p>“Fundado na cidade de Diamantina por José Ferreira de Andrade Brant, então provedor da Santa Casa de Caridade de Diamantina, foi o primeiro hospício de Minas Gerais.”  </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-13 19:50:17 UTC</pubDate>
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         <title>Bibliografia</title>
         <author>marianasoreiro</author>
         <link>https://padlet.com/marianasoreiro/j92d653i03p8zoyq/wish/3027396392</link>
         <description><![CDATA[<p>BENELLI, Sílvio José. <strong>A Instituição total como agência de produção de subjetividade na sociedade disciplinar</strong>. Estudos de Psicologia, [S. l.], v. 21, n. 3, 2004. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://periodicos.puc-campinas.edu.br/estpsi/article/view/6724">https://periodicos.puc-campinas.edu.br/estpsi/article/view/6724</a> . Acesso em: 15 jun. 2024.</p><p><br></p><p>LIMA, Fátima. <strong>Bio-necropolítica: diálogos entre Michel Foucault e Achille Mbembe</strong>. Arq. bras. psicol.,&nbsp; Rio de Janeiro ,&nbsp; v. 70, n. spe, p. 20-33,&nbsp; &nbsp; 2018 . &nbsp; Disponível em &lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1809-52672018000400003&amp;lng=pt&amp;nrm=iso">http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1809-52672018000400003&amp;lng=pt&amp;nrm=iso</a>&gt; . acessos em:&nbsp; 15&nbsp; jun.&nbsp; 2024.</p><p><br></p><p>MAGNANI, M. C. A. O. <strong>O Hospício da Diamantina – 1889 -1906</strong>. 2004. Dissertação (Mestrado em História das Ciências da Saúde da Casa de Oswaldo Cruz – FIOCRUZ), Rio de Janeiro, 2004.</p><p><br></p><p>CUNHA, Thiago Costa Matos Carneiro da; MOURA, Maria Camila Gabriele. <strong>Dicionário Histórico de Instituições de Psicologia no Brasil</strong>. Rev. Mal-Estar Subj.,&nbsp; Fortaleza ,&nbsp; v. 11, n. 3, p. 1267-1272,&nbsp; &nbsp; 2011 . &nbsp; Disponível em &lt;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1518-61482011001300014&amp;lng=pt&amp;nrm=iso">http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1518-61482011001300014&amp;lng=pt&amp;nrm=iso</a>&gt; . acessos em:&nbsp; 14&nbsp; jun.&nbsp; 2024.</p><p><br></p><p>site: SANTA CASA DE DIAMANTINA. Síntese histórica da Santa Casa de caridade de Diamantina. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://sc.santacasadediamantina.com.br/quem-somos-before-import/#:~:text=O%20hosp%C3%ADcio%20de%20Diamantina%20foi,ou%20cub%C3%ADculos%20da%20Santa%20Casa">https://sc.santacasadediamantina.com.br/quem-somos-before-import/#:~:text=O%20hosp%C3%ADcio%20de%20Diamantina%20foi,ou%20cub%C3%ADculos%20da%20Santa%20Casa</a> . Acesso em: 15 set. 2024.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-13 19:55:07 UTC</pubDate>
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         <title>Funcionamento e métodos de tratamento</title>
         <author>marianasoreiro</author>
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         <description><![CDATA[<p>Enquanto que os internos eram reclusos em quartos individuais disponíveis, enquanto outras alas eram construídas. Os principais métodos, utilizados pelas irmãs que trabalhavam no local, <mark>baseavam-se em hábitos de higiene, uma vez que possuíam uma concepção miasmática</mark>, além de rotinas de caminhadas diárias pelos espaços públicos da instituição.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-13 20:01:35 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Fechamento</title>
         <author>marianasoreiro</author>
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         <description><![CDATA[<p>Após 7 anos de funcionamento do Hospício de Diamantina, é possível observar a decadência financeira do local em seus últimos anos. Apesar de possuir apenas <mark>134 internações, incluindo 15 reinternações e 4 fugas, dentro desses 7 anos</mark>, o hospício não obteve recursos o suficiente para mantê-los e para finalizar as obras, fazendo com que trabalhassem de forma precária.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-13 20:01:49 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>marianasoreiro</author>
         <link>https://padlet.com/marianasoreiro/j92d653i03p8zoyq/wish/3030293977</link>
         <description><![CDATA[<p>A construção da instituição foi uma demanda de sobrecarga da Santa Casa de Caridade de Diamantina, que acolhiam, não só os tidos alienados, mas também enfermos, moradores de rua, "inválidos", etc.</p><p><br></p><p>Essa necessidade fortificou-se com o contexto brasileiro do século XIX, onde novos preceitos médicos estavam sendo estabelecidos, dentre eles, “a necessidade de construção de hospícios, para que os alienados mentais pudessem ser tratados por especialistas" (MAGNANI, 2004, p. 26).</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-17 19:56:59 UTC</pubDate>
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         <title>Instituições totais</title>
         <author>carolineosihro</author>
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         <description><![CDATA[<p>As Instituições totais são descritas por Goffman como <mark>locais fechados onde certa população permanece reclusa, em tempo integral, sob regime de internação</mark>. É nesse local que ocorre todas as atividades dos residentes: trabalho, lazer, atividades educacionais, terapêuticas, etc. A vida dos pacientes se dava, por inteiro, dentro dessas instituições, desse modo é possível entender a forma com que o controle sob tais pessoas era realizado. Ademais, tais instituições totais agem também como agências de produção de subjetividade,&nbsp; onde existem explícitas estratégias anônimas de poder, ela é produzida no encontro das práticas discursivas (imaginárias e simbólicas) e das não-discursivas, tais práticas embutem conceitos e definições, que podem não ser notadas, dada sua obviedade e pelo seu caráter lacunar (ideológico), que costuma mascará-los. Esse saber construído nos sujeitos, é a definição do que se caracteriza como normal ou não, correto ou incorreto.<mark> “O que uma instituição visa é controlar os desvios dos sujeitos enquanto indivíduos, esquadrinhando seus comportamentos e efetuando sobre eles uma vigilância constante.” (BENELLI, 2004)</mark></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-17 21:16:44 UTC</pubDate>
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         <title>Tecnologias Disciplinares</title>
         <author>carolineosihro</author>
         <link>https://padlet.com/marianasoreiro/j92d653i03p8zoyq/wish/3030325029</link>
         <description><![CDATA[<p>Tecnologias Disciplinares se caracteriza pela distribuição de indivíduos em um espaço de forma a aprisionar os mesmos de forma individualizante, com localizações funcionais, onde ao mesmo tempo que se vigia e se tem um espaço útil, com classificação e serialização para, novamente, singularizar os corpos fazendo os circular numa rede de relações. Criando-se assim espaço com uma complexidade elevada, que garante a obediência dos indivíduos e um melhor uso do tempo e dos gestos. Ao mesmo tempo que existe uma investimento minucioso no controle da atividade e no controle do do tempo “o tempo penetra o corpo, e com ele todos os controles minuciosos do poder” (Foucault, 1999b, p.129). Assim como, há uma busca pela perfeição místico-religiosa, com o objetivo de levar o indivíduo à santidade, através da instrução de um mestre. Em síntese, o<mark> poder disciplinar estrutura uma sociedade disciplinar que produz corpos individualizados e dóceis, e tal poder constrói oque se tem hoje como subjetividade moderna.</mark></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-17 21:18:01 UTC</pubDate>
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         <title>Biopolítica e Necropolítica</title>
         <author>carolineosihro</author>
         <link>https://padlet.com/marianasoreiro/j92d653i03p8zoyq/wish/3030325168</link>
         <description><![CDATA[<p>Biopolítica e Necropolítica, sendo elas <mark>definidoras da vida e da morte, quem vive e quem morre, e se vivem como vivem</mark>. Aqui se dá a medicina, a psiquiatria e a justiça penal como agentes que assegurem a proteção da população daqueles tidos como “anormais". Se faz notório como o racismo biológico-social teve influência nas definições dos corpos que são abjetos, e que podem ser retirados da sociedade com esse tal objetivo de “manutenção de um corpo social ordenado”.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-17 21:18:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Caracterização do perfil dos pacientes </title>
         <author>carolineosihro</author>
         <link>https://padlet.com/marianasoreiro/j92d653i03p8zoyq/wish/3030337499</link>
         <description><![CDATA[<p>As documentações eram realizadas com caracterizações físicas do indivíduo, a condição de saúde, a data de entrada e de saída, e possível falecimento. Conforme a passagem do tempo, a regularidade das anotações foi perdendo-se em lacunas e registros cada vez mais sucintos. Porém, é possível determinar dos dados obtidos que <mark>a maioria internada eram não pensionistas, - internações pagas pelos pacientes ou pelas famílias dos pacientes - ou seja, homens e mulheres negros ou pardos, pobres, “desvalidos ou vagabundos”, e livres ou escravizados</mark>, uma vez que, mesmo com a abolição da escravatura, a relação de propriedade ainda existia. Magnani (2004, p.85)&nbsp; acerca desta caracterização:</p><p>"De fato estão fora da norma na reordenação multifacetária pela qual passava a cidade no século XIX e princípios do século XX"</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-17 21:53:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>marianasoreiro</author>
         <link>https://padlet.com/marianasoreiro/j92d653i03p8zoyq/wish/3030547088</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante os anos finais, muitos dos internos eram <mark>transferidos para o Hospício de Barbacena</mark>, instituição de saúde estadual fundada em 1903 até o fechamento do Hospício de Diamantina, em 1906.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-18 01:55:32 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>marianasoreiro</author>
         <link>https://padlet.com/marianasoreiro/j92d653i03p8zoyq/wish/3030548068</link>
         <description><![CDATA[<p>Devido a falta de verba, os internos eram admitidos além da capacidade máxima, <mark>o local nunca teve sua finalização estrutural e nunca atingiu seus ideais</mark> de tratamento através de hábitos de higiene e esperanças de cura de pelo menos 50% dos internados.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-18 01:56:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>marianasoreiro</author>
         <link>https://padlet.com/marianasoreiro/j92d653i03p8zoyq/wish/3030554102</link>
         <description><![CDATA[<p>Tanto a Santa Casa como o Hospício de Diamantina eram financiados por provedores, não havendo auxílio governamental suficiente para permanência e funcionamento dos locais. Devido a esse fato, os relatórios de receitas e despesas registram que os<mark> médicos até 1890, faziam um trabalho voluntário</mark>, enquanto as irmãs de caridade eram remuneradas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-18 02:00:50 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>marianasoreiro</author>
         <link>https://padlet.com/marianasoreiro/j92d653i03p8zoyq/wish/3030555852</link>
         <description><![CDATA[<p>É possível dividir as diferentes motivações da instituição em, discurso oficial de tratamento e cura de doentes mentais através da caridade com vieses religiosos, e em o que a ação realmente significava, como, l<mark>ivrar a comunidade mineira dos possíveis perigos da presença de indivíduos considerados loucos nas ruas.</mark></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-18 02:02:17 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>carolineosihro</author>
         <link>https://padlet.com/marianasoreiro/j92d653i03p8zoyq/wish/3030573607</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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      <item>
         <title></title>
         <author>carolineosihro</author>
         <link>https://padlet.com/marianasoreiro/j92d653i03p8zoyq/wish/3030578673</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-06-18 02:17:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>marianasoreiro</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-06-18 02:18:37 UTC</pubDate>
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         <title>Teoria miasmática</title>
         <author>marianasoreiro</author>
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         <description><![CDATA[<p>Segundo a teoria, as doenças teriam origem nos miasmas: o conjunto de odores fétidos provenientes de matéria orgânica em putrefação nos solos e lençóis freáticos contaminados.</p><p>Além disso,<mark> defendia que o que causava as enfermidades e epidemias eram as más condições do ambiente</mark></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-18 02:30:41 UTC</pubDate>
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