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      <title>Qual a relação da avaliação da aprendizagem com os conceitos e princípios freireanos? by Cristiane Andrade Fernandes</title>
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      <description>Publique sua resposta ao tópico de discussão clicando no botão de adição abaixo.</description>
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      <pubDate>2025-03-19 18:34:11 UTC</pubDate>
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         <author>cafernandes1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Paulo Freire Vive na docência daqueles que acreditam em seus princípios.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-19 18:39:35 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<p>Uma boa avaliação da aprendizagem perpassa pelo resignificação do sujeito do conhecimento. Proporcionar uma ação que leve a reflexão crítica do objeto, para que ele tenha significado para os alunos, construindo coletivamente o saber histórico.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-19 23:55:31 UTC</pubDate>
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         <author>mbsouzahis</author>
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         <description><![CDATA[<p>A avaliação da aprendizagem deve ser vista como um instrumento de transformação social. Freire acreditava que a educação tem o potencial de mudar a realidade dos indivíduos e das comunidades. Assim, a avaliação deve ser orientada para identificar não apenas o que os alunos sabem, mas também como eles podem usar esse conhecimento para promover mudanças em suas vidas e na sociedade.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-21 18:11:39 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<p>Essa relação pode ser observada no “aprender a aprender”, pois a necessidade da compreensão da formação do conhecimento é uma base para se avaliar a aprendizagem, sendo algo possível apenas com um professor democrático e que consiga ver o aluno não como um individuo “ignorante”, mas sim como uma parte do caminho para construção do conhecimento. Isso permite ao professor ter uma visão individual de cada aluno, sendo algo distante do pensamento dentro de uma educação tecnicista.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-23 03:08:19 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<p>Dialógica - aprender a aprender;</p><p>Descolonização;</p><p>Pessoas se educam e transformam o mundo;</p><p><br/></p><p>Enquanto seres ativos, e não meros receptores de conteúdos, os alunos são capazes de transformar a sua realidade através da educação. Isso se torna possível com o auxílio da atuação do professor como mediador e provocador, cumprindo o papel de instigar o aluno para aproximá-lo dos temas utilizando o diálogo para tal. Desta maneira, será possível se aproximar do aluno a fim de  entender a sua realidade, isso proporciona que o professor aprenda com o aluno e juntos consigam construir o conhecimento. A Avaliação da Aprendizagem é contemplada quando existe a dialógica, pois o aluno se depara com novas perspectivas  assimiladas a partir da sua ótica, e naturalmente, essa apreensão é captada pelo educador. Nesse momento o aluno está aprendendo a aprender, e naturalmente, pode transformar sua realidade se tornando sujeito da própria história.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-23 12:01:14 UTC</pubDate>
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         <author>rfnrsantoshis</author>
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         <description><![CDATA[<p><mark>ᴀ ᴇᴅᴜᴄᴀᴄ̧ᴀ̃ᴏ ᴇ́ ꜱᴇᴍᴘʀᴇ ᴘᴏʟɪ́ᴛɪᴄᴀ</mark></p><p><br/></p><p>Muito se confunde a educação política com a educação partidária, gerando repercussões negativas equivocadas sobre a presença da política no ato de educar. A fala e a prática política de cada um, seja educando ou educador, é orientada pela diferença dos segmentos sociais, com interesses e vivências opostas. A partir disto, é definido como se posiciona ante o contexto, se de forma conservadora a acomodar-se, ou buscando a transformação que liberta. É nesse sentido que vemos a completude na educação, em que se molda visões de mundo no diálogo com outras, e não somente transferindo conhecimento de forma repetitiva e já elaborada. Assim, a educação política é essencial na avaliação da aprendizagem, considerando que os educandos terão papel ativo na exposição de suas ideias e crenças, possibilitando a análise e posterior atuação do educador na escolha política entre transformar ou conservar essas posições.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-23 14:43:40 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A educação, ao longo do tempo, passou a ser vista como importante instrumento de transformação social e política, muitas são as pesquisas desenvolvidas nesse contexto que comprovam tal afirmação.</p><p>Nesse sentido, de maneira clara e assertiva, Freire apresenta a educação libertadora, na qual o aluno é levado a conhecer sua realidade de maneira crítica. O processo avaliativo aqui é concebido a partir de um desenvolvimento ativo que leva à transformação que parte do próprio educando. Assim sendo, a</p><p>avaliação de aprendizagem, configura-se como um processo de transformação que o homem exerce para conhecer a realidade, uma vez que ao compreender o mundo a partir de uma visão reflexiva, o homem, então, passa a ser capaz de compreender sua própria existência no mundo. </p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-24 01:43:19 UTC</pubDate>
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         <author>emcarvalhohis</author>
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         <description><![CDATA[<p>Paulo Freire propõe uma educação libertadora que se opõe diretamente ao modelo convencional de ensino, que ele chama de educação bancária.  </p><p>Enquanto a educação emancipatória visa o crescimento crítico e a independência do aluno, a educação bancária se distingue por um ensino mecânico e passivo, onde o educador impõe conteúdos aos estudantes, que apenas os decoram sem uma análise crítica do mundo que os cerca. </p><p>No modelo bancário de ensino, o professor é visto como o dono do conhecimento, enquanto o aluno apenas recebe informações de forma passiva. Esse tipo de ensino ignora as experiências e saberes dos estudantes, transformando o aprendizado em algo mecânico e sem conexão com a realidade, dificultando qualquer mudança social.</p><p>Por outro lado, a educação libertadora propõe um aprendizado mais participativo, onde professor e aluno trocam conhecimentos e crescem juntos. A educação precisa partir da realidade dos estudantes, usando a problematização para fazê-los refletir criticamente sobre suas vidas e agir para transformá-las. Assim, o conhecimento deixa de ser algo engessado e passa a ser construído coletivamente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 10:51:24 UTC</pubDate>
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         <author>gtbsantanahis</author>
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         <description><![CDATA[<p>Para Freire, a apreensão da razão de ser do objeto ou do conteúdo por parte dos educandos é o que verdadeiramente importa. Segundo o educador brasileiro, a relação da aprendizagem está completamente relacionada com a autonomia dos educandos no processo de ensino-aprendizagem, em palavras mais simples: o educando só aprende de fato, quando passa da posição de objeto (num dado modelo de educação bancária), para sujeito (educação libertadora, crítica), no qual, o professor terá sob sua responsabilidade, a mediação deles nesse processo. Portanto, esses conceitos e princípios construídos por Freire pelo mundo, estarão intrinsecamente ligados a avaliação da aprendizagem dos educandos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 13:13:15 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A avaliação da aprendizagem pode ser colocada em prática de diversas formas, e uma delas parte da relação professor-aluno. Mas, para isso, é necessário que o educador cumpra o papel de educador democrático, - - uma vez que a avalição da aprendizagem, em sua base, deve ser democrática - no qual o mesmo enxerga o aluno como portador de opinião, um ser ativo em sala de aula, diferentemente do educador reacionário, que enxerga seus alunos como receptáculos, como "tábulas rasas", que não portam opinião e que veem o docente como portador da sabedoria, da razão "universal". </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 13:16:08 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Educação Libertadora; Ação-reflexão-ação; Diálogo.</strong></p><p>A avaliação da aprendizagem ocorre de forma processual, tornando essencial uma educação libertadora para que o(a) professor(a) não fique preso(a) ao modelo tradicional (bancário), no qual o conhecimento dos(as) alunos(as) é avaliado apenas por uma prova final. Nesse contexto, entra em cena o ciclo de ação-reflexão-ação, que rompe com a ideia de que o(a) aluno(a) é apenas um receptor de informações. Em vez disso, a avaliação se torna um processo contínuo de construção do conhecimento, fundamentado na prática e na reflexão crítica. Dessa forma, promove-se uma educação dialógica, na qual a avaliação é um momento de troca entre educadores e educandos, permitindo que ambos reflitam sobre o processo educativo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 13:21:47 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A avaliação da aprendizagem está diretamente relacionada aos conceitos de educação libertadora, ensinar e aprender a aprender, educação bancária e os princípios freirianos, pois todos buscam conscientizar educadores e educandos sobre a importância de uma educação baseada na troca de saberes, e não em um modelo engessado no qual apenas o educador possui voz ativa.</p><p>Paulo Freire criticou fortemente a educação tradicional sem diálogo, onde não há o acolhimento necessário para promover bons resultados no processo de ensino-aprendizagem. Ele defendia que alunos e professores deveriam sair de sua zona de conforto e participar ativamente da construção do conhecimento, tornando a aprendizagem mais significativa e enriquecedora.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 15:05:37 UTC</pubDate>
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         <author>shirleilazarino3</author>
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         <description><![CDATA[<p>A educação é um processo dialógico, crítico e transbordador algo libertador que rompe com o modelo tradicional de enxergar o que é educar, é reflexivo, participativo é emancipatório. Para Paulo Freire, a educação é o ato de comunicação e cooperação não é de dominação, a idéia Freireana rejeita avaliações que rotulam excluem.&nbsp;</p><p>Na perspectiva Freireana a educação não é julgar, mas é um ato politico pedagógico que tem o objetivo de formar sujeitos críticos e atuantes.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 16:17:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nsoreishis</author>
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         <description><![CDATA[<p>Em um processo de avaliação de aprendizagem é preciso está ciente do conceito feiriano de que a educação não é pautada em uma relação de hierarquia, onde existe um dominador e um dominado, ela não pode ser uma ferramenta&nbsp; de classificação, fazendo com que os alunos se sintam rotulados e excluídos,&nbsp; mas deve ser construída coletivamente, através do diálogo e da participação, para que dessa forma, construam uma reflexão crítica sobre o processo de aprendizagem. A avaliação não é o ponto final, mas sim um processo contínuo, construído junto com os estudantes, o que leva a autoavaliação, a crítica construída coletivamente e ao desenvolvimento do entendimento do seu lugar como sujeito.</p><p>O educador que propõe seguir um processo de decolonização precisa entender que isso não consiste em apenas romper com o eurocentrismo, mas também levar em consideração o contexto social em que o aluno está inserido e as suas referências. Além de valorizar a cultura local, fazendo com que o ensino converse com os saberes socializados no meio. Dessa forma, a educação tem o poder de transformar a sociedade, através da transformação do indivíduo, por isso a educação não é um ato neutro, mas sim um ato político poderoso.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 16:30:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>aspimentelhis</author>
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         <description><![CDATA[<p>Os princípios da educação Freiriana, em sua maioria, dizem respeito a uma educação na qual a realidade do aluno seja utilizada na construção do seu conhecimento didático-pedagógico, aproximando dessa forma, o discente a sua realidade de vida e criando junto a ele a capacidade crítica da sociedade que o rodeia ou que esteja inserido.</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Portanto, a avalição de aprendizagem tem relação direta, ou deveria ter, com os princípios que são apresentados pela extensa bibliografia freiriana, respeitando a ancestralidade de cada indivíduo e trazendo-a para o seu dia a dia escolar ou acadêmico. Ao ser introduzido por uma educação que seja tecnicista, o aluno que nasce fruto da classe trabalhadora, logo, perpassa os atravessamentos que o sistema capitalista impõe e o padroniza para que esteja apto ao mercado de trabalho. Embora a palavra “mercado” seja uma concepção histórica advinda de antes do capitalismo e inerente ao ser humano, ao mercantilizar o trabalho, ou os corpos que produzem o trabalho, tira do ser humano, a sua humanidade e sua capacidade crítica, visto que nesse processo, será ensinado a obedecer hierarquias das quais terá contato desde sua tenra infância.</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; É necessário defender que a avaliação de aprendizagem seja baseada nos conhecimentos prévios de vida de cada aluno, portanto, individualizada para atender as necessidades que são particular a cada ser humano, de forma, que essa educação liberte o indivíduo dos grilhões que lhe prendem e moldam seu pensamento errático.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 17:25:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 17:31:19 UTC</pubDate>
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         <author>lomartins</author>
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         <description><![CDATA[<p>A avaliação da aprendizagem, na visão de Paulo Freire, reflete o tipo de educação que se pratica. Na educação conservadora, ela é usada para classificar e controlar, reforçando um ensino mecânico, onde o aluno apenas recebe informações sem questionar.</p><p><br></p><p>Já na educação libertadora, a avaliação é um processo dialógico, ajudando o estudante a se apropriar do objeto de conhecimento de forma crítica. O foco não é apenas medir resultados, mas acompanhar a construção do saber, estimulando a autonomia e a reflexão. Assim, a avaliação pode ser um instrumento de opressão ou de transformação, dependendo da abordagem adotada.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 17:40:09 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Descolonização; Educação domesticadora; Educação Libertadora.</strong></p><p>A educação brasileira é, ainda nos dias atuais, colonizada por métodos de ensino, formas de avaliação e idealização do aluno com base em moldes que foram inseridos a partir do processo de colonização europeia. Dessa forma, o conceito freiriano de "educação domesticadora" engloba o modelo tradicional de educação, que enxerga no aluno um depósito de informações que são passadas através do professor (que, por sua vez, é visto como a autoridade detentora da produção do conhecimento) e que este agente tem como dever avaliar e hierarquizar o objeto com base em expectativas e moldes previamente estabelecidos, sem levar em consideração as vivências e saberes próprios dos alunos.</p><p>Portanto, Paulo Freire desenha uma noção de "educação libertadora" que busca trabalhar pela descolonização do processo educativo, trazendo a figura do aluno como um agente ativo de sua formação, que é constante e diversa, identificando suas subjetividades e conhecimentos. Essa forma de trabalho suscita o desenvolvimento de uma autonomia e criticidade em torno da consciência das relações sociais construídas.  </p><p>Por fim, a avaliação da aprendizagem se relaciona com conceitos freirianos ao enxergar a necessidade de acolher o aluno em suas vivências e saberes, buscando entendê-lo como parte ativa da construção de conhecimento por meio de práticas educativas que estimulem a criticidade e sua autonomia, desvencilhando-se da concepção da relação professor-aluno como uma relação de dominação e exclusão.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 18:22:47 UTC</pubDate>
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         <author>luisestefane1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Paulo Freire acreditava que a alfabetização não era apenas uma questão de decorar sílabas ou seguir regras. Para ele, o processo de aprender a ler e escrever deveria ser uma experiência viva, conectada ao contexto social e histórico de quem aprende. Em vez de só ensinar a palavra, ele queria que o alfabetizando tivesse curiosidade sobre o mundo ao seu redor e, ao fazer isso, se conectasse de forma crítica à escrita.</p><p><br/></p><p>Para Freire, a alfabetização era um ato criador, um momento de reflexão crítica sobre a vida concreta do alfabetizando. Em sua visão, esse processo não deveria ser apenas técnico e mecânico; ele precisava ser um despertar, onde a pessoa se tornava cada vez mais ativa e criativa. A alfabetização seria, então, um gatilho para novos processos de criação, capazes de transformar a realidade.</p><p>A relação entre o alfabetizador e o alfabetizando, portanto, é de provocação mútua: o professor não é apenas um transmissor de conhecimentos, mas alguém que estimula o aluno a questionar, refletir e, finalmente, dominar a escrita de forma criativa.</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 18:25:34 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Da Avaliação Tradicional à Avaliação Libertadora: O Legado de Paulo Freire</p><p><br/></p><p>A avaliação de aprendizagem, no contexto dos princípios freirianos, está profundamente interligada com a proposta de uma educação libertadora, que visa promover a autonomia dos alunos e a reflexão crítica sobre a realidade social, política e cultural em que estão inseridos. Paulo Freire, em sua obra, critica os métodos de avaliação convencionais que têm sido utilizados em muitos sistemas educacionais, os quais geralmente priorizam a memorização e a reprodução de conteúdos de forma isolada e descontextualizada. Para Freire, esses modelos tradicionais de avaliação não consideram as diversidades dos estudantes nem seus contextos históricos e sociais, funcionando, muitas vezes, como um instrumento de controle ou de repressão que subordina o aluno ao sistema educacional.</p><p>De forma oposta, Freire propõe uma abordagem de avaliação em que o aluno não é visto como um objeto passivo de aprendizagem, mas como um sujeito ativo, capaz de construir seu conhecimento de forma crítica e consciente. A avaliação, então, deixa de ser uma simples medida quantitativa e se torna um momento de reflexão sobre o processo de aprendizagem, um espaço para a troca de ideias e para a construção coletiva do saber. Nesse sentido, a avaliação freriana é, acima de tudo, dialógica. Ela promove o diálogo entre professor e aluno, respeitando as diferenças e os saberes prévios de cada um, e abre espaço para o questionamento das realidades que envolvem os educandos.</p><p>Além disso, Freire considera que a avaliação deve ser um instrumento de emancipação, permitindo que o aluno compreenda e transforme sua realidade. Nesse processo, a avaliação se torna um meio para o desenvolvimento da autonomia dos estudantes, pois possibilita que eles reflitam sobre suas próprias práticas e conhecimentos e que participem ativamente da construção de seu processo de aprendizagem. Ao permitir que o estudante se reconheça como um sujeito crítico e reflexivo, a avaliação torna-se um passo essencial na formação de cidadãos conscientes de seu papel no mundo e na sociedade, alinhando-se aos princípios de liberdade e justiça social, que são centrais no pensamento de Paulo Freire.</p><p>Por fim, a avaliação, dentro da perspectiva de uma educação libertadora, é uma prática que não se limita a aferir o desempenho acadêmico, mas que visa a integralidade do sujeito, considerando suas emoções, valores, e a capacidade de se engajar com os problemas sociais e políticos que os cercam. Em uma educação democrática, a avaliação é vista como uma ferramenta de construção de um ambiente educacional mais inclusivo, solidário e transformador, onde os alunos são estimulados a participar da construção do conhecimento, reconhecendo seu papel ativo na transformação da sociedade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 18:28:13 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Palavras chaves: Professor democrático, Contexto social, Construção coletiva.</p><p><br/></p><p>A principio é interessante refletir sobre o conceito de “avaliação de aprendizagem” pois avaliar não é apenas quantificar de 0 a 10 o que o aluno aprendeu do conteúdo. A “avaliação de aprendizagem” deve servir de maneira formativa e diagnóstica como uma ferramenta que promova a reflexão crítica e que dialogue com a realidade social dos alunos. Nesse sentido, o educador/professor deve propor a avaliação de maneira que aconteça o desenvolvimento de habilidades para que o aluno possa pensar a sociedade de forma crítica. (acredito que a avaliação deve ser contínua).</p><p>O professor democrático irá contribuir bastante neste aspecto de aprendizagem pois um professor autoritário pode acabar desestimulando os alunos por gerar medo e ansiedade meio que acaba desmotivando os estudantes que ficam com o desejo que aquela aula/semestre termine logo. Com isso, a importância de um professor democrático que atue como um mediador dentro da sala de aula, respeitando as individualidades do alunado, que faça da sala de aula um espaço de respeito e dialogo no qual ele (a) pode explorar as capacidades cognitivas dos discentes e não apenas um espaço para transferir informações.</p><p>É fundamental considerar o conhecimento que cada discente tem, através de suas experiencias de vida, a fim de que seja compartilhado de modo que acabe enriquecendo o conhecimento coletivo. o professor de História deve garantir que por meio dos assuntos a serem discutidos que o alunado possa pensar e refletir as relações de poder, práticas sociais, econômicas e culturais. Com intuito, de contribuir para a emancipação do aluno tentando conecta o que aprende com seu contexto social e buscar a transformação da sociedade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 19:43:07 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>De acordo com os conceitos freirianos, ao compreender a práxis pedagógica, percebe-se a importância da existência da união, reflexão e PEDAGOGIA CRÍTICA, por meio da autonomia e libertação dos sujeitos. Deve-se destacar a recusa de Freire à visão que apresenta o aluno como mero receptor de conhecimento, enfatizando que a CONSTRUÇÃO COLETIVA dentro da sala de aula é o que torna eficaz o ENSINO - APRENDIZAGEM. Dessa forma, substitui-se uma educação que domestica por uma educação libertadora, capaz de promover a conscientização durante o processo de AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 19:58:19 UTC</pubDate>
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         <author>abaguimaraeshis</author>
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         <description><![CDATA[<p>A avaliação da aprendizagem, com base nos princípios de Paulo Freire, deve ser encarada como um processo contínuo e colaborativo, e não como uma simples ferramenta de classificação ou hierarquia. Freire defende que a educação não deve ser um espaço de imposição, onde o professor é visto como o único detentor do conhecimento e os alunos se limitam a memorizar sem questionar. A avaliação deve ser um momento de diálogo entre educador e educando, levando em conta as experiências e saberes dos alunos, e não apenas os resultados acadêmicos de maneira quantitativa.</p><p>Freire critica o modelo de "educação bancária", onde o aluno é tratado como um receptor passivo de informações, sem desenvolver autonomia ou pensamento crítico. Em contraste, a proposta de educação libertadora busca desconstruir o modelo tradicional, reconhecendo a diversidade dos alunos e seus contextos sociais e culturais. Nesse modelo, a avaliação é um meio de emancipação, permitindo que o aluno reflita sobre sua realidade e participe ativamente da construção do saber.</p><p>Na perspectiva da educação libertadora, a avaliação precisa contemplar o aluno de maneira integral, considerando suas emoções, valores e sua capacidade de se envolver com questões sociais e políticas. O processo de avaliação deve ser inclusivo, solidário e transformador, criando um ambiente em que todos os alunos participam ativamente da construção do conhecimento e na mudança da realidade. Dessa forma, a avaliação se torna uma ferramenta de liberdade e justiça social, fundamental para o desenvolvimento de uma educação democrática.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 19:59:26 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cafernandes1/j8j353ptzn6flgf8/wish/3382020264</link>
         <description><![CDATA[<p>Na avaliação da aprendizagem, se partimos do ponto metodológico de Paulo Freire, podemos perceber que esta relação está ligada ou deveria estar, diretamente pelo princípio em que uma avaliação deve ser dialógica, crítica e emancipatória, desta forma tornando o processo de avaliação mais eficaz, e não meramente classificatório ou <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://punitivo.Se">punitivo.Se</a> observamos com cuidado podemos perceber que a avaliação é um processo contínuo e dialógico. Assim, Freire defendia que o aprendizado acontece no diálogo entre educador e educando, portanto, a avaliação deve ser formativa acompanhando o o desenvolvimento do educando ao longo do processo e criando ajustes na prática pedagógica. Por isso, a superação da avaliação bancária é indispensável. Desconstruir o modelo tradicional que reflete na “educação bancária”, e os conteúdos são apenas memorizados, substituindo-as por uma avaliação crítica, onde os alunos são estimulados a refletir sobre o que aprendem e como isso se relaciona com suas realidades. Além disso, a avaliação deve funcionar como um ato político e libertador, empoderando os alunos e os ajudando a se tornarem agentes de transformação. Por isso devem ser considerados conhecimentos prévios dos mesmos e suas vivencias ao invés de impor critérios rígidos de avaliação. É preciso aplicar critério de avaliação baseado na problematização, assim como o método freiriano sugere que a avaliação precisa estar ligada ao mundo real e sua problematização, permitindo assim que os educandos analisem e questionem a realidade a partir dos conteúdos aprendidos, se opondo assim a provas tradicionais que medem apenas capacidade de memorização. Dessa forma, nota-se grande relação entre a avaliação da aprendizagem e o método freiriano, onde há consonância entre o processo avaliativo eficaz e a ótica de freire, onde a avaliação da aprendizagem deve ser participativa, dialógica e voltada para a construção do conhecimento, ajudando os alunos a tornarem-se sujeitos críticos e ativos em sua trajetória, nos mais variados espaços de educação.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 20:04:52 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Recentemente, tornou-se comum, no âmbito educacional-fundamental-público que a "aprendizagem" é múltipla e que os alunos partem condições diversas, necessitando de métodos de avaliativos heterogêneos. Em Freire, esses métodos partem mediante ao processo dialógico, na relação horizontal professor-aluno que no desvelar do contexto social em que o estudante está inserido, abre-se possibilidades para intervenções mais incisivas e concretas, a fim de mudar a realidade dos sujeitos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 20:13:52 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Com uma Educação cada vez mais voltada ao mercado, o processo de aprendizagem sofre impactos em sua qualidade. </p><p>Nessa realidade, o aluno é privado de um sistema de educação que auxilia seu crescimento enquanto indivíduo. No qual, o seu conhecimento prévio e de mundo não é levado em consideração. Assim, este aluno passa pelo processo chamado por Paulo Freire, como desumanidade. Onde o indivíduo é moldado pelo mercado e seus interesses. Segundo Paulo Freire, quebrar esse processo de desumanização requer um esforço de todos os lados da sociedade. Que apesar de um caminho difícil, a humanização da educação é um caminho possível.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 21:39:37 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Palavras Chaves: descolonização; opressão social; libertadora</p><p><br/></p><p>A avaliação da aprendizagem, sob a perspectiva freiriana, deve ser um processo dialógico, crítico e libertador. Em vez de um instrumento de opressão que apenas classifica e exclui, ela deve promover a autonomia dos estudantes, reconhecendo seus saberes e experiências. A descolonização da avaliação implica romper com modelos eurocêntricos e padronizados, valorizando contextos culturais diversos. Assim, ao invés de reforçar desigualdades, a avaliação deve ser um caminho para a emancipação, estimulando a reflexão crítica e a transformação social, como propunha Paulo Freire em sua pedagogia libertadora</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 22:07:42 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>tvtfonteshis</author>
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         <description><![CDATA[<p>Para Freire, a forma como avaliamos o aprendizado deve ser um diálogo constante e um processo de desenvolvimento, bem diferente da maneira tradicional, que apenas classifica os alunos. Ele criticava o que chamava de "educação bancária", onde os estudantes recebem informações passivamente, como se fossem depósitos.</p><p>Nesse sentido, avaliar não é só medir o que o aluno decorou em provas. É, principalmente, criar um espaço para que ele reflita sobre o que aprendeu, entenda e dê novo significado a esse aprendizado. Esse processo deve ser construído em conjunto, incentivando a autonomia do aluno e sua participação ativa na busca pelo conhecimento.</p><p>Além disso, a avaliação precisa estar ligada a uma educação que liberta, servindo como ferramenta para que o aluno se torne consciente e transforme a sociedade. Em vez de excluir, ela deve valorizar o que o aluno já sabe e estimular sua capacidade de analisar criticamente o mundo ao seu redor. Uma avaliação baseada no diálogo reconhece não só o desempenho nas provas, mas também o envolvimento do aluno no aprendizado e sua capacidade de agir no mundo de forma consciente.</p><p>Assim, a avaliação, quando segue os princípios de Freire, deixa de ser apenas uma nota e passa a ser um meio para que o aluno se torne um cidadão crítico e atuante na sociedade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-25 23:55:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mesnascimentohis</author>
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         <description><![CDATA[<p>Para Paulo Freire, a EDUCAÇÃO TECNICISTA é um mantenedor das desigualdades sociais e impede o educando de criticar a realidade em que vive. Nesse sentido, ela contrasta fortemente com a EDUCAÇÃO LIBERTADORA, que identifica o educando como um sujeito ativo no processo de aprendizagem, logo se posiciona como alguém que  busca a emancipação a partir do PENSAMENTO CRÍTICO.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-29 21:18:01 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>jjsantoshis</author>
         <link>https://padlet.com/cafernandes1/j8j353ptzn6flgf8/wish/3388122889</link>
         <description><![CDATA[<p>A relação entre a avaliação da aprendizagem e os conceitos e princípios freireanos está na busca por uma educação libertadora, que valorize o diólogo e autonomia dos estudantes. Paulo Freire propõe uma avalição  que transcende somente a forma de conhecimentos, buscando compreender o desenvolvimento integral dos indivíduos a sua capacidade de transformar a realidade.</p><p>Pontos principais de divergência como: diálogo e participação, consciência crítica, autonomia e emancipação, valorização da cultura e do saberes, avaliação como processos contínuos.</p><p>A avaliação de aprendizagem na perspectiva freireana é um processo de liberdade que busca formar cidadãos críticos, autônomos e capazes de transformar a sociedade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-30 17:17:05 UTC</pubDate>
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         <author>JPauloJr</author>
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         <description><![CDATA[<p>Quando citamos Paulo Freire, no âmbito de avaliação de aprendizagem, vale ressaltar que ele é um dos mais célebres filósofos e educadores brasileiros, sendo considerado pela comunidade acadêmica o patrono da educação nacional.</p><p>Um de seus vários conceitos, é o de tornar vigente e tomar como ponto de partida, a experiência do aluno no processo de aprendizagem, pelo método do diálogo ou autogestão. O educando, de acordo com a sua necessidade, vai buscar o conteúdo e o melhor método para o seu trabalho, e a sua relação com o educador vai ser construída de forma horizontal, pela diretividade.</p><p>Essa forma de pedagogia mais “libertadora” será a estratégia que Freire irá idealizar em seus mais de cinquenta livros publicados. Um momento da vida do professor que foi importante para o desenvolvimento de seu pensamento foi a suas viagens para a África. Paulo Freire afirmava que a função de educador, para ele vai além do título da universidade, nesse sentido, Freire vai viajar e participar de vários seminários e conferências com educandos e professores e é na África, na Tanzânia, onde ele vai se encantar e sempre citar a sua experiência. O filósofo vai analisar que o processo de aprendizagem para o africano vai além da palavra escutada, e sim, com o uso do corpo como linguagem, pois haverá uma interação entre gesto, palavra, realidade. Nessa perspectiva, por exemplo, o uso do corpo será de fundamental importância, pois em suas aventuras pedagógicas essa utilização era feita para mostrar os castigos e maus tratos do colonialismo, novamente trazendo a experiência do educando para dar o ponto de partida na avaliação da aprendizagem.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-01 18:10:14 UTC</pubDate>
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