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      <title>João Henrique da Silva Gomes  by João Henrique</title>
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      <description>Diário do aprendizado</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-08-19 17:29:46 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-10-01 09:08:57 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Primeiro encontro</title>
         <author>henriquegomesvl30</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ontem ocorreu o meu primeiro encontro com a professora Josilene da cadeira de Sociologia das Organizações. Ontem eu pude me apresentar, falar um pouco sobre mim, sobre o porque ter escolhido RP, sobre os meus gostos e etc. Confesso que fiquei um pouco nervoso kkk. E meus colegas de turma também se apresentaram, assim, todos podem se conhecer melhor. No começo da aula houve o prelúdio, que é nada mais nada menos que um momento de reflexão relacionada a qualquer coisa que você quiser trazer e apresentar, todo mundo tem a oportunidade apresentar durante o decorrer das aulas. No prelúdio de ontem vimos um vídeo sobre a MP 1045 que foi recentemente aprovada, uma mp cheia de injustiças e que promete tentar melhorar a economia, mas a única coisa que vejo é apenas injustiças, tirar direitos dos proletariados que mal tem tais direitos e estão o tempo inteiro tentando sobreviver e tentar se sustentar e suas famílias, e também essa mp piora a situação para os jovens que estão prestes a ingressar no mercado de trabalho, dificultando ainda mais as coisas. Um grande retrocesso essa MP.&nbsp;<br>Também foi apresentado toda a metodologia e plano de estudos da prof° Josilene, os famosos guias de sobrevivência kkkk, que inclusive eu amei. Já vi que nesse semestre será repleto de ensinamentos, aprendizado e muito mais, estou animado para poder usufruir disso tudo. E que ideia genial, o uso desse diário como parte de avaliação. Metodologia instigante. Admiro quem trabalha assim.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-19 17:46:31 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 2</title>
         <author>henriquegomesvl30</author>
         <link>https://padlet.com/henriquegomesvl30/j828k5irvsvdikg3/wish/1702112673</link>
         <description><![CDATA[<div>Antes do nosso segundo encontro foi pedido para que os alunos&nbsp; lessem a introdução do livro de Bauman chamado "aprendendo a pensar com a sociologia" para que pudéssemos ter uma base antes de chegar a aula. Nessa introdução pude ver e refletir em relação "o que é Sociologia?" e como ela pode se diferenciar das outras ciências sociais, também um pouco sobre como o senso comum se relaciona com a sociologia. Quando li isso, penso que devíamos nos afastar do senso comum para podermos analisar melhor e de forma minuciosa as relações humanas e praticar mais a autocrítica em tudo na vida. No prelúdio foi trazido uma reflexão para com nossos dados que são expostos no mundo digital, "será que eles estão realmente seguros?" Já ouve escândalos em relação a isso com o Facebook e google com vendas de dados pessoais e "o que são feitos com esses dados?". Durante essa aula aprendi diversas coisas, como pensar como um sociólogo que é sair do campo individual e se por no lugar do outro, é buscar entender as pessoas que nos cercam em suas esperanças, desejos, inquietações e preocupações. E uma pessoa que é sociólogo precisa ver o mundo desse modo que falei, o pensar sociológico, ver o mundo de uma forma mais abrangente e sempre questionar tudo e principalmente o inquestionável. Também pude pensar sobre como não somos livres de verdade, como vivemos em uma falsa liberdade, presos e como pensamos que escolhemos algo ou gostamos de algo só que não é bem por aí... na maioria das vezes são tudo fruto de uma construção social. Acredito que por isso que a autocrítica é tão bem-vinda. E o conhecimento científico aquele em que você coleta dados, busca comprovar e trazer uma veracidade e contabilidade dos dados aprensentados, nunca duas afirmações opostas podem ser consideradas verdadeira, todo um sistema que busca ser disciplinado e apresentar seus dados e pesquisas da forma mais responsável possível. Questionar as coisas e se questionar pode ser considerado um incômodo, mas só aceitar as coisas como elas chegam a nós é o certo ?&nbsp; Acreditar em tudo que o mundo fala? Tomar o mundo para sí? Eu acho que não! buscar a crítica e autocrítica é de grande importância para o desenvolvimento pessoal e compreensão de si mesmo e do mundo em que vivemos. Então questione e questione-se!<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-28 18:30:04 UTC</pubDate>
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         <title>AULA 3</title>
         <author>henriquegomesvl30</author>
         <link>https://padlet.com/henriquegomesvl30/j828k5irvsvdikg3/wish/1715440401</link>
         <description><![CDATA[<div>A aula de hoje foi bastante produtiva e importante para o meu aprimoramento dos conhecimentos de sociologia. No primeiro momento houve o prelúdio e com ele foi passado uma mensagem sobre respeito, independentemente da sua classe social, cultura, religião e etc. "Posso não concordar com o que diz, mas lutarei a até a morte pelo direito de dizê-las".<br>&nbsp; Sobre o conteúdo, durante a aula podemos ter uma noção&nbsp; da liberdade ligada ao processode socialização e confrontar os limites impostos pela sociedade nos processo de construção da personalidade. Nossas decisões não são totalmente conscientes, não são totalmente nossas escolhas, somos induzidos a fazer tal escolha, muitas veses são frutos de uma construção social, foram construídas extamente para tipo de pessoa que você é, ou decorrem do hábito. Nossa liberdade pode ser um empecilho para a liberdade do outro, nós precisamos muito mais que livre arbítrio para sermos livres de verdade.<br>&nbsp;Existem muitos limites a liberdade individual, como: para você entrar em determinado campo precisará ter tal potencial, precisar estar dentro das regras do jogo, caso isso não aconteça você é excluído. É preciso ter competência e isso está muuto ligado também com o efeito dom quixote, existem esses "campos" e para eles são criadas regras e se você não está dentro disso, você vai se sentir deslocado e perdido da realidade. Existem os fatores materiais e simbólicos que limitam a liberdade individual que vai depender de 4 tipos de capitais: Econômico, social, cultural ou simbólico. Você será unserido em determinado meio ou não dependendo desses fatores. E agora o efeito de pertença, onde você vai estar submisso a um grupo, vai ter uma relação de dependência e terá que preencer e compreender as expectativas desse grupo, Normalmente isso está ligado fortemente a busca de reconhecimento. Vivemos em uma sociedade que precisamos nos encaixar em algo, caso o contrário você é hostilizado e Normalmente quando se é encaixado em determinado grupo você tem limitações a liberdade, tem que agir de acordo com as expectativas daquele grupo.&nbsp;<br>&nbsp; Existem alguns conceitos imoortantes para a leitura dos conteúdos que foram apresentados na aula.<br>&nbsp;HABITUS: é o conjunto de disposições que são construídos no processo de socialização e é naturalizado no comportamento e pensamento, pode ser modificado quando há consciência disso. Esses habitus são separadores e unificadores de pessoas, bens, escolhas, consumos e práticas.<br>&nbsp;AGÊNCIA: é a nossa liberdade de ação para agir sobre si mesmo, essa agência é mediada e circunstancial e existem limitantes ligadas a autonomia e poder.&nbsp;<br>&nbsp;CAMPOS DE ATUAÇÃO X EFEITO DOM QUIXOTE: como eu já falei os campos são determinadas áreas que são impostas "regras" para separar e deixar fora pessoas(criados por classes dominantes), você precisa ter determinado potencial e capacidade para ser inserido nessa determinada área e se não tem essas competências você vai se sentir deslocado da realidade.<br>&nbsp;REFLEXIDADE: é pensar nossas ações, se observar e o efeito que causamos nos outros e trabalhar para mudar isso, se imaginar em certas situações e se preparar para tal situação.<br>&nbsp;E infelizmente as últimas ideias sobre Self e Interacionismo não ficaram tão claras para mim.&nbsp;<br><br><br><br><br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-03 14:58:39 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 4 que é 3, pois considerei o primeiro encontro como &quot;aula&quot;</title>
         <author>henriquegomesvl30</author>
         <link>https://padlet.com/henriquegomesvl30/j828k5irvsvdikg3/wish/1752545622</link>
         <description><![CDATA[<div>Sofremos bastante influência de determinadas coisas na nossa vida, alguns afetam nossa forma de viver outros nossas escolhas do dia-dia, da vida e etc. Temos como exemplo as empresas, indústrias e governo que mexem na forma de como levamos a vida e nossos amigos e famílias que influênciam bastante as nossas escolhas. E existe a questão "nós" dentro do "outro", a partir do outro eu defino quem "eu" sou, temos uma relação singular. As culturas se diferem uma da outra pelas oposições e a identidade não tem um núcleo fixo, há mutação.&nbsp;<br>&nbsp; O Intragrupo e extragrupo é o que distingue "nós" e "eles", um não existe sem o outro. No intragrupo fica a comunidade que você se sente parte e se identifica, enquanto no extragrupo fica tudo que você não se sente parte, e tudo que vem do outro é negativizado.<br>&nbsp;Abordamos também a questão da coesão social de Émile Durkhein, esse movimento se chamará solidariedade, pensando em como as partes do social colaboram para a produção do trabalho. Existem a solidariedade mecânica que é fundamentada nas tradições, nos hábitos e na moral e a solidariedade orgânica baseada na interdependência gerada pela especialização do trabalho no modo de produção capitalista.<br>&nbsp; &nbsp; A divisão Social é feita a partir da classe, gênero e nação com base nos capital econômico, cultural, social e simbólico.&nbsp;<br>&nbsp;No instragrupo se constroe uma&nbsp; coesão e um sentimento de comunidade e nele há regras imaginárias de ajuda mútua, proteção e amizade. Isso faz com que as pessoas do intragrupo vejam que existe um contexto emocionalmente caloroso, assim os mesmos se tornam leais e defendem os interesses do grupo. Os inimigos imaginários pertencem ao extragrupo&nbsp; e tem relação com o efeito dom quixote. O preconceito leva as pessoas a aceitarem&nbsp; os meios usados na promoção de sua própria causa, meios que nunca seriam justificados se empregados pelo extragrupo na busca de seus objetivos.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp;A teoria geral dos campos, esse cinceito tem relação direta com o de habitus e surge de uma necessidade de sistuar os agentes portadores de um habitus dentro do espaço no qual esse mesmo habitus foi criado.<br>&nbsp;Outsiders:&nbsp; quem está no lado de fora, independentes.<br>&nbsp;Cismogênese é definido com um processo de diferenciação nas normas de comportamento individual resultante da interação simulativa entre indivíduos. Marcel Mauss fala sobre a Teoria da Dádiva que discute tricas de&nbsp; simbólicas como um "fato social"(implicações políticas, religiosas, econômicas, culturais e sociais), essa troca tem por base a tríplice obrigação dar-receber-retribuir, tendo como princípio reciprocidade, e destacando que a troca de dons mais desinteressantes geram ganhos simbólicos.<br>&nbsp;Nas cidades são delimitadas fronteiras onde só entram pessoas que tem certas características, tais divisões existem para garantir uma homogeneidade e esses atos procuram reduzir a insegurança nesses espaços selecionados.<br>&nbsp;Enquanto humanidade somos responsáveis por outras pessoas simplesmente porque são pessoas, e assim ordena nossa responsabilidade.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-20 00:12:45 UTC</pubDate>
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         <title>Laços para falar de &quot;nós&quot;</title>
         <author>henriquegomesvl30</author>
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         <description><![CDATA[<div>Essa semana começou com a leitura do capítulo 3 denominado como "Laços para falar em nós", onde o mesmo começa a tratar sobre comunidade e questão de forjar o consenso para lidar com os conflitos. Dentro de uma comunidade nem sempre as pessoas vão estar de acordo em relação a algo, posso trazer como exemplo a minha comunidade que é a Atletica, nos fizemos uma votação para escolher o mascote e acabou que o gato do mato venceu tal votação, entretanto nem todos estavam de acordo mas como foi votado não há mais o que fazer. Houve um consenso entre as partes. Numa comunidade nem sempre as coisas vão estar definidas, irá existir aqueles que vão rejeitar algo e os que apoiam, mas sempre vai haver o estar juntos. O que os mantém de pé é a unidade espiritual, sem ela não há comunidade. Pois, precisam de algo que os unifique. Essa comunidade é pensada como algo natural, eu não preciso dizer quem faz parte, todos sabem que pertencem. Tais laços conduzem nossas relações,&nbsp; apesar de nossas relações nem sempre aconteceram de forma programada. E preciso ter em mente que as comunidades sempre estarão em constante evolução. Não há como fazer apelo a situações que não tem escolhas, se já foi tomada uma decisão do grupo, a sua opinião já não tem mais importância, não lhe permite uma escolha. Depois fal-se um pouco sobre Cálculo e racionalização, o grupo deve apenas absorver, não pode haver algo que os unifique e o sentimento de pertencimento. Podemos relacionar ao mundo globalizado e os maquinario e padronização das tarefas, controle de tempo na organização. Você trabalha para alcançar um objetivo e sem envolver sentimentos, suas ações irão ser redigidas de acordo com os objetivos da organização. Mas nos tempos de hoje houve uma virada cultural, as empresas querem formar o sentimento de identificação e pertencimento, não só trabalho. As organizações agora veem as pessoas como seres humanos de verdade, não robôs padronizados feitos para trabalhar como acontecia com a racionalização.<br><br><br>
</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-29 04:00:24 UTC</pubDate>
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         <title>Semana de avaliação </title>
         <author>henriquegomesvl30</author>
         <link>https://padlet.com/henriquegomesvl30/j828k5irvsvdikg3/wish/1791443642</link>
         <description><![CDATA[<div>Foi designado para que nós que respondessemos o estudo de caso, onde era necessário assistir o documentário "Indústria Americana" nele podemos perceber vário&nbsp; traços de diversos conceitos sociológicos que vimos durante a unidade um, a semana foi bem agradável para o nosso grupo, conseguimos discutir e comentar numa boa sobre os assunto&nbsp; e o estudo de caso, assim conseguimos elaborar as respostas na maior conformidade. Podemos começar falando de como não somos totalmente livre, pode-se ver que as escolhas dos empregados nem sempre são produto de decisões conscientes. Também é perceptível como é usado a coesão social dentro da entidade para com os chineses, que estavam em um novo país e para que eles se adaptassem melhor os americanos os levavam para conhecer um pouco da cultura deles. Outra coisa possível de se notar foi a questão das comunidades que haviam dentro da organização, grupos de pessoas não definidos, mas que concordavam com algo e havia aqueles que rejeitavam isso e dentro desse contexto observa-se o quesito intragrupo e extragrupo, tudo que é o oposto ao intra é negativo e as lutas imaginárias de Dom quixote e seus moinhos de vento. Destaca-se as reuniões dos chineses onde excluíam os americanos e falavam bastante sobre os mesmos e sempre acentuando as lutas entre intra e extra-grupo. Uma das principais situações identificadas na adoção de medidas de gestão racional foi a mudança imediata e necessária da presidência e vice-presidência nos Estados Unidos, logo após, mais uma medida é tomada, a nova presidência visando ganhar mais aliados dentro da empresa, acaba aumentando dois dólares por hora na&nbsp;<br>&nbsp;remuneração dos empregados.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-05 02:13:21 UTC</pubDate>
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