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      <title>Espaços e Práticas Culturais by </title>
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      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-03-27 21:30:24 UTC</pubDate>
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         <title>Academia Brasileira de Literatura de Cordel</title>
         <author>martha_bevilacqua</author>
         <link>https://padlet.com/espacosculturais/j7tods2vfulg46wj/wish/2533867529</link>
         <description><![CDATA[<div>http://www.ablc.com.br/o-cordel/cordeis-digitalizados/<br><br>Hoje, existe também a <strong>Academia Brasileira de Literatura de Cordel </strong>(ABLC) que reúne milhares de documentos, pesquisas, livros e folhetos de cordel em prol da sua preservação. A Academia foi fundada em 1989 e esté estebelecida no bairro de Santa Teresa no Rio de Janeiro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-27 21:37:28 UTC</pubDate>
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         <title> Museu Nacional de Belas Artes</title>
         <author>martha_bevilacqua</author>
         <link>https://padlet.com/espacosculturais/j7tods2vfulg46wj/wish/2533875660</link>
         <description><![CDATA[<div>O Museu possui a maior coleção de arte brasileira do século XIX, concentrando um acervo de cem mil itens.<br>Percorrendo as galerias do museu, o visitante pode vislumbrar a história das artes plásticas no Brasil, desde os seus primórdios até a contemporaneidade.<br><br></div><div>As atividades do museu visam à promoção da cidadania cultural, entendida como o acesso democrático ao universo artístico do nosso patrimônio cultural.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.gov.br/museus/pt-br/museus-ibram/mnba?fbclid=IwAR2MnvShwYCM3_ysGtELt1c-ENq15glj8jIf-ChuhNSkZVbMkp-BPbx5cbQ" />
         <pubDate>2023-03-27 21:41:15 UTC</pubDate>
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         <title>Parceria entre o Ibram e Google democratiza acesso ao acervo do MNBA</title>
         <author>martha_bevilacqua</author>
         <link>https://padlet.com/espacosculturais/j7tods2vfulg46wj/wish/2533891377</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A plataforma digital Google Arts &amp; Culture, que reúne coleções de mais de mil museus e instituições de arte e cultura de todo o mundo, acaba de incluir cinco museus do Ibram, dentre eles o Museu Nacional de Belas Artes.<br><br></div><div>Com a digitalização de parte do seu acervo, busca-se promover o MNBA e sua fabulosa coleção, e assim democratizar o acesso ao seu extenso patrimônio, dentro de uma plataforma de grande alcance.&nbsp;<br><br></div><div>O MNBA já tem mais de 3.300 obras em alta resolução no Google Arts &amp; Culture, e entre esses, 340 itens com resolução superalta(gigapixels). Além disso, a plataforma oferece também um passeio virtual pelas galerias do museu através do Google Street View.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-27 21:48:07 UTC</pubDate>
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         <title>A literatura de cordel é um dos maiores tesouros da cultura popular brasileira.</title>
         <author>martha_bevilacqua</author>
         <link>https://padlet.com/espacosculturais/j7tods2vfulg46wj/wish/2540779669</link>
         <description><![CDATA[<div>Ela chegou ao Brasil ainda no século 18 por influência dos portugueses. Uma de suas principais características era a<strong> venda desses folhetos em feiras, onde eles eram amarrados em barbantes, cordas ou cordéis.</strong> Estes poemas rimados eram também declamados pelos repentistas ou violeiros em diversas regiões do nordeste brasileiro.<br><br></div><div>Os principais locais de disseminação da literatura e cultura <strong>cordelista aconteceram nos estados de Pernambuco, Alagoas, Paraíba, Pará, Rio Grande do Norte e Ceará.</strong><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-01 19:17:02 UTC</pubDate>
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         <title>Temáticas do Gênero</title>
         <author>martha_bevilacqua</author>
         <link>https://padlet.com/espacosculturais/j7tods2vfulg46wj/wish/2540780066</link>
         <description><![CDATA[<div>Escrito em <strong>versos</strong>, muitas vezes rimados, contava <strong>histórias</strong> dos <strong>folclores regionais</strong> de maneira simples e com alta propagação.&nbsp;</div><div><br>Outras <strong>temáticas</strong> desse gênero são o <strong>cotidiano</strong>, a <strong>cultura</strong> <strong>popular</strong>, a região onde é produzido, <strong>temas políticos</strong>, <strong>críticas</strong> <strong>sociais</strong> e através deles são difundidas ideias, fazendo o cordel se tornar um meio didático e educacional. Sua linguagem é popular, oral, regional e informal.&nbsp;<br><br>Os poetas Leandro Gomes de Barros e João Martins de Athayde estão entre os principais autores do passado.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-01 19:18:10 UTC</pubDate>
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         <title>Sonhador (Nildo Cordel)</title>
         <author>martha_bevilacqua</author>
         <link>https://padlet.com/espacosculturais/j7tods2vfulg46wj/wish/2540782407</link>
         <description><![CDATA[<blockquote>Viver é um desafio<br>Desafiar é viver<br>Por isso eu vou vivendo<br>Sempre buscando aprender<br>Para não ser devorado<br>Pela falta de saber.</blockquote><div><br></div><blockquote>Se posso dou um sorriso<br>Se não posso, um lamento<br>Mas não fico esperando<br>Sonhando sou avarento<br>E busco sonhar meu sonhos<br>Até no sopro do vento.</blockquote><div><br></div><blockquote>Nas gotas fracas da chuva<br>Que a terra vai borrifando<br>E faz levantar o cheiro<br>De chuva que vou cheirando<br>Eu sonho dias melhores<br>E levo a vida cantando.<br><br></blockquote><div>No blog onde divulga seus poemas, Nildo Cordel diz: “<em>…Não sou de se jogar fora, Mas também não sou um mel, Sou poeta nordentino, Eu sou o Nildo Cordel</em>.” Seus poemas falam sobre o amor pelo nordeste, mas também sobre temas atuais que assolam o Brasil.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-01 19:24:39 UTC</pubDate>
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         <title>O Triunfo do Poeta no Reino do Cafundó (Pedro Monteiro)</title>
         <author>martha_bevilacqua</author>
         <link>https://padlet.com/espacosculturais/j7tods2vfulg46wj/wish/2540783120</link>
         <description><![CDATA[<blockquote>Certa vez imaginando<br>A nossa ancestralidade,<br>Joguei luz no pensamento,<br>E busquei na oralidade<br>Histórias que se perderam<br>No vão da modernidade.</blockquote><div><br></div><blockquote>Peguei caneta e papel,<br>Remexi nos meus lembrados,<br>Invoquei sabedoria<br>Dos nossos antepassados,<br>Lembrei-me da minha avó<br>Fazendo seus proseados.<br><br></blockquote><div>O piauiense cordelista Pedro Monteiro é um dos maiores nomes da literatura de cordel da atualidade. Nascido em 1956, o filho de lavradores<strong> foi influenciado pelos cantos e contos que ouviu na roça durante a sua infância.</strong> O escritor publicou diversas obras durante a sua vida e também atuou nos palcos do teatro brasileiro em peças como “Saúde! Salve-se quem puder” e “Danação”.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-01 19:26:25 UTC</pubDate>
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         <title>Xilogravura</title>
         <author>martha_bevilacqua</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Quase como um <strong>carimbo</strong>. A técnica consiste em <strong>entalhar</strong> um <strong>desenho</strong> na <strong>madeira</strong> com auxílio de <strong>objeto</strong> <strong>cortante</strong> (goiva) e depois com um <strong>rolinho</strong> de <strong>borracha</strong> <strong>passado</strong> <strong>x</strong>, passar sobre a madeira (matriz). Em seguida, a parte em que fica a gravura é colocada em contato com o papel. Após alguns minutos, retira-se a madeira, que deixa a imagem "carimbada" no local e é isso!<br><br>J. Borges é um famoso artista nordestino conhecido por suas xilogravuras e seus cordéis. Começou o trabalho com xilogravura para ilustrar suas histórias em cordéis, e sua arte representa o cotidiano do cangaço, o amor, a religiosidade popular, entre outros, sempre ligados ao povo nordestino.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-01 19:38:42 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>martha_bevilacqua</author>
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         <description><![CDATA[<div>https://www.youtube.com/watch?v=Tl8fVEuV7aE</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=Tl8fVEuV7aE" />
         <pubDate>2023-04-01 19:46:22 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>martha_bevilacqua</author>
         <link>https://padlet.com/espacosculturais/j7tods2vfulg46wj/wish/2540791948</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando <a href="https://www.infoescola.com/sem-categoria/dom-joao-vi/">Dom João VI</a> chegou ao Brasil, em 1808, juntamente com a família real, trouxe consigo uma coleção de obras de arte das quais muitas permaneceram no país após seu regresso para Portugal. O rei, muito interessado por arte, fundou no Brasil a <strong>Escola Real de Ciências, Artes e Ofícios</strong> que, já estando o país sob comando de Dom Pedro I, passou a se chamar <a href="https://www.infoescola.com/historia-do-brasil/academia-imperial-de-belas-artes/"><strong>Academia Imperial de Belas Artes</strong></a>. Formou-se, então, uma significativa pinacoteca e uma gliptoteca. A chegada da República no Brasil fez com que a instituição mudasse o nome mais uma vez e passasse a se chamar <strong>Escola Nacional de Belas Artes</strong>.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-01 19:51:04 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>martha_bevilacqua</author>
         <link>https://padlet.com/espacosculturais/j7tods2vfulg46wj/wish/2540792159</link>
         <description><![CDATA[<div>A nova sede da <strong>Escola Nacional de Belas Artes</strong>, já no período republicano, foi construída na Avenida Rio Branco, na cidade do Rio de Janeiro, em meio a um projeto de reforma urbanística. O responsável pelo projeto de construção do prédio foi o arquiteto espanhol <strong>Adolfo Morales de los Rios</strong>, que se inspirou no Museu do Louvre, em Paris. Mas seu projeto inicial passou por algumas alterações e resultou em uma construção de estilo eclético, suas fachadas apresentam marcas das <a href="https://www.infoescola.com/movimentos-culturais/renascimento/">Renascença</a>s francesa e italiana e de <a href="https://www.infoescola.com/artes/neoclassicismo/">Neoclassicismo</a>. O prédio foi aberto ao público em 1908 apresentando algumas exposições e os ambientes para as aulas práticas e para a administração da escola. Em 1931, a Escola Nacional de Belas Artes deixou de ser uma instituição independente e foi incorporada à Universidade do Rio de Janeiro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-01 19:51:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>martha_bevilacqua</author>
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         <description><![CDATA[<div>O <strong>Museu Nacional de Belas Artes </strong>foi criado oficialmente em 13 de janeiro 1937 pelo ministro <strong>Gustavo Capanema</strong>. Mas antes de sua efetiva abertura ao público, em 19 de agosto de 1938, passou por algumas mudanças. O prédio permaneceu com as coleções da Escola Nacional de Belas Artes e com o setor administrativo, mas os cursos foram progressivamente sendo transferidos para outros locais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-01 19:54:53 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>martha_bevilacqua</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-04-03 00:48:58 UTC</pubDate>
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         <title>IPHAN </title>
         <author>martha_bevilacqua</author>
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         <pubDate>2023-04-03 00:58:49 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <pubDate>2023-04-03 09:50:30 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2023-04-03 10:09:58 UTC</pubDate>
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         <title>A terrível história da perna cabeluda.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Saci perêrê já vi<br>Pular de uma perna só<br>Mas uma historia que ouvi<br>Fala em coisa bem pior!<br>“Criança muito abelhuda<br>chama a Perna Cabeluda”<br>Ralhou comigo a vovó!</div><div><br></div><div>A tal Perna Cabeluda<br>Era uma assombração<br>Que andava pelo Recife<br>E virou uma atração<br>O rádio noticiava<br>Todo mundo acreditava<br>Era grande a confusão!</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-03 10:18:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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