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      <title>𝗗𝗶á𝗿𝗶𝗼 𝗱𝗲 𝘂𝗺𝗮 𝗽𝗿𝗼𝗳𝗲𝘀𝘀𝗼𝗿𝗮  by Meila Martins</title>
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      <description>𝗦𝗼𝘂 𝗮𝗹𝘂𝗻𝗮 𝗱𝗮 𝗨𝗡𝗘𝗕 – 𝗨𝗻𝗶𝘃𝗲𝗿𝘀𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗘𝘀𝘁𝗮𝗱𝘂𝗮𝗹 𝗱𝗮 𝗕𝗮𝗵𝗶𝗮 𝗲 𝘀𝗼𝘂 𝗱𝗶𝘀𝗰𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗱𝗼 𝗰𝘂𝗿𝘀𝗼 𝗱𝗲 𝗟𝗲𝘁𝗿𝗮𝘀 – 𝗟í𝗻𝗴𝘂𝗮 𝗜𝗻𝗴𝗹𝗲𝘀𝗮 𝗲 𝗟𝗶𝘁𝗲𝗿𝗮𝘁𝘂𝗿𝗮𝘀, 𝗴𝗼𝘀𝘁𝗮𝗿𝗶𝗮 𝗱𝗲 𝗰𝗼𝗺𝗽𝗮𝗿𝘁𝗶𝗹𝗵𝗮𝗿 𝗺𝗲𝘂 𝗗𝗶á𝗿𝗶𝗼 𝗱𝗲 𝗕𝗼𝗿𝗱𝗼 𝗿𝗲𝗹𝗮𝘁𝗮𝗻𝗱𝗼 𝗺𝗶𝗻𝗵𝗮 𝗲𝘅𝗽𝗲𝗿𝗶ê𝗻𝗰𝗶𝗮 𝗻𝗼 𝗘𝘀𝘁á𝗴𝗶𝗼 𝗦𝘂𝗽𝗲𝗿𝘃𝗶𝘀𝗶𝗼𝗻𝗮𝗱𝗼 𝗜𝗩 𝗰𝗼𝗺 𝗮𝘀 𝘁𝘂𝗿𝗺𝗮𝘀 𝗱𝗲 𝟯º 𝗔 𝗲 𝗕 𝗱𝗼 𝗘𝗻𝘀𝗶𝗻𝗼 𝗠é𝗱𝗶𝗼 𝗱𝗼 𝗖𝗲𝗻𝘁𝗿𝗼 𝗘𝗱𝘂𝗰𝗮𝗰𝗶𝗼𝗻𝗮𝗹 𝗗𝗲𝗼𝗰𝗹𝗲𝗰𝗶𝗮𝗻𝗼 𝗕𝗮𝗿𝗯𝗼𝘀𝗮 𝗱𝗲 𝗖𝗮𝘀𝘁𝗿𝗼.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-11-12 11:27:47 UTC</pubDate>
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         <title>Adaptação filmática (feminismo e poder de Virgínia Woolf)🥀</title>
         <author>30meilapatricia</author>
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         <description><![CDATA[<div>ORLANDO - Virgínia Woolf (roteiro baseado na história de Woolf).<br>Ano: 1992<br>Direção: Sally Potter<br>💬 12 de novembro/2020<br>Orlando é um filme sobre identidades (sexual, feminismo), androgenia, ironia, encontros e tudo reunido com muita sutileza em poucos minutos. Além de ser história pura o filme nos faz viajar no tempo. A melodia nos remete aos tempo de reis, rainhas e grandes condatos da terra que adorava colecionar outros territórios (a grande Inglaterra). Cenário impecável e riquíssimo de detalhes do século XVII. Completamente datado, até pra nos dá idéia dos anos e quando de fato tudo acontece. Vejo a todo instante um(a) Orlando descobrindo o mundo, com um olhar marcante e que em alguns momentos do filme parece falar com a gente. Parece que o(a) tenho pertinho de mim com aquela expressão congelante.<br>Amor, poesia, política, sociedade e sexo é bem coisa da gente, coisas e momentos que fazem parte do nosso dia a dia, por isso que, digo com veemência que a obra é real e fantástica, afinal, quem nunca sofreu por amor ou decepções amorosas, quem nunca sofreu com uma sociedade estruturalista, quem nunca descobriu uma poesia favorita, um livro predileto, ou sofreu com eles?...e por aí vai. A gente passa maior parte da vida tentando se encontar, na busca incessante por esse lugar que nos pertence, então pra mim a obra é isso, uma analogia à vida transformada em livro e filme. Anciosa para ler o livro!🍁 </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-12 13:17:32 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>30meilapatricia</author>
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         <description><![CDATA[<div>Little Women ⚘ (Adoráveis Mulheres/ Mulherzinhas - livro e obra adaptada para o cinema 2019)<br>O filme não foge muito do que Alcoott quis passar como mensagem na livro publicado em 1868. As meninas são apaixonantes, envolventes e faz a gente ri, sofrer e se emocionar com cada uma. Com cada ânsia de vida de cada um. O contexto da época era de Guerra civil e por isso o pai das meninas precisou sair de casa e servir a pátria. Contudo, elas encontram força entre si e se apoiam com riqueza de detalhes, é bacana  ver como elas se equilibram. Percebemos a jovialidade do quarteto e isso desencadeia fases diferentes, crises diferentes, ora uma vaidosa, uma de personalidade forte, a mais pacificadora...teriamos tantos adjetivos pra descrever as meninas. E associando a obra  anterior que foi Orlando de Woolf, me lembra a imagem da mulher como tema principal. Ambas retratam o espaço que a mulher vem buscando, uma vez que Little Women possui como personagem principal  quatro lindas mulheres. E por fim, Greta trouxe em sua versão 2019, um filme forte e ao mesmo aconhegante. Sendo a figura feminina uma peça chave para toda a história. #feitosporela é um podcast diário que desta as mulheres na área de audiovisuais e traz uma conversa bacana sobre essa atraente história. 🤗🎬</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-14 21:43:01 UTC</pubDate>
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         <title>Frankestein, o monstro do AMOR❤</title>
         <author>30meilapatricia</author>
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         <description><![CDATA[<div>Inicialmente o canário gélido nos passa uma sensação de terror, imagens escuressem o ambiente e contribuem para abrilhantar o filme. Gravado em 2004 e atuação maravilhosa de Luke Gon, o  filme começa com Vitor Frankestein sendo na verdade, deixado pra trás pelo monstro criado por ele, o início do fim da história! (só assistindo pra ver) e uma tripulação que aguardava o gelo derreter para seguir a viagem com o navio, o resgata.  Vitor então começa a narrar uma história que vai falar sobre um estudante de medicina e  um monstro. O criador e a sua cria. Vitor, faz uma promessa a mãe em seu leito de morte, que um dia se tornaria médico. Um completo entusiasta da ciência moderna. O contexto é o século XIX, tempo de revolução iluminista, tempo que abria espaço para a ciência, química, energia... Nos deparamos com Elisabeth, a doce menina que traz uma pitada de romance numa obra de ficção científica. Vitor empenhado em seus experimentos e querendo sobrepor a criação de Deus (isso mesmo, percebem marcas do cristianismo na história), cria um monstro próximo a imagem de um humano. Um monstro que não possue nome, contudo personificado e que sente emoções, sente abandono, anseia por um amor, que se alimentava e tinha total noção da realidade.  A verdade que, passei a gostar do monstro no decorrer da história. No fim pude entender que o monstro era mais gente do que a gente e queria apenas AMOR. ❤ Escrito por Mary Shelley. Mais um pra te indicar 🎥🎬</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-17 00:25:24 UTC</pubDate>
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         <title>𝕮𝖆𝖓𝖙𝖊𝖗𝖇𝖚𝖗𝖞 𝕿𝖆𝖑𝖊𝖘</title>
         <author>30meilapatricia</author>
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         <description><![CDATA[<div>Uma exposição relativa à vida medieval do passado e as figuras relevantes do momento. De um lado, os profissionais mais simplórios e por outros os profissionais burocráticos que uma sociedade pode ter. representava uma romaria com 29 pessoas e um narrador  que passou a escrever 24 histórias, sendo duas incompletas . Foi considerada a maior e de mais significância obra escrita para a Inglaterra. Nas narrativas encontramos elementos como amor, vida carnal e puritana, paixão, homoxessualismo, xenofobia sempre presente nos relatos. relação histórica e social é grande durante aquele contexto. E como estava a Inglaterra naquele momento? Em um contexto de guerra e instabilidade política e iniciando o Período Normando  que foi a invasão dos bretões e franceses em territórios ingleses. Além do que a Inglaterra também viva em constantes embates com os países de Gales e Escócia. E além do mais, sem contar com a Guerra dos cem anos, outro agravante poderoso no momento foram as doenças incuráveis e que dizimaram a maior parte da população. A peste negra chegou e chegou pesado naquela região, o que nos faz lembrar e trazendo para os dias atuais, o que vivemos hoje. Um mundo dominado por uma doença desconhecida, fatal e que consequentemente muda as nossas vidas.  Temos como cenário de encontro de todos os personagens a Tabard Inn em Southwark. A turma seguia em direção a Canterbury  onde ficava o santuário de Thomas Becket. É perceptível que a interação entre os personagens, até  por conta das histórias contadas, desviada a conduta de uma sociedade meramente divida entre pobre e rico, feudo e plebo. Talvez nessa corrida de Chaucer, não ficou definido exatamente vencedor. Ele nos deixou essa missão, ou seja, em posição de leitor decidir quem será o vencedor.   </div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-13 18:07:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Inicialmente o Prologue de The Canterbury Tales, nos assusta. Em que aspecto? no sonoro e no visual. E vou explicar, ou melhor, tentar explicar o porquê. Relembrando um pouco da trajetória de Chaucer, toda a sua escrita foi feita no período de grandes guerras internas em toda a região da Inglaterra. Em consequência dessa reunião de línguas, de dialetos e todo esse choque de cultura, formou-se primeiramente o Old English, em seguida o Middle English, que é justamente a característica de toda a escrita do conto da cantuária. Não sei você, mas a minha percepção é estar numa era medieval, ouvindo alguém cantando o tempo inteiro e puxando o RRRR&nbsp; na maior parte das palavras. Isso mesmo, o middle english possui essa característica, porque a língua francesa influenciou bastante na sua formação. E quanto a batida ritmada na leitura do texto, também faz parte dessas características, desse contexto. Vamos falar do prólogo, mas primeiro o que é um prólogo?&nbsp; É um recurso de texto criado na Grécia Antiga que vem antes do primeiro capítulo e que vai trazer, diálogos ou ideias centrais do texto. Portanto, vai nos trazer um breve resumo do que vai ser enlaçado no enredo da história. Antes gostaria de pautar, ainda, sobre o vídeo do prólogo que assisti e pude observar e perceber que as palavras Especially, that, day ,to take , degree não houveram mudança desde aquela data. Inclusive,são palavras bastante usadas hoje em dia. E palavras como droghte, farne halves, bisfil sofreram mudanças ao longo do tempo.&nbsp; A gente já sente o cenário, já imagina como ele pode ter sido na descrição inicial do prólogo, um período de chuvas, finalizando o mês de Março e começando Abril. E percebe-se que essa mesma época acontecia um fenômeno chamado peregrinação, ou seja, uma multidão saía de seus respectivos lugares em busca de algo especial&nbsp; ou até motivados pela fé para outros lugares. No caso da cantoria, era um destino conhecido por toda a Inglaterra e isso nos faz lembrar que esse costume ainda permanece, em especial aqui no Brasil. Temos templo, santuários que ao longo do ano, recebem milhares de pessoas por diferentes motivos. Chaucer sendo aceito pelo grupo de viajantes, segue viagem junto a em torno de 29 pessoas e vai descrevendo&nbsp; a história de cada um. Ele inicia pelo Cavaleiro, com características de um homem leal e que adora o militarismo contando pra gente que teria ajudado Alexandre nas suas batalhas. E junto a ele acompanhava o escudeiro, um jovem que cantava e que também ao mesmo tempo se mostrava corajoso. Além dele, vinha também um criado couteiro, sendo descrito como um homem cuidadoso com seu armamento. Entre o grupo também viajava a Freira, uma falante fluente do Francês e que contava os casos divinos com maestria e sutileza. Vinham mais três freiras, monges e um padre, sendo um dos monges, uma autoridade eclesiástica. Havia também um frade muito alegre, que acabava conquistando com o seu jeito muitos donos de terras e moças do condado. Conhecia as tavernas de todas as cidades e andava sempre com fivelas bonitas para distribuir para as mulheres. Acompanhava os demais um mercador que sabia muito de comércio e andava elegante. Junto ao grupo também encontramos o estudante, uma figura magra e que carregava consigo um cavalo que mais parecia com ele, como descrevia Chaucer.&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-05 17:50:36 UTC</pubDate>
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         <title>E havia um MONGE, verdadeiramente modelar, inspetor das propriedades do mosteiro e apaixonado pela caça, um homem másculo, que daria um bom Abade. No estábulo mantinha soberbos cavalos; e, quando cavalgava, os guizos de seus arreios tilintavam claro e forte no sussurrar da brisa, lembrando o sino da capela onde ele era Prior. Considerando antiquadas e algo rigorosas as regras de São Mauro ou de São Bento, esse Monge deixava de lado as velharias e seguia o modo de vida dos novos tempos. Para ele valia menos que uma galinha depenada o tal texto que diz que os caçadores não são homens santos; ou o que compara a um peixe fora da água o monge que vive fora do claustro. Por um texto desses não daria uma ostra. E eu disse que concordava com sua opinião: afinal, para que estudar no mosteiro e ficar louco em cima de algum livro, ou trabalhar com as próprias mãos e mourejar de sol a sol, como ordenou Santo Agostinho? Se fosse assim, quem iria servir ao mundo? Santo Agostinho que vá ele próprio trabalhar! Pensando dessa forma, constantemente praticava ele a montaria*; seus galgos eram velozes como o voo das aves; e seu maior prazer, para o qual não poupava despesas, era perseguira lebre com o seu cavalo. Observei que os punhos de suas mangas orlavam-se de penas gris, as melhores peles desta terra; e que prendia o capuz sob o queixo com uma fivela de ouro artisticamente cinzelada, tendo na extremidade mais larga um nó cego, símbolo do amor. Sua cabeça calva reluzia como espelho; e assim também seu rosto, que até parecia untado. Era um senhor gordo, de muito boa presença. Seus olhos arregalados não paravam de mover-se, iguais às chamas da fornalha debaixo do caldeirão. Os seus sapatos macios, o seu cavalo de raça... tudo mostrava que ele era um grande prelado. De fato, não tinha nada da palidez das almas atormentadas. Um bom cisne gordo era o assado de sua preferência. Seu palafrém era escuro como a framboesa madura.</title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-06 00:40:22 UTC</pubDate>
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         <title>Sobre a leitura de algumas páginas do livro de Bloom ( achei difícil o fato de traduzir algumas palavras, uma vez que meu vocabulário ainda é falho e também ao mesmo tempo achei motivador pelo fato de eu superar esse obstáculo), inicialmente o autor vai trazer a história de Shakespeare, referenciando coisas como onde ele nasceu, como viveu e a cronologia da sua história. Bloom nos indaga na seguinte abordagem: “Why Shakespeare?&quot; “Who else is there” (pág. 25 PDF), e vou dizer o porquê... simplesmente por que Shakespeare é maravilhoso, a frente seu tempo e um homem extremamente inteligente. Quem nunca conheceu Shakespeare em algum momento da vida, quem nunca... Eu mesma vivia assistindo Sessão da Tarde quando menina, e foi daí que tive o primeiro contato com a obra de Romeu e Julieta que derretia meu coraçãozinho em algumas das tardes. Prosseguindo na leitura do texto, ele cita outros autores como Pater, Brandley, Samuel Johnson, sendo esse ultimo um crítico intelectual que escreveu a respeito de Shakespeare e assim dizia “ we own Shakespeare everything and means that shakespeare has taught us to understand human nature”,  o que me faz achar essa citação fantástica e me faz concordar plenamente. Com tal aprofundamento do assunto, isso nos leva a afirmar que Shakespeare serviu de inspiração para milhares de pessoas. A posição do humano, especificamente do homem antes e depois de Shakespeare se tornou o assunto principal do livro, e com isso, dentre essa conversa que Bloom vai tendo com o seu leitor, ele traz marcas das particularidades de alguns dos personagens criados por Shakespeare, a exemplo de Hamlet e suas metamorfoses de personalidades que o personagem sofreu ao longo da história, há uma passagem no livro que fala justamente sobre esse poder que Shakespeare tinha sobre escrever sobre personalidades &quot;Shakespear&#39;s uncanny power in the rendering of personality is perhaps beyond explanation. Why do his personages seem so real to us?” e isso me faz lembrar de Chaucer, há algo comum entre eles, que ambos tentam descrever esse lado mais pessoal do seus personagens e com uma certa criticidade, sabendo nós que, Shakespeare conseguiu com mais riqueza de detalhe realizar esse feitio. </title>
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         <pubDate>2021-04-28 01:57:15 UTC</pubDate>
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         <title>Romeu and Juliet</title>
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         <description><![CDATA[<div>Nesse momento da trajetória da turma, e passando por Canterbury até aqui, dividimos a turma em equipes para analisar mais a fundo as obras de Shakespeare.&nbsp; Na semana do dia 10 de maio de 2021, tivemos a primeira equipe a apresentar sobre Romeu e Julieta. Linda apresentação, bem sucinta, e desenvolvida de uma maneira organizada e com clareza. Muito bem conversada, diga-se de passagem! Esse drama de Shakespeare, em minha opinião, é um dos melhores. Assim como Chaucer, a escrita de Shakespeare traz sintonia entre passado, presente e futuro. As temáticas abordadas entre elas são&nbsp; bastantes visíveis na sociedade atual.Tais temáticas se baseiam nas intrigas entre famílias, amores com finais trágicos, imposição de sociedade e seus costumes, personagens caracterizados com personalidades fortes e com vozes. As histórias de Shakespeare nos toca até hoje. Sabemos também que suas histórias rendem&nbsp; enredos para muitas novelas pelo mundo. Muitos dos nossos escritores e autores usam de tais temáticas para construção das tramas das tardes e noites dos telespectadores, aqui. Outro ponto importante também é o amor entre jovens e adolescentes que enfatiza e destaca a história. O que tenho percebido também é que Shakespeare não equipara um único lugar na suas histórias, em Midsummer Night a história se passa em Atenas e em Romeu e Julieta se passa na em uma cidade italiana e com isso a faz com que a gente entenda que Shakespeare não limitava em uma única cultura, em um único lugar, o que é um ganho para gente. A gente aprende de várias formas. E falando dos Montecchios e Capuletos a história vai começar exatamente na intriga entre ambas as famílias. Mas como toda e boa história, há sempre as exceções e a exceção está no amor dos filhos herdeiros da família: Romeu e Julieta. Me recordo da equipe falando que Romeu iniciou a história amando Rosaline, mas que ao conhecer e um amor à primeira vista, acabou se apaixonando por Julieta.&nbsp; Vai entender como um amor é esquecido rapidamente tão quanto é substituído por outro...hahahahah...coisas que somente Romeu pode explicar! mas é assim que funciona&nbsp; e como diz minha mãe, coisas que só os jovens podem explicar. E o mais inexplicável de tudo, um casamento às escondidas impulsionado pela atitude de dois jovens cheios de amor e doidos por uma aventura.&nbsp; &nbsp;&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-25 11:23:28 UTC</pubDate>
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         <title>𝕬 𝖒𝖎𝖉𝖘𝖚𝖒𝖒𝖊𝖗 𝖓𝖎𝖌𝖍𝖙&quot;𝖘 𝖉𝖗𝖊𝖆𝖒</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>E como se dá a história? A história vai contar sobre quatro jovens de Atenas que se envolvem em um triângulo amoroso, ou será quarteto amoroso? Uma vez que Hermia acaba ficando sem o amor do seu pretendente arranjado por seu pai&nbsp; e o seu amado. Um grupo de jovens adentra a uma floresta, todos&nbsp; tomados por uma poção alucinógena, começam a ver coisas inanimadas como fadas, elfos e trocam seus respectivos pares, aí é onde o caos acontece rsrsrsrsrrsrs. Essa obra é considerada umas das mais lúcidas do escritor por ter trapaças, amores não correspondidos, um mundo repleto de ilusão com figuras inanimadas e feitiços. E embora tenha visto todo o vídeo, a parte que mais me chamou a atenção foi já no finalzinho onde diz que Shakespeare brincou com a ideia da possibilidade de que a vida não passe de um mero sonho. Um sonho construído com temáticas que deixam a trama VIDA ainda mais interessante.&nbsp; &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-25 11:26:46 UTC</pubDate>
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         <title>𝕋𝕙𝕖 𝕋𝕣𝕒𝕘𝕖𝕕𝕪 𝕠𝕗 𝕄𝕒𝕔𝕓𝕖𝕥𝕙 </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Hoje (25/05/2021), além da concretização do trabalho da minha equipe, tivemos também a última equipe a apresentar. A divisão, por sinal, foi ótima, o trabalho com um todo foi de um ganho enorme para todos nós com certeza.&nbsp;</div><div>A obra traz como enredo a história de um general chamado Macbeth, um homem que combate nas guerras e casado com a senhora Lady Macbeth. O que pude perceber da história é que o grande guerreiro é um homem que se deixa influenciar por sua esposa, uma mulher de ganancias e ardilosa. E o que Shakespeare vai trazer como pauta de toda a história é justamente os conceitos de ganância, traição e intriga, como diz Bloom, essa é umas das menores histórias de tragédias escritas por Shakespeare e acaba sendo tenebrosa. E durante o retorno, Macbeth e Banquo encontram umas bruxas que trazem consigo umas previsões para o general, falando que logo em seguida Macbeth virará rei. Vislumbrado pelo que foi dito, a esposa logo trama na cabeça do marido para que isso aconteça. Ele se torna barão, primeiramente e logo em seguida ele mata o rei e toma o seu lugar, portanto as previsões que as bruxas fizeram foram realizadas. E ao se apossar ao trono ele se transforma completamente, tornando-se um rei tirano. Mas como toda ação há uma reação, Macbeth passa a conviver com essas lembranças, e se atormenta cada vez mais. Já não existe ética e justiça para um homem que antes se considerava de bem e justo. E como é conviver com uma consciência pesada? E o desfecho dessa história se dá por Macbeth vendo fantasmas das pessoas que ele matou durante a trama, tivemos uma senhora Lady Macbeth consumida pelo sonambulismo e também com uma consciência pesada e em seguida se mata. Aconteceu que a previsão das bruxas mais se cumpriu, que a grande madeira de Birnam chegue ao Monte Dunsinane, Macduff mata Macbeth e traz a sua cabeça</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-26 00:21:20 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Eu voltei, como diz o cantor Roberto Carlos&nbsp; :-) e voltei pra relatar um pouco mais das minhas andanças por novos caminhos. E dessa vez, parei com toda a minha mala para conhecer o componente de Estudos Contemporâneos de Literatura de Língua Inglesa I, o que não para por aqui, por que temos sequencias com o II também. Espero deixar uma entrega completa para vocês. Beauties, estarei fazendo todo o meu acompanhamento através dessa plataforma (Padlet), uma vez que usava o docs, com o auxilio dessa ferramenta, deixarei as minhas trilhas, os podcasts produzido pelo grupo, das trocas de experiências com os colegas sobre os "romance" que nós escolhemos e dos feedbacks que irão ocorrer durante esse semestre...deixar aqui somente coisas boas. Kisses!</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-18 16:32:49 UTC</pubDate>
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         <author>30meilapatricia</author>
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         <description><![CDATA[<div>𝗘𝘂 𝗲𝘀𝗰𝗼𝗹𝗵𝗶 𝗠𝗮𝗿𝗴𝗮𝗿𝗲𝘁 𝗔𝘁𝘄𝗼𝗼𝗱 ou ela me escolheu? Escolhi Alias Grace ou ele me escolheu? O mistério que envolve o "novel" de Atwood foi o que me fez ter a certeza de quero me aventurar por esses caminhos em busca de algo. Calma, que a leitura propriamente dita ainda não aconteceu, muita calma nessa hora. O caminho que estou percorrendo ainda me fará chegar até lá, calma, um posso de cada vez.&nbsp;Mas, o que me motivou para essa leitura, sendo que temos demais romances para ler/falar (Beloved, Atonement)? foi o primeiro material que tive acesso e de cara já me identifiquei, sabe quando você pensa...é esse, esse é o meu romance!... depois de ouvir o podcast da turma, ver suas impressões só reforçou a minha decisão! Sem falar que esse suspense envolto na obra me fez recordar uma outra leitura que fiz há um tempo chamada "o mistério do quarto amarelo de Gaston Leroux. Talvez o enredo de amos sejam diferentes, mas a emoção de ler tenho certeza de que será a mesma. E a Margaret já a conheceu? (rs) - estamos nos conhecendo, digo que aos poucos. O primeiro contato esta sendo através das entrevista dada para o programa virtual Singular Plurality transmtido lá no Canadá (with Claudia Larochelle e Hal Wake), Conversations from Penn State e ET Canada. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-21 00:47:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>30meilapatricia</author>
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         <description><![CDATA[<div>𝙌𝙪𝙚𝙢 𝙚́ 𝙈𝙖𝙧𝙜𝙖𝙧𝙚𝙩 𝘼𝙩𝙬𝙤𝙤𝙙?<br><br></div><ul><li>Nasceu no Canadá na cidade de Ottawa;</li><li>Romancista, poetisa, contista, ensaísta e critica literária;</li><li>Estudou Artes, Inglês, Filosofia e Francês.</li></ul><div><br>𝘼𝙡𝙜𝙪𝙣𝙨 𝙙𝙤𝙨 𝙨𝙚𝙪𝙨 𝙥𝙧𝙚̂𝙢𝙞𝙤𝙨<br><br></div><ul><li>Primeiro premio - Medalha E.J. Pratt;</li><li>Booker Prize;</li><li>Arthur C. Clarke Award;</li><li>Governor General’s Award</li></ul><div>Entre outros...<br><br>𝘼𝙡𝙜𝙪𝙢𝙖𝙨 𝙙𝙖𝙨 𝙨𝙪𝙖𝙨 𝙤𝙗𝙧𝙖𝙨<br><br></div><ul><li>O conto da Aia (<em>The Handmaid’s Tale) - 1985</em></li><li><em>A mulher comestível (The Edible Woman) - 1987</em></li><li><em>Vulgo Grace (Alias Grace) - 1996</em></li><li><em>Oryx e Crake - 2003</em></li><li>Double Persephone (poetry collection)</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-22 22:41:47 UTC</pubDate>
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         <author>30meilapatricia</author>
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         <description><![CDATA[<div>WPSU Digital Studios - Conversation with Margaret Atwood - 16 de janeiro de 2015.<br>Mais de 40 livros entre contos, poesias e romances. Tendo os seus livros traduzidos em mais de 40 línguas. A conversa vai por quem foi a sua família, quais períodos Atwood conviveu e como foi seu período de infância, por que aos 16 anos Atwood começou a escrever! E ela foi questionada pela apresentadora de quando ela era criança sobre o que pensava? E Margaret disse: "so you don't think of yourself as isolated and I certainly didn't that was just we how we live" e essa característica é marcante nas demais obras, de descrever o mundo ao seu redor, trazer essa dualidade do eu + o mundo ao seu redor. Outro ponto em questão é sobre&nbsp; sua obra The Handmaid's Tale, escrito publicado em 1985 e que causa reações inclusive até os dias de hoje, desde quando temos uma sociedade patriarcal que reprime a mulher em muitos aspectos. Eu a considero história pura, por que q sua escrita é dentro de todo um contexto e entenda, ela narra que ao escrever a obra em 85/86 EUA, Canadá e UK (reino unido) tiveram reações diferentes por estarem vivendo contextos civis e sociais diferentes. E ela diz que a partir dele foi que as pessoas começaram a se questionar sobre o que estava escrito (sociedade totalitária, patriarcal, ditadora, religiosidade extrema, opressão as mulheres) e isso é sobre o oriente médio? e ela responde (grita), nãaaooo é sobre todo o mundo! Tais problemas são atemporais, que nem o tempo consegue acabar!! Há coisa ao longo da histórias que são repetitivas.&nbsp;E pela obra retratar essa opressão que acontece com as mulheres, durante a entrevista, que ocorreu em 2015, elas trouxeram como exemplo o Boko Haram - grupo extremista que oprime o direito das mulheres na região da Nigéria e podemos criar uma extensão para os dias de hoje, enfrentamos o retorno do grupo extremista Talibã que retira por vez, também todos os direitos que as mulheres conquistaram.&nbsp;Fantástica essa escritora!</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-23 00:31:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>30meilapatricia</author>
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         <description><![CDATA[<div><a href="https://revistacult.uol.com.br/home/alias-grace-netflix-margaret-atwood/">Alias Grace: não é preciso ser uma casa para ser assombrada (uol.com.br)</a>&nbsp;<br>Mais um material para qualquer pessoa ler. Fabiane Secches em sua coluna Cult para o site UOL, traz uma interessante análise da obra Alias Grace, conhecido no Brasil como Vulgo, Grace que foi lançado em formato de série pela Netflix. Conforme a psicanalista, a palavra "Alias" pode trazer diversos significados no sentido etimológico da palavra. E isso me faz lembrar das característica encontradas nas obras que a&nbsp; autora escreveu. Trabalhar com a duvida, hipóteses, mistérios, persuasão, faz parte do mundo da Atwood. Ate que ponto uma mentira, por exemplo, pode ser uma total mentira ou pode se tornar a verdade? Outro ponto relevante é quando Grace, a personagem principal da trama, traz para si e incorpora um discurso de inferioridade no sentido de que foi manipulada por McDermott, tornando - se aos olhos de quem vê, uma menina indefesa. O que era relevante na sociedade Canadense daquela época, ver na figura da mulher&nbsp; um gênero frágil. Quer saber um pouco mais? Basta clicar acima e conferir na íntegra toda a matéria. E eu tenho pensado...Atwood é história, é debate, é leitura e das boas! "Escrever é deixar uma marca. É impor ao papel em branco um sinal permanente, é capturar um instante em forma de palavra", diz ela!&nbsp;&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-28 00:25:51 UTC</pubDate>
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         <title>https://open.spotify.com/episode/20h03eDXtF6LIKrGziiHua?si=5aac8de885264345</title>
         <author>30meilapatricia</author>
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         <description><![CDATA[<div>Podcast!!!E vamos de podcast produzido pelos colegas do curso. "Cheias de Graça" é o nome dos episódios criados por alguns dos alunos do grupo Desleituras. O roteiro de toda a conversa foi baseado nas estratégias que foram criadas para a leitura do romance Alias Grace. Desleituras para quem não conhece, é um grupo de estudo, pesquisa e extensão ministrado pela professora Juliana Salvador na UNEB, campus IV de Jacobina - Ba. E foi através desse dialogo entre os colegas que eu decidi estacionar o carro, acomodar a minha bagagem e desvendar toda a incógnitas que foram criadas, ou melhor, me foram despertadas. Foi aqui que descobri que a obra traz peculiaridades, mistérios, ambiguidades e contextos. Tem mais de 60 minutos de conversa e de troca de experiência. Recomendo agora para você pegar o fone de ouvido e se deleitar nesse escuta! </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-28 01:43:06 UTC</pubDate>
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         <title>Antes mesmo de iniciar o semestre, já estávamos nos preparando para as leituras e preparando para subir mais um degrau. Então, estava eu lendo Magris em A cultura do Romance - O romance é concebível sem o mundo moderno? e aí, qual seria sua resposta? por que Magris tem a dele. E euzinha concordo com essa afirmação também. Ele afirma na pagina 3 do seu livro que o romance é o mundo moderno, e ainda diz que este não sobreviveria a tal, assim como a onda sem mar, olha só que significante comparação....então, é por ai a gente entende que o romance é a mistura desse mundo medieval e moderno, é a renovação dessa estrutura antiga para com a do mundo mais moderno. Essa dualidade de mundo que são separados apenas pelo tempo.  E tem mais, ele diz que o romance nasce e cresce após o fim do sistema agrário, ou seja, feudal. Que a burguesia quebrou esse paradigma do classicismo agrário e abraçou de uma forma o romance...(humm....vai vendo que somente na época Croce (um filosofo italiano) a burguesia quebrava essa barreira, vai vendo que isso só aconteceu nessa época, por que hoje a história não é bem assim não...se é que entendem)   https://iedamagri.files.wordpress.com/2014/07/claudio-magris.pdf</title>
         <author>30meilapatricia</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-09-02 17:41:51 UTC</pubDate>
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         <title>Dennis Walder - The Realist Novel - The genre Approach - chapter one. </title>
         <author>30meilapatricia</author>
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         <description><![CDATA[<div>E eu trago logo o inicio do livro: "Approaching Literature Through Study of Its Genres Has Been Fundamental to Literary Criticism". Isso quer dizer que aproximar a literatura e seus gêneros se desenvolve uma literatura mais critica, mais embasada. Aristóteles usou de todas essas observações reunidas para decifrar o que seria o gênero tragédia, conforme ele " Tragedy, he said, was a serious, dramatic representation of an important human action, arousing pity and fear so as to purge those emotions. Eme meio as suas palavras, até o século XVIII a literatura era pensada e projetada apenas para os clássicos de Roma e Grecia. A mudança começou a acontecer depois desse século quando deixou de se acreditar no valor individual desse obra e passou a classificar. Dennis traz duas ressalvas importantes que são relevantes para um questionamento com direito a reposta. Os gêneros são tipos fixos ou passiveis de mudanças ao longo go tempo? Quer saber mais e quer saber também qual opinião o autor tem em relação a esse assunto? corre em busca do livro e dá uma folheada por lá, ou melhor, vai descendo a barra&nbsp;do seu computador (ou de qualquer outro meio tecnológico que esteja lendo)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-02 18:29:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>https://anchor.fm/sibele-rocha/episodes/Women-in-action-A-escrita-feminina-de-Atwood-e16ulnu</title>
         <author>30meilapatricia</author>
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         <description><![CDATA[<div>E aqui estamos, no Podcast elaborado pelo trio: Nathalia, Sibele e eu (Meila) no Golinho, subprojeto do projeto GOLE (Grupo de Leitura e Escrita). Ao acessar o nosso material, é uma espécie de trilha introdutória para conhecer a autora Margaret Atwood. A seleção é para auxiliar o leitor/ouvinte a explorar sobre o projeto literário e suas obras. Vale apena ouvir! para os que aqui passeia, espero que vocês possam beber vários goles de leitura! </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-11 23:35:32 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>https://www.youtube.com/watch?v=52lJIJdDV98</title>
         <author>30meilapatricia</author>
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         <description><![CDATA[<h1>Bate-papo Pesquisa em Literatura com Fábio Akcelrud Durão. Uma live feita pelo canal Parábola Editorial.&nbsp; Durão tem 20 anos como professor envolvido com a área de Letras. Ele escreveu o livro Metodologia de Pesquisa em Literatura, (ele até e seu livro enfatiza o em) e nos conta o que o motivou a escrever o livro e nos traz também coo é construir Metodologia de pesquisa da Literatura.&nbsp; O conhecimento que  literatura pode gerar é muito amplo e a universidade é o espaço social que mais abraça esse conhecimento. A pesquisa é a interpretação que gera conhecimento novo, dentro desse proposito da pesquisa na literatura. Ele compara até com uma equação matemática que necessita de hipóteses. Nas escolha do objeto, é necessário postular sobre ele, falar, propor sobre ele. Não existe pesquisa sem interpretação e interpretação não é apenas olhar esse objeto, é criar conhecimento novo, assim afirma Durão. A área ajuda a regular o debate, a conhecer os gêneros, e as universidades fizeram surgir outros novos, ele defende muito a ideia de que a universidade é o espaço ideal para essa exploração e diz que  lá é o lugar socialmente estabelecido para as pesquisas, mas o que não impede de levar para outros espaços também. Aos 20 minutos de conversa,, ele abre espaço para perguntas e perguntas interessantíssima e que ele, na sua clareza que conduz a live, responde. Fala de fora clara, digo até que fala a nossa língua, recomendo a todos irem em busca do livro e  possam dar uma passada por esse vídeo também. </h1><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-12 00:12:18 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexões sobre a metodologia de pesquisa nos estudos literários. (Fábio Akcelrrud Durão - UNICAMP)</title>
         <author>30meilapatricia</author>
         <link>https://padlet.com/30meilapatricia/j6y7xyla8fwd7k98/wish/1734256449</link>
         <description><![CDATA[<div>Durão traz em seu artigo, intitulado Reflexão sobre a metodologia de pesquisa nos estudos literários, como é importante o estudo da literatura e como ela é referencia para tantas outras áreas. As obras literárias existem quando são lidas, ou quando são inseridas em um ato. O artigo não vem para debater as escolas literárias, vem para ir além dos saberes dos textos literários e a pressão que eles exercem nos discursos, como também, trazer a metodologia de pesquisa dentro dessa área.&nbsp; Ele mesmo cita em seu artigo "Falar de metodologia dos estudos literários tem como pré-condição incontornável criticar o desejo de reificar a metodologia como um fim em si" . Outra parte importante do texto é que a pesquisa possibilita "se produzir conhecimento a partir de textos particulares, concebidos como entidades a princípio autocontidas, isso quer dizer que se esse mecanismo a pesquisa não faria sentido. Eu finalizo a minha pequena observação com a fala de Durão ' Com isso a pesquisa acaba se aproximando da literatura, que há muito se vê obrigada a superar suas próprias conquistas, para continuar a ser verdadeira a si mesma'.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-12 22:24:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O processo de descoberta - Capitulo 2 - Fabio Akcelrud Durão. Metodologia de pesquisa em literatura (Teoria literária). Parábola. Kindle Edition </title>
         <author>30meilapatricia</author>
         <link>https://padlet.com/30meilapatricia/j6y7xyla8fwd7k98/wish/1737632356</link>
         <description><![CDATA[<div>Na leitura desse capitulo, pude perceber que a descoberta é um processo ligado ao movimento que implica por exemplo, e ler um texto e dar realidade a ele, ou seja, interpretando- o. E conforme Durão, interpretar é o ato de acrescentar, sendo essa acréscimo pareça pertencer a própria coisa. acreditava - se há muito tempo atrás que estudar literatura baseava-se e obter informações bibliográficas e fazia daqui a problematização da pesquisa. Sendo que esse trabalho de busca por si não caracteriza a pesquisa.&nbsp;Uma pesquisa é necessário além de uma seleção de predicados, também é necessário estar presente a análise e a interpretação, por que ambas devem ser pensadas juntas por que uma analise e uma interpretação é algo estritamente mecânico.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-14 00:03:57 UTC</pubDate>
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         <title>Happy Endings By Margaret Atwood!</title>
         <author>30meilapatricia</author>
         <link>https://padlet.com/30meilapatricia/j6y7xyla8fwd7k98/wish/1751812670</link>
         <description><![CDATA[<div>(Part 1)...Já teve a oportunidade de ler o conto Happy Endings de Margaret Atwood? Nãooooo, pois corre pra ler. Atwood nos deixa a cargo de decidir o destino final de Jonh, Mary, Madge e Fred no conto "Happy Endings". E o que me causou estranheza logo de inicio foi&nbsp; "If you want a happy ending, try A ou B ou C ou D,E ou F (rsrsrsrrsr).....tipo, eu pensei: que negócio diferente é esse, como assim tentar esses finais???? Happy Endings foi um conto escrito por Atwood no ano de 1986, no Canadá.  Ela nos apresenta várias opções de finais para o casal (ais) e isso é uma característica sagaz da autora, finais incertos, finais decidido pelo leitor!  Aqui eu trago um breve resumo, em minhas impressões do que esta escrito. A opção A, o casal é bem sucedido, com bons trabalhos, uma casa confortante, tem filhos, bons amigos e serão assim, felizes até a morte. A opção B, apenas Mary ama Jonh, e Jonh simplesmente usa sexualmente o corpo de Mary -&nbsp; "He merely uses her body", Mary te uma vida mais domestica onde o seu tempo é para fazer as coisas para Jonh. A obrigação do sexo, da roupa limpa, da casa arrumada. Todos percebem a infelicidade de Mary. E ainda por cima Jonh foi visto pelos amigos de Mary, com outra mulher em um restaurante. Porém a fim da parte B nos faz retornar para a opção A.&nbsp;<br>E continuamos com a opção C do conto, Jonh é homem mas velho e que ama Mary, Mary por sua vez não ama Jhon na mesma intensidade. Mas nessa hipótese da história, Jonh é casado com Madge. Jonh é um homem com carreira estável, e deseja Mary que ama e admira James. Em um dado momento da história ele encontra Mary e James juntos, mas de nada pode exigir uma vez que ele é um homem comprometido. Ele é tomado pela raiva e algo ruim acontece, sendo que a escritora não descreveu bem essa parte colocando da sequinte forma "his is the thin part of the plot, but it can be dealt with later". E no fim, Madge após um periodo de luto conhece um rapaz chamado Fred e a história retorna para a opção A.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-19 14:41:14 UTC</pubDate>
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         <title>Happy Endings By Margaret Atwood!</title>
         <author>30meilapatricia</author>
         <link>https://padlet.com/30meilapatricia/j6y7xyla8fwd7k98/wish/1752201336</link>
         <description><![CDATA[<div>(Part 2)... Opção D - Fred e Madge vivem bem, possuem uma casa confortável, bonita, mas pelo destino a região seria devastada por uma grande onda e maremoto, portanto a história se concentra em explicar como eles escaparam de tudo isso e vivem a opção A da história. O que me faz pensar que a opção A é o final da história e não o começo de tudo.&nbsp;<br>A opção E me deixa totalmente confusa, me parece que Fred já não existe mais e que somente Madge que se dedica a trabalhos de caridade e retorna a opção A.<br>A opção F vem para nos mostrar que Mary e Jonh, dos quais iniciaram a história morreram e de fato senti falta deles em um determinado momento da minha leitura, e fazer a gente entender que os começos parecem ser mais empolgantes do que os finais. Finalizo com a fala de Atwood: "That's about all that can be said for plots, which anyway are just one thing after another".&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-19 18:33:31 UTC</pubDate>
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         <title>Hairball</title>
         <author>30meilapatricia</author>
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         <description><![CDATA[<div>Seguindo plano de aula, chegamos ao segundo conto de Margaret Atwood. Passamos por Happy Endings e agora vamos conhecer a historia de Katherine, Kat para os mais íntimos e vamos conhecer também o conto chamado Hairball (esse eu não fazia a mínima ideia do que se tratava, me questionei diversas vezes o porquê de Hairball).... A história se concentra na figura de Kat, uma mulher que traz uma narrativa emocionante concentrada em seu corpo e personalidade. E durante a narrativa conhecemos as diversas fases e característica de Kat como a moça da faculdade (blunt and no-bullshit), a fugitiva para Inglaterra, a criadora (She had become a creator), e acompanhamos toda essa transformação ao longo do conto.  E a questão estrutural de texto, percebi que era um conto com inicio, meio e fim, semelhante a alguns outros textos que já tinha lido. Enquanto plot, ai já me prendeu mais, a história em si. O que também achei interessante foi a construção da personagem durante a leitura, mas aí cai na real que estava lendo Atwood e que ela faz isso tão bem! Apesar da narrativa ser na perspectiva de uma terceira pessoa, o texto conseguiu conversar comigo. E a partir dessas duas leituras gravaremos o segundo podcast do GOLE. Fica ligado que eu já retorno com mais novidades sobre essa segunda construção....háaa e não esquece de ir em busca de Hairball por que é uma leitura digamos que interessante para se faazer!</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-19 21:27:37 UTC</pubDate>
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         <title>Coming soon....(espaço reservado para a Parte 2 do podcast produzido pelo GOLINHO!</title>
         <author>30meilapatricia</author>
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         <description><![CDATA[<div>Vem ouvir nosso segundo podcast que está com gostinho de contos e contos incríveis. Somos: eu (Meila), Sibele Rocha, Andrea Leite e Nathália Oliveira, batendo um papo sobre dois contos da Margaret Atwood: Happy Endings e Hairball. Sinta - se a vontade nesse espaço, ele é todo seu e aproveita cada detalhe! Corre lá pra conferir a obra. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-04 14:09:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>30meilapatricia</author>
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         <description><![CDATA[<div>O trabalho acima foi desenvolvido pelo Golinho que é um subprojeto do projeto GOLE. E para que você entender mais sobre a nossa proposta, essa é uma trilha introdutória sobre a Margaret Atwood e seu projeto literária. O material foi construído a partir da curadoria&nbsp;de outros matérias que buscamos via internet e contém  uma entrevista, um vídeo e um podcast que trazem uma perspectiva da obra Alias Grace. Fique a vontade para tomar goles de informações sobre Atwood e que seu passeio por aqui seja bastante proveitoso.  </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-05 00:55:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>30meilapatricia</author>
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         <description><![CDATA[<div>E chegamos ao tão esperado romance Alias Grace. UHHH. Nosso encontro de hoje foi no Golinho (subgrupo de estudo do Grupo GOLE) e trouxemos nossas impressões, assim como as nossas futuras hipóteses de leitura sobre o novel. Trouxemos um olhar desde as imagens colocadas no livro (versão inglês), como também os textos, poemas e relatos costurados pela autora que remonta uma história cheia de mistérios. O relato de Susanna Moodie (quem foi Susanna?) durante a visita a Grace na penitenciária, usado por Atwood para nos dizer qual foi o destino da Grace após a sentença.&nbsp; Mas o que de fato a autora quer dizer com tudo isso, ou melhor, o que ela não quis dizer como tudo isso? Percebemos que no bloco I (Jagged Edge) a narrações é única, mas ocorre em tempos distintos, o primeiro momento se dá pela Grace analisando o ambiente e descrevendo o movimento da sra. Nancy e no segundo momento e já no final do relato entendemos que aquela descrição foi feita para o Dr. Jordan, um médico psiquiatra que vem ao encontro de Grace para estuda - la . E durante a conversa CHEGAMOS A CONCLUSÃO: o que garante a veracidade dos fatos feitos pela Grace? ainda não sabemos, caros leitores! Sabemos apenas de que se trata de um crime cometido, fato! e que assim como relatado pelas demais colegas, desenvolvemos sentimentos diferentes pela personagem. Uma hora ela nos cativa, outra outra no motiva pela duvida. Até que ponto a ingenuidade é sentida? Continuaremos...</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-19 15:40:05 UTC</pubDate>
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         <author>30meilapatricia</author>
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         <description><![CDATA[<div>II- Rocky Road - foi nesse capitulo que entendemos, através dos relatos da colega Andrea Leite, e das nossas próprias leituras de que as quatros vidas: Grace Marks, McDermott, Nancy e Sr. Kinnear se cruzam. Nos capítulos a frente nos deparamos com a sentença de James McDermot e a versão trazida do poema (sem autoria) de toda a história. Uma parte do livre bastante interessante no nosso ponto de vista, sendo necessário até reler quantas vezes for preciso e compreender melhor toda a versão. O que nos chamou a atenção foi o fato de o poema não ter autoria, para mais uma vez, podermos tentar identificar a veracidade dos fatos.&nbsp;<br>III- PUSS IN THE CORNER - nós então fomos analisar a passagem de tempo para falar desse capitulo. O crime ocorreu em 1843, porém o capitulo já vai retratar a Grace em 1859, quase 16 anos depois quando ela chega a casa da esposa do Governador. Debatemos também na oportunidade, os possíveis sentimentos que a Grace pôde ter sentido quando todas as pessoas a avistaram na casa da esposa do Governador e a prejulgavam,&nbsp; sentiu - se ela um gatinho acanhado...sentiu-se ela "puss in the corner" no centro de todo esse jogo?&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-19 16:31:04 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>30meilapatricia</author>
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         <description><![CDATA[<div>24 de Outubro - Seguimos de mais capítulos, de mais leituras e conhecendo ainda mais do mistério envolto em Grace. E Grace segue descrevendo a rotina da casa&nbsp; Governor’s wife, sobre quem eram as pessoas que chegavam por lá e o porquê&nbsp; dos rituais diários. Lembrando que aquele povo todo ia a casa da esposa do Governador a procura de ver e matar a curiosidade sobre Grace, é aquela coisa, como seria a mulher que cometeu tal crime e se tornou famosa por isso?! "eles querem me ver por que I am a celebrated murderess"&nbsp;, interessantíssima essa parte, por que é atraves dela que a gente entende o que a propria Grace pensa a respeito dela "Murderer is merely brutal. It’s like a hammer, or a lump of metal. I would rather be a murderess than a murderer, if those are the only choices" (Margaret Atwood, 1996). Enquanto isso, passa em sua cabeça, diversas coisas e julgamentos que foram lhe atribuído, assim é narrado durante a história. E Grace menciona obre o advogado Mr. Kenneth Mackenzie, e fico pensando...foi inteligente da parte dele trazer uma Grace indefesa, ingênua (pela pouca idade), sem inteligência e que foi usada para fazer aquilo? hummmm.....e vc, o que acha?<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-24 17:56:53 UTC</pubDate>
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         <author>30meilapatricia</author>
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         <description><![CDATA[<div>E mesmo narrando a maioria dos fatos, eu acho interessante esse jeito nostálgico e debochado de Grace dizer as coisas que aconteceram. Algo importante que a Grace menciona é pelo fato de as pessoas só se importarem com a figura feminina e masculina da história, ou seja, que McDermott&nbsp; era seu amante, há uma parte que diz 'That is what really interests them – the gentlemen and the ladies both. They<br>don’t care if I killed anyone, I could have cut dozens of throats, it’s only what they admire in a soldier,', mesmo que ela tivesse matado uma nação inteira, estariam interessados apenas quem era seu amante. E o que é mais interessante também é que além de discorrer diversas situações, Grace também traz a sua visão das coisas, dizia ela que na penitenciária havia mulheres que estavam ali para não serem morta, congeladas e maltratadas pelos seus maridos, que apanhavam tanto que se fingiam de histéricas para ficarem presas ali. Outras que fugiram de sues países devido a miséria, fome e guerra. Percebo ai uma Grace muito consciente de tudo!</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-24 19:11:03 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>30meilapatricia</author>
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         <description><![CDATA[<div>04 de Novembro - An apple - e chegamos  a uma parte da leitura que me conseguiu me deixar cheia de amarras na cabeça, segue a parte - "What does Apple make you think of" o que essa maça representa para o Dr. Simon Jordan e para Grace. A maça tem um grande simbolismo para Grace, por que remete boas lembranças de sua amiga Mary Whitney. E durante a sua conversa com o Dr. Jordan, Grace associa a maça a sua "sampler" que ela costurou por um longo tempo e que também a maçã representava a arvore do conhecimento, o bem e o mal. Preciso agora descobri quais intenções rondam a figura do Dr. Jordan ao ofertar esse alimento para Grace, pensaria ele da mesma forma que Grace? E eu muito que percebo na troca de dialogo entre Grace e o Dr, um mistério concentrado na versão que ela quer passar ao Dr, como também a ância que ele tem de descobrir a verdade dos fatos. Afinal, ele tem um grande interesse em descobri, através das práticas comportamentais quem é a Grace.&nbsp; "You should ask the lawyers and the judges, and the newspaper men, they seem to know my story better than I do myself" e aqui a gente percebe que a própria Grace perde um pouco de si, da sua referencia com todos os julgamentos feitos dela.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-04 23:01:57 UTC</pubDate>
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         <title>IV.YOUNG MAN’S FANCY</title>
         <author>30meilapatricia</author>
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         <description><![CDATA[<div>O desenho da costura (assim aquela imagem representa para mim), eu consigo observar quatro partes interligadas.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-05 00:37:59 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>30meilapatricia</author>
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         <description><![CDATA[<div>17 de Novembro, mais um encontro com as colegas do Golinho. Dessa vez decidimos quais caminhos seriam registrados as nossas leituras. Concluímos que&nbsp; nossa hipótese de leitura partiria da Dualidade - A mente de Grace Marks, focando no seu pensamento que difere da ação. A Grace diz o que pensa? Faz o que pensa? </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-18 00:18:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>30meilapatricia</author>
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         <description><![CDATA[<div>01 de Dezembro - Aqui chego ao capitulo V com a passagem abaixo e uma breve analise do meu “Uma colcha Cabana de Madeira é algo que toda moça deveria ter antes do casamento, pois significa o lar, e sempre há um quadrado vermelho no centro, que significa o fogo da lareira. Foi Mary Whitney quem me contou. Mas não digo nada, pois acho que ele não vai se interessar por isso, sendo algo tão comum”&nbsp;</div><div>(A Log Cabin quilt is a thing every young woman should have before marriage, as it means the home; and there is always a red square at the centre, which means the hearth fire. Mary Whitney told me that. But I don’t say this, as I don’t think it will interest him).</div><div>Na narrativa da Grace, mesmo que em pensamento, discorda de como ela age. Veja nesta sequência da leitura o que ela diz para Dr. Jordan:&nbsp;</div><div><br></div><div>“E ele pergunta: O que você vai costurar depois desta colcha? E eu respondo: Não sei, suponho que vão me dizer que não precisam de mim para forrar a colcha, apenas para os blocos, porque é um trabalho fino e a mulher do governador disse que eu estava sendo desperdiçada na costura”</div><div>(And he says, '' What will you sew after this? And I say, I don’t know, I suppose I will be told, they don’t use me for the quilting, only for the blocks because it is such fine work, and the Governor’s wife said I was thrown away on the plain)</div><div><br></div><div>Dualidade de que a Grace age conforme a situação e não verdadeiramente como ela pensa. Até aqui, sobre o que penso da minha leitura.&nbsp;</div><div><br><br></div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-02 03:01:39 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>30meilapatricia</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Mary disse que aqui uma moça não se considerava pronta para casar enquanto não tivesse pelo menos três colchas como essas, feitas com suas próprias mãos; as mais elaboradas eram as colchas de casamento, como a Árvore do Paraíso e a Cesta de Flores. Outras, como a Caça ao Ganso Selvagem e a Caixa de Pandora, também tinham muitas peças e exigiam muita habilidade; aquelas como a Cabana de Madeira e a dos Nove Retalhos eram para uso diário e muito mais rápidas de fazer. Mary ainda não começara a fazer sua própria colcha de casamento, pois não tinha tempo, trabalhando como criada, mas já terminara uma de Nove Retalhos. É intenso o sentimento de amizade que a Grace tem por Mary. O trecho acima se torna interessante pelo fato de que toda a história entrelaça a questão dos retalhos. E fazendo uma alusão da costura aos desenhos, sobre a arvore do paraíso e que representa a vida, esta presente na cultura de muitos povos e representa um símbolo ligado a religião significando a fecundidade e imortalidade. Está associada à criação do universo, representando a ligação entre vários planos, como a terra, o céu e também o submundo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-03 16:01:12 UTC</pubDate>
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         <title>https://anchor.fm/sibele-rocha/episodes/DUALIDADES-DA-GRACE-MARKS-e1bp6om</title>
         <author>30meilapatricia</author>
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         <description><![CDATA[<div>Podcast final do subgrupo Gole. Disponibilizamos a 3° produção da turma e dessa vez, junto a colega Sibele Rocha viemos relatar a nossa experiência durante a leitura de Alias Grace. Relembrando que nossa trajetória se deu em conhecer a autora, conhecer seu projeto literário, conhecemos também dois contos da autora e agora por fim, o livro. Que a sua presença no nosso podcast seja bastante proveitosa. Corre lá e vai a genialidade da autora Margaret Atwood e conferi toda a história da Grace Marks. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-15 23:41:27 UTC</pubDate>
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         <title>Odisseia (Homero)</title>
         <author>30meilapatricia</author>
         <link>https://padlet.com/30meilapatricia/j6y7xyla8fwd7k98/wish/2118316591</link>
         <description><![CDATA[<div>28/03/2022 - Aqui seguimos para mais um semestre e mais um componente pra estudar, explorar e crescer na leitura.&nbsp;Explicar para vocês como chegamos a conclusão dessa obra, dessa leitura. Decidimos mudar o livro (estávamos lendo Grace Marks), porém, continuar com a mesma autora por que o componente segue dessa maneira. Foi então que chegamos a colusão que leriamos junto "The Penelopiad" (A odisseia de Penélope), obvio que pesquisamos outras obras de Margaret, mas por unanime votação da turma, chegamos ao resultado final. E também, por se tratar de duas obras que se conversam decidimos então que em paralelo leriamos Odisseia do escritor grego: Homero. A Odisseia é poema escrito no período do sec. IX a. C. vai nos contas como foi o momento da partida de Odisseu e bem como dentre esses 20 anos de batalha ele viveu lutando longe do seu reino (não sei se reino é bem a palavra correta para esse momento). &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-29 01:35:37 UTC</pubDate>
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         <title>Odisseu (Homero)</title>
         <author>30meilapatricia</author>
         <link>https://padlet.com/30meilapatricia/j6y7xyla8fwd7k98/wish/2124012519</link>
         <description><![CDATA[<div>03/26/2022 – Today I begin my reading the book Odisseia written by Homero. I already heard about the history. This idea of Greek mythology is recognized for us because we have her influence. Some forms and aspects. The version/edition that I'm reading was translated by CHRISTIAN WERNER, perhaps you can know this version. At the beginning oft he book is very importante because to talk about Penelope that will make us understand when she arrived in Odisseu’s life.&nbsp;<br><br></div><div>“Helena's bizarre birth, inside an egg, presaged a remarkable life. By the time she reached marriageable age, she had suitors in every corner of Greece. Menelaus, son of Atreus, was the chosen one, and, to avoid any conflict, all the suitors were forced to swear an oath that they would do anything to free Helen if ever she was in danger. Odysseus of Ithaca, who had suggested this idea, was in turn aided by Helen's mortal father Tyndareus, who persuaded his niece, Helen's first cousin, to marry the young man. Her name was Penelope.<br><br><br></div><div>This part create a connection with bokk The Penelopiad as can we see. Odisseu married with Penelope for idea of Tíndaro, Helena’s father.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-31 17:02:20 UTC</pubDate>
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         <title>The Penelopiad - The Myth of Penelopiad</title>
         <author>30meilapatricia</author>
         <link>https://padlet.com/30meilapatricia/j6y7xyla8fwd7k98/wish/2131094537</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>04/11/2022 </strong>– I got to read the first chapter of the book The Penelopiad (A low art). I’m anxious to read more and more chapters. Speaking of reader convention, I found my space like a reader with this novel. I felt familitiary and&nbsp; very next to this story. I read 100 (one hundred) lines of the poem and I felt it was difficult for it to be an epic poem told orally IN MEDIAS RES like says professor Juliana Salvadori. Altrought that the process will always be difficult, I say that this novel enjoyed me. Maybe I”ll be a modern reader specifically from modern novels of those who demarcate for paragraphs that are marked by time in narrative. I like to know the time is happening and understand the whole story. Do you think that my reading was perfect? No, absolutely no. After all, we are rereading the poem written by Margaret Atwood. Everything is different, the letters , paragraphs, lines and contexts.&nbsp;<br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-05 17:04:14 UTC</pubDate>
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         <title>𝘾𝙝𝙖𝙥𝙩𝙚𝙧 𝙄 </title>
         <author>30meilapatricia</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>04/13/2022 - A Low Art -</strong><br><br>Initially, a few highlighted words caught my eye for their writing - "Now that I'm dead, I know everything" and "Don't follow my lead - is there a linguistic or narrative function for them?" are phrases that seem to be said to provoke the reader. We entered chapter one knowing that Penelope was dead. I thought it was weird, but keep reading. As I read, I realized that the construction of Penelope's character takes place through the epic story of her husband, the man who fights with many dragons and becomes the hero of the story. And calling in to Alias ​​Grace's reading, just like Grace, Penelope realizes that people judge them to the point where they feel misunderstood and unheard. Represents "A Low Art" mentioned in the chapter title. Another aspect I found in Atwood's writing was the use of many adjectives: boneless, lipless, chestless, seductive, beautiful.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-14 00:39:55 UTC</pubDate>
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         <title>𝘾𝙝𝙖𝙥𝙩𝙚𝙧 𝙄𝙄, 𝙄𝙄𝙄</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>24/04/2022 - Chapter two is a “The Chorus Line: A rope jumping rhyme” - <br></strong><br>I thought that function of the chorus in the middle of the text should be it is critical. The chorus is a part that contains rhyming dialogues . A way of criticizing the death and in that case of the maids”.&nbsp; How did they die? In what way? They died trying to help Penelope escape suitors. The maids were characters who were present in the story. They are characters and have voice throutgh&nbsp;</div><div>the chorus. Look at the beginning and end “we are the maids, the ones you killed the ones you failed” “we danced on air the ones you failed the ones you killed” twice that the death is mentioned to stir the reader's emotion. I believe Atwood brought us off the chorus to do an association with written Odisseu. I don’t know if I’m right, but I think yes!&nbsp; Epic poem Odisseu all written orally. Another thing I found:&nbsp; u killed,&nbsp; failed , air, fair, bitch, itch are rhymed, looks like a chorus (refrão). <br><br><br><strong>04/24/2022 - My Childhood -&nbsp; <br></strong><br>It's very interesting to know about Penelope’s childhood and terrifying too. I read with a lot of emotion. Look at this “When I was quite young my father ordered me to be thrown into the sea”. How could a dad do that? Penelope told us then “I suspect he’d been told by an oracle that I would weave his shroud. Possibly he thought that if he killed me first, his shroud would never be woven and he would live forever” - I’m breathed! Found one more highlighted word “I use <em>head </em>figuratively. What does it mean?&nbsp; We have dispensed with heads as such, down here. Here I remember about the maids, all heads dead, this looks like cammon in the period. She was rescued for a duck after it became her nickname. Another part that I thought interesting was “I found this affection difficult to reciprocate. You can imagine”. Wow, I can imagine how sad it is to live with fear, scared. Finally “ I knew that I would have to look out for myself in the world” - who is the narrator? Penelope or Atwood?&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-19 10:46:28 UTC</pubDate>
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         <title> 𝘾𝙝𝙖𝙥𝙩𝙚𝙧 𝙄𝙑, 𝙑, 𝙑𝙄</title>
         <author>30meilapatricia</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>04/24/2022 - The Chorus Line: Kiddie Mourn, A lament by the Maids - </strong><br><br></div><div>The chorus is a genre that is present in some chapters of history. Chapter 4 is different from 2, it has a narrated structure and this is part of the author's literary project to bring poems, short stories, quotes. Still as a choir, chapter 4 is the maids' lament. It is a dialogue that talks with Penelope. It's as if they affront Penelope's speech. Slaves also had a difficult childhood, see when they say: “We were put to work in the palace as children; we worked from dawn to dusk, like children", which means that since they were little they weren't happy. "We were children too. We too were born to the wrong parents. Poor parents, slave parents, peasant parents and serf parents; parents who sold us out, parents we were stolen from"</div><div><br></div><div><br><strong>04/25/2022 - Asphodel -<br></strong><br>&nbsp;In chapter 5 Penelope talks about a place. But where was this place? I wasn't looking forward to anything. When she mentioned "The<br>gloomy halls of Hades" went for more research. Muttgirl says "The underworld is controlled by Hades and is where the souls go after they die. Based off Greek Mythology, this underworld system works very similarly to that one where most souls go to the Asphodel Meadows to wander aimlessly " What does the asphodel represent for her? husband and cousin Helena?<br><br>Source: <a href="https://muttgirl310viscets.weebly.com/hades.html">Hades (weebly.com)</a>&nbsp;<br><br></div><div><strong>04/29/2022 - My Marriege <br><br></strong>As a sequel, chapter 6 is the passage that chronicles how the marriage between Penelope and Odysseus took place. Arranged as they did back then, it was a quiet chapter to read. It narrates the moment when Penelope spots Odysseus among the suitors. She, being a princess and daughter of Icario, would have a fortune to deliver to the groom's family. Penelope said "marriages were for having children". Penellope considered herself smart and knew that suitors came to her looking for her wealth in what she called trash: !I can say trash because I know where most of it ended up. It molded away in the ground or it sank to the bottom of the sea, or it got broken or melted down"<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-04-24 21:34:47 UTC</pubDate>
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         <title>𝘾𝙝𝙖𝙥𝙩𝙚𝙧 𝙑𝙄𝙄, 𝙑𝙄𝙄𝙄 𝙄𝙓</title>
         <author>30meilapatricia</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>05/10/2022 - The scar -</strong><br><br>Hello guys. New reading, new week. Today, I started reading chapter 7 called “The Scar”. Penelope still remembers her dead marriage. Sometimes I feel so sorry for her. But, I can't fully believe her. There are a lot of details about their wedding, although everyone looks at Helena. Penelope said: "But he wasn't looking at me or anyone else", maybe it's her scar, cousin Helena. Helena looks like a star, always shining. Another interesting point in the chapter is when your mother gives a speech. Mom says, “Remember this, my son. Remember that you are half water. If you can't get past an obstacle, go around it. This part is very interesting. We also have the story of Odysseus' scar. We have two versions of the scar. See this "It was a particularly ferocious boar that injured him in the thigh and gave him the scar". About my perspectives as a reader, what I think: tiring! Simply because Penelope doesn't recognize the great woman she is before her cousin.Hello guys. New reading, new week. Today, I started reading chapter 7 called “The Scar”. Penelope still remembers her dead marriage. Sometimes I feel so sorry for her. But, I can't fully believe her. There are a lot of details about their wedding, although everyone looks at Helena. Penelope said: "But he wasn't looking at me or anyone else", maybe it's her scar, cousin Helena. Helena looks like a star, always shining. Another interesting point in the chapter is when your mother gives a speech. Mom says, “Remember this, my son. Remember that you are half water. If you can't get past an obstacle, go around it. This part is very interesting. We also have the story of Odysseus' scar. We have two versions of the scar. See this "It was a particularly ferocious boar that injured him in the thigh and gave him the scar". About my perspectives as a reader, what I think: tiring! Simply because Penelope doesn't recognize the great woman she is before her cousin.</div><div><br><strong>05/10/2022 - The Chorus Line: If I was a princess, A popular Tune&nbsp;</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div>Chapter 8 is a choir performed by the slaves and its structure reminds me of a popular song, like a song with the chorus. The structure of a song. And it brings a dialogue with Penelope, each chorus has that function. I found it difficult to interpret this part because I realized the information is not fully explicit. The longer the story is, the more difficult it is to understand it.</div><div><br><br></div><div><strong>05/10/2022 - The Trusted Cackle - Hen -<br><br></strong>We arrived at chapter 9. When Penelope was in Ithaca, she said: “At last we arrived at Ithaca, and sailed into the harbour”. She was very excited about this place by people. That same time, Penelope lost her father - “Her death left me all alone in Ithaca, a stranger among strange people”.&nbsp;</div><div><br></div><div>He told me once that everyone had a hidden door, which was the way into the heart, and that it was a point of honour with him to be able to find the handles to those doors. For the heart was both key and lock, and he who could master the hearts of men and learn their secrets was well on the way to mastering the Fates and controlling the thread of his own destiny. This part talk about&nbsp;</div><div><br>“The woman who gave me the most trouble at first was Odysseus’s former nurse, <strong>Eurycleia</strong>. She was widely respected” Eurycleia was a clucking hen mentioned in the title.</div><div>Know more about the&nbsp; myth above:<br>Source: <a href="https://brazilgreece.com/as-tres-irmas-da-mitologia-grega/">Um Grego te Conta o Verdadeiro Mito das Três Moiras! (brazilgreece.com)</a><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-10 21:39:59 UTC</pubDate>
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         <title>𝘾𝙝𝙖𝙥𝙩𝙚𝙧 𝙓, 𝙓𝙄, 𝙓𝙄𝙄</title>
         <author>30meilapatricia</author>
         <link>https://padlet.com/30meilapatricia/j6y7xyla8fwd7k98/wish/2198228960</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>05/23/22 – The Chorus Line: The Birth os Telemachus, An Idyll</strong> <br><br>O capitulo 10 me parece ter uma estrutura de poema, com versos, métricas. Como já havia mencionado antes, essa brincadeira de estrutura faz parte do projeto literário da autora. Assim como em Alias Grace, Atwood trouxe para a odisseia de Penelope esses retalhos em textos no seu formato de coro.&nbsp; E como ela faz uma releitura do poema épico "Odisseia"&nbsp; ela tenta aproximar o seu leitor&nbsp; a esse tipo de gênero literário escrito por Homero. O que para mim, se tornou algo bastante interessante. E durante a minha leitura, percebi que a voz que ressoa no coro corresponde a das escravas, eram elas que declamavam esse estrofes do poema. Toda vez que chego até a parte do coro por que ele faz uma quebra de narrativa, de vozes e nos leva para o outro lado da história, o lado das escravas. Sempre afirmei para os colegas do GOLE, no nossos encontros, que para mim o coro estabelece um diálogo entre personagens e que dessa vez o dialogo é direcionado a Telêmaco, filho de Penelope, que ajudou ao pai a enforcar as 12 escravas: “E nós, as doze (escravas) que morreríamos por suas mãos” (p. 41). O poema também descreve a gestação de Penelope, sendo o nascimento de Telêmaco um momento muito importante para todos. O poema traz consigo críticas a respeito desse grande momento.<br><br><strong>05/23/22&nbsp; - Helen Ruins My life</strong> -<br><br>Durante o 11° capítulo, Penelope continua a descrever o período em que se casara. Narra o momento exato em que ela chegou ao reino e encontrou a&nbsp; mãe do Odisseu e a governanta Euricléia. Eu pude sentir durante a minha leitura que Penelope era aquela mulher rodeada de gente, mas que se sentia solitária na vida que levava. E assim como o título enfatiza, dentre esse misto de sentimento ainda sentia a insegurança perante aos sentimentos do marido, afinal, mesmo consciente do quanto ardiloso era seu marido, mesmo assim o admirava, mas que aquele sentimento não era reciproco. Percebi mais uma vez o desdém que Penelope sentia ao falar da prima. Seu grande martírio! (e o nosso também, por que o leitor se cansa dessa lamuria com frequência em cada capitulo, mas sabe lá o que de fato aconteceu entre ela e sua prima, a gente só sabe o que está escrito, o que o narrador quer dizer. Vai que essa história seja mais longa do que a gente possa imaginar). E sobre a historia de Helena fugir com o príncipe de Troia, Páris, essa a gente ja sabe por que a mitologia Grega dá conta de nos informar . <br><br><strong>05/23/22 – Espera -</strong> &nbsp;<br><br>A espera, contudo, foi longa para Penelope. Essa espera me faz lembrar da Grace, dos longos anos que ela passara numa prisão. Ela, assim como Penelope, almejava para que as suas vidas mudassem e algum momento aquele momento passasse. Duas personagens similares. Ambas se sentiam solitárias pelos rumos que levavam suas vidas. Grace construindo suas mantas ao longo do dia, narrando a sua história e Penelope desconstruindo as mortálias durante a noite, enquanto prolongava a sua própria história.&nbsp; Fazia anos que Odisseu tivera saído para a guerra em Troia em função de salvar Helena, prima da sua esposa e com isso era perceptível a muitas lamurias de Penelope que não desiste desse ideia de "ser menor', diante da sua prima. Mas, seria essa uma forma de envolver nós leitores? Nos fazer pensar que ela realmente dava-se for falta do seu marido? Com a ausência de Odisseu, muitas coisas foram mudando, inclusive Penelope. Ela foi se tonando a mulher que administrava a casa, os escravos, as fazendas, animais embora o marido era o que ela mais desejara administrar e não conseguia.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-24 19:35:57 UTC</pubDate>
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         <title>𝘾𝙝𝙖𝙥𝙩𝙚𝙧 𝙓𝙄𝙄𝙄, 𝙓𝙄𝙑, 𝙓𝙑</title>
         <author>30meilapatricia</author>
         <link>https://padlet.com/30meilapatricia/j6y7xyla8fwd7k98/wish/2238281042</link>
         <description><![CDATA[<div>06/05/2022- The chapter 13 -The Chorus Line: The Wily Sea Captain, A sea Shanty&nbsp;<br><br></div><div>Como acho espantoso ver, como as escravas tanto sabia da história. Na leitura dos próximo capitulo, elas contam com riqueza de detalhes o percurso feito por Odisseu para retornar a sua terra natal. Por que até onde a gente sabe (e encontramos informações no próprio livro) a maioria das histórias que chegavam a respeito de Odisseu e sua aventura, vinha do próprio povo. Estaria as escravas criando/inventando essas informações a respeito de Odisseu? E aqui pensando.... como uma boa história escrita por Atwood, ela contém muitas especulações. Nós sabemos! Mas queriam as escravas que nós acreditássemos em tais narrativas ? &nbsp;<br><br>06/05/2022- The chapter 14 – The suitors stuff their faces<br><br></div><div>Eu fico em suspense e sinto uma bagunça na minha cabeça sempre quando Penélope relata sobre o campo de Asfódelo. O capitulo 14 inicia Penelope falando que passeava por esse lugar. Super sinistro acompanhar tamanho relato. Outra coisa que acho fantástico é sobre como Atwood nos faz estar em dois lugares ao mesmo tempo, em duas narrativas, em tempos cronológicos diferentes. Surreal. A história é narrada tanto em um tempo presente contemporânea quanto no passado, passado esse que representa a vida da personagem. Por isso há partes em que me sinto proxima a personagem como distante também. Como no momento debochado, lá no campo de Asfódelo em que Penelope encontra com um do sues (ex) pretendentes (Antino) e dialoga com ele. Isso todos no Hades um espécie de submundo em que eles estão. A leitura nos dar esse poder de mobilidade&nbsp; e sentimentos.&nbsp;<br><br></div><div>Engraçado que mesmo morta e narrando sua história, Penelope se questiona porque todos aqueles pretendentes foram a sua procura. Ela sabia que eles não desistiriam dessa ideia por tão fácil forma. Mas sabemos que a inteligência é a característica forte de Penelope, e foi daí que surgiu a ideia da Mortalha.&nbsp;<br><br>06/05/2022- The chapter 15 – The Shroud&nbsp;<br><br>E durante os encontros do Golinho (juntamente com os colegas) debatemos a questão de a mortalha ser confeccionada durante o dia e desfeita a noite, momento esse que o coro entra em ação na voz das 12 escravas.&nbsp;<br><br> Sobre a mortalha construída por Penelope me fez relembrar uma similaridade com o novel Alias Grace. Enquanto Grace costurava suas inúmeras colchas de retalhos ela também narravas suas memórias relatando sobre o que aconteceu no passado, aqui temos Penelope tecendo a mortalha enquanto enganava um bando de pretendentes tentando tomar o seu reino. Duas similaridades que nos traz as multifaces que as duas personagens representam na história. Duas personagens que usam da persuasão e manipulação para enganar os demais, inclusive muitas das vezes nós leitores.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-06 17:56:10 UTC</pubDate>
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         <title>𝘾𝙝𝙖𝙥𝙩𝙚𝙧 𝙓𝙑𝙄, 𝙓𝙑𝙄𝙄, 𝙓𝙑𝙄𝙄𝙄</title>
         <author>30meilapatricia</author>
         <link>https://padlet.com/30meilapatricia/j6y7xyla8fwd7k98/wish/2238283243</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>06/14/2022 – Bad dreams&nbsp; – The chapter 16<br></strong><br></div><div>E caminhamos para mais capítulos, descobertas e suposições e analisando bem, percebi que além das escravas não terem nomes, os pretendentes de Penelope também não tinha. Porém, em um dado minha leitura e pela primeira vez é apresentado o nome de um dos personagens (Medon). O que isso representa? o que esse personagem representa? mistérios, mistérios e mistérios.&nbsp;<br><br></div><div>Helena mais uma vez é mencionada nesse capitulo e eu ainda não consegui entender o que existe por trás desse sentimento.&nbsp;<br><br></div><div><br><strong>06/14/2022 – The Chorus Line – Dreamsboats, A Balled - The chapter 17<br></strong><br></div><div>O coro é sempre esperado por todo nós, talvez seja esse o momento em que Penelope desfaz a sua mortalha como mencionei mais acima nos meus relatos e sei dizer q esse momento é uma quebra inclusive de expectativa. Essa quebra de narrativa nos faz conhecer o outro lado da história contado pelas escravas. Afinal, a proposta de Atwood nessa obra é trazer a odisseia contada pelas personagens. &nbsp;</div><div><br></div><div>Ao mesmo tempo que Penelope relata sobre seus sonhos no capítulo anterior, as escravas também falam de assunto similar nesse coro. Seria uma afronta a Penelope? a gente percebe que o coro, em alguns momentos ataca e revida a fala de Penelope.<br><br></div><div><br><strong>06/14/2022 – News of Helena - The chapter 18<br></strong><br></div><div>As minhas leituras têm sido tranquilas, porém em certos momentos eu preciso reler, analisar, fazer links com outros romances, até mesmo com Alias Grace. Acontece que Atwood sempre deixa tudo no subjetivo, o romance é pequeno e nem tudo está explícito na leitura de pequenas linhas.&nbsp;<br><br></div><div><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-06 18:01:13 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>30meilapatricia</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em># Voltar a ler a introdução</em></strong> – Pessoas, voltei a ler a introdução e como ela faz muito mais sentido depois de toda a discussão com os colegas, a troca e leitura feita até aqui. Recomendo sempre que após uma leitura de uma obra, mesmo que estejam no meio, voltem a ler a introdução por que ela fará muito mais sentido. <br><br><strong><em>#ler o passado pelo presente – </em></strong>&nbsp;assim que vejo o novel The Penelopiad. Um bucadin de memoria que vai e vem. Sobre estar viva e morta, estar no passado e presente ao mesmo tempo. It's crazy!<br><br><strong><em>#um triangulo de verdades </em></strong>- ou inverdades, maybe! Acontece que temos três versões contadas pela autora, por Penelope e suas 12 escravas. Quem estaria certa totalmente nesse plot? &nbsp;<br><br></div><div><strong><em>#Destecendo </em></strong>– é necessário destecer a&nbsp; história da narrativa no processo de produção da narrativa. A gente entra na história validada primeiramente por Homero lá na Odisseia, escrita no fim do século VIII. E como a história foi elaborada na sua contemporaneidade a gente precisa destecer a todo momento essa narrativa. &nbsp;<br><br></div><div><strong><em>#O que destece? –</em></strong>&nbsp; eis a pergunta...seria a confiança? As (in)verdades? Desconfiança das narrativas e personagens...&nbsp;<br><br></div><div><strong><em>#A narrativa contemporânea nos ensina a desconfiar - </em></strong>e de verdade, a gente desconfia de tudo! É importante e saudável que essa desconfiança exista pra gente sair da zona de conforto na leitura, por q uma leitura contemporânea nós não temos mais um objetivo final. &nbsp;<br><br></div><div><strong><em>#Proposta da Atwood - </em></strong>&nbsp;especular, deixar nas entre linhas, ela não quer julgamentos, mas que a gente conheça todas as versões. Leitores atentos!<br><br></div><div><strong><em>#Essa arte menor é limitada, mas em que sentido? </em></strong>a história de Penelope, por se tratar da sua importância perante seu marido Odisseu que era tido como herói? existe um limite para que essa arte seja contada?   <br><br></div><div><strong><em>#Ponto de vista –</em></strong> de onde vc olha! Vc leitor tem o seu ponto de vista da sua construção de leitura. &nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-06 18:02:04 UTC</pubDate>
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         <title>𝘾𝙝𝙖𝙥𝙩𝙚𝙧 𝙓𝙄𝙓, 𝙓𝙓, 𝙓𝙓𝙄</title>
         <author>30meilapatricia</author>
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         <description><![CDATA[<div>O capitulo 19 se tornou o capítulo mais esperado da minha leitura. Tudo por que Odisseu para a alegria geral dos leitores e depois de 20 anos de muitas preces feitas por Penelope, retorna. O capitulo 20 fez mudar todo o pensamento que tinha a respeito da virtuosa Penelope, teria ela de fato se envolvido com seus pretendentes? Ela se contradiz em alguns momentos em sua fala, o que permitiu ainda mais gerar tamanha desconfiança. Esse capitulo pôs em duvida toda a sua figura de mulher fiel a espera do retorno do seu marido. O coro vem logo em seguida para reforçar essa ideia. Esse prologo criado pelas escravas, cheia de ironia e bastante pesado me fez duvidar da verdade sobre Penelope...<br><br>&nbsp;"A verdade, senhores ouvintes, nunca é certa — Vamos espiar atrás da cortina!"<br><br>Chegamos ao fim do semestre e com isso a nossa leitura pausa no capitulo 20. Expectativas quebradas, refeitas, relidas, mas super ansiosa para a continuação.&nbsp;<br><br>Para os que aqui passeia, transitam, caminham...Até o próximo semestre!</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-06 18:07:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>30meilapatricia</author>
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         <description><![CDATA[<div>13 de abril - 9&nbsp;ano B <br>We are here! Acredito que tanto eu quanto a minha dupla de coparticipação Mariana Camardelli estávamos ansiosas para esse momento. E a ansiedade se dava em pensar nas expectativas de uma aula produtiva e participativa. Cheguei cedo a escola, por que saio de um distrito que fica distante da cidade e da escola, portanto necessito sair cedo da minha pequena cidade. E também pensamos em chegar cedo para coletar a assinatura da diretora de escola, processo esse que foi feito ao final da aula. Seguimos para duas aulas germinadas. A professora Orleane nos apresentou a turma e até explicando que já havia falado dos estagiários que chegariam para acompanhar a turma até o mês de Junho, e isso foi bom por que me senti mais tranquila pra prosseguir com a aula. Começamos a nos audiodescrever verbalizando nossos aspectos físicos e de ambiente e percebemos o quão curiosos eles ficaram ao ouvir. Em seguida perguntamos a turma se eles já ouviram/viram e adentramos a falar sobre o assunto, sempre levando em conta o senso comum do aluno. Nos foi relatado por uma aluno que aquela descrição servia para algumas aulas de ingles, outros disseram que não sabia nada, ou que já tinha visto um parente fazer. Dividimos a turma em dois grupos para a leitura de um texto intitulado: O que é audiodescrição? e fomos para a produção textual do qual solicitamos que eles produzissem de forma escrita a propria audiodescrição. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-17 22:59:44 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>30meilapatricia</author>
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         <description><![CDATA[<div>14 de abril - 8 ano C<br>Passamos pela aula do prof Davi primeiro e em seguida seguimos para o estágio. Encontramos a professora Orleane na sala dos professores. As aulas germinadas que estamos acompanhando são sempre depois do intervalo. E não diferente da primeira turma, essa turma também apresentavam carinhas de curiosidade. Mais uma vez fomos apresentados a turma pela professora Orleane e com muito humor conseguimos ultrapassar esse primeiro momento. Começamos a aula verbalizando a audiodescrição e Mari questionou a turma se eles sabiam do que se tratava, se já ouviram em algum momento ou se saberiam definir o que seria Audiodescrição e qual sensação eles sentiam ao nos ver verbalizando as caracteristicas fisica e do ambiente em que estávamos. Tauane, uma aluna que estava sentada no cantinho, nos disse muito bem o que seria a definição. Parabenizamos a aluna, bem como a todos que participaram também. A dinâmica foi semelhante a da turma do 9 ano por que esse primeiro momento seria de conhecer melhor a turma e que eles nos conhecessem também. E fazer um diagnostico inicial sobre vocabulários, se eles tinham interesse com a língua Inglesa. Percebi uma turma mais tranquila, e a sala com menos barulho. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-17 23:27:24 UTC</pubDate>
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         <title>AC (Atividade Complementar)</title>
         <author>30meilapatricia</author>
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         <description><![CDATA[<div>No ultimo dia 12 de abril/23 a gestão achou por melhor realizar uma reunião de ac coletivo. Tendo como objetivo tratar das pautas importantes sobre o andamento da escola. Como de costume de toda a reunião, o primeiro momento foi de apresentações e conversas entre professores/gestores e funcionários. Tinham mais de 30 pessoas no encontro online. Os tópicos tratados foram: Formação Leitora, Calendário Cultural, ações do projeto Escola do Bioma Caatinga, Avaliação SAEB, Projeto Educação no Transito. A formação leitora além de discutir sobre a ideia de formação, inicialmente o coordenador Luciano trouxe um texto para reflexão. Qual é o melhor dia de sua vida? o melhor dia são todos os dias, por que é necessário viver o dia como se fosse o único.&nbsp;Sobre o SAEB (Sistema de Avaliação da Educação Básica), a novidade que nos foi informado foi que as provas agora teriam além de Português e Matemática, Artes e Educação Física e para Linguagem seria incluída a disciplina de Língua Inglesa. O coord. Luciano, trouxe também dados estatísticos a nível nacional e falou sobre as mudanças que aconteceriam como: produção textual, formas avaliativa, letramento em níveis cognitivos. Muito proveitoso esse momento, por que me fez perceber o quanto é necessário trazer pautas que são importantes para os professores e escola.   </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-21 18:06:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>30meilapatricia</author>
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         <description><![CDATA[<div>20 de abril - 9 ano B.&nbsp;<br>Por se tratar da terceira aula com a turma, já encaramos o processo com mais tranquilidade. Apesar de que, a data de hoje foi marcada por um certo receio sobre ameaça de ataques as escolas. Talvez por isso, justificasse a ausência de boa parte dos alunos. Assim seguimos para as duas aulas programadas. No nosso encontro de planejamento da aula, Mari e eu decidimos seguir com um novo assunto. Partimos para mais uma aula de reflexão e dialogo. Conversamos sobre as Línguas de Sinais no mundo, referenciando a Libras X ASL (American Sign Language). Tivemos um aluno em especifico que nos contou que necessita da Libras no seu dia a dia para poder se comunicar com seu primo que tem deficiência auditiva. Como é visto em foto, a aula se tornou dinâmica através dos vídeos que trouxemos. Os alunos puderam, além de assistirem, vivenciar a língua fazendo o uso dela e estabelecer uma comunicação inclusiva. Trouxemos placas com imagens que auxiliaram os alunos também na aprendizagem das duas línguas. Experiência que de certo, ficará marcada para a minha formação na docência.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-21 18:45:14 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>30meilapatricia</author>
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         <description><![CDATA[<div>27 de abril - 9 ano B<br>Diante do que eu pensava sobre a aula de hoje, achava que não iria dar tão certo diante do que planejamos. No entanto foi uma aula super proveitosa. Muitas vezes o plano não desenha ou contempla totalmente a aula, senti que faltava algo, não sei bem o que seria. Por outro lado entendi também que somente a pratica faz o processo acontecer. O tema abordado nos trouxe um contato e um dialogo mais proveitoso, e através disso, criamos uma nuvem de palavras como mostra a imagem acima. Realizamos uma leitura de texto sobre escolas que viraram alvos de ataques durante o mês pelas noticias propagadas por fake news e qual seria o perfil das pessoas que cometem esses atentados. E daí nos deu espaço pra falar sobre o Bullying. A partir dos sentimentos despertados pelos alunos, trouxemos também vídeos em ASL e LIBRAS que expressam sentimentos na língua de sinais.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-28 17:29:21 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>30meilapatricia</author>
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         <description><![CDATA[<div>28 de abril - 8 ano C<br>Tivemos muitos feriados nos dias da aula que seriam para o 8 ano C, com isso o conteúdo ficou bastante dividido e atrasado. Nessa aula, conseguimos trazer a proposta de duas aulas em uma. Percebi que nesse dia a aula fluiu para isso e foi uma das aulas que mais tive contato com os alunos. Acredito que o tema proposto, ajudou bastante para potencializar o dialoga e a troca no chão da sala de aula. Primeiro, falamos da proposta das línguas de sinais pelo mundo para então chegarmos a LIBRAS e ASL (American Sing Language). Em seguida falamos do atentados as escolas q em que deixaram os alunos, os pais e os funcionários em estado de pânico e assustados com as repercussão do ocorrido no país. Conforme leitura, falamos também sobre o perfil das pessoas que cometem os atentados e o sentimentos que isso provoca. Dividimos a turma em duas equipes para as devidas discussões. Fique com a turma dos meninos, do qual a troca foi intensa com Felipe, Layanderson, Sergio e Kauan, destacando a fala de Felipe Silva que desenvolveu um argumento muito expessivo a partir do Bullying, dizendo que "nunca sofreu o bullying, mas que geralmente essas pessoas que o cometem, já sentiram ou passaram algo parecido na vida e por isso faz isso com os colegas". Achei imensamente interessante cada palavra esboçada por sua opinião, sinalizando que tinha gostado muito da sua declaração e o mesmo me disse que quando crescer vai ser psicólogo e afirmei dizendo que sim, que ele será.&nbsp; E com isso, na nuvem de palavras a equipe me trouxe alguns sentimentos como: tranquilidade, tristeza, frustração e curiosidade. 8 ano sempre participativo!</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-30 18:13:10 UTC</pubDate>
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         <author>30meilapatricia</author>
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         <description><![CDATA[<div>04 de abril - 9 ano B<br>Quinta saímos de casa na expectativa de&nbsp; encontrar os professores do Componente de Estágio Supervisionado para o processo de observação. Não sei para o meu leitor, mas para mim, ser observado, seja em qualquer momento, representa um momento de tensão. Esse dia foi um dia atípico e diferente dos demais, ao sair de casa e pegar um ônibus para me deslocar até Jacobina, encontrei ao meu lado um passageiro que aparentava ser um senhor de idade&nbsp; e está mediado pela álcool, rs e me viu com material escolar e já foi logo perguntando se era professora e disse "Deus no céu e professores na terra, eles colocam meu filho lá em cima", rs. E acompanhando a alusão dele, entendi que a partir da escola e do que os professores ensinam, os alunos se tornam cidadãos de bem e com uma formação. Conversamos a viagem inteira e ao final, ele me desejou bençoas na trajetória e isso me encorajou para o que iria enfrentar mais adiante. A sala estava cheia, e como levamos uma produção a partir do tema abordado que foi falar sobre CAA (comunicação aumentativa e alternativa) eles produziram uma prancheta com imagens e palavras com a rotina escolhida durante a semana (Daily Routine). Quando os alunos produzem na aula, temos uma aula mais interessante. Próxima semana trago mais novidades a partir dessas produções! Até...</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-07 20:01:32 UTC</pubDate>
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         <author>30meilapatricia</author>
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         <description><![CDATA[<div>5 de abril - 8 ano C&nbsp;<br>Passamos pelo processo de observação por parte dos professores do componente de Estágio e seguimos para a nossa rotina no que consideramos normal, respirando com mais tranquilidade. Trouxemos para o 8 ano C a mesma produção e conteúdo trabalhado no 9 ano B. Porém, no dialogo com a minha par, a prof Mariana, decidimos mudar a dinâmica dessa aula. Afirmo mais uma vez, essas coisas acontecem. O plano apenas media, mas a prática ajuda a melhorar, sempre. Na aula anterior no primeiro momento partimos para a produção de imediato e seguimos com a introdução do assunto em seguinte, só que percebemos que gastamos muito tempo fazendo dessa forma. Para o 8 começamos com a introdução do assunto primeiro e deixamos para o segundo momento já no final da aula, a produção da prancheta com o Daily Routine. Eles entenderam que a partir do símbolos de gráficos do sistema pictográfico da Comunicação Alternativa e Ampliada poderiam estabelecer uma comunicação de uma forma de linguagem diferente e inclusiva. Assim como os alunos eu também tenho aprendido muito sobre acessibilidade. Tenho experimentado que a através da educação  que são geradas as possibilidade de visualizarmos uma sociedade diversa e inclusiva. Semana que vem ainda continuamos com a finalização dessa aula. Até lá!</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-07 20:18:34 UTC</pubDate>
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         <author>30meilapatricia</author>
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         <description><![CDATA[<div>9 ANO B <br><br>11 de maio de 2023 - Como não conseguimos finalizar todo o conteúdo na aula passada, trouxemos como proposta final para a aula do dia 11/05 a produção do cartaz. Exploramos melhor o texto "<a href="https://docs.google.com/document/d/1-u6Wbdo9TKxujcPq4M955aHRO9N6I0yCKeN1D6l-qH0/edit#">O que são os Sistemas Aumentativos e Alternativos de Comunicação</a>". Fizemos a leitura de forma coletiva por que conseguimos motivar e trabalhar ao mesmo tempo a habilidade da leitura, tanto na língua Portuguesa, como na língua Inglesa. Mesmo que alguns alunos não leiam,&nbsp; demonstrem uma certa vergonha, a aula funciona ora professor lendo, ora alunos. E diante disso, conseguimos também ouvir o aluno, suas opiniões, duvidas e questionamentos a respeito do assunto. Em seguida, os alunos partiram para a produção do cartaz e para que vc, meu leitor entenda, a produção se deu da seguinte forma: a prancheta é um recurso de símbolos gráficos utilizado pelo sistema de CAA com o objetivo de estabelecer uma comunicação e complementar à reabilitação da fala natural daquelas pessoas que tiveram a fala e sua oralidade comprometida. E pensamos em adaptar a atividade juntamente com a Língua Inglesa, porque em seguida pedimos que as palavras usada para montar a rotina fossem traduzidas para a Língua Inglesa. E assim finalizamos esse conteúdo para o 9 ano B...</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-15 20:16:17 UTC</pubDate>
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         <author>30meilapatricia</author>
         <link>https://padlet.com/30meilapatricia/j6y7xyla8fwd7k98/wish/2591956234</link>
         <description><![CDATA[<div>8 ano C<br><br>12 de maio de 2023 - Organizamos a sala em formato de circulo para proporcionar um bate papo e uma maior interação entre professor e aluno. Nossa aula foi para relembrar sobre os assuntos já trabalhado ao longo dos dias que estamos com eles. Falamos sobre a audiodescrição e nesse momento percebemos que tínhamos uma aluna que ainda não tinha assistido nossa aula, e a turma apresentou a Ana Clara o assunto e a professora Orleane se apresentou através da audiodescrição (parte riquissima da aula), falamos também sobre as línguas de sinais e sobre o CAA, uma espécie de remember com a turma. Na oportunidade pudemos fazer uma reflexão sobre a acessibilidade no cotidiano de vida de cada aluno, pudemos ouvir qual importância teriam as nossas aulas e o que eles levariam para suas vida a partir do conteúdo abordado.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-15 22:14:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>30meilapatricia</author>
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         <description><![CDATA[<div>18 de maio de 2023 - What is Literature?<br>9 ANO B - O que é Literatura? Entramos na segunda sequência didática com as trilhas sobre Literatura. E pensamos que (eu e a pró Mariana), para esse momento conhecer a turma primeiro, bem como os gostos que os alunos tem referente a leitura e quais livros eles leem com frequencia seria o melhor caminho. E se apropriando da ideia que tivemos após assistir a oficina de google forms, da disciplina de Novas Tecnologias, administrada pelo professor Davi, aqui do curso, fizemos um quiz de perguntas e respostas como segue no link: https://forms.gle/UrfpE1wsrVUUxTni9. E percebemos risos e um falar baixinho ao identificarem as suas respostas exposta na lousa digital da sala de multimídia.&nbsp; <br><br>O segundo momento foi super especial, de plena certeza um dia que nos marcou bastante. Fizemos a leitura do texto para introdução o que é Literatura para turma e após falar sobre poetry, prose e drama, a pró Mariana nos trouxe a Lyrics do compositor Mozart na voz de Diana Damrau em formato de ópera: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=YuBeBjqKSGQ">(36) The Magic Flute – Queen of the Night aria (Mozart; Diana Damrau, The Royal Opera) - YouTube</a>. As reações foram diversas dado que estamos numa geração que pouco desconhece do teatro com música e cabe a escola inserir esse novo contexto na vida dos alunos. E a partir daí toda a sala descobriu que a pró Mari também canta e lindamente. Fechamos nossa aula ouvindo too young cantado pela nossa pró através do video no Youtube.&nbsp;Finalizamos a aula com a nuvem de palavras produzida pelos alunos a partir de todo material usado em sala (leitura, video, musica) sobre Literatura.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-21 19:26:48 UTC</pubDate>
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         <author>30meilapatricia</author>
         <link>https://padlet.com/30meilapatricia/j6y7xyla8fwd7k98/wish/2600622090</link>
         <description><![CDATA[<div>19 de maio - 8 ANO C<br><br>Imersão...assim inicio o diário dessa aula me apropriando das palavras de Thauany que definiu que Literatura é imersão para ela. Literatura parte de muitas definições e a imersão é o processo que nos ajuda a absorver, sentir e entender&nbsp; melhor a Literatura. Também iniciamos a aula com forms, buscando compreender e mapear desses alunos quais eram seus gostos e hábitos pela leitura, entender quais gêneros eles tinham como afinidade. E mais uma vez eles se achavam entre as tantas perguntas respondidas. A sala mais uma vez virou um espaço de troca, de conversa. A leitura foi coletiva, e optamos em manter dessa forma por que percebemos que funciona e funciona bem. Tivemos leitura em Inglês da pró Mariana e isso é motivador, falamos de prosa, de poesia e drama, passamos pela opera de Mozart e ao passo de tudo que foi trabalhado, formamos uma nuvem de palavras. Eu tenho adorado falar de Literatura em sala. Conversar e trocar experiências a partir da leitura e com essa geração tem sido além de desafiador, tem sido de muita aprendizagem. E assim vamos misturando experiências vividas no passado (no meu caso) com o experiências ainda vividas no presente/futuro pelos alunos.&nbsp; &nbsp; &nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-22 21:32:26 UTC</pubDate>
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         <title>A Pele nas mídias e nas artes</title>
         <author>30meilapatricia</author>
         <link>https://padlet.com/30meilapatricia/j6y7xyla8fwd7k98/wish/2607261711</link>
         <description><![CDATA[<div>25 de maio/02 de junho de 2023 - A Pele nas mídias e nas artes. Na proposta de trazer para sala de aula uma literatura que pautasse a expressão através da pele, pensamos, eu e a professora Mariana, minha colega de curso em explorar escritas negras e em ambos os contextos de língua. Escritas Inglesas: Tony Morrison, Maya Angelou e escritoras Portuguesas/Brasileiras: Conceição Evaristo e Djamila Ribeiro. Começamos a aula na divisão de grupo para a confecção do Board Inspiration no objetivo de conhecer em processo de curadoria, leitura e pesquisa bibliográficas sobre as autoras. A criação fugia as regras e solicitamos das turmas que buscassem inspirações e criatividades que eles desejassem. A leitura partiu dessa proposta de texto <a href="https://docs.google.com/document/d/1Zs6MF5-A1v_IzNoDtlzsV58u3wAkv9-0hfh-YPWMijA/edit">AUTORAS NEGRAS - Documentos Google</a> e pesquisas que a própria turma trouxe pra sala como proposta de atividade para casa solicitada na aula anterior. A sala de multimídia nos foi de muita utilidade por que usamos dos recursos tecnológicos para chegar acompanhar esse relato da escritora filosofa Djamila <a href="https://www.youtube.com/watch?v=6JEdZQUmdbc">(42) Precisamos romper com os silêncios | Djamila Ribeiro | TEDxSaoPauloSalon - YouTube</a> e que a partir exploramos a fala da autora num processo de compartilhamento de fala com a turma. Não só de vídeos que é feito uma aula, como de música legais também, deixamos a turma escolherem musicas durante o processo de construção do produto final.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-28 17:26:11 UTC</pubDate>
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         <title>A Pele nas mídias e nas artes</title>
         <author>30meilapatricia</author>
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         <description><![CDATA[<div>26 de maio/01 de junho 2023<br>A pele nas mídias e nas artes -&nbsp;Segue em foto a produção de alguns do nossos Board Inspiration com a proposta de retratar a pele Negra nas mídias e nas artes. E me recordo que usamos das revistas e jornais para recorte e solicitamos da turma procurasse algo que relacionasse a pele Negra e percebemos na busca a insatisfação da maioria dos alunos em achar difícil encontrar pessoas negras nas mídias, nas revistas. Perceberam que a maioria das paginas ou algo que estivesse ali relacionado, eram em maioria direcionado a pessoas brancas. Mas o nosso quadro de inspiração foi finalizado com sucesso. Solicitamos, assim como na turma anterior (9 ano B) que eles fizessem pesquisa em casa a respeito da escrita que foi sorteado para a turma.  E para que você entenda, dividimos a turma em grupos e solicitamos que eles retirassem um papel que estava na em baralhado e embalado da nossa mãe e lessem para todos, o nome que referido seria a escritora que eles iriam fazer pesquisa e processo de curadoria m casa e trazer na aula seguinte. Similar a turma anterior a aula foi muito diversa, porque usamos de vídeos e músicas para o andamento da aula. Para finalizar a aula, cada turma foi ao centro da sala e falou sobre a produção e sobre o processo de pesquisa sobre a autora. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-28 17:27:24 UTC</pubDate>
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         <title>Estágio Supervisionado - Ensino Médio</title>
         <author>30meilapatricia</author>
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         <description><![CDATA[<div>28 de Agosto - A primeira visita<br><br>O colégio Deocleciano em minha memoria, foi o colégio que me fazia lembrar o tempo dos meus pais, o tempo em que eles estudaram naquela instituição. E hoje poder adentrar aos portões da escola para administra uma aula, é algo mesmo marcante. Como já havia combinado com a professora Larissa, esse dia, ou melhor essa noite seria reservada apenas para uma observação das turmas e seria um momento de retirar duvidas com a professora. Afinal, também não a conhecia. Pude ao lado da professora, conhecer os alunos e acompanhar o fechamento de nota para a segunda unidade. Esse primeiro momento, também priorizei conhecer o espaço da escola e a direção. Fui bem acolhida pela professora, o que me encorajou a seguir com os planos para a próxima aula.  Ensino médio ainda é um publico que me assusta. Ainda não descobri o porquê, espero que ao longo dos dias essa minha inquietação abra espaço para respostas mais concretas. Ansiosa para a aula de apresentação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-28 17:10:57 UTC</pubDate>
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         <title>Estágio Supervisionado - Ensino Médio</title>
         <author>30meilapatricia</author>
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         <description><![CDATA[<div>04 de Setembro - A minha chegada a turma do EM: 3º ano A.&nbsp;<br>Tínhamos programado para o dia 04 de Setembro, um aulão com foco para o Enem, mas por motivos de demanda da escola, remarcamos uma nova data. Portanto, antecipei a minha aula de apresentação para o 3º ano A. Por motivos de saúde da professora regente, tive que assumi a aula nesse dia. Com muitos anseios, dúvida prossegui. Encontre 22 alunos para assistirem a penúltima e ultima aula da noite. Para o meu plano de aula, para esse dia, fiz uma apresentação falando sobre mim, sobre a instituição de estudo de que venho e a finalidade do estágio. Na sequencia  solicitei que cada aluno se apresentasse. Eu gosto de conhecer o aluno para além da caderneta. Na sequencia, expliquei para eles como seriam os conteúdos e as produções para  a III Unidade (a ultima), falei também como seriam os processos avaliativos para obtenção de nota. Explique que precisaríamos construir um produto final e que a partir daí eles obteriam a nota da unidade. Achei por bem fazer uma dinâmica para descontrair um pouco a tensão de ambas as partes, no inicio não gostaram muito, por que eles teriam que fazer mimicas e adivinhações, porém em poucos minutos percebi uma sala toda  engajada na proposta. Voltei para casa reflexiva sobre essa nova experiência na minha vida. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-06 00:54:29 UTC</pubDate>
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         <title>3 ano B - Nova turma, nova aula</title>
         <author>30meilapatricia</author>
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         <description><![CDATA[<div>E depois de quase 15 dias e feriados, retomo a minha rotina de aula. Esse seria o primeiro dia de aula com a turma do 3 ano B. Ao todo, tivemos 27 alunos na sala. A professora Larissa fez uma apresentação super rápida com a turma sobre o meu estágio e como seriam as aulas durante a minha passagem na aula. Em seguida o comando da sala ficou por minha conta. Pretendo seguir com o plano similar da turma do 3 ano A, porém, na possibilidade de adaptar algo caso seja necessário. A ideia é fazer a turma entender como surgiu a língua Inglesa e a sua importância no mundo.&nbsp; O foco total da minha temática de pesquisa de além de trabalhar os multiletramentos abordando o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), como tema principal. Vamos trazer textos, gêneros textuais, conteúdos gramaticais das provas anteriores e foi assim que propus a turma que nossas aulas e produções seriam produzidas ao longas das aulas e com caráter avaliativo. Essa aula foi massa demais, me identifiquei muito com a turma. Lemos o texto "Cultura Inglesa" buscando uma interpretação melhor sobre o assunto. Cada aluno leu um paragrafo e compartilharam comigo sobre suas duvidas quanto ao assunto. Terminamos a aula com uma dinâmica da Mimica, assim como na turma A, reproduzi para a turma B e pela reação de ambas as turmas, eu percebi que vai ser bom trazer uma dinâmica diferenciada na sala. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-16 18:56:39 UTC</pubDate>
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         <title>3 ano A</title>
         <author>30meilapatricia</author>
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         <description><![CDATA[<div>Retomo na aula de hoje, os mesmos anseios e sensações sentidos na aula passada com a turma A.  A sensação de que essa turma seria, dentre a outra, a turma mais desafiante. Por aqui, tudo é equilíbrio. Dessa vez encontrei uma sala com mais alunos presentes e dispostos a permanecer na aula. Talvez por que tudo seja novo, professora nova, metodologia nova. Consegui nesta aula seguir o que foi proposto pelo plano de aula. Mostrei o caderno do Enem para a turma folhearem, em especifico a parte de Linguagem e me recordo de ter ouvido: "ai professora Enem agora não", eu não me dei por vencida, rs, fui com tudo explicando como seria a proposta da produção para a unidade. Em seguida fui abordada pela aluna me perguntando de quem era aquela prova e que tinha lido a redação inteira e que tinha gostado da introdução do texto. A elogiei por ter analisado de forma crítica a redação. Partimos para a leitura do texto, um breve bate papo a partir do senso comum dos alunos sobre o assunto e fazer aquela leitura de mundo a partir do conhecimento de cada um. Respondemos o questionário, e antes das perguntas eu coloquei o cabeçalho em Inglês, também ouvi "ah professora, ensino fundamental?"rs, porém cada palavra do cabeçalho se torno para eles novo vocabulário na Língua. Percebi que muitos tinha duvida sobre quem eram os Anglos saxões, alguns desconheciam a palavra, desconheciam sobre as tribos e dialetos, o que ao longo da leitura descobrimos muitas coisas juntos. Acho que leitura e respostas no coletivo funciona. Fique mais leve depois dessa aula, muito mais. E assim seguimos eu e os meus alunos nessa nova trajetória. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-20 01:39:07 UTC</pubDate>
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         <title>English Class for Enem </title>
         <author>30meilapatricia</author>
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         <description><![CDATA[<div>25 de Setembro - Aulão com foco para o ENEM para a área de Linguagens :-)<br>Já havíamos (eu e as colegas do curso), decidido ministrar um aulão para os alunos concluintes do 3 ano do Ensino Médio do Colégio Deocleciano, trazendo questões direcionado para a área de linguagem. A aula tinha como objetivo apresentar de forma sistematizada e revisada os conteúdos que caem com mais frequência na prova de Língua Inglesa no exame. O proposito era preparar os alunos para a prova. Conseguimos em dois turnos apresentar para os alunos conteúdos sobre os tempos verbais, Inglês instrumental com técnicas Skimming and Scanning com o auxilio do Reading Comprehension, questões de provas anteriores e dicas e perguntas mais frequentes. Tivemos participações pontuais nos dois turnos. Um dia bastante produtivo, muito bom ter essa parceria com as demais colegas em um trabalho colaborativo.  &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-28 01:21:24 UTC</pubDate>
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