<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Personalidades do Antes e Pós 25 de Abril by Fernanda Freitas</title>
      <link>https://padlet.com/ferfreitasrbe/j6otpiksgs9d</link>
      <description>Mural da História-6º2-Laiz</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-04-24 10:18:58 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-02-26 04:02:00 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>Marcello Caetano</title>
         <author>ferfreitasrbe</author>
         <link>https://padlet.com/ferfreitasrbe/j6otpiksgs9d/wish/167778050</link>
         <description><![CDATA[<div>Marcello José das Neves Alves Caetano, nasceu do dia 17 de agosto de 1906, em Lisboa e faleceu a 26 de outubro de 1980 no Rio de Janeiro.<br><br>Em 1922, Marcello Caetano integrou-se na universidade de direito de Lisboa, em 1927 licenciou-se e em 1931, concluiu os estudos e obteve o título de doutor.<br><br>Alguns anos mais tarde, concorreu para professor de direito na universidade.<br><br>Em 1939 ministrou a cátedra em ciências jurídico-politicas.<br><br>Nos anos trinta, sua carreira foi muito importante, pois focou seu desempenho nas doutrinas do Corporativismo, na história do direito e das instituições.<br><br>Em 1937, publicou o manual de direito administrativo, com dez edições melhoradas até 1973.<br><br>Marcello Caetano apoiou a ditadura militar entre 1926 a 1928.<br><br>Foi ativista da junta escolar de integralismo lusitano, movimento tradicionalista monárquico que repudiava a implantação da república, o estado novo e a (monarquia constitucional), mas rompeu os vínculos com esta agrupação em 1929.<br><br>Em 1928, colaborava no cargo de auditor jurídico do ministro das finanças, no regime autoritário salazarista. Foi também redator da revista de direita, Ordem Nova de linha profundamente tradicionalista.<br><br>Em 1933 colaborou com a redação do estatuto de trabalho nacional e da constituição aplicada no governo de Salazar (constituição de 1933).<br><br>No ano seguinte apresentou o projeto de código administrativo precedido a revisão do mesmo em 1939.<br><br>&nbsp;Em 1940 começou definitivamente o seu trabalho político. É designado por António de Oliveira Salazar nas funções de comissário nacional da Mocidade Portuguesa, criada em 1936, e entre os anos de 1940 a 1944, onde afirmou sua ideologia reformativa e seu pensamento critico perante a condução política de Salazar.<br><br>Desde então, Marcello Caetano é considerado pelo mandatário como crítico que é necessário integrar no regime, não só por seus pensamentos reformativos, mas também pelo seu prestígio e a influência que poderia atingir.<br><br>Salazar procurava para Marcello Caetano um cargo que o mantivesse distanciado da política interna, mas que sirva para que faça parte do governo. Assim, é nomeado ministro das colónias e 1944 até 1947.<br><br>Em 1947, iniciou seu cargo como chefe da comissão executiva da união nacional. Marcello Caetano procurava neste cargo estabelecer algumas reformas e a flexibilização do estado novo, mas logo se desiludiu pela falta de interesse nas mudanças que ele projetava.<br><br>Assim pede a&nbsp; sua demissão da chefia, aceite sua postergação até 1949, ano das eleições da presidência da república. Contudo, Salazar outorga-lhe a&nbsp; presidência da câmara corporativa.<br><br>Posteriormente, foi nomeado ministro da presidência do conselho dos ministros onde permanecera até ao ano de 1958.<br><br>Nesta data, como consequência de uma crise interna do regime, Salazar o afasta de sua posição privilegiada e aceita assumiras funções de presidente da comissão executiva da união nacional. Retorna a docência ocupando o cargo de reitor da universidade de Lisboa de 1959 a 1962.&nbsp;<br><br>Perante o grave estado de saúde de Salazar, que o impedia de continuar ao mandato do país, Américo Tomas pede a Marcello Caetano que seja seu substituto, dando início ao que viria a ser a última fase do regime instituído desde 1933, conhecido como Estado Novo.<br><br>No entanto apresentou um governo de grandes reformas económicas e sociais, existiram várias razões de descontentamento da população, tendo entre as mais importantes a continuação da guerra colonial e a crise petrolífera de 1973 as duas razões no qual levaram a enormes consequências financeiras para o país.<br><br>Isto motivou o golpe militar de 25 de abril de 1974 que derrubou o Estado Novo e o governo de Marcello Caetano, despedido de todos os seus cargos e ordenado seu exílio, em 1975 foi para o Brasil onde continuou com sua atividade académica em varias universidades de Rio de Janeiro e São Paulo, até sua morte em 1980.<br><br>&nbsp;Fonte: wikipedia<br>Laiz Cabral, nº18,&nbsp; 6º2<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2017-04-24 10:21:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ferfreitasrbe/j6otpiksgs9d/wish/167778050</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
