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      <title>A China e a Índia. by Lara Gonzaga</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-11-10 12:32:15 UTC</pubDate>
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         <title>China: um pequeno resumo.</title>
         <author>gonzagalara75</author>
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         <description><![CDATA[<p>A China é um país asiático, possui uma das maiores economias do mundo e também um enorme contingente populacional. Esse país é um dos maiores exportadores de bens. A<strong> China</strong> ou República Popular da China é um país localizado na <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://brasilescola.uol.com.br/geografia/asia.htm">Ásia</a> Oriental e é considerada uma das civilizações mais antigas do mundo. O país possui <strong>uma das</strong> <strong>maiores economias do planeta</strong> e é também a terceira maior nação em extensão territorial. Atualmente, a China é um dos países mais industrializados do mundo, exercendo forte influência na economia mundial. A China também é o país mais populoso do mundo – em 2021, apresentava mais de 1,4 bilhão de habitantes. Para conter o crescimento populacional acelerado adotou, em 1979, a política demográfica do filho único.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-10 12:44:00 UTC</pubDate>
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         <title>1 - China: O dragão asiático.</title>
         <author>gonzagalara75</author>
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         <description><![CDATA[<p>São várias as lendas ou interpretações da figura do dragão no ima-ginário chinês, surgidas como forma de explicar e dar significado às ossadas de dinossauros que eram encontradas. Historicamente, o mito do dragão no Oriente envolve o bem.</p><p>Uma das lendas orientais narra que o dragão foi requisitado pelo deus--criador para participar da criação do mundo, simbolizando, portanto, a sabedoria.</p><p>Na China, os antigos imperadores intitulavam-se “filhos do dragão” , e até hoje muitos chineses se consideram descendentes dessa figura mitológica.</p><p>Berço de uma das mais antigas civilizações, a China é um dos países cuja economia mais cresceu no mundo nos últimos anos, tornando-se o “dra-gão” da economia global. Seu PIB, em 2020, foi de 14,7 trilhões de dólares, superado somente pelo dos Estados Unidos (20,9 trilhões de dólares).</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-10 12:58:29 UTC</pubDate>
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         <title>2 - China: Agropecuária. </title>
         <author>gonzagalara75</author>
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         <description><![CDATA[<p>Segundo o Departamento Nacional de Estatísitcas da China, em 2020, o setor primário do país respondeu por 7,7% do valor de seu PIB; a in-dústria respondeu por 37,8%; e os serviços, por 54,5%. Da sua população economicamente ativa, 23,6% dedicavam-se ao setor primário; 28,7%, à indústria; e o restante, 47,7%, aos serviços – para efeito de comparação, no Brasil, respectivamente, os percentuais são 9,2%; 20,3%; e 70,5%.</p><p>A atividade agropecuária se distribui no território chinês em estreita relação com as condições de seu meio natural. Enquanto nas planícies e nos planaltos do leste e do nordeste as condições favoráveis de clima, solo e recursos hídricos facilitam a agropecuária, na porção oeste, o meio natural impõe restrições por causa da presença de planaltos com desertos de areia e relevo montanhoso com mais de 3 mil metros de altitude.</p><p>A China é o maior produtor mundial de trigo, arroz, algodão, chá e amendoim e o maior importador de grãos e farelo de soja, destacando-se o Brasil como grande fornecedor.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-10 13:08:31 UTC</pubDate>
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         <title>3- China: desigualdades ecônomicas regionais.</title>
         <author>gonzagalara75</author>
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         <description><![CDATA[<p>Em 1979, a China criou quatro Zonas Econômicas Especiais (ZEE), nas quais é permitido às empresas estrangeiras investir capital e tecnologia, em associação ou não com empresas estatais chinesas. Investindo nas ZEE, as empresas gozam de privilégios oferecidos pelo Estado, como facilidades na exportação e na importação. Depois de 1984, foram criadas outras ZEE e também foram dinamizadas catorze cidades portuárias abertas para os investimentos estrangeiros. Essa abertura dinamizou a economia. As dez províncias da fachada litorânea, onde vivem 37% da população chinesa, recebem 80% dos investimentos estrangeiros diretos e são responsáveis por 88% das exportações e 90% das importações. Somente a província de Guangdong realiza 40% do comércio exterior chinês. Uma das consequências dessa política foi aumentar as diferenças entre as regiões costeiras e as do interior do país, que permaneceram à margem do processo de internacionalização, enquanto as primeiras se integram cada vez mais aos fluxos mundiais de produção e trocas comerciais. A prosperidade industrial da China tem provocado grandes deslocamentos populacionais das zonas rurais para as urbanas, acarretando consequências como falta de moradias e problemas de congestionamento de trânsito, lixo urbano, transporte etc. É nesse sentido que se fala que a China está sofrendo uma desruralização.</p><p>As cidades das zonas costeiras do país não absorvem grande parte dessa mão de obra migrante; assim, ampliam-se os mercados informais de trabalho. Ex-camponesas, por exemplo, procuram emprego como domésticas, saindo diariamente dos bairros pobres em direção aos bairros ricos. Surge uma forte tensão entre o mundo operário, estabelecido nas cidades, e o novo setor operário, de origem rural, que busca sobreviver diante das mudanças.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-10 13:17:55 UTC</pubDate>
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         <title>Índia: um pequeno resumo.</title>
         <author>gonzagalara75</author>
         <link>https://padlet.com/gonzagalara75/j5sxh0u5p6t24t38/wish/3209768771</link>
         <description><![CDATA[<p>A Índia é um país asiático localizado no sul do continente, em uma região conhecida como subcontinente indiano. Sua capital é a cidade de Nova Déli. Além de ser um dos maiores países do mundo em extensão, a Índia é o segundo mais populoso, com mais de 1,3 bilhão de habitantes. Considerado um país em desenvolvimento e parte dos Brics, a Índia é um território essencialmente rural, com a maior parcela da população vivendo no campo, e que depende sobretudo das atividades primárias, como a agricultura e a exploração de recursos naturais. Alguns setores da indústria têm apresentado avanços importantes, não obstante a presença de gargalos estruturais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-10 13:45:03 UTC</pubDate>
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         <title>1- Índia: de colônia britânica a país independente</title>
         <author>gonzagalara75</author>
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         <description><![CDATA[<p>Com 3287263 quilômetros quadrados, a Índia localiza-se no sul da Ásia e ocupa a maior parte do subcontinente indiano. Sétimo maior país em extensão do mundo, foi colônia britânica até 1947.</p><p>A partir de 1920, teve início um movimento pela libertação da Índia do domínio britânico, liderado por Mohandas Karamchand Gandhi, depois chamado Mahatma Gandhi (Grande Alma), por causa de sua dedicação à causa indiana e pela forma de conduzir a oposição aos britânicos, baseada na po-lítica da resistência e desobediência civil sem o uso de violência.</p><p>Em 15 de agosto de 1947, os britânicos reconheceram a independência da Índia, que ficou bipartida em dois Estados: a União Indiana, povoada por uma população majoritariamente seguidora da religião hinduísta, e o Paquistão, dividido em Paquistão Oriental e Paquistão Ocidental, ocupado predominantemente por muçulmanos. Em 1971, após muitos conflitos entre várias facções muçulmanas, o Paquistão Oriental proclamou a independência e alterou seu nome para Bangladesh.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-10 13:52:29 UTC</pubDate>
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         <title>2- Índia: desigualdades sociais e econômicas.</title>
         <author>gonzagalara75</author>
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         <description><![CDATA[<p>Grande parte da população indiana padece de fome e de desnutrição, vive em precárias condições de habitação e de saneamento básico, além de enfrentar elevada taxa de desemprego e grande desigualdade na distribuição de rendimentos.</p><p>Segundo estimativas da ONU para o período de 2020-2025, o país apresentou alta taxa de mortalidade infantil de menores de um ano (27‰) e baixa esperança de vida média (70,4 anos); em 2018, apresentou elevada taxa de analfabetismo de pessoas de 15 anos ou mais (24%), entre outros problemas sociais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-10 13:58:56 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>3- Índia: Diversidade linguística, religiosa e étnica.</title>
         <author>gonzagalara75</author>
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         <description><![CDATA[<p>A Índia é um país de grande diversidade linguística. O inglês e o híndi são as línguas oficiais, mas a Constituição indiana reconhece 22 línguas regionais e mais de 1600 dialetos. O híndi é falado por mais de 43% da população, seguido pelo télugo, o bengali, o marati, o tâmil, o urdu e muitas outras.</p><p>Quanto à religião, os dois maiores grupos são formados pelos hinduístas, que representam cerca de 79,8% da população, e pelos seguidores do islamismo, que somam 14,2%. As demais possuem menos seguidores: cristãos, 2,3%; sikhis, 1,7%; budistas, 0,7%; e outros, 1,3%.</p><p>Dois troncos étnicos predominam na Índia: o ariano ou hindu, ao norte, e o dravidiano, ao sul. Ao longo da História, ocorreu grande miscigenação entre eles. Além desses, há os mongóis, que habitam a região montanhosa ao norte do país, e outros grupos étnicos minoritários.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-10 14:04:19 UTC</pubDate>
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         <title>4- Índia: conflitos étnico-culturais e fronteiriços.</title>
         <author>gonzagalara75</author>
         <link>https://padlet.com/gonzagalara75/j5sxh0u5p6t24t38/wish/3209787056</link>
         <description><![CDATA[<p>A sociedade indiana convive com conflitos étnicos, marcados pelo desejo de separatismo por parte de minorias, fato que ameaça sua unidade. Alguns deles estão relacionados ao estabelecimento das fronteiras nacionais a partir das fronteiras coloniais. No noroeste da Índia, no estado do Punjab, são frequentes os conflitos armados envolvendo os sikhis, minoria étnico-religiosa que soma cerca de 26 milhões de pessoas. Os sikhis reivindicam a separação do Punjab da República da Índia, e os indianos se recusam a perder essa rica região agrícola.</p><p>Em um dos grandes conflitos, em 1984, cerca de 1700 adeptos da seita sikhi foram mortos. Os sikhis responderam com o assassinato da primeira ministra Indira Gandhi. As tensões e os conflitos continuam ainda nos dias atuais. São frequentes os confrontos entre hinduístas e muçulmanos em diversas partes do território indiano. O principal deles está na Caxemira, região entre a Índia e o Paquistão, habitada predominantemente por muçulmanos. Dois terços do território da Caxemira são controlados pela Índia, que se nega a abdicar da região. Com o apoio do Paquistão, a população muçulmana da Caxemira reivindica a separação. Em 2001, o Paquistão propôs que se realizasse um plebiscito na Caxemira, quando então seus habitantes se manifestariam sobre o país a que desejariam pertencer. A Índia rejeitou a proposta, mantendo o problema sem solução. Para agravar ainda mais a questão geopolítica da Caxemira, tanto a Índia como o Paquistão detêm tecnologia nuclear e realizam testes nu-cleares para demonstrar suas capacidades destrutivas. As cinco potências nucleares mundiais (Estados Unidos, Reino Unido, Rússia, França e China) repudiam os testes e não conseguiram a adesão dos governos dos dois países ao Tratado de Proibição de Testes Nucleares. Ainda em 2018, a Caxemira continuava sendo um foco de tensão no globo, colocando sob ameaça a coexistência pacífica na Ásia Meridional.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-10 14:13:26 UTC</pubDate>
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