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      <title>ACCS-ENFB89 by Maria Carolina Ortiz</title>
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      <description>Reconhecimento do território quilombola</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-08-30 16:29:48 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>São 686 comunidades quilombolas&nbsp; no total na Bahia (dados de até 2021). Praia Grande foi certificada como comunidade quilombola em 2005.</div><div><br></div><div>Hoje, há 10 comunidades aquí na Bahia aguardando documentação (dados de até 2022). A comunidade de Botelho, em Ilha de Maré, é uma delas (está com pendência no histórico)</div><div><br></div><div>(Fundação Palmares) - Kamila Alves&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-11 13:29:30 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>No cadastro único ( 2019) em Praia Grande:</div><div><br></div><div>122 famílias declararam extrema pobreza (renda mensal de até R$ 89,00 por pessoa), 9 em situação de pobreza (renda mensal por pessoa entre R$89,01 até R$ 178,00 por pessoa) e 18 com baixa renda (quem recebe meio salário mínimo (atuais R$ 550,00) por pessoa e famílias que ganham até 3 salários mínimos).</div><div><br></div><div>(MOPS, 2019) -Kamila Alves&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-11 13:36:22 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>A Fundação Cultural Palmares foi a primeira instituição pública de promoção e preservação de valores culturais, históricos, sociais e econômico de influência negra no Brasil, criada em 1988 pelo Governo Federal. O foco principal da instituição é promover uma política cultural igualitária e inclusiva, que contribua para a valorização da história e das manifestações culturais e artísticas negras brasileiras como patrimônios nacionais (Fundação Palmares - [s.d]) - Caroliny Dantas &nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-11 14:28:47 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>A Ilha de Maré ainda sofre com a falta de infraestrutura básica e com o precário atendimento à saúde.&nbsp;<br>Outra problemática enfrentada pela comunidade são os impactos ambientais, que são comuns às comunidades limítrofes à Baía de Todos os Santos, como a contaminação da baía por resíduos industriais e esgoto residencial (Mapa de Conflitos, 2018) - Caroliny Dantas</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-11 14:40:32 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>As comunidades de Ilha de Maré são negligenciadas pela gestão municipal quanto ao acesso de saneamento básico, sendo comum a precariedade no esgotamento sanitário, manejo de águas pluviais, manejo de resíduos sólidos, controle de vetores e no&nbsp; abastecimento de água e a qualidade desta (CAMARGO e SIQUEIRA, 2020) - Caroliny Dantas&nbsp; &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-11 15:10:32 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Fundação Cultural Palmares, [s.d]. Estrutura Organizacional. Brasília-DF. Disponível em: &lt;https://www.palmares.gov.br/?page_id=95&gt;. Acesso em 11 set. 2022.<br><br></div><div>Laura de Camargo, C., &amp; Maira Costa Siqueira, S. (2020). PRECÁRIAS CONDIÇÕES SANITÁRIAS DA ILHA DE MARÉ: ATÉ QUANDO? . <em>Revista Brasileira De Saúde<br>Funcional</em>, <em>11</em>(1), 13-17. Disponível em:&lt;https://seer-adventista.com.br/ojs3/index.php/RBSF/article/view/1304&gt;.<br>Acesso em: 11 set. 2022.<br><br></div><div>MAPA DE CONFLITOS, Injustiça Ambiental e Saúde no Brasil, 2018. <em>Comunidade da Ilha de Maré luta para afirmar identidade, titular territórios quilombolas e combater práticas de racismo e degradação ambiental</em>. Fiocruz. Disponível em: &lt; http://mapadeconflitos.ensp.fiocruz.br/conflito/ba-comunidade-da-ilha-da-mare-com-apoio-de-movimentos-sociais-e-entidades-publicas-luta-para-afirmar-identidade-titular-territorios-quilombolas-e-combater-praticas-de-racismo-e-degradacao-ambient/#sintese&gt;. Acesso em 11 set. 2022. &nbsp;<br><br>- Caroliny Dantas<br><br>&nbsp; &nbsp;Neves EL, Almeida RO, Costa RSC, Cavalcante MB, Martins L. Modo de vida dos moradores de Ilha de Maré. In: Almeida RO, Neves EL. Caderno Ambiental Ilha de Maré, Salvador – Ba: aspectos históricos, geográficos, socioculturais e físico-químicos. Re. Candombá – Ver. Virtual. 2011 [acesso 20 ago. 2022]; 4(2): 35-44. Disponível em: https://remandocomamare.files.wordpress.com/2013/01/caderno_ambiental_completo_em_pdf_-_vers_o_final_06-01-12.pdf<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-11 15:34:11 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Segundo os dados do Cadastro Único de 2019, nas comunidades de Ilha de Maré existem cerca de 521 famílias que estão em situação de extrema pobreza, 55 em situação de pobreza e 101 são famílias de baixa renda (MOPS, 2022) - Caroliny Dantas&nbsp; &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-11 15:55:08 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>A Ilha de Maré localiza-se na Baía de Todos os Santos, pertencente ao município de Salvador. Itamoabo, Botelho, Santana, Neves, Praia Grande, Bananeiras, Maracanã, Porto dos Cavalos/ Martelo e Caquende são as comunidades que formam a ilha. De acordo com a Fundação Palmares, em Salvador existem quatro comunidades quilombolas certificadas pela Fundação Palmares, dessas três encontram-se na Ilha de Maré. Trata-se das comunidades Praia Grande, Bananeiras e Porto dos Cavalos/Martelo (Fundação Palmares, 2022). - Thaís Eduarda Santos</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-11 15:55:22 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Os moradores da Ilha de Maré vivem a base da agricultura familiar, do artesanato, rendarias, pesca, produção artesanal de doces e da mariscagem na própria ilha e os recursos alcançados, a partir desses trabalhos, são vendidos em regiões próximas (CARNEIRO et al., (2014). - Thaís Eduarda Santos</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-11 16:11:40 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>CARNEIRO, Fernando F. et al. Análise de Contexto Ilha de Maré–Salvador–BA. Observatório da Política Nacional de Saúde Integral das Populações do Campo. <strong>Floresta e Águas. UNB. Brasília/DF</strong>, 2014. - Thaís Eduarda Santos</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-11 16:13:32 UTC</pubDate>
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         <author>guilhermeoliveirafurtado</author>
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         <description><![CDATA[<div>Segundo o Cadastro Único Março de 2019, a faixa etária da população da Ilha de Maré apresentava a seguinte composição:<br>- De 0 a 3 anos de idade: 22 pessoas;<br>- De 4 a 6 anos de idade: 23 pessoas;<br>- De 7 a 10 anos de idade: 28 pessoas;<br>- De 11 a 15 anos de idade: 37 pessoas;<br>- De 16 a 19 anos de idade: 49 pessoas;<br>- De 20 a 24 anos de idade: 43 pessoas;<br>- De 60 anos ou mais: 29 pessoas;&nbsp;&nbsp;<br>(MOPS; 2019) - Guilherme Oliveira Furtado&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-11 17:12:35 UTC</pubDate>
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         <author>guilhermeoliveirafurtado</author>
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         <description><![CDATA[<div>De acordo com o Cadastro Único de março de 2019, 13 famílias residentes na Ilha de Maré apresentaram informes de membros com deficiência.<br>(MOPS; 2019) - Guilherme Oliveira Furtado</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-11 17:52:41 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>A Fundação Cultural Palmares (FCP), desde de 2003, atua na consolidação de práticas pedagógicas de promoção da igualdade racial, dessa forma, contribui para a consolidação, em meios oficiais, dos lugares de memória popularmente constituídos e pouco valorizados pelo Poder Público. É importante destacar que, desde a sua criação, a FCP corrobora para a crítica à data comemorativa de 13 de maio (LOPES; NEVES, 2022).&nbsp; --&nbsp; Vitória de Oliveira Silva<br>&nbsp;<br>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-12 21:13:08 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Segundo ao Censo Demográfico (IBGE, 2010), na Ilha de Maré, há 1292 pessoas residentes em domicílios particulares permanentes, a maior parte da população é idosa, com 332 com 65 anos de idade ou mais e 22 pessoas são analfabetas. Além disso, há 23 domicílios particulares permanentes sem banheiro de uso exclusivo dos moradores e nem sanitários (MOPS). --&nbsp; Vitória de Oliveira Silva&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-12 21:14:31 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;<br><br></div><div>Na região da Ilha de Maré, há 423 pessoas pertencentes a famílias beneficiárias pelo “antigo” Programa Bolsa Família e 162 famílias de extrema pobreza, segundo o Ministério da Cidadania (2019). Na comunidade há 610 pessoas cadastradas no Cadastro Único (MOPS). --&nbsp; Vitória de Oliveira Silva<br>&nbsp;<br>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-12 21:15:08 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>O documentário “Promovendo sustentabilidade em comunidades quilombolas e ribeirinhas” é um potencial vídeo sobre a vida de comunidades quilombolas da Bahia. Além do conceito do que se trata e como se forma um quilombo, a falta de estrutura e compaixão dos órgãos públicos em relação às comunidades e dados sobre a quantia de quilombos certificados existentes, há o enfoque em três quilombos em específico: Moreré, Ilha de Maré e Monte Alagre. O objetivo do longa é dar voz a populações marginalizadas e invizibilizadas e mostrar como a iniciativa de pesquisadores, órgãos de pesquisa, estudantes e dos próprios moradores, consegue sobressair as riquezas e competências que estão presentes em cada localidade. O ponto não é fazer educação e saúde para eles, mas sim construir e desenvolver junto com eles.&nbsp;<br><br></div><div>Para explicitar melhor, comunidades quilombolas são remanescentes de escravos fugitivos. Na colonização muitos fugiam do poder público vigente e se refugiavam em locais para serem livres e continuarem com os seus costumes. Todavia, mesmo conseguindo essa liberdade, ainda hoje a maioria dessas comunidades estão nas amarras desses poderes lutando, por direito, pelo mínimo de apoio governamental em demandas sanitárias, disponibilidade de serviços de saúde, educação, moradia, melhores distribuição de renda e outros.<br><br></div><div>Moreré, a primeira localidade trazida, é descrita como uma comunidade de pescadores, com aproximadamente 300 habitantes. Não há serviços de saúde ou postos, eles vivem basicamente do turismo.&nbsp; Assim sendo, é pontuada a importância dos projetos de pesquisa em diferentes níveis de formação e o efeito da participação dos moradores nessas atividades, visto que além de trazerem seus conhecimentos e ajudar os estudantes e visitantes, eles reconhecem a preocupação e motivação dessas mesmas pessoas em ajudar a comunidade a se desenvolver. Sejam professores, mestrandos, doutorandos, moradores, graduandos, alunos das escolas locais, é ressaltado o valor da troca de conhecimentos e de como, independente do nível de formação, todos aprendem grandemente.&nbsp;<br><br></div><div>Em seguida, há a Ilha de Maré. As adversidades mais sinalizadas dizem respeito ao meio ambiente degradado e ao esgoto à céu aberto que empobrece a paisagem e as condições de saúde. Ao decorrer é trazido o desinteresse dos órgãos públicos e a “facilidade” deles em torná-los invisíveis, já que são locais distantes. Se não fosse o apoio dos órgãos de pesquisa nada seria feito. Ademais, é mencionado como esse apoio das redes de pesquisa ajudaram na aquisição de dinheiro para engatar em um projeto que consistia na construção de uma fábrica de placas acústicas. Essa aplacas são feitas com rejeitos da cana brava (matéria prima para os artesãos construírem cestos) e passam por processos de secagem, trituração, maceração, vãoem misturadores, máquina de vácuo, estufa e aí sim ficam prontas. Além de ser um projeto sustentável, se apresenta como ajuda para fonte de renda dos moradores da comunidade, porém ajustes em equipamentos e outras demandadas fizeram com que essa ideia prosseguisse caminhando a passos lentos.<br><br></div><div>Sobre Monte Alegre, é observada e destacada a desmotivação populacional. É uma comunidade com cerca de 100 habitantes, em que não há postos de saúde e para serem atendidos os moradores precisam se deslocar até Boipeba (outra comunidade próxima). O projeto nesse quilombo promoveu a construção de uma cozinha comunitária, seja para o desenvolvimento de doces ou outras culinárias em que eles possam adquirir renda. Aos poucos é possível notar que alguns já usam da cozinha, como uma professora que leva os seus alunos para atividades, no entanto é um local pouco usufruído.<br><br></div><div>Ao fim do documentário é assinalada a necessidade de trazer soluções para essas comunidades por meio de diferentes maneiras. É mencionada a casa de taipa, que, além de ser uma maneira de baratear custos de na construção, trata-se de uma forma de valorizar a cultura dos ribeirinhos e quilombolas. Muitos moradores não gostaram da ideia, então para eles verem como algo positivo arquitetos e engenheiros foram chamados para as pessoas engatassem&nbsp; interesse.&nbsp;<br><br></div><div>Dessa forma, em resumo, são comunidades belíssimas e ricas em sentido ambiental, variedades de alimentos e formas de se alimentar, produzir e promover comércio (por meio da pesca, mangue, há pessoas que caçam), contudo são empurrados cada vez mais para as margens da sociedade e privados de direitos básicos, como educação acessível e serviços de saúde. Tratam-se de locais com um comércio pouco reconhecido, o que os força a venderem, por valores simbólicos, suas mercadorias para territórios mais reconhecidos, e com que esses últimos lucrem ao revenderem por preços abusivos. Logo, mesmo em meio a diferentes destratos, é possível notar como pequenas iniciativas –que deveriam ser desencadeadas por órgãos públicos e em maiores proporções, diga-se de passagem– fazem total diferença para quem é morador dos quilombos citados.<br><br>- Breve resumo sobre o documentário, Kamila Alves </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-12 21:40:21 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Os principais problemas elencados por pesquisadores na Ilha de Maré são: falta de saneamento básico, precariedade na distribuição de água potável, dificuldade de acesso à saúde e a área continental (prejudicando questões empregatícias, de saúde, de educação, etc), e a falta de assistência governamental para o desenvolvimento daquelas comunidades. Além disso, há contaminação da baía por resíduos industriais e esgoto residencial. “Sou pertencente a uma terra de preto, a Ilha de Maré (...) onde os mangues são pichados com acidentes de navio da refinaria e terminal marítimo. Temos acidente com óleo, mas os maiores não são acidentes, são os fatos do cotidiano. Os produtos [poluidores] são liberados no ambiente por fuga no transporte ou na limpeza do pátio [dos navios]. A ilha está exposta a poluição e contaminação pelo ar e pelas águas; gases e sólidos no vento e no mar, contaminando os bancos pesqueiros” (fala de uma liderança da ANP (Agência Nacional de Pescadores) apud NINIS et al., 2021). -- Vitória de Oliveira Silva</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-12 23:44:09 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A Ilha de Maré é formada por 5 comunidades quilombolas: Bananeiras, Praia Grande, Porto dos Cavalos, Martelo e Ponta Grossa da Ilha de Maré. Segundo a Fundação Cultural dos Palmares (FCP), essas comunidades lutavam, desses a década de 1990, pelo reconhecimento de sua identidade étnica e pela demarcação de seu território nacional. Só entre dezembro de 2004 e setembro de 2005 que essas comunidades fora oficialmente reconhecidas pela FCP (órgão ligado ao Ministério da Cultura) e tiveram seu processo de identificação e demarcação iniciado em setembro de 2006 junto ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) &nbsp; (Mapa de Conflitos, Fiocruz, 2018).&nbsp; -- Vitória de Oliveira Silva</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-12 23:45:32 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Fundação Cultural Palmares, [s.d]. Estrutura Organizacional. Brasília-DF. Disponível em: &lt;https://www.palmares.gov.br/?page_id=95&gt;. Acesso em 11 set. 2022.&nbsp;<br><br></div><div>Laura de Camargo, C., &amp; Maira Costa Siqueira, S. (2020). PRECÁRIAS CONDIÇÕES SANITÁRIAS DA ILHA DE MARÉ: ATÉ QUANDO? . <em>Revista Brasileira De Saúde<br>&nbsp;Funcional</em>, <em>11</em>(1), 13-17. Disponível em:&lt;https://seer-adventista.com.br/ojs3/index.php/RBSF/article/view/1304&gt;.<br> Acesso em: 12 set. 2022.<br> <br>LOPES, Juliana Serzedello Crespim; NEVES, Paulo Sérgio da Costa. Quando a memória é o pomo da discórdia: o 13 de maio de 2020 e a Fundação Palmares. <strong>Revista de História (São Paulo)</strong>, 2022.<br>&nbsp;<br>&nbsp;<br><br></div><div>MAPA DE CONFLITOS, Injustiça Ambiental e Saúde no Brasil, 2018. <em>Comunidade da Ilha de Maré luta para afirmar<br>identidade, titular territórios quilombolas e combater práticas de racismo e<br>degradação ambiental</em>. Fiocruz. Disponível em: &lt;<br>http://mapadeconflitos.ensp.fiocruz.br/conflito/ba-comunidade-da-ilha-da-mare-com-apoio-de-movimentos-sociais-e-entidades-publicas-luta-para-afirmar-identidade-titular-territorios-quilombolas-e-combater-praticas-de-racismo-e-degradacao-ambient/#sintese&gt;.<br>Acesso em 12 set. 2022. &nbsp;<br><br></div><div>NINIS, Alessandra Bortoni et al. Territórios Sustentáveis e Saudáveis: experiências de saúde ambiental territorializadas-Desdobramentos e Perspectivas. <strong>Territórios Sustentáveis e Saudáveis: experiências de saúde ambiental territorializadas, Volume 3-Desdobramentos e Perspectivas</strong>, 2021.<br>&nbsp;<br> RÜCKERT, Bianca. Valorização dos saberes populares de cuidado em saúde na Ilha de Maré–Salvador, Bahia.<br>&nbsp;<br> - Referências – Vitória de Oliveira Silva<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-13 01:11:23 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;<br><br></div><div>O documentário “Promovendo sustentabilidade em comunidades quilombolas e ribeirinhas”, desenvolvido pelo Grupo Crescer (Grupo de Estudos da Saúde da Criança e do Adolescente, criado em 1993, o qual desenvolve atividades de pesquisa, ensino e extensão com foco em aspectos que interferem nas condições de saúde da criança e do adolescente com ênfase às questões étnico-raciais), discorre sobre a Ilha de Maré, potencialidades e desafios.&nbsp;<br>&nbsp;O vídeo conta com a participação de pessoas da comunidade, profª Drª Climene Laura e colaboradores do projeto (acadêmicos, pós-graduandos, voluntários, parceiros, etc).&nbsp;</div><div><br>&nbsp;Climene descreve o projeto que vêm desenvolvendo por muitos anos na Ilha de Maré, o qual, visa preservar o conhecimento tradicional da comunidade e promover saúde. No vídeo, são enfatizadas três comunidades: Ilha de Maré, Monte Alegre e Mareré (não quilombola – formada, majoritariamente, por pescadores).&nbsp;<br>&nbsp;<br>&nbsp;De início, explica-se sobre a comunidade quilombola ser representada por um grupo de pessoas que compartilham e perpetuam uma ancestralidade, em comum, visto que, os quilombolas são remanescentes de negros escravizados que fugiam do poder público que queriam escravizá-los e, hoje, os quilombolas são livres, mas vivem em apoio do poder público.&nbsp;<br>&nbsp;Ao desenrolar do documentário é evidenciada a exclusão e marginalização dos moradores de tais comunidades, perceptível nas dificuldades de acesso a geração de renda, moradias dignas, saúde, educação, saneamento básico, água potável, dentre outros.&nbsp;<br><br></div><div>Nesse sentido, o filme potencializa a importância da geração de renda para o desenvolvimento das pessoas nativas daquelas comunidades – uma renda obtida, para além da extração. Com isso, o projeto de profª Climene e colaboradores, com grandes dificuldades, auxilia na fabricação de Placas Acústicas, doces caseiros e persianas artesanais, como produções que apresentam grande potencial de venda e, consequentemente, de renda.&nbsp;<br>&nbsp;<br>&nbsp;Fica claro, ao assistir o documentário a relação do projeto voltado para a promoção da saúde, pensando na saúde por meio do seu conceito ampliado, com foco nos Determinantes Sociais da Saúde, buscando a equidade.&nbsp;<br>&nbsp;<br>&nbsp;Por fim, através dos depoimentos mostrados de pessoas da comunidade os benefícios desse Projeto, que apesar das dificuldades de estímulo, de diferença de percepção, de acesso à informação, entre outras, foi/é&nbsp; capaz de transformar a vida de muitas pessoas e “plantar a semente de esperança” naquelas comunidades.&nbsp;<br>&nbsp;<br>&nbsp;<br><br></div><div>(Vitória de Oliveira Silva)&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-13 01:12:31 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>iaslanebonfim</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ilha de maré é uma das 56 ilhas que compõe a Bahia de todos os Santos, e pertence a Região Administrativa de Salvador. Possui uma área de cerca de 14 km², localizada a aproximadamente 15 km² de Salvador.&nbsp; A região ainda conserva características naturais e o único acesso a capital se dá através do transporte marítimo (Neves et al.2011)&nbsp; - Iaslane Bonfim &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-13 04:22:45 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Estudos de Carneiro, Pessoa e Soares (2017) mostram que Ilha de Maré apresentou no ano de 2010 um Índice de Desenvolvimento Humano Municipal -IDHM de 0,578, considerado baixo e que coloca a ilha na 399° posição dentre as 401 unidades avaliadas no município de Salvador. (Carlos Eduardo C. Garrido)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-13 23:24:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>CARNEIRO, F.F.; PESSOA, V.M.; SOARES, R.A.S. Análise de contexto Ilha de Maré Salvador (BA). Núcleo de Estudos em Saúde Pública. Observatório de Políticas de Saúde Integral das Populações do Campo e Florestas. Ministério da Saúde. Relatório nov. 2014. 23p. Universidade de Brasília (UnB). Disponível em: http://www.saudeNcampofloresta.unb.br/wp-content/uploads/2014/09/Ilha-de-Mar% C3%A9.pd&nbsp; Acesso em: 10/08/2022.<br><br>CARVALHO,&nbsp; Ingrid Gil Sales; et al.&nbsp; Por um diálogo de saberes entre pescadores artesanais, marisqueiras e o direito ambiental do trabalho. IN: Revista Ciência &amp; Saúde Coletiva, 19(10):4011-4022, 2014.&nbsp;<br><br>PENA, P.G.L; FREITAS, M.C.S; CARDIMM, A. Trabalho artesanal, cadências infernais e lesões por esforços repetitivos: estudo de caso em uma comunidade de mariscadeiras na Ilha de Maré, Bahia. Ciência &amp; Saúde Coletiva, 16(8):3383-3392, 2011. &nbsp;<br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-13 23:27:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>PENA, FREITAS &amp; CARDIMM (2011) observaram que 77,6% da população de Ilha de Maré com cinco anos ou mais é alfabetizada, sendo comum o afastamento de crianças e jovens das atividades escolares pelo trabalho da mariscagem e pesca.&nbsp;<br>Corroboram a esta afirmação, os dados publicados no PNUD (2014) que apontam uma evasão escolar na medida em que avançam as séries e a idade . Quanto a isso, identificou-se que na Ilha de Maré, em 2010 a proporção de crianças de 11 a 13 anos frequentando os anos finais do ensino fundamental é de 77,44%; a proporção de jovens de 15 a 17 anos com ensino fundamental completo é de 36,33%; e a proporção de jovens de 18 a 20 anos com ensino médio completo é de 15,13%.<br>(Carlos Eduardo C. Garrido)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-13 23:45:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O abastecimento de água da rede geral acontece em 95% dos domicílios;<br>&nbsp;3,7% dos domicílios permanente dispõem dos serviços de saneamento básico adequado;<br>&nbsp;Apenas 4,2% do esgoto é despejado na rede geral de esgoto, boa parte dos dejetos vão diretamente nos mangues, rios e mar. (Carvalho et al., 2014 apud IBGE, 2010) - Carlos Eduardo C. Garrido.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-14 00:17:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>iaslanebonfim</author>
         <link>https://padlet.com/carolwhitaker97/j5qhb233n6ta5okz/wish/2295344601</link>
         <description><![CDATA[<div>O problema da poluição na região tem se agravado visto que, além de dificuldades com falta de coleta de lixo e saneamento básico, que geram resíduos, a polução por fábricas também é frequente.&nbsp; A refinaria Landulfo Alves já apresentou diversos episódios de derramamento de óleo, prejudicial para a fauna marinha, que é fonte de renda para região, a exemplo de mariscos e peixes. &nbsp; Além disso, empresas do Porto de Aratu tem provocado liberação de substancias tóxicas a saúde.&nbsp; (Neves et al. 2011; Rodin, 2021) - Iaslane Bonfim&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-14 00:33:42 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>iaslanebonfim</author>
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         <description><![CDATA[<div>Rodin, Patricia. Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais [online]. 2021, v. 23 [Acessado&nbsp;13 Setembro 2022] , e202133. Disponível em: &lt;https://doi.org/10.22296/2317-1529.rbeur.202133pt https://doi.org/10.22296/2317-1529.rbeur.202133en&gt;. Epub 12&nbsp;Jan&nbsp;2022. ISSN 2317-1529. https://doi.org/10.22296/2317-1529.rbeur.202133pt.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-14 00:39:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Em ilha de maré há negligencias ambientais nas quais afetam todas as comunidades quilombolas. Em setembro de 2010, o Observatório Quilombola denunciou que os impactos socioambientais da degradação causada pelo Porto de Aratu voltaram a ocasionar protestos. Ocorreram denúncias levadas por pescadores de: poluição hídrica e atmosférica; irregularidades ambientais derivadas da falta de licenciamento do porto; falta de atuação dos órgãos ambientais diante das práticas degradantes levadas a cabo pelas empresas situadas perto do porto; ausência de estudos relacionados aos riscos que a população local estaria exposta face à poluição provocada pelas indústrias químicas ali instaladas; impactos ambientais provocados pela dragagem realizada a fim de aumentar a competitividade do porto, processo que estaria causando a mortandade de peixes e prejudicando os pescadores, além do risco à saúde dos moradores representado pela suspensão de sedimentos do fundo da baía, contaminados por resíduos tóxicos.</div><div>Além disso, a comunidade sofria com problemas respiratórios, de visão e outras doenças ligadas às substâncias químicas, como amônia, xileno, soda cáustica e nafta petroquímica que podem ser associadas à falta de fiscalização dos portos, tornando-se um agrave à saúde e bem-estar das comunidades quilombolas de ilha de maré. ( mapa de conflitos, 2022) - Bruna Correia</div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-14 01:06:37 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>ANJOS, Juracy. Nativos da Ilha de Maré adoecem devido à poluição por produtos tóxicos. A Tarde, Salvador, 08 mar. 2010. Disponível em: &lt;https://bit.ly/2Npwv9h&gt;. Acesso em: 28 set. 2010.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-09-14 01:09:07 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>iaslanebonfim</author>
         <link>https://padlet.com/carolwhitaker97/j5qhb233n6ta5okz/wish/2295396818</link>
         <description><![CDATA[<div>O documentário faz um apanhado de três comunidades quilombolas: Moreré, Ilha de Maré e Monte Alegre. Apresenta-se o conceito de um quilombo e de como eles são formados e quantidade de quilombos existentes reconhecidos. Os quilombos são comunidades formadas por grupos étnico-raciais de pele preta, e possuem relações com a terra, ancestralidade e um histórico de resistência durante a escravidão .<br>Tais comunidades remanescentes, apesar das belezas, convivem com as desigualdades sociais, isolamento geográfico, baixos níveis socioeconômicos e de escolaridade, esgotamento sanitário inadequado, falta de coleta de lixo adequada, falta de água, e com renda informal, vinda principalmente do trabalho manual, o que reflete no comprometimento da qualidade de vida e nos indicadores de saúde.&nbsp;<br>O documentário traz uma visão sobre a vida na comunidade quilombola, levando a uma reflexão importante, principalmente em relação ao descaso com a região, segregação socioeconômica, estrutural e ambiental, o que leva a uma situação de vulnerabilidade.&nbsp; As condições de acesso e promoção a saúde também é um ponto importante, visto que Moreré e Monte Alegre nem se quer contam com um serviço de saúde, sendo necessário deslocamento para outras regiões.<br>Promover visibilidade e ações de desenvolvimento para essas regiões é de extrema importância. Pode-se observar que ações realizadas por grupo de pesquisa, em ação conjunta entre universidade e comunidade são importantes meios de estimular a região.&nbsp; São apresentadas atividades desenvolvidas nas comunidades, a exemplo da fabricação das placas acústicas, feito com rejeitos da planta Canabrava, material que seria descartado. Tais atividades além de auxiliarem o meio ambiente de forma sustentável, geram renda e melhoram o convívio em comunidade. Porém, ainda falta investimento e recursos para que os projetos se expandam de forma efetiva.&nbsp; Desenvolver e implementar ações que atendam à essa população é imprescindível para minimizar situações de exclusão e negação de direitos vivenciados. - Iaslane Bonfim<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-14 01:13:31 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>guilhermeoliveirafurtado</author>
         <link>https://padlet.com/carolwhitaker97/j5qhb233n6ta5okz/wish/2296041600</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>RESENHA CRÍTICA ACERCA DO DOCUMENTÁRIO “PROMOVENDO SUSTENTABILIDADE EM COMUNIDADES QUILOMBOLAS”<br></strong><br></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div>DE CAMARGO, Climene Laura. <strong>Documentário CRESCER.</strong> You Tube, 12 de setembro de 2021. Disponível em: &lt;<a href="https://www.youtube.com/watch?v=wA5scTonvFM&amp;list=TLPQMTMwOTIwMjJ8gkW3r5wNTQ&amp;index=1">https://www.youtube.com/watch?v=wA5scTonvFM&amp;list=TLPQMTMwOTIwMjJ8gkW3r5wNTQ&amp;index=1</a> &gt;. Acesso em:&nbsp; 10 de setembro de 2022.<br><br></div><div>1) DADOS SOBRE A AUTORA:<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Climene de Laura Camargo, docente titular da Escola de Enfermagem da Universidade Federal da Bahia, tem Pós-doutorado em Sociologia da Saúde pela Universidade René Descartes/Sorbonne- França. Ademais, apresenta experiência na área de Enfermagem com ênfase em Saúde da Criança e do Adolescente; Violência e Saúde da População Negra. Atua também coordenando o Grupo de Estudos da Criança e do Adolescente – Grupo CRESCER.&nbsp;<br><br></div><div>2) SOBRE A OBRA DOCUMENTAL:<br><br></div><div>O documentário “Promovendo sustentabilidade em comunidades quilombolas”, expõe o contraponto da riqueza natural da Ilha de Maré, localizada no município de Salvador Bahia, com os elevados índices de pobreza desta comunidade e, o consequente alijamento desta perante às assistências básicas, tanto em nível de saneamento quanto de acessibilidade educacional. Sob a perspectiva sócio-cultural-econômica e ambiental, a Ilha de Maré foi escolhida como área a ser protegida e empoderada, nos cenários da sustentabilidade, economia e bem-estar, por meio do desenvolvimento do ideal de educação em saúde. Tal projeto desencadeou resultados positivos devido à dialogicidade do mesmo, ao permitir que, a comunidade local, reflexione acerca das potencialidades e limitações que o espaço geográfico habitado possui.&nbsp;<br><br></div><div>Diante dessas noções acerca das potencialidades e limitações existentes na Ilha foram desenvolvidos projetos socioeconômicos tais como a produção de placas acústicas, o fomento ao artesanato de cestos, persianas e, até mesmo o incentivo para a produção do doce de banana. Esses projetos são oriundos da parceria estabelecida entre as comunidades acadêmica e local, com fins de agregar conhecimentos além de gerar renda para a população peninsular. Mediante a essa possibilidade de empoderamento, observa-se, porém, certa resistência à algumas formas de projeto, por parte de alguns habitantes da comunidade. Isso decorre da presença de ideais machistas e sexistas difundidos na sociedade ao longo das gerações. Todavia, apesar desses entraves, os projetos têm apresentado benefícios indispensáveis, capazes de manter costumes locais que reforçam a identidade quilombola e, transformam as racionalidades de conhecimentos a partir da reflexão acerca de questões sociais normalizadas ao longo dos anos.<br><br></div><div>Diante dessa produção documental é evidente que a mesma retrata, de forma sólida e objetiva, os ganhos bidirecionais em que as comunidades quilombolas e acadêmicas tiveram com as trocas de conhecimentos e, consequente desenvolvimento de projetos para a autonomia e sustentabilidade da comunidade quilombola de Ilha de Maré. O documentário é fruto de uma entrega, de um compartilhamento dialógico, multidisciplinar e de acolhimento que resulta em um processo de busca de transformações em prol do bem-estar das comunidades negras e periféricas alijadas pelas práticas políticas elitistas. Desta forma, mediante a essas experiências de resistência, o telespectador desperta-se para a importância da escuta e das lutas das populações negras e quilombolas que possuem como objetivo, o alcance dos seus direitos e deveres assegurados, na teoria, pela Constituição cidadã, mas que, na prática, está bem aquém do ideal.<br><br>- Guilherme Oliveira Furtado</div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-14 09:41:34 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Resenha sobre o Documentário: PROMOVENDO SUSTENTABILIDADE EM COMUNIDADES QUILOMBOLAS E RIBEIRINHAS </title>
         <author>carolinydantas</author>
         <link>https://padlet.com/carolwhitaker97/j5qhb233n6ta5okz/wish/2296143066</link>
         <description><![CDATA[<div>O documentário desenvolvido pelo Grupo CRESCER (Grupo de Estudos da Saúde da Criança e do Adolescente), intitulado como “Promovendo Sustentabilidade em Comunidades Quilombolas e Ribeirinhas”, mostra um pouco da realidade de três comunidades, sendo elas: Ilha de Maré, Moreré e Monte Alegre que são bem parecidas tanto naturalmente quanto socialmente e, como elas se interrelacionam a partir de demandas comuns. Sendo assim, inicialmente podemos notar que o que mais chama atenção é que nessas comunidades há uma grande abundância da natureza, mas, estas enfrentam vários problemas comuns, em destaque a pobreza.&nbsp;<br><br></div><div>As populações que vivem nesses locais, em síntese são esquecidas pelo poder público. As mesmas encontram-se em condições precárias de saúde, com saneamento básico ineficaz ou inexistente em alguns locais, sem acesso à água de qualidade, serviços de saúde, educação e outros. Ou seja, a qualidade de vida dessas pessoas está ameaçada, visto que os determinantes sociais influenciam na saúde dos indivíduos. Assim, foi por esse motivo que surgiu o interesse da Professora e Coordenadora do Projeto CRESCER Climene Laura de Camargo, em tentar trazer melhor qualidade de vida e saúde para essas pessoas através do desenvolvimento sustentável.&nbsp;<br><br></div><div>As comunidades mencionadas anteriormente são formadas por povos quilombolas (exceto Moreré que é uma comunidade pesqueira), que tem como principais fontes de renda a pesca, o artesanato e o turismo, não igualmente.&nbsp; Um dos pontos que traz relevância a se pensar é que as pessoas que vivem nessas comunidades apresentam o sentimento muito forte de pertencimento e também de conhecimentos históricos. Sendo assim, é a partir dessa característica que o projeto CRESCER trabalha com as comunidades, valorizando esses conhecimentos e adotando práticas de educação e saúde que vão fortalecer essas localidades.<br><br></div><div>Sendo assim, um dos primeiros trabalhos desenvolvidos foi com a AMAMOS (Associação de Moradores e Amigos de Moreré e Monte Alegre), sendo um ponto inicial de mudanças na comunidade, a partir da implementação da cozinha comunitária, que usou de um conhecimento comum e recorrente da comunidade que é a culinária na tentativa de auxiliar as pessoas a adquirir uma outra fonte de renda, criando então a cooperativa de doces. Além disso, da mesma forma é relatado no documentário a implementação também da produção de conchas acústicas, que tem o mesmo objetivo, aproveitar a potencialidade da comunidade para melhoria de vida das populações que vive nela.&nbsp;<br><br></div><div>Sendo assim, a análise do documentário nos permite identificar o quanto foi e ainda é importante a presença de instituições que possam tentar compreender quais são as dificuldades dessas pessoas e como podemos ajudá-las sem que seja imposto nenhum tipo de saber, mas sim que seja construído de forma conjunta condições de vida melhor para estes, visando também a troca de conhecimentos.&nbsp;<br><br>(Caroliny Dantas)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-14 11:06:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O vídeo relata alguns aspectos de comunidades de Moreré, Ilha de Maré e Monte Alegre na Bahia. Mostra a dura realidade de pessoas remanescentes de quilombos que por múltiplos motivos vivem em refúgios paradisíacos naturais contrastando com a pobreza e alijamento em relação a políticas públicas e ações sociais que garantam direitos básicos constitucionais como saúde, educação, moradia, saneamento básico, trabalho e renda.<br><br></div><div>Essas comunidades sobrevivem basicamente de turismo, no caso de Moreré, e do extrativismo (pesca, mariscagem) e artesanato (confecção de cestos de palha, rendas). Em atenção a demanda das próprias comunidades de aferição de renda, a Professora Climene ampliou o escopo do seu projeto, que inicialmente era para educação em saúde e passou a atuar para o desenvolvimento sustentável da região.&nbsp;<br><br></div><div>Como primeira ação, instalou cozinha experimental e promoveu curso de confecção de doces artesanais; depois criou uma fábrica de persianas artesanais e artefatos acústicos em parceria com profissionais, universidades e órgãos de fomento a pesquisas.<br><br></div><div>Depõe contra a cinergia criada pelo projeto, a desmotivação da população em monte alegre e o preconceito com a atividade de cozinhar por parte dos homens em Moreré e Ilha de Maré, que atribuem essa atividade às mulheres; a falta de estrutura sócioambiental, a baixa escolaridade.<br><br></div><div>Apesar dos pesares, o projeto deu frutos na comunidade de Monte Alegre, onde a cozinha já implementou a fabricação de biscoitos incluindo as crianças da escola local, apelidada de "bolachinhas"; em Moreré a comercialização das persianas e placas acústicas ganhou parceria com uma empresa; e houve também o enaltecimento e reconhecimento da cultura das casas de taipa.<br>Por Carlos Eduardo C. Garrido.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-14 14:30:22 UTC</pubDate>
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         <title>No documentário “CRESCER” nota-se que a população tem um apego a cultura e a região, na qual a maioria vive da pesca e da mariscagem tanto para consumo quanto para venda. Apesar da região ser rica em sua fauna existe muita pobreza e desigualdades, pois as comunidades quilombolas não tem acesso ao ensino completo e não há um suporte público devido na educação, saúde e no desenvolvimento populacional. A professora e doutora Climende Laura de Camargo disse: “ o desenvolvimento sustentável é quando você utiliza a riqueza de um povo de uma região para o bem desse próprio povo, você cuida da fauna, cuida da região e cuida dessas pessoas”, nesse sentido, o projeto no qual vários alunos participam e assim promove e atende algumas necessidades das comunidades quilombolas como o projeto culinário que fornece para comunidade outro meio de renda a partir de doces caseiros, a produção de artesanatos e a utilização de cana brava para produção de placas acústicas. Sendo assim, portanto, as maiores dificuldades da comunidade quilombola é o acesso à informação por ser um lugar geograficamente isolado e a ausência de investimentos públicos, principalmente em relação a educação, saneamento básico e saúde desse povo. - Bruna Correia</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-09-14 15:55:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>SILVA, Fátima Cristina Cunha Maia et al. A Luta das Pescadoras Artesanais da Ilha de Maré em Defesa do seu Território. <strong>revista ANTHROPOLÓGICAS</strong>, p. 111. Disponivel em:https://periodicos.ufpe.br/revistas/revistaanthropologicas/article/viewFile/248415/38615 Acesso em 13/09/22</div>]]></description>
         <enclosure url="https://periodicos.ufpe.br/revistas/revistaanthropologicas/article/viewFile/248415/38615" />
         <pubDate>2022-09-14 18:35:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;O acesso à Ilha implica em um grande desafio, pois as vias de acesso se dão por meio de São Tomé do Paripe, Salvador ou dos Distritos de Passé e Caboto, ambos de difícil percurso, pertencentes ao município de Candeias. As embarcações na sua maioria são de pequeno porte e a motor. Análogo, no interior da ilha não existem carros tampouco transporte público, de modo que a locomoção das pessoas e de cargas se dá por meio de cavalos, bicicletas e carros de mão. <br>(SILVA et al.) Luciana Dias</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-14 18:37:02 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A contaminação ambiental&nbsp; afeta não só o ambiente, mas a saúde de uma população inteira e, portanto, atinge diretamente o exercício do trabalho e a subsistência dos moradores da Ilha e, concomitantemente, a saúde e a vida da população das águas.&nbsp;<br>(Silva et al) Luciana Dias</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-14 18:45:58 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Segundo dados do SISVAN (Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional), No&nbsp;</div><div>Relatórios do Estado nutricional dos indivíduos acompanhados por período, fase do ciclo da vida e índice do Ano de&nbsp; 2018 de todos os meses, na Fase da Vida: ADOLESCENTE de ambos os sexos da ilha de Maré, de um total de 309, cerca de 239 adolescentes&nbsp; (77,35%) estava com eutrofia, 30 adolescentes (9,71%) estavam com sobrepeso, 17 adolescentes&nbsp; (5,5%) estavam com obesidade e 9 adolescentes (2,91%) estavam com superobesidade. - kaique lisboa&nbsp;</div><div><br></div><div>Referência:&nbsp;</div><div>SISVAN. Disponível em: &lt;<a href="http://sisaps.saude.gov.br/sisvan/relatoriopublico/index">http://sisaps.saude.gov.br/sisvan/relatoriopublico/index</a>&gt;.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-14 20:55:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Uma importante função da fundação palmares e´ certificar e legitimar comunidades quilombolas perante a lei, para que as comunidades&nbsp; tenham seus documentos reconhecidos e seus direitos assegurados perante a sociedade. desde seus quase 30 anos de existência a&nbsp; fundação já emitiu cerca de 2.476 certificados para as comunidades quilombolas, onde o&nbsp; documento reconhece os direitos das comunidades quilombolas e dá acesso aos programas sociais do Governo Federal. É referência na promoção, fomento e preservação das manifestações culturais negras e no apoio e difusão da Lei 10.639/03, que torna obrigatório o ensino da História da África e Afro-brasileira nas escolas. Dessa forma a fundação palmares distribuiu publicações que promovam, discutem e incentivam a preservação da cultura afro-brasileira. - kaique lisboa&nbsp;</div><div><br></div><div>Referência:&nbsp;</div><div>Fundação Palmares. Disponível em: &lt;https://www.to.gov.br/sectur/fundacao-palmares/1la53dxkyxoe&gt;. Acesso em: 14 set. 2022.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-14 20:56:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>De acordo com uma pesquisa feita pela Câmara Municipal de Salvador, especificamente pela vereadora Maria Marighella, em 10 de Março de 2022, onde recolheu informações sobre problemas e dificuldades existentes na Ilha de Maré. A presidente da Frente Parlamentar Mista Ambientalista da Câmara Municipal de Salvador afirma que:&nbsp;</div><div>"A comunidade denunciou a contaminação das águas, a perseguição às lideranças comunitárias, destruição do manguezal na foz do Rio Aratu, ausência de saneamento e gestão de resíduos, falta de diálogo e participação social nos processos decisórios, contaminação química da Baía de Todos os Santos pelas atividades portuárias e rejeitos industriais, a existência de apenas uma escola municipal e um posto de saúde no território e a falta de acessibilidade e vias entre as comunidades quilombolas e estruturação para os deslocamentos locais e com o continente" (MARIGHELLA, 2022).&nbsp;</div><div>É notório como as comunidades quilombolas do território da ilha de maré estão sujeitos às diversas violências por meio institucional e vale destacar o grau de importância das políticas públicas e da asseguração de todos os direitos previstos para as comunidades quilombolas da Ilha de Maré. - kaique lisboa&nbsp;</div><div><br></div><div>Referência:&nbsp;</div><div>Maria Marighella visita Ilha de Maré e denuncia racismo ambiental. Disponível em: &lt;https://www.cms.ba.gov.br/noticias/14-03-2022-maria-marighella-visita-ilha-de-mare-e-denuncia-racismo-ambiental#:~:text=Como%20relata%20Marighella%2C%20a%20comunidade&gt;. Acesso em: 12 set. 2022.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-14 20:57:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>matheustg</author>
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         <description><![CDATA[<div>De acordo com dados da Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (CONDER) encontrados no Observatório de de Bairros Salvador (2018), os índices de&nbsp; áreas verdes de Ilha de Maré caiu 25,11% entre os anos de 2001 e 2009. Em contrapartida, o total de domicílios cresceu 28,96% entre 2000 e 2010 (excluindo os domicílios classificados como <em>Particulares improvisados</em>).&nbsp;<br>(ROCHA; ARAÚJO, 2020) - Matheus Teixeira Gonçalves</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-14 22:20:14 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>matheustg</author>
         <link>https://padlet.com/carolwhitaker97/j5qhb233n6ta5okz/wish/2297176995</link>
         <description><![CDATA[<div>Segundo Zagatto e Souza (2020), as comunidades quilombolas de Ilha de Maré sofrem os efeitos da necropolítica ambiental originadas em conflitos e crimes socioambientais acometidos na região. Dessa forma, essa política possui diferentes temporalidades e apresenta complexas articulações entre suas dimensões, que se fundamentam no ritmo acelerado do capitalismo e tende a provocar acréscimos na produção de dejetos para atender a demanda do capital;&nbsp; na rápida degradação dos ecossistemas, sem o tempo necessário para sua recuperação; nos impactos a longo prazo na saúde e economia da população gerados pelo acúmulo paulatino de substâncias tóxicas nos humanos e seres vivos que sustentam a economia pesqueira e marisqueira da comunidade; e nos instrumentos burocráticos de protelação que silenciam aqueles que confrontam essa realidade (ZAGATTO; SOUZA, 2020). <br>Ademais, associado a esses fatores, a forma de acesso através pequenos barcos limitam e dificultam o acesso a serviços básicos para essa comunidade. A exemplo disso, em entrevista a <em>Rádio Metrópole</em> em 2019, o então secretário de saúde do município de Salvador, Leo Prates, admitiu a ausência de médicos na unidade de saúde da família por conta das dificuldades de acesso a ilha.  (ALMIRANTE, 2019).&nbsp;<br>- Matheus Teixeira Gonçalves</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-14 23:24:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>matheustg</author>
         <link>https://padlet.com/carolwhitaker97/j5qhb233n6ta5okz/wish/2297185879</link>
         <description><![CDATA[<div>ALMIRANTE, Juliana. Secretário diz que médicos não querem trabalhar em Ilha de Maré por dificuldade de acesso. Bahia, Brasil: Metro1, 5 nov. 2019. Disponível em: https://www.metro1.com.br/noticias/saude/82646,secretario-diz-que-medicos-nao-querem-trabalhar-em-ilha-de-mare-por-dificuldade-de-acesso. Acesso em: 13 set. 2022.<br><br>ROCHA, Clara Souza Ferreira; ARAÚJO, Mayara Mychella Sena. Observatórios de Bairro Salvador: Ilha de Maré. Bahia, Brasil: Faculdade de Arquitetura da UFBA, 15 maio 2020. Disponível em: https://observatoriobairrossalvador.ufba.br/bairros/ilha-de-mare. Acesso em: 13 set. 2022.<br><br>ZAGATTO, Bruna Pastro; SOUZA, Luiz Enrique Vieira de. A necropolítica ambiental nos quilombos de Ilha de Maré, Bahia, Brasil. Amazônica-Revista de Antropologia, v. 12, n. 1, p. 253-276, 2020. Disponível em: https://periodicos.ufpa.br/index.php/amazonica/article/view/8551/6526#. Acesso em: 13 set. 2022.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-14 23:33:10 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Documentário CRESCER. Climene Laura de Camargo Climene. YouTube. 11 de Set.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/carolwhitaker97/j5qhb233n6ta5okz/wish/2297201688</link>
         <description><![CDATA[<div>A partir do documentário, percebemos como algumas comunidades quilombolas, como a da Ilha de Maré, possuem uma dinâmica diferente de sobre(viver) que, geralmente, são&nbsp; atravessadas pelo racismo estrutural, consequentemente o racismo ambiental. No entanto, em meio a essas disparidades sociais, nota-se potencialidades, ressignificações e o resgate , bem como o enaltecimento da memória ancestral. Em consonância, diversos atores da comunidade quilombola mais professores e estudantes da UFBA, por exemplo, vem somando vozes para reverberar/ ampliar a sua cultura, as suas decisões e necessidades, bem como o modo de lidar com&nbsp; o território ocupado e o seu modo de viver. Um exemplo disso, é o manejo com novas tecnologias sociais, elaborando persianas e placas acústicas com materiais encontrados na própria comunidade. Vale relembrar que a comunidade da Ilha de Maré vive da agricultura familiar, pesca,&nbsp; artesanato, mariscagem, etc. As ferramentas elaboradas, podem ser tecnologias consideradas como mais uma fonte de renda que entrará na vida de algumas pessoas, ou seja, poderá ser algo lucrativo. Ademais, corrobora&nbsp;na propagação de ideias sustentáveis. - Thaís Eduarda Santos&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-14 23:50:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/carolwhitaker97/j5qhb233n6ta5okz/wish/2297371833</link>
         <description><![CDATA[<div>O documentário "crescer" além de mostrar a realidade e a vivência diária da população da ilha, mostra, também, sua rica diversidade e a exaltação à cultura regional do Quilombo, mesmo com a baixa condições de vida presente na ilha e com a falta recursos básicos, como de esgoto e saneamento e o ensino reduzido devido a localidade da comunidade. Os habitantes da ilha nos mostra a garra e força proveniente do povo que vive ali, onde tiram o sustento da produção artesanal, da aquicultura (mariscagem) , que é umas das principais fontes de renda da comunidade. Frente a todas as diferenças e dificuldade mostrados no documentários, os projetos existentes feitos pelas universidades é de grande valia para toda a população, como é relatado no documentário a inserção&nbsp; de uma nova oportunidade de trabalho que não fosse apenas o extrativismo, onde assim começou o projeto da comperativa de doces, como também todo o projeto desempenhado pela professora Climenes, docentes e discentes da UFBA e das demais universidade que tem projetos na comunidade, estimulou a população a um novo olhar para a matéria prima existente na comunidade, a fim de estimular a população a ter um sustendo através dos próprios conhecimentos, passados de geração para geração, como também a&nbsp; inovação para se dar&nbsp; uma nova utilização a produtos que possivelmente seriam descartados&nbsp; na natureza, como o exemplo da fibra que fazem os foros acústicos através da canabrava.<br>&nbsp;Discente: Kaique Lisboa</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-15 01:51:56 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/carolwhitaker97/j5qhb233n6ta5okz/wish/2297372356</link>
         <description><![CDATA[<div>Na ilha, encontra-se ainda, cinco comunidades quilombolas - Bananeiras, Praia Grande, Martelo, Ponta Grossa e Porto dos Cavalos -&nbsp; reconhecidas pela Fundação Cultural Palmares. Segundo o Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA) e o Mapa de Conflitos da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) a Ilha passa por problemas comuns às comunidades limítrofes à Baía de Todos os Santos, como a contaminação por resíduos industriais e esgoto residencial. Sendo que à localidade de Botelho é a mais atingida devido à sua proximidade com o Porto de Aratu. Esse também leva às comunidades à enfrentarem os impactos relacionados aos acidentes com embarcações que transportam produtos das indústrias químicas e petrolíferas do Centro Industrial de Aratu (CIA), no município de Candeias.&nbsp;<br>(Paula Milena Lima)<br><br><br>Fonte:<br>https://observatoriobairrossalvador.ufba.br/bairros/ilha-de-mare</div>]]></description>
         <enclosure url="https://observatoriobairrossalvador.ufba.br/bairros/ilha-de-mare" />
         <pubDate>2022-09-15 01:52:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/carolwhitaker97/j5qhb233n6ta5okz/wish/2297375014</link>
         <description><![CDATA[<div>Observatório de Bairros Salvador ( UFBA)<br>https://observatoriobairrossalvador.ufba.br/bairros/ilha-de-mare</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-15 01:54:34 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Documentário: "PROMOVENDO SUSTENTABILIDADE EM COMUNIDADES QUILOMBOLAS E RIBEIRINHAS "<br><br>O documentário produzido pelo Grupo Crescer traz, a princípio, ua linha cronologica de como se deu a aproximação da Professora Climene Carmargo com as comunidades, assim como uma abordagem panorâmica de origem das ocupações dos territórios quilombolas e riberinhos.<br>Ao passo que o documentário vai sendo exibido o delinear dos fatos e das informações vão sendo enriquecido com depoimentos de moradores locais, assim como de estudantes e demais agentes sociais ligados ao projeto e ao território.<br>Estudantes dos diversos níveis falam da sua experiência dengeo do projeto, assim como trazem pontuações, dados e informações sobre como se dá a atuação no território, objetivos e o transcorrer das ações da grupo.<br>Nas falas, depoimentos e dados apresentados vão sendo mostrados os principais obstáculos enfrentados pelo grupo de atuação, assim como a demarcação doa desafios e precariedades enfretadas pos moradores locais.&nbsp; Pontua-se também a ausência de suporte da esfera pública para a população.<br>As parcerias e esforços coletivos em prol de um objetivo comum são evidenciadas como ferranenta de atuação.<br><br><br><br>(Paula Milena Lima)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-15 02:24:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>matheustg</author>
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         <description><![CDATA[<div>O documentário "Promovendo Sustentabilidades em Comunidades Quilombolas e Ribeirinhas" retrata a trajetória do projeto de desenvolvimento sustentável de comunidades tradicionais organizado pelo grupo de pesquisa CRESCER da Escola de Enfermagem da Universidade Federal da Bahia. Para isso, apresenta a narrativa de diferentes personas que atuam nesta iniciativa, sendo elas pessoas que fazem parte do grupo de acadêmicos, secundaristas e parceiros responsáveis pelo projeto, assim como moradores da comunidade relatando suas experiências acerca dele. Tendo isso em vista, os relatos contam com a caracterização da relação que os residentes têm com a comunidade, demonstrando sua ligação, vínculo, necessidades e vulnerabilidades. Dessa forma, é notável que a região é rica em recursos naturais e tem um grande potencial para o desenvolvimento social. Entretanto, por tratar-se de comunidades tradicionais, essa população ainda é marginalizada socialmente e vivencia em seu cotidiano os resultados do racismo estrutural em diferentes instâncias. Em resposta a isso, o documentário demonstra a importância do investimento de tecnologias para mitigar as problemáticas do dia-a-dia e oferecer alternativas que atendam as necessidades dessa população. No caso das comunidades de Praia Grande, Moreré e Monte Alegre, a produção de artesanato, doces e placas acústicas com materiais reciclados ou não aproveitados, ofereceu opções para geração de renda dessas pessoas. A partir disso, é nítido o quão imprescindível é a valorização dos conhecimentos, recursos e práticas já existentes na comunidade para proporcionar este desenvolvimento de forma sustentável. Além disso, o investimento das agências de fomento científico foram apresentados como fundamentais para a execução do projeto, de forma que os espaços comunitários criados puderam oferecer os recursos necessários para a implementação das práticas.&nbsp;</div><div><br>- Matheus Teixeira Gonçalves<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-15 03:00:14 UTC</pubDate>
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