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      <title>My harmonious padlet by Sandra Martins</title>
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      <description>Made with an open mind</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2016-10-07 20:05:27 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-11-27 18:13:14 UTC</lastBuildDate>
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         <title></title>
         <author>sandramartins6666</author>
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         <description><![CDATA[<div>sandra martinsE1T1014<br>Modulo 1&nbsp;<br><br></div><div>Tarefa 2.3&nbsp;<br><br></div><div>Opção B&nbsp;<br><br></div><div>Auto-exploração do tutorando, pouca maturidade emocional para exteriorizar em situações de risco, violência e com baixo envolvimento escolar.<br><br></div><div>Formanda&nbsp;<br><br></div><div>E1T1014<br><br></div><div>Sandra Martins Modulo 1&nbsp;<br><br></div><div>1.6&nbsp;<br><br></div><div>Opção C&nbsp;<br><br></div><div>Criar um ambiente de segurança e confiança, trabalhar bem a relação interpessoal&nbsp;<br><br></div><div>Identificar as dificuldades e ou constrangimentos; analisar bem para poder ajudar bem<br><br></div><div>Melhorar a auto estima para desenvolver capacidades e diminuir as dificuldades, procurar traçar objectivos a curto e médio prazo.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; Formadora E1T1014<br><br></div><div>&nbsp;Sandra Martins<br><br></div><div>&nbsp;W �RSޮ�<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-07 20:24:37 UTC</pubDate>
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         <title>sandra martinsE1T1014</title>
         <author>sandramartins6666</author>
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         <description><![CDATA[<div>Módulo 2 (avaliação)<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Tarefa a)&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<br><br></div><div>No pensamento de Émile Durkheim. (…) A principal função do professor é formar cidadãos capazes de contribuir para a harmonia social.</div><div>"A educação tem por objetivo suscitar e desenvolver na criança estados físicos e morais que são requeridos pela sociedade política no seu conjunto"&nbsp;<br>&nbsp;<br>&nbsp;"A sociedade e cada meio social particular determinam o ideal que a educação realiza"<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>O objetivo da Aprendizagem é alterar e melhorar a forma como os sujeitos construem e entendem o mundo que os rodeia. Se o aluno for agente ativo neste processo, envolve-se na sua aprendizagem e com maior facilidade defini o seu projeto de vida. Traça por isso objetivos. Maior envolvimento e mais eficaz. Sabendo mais e sabendo como soube e onde/ como aplicar esses saberes, a escola pode ser edificante para o seu projeto de vida e pode por isso apostar na sua afirmação com fator importante e até decisivo no seu projeto. O papel do professor é fundamental na influência que a aprendizagem tem no aluno, a escola tem de estar de mãos dadas com a vida e não fechada. Para tal suceder com sucesso as 3 etapas são Importantes. As estratégias devem adequar-se aos objetivos específicos e podem traduzir-se a longo prazo se fizeram sentido para o aluno. O aluno deve construir a sua aprendizagem enquanto ser ativo. Torna relevante o processo Metacognitivo. A aprendizagem conceptual ajuda na definição de objetivos educativos e sucesso académico, logo implica-se no projeto de vida. Sendo que o conhecimento declarativo descreve o mundo e o conhecimento procedimental aplica e melhora a resolução de problemas. Estes processos implicam e envolvem os alunos.<br><br></div><div>&nbsp;<strong>Logo o aluno sabe mais, conhece para ser mais assertivo, percebe como aplica e para que serve e consegue aplicar com sucesso. Os resultados são claros e evidentes.&nbsp;<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-20 20:10:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Modulo 3 </title>
         <author>sandramartins6666</author>
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         <description><![CDATA[<div>Formanda E1T1014<br>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>A motivação é um processo que é realizado através do comportamento e na escolha de tarefas. Inferimos a motivação através da escolha da tarefa, esforço, rendimento e persistência. As verbalizações envolvem objectivos e impele para uma direcção e requer actividade. Logo devem ser traçados objectivos. O objectivo implica compromisso e mudança e pressupõe esforço e rendimento. Devemos implicar o aluno a responder às dificuldades, problemas (in) sucessos durante o caminho para atingir o objectivo. Devemos motivar para a realização e sucesso ou evitar o fracasso. No universo da Teoria da Motivação para a realização devemos ter em conta factores de personalidade, situacionais, reacções emocionais, comportamentos de realização e expectativas, O aluno pode utilizar a motivação para evitar o fracasso e não para o sucesso. Segundo a teoria atribucional da motivação e da emoção as interpretações acerca dos resultados e sua influência são comtemplados. Entender o modo como percebe as causas é determinante no envolvimento nas tarefas. As causas podem ser internas como o esforço e capacidade ou externas a dificuldade da tarefa, sorte e azar. Quando há instabilidade nas causas pode mudar as espectativas, a controlabilidade da situação é importante. Quando as causas internas são instáveis e controláveis pode ser mais fácil o sucesso. A teoria atribucional determina que o insucesso no contexto escolar não leva necessariamente á desistência. Segundo a Teoria da autodeterminação, o aluno pode envolver-se, rentabilizando a motivação intrínseca e extrínseca e a teoria das necessidades básicas. Quando satisfeitas conduzem à autonomia percebida e beneficiar o poder de escolha e liberdade. Assim é mais eficaz nas actividades. O relacionamento e ligação emocional são fundamentais. Assim como as três dimensões do envolvimento; comportamental, cognitiva e emocional. O Tutor deve investir no feedback positivo e informativo. Elogiar o desempenho positivo e assim melhorar a motivação intrínseca. Funciona como suporte de autonomia, o relacionamento é importante e o papel dos objectivos. São orientadores da aprendizagem e realização. Salientando a capacidade percebida de sucesso na realização. Quando o aluno entende que o esforço investido pode desenvolver capacidades e competências. Semelhante acontece nos objectivos no contexto ambiental; TARGET , a regulação e auto direcção deve existir , cruciais no planeamento da acção e na utilização de estratégias .<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-27 20:32:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/sandramartins6666/j510g7gi0z2y/wish/133767614</guid>
      </item>
      <item>
         <title>&amp;nbsp;

&amp;nbsp;Módulo 4 

opção A 

&amp;nbsp;

O meio social em que vivemos faz parte de nossa vida e
contribuiu de maneira significativa para o desenvolvimento humano. A família, a
escola, a comunidade são grupos sociais aos quais somos inseridos em
determinadas fases do desenvolvimento e que contribuem para o desenvolvimento
da aprendizagem. De modo a compreender a importância do meio social para a
aprendizagem falaremos agora da teoria da aprendizagem social de Albert
Bandura.&amp;nbsp;

Ser agente significa influenciar o próprio funcionamento
e as circunstâncias de vida de modo intencional. Segundo essa visão, a pessoa é
auto organizada, proativa, autorregulada e auto reflexiva, apenas produtos
dessas condições.&amp;nbsp;

Este teórico centralizou suas pesquisas no estudo do comportamento humano,
quando este está inserido no contexto social, valorizando os processos
cognitivos do indivíduo. 

Para Bandura o homem não é totalmente influenciado pelo
meio, pois suas reacções e estímulos são auto activadas, na teoria social
cognitiva o homem não é visto como um ser passivo dominado pelas acções
ambientais, mas sim como um ser influente em todos os processos. O
comportamento não precisa ser reforçado para ser aprendido ou adquirido, o
homem aprende e adquire experiências observando as consequências dentro do seu
ambiente, assim como as vivências das pessoas aos quais convive.&amp;nbsp;Devemos
portanto organizar comportamentos, cognições e emoções para atingir objectivo. 

Seguindo o modelo para a elaboração do Jornal indicado na
tarefa, iniciamos com a definição de objectivos na fase prévia ou seja uma
orientação ou plano para valorizar a tarefa. Os objectivos devem ser a longo e
curto prazo. Assim como estabelecer os objectivos de aprendizagem e de
realização. No exemplo a seguir o plano seria idealizar formato e temáticas do
jornal, quando seria editado, onde e como? Elaborar a planificação ou seja
pensar antes a execução, pensar durante e a avaliação pensar depois. Ponderar
também onde e o que temos a fazer, quando ou seja organizar o tempo para
executar. Verificar com os alunos onde vamos trabalhar e o material que vamos
trabalhar. Ponderar o tempo que vamos utilizar e materiais e recursos. Quando
estamos a trabalhar é importante monitorizar ou seja reflectir sobre o que
estamos a criar e no avaliar verificar se o resultado correspondeu ao planeado.


O Jornal pode ser o
balanço e recolha das actividades da escola e de trabalhos realizados pelos
alunos alusivos a temáticas seleccionadas</title>
         <author>sandramartins6666</author>
         <link>https://padlet.com/sandramartins6666/j510g7gi0z2y/wish/134853485</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2016-11-02 16:52:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Módulo 5 

Opção b 

&amp;nbsp;

A afirmação não comprometeu o aluno na
tarefa, logo não foi eficaz. Já Piaget reforçava o Construtivismo o aluno não
pode ser passivo na aprendizagem. Deve ser o mesmo a construir o seu
conhecimento, deve ser ativo.

&amp;nbsp;&amp;nbsp;Piaget impulsionou a&amp;nbsp;Teoria
Cognitiva, onde propõe a existência de quatro estágios
de desenvolvimento cognitivo no&amp;nbsp;ser
humano: os estágios&amp;nbsp;sensório-motor,
pré-operatório,&amp;nbsp;operatório concreto&amp;nbsp;e&amp;nbsp;operatório formal. Piaget influenciou a&amp;nbsp;educação de maneira profunda. Para
ele as crianças só podiam aprender o que estavam preparadas a assimilar. Aos&amp;nbsp;professores cabia aperfeiçoar o processo de
descoberta dos&amp;nbsp;alunos &amp;nbsp;partir da trilogia:&amp;nbsp;O nascimento da inteligência na
criança;&amp;nbsp;A construção do
real na criança;&amp;nbsp;A
formação do símbolo na criança&amp;nbsp;-
Piaget relata seus estudos sobre o desenvolvimento cognitivo para demonstrar
que &quot;a capacidade cognitiva humana nasce e se desenvolve, não vem
pronta&quot;. Dessa forma, marca oposição ao&amp;nbsp;behaviorismo&amp;nbsp;por um lado, e à&amp;nbsp;Gestalt&amp;nbsp;por
outro, quando afirma que o conhecimento tem origem na interação
&quot;sujeito-objeto&quot;. &amp;nbsp;A ideia piagetiana de capacidade
cognitiva, então, propõe que o conhecimento não nasce no sujeito, nem no
objeto, mas origina-se da interação &quot;sujeito-objeto&quot;. A visão interacionista de Piaget: a relação de
interdependência entre o homem e o objeto do conhecimento

Introduzindo
uma terceira visão teórica representada pela linha interacionista, as ideias de
Piaget contrapõem-se, conforme mencionamos mais acima, às visões de duas&amp;nbsp;
correntes antagônicas e inconciliáveis que permeiam a Psicologia em geral: o
objetivismo e o subjetivismo. Ambas as correntes são derivadas de duas grandes
vertentes da Filosofia (o idealismo e o materialismo mecanicista) que, por sua
vez, são herdadas do dualismo radical de Descartes que propôs a separação
estanque entre corpo e alma,&amp;nbsp;id
est, entre físico e psíquico. Assim sendo, a Psicologia objetivista,
privilegia o dado externo, afirmando que todo conhecimento provém da
experiência; e a Psicologia subjetivista, em contraste, calcada no substrato
psíquico, entende que todo conhecimento é anterior à experiência, reconhecendo,
portanto, a primazia do sujeito sobre o objeto.

Considerando insuficientes essas
duas posições para explicar o processo evolutivo da filogenia humana, Piaget
formula o conceito de epigênese, argumentando que &quot;o conhecimento não
procede nem da experiência única dos objetos nem de uma programação inata pré-formada
no sujeito, mas de construções sucessivas com elaborações constantes de
estruturas novas&quot;. Quer dizer, o processo evolutivo da filogenia humana
tem uma origem biológica que é ativada pela ação e interação do organismo com o
meio ambiente - físico e social - que o rodeia significando entender com isso
que as formas primitivas da mente, biologicamente constituídas, são
reorganizadas pela psique socializada, ou seja, existe uma relação de
interdependência entre o sujeito conhecedor e o objeto a conhecer.

&amp;nbsp;Esse
processo, por sua vez, se efetua através de um mecanismo auto-regulatório que
consiste no processo de equilíbração progressiva do organismo com o meio em que
o indivíduo está inserido. Logo pressupõe a Assimilação, Acomodação e
Equilibração. O que permite entender a autorregulação que visa
orientar os pensamentos, comportamentos e emoções do aluno para um objetivo
pré-estabelecido, senão seria como no exemplo dado, táticas avulsas sem
propósito metacognitivo que se comprometa com o objetivo. Utilizar portanto as
estratégias mencionadas, as fases do PLEA. A utilização eficaz implica o
conhecimento da sua natureza e função, o que são, “ conhecimento declarativo “,
o como “ conhecimento Procedimental e quando “ conhecimento Condicional “,
sempre sendo o aluno parte ativa no processo. Não é tudo ou nada é processo
dimensional. Utilizando estratégias autorregulatórias da aprendizagem pode
promover o desenvolvimento gradual das competências. No exemplo não se
apresentou estratégias (natureza, função, como utilizar e quando utilizar.
Realizou-se o trabalho pelo aluno, não respeitou os estádios; observação,
participação e autocontrolo guiado com feedback e a autorregulação que permite
a autonomia em função das características pessoais e contextuais. O trabalho não
envolveu o aluno no seu processo de aprendizagem. 

&amp;nbsp;

&amp;nbsp;</title>
         <author>sandramartins6666</author>
         <link>https://padlet.com/sandramartins6666/j510g7gi0z2y/wish/136358233</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2016-11-09 12:09:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Modulo 6 Tarefa AComeço esta tarefa com uma afirmação da Coordenadora do Núcleo da Educação para os Direitos Humanos da U.M “ Integração emancipatória e discriminação positiva não passam pela separação sócio espacial ou pelo abaixamento do nível de exigência académico.”Este módulo fornece ferramentas para ultrapassar ou minorar o abandono escolar deste grupo.Discriminação positiva significa proporcionar às minorias (entendidas como grupos destituídos de poder) oportunidades de vida que, por serem minorias, lhes estão à partida subtilmente vedadas. Significa partilha de poder. Discriminar positivamente significa desenvolver uma acção conjunta que vá no sentido de possibilitar o esbatimento de desigualdades sociais reforçadas por características fenotípicas ou culturais, de aumentar as probabilidades de acesso a oportunidades de vida diversificadas, de mobilidade social ascendente, de emancipação social. Significa desenvolver um trabalho que vá no sentido de uma integração emancipatória. Necessitamos de criar redes de ligação com a escola. Aprender, questionar e perseguir objectivos.Importa, por isso, ter em atenção que uma acção não é de discriminação positiva apenas porque assim é designada, mas porque é efectiva nos seus resultados. Não devemos negar a interacção sociocultural significa fechar os grupos numa diferença que não se conhece, que não potencia a compreensão e o diálogo sociocultural; negar-lhes a possibilidade de acesso ao conhecimento socialmente válido significa negar o acesso a diversificadas oportunidades na vida. Potenciar a relação com colegas e amigos e participação em projectos extracurriculares. Utilizar o conceito guarda-chuva, facilitar ou interferir no compromisso. Os baixos níveis de envolvimento resultam em elevada probabilidade de abandono.É esta dupla negação que está presente na segregação socio-espacial e nas adaptações curriculares (quando estas deixam de ser a excepção para se tornar uma regularidade), a pretexto de uma intencionalidade dos profissionais (mesmo que genuína, mas social e sociologicamente ingénua) de exercício de uma discriminação positiva que não é positiva nos seus efeitos e que funciona, importa não esquecer, com o consentimento de quem tutela as escolas.Pensar a Escola enquanto lugar de vida e não apenas de passagem para a vida significa possibilitar aos alunos o acesso ao conhecimento produzido nas diferentes Ciências e apreendido nas escolas e a aprendizagem da cidadania democrática e crítica.O envolvimento multidimensional da área cognitiva, comportamental e funcional, aplicando estratégias de participação e pertença assim como de autorregulação. Podíamos definir as seguintes estratégias para um maior envolvimento como melhorar a assiduidade e pontualidade, respeito pelas regras da escola e da aula como o interesse e a realização dos trabalhos de casa. A participação em actividades de integração e pertença.   “Isto implica um projecto educativo voltado para a construção e interiorização dos Direitos Humanos e do pensamento crítico, bem como práticas pedagógicas que permitam conciliar, sempre que considerado importante e necessário, a pertença de origem dos alunos e das alunas e o lugar onde se pretende chegar, sendo fundamental que a escola possibilite o diálogo, a articulação entre pertenças e emergências, que é o mesmo que dizer entre o que fui/sou – quero ser/construir, compreendendo a pessoa que habita os alunos. E perceber, neste processo, a importância do acesso ao conhecimento académico e da construção de uma cidadania crítica. É este o trabalho das escolas com os vários mundos que as habitam.” Afirmou  Maria José Casanova. </title>
         <author>sandramartins6666</author>
         <link>https://padlet.com/sandramartins6666/j510g7gi0z2y/wish/137842762</link>
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         <pubDate>2016-11-15 18:08:41 UTC</pubDate>
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