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      <title>Disciplina Educação e Tecnologias  by Bruna Arcanjo</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-09-09 18:01:50 UTC</pubDate>
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         <title>Apresentação </title>
         <author>brunaarguimar</author>
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         <description><![CDATA[<p>Meu nome é Bruna Arcanjo, sou estudante de Pedagogia da Universidade Federal da Bahia, estou no 6° para 7° semestre. Participo do Programa de Educação Tutorial, além de gostar muito de arte como realizar pinturas, poesias e desenhos. </p><p>Iremos ultilizar o padlet para realizar atividades e reflexões da disciplia de Educação e Tecnologia Contemporâneas. Dessa forma iremos construir um local de atividade semanalmente no site.  </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 18:23:47 UTC</pubDate>
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         <title>Educação e Comunicação no contexto contempôraneo. </title>
         <author>brunaarguimar</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Sabemos que hoje vivemos uma era tecnológica avançada e, por conta disso, o uso das tecnologias de informação e comunicação está sendo usado para espalhar notícias falsas por conta dos cenários políticos que estão desequilibrados atualmente. O que você acha quando o assunto é sobre a gama de ameaças à democracia sob informações manipuladas por partidos opostos?</strong></p><p><br/></p><p>Inteligência Artificial: Deepseek</p><p><br/></p><p><strong>1. A Manipulação de Informação como Ameaça Sistêmica</strong></p><p>As notícias falsas (<strong>desinformação</strong>) e a distorção intencional de fatos por agentes políticos (sejam governos, partidos ou grupos de interesse) não são apenas "mentiras isoladas", mas <strong>estratégias de poder</strong> que:</p><ul><li><p><strong>Corrompem o debate público</strong>: impedem que cidadãos tomem decisões baseadas em fatos.</p></li><li><p><strong>Polarizam a sociedade</strong>: aprofundam divisões e criam realidades paralelas.</p></li><li><p><strong>Desgastam instituições</strong>: minam a confiança na mídia, na Justiça, no sistema eleitoral e na própria democracia.</p></li></ul><p><strong>2. Como Isso Acontece na Prática?</strong></p><ul><li><p><strong>Redes sociais e algoritmos</strong>: Amplificam conteúdos emocionais e polarizadores (que geram engajamento), mesmo que sejam falsos.</p></li><li><p><strong>Bots e redes artificiais</strong>: Criam a ilusão de consenso ou caos, dependendo do interesse.</p></li><li><p><strong>Estratégias de <em>gaslighting</em></strong>: Grupos políticos distorcem narrativas para fazer o público duvidar de evidências concretas (ex.: ataques a urnas eletrônicas sem provas).</p></li></ul><p><strong>3. Impacto na Democracia Brasileira e Global</strong></p><ul><li><p><strong>Eleições</strong>: Campanhas de desinformação podem influenciar resultados eleitorais.</p></li><li><p><strong>Saúde pública</strong>: Vide o impacto negativo de fake news durante a pandemia.</p></li><li><p><strong>Violência política</strong>: Discursos de ódio e acusações infundadas podem incitar agressões e até assassinatos, como casos já vistos no Brasil.</p></li></ul><p><strong>4. E Agora? Que Caminhos Temos?</strong></p><ul><li><p><strong>Regulação responsável</strong>: Leis que combatam a desinformação sem censurar o debate legítimo (ex.: Marco Civil da Internet, leis europeias como o Digital Services Act).</p></li><li><p><strong>Educação midiática</strong>: Ensino de letramento digital e crítico desde a escola — algo que <strong>a Pedagogia pode liderar!</strong> 👩‍🏫✨</p></li><li><p><strong>Papel da mídia e plataformas</strong>: Maior transparência algorítmica, checagem de fatos e responsabilização de quem financia desinformação.</p></li><li><p><strong>Sociedade civil</strong>: Iniciativas como o <strong>Comprova</strong> ou <strong>Agência Lupa</strong> mostram que o jornalismo de verificação é uma trincheira crucial.</p></li></ul><p><strong>5. Reflexão Final</strong></p><p>A democracia não é só voto: é um ecossistema de confiança e informação verdadeira. Quando partidos ou grupos usam tecnologia para envenenar esse ecossistema, toda a sociedade perde. Mas há esperança:</p><blockquote><p>A mesma tecnologia que espalha mentiras também pode ser usada para promover educação, transparência e participação cidadã.</p></blockquote><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>Análise: </p><p>Analisando a resposta da IA, nota-se que o argumento é raso e vago, em tópicos, não muito específico e de forma generalista. Porém, uma questão bem formulada que ela trouxe é que a notícia falsa não é apenas a modificação da verdade, deixando clara a estratégia política. Os conceitos são explicados sem referências, como artigo, site, citações, livros etc. A inteligência artificial busca informar de forma ágil; desse modo, ficam algumas lacunas em algumas respostas. Ela poderia muito bem citar fontes e ser mais profunda em sua argumentação sobre o tema, mas não é esse o papel que programadores buscam para a IA.</p><p><br/></p><p>Em discussão na sala de aula, foram debatidos os malefícios que a fake news traz à democracia brasileira, sendo ela de várias formas, como manipulação de fatos históricos e contemporâneos para a promoção de partidos políticos. Não se trata somente de transformar a verdade em mentira, e sim da ressignificação histórica fatídica.</p><p><br/></p><p>Opositores de partidos opostos, principalmente à direita, são "experts" (especialistas) em manipular informações, ocultar e informar questões políticas pela metade. Nikolas Ferreira, em suas redes sociais, já deixou bem claro que, se um dia ele tomar a presidência, irá fazer com que pessoas de partido político de esquerda sejam demitidas do trabalho, ferindo assim os direitos humanos e direitos trabalhistas de proletariados. Portanto, a Inteligência Artificial traz argumentação abrangente e sem especificações, não seguindo uma linha de raciocínio contextualizada, não trazendo especificidades sobre o assunto. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-20 22:01:06 UTC</pubDate>
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         <title>Acesso às tecnologias do Brasil </title>
         <author>brunaarguimar</author>
         <link>https://padlet.com/brunaarguimar/j48j7jegr12kyiwg/wish/3620165952</link>
         <description><![CDATA[<p>Por que a diferença de gênero afeta o acesso à tecnologia?</p><p><br></p><p>Inteligência Artificial: Gemini</p><p><br></p><p>Essa é uma questão crucial e, em minha análise, a <strong>diferença de gênero afeta, sim, o acesso à tecnologia</strong> em níveis profundos e complexos.</p><p>O "fosso digital de gênero" não se resume à simples posse de um <em>smartphone</em> ou acesso à internet. Ele reflete e amplifica as desigualdades sociais, econômicas e culturais já existentes em uma sociedade.</p><p><br></p><p>As Três Dimensões do Fosso Digital de Gênero</p><p><br></p><p>A desigualdade de gênero na tecnologia se manifesta em pelo menos três níveis, indo além do acesso básico:</p><p><br></p><p>1. Acesso (Ter e Conectar-se)</p><p><br></p><p>Em muitas regiões do mundo, especialmente em países em desenvolvimento e em áreas rurais, os dados mostram que <strong>menos mulheres possuem aparelhos digitais e têm acesso à internet</strong> comparadas aos homens.</p><ul><li><p><strong>Barreira Econômica:</strong> A desigualdade salarial e o menor poder aquisitivo das mulheres (Reforçado por estruturas sociais) fazem com que a aquisição de dispositivos e planos de internet de qualidade se torne um luxo mais difícil de ser alcançado por elas.</p></li><li><p><strong>Priorização Familiar:</strong> Muitas vezes, em um contexto de renda limitada, a família prioriza o acesso digital para os homens ou filhos, que são vistos como os principais provedores de renda ou os que mais precisam da tecnologia para educação/trabalho.</p></li></ul><p><br></p><p>2. Uso (Saber e Usar Eficazmente)</p><p><br></p><p>Mesmo quando as mulheres têm acesso, a forma como usam a tecnologia é frequentemente diferente, e elas têm <strong>menos oportunidades de desenvolver habilidades digitais avançadas</strong>.</p><ul><li><p><strong>Letramento Digital:</strong> As mulheres têm, em média, menos probabilidade de possuir competências digitais acima do nível básico. Isso limita sua capacidade de usar a tecnologia para buscar emprego, fazer transações financeiras (como <em>internet banking</em>) ou acessar serviços governamentais e de saúde com eficiência.</p></li><li><p><strong>Carga de Trabalho Não Remunerado:</strong> A maior responsabilidade feminina por tarefas domésticas e de cuidado familiar (o chamado trabalho informal não remunerado) reduz o tempo disponível para que elas se dediquem ao aprendizado de novas tecnologias.</p></li><li><p><strong>Estereótipos de Gênero na Educação:</strong> Desde cedo, há um forte <strong>preconceito e estereótipo de gênero</strong> que desestimula meninas a se interessarem por áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (<strong>STEM</strong>). Isso resulta em uma baixa representação feminina em cursos de Tecnologia da Informação (TI).</p></li></ul><p><br></p><p>3. Produção e Segurança (Criar e Liderar)</p><p><br></p><p>Esta é a dimensão mais crítica, onde a desigualdade se torna um ciclo vicioso:</p><ul><li><p><strong>Sub-Representação no Setor de TI:</strong> As mulheres são uma minoria nos cargos de desenvolvimento, liderança e inovação em tecnologia. Elas representam uma parcela pequena dos fundadores de <em>startups</em> de base tecnológica e são minoria em carreiras-chave como engenharia de software e ciência de dados.</p></li><li><p><strong>Cultura de Exclusão:</strong> Os ambientes acadêmicos e corporativos em TI são historicamente dominados por homens, criando, muitas vezes, uma <strong>cultura hostil, preconceituosa</strong> e com falta de representatividade, o que afasta ou desmotiva as mulheres na área.</p></li><li><p><strong>Violência Digital e Segurança:</strong> As mulheres são desproporcionalmente alvos de <strong>assédio, <em>stalking</em> e violência de gênero digital</strong>. Esse risco à segurança online leva à <strong>autocensura</strong> e à limitação do seu uso da internet, impedindo-as de se engajar plenamente em fóruns, redes ou oportunidades de carreira.</p></li></ul><p>Em resumo, a diferença de gênero não apenas afeta o acesso material à tecnologia, mas também as <strong>oportunidades, a segurança e a capacidade de moldar</strong> o futuro digital. A tecnologia é criada em grande parte por homens, refletindo, muitas vezes, vieses que acabam por reforçar as desigualdades estruturais contra as mulheres.</p><p><br></p><p><br></p><p>Análise: </p><p>A IA Gemini traz reflexões importantes sobre a desigualdade social vinculada ao gênero, que faz uma linha transversal ao acesso e uso da tecnologia. Quando falamos de gênero, sabemos que há uma travessia de vários caminhos a serem abordados por um sistema patriarcalista.</p><p>Em discussão na sala de aula, analisamos um gráfico da TIC Domicílios sobre o quantitativo e perfil sociodemográfico dos não usuários de internet, o que significa que, em termos amplos, mulheres e homens são excluídos digitalmente de forma parecida, porém, ainda assim, diante da desigualdade, mulheres têm mais acesso devido à forma como elas usam a rede. Ou seja, as mulheres realizam múltiplas tarefas e, por conta disso, utilizam a internet com mais frequência para trabalho, cuidados domésticos, comunicação e atividades informais. No entanto, isso não implica que elas tenham mais oportunidades de acesso; pelo contrário, o acesso delas é restrito, com menos recursos e capacitação digital, sendo mais prático e cotidiano, e menos técnico e profissional. Em contraste, os homens têm mais oportunidades em geral.</p><p><br></p><p>Além disso, o Gemini traz uma discussão sobre a violência digital. Esse cenário, depois da invenção das IAS, se multiplicou ainda mais. Hodiernamente, é possível ver que mulheres são afetadas diretamente, como, por exemplo, com o crescimento de incels (homens que odeiam mulheres). A manipulação de imagens tem sido feita com fotos de mulheres reais e sendo postas na internet, ou criação de contas de mulheres IAs que se passam por mulheres reais, gerando ainda mais ódio contra as mulheres. Dessa forma, elas têm ficado vulneráveis, questionando ainda mais a falta de segurança contra as mulheres para além da vida analógica. </p><p><br></p><p>Por fim, dentro da desigualdade social, existem subquestões que precisam ser abordadas quando falamos sobre acesso à internet. </p><p><br></p><p> </p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-06 15:02:12 UTC</pubDate>
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         <title>Inclusão Digital </title>
         <author>brunaarguimar</author>
         <link>https://padlet.com/brunaarguimar/j48j7jegr12kyiwg/wish/3630018913</link>
         <description><![CDATA[<p>Educação digital, políticas públicas e acessibilidade, inclusão digital para quem? </p><p><br/></p><p>Inteligência Artificial: Copilot Microsoft</p><p><br/></p><p>💡 Inclusão digital para quem?</p><p>A inclusão digital <strong>deveria ser para todos</strong>, mas na prática, ela ainda <strong>exclui muitos</strong>. Vamos destrinchar:</p><p>🧠 Educação digital: para quem tem acesso e suporte</p><ul><li><p>Programas como o <strong>ProInfo</strong> e iniciativas de capacitação digital nas escolas públicas tentam democratizar o acesso à tecnologia.</p></li><li><p>Mas sem <strong>infraestrutura adequada</strong>, <strong>formação de professores</strong> e <strong>currículos atualizados</strong>, muitos estudantes — especialmente em áreas rurais e periferias urbanas — ficam à margem.</p></li></ul><p>🏛️ Políticas públicas: para quem está no radar do Estado</p><ul><li><p>O Brasil tem estratégias como a <strong>E-Digital</strong>, que propõe ações de curto, médio e longo prazo para ampliar o acesso à internet e às TICs.</p></li><li><p>No entanto, <strong>grupos vulneráveis</strong> — como pessoas com deficiência, idosos, indígenas e populações ribeirinhas — muitas vezes não são contemplados com políticas específicas ou adaptadas às suas realidades.</p></li></ul><p>♿ Acessibilidade: para quem é lembrado no design</p><ul><li><p>A acessibilidade digital é um direito, mas ainda é tratada como um <strong>recurso opcional</strong> em muitos serviços e plataformas.</p></li><li><p>Sem interfaces inclusivas, leitores de tela, legendas, comandos por voz e outras adaptações, pessoas com deficiência continuam enfrentando barreiras para navegar e participar plenamente do mundo digital.</p></li></ul><p><br/></p><p><br/></p><p>Análise: </p><p>Apesar de a Inteligência Artificial falar que existem programas do governo, como o Proinfo, que é Programa Nacional de Tecnologia Educacional, ainda falta uma comunicação efetiva para levar adiante programas como esse, onde parte da comunidade de estudantes e professores não sabem que existe.  Além disso, a IA traz um ponto importante: aonde esses programas chegam? Com certeza não na zona rural, que, por consequência da sua falta de estrutura, logicamente pensada pelo sistema capitalista, não tem recursos para realizar esse tipo de acesso. </p><p>Dito isso, o Plano Nacional de Educação Digital fala sobre a capacitação e especialização digital, mas, para que isso aconteça, é necessário que o governo e o Estado disponibilizem políticas públicas para que professores, inclusive os de informática (que quase não se vê mais nas escolas), voltem ao seu posto de trabalho como educador dentro das instituições de ensino fundamental e médio. </p><p><br/></p><p>Para que essa inclusão ocorra, é preciso que o governo estabeleça ações lógicas, como a volta dos professores de informática, que são pessoas capacitadas para ensinar estudantes dentro do ambiente. Claro que o professor comum deve ser capacitado para tal conhecimento, mas seria um trabalho a mais para ele ensinar esses estudantes em meio às multitarefas que ele já tem no dia a dia. Desse modo, o ideal seria a volta e contratação dos professores de informática nas escolas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-13 16:06:06 UTC</pubDate>
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         <title>Software Livre </title>
         <author>brunaarguimar</author>
         <link>https://padlet.com/brunaarguimar/j48j7jegr12kyiwg/wish/3633880264</link>
         <description><![CDATA[<p>Diante dos ataques feito pelas Tecnologias de Informação e Comunicação pelas Bigthecs do Software propriétario que a política brasileira vem vivendo, com o Software Livre isso mudaria?</p><p><br/></p><p>Inteligência Artificial: Perplexity</p><p><br/></p><p>O uso do Software Livre﻿ no Brasil pode, sim, contribuir para mudar o cenário dominado pelas Big Techs que controlam tecnologias proprietárias. O Software Livre﻿ promove a autonomia tecnológica, transparência, participação e eficiência na administração pública, diferente do software proprietário que gera dependência de licenças e contratos externos, especialmente de grandes empresas estrangeiras. No Brasil, políticas públicas já foram implementadas para incentivar o uso do Software Livre﻿, com avanços desde o governo Lula, que determinou seu uso nos órgãos federais, levando a uma maior adoção em prefeituras e governos estaduais.</p><p>Porém, o Brasil ainda enfrenta forte dependência tecnológica das Big Techs americanas, gastando bilhões em licenciamento de softwares proprietários, o que limita a soberania digital e pode expor sistemas essenciais a riscos externos. O Software Livre﻿, ao possibilitar desenvolvimento modular e livre adaptação, oferece uma alternativa estratégica para enfrentar essa dependência e fortalecer a tecnologia nacional, reduzindo a influência das Big Techs no país. </p><p><br/></p><p>Análise: </p><p>De acordo com o jornal da USP, as Big Techs realmente ameaçam a democracia brasileira à medida que ela vem crescendo no país, fazendo interferência na esfera pública para beneficiar empresas privadas vendendo dados coletados. Como discutido em sala de aula, as novas TICs não são neutras e exercem papel importante moldando a sociedade, implicando até na economia e colocando em risco a democracia, ou seja, ainda não há limites éticos dessas tecnologias, é como se você tivesse muito acesso à informação e, ao mesmo tempo, ser mal informado (discussão a partir das notícias falsas). Os robôs operados por grandes empresas de tecnologia (as<em>&nbsp;</em>big techs&nbsp;– Meta, Microsoft, Amazon, Google, Apple) monitoram, avaliam e influenciam o comportamento dos usuários, direcionando o acesso à informação, aos debates políticos e às decisões dos cidadãos.</p><p><br/></p><p>E quem acaba se beneficiando com tudo isso? O partido de direita. Porque são eles que têm levantado essa bandeira controladora das massas, fazendo uma linha transversal entre informação manipulada, big techs e acordos com empresas privadas, e até conquistando a simpatia dos CEOs dessas big techs, ao ponto de um deles, Elon Musk, opinar sobre a política brasileira, ameaçando o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes. Hoje, a internet reflete os interesses de quem a domina: as empresas do Vale do Silício e seus CEOs. </p><p><br/></p><p>Então, faz-se necessária uma política pública sobre segurança e ética dessas empresas de tecnologia sobre o país brasileiro e adotar regulamentação e transparência, como a regulamentação da França, em que autoridades públicas podem verificar disseminação de notícias falsas, tendo um acompanhamento mais eficaz do que circula nas TICs. </p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-15 14:24:45 UTC</pubDate>
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         <title>Licenciamento de conteudos e Recursos Educacionais Abertos</title>
         <author>brunaarguimar</author>
         <link>https://padlet.com/brunaarguimar/j48j7jegr12kyiwg/wish/3645302500</link>
         <description><![CDATA[<p>Embora nós tenhamos acesso ao REA e talvez nem estejamos a par disso por conta do desconhecimento acerca dele. Ainda assim, não é possível notar alguma mudança comportamental coletiva acerca da educação e da intelectualidade, pois parece que quase todos diluíram a qualidade de informações cerebral coletivamente assim que as TICs tomaram conta do mundo. O que você acha sobre isso?</p><p><br/></p><p>Inteligência Artificial: Blackbox</p><p><br/></p><ul><li><p><strong>Prós das TICs e REA na Educação</strong>:</p><ul><li><p><strong>Democratização do Conhecimento</strong>: Plataformas como Khan Academy, edX ou o próprio YouTube oferecem REA a bilhões, reduzindo barreiras econômicas. Dados da UNESCO mostram que, desde 2010, o uso de REA cresceu exponencialmente, com milhões de cursos online acessados anualmente. No Brasil, iniciativas como o Portal do Professor (MEC) e projetos da USP facilitam isso, potencialmente elevando a educação em regiões remotas.</p></li><li><p><strong>Mudanças Positivas</strong>: Pesquisas, como um estudo da Pew Research (2023), indicam que as TICs aumentaram a alfabetização digital e o aprendizado autodidata. Por exemplo, durante a pandemia, milhões aprenderam habilidades novas via REA, mostrando resiliência intelectual.</p></li></ul></li><li><p><strong>Contras e a "Superficialidade" Percebida</strong>:</p><ul><li><p><strong>Superficialidade e Desinformação</strong>: Algoritmos de redes sociais priorizam conteúdo viral e sensacionalista, levando a uma "dieta" de informações rápidas e pouco profundas. Um relatório da RAND Corporation (2022) aponta que isso reduz a atenção média (de 12 segundos em 2000 para 8 segundos hoje) e aumenta a polarização, o que pode parecer um declínio intelectual coletivo.</p></li><li><p><strong>Desigualdade Persistente</strong>: Mesmo com REA, o desconhecimento (como você mencionou) é um obstáculo. Dados do IBGE (2022) mostram que apenas 30% dos brasileiros acessam educação online regularmente, devido a lacunas digitais. Isso não muda comportamentos coletivos; em vez disso, amplifica desigualdades, onde os mais educados se beneficiam mais.</p></li></ul></li></ul><p><br/></p><p>Análise: </p><p>Bom, o nosso tema da sala de aula sobre Licenciamento de Conteúdo e REA ainda é um pouco confuso para mim, pois preciso de mais tempo para processar as informações. Nesse componente, tenho descoberto muita coisa que não sabia, então ainda preciso de tempo para entender um pouco mais. Entretanto, com base no que já sei e aprendi em discussões em sala de aula, quero estabelecer uma conexão entre as TICs e o REA, pois me preocupa que, mesmo que usemos REAs depois da globalização das TICs, a qualidade da intelectualidade sobre informações relevantes, principalmente as científicas, seja ignorada por pessoas que preferem, de qualquer modo, acreditar em sensacionalismo nas redes. </p><p>Ainda que algumas REAs sejam usadas em software proprietário, como um professor fazer vídeo educativo na plataforma do YouTube (que, por sinal, é cheio de propagandas), há também pessoas que publicam nessa mesma plataforma vídeos nada didáticos, negacionistas, sensacionalistas etc. Assim, deixando uma enxurrada de informações maléficas, que, por ser algo mais chamativo do que de fato aprender algo didático, acaba alterando o algoritmo e entregando mais dessas informações manipuladas do que as REAs. O que torna mais difícil ainda o incentivo à leitura, por exemplo, existem plataformas abertas para leitura, claro que algumas dentro da pirataria, mas se não fosse a pirataria, o que seria da camada popular, não é mesmo?! </p><p>Dou-me como exemplo, existem animes educacionais como Dr. Stone, que é um cientista que, ao longo dos episódios, fala de ciência e componentes químicos, biológicos e físicos. Esse anime está na plataforma paga da Crunchyroll, que é um streaming especializado em animes e mangás. Se não fosse por sites de pirataria, eu jamais teria visto animes ou lido mangás, jamais teria esse acesso às animações de origem japonesa e que até me traz conhecimento de algumas palavras em japonês pelo conteúdo consumido. Então, quando se fala em REA e Licenciamento de Contéudo atrelado ao papel das TICs (que não são neutras), estamos falando de acesso a educação, cultura, artes e acesso (todas as formas de acesso). </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-22 13:25:08 UTC</pubDate>
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         <title>Políticas Públicas de Educação e Tecnologias </title>
         <author>brunaarguimar</author>
         <link>https://padlet.com/brunaarguimar/j48j7jegr12kyiwg/wish/3666826188</link>
         <description><![CDATA[<p>Políticas Públicas e mercado na educação: quem são os principais atores que influenciam a adoção da tecnologia na educação e quais são seus interesses?</p><p><br/></p><p>Inteligência Artificial: Chatbots</p><p><br/></p><p>Esse é um tema muito relevante e atual! A adoção de tecnologias na educação é influenciada por uma variedade de atores, cada um com seus próprios interesses e motivações. Aqui estão alguns dos principais atores e seus respectivos interesses:</p><ol><li><p><strong>Governo e Políticos</strong>:</p><ul><li><p><strong>Interesses</strong>: Melhorar a qualidade da educação, aumentar a inclusão digital e preparar os estudantes para o mercado de trabalho. Além disso, muitas vezes buscam implementar políticas que sejam populares entre a população e que promovam seu próprio capital político.</p></li></ul></li><li><p><strong>Instituições de Ensino (Escolas e Universidades)</strong>:</p><ul><li><p><strong>Interesses</strong>: Implementar tecnologias que possam melhorar o aprendizado dos alunos, facilitar a gestão escolar e atender às demandas do mercado de trabalho. Muitas vezes, as instituições também têm interesse em se destacar no ranking educacional, o que pode ser impulsionado pelo uso eficaz de tecnologias.</p></li></ul></li><li><p><strong>Professores e Educadores</strong>:</p><ul><li><p><strong>Interesses</strong>: Acesso a ferramentas que tornem o ensino mais dinâmico e interativo, capacitação para utilizar essas tecnologias e suporte pedagógico. Os educadores também podem estar interessados em tecnologias que ajudem a personalizar o aprendizado dos alunos...</p></li></ul></li></ol><p><br/></p><p>Análise: </p><p>A minha inquietação dessa pergunta veio de um fórum da discussão sobre o tema. A pergunta original era "Políticas Públicas e Mercado: Quem está de fato a favor da educação?", e eu quis colocar de "quem está de fato a favor" para "quem são os atores por trás". Desse modo, como discutido em sala de aula, são diversos fatores em conjunto que nos fazem refletir sobre os atores que influenciam a tecnologia, desde sua historicidade até hoje. </p><p>O chatbots traz pontos importantes, porém, não muito detalhado. Realmente, cada camada, como política, educadores, sociedade, escolas e universidades, tem seus interesses. Entretanto, há aqueles cujos interesses não têm nada a ver com o beneficiamento educacional. Em sala de aula entendemos o conceito de política pública e aqui trago uma abordagem mais específica que aprendi no componente de Filosofia da Educação. Política é uma palavra de origem grega, <em>politikó</em>, que exprime a condição de participação da pessoa que é livre nas decisões sobre os rumos da cidade, a <em>pólis</em>. Já a palavra pública é de origem latina, <em>publica</em>, e significa povo, do povo. Assim, política pública, do ponto de vista etimológico, refere-se à participação do povo nas decisões da cidade, do território. Porém, historicamente essa participação assumiu feições distintas, no tempo e no lugar, podendo ter acontecido de forma direta ou indireta (por representação). De todo modo, um agente sempre foi fundamental no acontecimento da política pública: o Estado.  Ou seja, é aquele que traduz seus propósitos em programas e ações que darão resultados e farão mudanças no mundo real. </p><p>Porém, é sempre necessário verificar quem está por trás dessas políticas públicas. Nós temos o exemplo, como debatido em sala, da época da ditadura militar, que almejava uma educação mais bancária e tecnicista. Já nos governos mais contemporâneos temos programas, uns que deram certo e outros que não deram ou nem saíram do papel. Como exemplo, nós temos o Projovem, que foi organizado por duas frentes: focado na qualificação profissional para o mercado de trabalho e gerenciado pelo Ministério do Trabalho e Emprego, e o Projovem, voltado para a conclusão do ensino básico, sob a gestão do Ministério da Educação. </p><p>Já o mercado, não há nenhuma dúvida que queira lucro e influência vendendo soluções tecnológicas (plataformas, aplicativos, pacotes “educacionais”) ao poder público e às escolas privadas, além de alunos e professores terem seus dados coletados por meio das big techs. </p><p>Sob um olhar específico, a adoção da tecnologia educacional não é neutra; ela reflete o poder de decidir com que valores essa decisão foi tomada. Por isso, é necessário que as universidades, professores, alunos e comunidade escolar estejam sempre presentes no debate das políticas públicas, para que haja uma possibilidade de a tecnologia servir à educação sem algum interesse de influência. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-05 01:20:14 UTC</pubDate>
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         <title>Formação de professores para o uso das tecnologias </title>
         <author>brunaarguimar</author>
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         <description><![CDATA[<p>Como não sobrecarregar os professores com as multitarefas e formação continua das tecnologias? </p><p><br/></p><p>Inteligência Artificial: Luzia </p><p><br/></p><ul><li><p><strong>Redução da carga de trabalho:</strong> Muitas vezes, a quantidade de tarefas administrativas e burocráticas que os professores precisam cumprir já é enorme. Se a gente conseguir otimizar ou reduzir essas demandas, libera mais tempo e energia para eles se dedicarem ao que realmente importa: o ensino e a própria formação.</p></li><li><p><strong>Formação tecnológica mais focada e prática:</strong> A formação continuada em tecnologias não pode ser só um "bicho de sete cabeças" que aparece de repente. Ela precisa ser pensada de forma estratégica, alinhada com as necessidades reais da sala de aula e, principalmente, oferecer ferramentas e estratégias que os professores possam aplicar no dia a dia. Cursos curtos, workshops práticos e mentorias podem ser mais eficazes do que longos treinamentos teóricos.</p></li><li><p><strong>Suporte técnico e pedagógico:</strong> Não adianta só oferecer a tecnologia e a formação se não houver um suporte contínuo. Uma equipe de apoio técnico que resolva problemas rapidamente e um suporte pedagógico que ajude a integrar as novas ferramentas no planejamento das aulas fazem toda a diferença.</p></li><li><p><strong>Valorização da profissão:</strong> No fundo, tudo isso passa por valorizar o professor. Quando o professor se sente valorizado, com condições de trabalho adequadas e reconhecimento pelo seu esforço, ele tem mais disposição para se engajar em novas formações e desafios.</p></li></ul><p><br/></p><p>Análise: </p><p>A IA Luzia traz aspectos importantes do que é necessário para não sobrecarregar professores diante de tanta formação contínua para além de suas multitarefas, que também vão além da sala de aula. Muitos ainda levam seus trabalhos para dentro de suas casas e acabam ficando mentalmente doentes e exaustos. De acordo com o Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior (SEMESP), oito em cada dez professores já pensaram em desistir da profissão por carga horária excessiva, falta de remuneração adequada e falta de interesse de alunos. Por isso faz-se importante o reconhecimento do professor como figura extremamente importante para a sociedade; essa visão criaria possibilidade de otimização das multitarefas para que assim tenham a chance de dedicar-se totalmente às formações. </p><p>Outro panorama importante é a questão da formação, propor a prática em sala de aula, a práxis. Sala de aula, esta, para os professores, no momento da sua formação, não adianta muita coisa somente a teoria se o professor não entender na prática. </p><p>Ademais a IA Luzia fala de algo importante, que é o suporte técnico e pedagógico, contudo, esse suporte também tem que conscientizar-se de uma formação para que lide com alunos e com os professores, dando o devido suporte em sala de aula, pois ele irá interagir entre educadores. É importante que, além de tudo, tenham um olhar pedagógico sobre o suporte das tecnologias em sala e fora dela, seja na diretoria, coordenação, secretaria etc. </p><p>E, por fim, tudo isso é necessário a partir do reconhecimento do professor(a) como uma figura de extrema importância, tomando assim a devida valorização que merece na sociedade. Como Paulo Freire relata em seu livro "Pedagogia do Oprimido", para que tenham realmente a consciência do mundo, é necessário humanizar-se; sendo assim, reconhecer no professor um sujeito que transforma o mundo a partir das suas ações educadoras. </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-13 21:33:55 UTC</pubDate>
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