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      <title>Informalidade e Desigualdade Social no Brasil by JORDANA DA SILVA STRAMAR</title>
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      <description>Seminário Ciência e Sociedade</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-06-29 16:30:25 UTC</pubDate>
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         <title>Caracteriza-se por:</title>
         <author>jordana13_2</author>
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         <description><![CDATA[<p>Atividades exercidas sem registro em carteira de trabalho;</p><p>Sem acesso a direitos como férias remuneradas;</p><p>Décimo terceiro salário;</p><p>FGTS;</p><p>Licença médica;</p><p>Aposentadoria.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-29 16:39:42 UTC</pubDate>
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         <title>INFORMALIDADE NO MERCADO DE TRABALHO</title>
         <author>jordana13_2</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-06-29 16:41:29 UTC</pubDate>
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         <title>QUANTITATIVO</title>
         <author>jordana13_2</author>
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         <description><![CDATA[<p>Segundo dados do IBGE (PNAD Contínua)</p><p>Em 2024, o Brasil apresentou mais de 38 milhões de trabalhadores na informalidade, o que representa cerca de 39% da força de trabalho ocupada. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-29 16:45:32 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>jordana13_2</author>
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         <description><![CDATA[<p>Entre as categorias que o IBGE aponta como informais estão:</p><ul><li><p>empregado no setor privado sem carteira de trabalho assinada;</p></li><li><p>trabalhador doméstico sem carteira de trabalho assinada;</p></li><li><p>empregador sem CNPJ;</p></li><li><p>trabalhador por conta própria sem CNPJ;</p></li><li><p>trabalhador familiar auxiliar.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-29 16:53:39 UTC</pubDate>
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         <title>QUALITATIVO</title>
         <author>jordana13_2</author>
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         <description><![CDATA[<blockquote><p><strong>“Ser informal é viver com medo todos os dias. Medo de não vender, medo de ser levado pela fiscalização, medo de adoecer e não poder parar.”</strong></p></blockquote><p><em>— Relato de uma vendedora ambulante no centro de São Paulo (entrevista em pesquisa qualitativa da FGV Social, 2023).</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-29 16:58:28 UTC</pubDate>
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         <title>Por que tanta gente está na informalidade hoje no Brasil?</title>
         <author>jordana13_2</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-06-29 17:05:03 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>jordana13_2</author>
         <link>https://padlet.com/jordana13_2/j0q2gawv9p4j9532/wish/3505160393</link>
         <description><![CDATA[<blockquote><p><strong>“A carga tributária elevada (37,6% do PIB) e um sistema muito complexo aumentam os custos para negócios formais, motivando trabalhadores e empreendedores a operarem na informalidade como forma de driblar os impostos e a burocracia.”</strong></p></blockquote><p><em>Crescimento sem formalização do trabalho: déficit de capacidade fiscalizatória e necessidade de recomposição da burocracia especializada (Ipea, março de 2025).</em></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-29 17:09:07 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>EXEMPLO: Uma das principais causas é que trabalhar “dentro da lei” sai muito caro e é muito complicado</title>
         <author>jordana13_2</author>
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         <description><![CDATA[<p>Se uma pessoa quer abrir um pequeno negócio e contratar alguém com carteira assinada, ela tem que pagar muitos impostos, seguir várias regras e enfrentar uma burocracia enorme.</p><p><br>Elas preferem trabalhar ou contratar “por fora”, sem registro. Isso é mais barato, mais rápido e mais fácil — mas vem com um preço: falta de direitos e de segurança (como férias, aposentadoria, seguro em caso de doença).</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-29 17:12:42 UTC</pubDate>
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         <title>DADOS QUANTITATIVOS &amp; QUALITATIVOS</title>
         <author>jordana13_2</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-06-29 17:17:01 UTC</pubDate>
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         <title>DESIGUALDADE SOCIAL</title>
         <author>jordana13_2</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-06-29 17:19:07 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Pode ser compreendida como:</title>
         <author>jordana13_2</author>
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         <description><![CDATA[<p>A diferença no acesso a bens, serviços e oportunidades entre diferentes grupos da sociedade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-29 17:20:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>No Brasil, essa desigualdade é estrutural e histórica, fruto de um processo de colonização excludente, escravidão e concentração de terras e riquezas.</title>
         <author>jordana13_2</author>
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         <description><![CDATA[<p>Se manifesta em diversas áreas, como na distribuição de renda, acesso à educação, saúde, moradia digna e mobilidade social. Grupos como negros, mulheres, indígenas e moradores das periferias urbanas enfrentam barreiras sistemáticas que limitam suas possibilidades de desenvolvimento e qualidade de vida.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-29 17:22:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>QUAL É A RELAÇÃO ENTRE DESIGUALDADE SOCIAL E A INFORMALIDADE NO MERCADO DE TRABALHO NO BRASIL?</title>
         <author>jordana13_2</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-06-29 17:33:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A informalidade no mercado de trabalho brasileiro está diretamente ligada à desigualdade social, pois atinge principalmente pessoas em situação de vulnerabilidade, como negros, pessoas com baixa escolaridade e moradores das periferias. Esses grupos têm menos acesso a empregos formais e direitos trabalhistas, o que limita suas chances de ascensão social e contribui para a manutenção do ciclo da pobreza.</title>
         <author>jordana13_2</author>
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         <description><![CDATA[<p>No 4º trimestre de 2024, a taxa de informalidade entre pessoas pretas foi de 41,9% e entre pardas foi de 43,5%, ambos superiores à média nacional de 38,6%, enquanto entre pessoas brancas ficou em 32,6% — uma diferença que evidencia a desigualdade estrutural no mercado de trabalho brasileiro.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-29 17:36:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>jordana13_2</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title></title>
         <author>jordana13_2</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title>DADOS QUALITATIVOS &amp; QUANTITATIVOS</title>
         <author>jordana13_2</author>
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         <pubDate>2025-06-29 18:39:41 UTC</pubDate>
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         <title>QUALITATIVO</title>
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         <link>https://padlet.com/jordana13_2/j0q2gawv9p4j9532/wish/3505180772</link>
         <description><![CDATA[<blockquote><p><strong>“As pessoas olham pra gente como se não fôssemos ninguém. A gente trabalha o dia todo e ainda ouve que é vagabundo porque tá na rua vendendo.”</strong></p></blockquote><p><em>— Relato de uma mulher negra, vendedora ambulante em Salvador, coletado em estudo etnográfico da UFBA sobre trabalho informal e discriminação (2023).</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-29 18:40:16 UTC</pubDate>
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         <title>QUANTITATIVO</title>
         <author>jordana13_2</author>
         <link>https://padlet.com/jordana13_2/j0q2gawv9p4j9532/wish/3505181270</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p><em>Entre 2012 e 2023, a renda média do trabalho principal de pessoas negras foi apenas 58,3% da renda de pessoas brancas, sendo R$ 2.199 contra R$ 3.729 em 2023 (Agência Brasil, 2025; IBGE/PNAD Contínua). </em></p></li><li><p><em>Em 2023, o rendimento por hora dos trabalhadores brancos foi 67,7% maior que o de pretos e pardos (R$ 23,02 vs. R$ 13,73), e a taxa de informalidade entre pessoas negras chegou a 45,8%, enquanto entre brancos foi de 34,3% (Agência Brasil, 2025).</em></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-29 18:42:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Esses números revelam um padrão histórico de exclusão: embora representem 56% da população brasileira, negros ocupam apenas 33,7% dos cargos de gestão, e mulheres negras continuam sendo o grupo mais vulnerável — com 46,8% em situação de informalidade em 2022, frente a 34,5% das mulheres brancas (Observatório de Oportunidades, 2023).</title>
         <author>jordana13_2</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-06-29 18:45:22 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>jordana13_2</author>
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         <description><![CDATA[<p>Esse relato revela como a desigualdade no Brasil não é só econômica, mas também simbólica e cultural. </p><p>Mesmo quando estão exercendo uma atividade produtiva, trabalhadores informais — especialmente mulheres, negros e periféricos — sofrem estigmatização social e discriminação cotidiana.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-29 18:52:53 UTC</pubDate>
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