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      <title>Estágio HAC by Monique Souza Vale</title>
      <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-08-04 00:13:49 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-11-24 20:26:23 UTC</lastBuildDate>
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         <title>1° Semana </title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3535297680</link>
         <description><![CDATA[<p>A primeira semana foi marcada pelo <mark>nivelamento</mark>, com dinâmicas bastante enriquecedoras.</p><p>No primeiro caso, estive com o Ronaldo, a Mariana e a Letícia, mas tivemos dificuldades em compreender a proposta da atividade. Senti o grupo um pouco desorientado, o que acabou resultando na perda do nosso "paciente". Já no segundo e terceiro casos, me senti muito mais confiante na condução e no manejo das situações. Em parceria com a Mariana e a Letícia, conseguimos agir de forma mais coordenada e, felizmente, <mark>salvamos os pacientes.</mark></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-04 20:28:10 UTC</pubDate>
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         <title>2° Semana</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3535298981</link>
         <description><![CDATA[<p>Iniciar o estágio com <mark>pacientes críticos </mark>foi uma experiência maravilhosa, especialmente porque <mark>me sinto bastante confortável</mark> nesse tipo de cenário.</p><p>Nos primeiros dias, tivemos aulas teóricas com o professor João sobre temas essenciais, como ventilação mecânica, SAE (Sistematização da Assistência de Enfermagem) e PAI. Esse formato de início, com foco teórico, foi extremamente proveitoso, principalmente para quem ainda não tem vivência prática em ambiente hospitalar.</p><p>Ao longo da semana, tivemos oportunidades valiosas de aprendizado. Conseguimos <mark>zerar uma PAI</mark>, realizar <mark>aspiração traqueal </mark>com circuito fechado, presenciamos uma <mark>IOT (intubação orotraqueal)</mark> e acompanhamos pacientes críticos em exames de tomografia. Além disso, uma colega realizou com sucesso a passagem de um CNE, o que contribuiu para o aprendizado de todos.</p><p>O tempo que passei na UPC teve grande impacto na minha trajetória na Enfermagem. Despertou em mim o <mark>olhar clínico </mark>da enfermeira que precisa compreender, de forma crítica, o que está fazendo. <mark>Analisar exames laboratoriais </mark>antes de visitar o leito foi algo que me encantou, pois me ajudou a memorizar valores de referência, identificar alterações e correlacionar essas informações com o quadro clínico dos pacientes</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-04 20:32:16 UTC</pubDate>
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         <title>3° Semana</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3535299148</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta semana, realizamos o <mark>banho no leito</mark>. Participei desse cuidado junto com a Gabriela, em um paciente desorientado e pouco colaborativo. Ele apresentava um dreno de Blake e curativo em incisão cirúrgica em região abdominal. Realizamos todos os cuidados necessários, respeitando a técnica e o conforto do paciente. Essa vivência foi importante para <mark>reforçar a relevância da atuação do enfermeiro à beira do leito</mark>, pois é nesse momento que conseguimos observar de forma mais próxima o estado clínico e as necessidades do paciente.</p><p>Além disso, tivemos uma explicação do professor João sobre a medicação <mark>naloxona</mark>. Embora eu já tivesse ouvido falar sobre ela, <mark>não conhecia com clareza</mark> sua indicação. Aprendi que se trata de um fármaco utilizado no tratamento de emergência em casos de superdose ou intoxicação aguda por opioides, que geralmente se manifestam por depressão respiratória e/ou do sistema nervoso central. A naloxona também é usada na reversão completa ou parcial dos efeitos adversos de opioides e na reversão da depressão respiratória em neonatos cujas mães receberam opioides durante o trabalho de parto.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-04 20:32:45 UTC</pubDate>
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         <title>4° Semana</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3535299589</link>
         <description><![CDATA[<p>Observei que o <mark>choque séptico </mark>é bastante comum no ambiente de terapia intensiva, me levando ao pensamento da importância do Enfermeiro reconhecer sinais e sintomas e condutas corretas nessas situações. Dito isso, realizei uma pesquisa sobre o assunto:</p><p>A sepse é uma <mark>resposta inflamatória sistêmica grave</mark> desencadeada por uma infecção, que pode evoluir rapidamente para choque séptico e falência de múltiplos órgãos, representando uma das principais causas de mortalidade nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs). Ela ocorre quando <mark>o organismo, ao tentar combater uma infecção</mark>, acaba desencadeando uma reação desregulada que compromete o funcionamento de diversos sistemas vitais.</p><p>O reconhecimento precoce da sepse é fundamental para o sucesso do tratamento. Entre os <mark>sinais de alerta</mark> estão alterações no estado de consciência, <mark>febre ou hipotermia</mark>, <mark>taquicardia, taquipneia, hipotensão e redução da diurese</mark>. Exames laboratoriais também são essenciais, destacando-se o aumento de marcadores inflamatórios como a proteína C-reativa (PCR) e a procalcitonina, além de alterações em <mark>leucócitos, lactato</mark> e função renal.</p><p>As principais <mark>condutas terapêuticas</mark> envolvem a administração imediata de <mark>antibioticoterapia</mark> de amplo espectro, preferencialmente após coleta de culturas, <mark>reposição volêmica </mark>com soluções cristaloides, controle hemodinâmico com <mark>uso de vasopressores</mark> como a norepinefrina, e suporte respiratório quando necessário. O monitoramento rigoroso da resposta ao tratamento e o ajuste contínuo das intervenções são determinantes para a recuperação do paciente.</p><p>Nesse cenário, o enfermeiro exerce um papel central e indispensável. É ele quem está à beira do leito, identificando precocemente alterações nos sinais vitais e no comportamento do paciente.</p><p>Portanto, o manejo da sepse exige uma atuação rápida, precisa e integrada, na qual o enfermeiro assume protagonismo não apenas na execução de procedimentos, mas também na tomada de decisões clínicas e na promoção de uma assistência centrada no paciente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-04 20:33:44 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Escala de Rass</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3535299776</link>
         <description><![CDATA[<p>Considerei a escala acima uma ferramenta bastante usada em CTI com pacientes intubados, visto que é uma forma amplamente utilizada para avaliar o nível de sedação ou agitação de pacientes, especialmente aqueles que estão sob ventilação mecânica ou com uso de sedativos.</p><p>Ela permite que a equipe multiprofissional, principalmente médicos e enfermeiros monitore e ajuste a sedação de forma segura, evitando tanto a super sedação (que pode prolongar a internação) quanto a agitação excessiva (que pode causar riscos como auto extubação).</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-04 20:34:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Video sobre gasometria </title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3535299885</link>
         <description><![CDATA[<p>Na UPC senti um interesse ainda maior de <mark>compreender</mark> a interpretação de gasometria e por isso assisti o vídeo acima para complementar meus estudos.</p><p><br/></p><p>O vídeo aborda:</p><p><br/></p><p>Parâmetros Avaliados na Gasometria Arterial</p><ul><li><p><strong>pH</strong>: Indica a acidez ou alcalinidade do sangue, com valores normais entre 7,35 e 7,45.</p></li><li><p><strong>PaCO₂ (pressão parcial de dióxido de carbono)</strong>: Reflete a ventilação alveolar; valores normais entre 35 e 45 mmHg.</p></li><li><p><strong>HCO₃⁻ (bicarbonato)</strong>: Representa o componente metabólico do equilíbrio ácido-base, com valores normais de 22 a 26 mEq/L.</p></li><li><p><strong>PaO₂ (pressão parcial de oxigênio)</strong>: Avalia a oxigenação do sangue arterial.</p></li><li><p><strong>SaO₂ (saturação de oxigênio)</strong>: Expressa em porcentagem, indica a quantidade de oxigênio ligada à hemoglobina.</p></li></ul><p>Distúrbios Ácido-Base</p><p>A gasometria permite identificar os seguintes distúrbios:</p><ul><li><p><strong>Acidose Respiratória</strong>: pH &lt; 7,35 e PaCO₂ &gt; 45 mmHg, geralmente causada por hipoventilação.</p></li><li><p><strong>Alcalose Respiratória</strong>: pH &gt; 7,45 e PaCO₂ &lt; 35 mmHg, causada por hiperventilação.</p></li><li><p><strong>Acidose Metabólica</strong>: pH &lt; 7,35 e HCO₃⁻ &lt; 22 mEq/L.</p></li><li><p><strong>Alcalose Metabólica</strong>: pH &gt; 7,45 e HCO₃⁻ &gt; 26 mEq/L.</p></li></ul><p>Mecanismos de Compensação</p><p>O organismo pode tentar compensar essas alterações para restaurar o equilíbrio:</p><ul><li><p><strong>Compensação Respiratória</strong>: O sistema respiratório ajusta a PaCO₂ para corrigir o pH sanguíneo.</p></li><li><p><strong>Compensação Metabólica</strong>: O sistema metabólico altera os níveis de bicarbonato para restaurar o equilíbrio ácido-base.</p></li></ul><p>A presença de compensação indica uma resposta adaptativa do organismo ao distúrbio inicial.</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/RaN688AFOR4" />
         <pubDate>2025-08-04 20:34:44 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3537293328</link>
         <description><![CDATA[<p>Para complementar meu estudo usei o artigo:</p><p><br/></p><p>MOURA TEIXEIRA , P. H.; FECHINE HONORATO, P.; BARROSO SOUTO, L. C.; CABRAL LIMA, M.; KOBBAZ, A. M.; RAUNHEITTE DA CUNHA, G.; DOS SANTOS JUNIOR, M. S.; SIMÕES BAREL, P.; SOARES, L. de P.; VASCONCELOS, M. L.; DIAS REGO, M. C. Manejo de pacientes com Sepse em Unidade de Terapia Intensiva . <strong>Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences </strong>, <em>[S. l.]</em>, v. 6, n. 11, p. 2552–2561, 2024. DOI: 10.36557/2674-8169.2024v6n11p2552-2561. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://bjihs.emnuvens.com.br/bjihs/article/view/4431">https://bjihs.emnuvens.com.br/bjihs/article/view/4431</a>. Acesso em: 6 ago. 2025.</p><p><br></p><p><br/></p><p>O artigo aborda que o gerenciamento da sepse em UTIs requer uma <mark>abordagem integrada</mark>, multifatorial e personalizada. Isso envolve diagnóstico precoce com <mark>biomarcadores, antibioticoterapia ágil e ajustada, reposição volêmica adequada, suporte hemodinâmico </mark>e cuidados complementares como controle glicêmico e mobilização precoce.</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://doi.org/10.36557/2674-8169.2024v6n11p2552-2561" />
         <pubDate>2025-08-07 00:16:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Despedida</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3537302749</link>
         <description><![CDATA[<p>Eu amei a experiência (como acadêmica de Enfermagem) na UTI, pois tive a oportunidade de entender melhor a atuação do enfermeiro nesse cenário. O preceptor João é extremamente competente e didático, facilitando nosso aprendizado.</p><p><br/></p><ul><li><p>Que pena que passou rápido e, embora tenhamos realizado muitas atividades, senti falta de mais procedimentos.</p></li><li><p>Que tal aumentar os dias de estágio na modalidade com a qual o aluno mais se identifica?</p></li><li><p>Que bom que o módulo inicial foi com paciente crítico, pois facilitou a trajetória que está por vir.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-07 00:31:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1° Semana</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3537335072</link>
         <description><![CDATA[<p>Amei minha primeira semana de CMM, pois tive a oportunidade de realizar diversos procedimentos: retirada de pontos com a Mariana, banho no leito com a Nathália e curativos com a sênior Isabela. Para encerrar a semana com <mark>chave de ouro</mark>, a professora Carol me permitiu passar um <mark>CVD</mark>. A teoria desse procedimento eu já dominava, mas <mark>a prática exige habilidade, técnica e experiência</mark>. A dinâmica e a agilidade da Carol são admiráveis, e <mark>adorei a forma prática como ela me ensinou,</mark> tornando todo o processo mais claro e seguro. Esse dia, em especial, ficará marcado em minha memória, e levarei comigo todas as orientações recebidas para minha trajetória como futura enfermeira.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-07 01:11:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>curativos</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3546760180</link>
         <description><![CDATA[<p>Esse curativo, em especial, mexeu comigo em <mark>relação ao poder e à autonomia da enfermagem nesse cenário</mark>. O procedimento foi realizado por mim com auxílio da Nathália e sênior Mariana. O paciente com diagnóstico de comprometimento vascular do MID estava com cirurgia agendada para abordagem da ferida, mas, por meio da técnica de desbridamento <em><mark>slice</mark></em>, a professora conseguiu reverter a aparência da lesão, favorecendo o processo de cicatrização. Dessa forma, percebo o quanto <mark>a enfermagem pode transformar a vida e os prognósticos dos pacientes quando alia técnica, ciência e cuidado.</mark></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-18 22:55:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Desbridamento</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3546767685</link>
         <description><![CDATA[<p>O guia da SOBEST sobre preparo do leito da ferida destaca a <mark>importância do desbridamento</mark> como etapa fundamental para a cicatrização, pois <mark>remove tecidos inviáveis, reduz infecção e favorece o reparo tecidual.</mark> Utiliza o modelo TIME (tecido, infecção, umidade e bordas) para orientar a avaliação e a escolha do tratamento. Apresenta diferentes tipos de desbridamento: autolítico, biológico, enzimático, mecânico, instrumental e cirúrgico com suas indicações, vantagens e limitações. Também propõe um algoritmo prático para nortear a escolha da técnica, considerando as características da lesão. Além disso, o material descreve duas técnicas de desbridamento instrumental principais: <strong><mark>Cover</mark></strong><mark>,</mark> em que a borda da escara é delicadamente levantada e cortada paralelamente ao leito da ferida, e <strong><mark>Square</mark></strong><mark>,</mark> em que a escara é fragmentada em pequenos quadrados para facilitar a retirada progressiva. Frequentemente, esse tipo de desbridamento pode ser associado a métodos autolíticos ou enzimáticos, tornando a remoção menos dolorosa e mais eficaz. Por fim, reforça a regulamentação da prática pela Resolução COFEN nº 502/2015, que define competências do enfermeiro e da equipe de enfermagem nesse cuidado especializado, <mark>valorizando a autonomia profissional</mark> e o uso de ciência e técnica no manejo de feridas. </p>]]></description>
         <enclosure url="https://sobest.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Preparo-do-leito-da-ferida_SOBEST-e-URGO-2016.pdf" />
         <pubDate>2025-08-18 23:11:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3546767685</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Ventilação mecânica</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3546771264</link>
         <description><![CDATA[<p><mark>Eu adorei!!!</mark></p><p>A professora Carol ministrou um pequeno round de <mark>parâmetros ventilatórios </mark>e cuidados com o paciente de alta complexidade.</p><p><br/></p><p>Como resumo, o enfermeiro precisa ter o conhecimento dos parâmetros ventilatórios para garantir promoção de um cuidado seguro. Entre os principais estão: <strong>modo ventilatório</strong> (controlado, assistido, espontâneo), <strong>volume corrente (Vt)</strong> ajustado geralmente entre 6–8 mL/kg de peso predito para evitar barotrauma, <strong>pressão positiva expiratória final (PEEP)</strong> que mantém alvéolos recrutados e melhora a oxigenação, <strong>fração inspirada de oxigênio (FiO₂)</strong> que deve ser a mínima necessária para manter saturação adequada, e <strong>pressão de platô e pressão de pico</strong> como marcadores de complacência pulmonar e risco de lesão associada ao ventilador. Ademias, a monitorização contínua dos sinais vitais, da gasometria arterial e da sincronia paciente-ventilador é indispensável para prevenir complicações. Assim, o enfermeiro desempenha papel central no ajuste, vigilância e humanização do cuidado em ventilação mecânica.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-18 23:17:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Dia de centro cirúrgico</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3546782655</link>
         <description><![CDATA[<p>No início da manhã tivemos uma aula sobre drenos e suas respectivas funções. </p><p>Na prática cirúrgica, os drenos são <mark>dispositivos fundamentais</mark> para a remoção de líquidos, sangue ou secreções que podem se acumular na cavidade operatória, prevenindo infecções, deiscências e complicações respiratórias. O dreno de <mark>Penrose</mark>, feito de borracha ou silicone, atua por drenagem passiva por capilaridade e é utilizado em cirurgias superficiais. O dreno <mark>Portovac ou Blake</mark> é um sistema fechado com sucção contínua, que diminui o risco de contaminação e possibilita a quantificação precisa do débito. Já o dreno de<mark> Kehr</mark>, em formato de T, é indicado em cirurgias de<mark> vias biliares</mark>, auxiliando na drenagem da bile e na prevenção de fístulas. O <mark>dreno de tórax</mark>, por sua vez, é utilizado na drenagem torácica, permitindo a retirada de ar, sangue ou líquidos da cavidade pleural e favorecendo a expansão pulmonar. O manejo adequado desses dispositivos pelo enfermeiro é essencial para manter a esterilidade, monitorar o volume drenado e identificar precocemente alterações que indiquem complicações. A <mark>aula foi muito rica e repleta de informação importante.</mark> </p><p><br/></p><p>Em seguida, fui alocada na <mark>sala de RPA</mark>, e lá percebi os detalhes que o Enfermeiro precisa se atentar para cuidado e humanização do atendimento, visto que é um setor crítico do perioperatório destinado ao monitoramento intensivo do paciente no período imediatamente após o procedimento cirúrgico. Fiquei <mark>junto da aluna Júlia</mark> e realizamos a aplicação sistemática da escala de avaliação <mark>Aldrete-Kroulik</mark>. Foi um dia muito especial e <mark>despertou em mim um interesse por CC</mark>. </p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/1683872759/261b91d4bce55ab463ecd3c13cb63981/WhatsApp_Image_2025_08_18_at_19_34_47__2_.jpeg" />
         <pubDate>2025-08-18 23:29:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Hemodiálise</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3546783615</link>
         <description><![CDATA[<p>Aula junto da Mari, Letícia e Matheus.</p><p>O Adriano apresentou o conteúdo de maneira tão envolvente que despertou em mim uma <mark>verdadeira paixão pelo tema.</mark> O cuidado com pacientes renais é extremamente crítico, exigindo profissionais habilitados e com conhecimento profundo sobre a doença. Pacientes com Doença Renal Crônica (DRC) apresentam perda progressiva da função renal, o que compromete a excreção de resíduos e o equilíbrio hídrico e eletrolítico. Muitos desses pacientes necessitam de hemodiálise, um procedimento que substitui parcialmente a função dos rins, removendo toxinas, excesso de líquidos e ajustando eletrólitos no sangue. O manejo do paciente em hemodiálise requer atenção constante do enfermeiro, monitoramento hemodinâmico, avaliação de complicações e cuidados com o acesso vascular, garantindo segurança e qualidade de vida durante o tratamento.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-18 23:30:32 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Lactulona e encefalopatia hepática</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3546784367</link>
         <description><![CDATA[<p>Adriano explicou de forma muito clara o que ocorre na <mark>encefalopatia hepática </mark>e usei o vídeo para complementar meu conhecimento.</p><p>Ele aborda a encefalopatia hepática com definição de uma <mark>síndrome neuropsiquiátrica decorrente da insuficiência hepática</mark>, caracterizada por alterações cognitivas, motoras e de consciência, relacionadas principalmente ao acúmulo de <mark>toxinas que o fígado não consegue metabolizar</mark>, com destaque para a amônia. O excesso de amônia circulante atravessa a barreira hematoencefálica, alterando o metabolismo cerebral, promovendo edema e disfunção neuronal. Frequentemente, <mark>pacientes com encefalopatia hepática apresentam aumento da creatinina sérica</mark>, o que indica <mark>comprometimento da função renal</mark>, fator que agrava a retenção de metabólitos tóxicos e piora o prognóstico. O tratamento envolve a identificação e correção do fator desencadeante, além de medidas para reduzir a amônia plasmática. Entre estas, a<mark> </mark><strong><mark>lactulona</mark></strong> é considerada terapia de primeira linha: trata-se de um dissacarídeo sintético não absorvível que, ao ser metabolizado no cólon, reduz o pH intestinal, inibe a proliferação de bactérias produtoras de amônia e favorece sua eliminação fecal. </p><p>Dessa forma, <mark>enquanto técnica de enfermagem,</mark> já administrei essa medicação inúmeras vezes sem o devido conhecimento de sua função, e agora com a faculdade pude compreender de forma profunda toda farmacodinâmica envolvida nesse cenário. Amei!</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-18 23:31:39 UTC</pubDate>
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         <title>Despedida</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3546809775</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>A CMM foi uma <mark>experiência incrível</mark>, proporcionando a realização de diversos procedimentos, o aprofundamento no conhecimento de patologias e a oportunidade de criar vínculos significativos com os pacientes. Além disso, os <mark>sênior </mark>se mostraram muito atenciosos, tornando o ambiente leve e altamente propício ao aprendizado. A Carol possui uma agilidade, dinamismo e conhecimento teórico-prático admirável; foi um privilégio acompanhar seu trabalho e aprender com sua atuação.</p><p>Que tal: não tenho sugestões de melhoria para o módulo, pois gostei de tudo!</p><p>Que pena: que acabou.</p><p>Que bom: a CMM permite um envolvimento intenso com os pacientes e uma compreensão diferenciada das patologias, contribuindo significativamente para a formação e a bagagem do aluno.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-19 00:05:26 UTC</pubDate>
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         <title>Ambulatório</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3569826009</link>
         <description><![CDATA[<p>O módulo de CMF foi muito proveitoso, especialmente porque tivemos a oportunidade de permanecer no ambulatório por três quartas-feiras consecutivas. Nesse período, eu, Letícia, Mariana e Matheus pudemos realizar diversas vezes a passagem de cateteres vesicais de demora uretral e também de cistostomia. A experiência com a passagem da sonda de cistostomia<mark> foi particularmente marcante, </mark>já que foi a primeira vez que executei esse procedimento. <mark>Me surpreendi pois, considerei-o relativamente simples de realizar.</mark></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-05 01:37:45 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Checagem de carrinho de parada</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3569826927</link>
         <description><![CDATA[<p>A verificação sistemática e periódica do carrinho assegura que todos os itens estejam em condições adequadas de uso, dentro do prazo de validade e corretamente armazenados, reduzindo riscos de erros e aumentando a eficiência da equipe multiprofissional.</p><p><mark>Realizei a checagem do carrinho de parada, com auxílio do sênior Felipe Grijó</mark>, algo simples porém de extrema importância, visto que, em uma possível intercorrência no setor, os materiais necessários para intubação e PCR precisam estar funcionantes e em ordem. Achei relativamente simples e fácil. Essa prática fortalece a cultura de segurança, padroniza condutas assistenciais e contribui para a redução de eventos adversos evitáveis durante situações críticas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-05 01:38:13 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Checklist </title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3569827480</link>
         <description><![CDATA[<p>Realizei por dois dias o checklist  e considerei a experiência muito positiva. Apesar de ser uma atividade mais burocrática, percebi sua extrema importância para a garantia da qualidade e da segurança na assistência. O uso de checklists contribui para padronizar processos, reduzir falhas humanas e assegurar que etapas críticas do cuidado não sejam esquecidas. Durante a execução, <mark>observei situações relevantes, como pacientes sem pulseiras de identificação e acessos periféricos vencidos,</mark> o que reforça ainda mais a necessidade dessa prática sistemática. Assim, <mark>compreendi </mark>que o checklist é uma ferramenta essencial não apenas para organização do serviço, mas também para a prevenção de riscos e para o fortalecimento da cultura de segurança do paciente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-05 01:38:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3569828710</link>
         <description><![CDATA[<p>Paciente do sexo feminino portadora de DM, HAS e DAOP. </p><p><br/></p><p>Dentre os curativos realizados no dia,<mark> o dela me impactou mais,</mark> pois percebi o quanto sua dimensão emocional estava abalada. Ela se culpava constantemente por ter negligenciado seus problemas de saúde, o que resultou na necrose de um dedo. Essa situação <mark>evidenciou para mim a importância da educação em saúde </mark>e da necessidade de estratégias eficazes para conscientizar os pacientes sobre a gravidade de suas condições, incentivando o cuidado precoce e a prevenção de complicações.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-05 01:39:14 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ambiência</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3569829611</link>
         <description><![CDATA[<p>Hoje tive a oportunidade de conhecer o Centro Cirúrgico (CC), com Mariana, Sabrina e Matheus. </p><p>O CC conta com diversas unidades pelas quais iremos passar, como a sala de cirurgia, a CME, sala de RPA e a recepção. No primeiro dia, tivemos uma conversa com a preceptora Rosângela, que nos explicou a rotina do setor e ainda nos mostrou um <mark>útero sendo suturado</mark> em sala de cirurgia. A experiência também permitiu relembrar conceitos importantes, como o<mark> globo de Pinard.</mark></p><p>O<mark> </mark><strong><mark>globo de segurança de Pinard</mark></strong><mark> </mark>é um termo utilizado na obstetrícia para descrever a contração uterina observada imediatamente após o parto, durante o quarto período clínico. Esse fenômeno é crucial para a prevenção de hemorragias pós-parto, uma das principais causas de morbimortalidade materna.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-05 01:39:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Round</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3569833793</link>
         <description><![CDATA[<p>No meu primeiro round recebi o tema relacionado à Escala de <mark>Aldrete-Kroulik,</mark> utilizada na Sala de Recuperação Pós-Anestésica (RPA) pela equipe de Enfermagem. Essa escala tem como objetivo avaliar de maneira sistemática a recuperação do paciente após o procedimento anestésico-cirúrgico, verificando sua estabilidade clínica para que possa receber <mark>alta da unidade com segurança</mark>. Para isso, são observados cinco parâmetros fundamentais: <mark>atividade motora, respiração, circulação, consciência e saturação de oxigênio.</mark> Cada aspecto é pontuado de acordo com a resposta apresentada pelo paciente, resultando em um escore que pode variar até o máximo de 10 pontos, sendo geralmente necessário alcançar de 8 a 10 para liberação. A atividade motora é avaliada pela capacidade do paciente de movimentar os membros voluntariamente, enquanto a respiração considera a eficácia da ventilação espontânea. A circulação é analisada por meio da comparação da pressão arterial com valores prévios, e a consciência é verificada pela resposta ao chamado e pelo nível de alerta. Já a saturação de oxigênio reflete a manutenção adequada da oxigenação sanguínea, seja em ar ambiente ou com suporte mínimo. Após uma avaliação positiva, e transcorrido o período de aproximadamente uma hora, o paciente é liberado pelo anestesista responsável, assegurando que o processo de recuperação seja conduzido de forma criteriosa e segura.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-05 01:42:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3571791721</link>
         <description><![CDATA[<p>Referência:</p><p><strong>ANVISA. </strong><em>Cartaz 3 – Principais medidas de prevenção de infecção do trato urinário associada a cateter vesical de demora (ITU-AC)</em>. Brasília: Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Gerência Geral de Tecnologia em Serviços de Saúde (GGTES), 18 out. 2021. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.gov.br/anvisa/pt-br/centraisdeconteudo/publicacoes/servicosdesaude/cartazes/cartaz_3-ggtes_web.pdf">https://www.gov.br/anvisa/pt-br/centraisdeconteudo/publicacoes/servicosdesaude/cartazes/cartaz_3-ggtes_web.pdf</a>. Acesso em: 06 de setembro de  2025.</p><p><br/></p><p>Esse manual trata da <strong>prevenção de Infecção do Trato Urinário Associada a Cateter (ITU-AC)</strong>. Ele reúne orientações e protocolos para reduzir riscos relacionados ao uso de cateter urinário, abordando desde a indicação correta do dispositivo até sua inserção, manutenção e retirada. O foco principal é evitar a cateterização desnecessária, utilizar sempre técnica asséptica, capacitar a equipe de saúde, implementar medidas de vigilância e incentivar alternativas como o cateter intermitente, o condom e o uso do ultrassom de bexiga. O objetivo é garantir segurança ao paciente e diminuir complicações infecciosas.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.gov.br/anvisa/pt-br/centraisdeconteudo/publicacoes/servicosdesaude/cartazes/cartaz_3-ggtes_web.pdf" />
         <pubDate>2025-09-06 17:29:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Doença arterial obstrutiva periférica: que atenção temos dispensado à abordagem clínica dos pacientes?</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3571813543</link>
         <description><![CDATA[<p>O artigo intitulado "Doença arterial obstrutiva periférica: que atenção temos dispensado à abordagem clínica dos pacientes?" foi publicado na <em>Jornal Vascular Brasileiro</em> em 2005. O estudo teve como objetivo avaliar como pacientes com doença arterial obstrutiva periférica (DAOP) têm sido tratados em relação aos fatores de risco e comorbidades. A pesquisa foi realizada por meio de um questionário que abordou aspectos como dislipidemia, diabetes, prática de exercícios, uso de antiagregantes plaquetários e tabagismo. A análise dos dados revelou que, apesar da alta prevalência de fatores de risco, muitos pacientes não estavam recebendo o tratamento adequado. O estudo concluiu que há a necessidade de uma abordagem mais eficaz e integrada no manejo da DAOP, visando melhorar a qualidade de vida dos pacientes e reduzir as complicações associadas à doença.</p><p><br/></p><p>Referência: MACHADO, R. C.; BRITO, L. C.; SANTOS, L. M.; et al. Doença arterial obstrutiva periférica: que atenção temos dispensado? <em>Jornal Vascular Brasileiro</em>, v. 4, n. 3, p. 203-210, 2005. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://doi.org/10.1590/S1677-54492005000300007">https://doi.org/10.1590/S1677-54492005000300007</a>. Acesso em: 06 set. 2025.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://jvascbras.org/article/doi/10.1590/S1677-54492005000300007" />
         <pubDate>2025-09-06 18:19:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3571813543</guid>
      </item>
      <item>
         <title>CME</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3571839590</link>
         <description><![CDATA[<p>O plantão estava com poucos funcionários e por isso fui alocada no CME para ajudar. Eu e Mariana aprendemos as dobraduras de campos, aventais e ainda ajudamos a embalar materiais para esterilização. Adorei a experiência, pois me parecia muito mais difícil realizar tais dobraduras. Achei um trabalho bem legal de realizar.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/1683872759/2344cbfca75226ffd726937378ec1949/WhatsApp_Image_2025_09_06_at_16_15_51.jpeg" />
         <pubDate>2025-09-06 19:28:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3571839590</guid>
      </item>
      <item>
         <title>RPA</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3598329923</link>
         <description><![CDATA[<p>Iniciei meus dias no CC na <mark>sala de RPA</mark>, ambiente com o qual me identifiquei bastante. Fui acolhida pelo Will (sênior), que me apresentou o funcionamento e a dinâmica da unidade. Em alguns momentos, senti-me um pouco embaraçada diante da chegada rápida de vários pacientes ao mesmo tempo, mas considero que consegui desempenhar bem o meu papel. Já no segundo dia, realizei junto com o Will a <mark>conferência do carrinho de parada</mark>. Estava muito cansada e com sono no dia, o que tornou a atividade mais exaustiva, por exigir concentração e atenção aos detalhes. Ainda assim, gostei da experiência e do aprendizado proporcionado pela checagem no checklist de conferência, aproveitando o momento para reconhecer e relembrar os itens que compõem o carrinho.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 22:06:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3598329923</guid>
      </item>
      <item>
         <title>CME</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3598336475</link>
         <description><![CDATA[<p>Nessa unidade fui recebida pela enfermeira Thaíse, que administra o CME com zelo e dedicação, conduzindo sua equipe de maneira acolhedora e eficiente, o que <mark>despertou em mim grande admiração.</mark></p><p>Nesse dia, ela me explicou que Dentro da CME, são realizados <mark>testes específicos</mark> que asseguram a eficácia do processo de esterilização. Entre eles estão os <strong><mark>testes físicos, químicos e biológicos </mark></strong>e o <strong><mark>teste de Bowie &amp; Dick</mark></strong>, utilizado diariamente em autoclaves a vapor para verificar a remoção completa do ar e a penetração uniforme do vapor. Esse teste é essencial para assegurar que o ciclo de esterilização ocorra de maneira segura e eficaz, prevenindo falhas que poderiam comprometer a qualidade dos materiais processados. No geral, os testes permitem monitorar, validar e documentar as condições necessárias para a destruição de microrganismos patogênicos. Os testes químicos, por exemplo, utilizam indicadores que mudam de cor quando expostos a determinados parâmetros, confirmando que o material foi submetido ao processo. Já os testes biológicos são considerados padrão-ouro, pois avaliam a efetiva eliminação de microrganismos altamente resistentes, garantindo a confiabilidade do método.</p><p>A finalidade desses testes é certificar que todo material processado esteja livre de riscos de contaminação, prevenindo infecções relacionadas à assistência à saúde. Sua importância está diretamente ligada à segurança do paciente, à redução de complicações infecciosas no pós-operatório e à manutenção da qualidade dos serviços prestados pela instituição.</p><p><br/></p><p>Um aspecto <mark>interessante que observei</mark> foi o rigor na documentação de todos os processos, garantindo registros que podem ser apresentados durante visitas de órgãos regulamentadores e reforçando ainda mais a segurança e a confiabilidade dos métodos realizados.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 22:18:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Recepção</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3598341328</link>
         <description><![CDATA[<p>A recepção é um setor do CC onde realizamos o <mark>checklist de admissão do paciente, atualizamos o mapa cirúrgico, recebemos os pacientes e os encaminhamos para as respectivas salas de cirurgia ou para a RPA, onde aguardam o pré-operatório</mark>. Na recepção fui acolhida pela Thamires, que demonstrou ser dinâmica, ágil, habilidosa e sempre atenciosa ao explicar e orientar.</p><p>  Em alguns casos, a equipe da recepção também é responsável pela passagem de CVD. <mark>Não tive a oportunidade de realizar </mark>esse procedimento, pois, durante os meus dias na unidade, não houve pacientes que necessitassem da sondagem. Considero esse um ponto negativo, já que gostaria de ter vivenciado essa experiência prática.</p><p><mark>Na foto</mark>, trata-se de uma cesariana de emergência em que a paciente já havia sido admitida com CVD. Pedi à professora Rosângela para permanecer na sala, pois ainda não havia tido a oportunidade de assistir a uma cesariana, e <mark>adorei a experiência.</mark></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 22:26:57 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>2° Round</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3598350362</link>
         <description><![CDATA[<p>Fiquei responsável por explicar a <mark>conduta de enfermagem na sala de RPA e apresentar as principais medicações utilizadas como antagonistas e suporte hemodinâmico.</mark></p><p>A que ganhou maior <strong><mark>destaque</mark></strong> para mim foi a <strong>naloxona</strong>, um antagonista que reverte rapidamente os efeitos da intoxicação por opioides, incluindo depressão respiratória e sedação excessiva. Essa medicação é considerada essencial em cenários de emergência, sendo recomendada pelas diretrizes internacionais de anestesia e cuidados pós-operatórios para reverter efeitos adversos graves relacionados a opioides (Kumar et al., 2021).</p><p>Presenciei um caso de intoxicação por opioides na clínica, o que reforçou a importância de seu conhecimento e aplicação prática, tornando essa experiência inesquecível.</p><p><mark>Outro destaque vai para a </mark><strong><mark>efedrina</mark></strong><mark>,</mark> utilizada no tratamento da hipotensão, especialmente em pacientes submetidos à anestesia regional ou geral. A efedrina atua como um agente simpaticomimético, aumentando a pressão arterial e melhorando a perfusão tecidual, sendo recomendada como primeira linha para correção de hipotensão pós-anestésica em protocolos de recuperação pós-operatória (Cleveland Clinic Guidelines, 2020). Durante minha prática como técnica, <mark>ainda não havia tido contato direto com essa medicação</mark>, o que tornou a experiência extremamente enriquecedora para ampliar meu conhecimento clínico e a atuação segura na RPA.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 22:41:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3598350362</guid>
      </item>
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         <title>Round Drenos</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3598354635</link>
         <description><![CDATA[<p>A aula foi conduzida de maneira impecável pela preceptora Rosângela, onde <mark>revisamos os diferentes tipos de drenos utilizados na prática clínica</mark>, suas indicações, cuidados e tamanhos adequados. Os drenos podem ser classificados em <strong><mark>passivos</mark></strong><mark> e </mark><strong><mark>ativos</mark></strong>. Os drenos passivos, como o <strong>Penrose</strong>, drenam por gravidade e são universais, podendo ser utilizados em diversas situações. Outro exemplo é o <strong>dreno tubular</strong>, que pode ser confeccionado a partir de uma sonda Foley de látex, e o <strong>dreno de Kehr</strong>, indicado para drenagem das vias biliares, geralmente nos calibres 12 a 16.</p><p>Os drenos ativos, por sua vez, drenam secreções por sucção, como o <strong>dreno de Black</strong>, utilizado para drenagem de volumes maiores de secreção, e o <strong>Portovac</strong>, indicado para pós-operatório cirúrgico com saída de grande quantidade de secreção.</p><p>Durante a <mark>realização de curativos em pacientes com drenos</mark>, a sequência deve respeitar a ordem de contaminação: iniciando pelo local menos contaminado e seguindo para o mais contaminado, cuidando primeiramente da incisão cirúrgica e depois do óstio do dreno.</p><p>Também abordamos os <strong>drenos de tórax</strong>, com indicações específicas como pneumotórax espontâneo ou traumático, hemotórax pós-trauma, derrame pleural devido a pneumonia, insuficiência cardíaca, metástases ou choque térmico, empiema — frequentemente observado em crianças com doenças infecciosas pulmonares — e quilotórax. Para garantir a eficácia da drenagem e evitar o retorno de ar ao pulmão, utiliza-se o <strong>selo d’água</strong>, com volumes específicos conforme o tamanho do frasco: 500 mL no frasco de 2.000 mL, 200 mL no frasco de 1.000 mL e 100 mL no frasco de 500 mL. O calibre do dreno geralmente varia de 28 a 34, sendo 34 indicado quando a secreção é mais espessa.</p><p>Em relação às sondas, a <strong>sonda Foley</strong> é medida em Fr (French), variando de 8 a 24, sendo que quanto maior o número, maior o calibre da sonda. Para mulheres, normalmente utiliza-se 14 ou 16 Fr, e para homens 16 ou 18 Fr, com variações conforme necessidade pós-cirúrgica ou uso domiciliar prolongado. Para crianças, os calibres de CVD indicados variam entre 8 e 10, enquanto adolescentes de 12 a 14 anos podem utilizar 12 Fr. Após procedimentos cirúrgicos ou em pacientes com sonda de longa permanência, podem ser utilizados calibres maiores, como 20, 22 ou 24 Fr.</p><p>Também foram abordadas as medidas para <strong>TOT</strong>, sendo que para crianças os tubos endotraqueais variam de 2 a 6 e para adultos de 6,5 a 10, de acordo com idade e tamanho do paciente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 22:47:47 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Sala de cirurgia</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3598359217</link>
         <description><![CDATA[<p>Referência: <strong>DAMACENA, Denize Evane Lima; PEREIRA, Dyullia de Araújo; VIDAL, Danielle Adriane Silveira; FARIA, Maria Divina dos Santos Borges.</strong> O cuidado de enfermagem e o Port-a-Cath ou cateter totalmente implantado em pacientes oncológicos: uma revisão da literatura. <em>Brazilian Journal of Surgery and Clinical Research</em>, v. 30, n. 2, p. 83-101, mar./mai. 2020. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.mastereditora.com.br/periodico/20200409_1028022.pdf">https://www.mastereditora.com.br/periodico/20200409_1028022.pdf</a>. Acesso em: 22 set. 2025.</p><p><br/></p><p>Meu <mark>primeiro dia na sala cirúrgica</mark> foi assistindo a implantação de dispositivo para  QT, tendo em vista a importância desse dispositivo senti interesse em pesquisar mais sobre o assunto.</p><p>Dessa forma, o artigo aborda a importância do conhecimento técnico e ético da equipe de enfermagem para o manejo adequado do Port-a-Cath, enfatizando a necessidade de treinamento contínuo e atualização profissional. Além disso, o estudo destaca os cuidados relacionados à prevenção de complicações, como infecções e obstruções, e a importância da comunicação eficaz com os pacientes para promover adesão ao tratamento.</p><p>Os autores também discutem a relevância da documentação precisa e da implementação de protocolos institucionais para garantir a segurança e a qualidade da assistência prestada. A <mark>revisão conclui</mark> que a <mark>atuação da enfermagem</mark> <mark>é fundamental para o sucesso do tratamento oncológico</mark>, sendo essencial para a manutenção do Port-a-Cath e para a promoção do bem-estar dos pacientes.</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.mastereditora.com.br/periodico/20200408_122520.pdf" />
         <pubDate>2025-09-22 22:56:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3598363577</link>
         <description><![CDATA[<p>Referência: <strong>GODINHO, Natalia Cristina; SILVEIRA, Liciana Vaz de Arruda; FREITAS, Karina Alexandra Batista da Silva.</strong> <em>Manual de hipodermóclise</em>. Botucatu: Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu, 2017. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://hcfmb.unesp.br/wp-content/uploads/2017/12/Manual-de-Hipoderm%C3%B3clise-HCFMB.pdf">https://hcfmb.unesp.br/wp-content/uploads/2017/12/Manual-de-Hipoderm%C3%B3clise-HCFMB.pdf</a>. Acesso em: 22 set. 2025.</p><p><br/></p><p><mark>Aprendemos a realizar acesso em via de hipodermóclise.</mark></p><p>Trata-se de uma técnica terapêutica que consiste na infusão contínua de fluidos e medicamentos na camada subcutânea, sendo especialmente<mark> indicada para pacientes com acesso venoso difícil, idosos, pediátricos e em cuidados paliativos</mark>. Essa abordagem oferece uma alternativa segura e eficaz à administração intravenosa, proporcionando maior conforto e menor risco de complicações associadas a métodos invasivos.</p><p>Estudos recentes destacam a hipodermóclise como uma opção viável para o manejo de sintomas em pacientes com dificuldades de deglutição ou acesso venoso comprometido. É fundamental que os profissionais de enfermagem estejam bem treinados para identificar locais adequados para a punção, selecionar medicamentos compatíveis e monitorar possíveis complicações.</p><p>Apesar de suas vantagens, a hipodermóclise apresenta desafios, como a necessidade de protocolos clínicos bem definidos, treinamento contínuo da equipe de saúde e avaliação criteriosa das condições do paciente. A implementação de protocolos específicos e a educação permanente dos profissionais são essenciais para garantir a eficácia e segurança dessa técnica na prática clínica</p>]]></description>
         <enclosure url="https://hcfmb.unesp.br/wp-content/uploads/2017/12/Manual-de-Hipoderm%C3%B3clise-HCFMB.pdf" />
         <pubDate>2025-09-22 23:04:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3598363577</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Orquidopexia</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3598369056</link>
         <description><![CDATA[<p><mark>Consegui ter a oportunidade de acompanhar brevemente a cirurgia de orquidopexia.</mark></p><p><br/></p><p><strong><em>Senti interesse de pesquisar mais sobre o tema e o vídeo escolhido explica de forma bem clara o procedimento.</em></strong></p><p><br/></p><p>A orquidopexia é uma <mark>intervenção cirúrgica fundamental </mark>no <strong>tratamento da criptorquidia</strong>, condição caracterizada pela ausência de um ou ambos os testículos na bolsa escrotal ao nascimento. A literatura atual destaca a importância da realização precoce da cirurgia, <mark>preferencialmente antes dos 12 meses de idade</mark>, para otimizar o desenvolvimento testicular e reduzir riscos de infertilidade e malignidade testicular</p><p>As técnicas cirúrgicas incluem abordagens transescrotais e laparoscópicas. A orquidopexia transescrotal é indicada para testículos palpáveis e localizados na região inguinal, apresentando alta taxa de sucesso e baixa incidência de complicações. Para testículos intra-abdominais, a abordagem laparoscópica é preferida, permitindo a preservação vascular e reduzindo o risco de atrofia testicular.</p><p>A decisão sobre o momento cirúrgico deve considerar fatores individuais, como a localização do testículo, comprimento do cordão espermático e presença de comorbidades.</p><p>Em resumo, a orquidopexia é uma cirurgia eficaz no tratamento da criptorquidia, sendo crucial para a preservação da função testicular e redução de complicações a longo prazo. A escolha da técnica e o momento da intervenção devem ser cuidadosamente avaliados por uma equipe multidisciplinar, garantindo o melhor prognóstico para o paciente.</p><p><br/></p><p>Referências: SILVÃO, Betânia Andrade. <em>Tratamento Cirúrgico da Criptorquidia: Uma Revisão de Literatura</em>. 2012. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/7986/1/Bet%C3%A2nia%20Andrade%20Silv%C3%A3o%20%282012.1%29.pdf">https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/7986/1/Bet%C3%A2nia%20Andrade%20Silv%C3%A3o%20%282012.1%29.pdf</a>. Acesso em: 22 set. 2025.</p><ul><li><p>PAKKASJÄRVI, N.; et al. Surgical treatment of cryptorchidism: current insights and outcomes. <em>Frontiers in Endocrinology</em>, v. 15, p. 1327957, 2024. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.frontiersin.org/articles/10.3389/fendo.2024.1327957/full">https://www.frontiersin.org/articles/10.3389/fendo.2024.1327957/full</a>. Acesso em: 22 set. 2025.</p></li><li><p>HAN, H.; et al. Laparoscopic orchidopexy for the treatment of cryptorchidism in adults: a description of the technique and outcomes. <em>BMC Urology</em>, v. 24, p. 1, 2024. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://bmcurol.biomedcentral.com/articles/10.1186/s12894-023-01386-4">https://bmcurol.biomedcentral.com/articles/10.1186/s12894-023-01386-4</a>. Acesso em: 22 set. 2025</p></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/OEoFlFyWeys" />
         <pubDate>2025-09-22 23:13:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Que experiência transformadora!!!</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3598373141</link>
         <description><![CDATA[<p>O CC, e em especial a preceptora Rosângela, marcou minha trajetória de maneira muito significativa. <mark>Consegui despertar um olhar mais atento para a gestão e para os diferentes seguimentos da enfermagem</mark>, aspectos que minha experiência anterior como técnica não me permitia alcançar. Além disso, a vivência aflorou um interesse genuíno pelo ambiente do CC.</p><p>Em relação à equipe, colegas e sêniores, a experiência foi extremamente proveitosa, pois conseguimos trabalhar de forma colaborativa e significativa para todos. Sou muito grata por essa oportunidade e pelo cuidado da professora em compartilhar cada detalhe essencial para nossa formação. Verdadeiramente inspiradora! Obrigada por tudo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 23:19:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1º dia</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3610316816</link>
         <description><![CDATA[<p>No primeiro dia de estágio, o foco foi conhecer o setor e a rotina da clínica. Fiquei bastante impressionada com a organização e a dinâmica da professora, que adota uma metodologia de revezamento de assistência. Essa abordagem torna o estágio não só dinâmico, mas também altamente proveitoso, pois permite uma vivência prática diversificada. Durante o dia, tive a oportunidade de realizar as escalas de Fugulyn e escala de Risco de queda em todos os pacientes, o que me proporcionou uma visão mais ampla do trabalho do enfermeiro. Pude perceber a importância de se manter um olhar atento e abrangente sobre cada paciente, já que é fundamental para garantir um cuidado eficaz e bem coordenado.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-30 01:30:52 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3610316816</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Round</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3610318402</link>
         <description><![CDATA[<p>O primeiro round foi com o tema de <mark>óxido de zinco</mark> na <mark>prevenção</mark> de LPP e encontrei um artigo bem interessante que esclarece que O estudo teve como objetivo comparar a <mark>eficácia do uso de curativos profiláticos com óxido de zinco versus vaselina na prevenção de lesões por pressão na região sacral de pacientes internados em unidade de terapia intensiva (UTI)</mark>. Trata-se de um ensaio clínico randomizado, que dividiu os pacientes em cinco grupos: aplicação de óxido de zinco com curativo, aplicação de óxido de zinco sem curativo, aplicação de vaselina com curativo, aplicação de vaselina sem curativo e um grupo controle, que recebeu apenas os cuidados preventivos habituais. Os resultados demonstraram que nos grupos que utilizaram curativos profiláticos, tanto com óxido de zinco quanto com vaselina, nenhum paciente desenvolveu lesões por pressão. Já nos grupos sem curativo, observou-se o aparecimento de lesões: 5 casos no grupo com óxido de zinco e 6 casos no grupo com vaselina. O grupo controle apresentou 14 casos. Esses dados indicam que a utilização de curativos profiláticos associados a barreiras físicas, como o curativo com gaze e adesivo, contribui de forma significativa para a prevenção de lesões por pressão em pacientes críticos. O estudo conclui que tanto o óxido de zinco quanto a vaselina, quando utilizados com curativo, são estratégias eficazes, acessíveis e de baixo custo na prática clínica da enfermagem para a prevenção de lesões por pressão na região sacral. Apesar dos resultados positivos, os autores ressaltam algumas limitações, como a restrição do estudo à área sacral e a ausência de comparação com lesões relacionadas a dispositivos médicos.</p><p><br/></p><p>Referência: ZARRIN, Nasim; RAFIEI, Hossein; SAFARI ALAMUTI, Fateme; SOHRABI, Laleh; RASHVAND, Farnoosh. Comparing the efficacy of Zinc Oxide versus Vaseline prophylactic dressings in preventing sacral pressure injuries in patients admitted to the intensive care unit. <em>International Wound Journal</em>, v. 21, n. 11, e70139, Nov. 2024.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39571604/" />
         <pubDate>2025-09-30 01:31:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3610318402</guid>
      </item>
      <item>
         <title>curativo complexo</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3610319005</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesse dia, realizei dois curativos complexos sob supervisão da professora, uma<mark> lesão por queimadura</mark> e outro em <mark>lesão de Fournier.</mark> A utilização da luva de toque ainda representa um desafio para mim, pois tenho maior habilidade com a luva estéril. Entretanto, compreendo a relevância de racionalizar os custos e me adaptei à proposta.</p><p>No caso dos curativos, a queimadura no pé com exposição de tendão chamou minha atenção, principalmente quanto à possibilidade de cicatrização por segunda intenção. <mark>Gostei de utilizar a papaína</mark> em pó de forma estéril e percebi sua eficácia no processo. considero que tive um bom desempenho na execução dos procedimentos, aprimorando tanto minha técnica quanto meu olhar clínico.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/1683872759/a23debe2f69594bc7c19cbfb528c3b74/WhatsApp_Image_2025_10_01_at_16_21_09__2_.jpeg" />
         <pubDate>2025-09-30 01:32:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3610319005</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Curativo simples</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3610319399</link>
         <description><![CDATA[<p>Realizei os curativos simples com o auxílio da sênior Flávia, que me orientou com diversos conselhos e forneceu feedbacks positivos ao longo do processo.</p><p>Os procedimentos envolveram curativos em <mark>inserção de dreno e ferida operatória.</mark> Essa prática contribuiu para o meu aprimoramento técnico e para o desenvolvimento da segurança durante a execução, além de reforçar a importância da observação criteriosa de cada tipo de lesão e da escolha adequada dos materiais.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/1683872759/075073c1c2a08d38cb0ce1d3ed85ddf8/WhatsApp_Image_2025_10_01_at_16_21_09__2_.jpeg" />
         <pubDate>2025-09-30 01:32:25 UTC</pubDate>
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         <title>Uso de papaína</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3610320010</link>
         <description><![CDATA[<p>A mariana trouxe pesquisa a cerca da papaína e me despertou interesse em pesquisar mais sobre essa cobertura tão utilizada em feridas. Para isso, busquei o artigo acima para embasar meus estudos.</p><p><br/></p><p>A papaína, enzima derivada do látex do mamão (Carica papaya), tem sido investigada como alternativa no tratamento de feridas devido às suas ações desbridante, cicatrizante e antimicrobiana. Em uma revisão integrativa da literatura (1953-2021), foram selecionados 17 estudos que avaliavam diferentes concentrações e modalidades de aplicação. <mark>Observou-se que a papaína pode remover tecidos necróticos</mark> por meio das suas proteases, <mark>sem danificar tecidos saudáveis</mark>. Em concentrações de 2% e 4%, demonstrou-se efetividade na promoção de tecido de granulação e redução da área da ferida, com resultados comparáveis a outros agentes desbridantes (como colagenase ou hidrogéis) em vários ensaios clínicos randomizados. Alguns estudos também apontaram atividade antimicrobiana em concentrações mais elevadas (ex.: 10%). Porém os autores finalizam afirmando que, apesar dos benefícios citados, a heterogeneidade metodológica dos estudos limita a conclusividade sobre sua eficácia definitiva e há escassez de dados sobre custo-efetividade.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://anais.sobest.com.br/cpe/article/view/119" />
         <pubDate>2025-09-30 01:32:47 UTC</pubDate>
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         <title>Abscesso</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3610320649</link>
         <description><![CDATA[<p>Hoje realizei troca de curativo em <mark>abscesso em sítio cirúrgico </mark>acompanhada da Sênior Laura. Considerei relativamente simples e rápido de fazer.</p><p><br/></p><p>O abscesso em sítio cirúrgico é uma complicação infecciosa localizada que pode surgir após um procedimento operatório, caracterizando-se pelo acúmulo de pus na região da incisão ou em planos mais profundos. Geralmente, <mark>ocorre em decorrência da contaminação bacteriana durante a cirurgia ou no pós-operatório</mark>, sendo mais frequente em pacientes com fatores de risco como diabetes, obesidade, imunossupressão, internação prolongada e uso de drenos.</p><p>Clinicamente, manifesta-se por dor, calor, rubor, edema, secreção purulenta e, em alguns casos, febre e sinais sistêmicos. Pode ser classificado em <strong>superficial</strong> (atinge pele e subcutâneo), <strong>profundo</strong> (envolve fáscia e músculos) ou de <strong>órgão/espaço</strong> (quando afeta cavidades ou estruturas manipuladas na cirurgia).</p><p>O <mark>tratamento envolve</mark> abertura e drenagem do abscesso, limpeza da ferida, trocas regulares de curativo e, quando indicado, uso de antibióticos direcionados ao agente identificado em cultura. A prevenção depende de técnica cirúrgica asséptica, profilaxia antibiótica adequada e cuidados rigorosos no pós-operatório.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-30 01:33:11 UTC</pubDate>
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         <title>Carrinho de parada</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3610321349</link>
         <description><![CDATA[<p>O dia foi com trocas de conhecimentos e informações sobre as principais medicações usadas em situações de emergência. A reunião foi entre eu, Mari, Letícia, Flávia, Milena, Laura e a professora Paula.</p><p><br/></p><p>O <strong><mark>carrinho de emergência</mark></strong> contém fármacos essenciais para o manejo de situações críticas, sendo fundamental conhecer suas indicações, mecanismos de ação e efeitos adversos.</p><p>A <strong>adrenalina</strong> atua em receptores alfa-1 e beta, funcionando como broncodilatador e vasoconstritor. É usada em situações de parada cardiorrespiratória, anafilaxia e choque, aumentando o débito cardíaco e a perfusão coronariana.</p><p>A <strong>amiodarona</strong> (150 mg) é um antiarrítmico classe III que prolonga o tempo de despolarização. É utilizada em ritmos chocáveis (FV/TV sem pulso) e em arritmias supraventriculares em pacientes estáveis.</p><p>A <strong>atropina</strong> (0,25 mg/ml) é um antagonista colinérgico usada na bradicardia sintomática, promovendo aumento da frequência cardíaca. Pode causar midríase e, em casos de intoxicação exógena, é utilizada como antídoto.</p><p>O <strong>bicarbonato de sódio</strong> é indicado em pacientes com acidose metabólica grave e intoxicações específicas.</p><p>A <strong>cedilanide</strong> é um digitálico com ação antiarrítmica que atua revertendo taquicardias, mas de forma lenta.</p><p>O <strong>diazepam</strong>, benzodiazepínico, possui ação ansiolítica, sedativa e anticonvulsivante, sendo útil em crises convulsivas.</p><p>A <strong>morfina</strong> promove vasodilatação venosa, sendo indicada em <mark>edema agudo de pulmão (EAP)</mark>, pois reduz a pré-carga e a congestão pulmonar, além de atuar no alívio da dor intensa.</p><p>A <strong>esketamina</strong> (S-cetamina) é um indutor anestésico e sedativo, utilizada em procedimentos de emergência.</p><p>A <strong><mark>adenosina</mark></strong><mark> </mark>é um antiarrítmico que age bloqueando transitoriamente a condução no nó sinusal e átrio-ventricular, indicada em taquicardias supraventriculares. Deve ser aplicada em bólus rápido com torneira de 3 vias, seguida de 20 ml de SF 0,9%. Pode causar sensação de <mark>“morte iminente”</mark>.</p><p>A <strong>dobutamina</strong> é indicada no choque cardiogênico, aumentando a força de contração cardíaca. Porém, não deve ser usada em pacientes sob efeito de betabloqueadores. A <strong>milrinona</strong> tem efeito inotrópico semelhante, com benefício adicional de vasodilatação pulmonar.</p><p>A <strong>vasopressina (Encrise)</strong> é utilizada como coadjuvante da noradrenalina, atuando como vasopressor no choque, elevando a pressão arterial.</p><p>O <strong>etomidato</strong> é um indutor anestésico que causa menos hipotensão comparado a outros agentes, sendo útil em pacientes instáveis. Pode ser diluído (10 mg em 10 ml de SF 0,9%).</p><p>A <strong>fenitoína</strong> é utilizada em crises convulsivas e no manejo de epilepsia.</p><p>O <strong>fentanil</strong> é um opioide usado em sedação e analgesia, porém <mark>pode induzir rigidez de parede torácica</mark> em altas doses.</p><p>A <strong>prometazina</strong> é um anti-histamínico usado em reações alérgicas, com efeito sedativo associado.</p><p>O <strong>furosemida (Lasix®)</strong> é um diurético de alça não poupador de potássio, indicado em edema agudo de pulmão, insuficiência cardíaca e estados de sobrecarga volêmica.</p><p>O <strong>gluconato de cálcio</strong> é indicado no tratamento da hipercalemia, prevenindo arritmias e estabilizando a membrana cardíaca.</p><p>A <strong>hidrocortisona</strong> é um corticosteroide utilizado em choque anafilático, sepse e insuficiência adrenal, podendo ser administrada em infusão contínua.</p><p>A <strong>lidocaína</strong> é um anestésico local com efeito antiarrítmico classe IB, útil em arritmias ventriculares. Na forma sem vasoconstritor, tem ação mais curta.</p><p>O <strong>midazolam</strong> é um benzodiazepínico com propriedades ansiolíticas, sedativas e hipnóticas, sendo utilizado em convulsões (10 mg em emergências) e para sedação.</p><p>O <strong>flumazenil</strong> é o antagonista dos benzodiazepínicos, revertendo os efeitos do midazolam e diazepam. Para intoxicações por opioides, o antídoto é a <strong>naloxona</strong>.</p><p>O <strong>sulfato de magnésio</strong> é usado em crises convulsivas da eclâmpsia e na síndrome de HELLP, além de atuar em algumas arritmias.</p><p>Por fim, a <strong>succinilcolina</strong> é um bloqueador neuromuscular de ação rápida, utilizada em intubação de sequência rápida.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-30 01:33:34 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3612617780</link>
         <description><![CDATA[<p>O artigo trata da<mark> </mark><strong><mark>Escala de Fugulin</mark></strong>, uma ferramenta utilizada na prática da enfermagem para <strong>avaliar o grau de dependência </strong>dos pacientes.</p><p>A pesquisa foca em revisar estudos sobre a aplicabilidade da escala, verificando como ela tem sido utilizada em diferentes cenários clínicos, suas vantagens, limitações e os resultados alcançados em termos de prevenção de quedas e melhoria da qualidade de vida dos pacientes.</p><p>Dessa forma, a Escala de Fugulin é eficaz para fornecer informações sobre o perfil assistencial dos pacientes, classificando seus graus de dependência em cuidados de enfermagem. Além disso, quando utilizada de forma tecnológica (sistema informatizado), ela pode trazer benefícios como a otimização do tempo, apoio no processo decisório e redução de custos e esforços. </p><p>Evidenciou-se, com o estudo, que há necessidade de mais pesquisas, especialmente estudos comparativos com outras escalas e aplicações em diferentes contextos hospitalares. </p><p><br/></p><p>Referência:</p><p>GÂMBARO, Lívia; ROSSI, Selma Gentil; SIMONETTI, Sérgio Henrique. <em>Aplicabilidade da escala de Fugulin: uma revisão integrativa</em>. Research, Society and Development, [S.l.], v. 12, n. 3, e24212340702, 2023. DOI: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://doi.org/10.33448/rsd-v12i3.40702">https://doi.org/10.33448/rsd-v12i3.40702</a>. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/40702">https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/40702</a>. Acesso em: 01 out. 2025.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/download/40702/33237" />
         <pubDate>2025-10-01 03:20:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Dreno de tórax</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3612683325</link>
         <description><![CDATA[<p>O Dreno de tórax é um assunto que me chama bastante atenção e tive a oportunidade de acompanhar dois pacientes em uso desse dispositivo. Realizei ausculta pulmonar e em um dos casos consegui identificar murmúrios vesiculares diminuídos em base. Aprendi com o round que <mark>Dreno de tórax</mark> é indicado em situações como pneumotórax (espontâneo ou traumático), hemotórax (trauma), derrame pleural (pneumonia, ICC, metástase, choque térmico), empiema (acúmulo de pus, comum em infecções pulmonares como pneumonia, especialmente em crianças) e quilotórax.</p><p>O <strong>selo d’água</strong> é essencial para evitar o retorno de ar ao pulmão. A quantidade de água varia conforme o frasco utilizado: 500 ml no frasco de 2000 ml, 200 ml no frasco de 1000 ml e 100 ml no frasco de 500 ml.</p><p>O tamanho do dreno deve ser ajustado de acordo com o tipo de secreção: entre 28 e 34 Fr, sendo 34 Fr utilizado em secreções mais espessas.</p><ul><li><p><strong><mark>Fuga aérea: </mark></strong>indica saída de ar contínua pelo dreno, comum em casos de pneumotórax.</p></li><li><p><strong><mark>Oscilação</mark></strong><mark>: </mark>movimento da coluna d’água no selo, que reflete a ventilação do paciente e confirma o posicionamento e funcionamento adequados do dreno.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-01 04:09:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Fim de mais um módulo.</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3614063915</link>
         <description><![CDATA[<p>O tempo na CCM passou muito rápido, e a experiência foi extremamente enriquecedora. Admiro a organização e o dinamismo da Paula, que proporcionaram um ambiente de aprendizado produtivo e estimulante. Tive a oportunidade de desenvolver e aprimorar minhas habilidades, especialmente no universo dos curativos, área pela qual tenho grande afinidade e interesse. A CCM se mostrou um espaço excelente para esse crescimento profissional, permitindo-me sanar diversas dúvidas e fortalecer meus conhecimentos. A orientação da Paula foi fundamental, contribuindo de forma significativa para meu desenvolvimento.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-01 20:02:47 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>1° dia</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3634217525</link>
         <description><![CDATA[<p>A recepção no módulo de oncologia foi realmente especial, pois a <mark>Sara consegue transmitir conhecimento de forma segura, carinhosa e leve</mark>. Embora <mark>eu ainda não me sinta completamente à vontade no universo da oncologia</mark>, reconheço que ela faz parte da realidade da enfermagem assistencial, principalmente devido ao grande número de casos de câncer que temos atualmente. Por isso, <mark>aprender</mark> a manejar cuidados, lesões e desenvolver uma abordagem empática é não apenas importante, mas <mark>essencial</mark>.</p><p>No meu primeiro dia, não tive contato com pacientes oncológicos. Ambas as pacientes eram da Urologia, com diagnóstico de pielonefrite e de ureteroplastia com duplo J, respectivamente. <mark>Realizei a SAE </mark>(Sistematização da Assistência de Enfermagem) nelas e também forneci orientações sobre os procedimentos aos quais elas seriam submetidas. Ambas estavam em fase pré-operatória e<mark> não apresentavam curativos</mark>. Embora não fosse uma situação diretamente ligada à oncologia, senti uma curiosidade natural em pesquisar mais sobre o procedimento de duplo J para expandir meu conhecimento na área.</p><p><br/></p><p><mark>O estudo de Cavalli et al.</mark> (2010) avaliou retrospectivamente os resultados da ureterolitotomia retroperitoneoscópica em pacientes com cálculos ureterais, com foco na eficácia do cateter duplo J na prevenção de complicações pós-operatórias. Foram comparados dois grupos: um com o uso do cateter e outro sem. <mark>Os resultados mostraram que o grupo com o cateter não apresentou complicações</mark>, enquanto o grupo sem o dispositivo teve uma taxa significativa de eventos adversos, como fístulas urinárias e estenose ureteral. Concluiu-se que o uso do cateter duplo J reduz de forma significativa as complicações relacionadas ao procedimento.</p><p><br/></p><p>CAVALLI, Alexandre Cavalheiro et al. <em>O emprego do cateter duplo J diminui as complicações na ureterolitotomia retroperitoneoscópica</em>. Arquivos Catarinenses de Medicina, [S.l.], v. 39, n. 3, p. 44-47, 2010. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.acm.org.br/acm/seer/index.php/arquivos/article/view/140">https://www.acm.org.br/acm/seer/index.php/arquivos/article/view/140</a>. Acesso em: 18 out. 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-15 17:43:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3634217525</guid>
      </item>
      <item>
         <title>2° dia</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3634223907</link>
         <description><![CDATA[<p>No meu segundo dia de estágio, tive a oportunidade de auxiliar na realização de um curativo em paciente <mark>grande queimado</mark>, em conjunto com a residente de enfermagem. Além disso, realizei a Sistematização da Assistência de Enfermagem <mark>(SAE) em duas pacientes oncológicas</mark>. A primeira apresentava diagnóstico de <mark>tumor de pâncreas</mark>, enquanto a segunda possuía diagnóstico de <mark>tumor com classificação Bethesda I</mark>, apresentando ferida operatória (FO) em região cervical e dreno de Blake. No geral, me sinto segura para realização de SAE e curativos.</p><p><br/></p><p><strong><em>Curativos realizados:</em></strong></p><ul><li><p><strong>Curativo complexo (grande queimado):</strong> realizado com solução fisiológica 0,9% para limpeza da lesão, seguido de oclusão com papaína, visando desbridamento autolítico e estímulo à cicatrização.</p></li><li><p><strong>Curativo simples (FO cervical):</strong> a ferida foi higienizada com solução fisiológica 0,9% e ocluída com gaze estéril.</p></li><li><p><strong>Dreno de Blake:</strong> a região ao redor do dreno foi higienizada com solução fisiológica 0,9% e a assepsia do circuito foi realizada com clorexidina alcoólica.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-15 17:46:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3634223907</guid>
      </item>
      <item>
         <title>3° dia _ RM e TC</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3634224129</link>
         <description><![CDATA[<p>No terceiro dia, realizamos atividades na unidade de <mark>diagnóstico por imagem</mark>. A experiência foi interessante por proporcionar um maior contato com esse universo tecnológico e contribuir para a ampliação dos nossos conhecimentos sobre os exames de imagem. No entanto, <mark>considerei o momento pouco proveitoso</mark> em relação à compreensão da <mark>atuação específica do enfermeiro</mark> nesse setor, uma vez que eu e a Mariana <mark>permanecemos acompanhando apenas o trabalho das técnicas de enfermagem</mark>.</p><p>Durante a visita, nos foi apresentada a imagem de uma ressonância magnética (RM) realizada no dia anterior, com <strong><em><mark>diagnóstico de cerebelite</mark></em></strong>. Eu ainda não conhecia esse quadro clínico e achei bastante interessante, o que me motivou a pesquisar mais sobre o tema posteriormente.</p><p><br/></p><p><strong>Pesquisa:</strong></p><p><br/></p><p>De acordo com Santos et al. (2012), a <mark>cerebelite aguda</mark> é predominantemente uma condição benigna que surge, na maioria dos casos, <mark>após infecções virais </mark>ou vacinação, tendo como agentes mais comuns os vírus da varicelazoster, Epstein-Barr, sarampo, rubéola e coxsackie, além de agentes bacterianos como os da difteria e da tosse convulsa. No entanto, formas mais graves, com risco de coma devido à compressão do tronco cerebral, podem ocorrer em situações de etiologia tóxica, como intoxicação por chumbo ou opioides.</p><p>O estudo destaca a importância dos exames de imagem particularmente a ressonância magnética (RM), mais sensível que a tomografia computadorizada (TC) no diagnóstico e acompanhamento da cerebelite, especialmente em casos com potencial complicação, como a hidrocefalia obstrutiva ou herniação cerebelar (SANTOS et al., 2012).</p><p>O artigo conclui que, apesar da apresentação clínica geralmente benigna e autolimitada, o reconhecimento das diferentes etiologias e a utilização adequada da imagem são fundamentais para o manejo correto dos casos, sobretudo nas apresentações atípicas ou graves.</p><p><br/></p><p><strong>Referência:</strong></p><p>SANTOS, Carolina Mendes dos et al. Cerebelite Aguda na Criança – A Propósito de Diferentes Etiologias. <em>Acta Médica Portuguesa</em>, Lisboa, v. 25, supl. 1, p. 38–41, jul./ago. 2012.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-15 17:47:07 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3634224129</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tumor de pâncreas</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3634224599</link>
         <description><![CDATA[<p>O câncer de pâncreas é uma neoplasia maligna que se origina nas células exócrinas ou endócrinas do pâncreas; a forma mais prevalente é o <mark>adenocarcinoma ductal pancreático</mark>.</p><p><br></p><p><strong>Sinais e sintomas</strong>: Os achados mais comuns incluem icterícia (pele e escleras amareladas), fezes de coloração clara, urina escura, dor no abdômen superior ou médio que pode irradiar para as costas, perda de peso inexplicada, inapetência e fadiga (NATIONAL CANCER INSTITUTE, 2024). Outros sintomas relatados incluem <mark>náusea, vómitos, esteatorreia</mark> (fezes gordurosas) e novo‑diagnóstico de diabetes em adultos (Osmosis, 2024). A localização do tumor influencia bastante o padrão clínico: tumores na cabeça do pâncreas geralmente manifestam icterícia obstrutiva, enquanto os da cauda ou corpo podem apresentar dor e perda de peso antes da icterícia (NURSINGCECENTRAL, 2023).</p><p><br></p><p><strong>Tratamento</strong>: O tratamento depende do estágio da doença, da ressecabilidade do tumor e do estado geral do paciente. A cirurgia (pancreaticoduodenectomia ou procedimento de Whipple para tumores da cabeça) é a única possibilidade de cura em casos selecionados, porém apenas cerca de 15‑20% dos pacientes são candidatos à ressecção no momento do diagnóstico (NURSEKEY, 2023; GINEX; MORIARTY, 2018). Além da cirurgia, são utilizadas quimioterapia, radioterapia, terapias adjuvantes, e cuidados paliativos para controle de sintomas em estágios avançados (NURSEKEY, 2023). A prática baseada em evidências (EBP) para cuidados perioperatórios de pacientes submetidos ao Whipple pode reduzir complicações e melhorar os resultados (GINEX; MORIARTY, 2018).</p><p><br></p><p><strong>Planejamento de enfermagem</strong>: para o<mark> diagnóstico</mark> </p><p>“Dor aguda relacionada ao crescimento tumoral e invasão de plexos nervosos”.</p><p>As <mark>intervenções</mark> incluem:</p><p> Avaliação frequente da dor, administração de analgésicos conforme prescrição, posicionamento para alívio da dor e técnicas não farmacológicas de conforto.</p><p><strong><mark>Avaliação</mark></strong></p><ul><li><p>Paciente relata redução da dor para nível tolerável (menor ou igual a 3 na EVA).</p></li><li><p>Melhora na qualidade do sono, mobilidade e humor.</p></li><li><p>Ausência ou controle dos efeitos colaterais da analgesia.</p></li><li><p>Adequação do manejo da dor observada por meio de registros e feedback do paciente.</p></li></ul><p><br></p><p> Para o <mark>diagnóstico</mark> “Nutrição desequilibrada: menos que as necessidades corporais relacionada à má absorção enzimática pancreática e anorexia”, as intervenções envolvem encaminhar para nutricionista, administrar suplementos de enzimas pancreáticas, fracionar refeições, evitar alimentos ricos em gordura, além de monitorar peso corporal, ingestão alimentar e sinais de desnutrição (NURSESTLAB, 2024).</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p>GINEX, Pamela K.; MORIARTY, Kerri. Evidence‑Based Practice Helps Standardize Care After Pancreatic Cancer Surgery. <em>Oncology Nursing Society</em>, 24 jul. 2018. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.ons.org/publications-research/voice/news-views/07-2018/evidence-based-practice-helps-standardize-care-after">https://www.ons.org/publications-research/voice/news-views/07-2018/evidence-based-practice-helps-standardize-care-after</a>. Acesso em: 18 out. 2025.</p><p>NATIONAL CANCER INSTITUTE. <em>Pancreatic Cancer Treatment (PDQ®) – Health Professional Version</em>. NCBI Bookshelf, 2024. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK65959/">https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK65959/</a>. Acesso em: 18 out. 2025.</p><p>NURSEKEY. Pancreatic cancer: Nursing: Video &amp; Causes. 2023. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://nursekey.com/p-4/">https://nursekey.com/p-4/</a>. Acesso em: 18 out. 2025.</p><p>NURSESTLAB. Nursing Care Plan on Pancreatic Cancer. 2024. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://nurseslab.in/nursing-care-plan/digestive-disorders-nursing-care-plan/pancreatic-cancer/">https://nurseslab.in/nursing-care-plan/digestive-disorders-nursing-care-plan/pancreatic-cancer/</a>. Acesso em: 18 out. 2025.</p><p>OSMOSIS. Pancreatic Cancer: Nursing. 2024. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.osmosis.org/learn/Pancreatic_cancer%3A_Nursing">https://www.osmosis.org/learn/Pancreatic_cancer%3A_Nursing</a>. Acesso em: 18 out. 2025.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-15 17:47:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3634224599</guid>
      </item>
      <item>
         <title>4° dia _ UPC</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3634225425</link>
         <description><![CDATA[<p>Na Unidade Pós-Cirúrgica (UPC), acompanhei uma paciente em pós-operatório imediato<mark> (POI) de nefrectomia</mark><strong><mark>.</mark></strong> Durante o acompanhamento, realizei a Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) e a troca do curativo da ferida operatória (FO), <mark>procedimentos com os quais me sinto bastante segura e confiante na execução</mark>.</p><p>Um aspecto <em>interessante</em> deste dia foi o fato de a paciente já me ser familiar, pois a acompanhei no primeiro dia do módulo, quando ainda se encontrava em pré-operatório. Essa <mark>continuidade no cuidado</mark> permitiu observar a evolução clínica da paciente e reforçou a importância do acompanhamento integral na assistência de enfermagem.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-15 17:47:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3634225425</guid>
      </item>
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         <title>PU</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3634226355</link>
         <description><![CDATA[<p>SAE</p><p>O PU é um setor esperado por ser a oportunidade de realizar procedimentos diferentes. <mark>no entanto, eu e a Mariana ficamos apenas com a conferência de carrinho de parada e SAE dos pacientes de sala amarela, vermelha e poltrona.</mark> Além disso, realizei curativo de ferida vascular em um pac<em>iente.</em></p><p><br/></p><p><em>Curativo:</em></p><p><em>realizei limpeza com sf 0,9% e ocluiu com gaze estéril e papaína 6%.</em></p><p><em>*</em><mark>Senti falta de ser convidada para as triagens e outras demandas da atuação do enfermeiro. </mark></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-15 17:48:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3634226355</guid>
      </item>
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         <title>Fournier em mulheres</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3634228971</link>
         <description><![CDATA[<p>No meu primeiro dia, acompanhei, junto da Mariana, a realização de um curativo em um <mark>abscesso localizado na região do períneo</mark>. Durante o procedimento, a Sara comentou que o quadro clínico apresentava características semelhantes às da gangrena de <mark>Fournier</mark>, sugerindo que eu realizasse uma pesquisa sobre o tema para aprofundar meus conhecimentos.</p><p><br/></p><p>-&gt; <strong><em>O curativo foi realizado de forma estéril com SF 0,9 % e ocluído com papaína.</em></strong></p><p><br/></p><p><strong><mark>Pesquisa:</mark></strong></p><p>A gangrena de Fournier (GF) é uma forma grave de fascite necrosante que acomete a região perineal e genital, sendo <mark>extremamente rara em mulheres</mark>. Estima-se uma razão de ocorrência de aproximadamente 10:1 entre homens e mulheres (DERMNETNZ, 2023). A incidência geral é de cerca de 1,6 por 100.000 homens, sendo ainda mais baixa no sexo feminino (WJES, 2013). Em uma revisão recente com 134 pacientes do sexo feminino, a média de idade foi de 55 anos, com margem de ±6 anos (KHALID et al., 2023).</p><p>Entre as causas mais comuns da doença em mulheres estão os abscessos perineais (31 %), patologias vulvares, como abscesso de glândula de Bartholin (22 %) e, em menor frequência, causas idiopáticas (KHALID et al., 2023). Os principais <mark>fatores de risco associados </mark>são <mark>diabetes mellitus</mark> (presente em cerca de 44 % dos casos), <mark>obesidade </mark>(16 %) e <mark>doenças cardiovasculares</mark> (KHALID et al., 2023). A <mark>apresentação clínica mais observada é a celulite perineal</mark> (46 %), dor local (40 %), febre (35 %) e, em alguns casos, choque séptico (28 %) (KHALID et al., 2023).</p><p>Apesar de menos comum, a gangrena de Fournier em mulheres pode ter evolução mais grave devido ao atraso no diagnóstico, o que reforça a importância da suspeita clínica diante de sinais de infecção perineal em pacientes com fatores de risco (PUBMED, 2023).</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-15 17:50:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Manual educativo sobre Cuidados com ferida operatória em domicílio.</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3634229582</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/1683872759/db6428cad20bd529ee2188b076a0821b/Cuidados_com_A_ferida_opert_ria_em_casa__1_.pdf" />
         <pubDate>2025-10-15 17:50:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3634229582</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Terapia com células CAR-T: uma nova perspectiva para o tratamento de neoplasias</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3634230450</link>
         <description><![CDATA[<p>As terapias com células CAR-T despertaram minha curiosidade, e a Sara me solicitou que aprofundasse a pesquisa sobre o tema. Para isso, utilizei o seguinte artigo como referência.</p><p><br/></p><p>Referência:</p><p>CabedaR.; DreyerB. L. S.; TagliariG. B.; PiccininI. D.; ArtusI. A.; SantosJ. I. dos; ZinL.; KettenhuberM.; BresolinN. R.; AlvesG. C. S. Terapia com células CAR-T: uma nova perspectiva para o tratamento de neoplasias. <strong>Revista Eletrônica Acervo Científico</strong>, v. 47, p. e18279, 24 set. 2024.</p><p><br/></p><p>A terapia com <mark>células CAR-T</mark> (receptor quimérico de antígeno em células T) representa um <mark>avanço significativo no tratamento de neoplasias</mark>, especialmente em casos de leucemias e linfomas refratários. Essa abordagem envolve a <mark>modificação genética das células T</mark> do paciente para que reconheçam e destruam células tumorais específicas. Além de sua <mark>eficácia em neoplasias hematológicas</mark>, pesquisas estão sendo conduzidas para expandir seu uso para tumores sólidos e doenças autoimunes, embora desafios como <mark>efeitos colaterais graves,</mark> incluindo síndrome de liberação de citocinas e neurotoxicidade, ainda precisem ser superados. Investigar e compreender a terapia com células CAR-T é crucial, pois essa abordagem tem mostrado taxas promissoras de resposta e sobrevida, especialmente em pacientes com tumores hematológicos. Portanto, essa terapia oferece uma nova esperança para aqueles que não respondem às terapias convencionais, como quimioterapia e radioterapia.</p><p><br/></p><p>-&gt; Dessa forma, <mark>percebi</mark> que, embora a terapia com células CAR‑T seja promissora no tratamento de neoplasias hematológicas, ela ainda não demonstra eficácia satisfatória contra tumores sólidos e está associada a efeitos colaterais. Inicialmente, <mark>eu acreditava</mark> que essa terapia apresentava apenas benefícios, mas, <em><mark>com a pesquisa, aprendi sobre a complexidade do tratamento</mark></em> e a presença de potenciais reações adversas.</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://acervomais.com.br/public/journals/1/article_18279_cover_pt_BR.png" />
         <pubDate>2025-10-15 17:51:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3634230450</guid>
      </item>
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         <title>CA de reto</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3638530297</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesse dia, acompanhei a <strong>Dona Nádia</strong>, paciente com diagnóstico de <strong>câncer de reto</strong>, que também apresentava <strong>histórico familiar da doença</strong>, pois seu irmão havia enfrentado o mesmo tipo de câncer. <mark>A história dela me marcou profundamente</mark>, principalmente por estar <strong>recém-casada há apenas dois meses</strong> e ter recebido o diagnóstico tão recentemente.</p><p>Desa forma, senti a necessidade de <strong>aprofundar meus conhecimentos sobre esse tipo de tumor</strong>, que é frequente, para compreender melhor sua evolução, tratamento e impacto na vida dos pacientes.</p><p><br/></p><p>O <strong>câncer de reto</strong> é definido como todo tumor localizado até <strong>15 cm da margem anal</strong>. A <strong>ressecção cirúrgica</strong> representa o tratamento mais eficaz, embora a abordagem dependa da localização, extensão local e presença de metástases. Após o <strong>diagnóstico e estadiamento adequados</strong>, a escolha terapêutica visa aumentar a sobrevida e reduzir o risco de recidiva, podendo incluir cirurgia associada à quimio e/ou radioterapia, tanto de forma neoadjuvante quanto adjuvante.</p><p>O <strong>estadiamento</strong> é realizado com exames de imagem, como <strong>radiografia de tórax</strong> e <strong>tomografia abdominal</strong>, para investigar metástases à distância. O <strong>ultrassom endoscópico</strong> é o método mais sensível para avaliar tumores iniciais (T1 e T2), enquanto a <strong>ressonância magnética de pelve</strong> é mais eficaz nos casos avançados (T3 e T4). Após a cirurgia, o <strong>exame anatomopatológico</strong> confirma o estadiamento definitivo e verifica se as margens cirúrgicas estão livres de tumor — condição essencial para uma <strong>ressecção oncológica adequada (R0)</strong>.</p><p>O <strong>sistema TNM</strong> é o padrão para classificar o câncer colorretal, considerando <strong>profundidade tumoral (T)</strong>, <strong>comprometimento linfonodal (N)</strong> e <strong>metástases (M)</strong>, definindo o estádio global de I a IV.</p><p>Clinicamente, o câncer de reto pode ser <strong>assintomático</strong> ou manifestar <strong>dor abdominal, alterações do hábito intestinal, sangramento retal, tenesmo</strong> e até <strong>obstrução intestinal</strong>. O <strong>toque retal</strong> é essencial para detecção de lesões distais, e o <strong>diagnóstico definitivo</strong> é feito por <strong>biópsia</strong> e exame <strong>anatomopatológico</strong>. A <strong>colonoscopia completa</strong> é indicada para identificar lesões sincrônicas, sendo realizada preferencialmente no pré-operatório. Exames complementares incluem <strong>hemograma</strong>, <strong>função hepática e renal</strong> e a dosagem do <strong>marcador tumoral CEA</strong>, útil para acompanhamento e detecção de recidiva, embora não tenha valor diagnóstico.</p><p>Referência: BRESSANI, Renata Fritsch; GUNTZEL, Priscila Luana Correia; HAHN, Luisa; BETTANZO, Luíze Nunes; FILLMANN, Lúcio. Manejo do câncer de reto. <em>Acta Médica (Porto Alegre)</em>, v. 36, p. [7], 2015.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://docs.bvsalud.org/biblioref/2018/02/879767/manejo-do-cancer-de-reto-renata-fritsch-bressani.pdf" />
         <pubDate>2025-10-18 11:18:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3638530297</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Considerações Finais</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3655314117</link>
         <description><![CDATA[<p>O módulo de <strong>CMF</strong> foi um divisor de águas para mim no sentido de <mark>domínio prático dos procedimentos</mark>. Durante esse período, aprimorei bastante o <mark>manejo de curativos</mark>, a realização de escalas, o aprazamento de prescrições e, principalmente, a<mark> </mark><strong><mark>colocação de CVD</mark></strong><mark>.</mark><br>Senti que <mark>ganhei</mark> mais segurança e autonomia na execução das técnicas e no cuidado direto ao paciente.</p><p><mark>Senti falta apenas</mark> de<strong> </strong>passar sonda em paciente do sexo feminino, pois até agora só tive oportunidade de realizar o procedimento em homens. Também gostaria de ter <strong>coletado gasometria</strong>, mas infelizmente não houve essa chance. Apesar disso, <mark>todo o restante foi </mark><strong><mark>muito bom e proveitoso</mark></strong>, e consegui aproveitar ao máximo cada oportunidade prática.</p><p><br></p><p><strong>Que pena:</strong> não consegui realizar CVD em mulher.<br><strong>Que bom:</strong> foi o módulo que mais me proporcionou prática e domínio na passagem de sonda vesical.<br><strong>Que tal:</strong> não tenho críticas nem sugestões de mudança considero o módulo extremamente proveitoso e bem estruturado.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/1683872759/5459c6c73a28bc250f92b3fb3b9a5088/WhatsApp_Image_2025_10_28_at_17_20_18.jpeg" />
         <pubDate>2025-10-28 21:07:38 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3655314117</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3655322295</link>
         <description><![CDATA[<p>No vídeo, o foco principal é a <strong>coleta de gasometria arterial</strong>. Um procedimento que </p><p>considero bem interessante de aprender na prática, principalmente em um ambiente de urgência e emergência.</p><p>No vídeo o instrutor demonstra passo a passo como realizar a punção arterial de forma segura, desde a identificação do local (geralmente artéria radial) até o preparo do paciente, a abordagem estéril, a coleta da amostra adequada e o armazenamento correto para não comprometer os resultados.</p><p>Um dos pontos que <mark>mais me chamou atenção</mark> foi a ênfase na <strong>segurança do paciente</strong>: verificação prévia de perfusão, temperatura da mão, uso de torniquete reduzido, escolha adequada do calibre da agulha, além da comunicação clara com o paciente para minimizar ansiedade e garantir colaboração. Também ressaltou-se a importância de evitar hemólise ou ar interposto na amostra, pois esses fatores podem levar a resultados falsos nas análises de pH, gases e eletrólitos.</p><p>Além de dominar a técnica manual, o vídeo aborda a <strong>interpretação rápida das amostras</strong> — como relacionar os valores de pH, PaO₂, PaCO₂ e bicarbonato com o estado clínico do paciente (por exemplo, hipoventilação, acidose metabólica ou alcalose respiratória). Essa parte conectou diretamente a coleta ao impacto terapêutico: uma amostra mal colhida ou mal interpretada pode atrasar decisões importantes no tratamento intensivo.</p><p>Para mim, como estudante, esse vídeo foi especialmente relevante porque preencheu uma lacuna prática: embora eu já tenha visto gasometria teoricamente, a demonstração ao vivo e os “dicas de ouro” (como posicionamento da mão, angulação da agulha, “sentir” retorno arterial pulsátil) <mark>me deram mais confiança</mark> para, no futuro, realizar esse procedimento com mais segurança e competência.</p><p><br/></p><p><mark>Em resumo: </mark>o vídeo me reforçou que a gasometria não é apenas “mais uma coleta de sangue”, mas uma etapa técnica que exige domínio e responsabilidade desde a punção até a interpretação do laudo. </p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/JsFJRlK-Ats" />
         <pubDate>2025-10-28 21:17:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>CA de mama</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3655354486</link>
         <description><![CDATA[<p><mark>No PU tivemos uma lesão tumoral por CA de mama </mark>e considerei realizar um estudo mais abrangente em cima do assunto.</p><p>O <strong>câncer de mama</strong> é uma das neoplasias malignas mais incidentes entre as mulheres no Brasil e no mundo, caracterizado pela proliferação descontrolada de células epiteliais das glândulas mamárias. Quando o tumor evolui localmente e rompe a integridade da pele, pode formar uma <strong>ferida tumoral</strong>, também chamada de <strong>lesão ulcerada neoplásica</strong> ou <strong>ferida neoplásica maligna</strong>.</p><p><br/></p><p>Essas feridas ocorrem, geralmente, em estágios avançados da doença, quando há infiltração tumoral na derme e nos tecidos adjacentes, resultando em necrose, exsudato, odor fétido, dor e sangramento. Além de causar desconforto físico, a ferida tumoral tem grande impacto emocional, psicológico e social sobre a pessoa acometida.</p><p>O <strong><mark>tratamento da ferida tumoral</mark></strong> tem como foco principal o cuidado paliativo local, buscando controlar sintomas, promover conforto e preservar a dignidade da paciente. Entre os cuidados estão:</p><ul><li><p>Limpeza suave da ferida com solução fisiológica 0,9%;</p></li><li><p>Uso de vaselina.</p></li><li><p>Evitar traumas durante a troca de curativos;</p></li><li><p>Manter acompanhamento multiprofissional, incluindo enfermagem, oncologia e cuidados paliativos.</p><p><br/></p></li></ul><p>Esses cuidados visam melhorar a qualidade de vida, reduzir o sofrimento e oferecer suporte integral à paciente e à família.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-28 22:00:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3655354486</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Final do módulo</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3655681706</link>
         <description><![CDATA[<p>O módulo de Oncologia foi extremamente enriquecedor, pois ampliou meus conhecimentos sobre um tema de grande relevância na prática da enfermagem. Apesar de <mark>despertar sentimentos de tristeza</mark>, por todo o contexto delicado que envolve a doença, reconheço a importância desse aprendizado. <mark>Me impacta</mark> observar o quanto o processo de adoecimento e tratamento do câncer deixa o indivíduo frágil. Contudo, <mark>também compreendo que, cada vez mais, o diagnóstico oncológico é frequente na realidade dos serviços de saúde</mark>, o que torna <strong><em><mark>essencial a capacitação profissional para o cuidado humanizado e técnico a esses pacientes.</mark></em></strong></p><p><br/></p><p><strong>Que bom:</strong> que o módulo proporcionou a aquisição de novos conceitos e conhecimentos que eu antes eu desconhecia. Como as feridas tumorais, por exemplo. Além disso, tive a oportunidade de realizar procedimentos, aplicar escalas, participar de admissões e elaborar a Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE), o que contribuiu significativamente para meu desenvolvimento prático.</p><p><br/></p><p><strong>Que pena: </strong>que o módulo chegou ao fim sem que eu pudesse realizar procedimentos mais complexos, como a passagem de sonda nasogástrica ou a punção de jugular, que seriam experiências valiosas para aprimorar minhas habilidades técnicas.</p><p><br/></p><p><strong>Que tal</strong>: em futuras oportunidades, passar mais tempo no (PU)? A vivência nesse setor certamente permitiria maior contato com casos oncológicos agudos e ampliaria ainda mais o aprendizado prático.</p><p><br/></p><p><em>Sara, você é encantadora e inspiradora. Agradeço por ter plantado em mim uma semente positiva em relação à oncologia.</em></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/1683872759/1bfa21e9903e830fc64cc93a8ccd833f/WhatsApp_Image_2025_10_29_at_17_07_26.jpeg" />
         <pubDate>2025-10-29 02:04:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3655681706</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Ferida tumoral</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3657264021</link>
         <description><![CDATA[<p><mark>Adorei </mark>o ROUND sobre ferida tumoral.</p><p>Aprendi muito! Fiz anotações no meu bloco de nota e resolvi formular um texto corrido em cima das anotações.</p><p><br/></p><p>As feridas tumorais são resultantes da infiltração neoplásica nos tecidos cutâneos e subcutâneos, <mark>caracterizando-se por bordas irregulares, odor fétido, exsudação intensa e dificuldade de cicatrização</mark>, devido à proliferação contínua de células malignas. Essas lesões geralmente apresentam evolução progressiva e refratária à cicatrização convencional, <mark>exigindo manejo paliativo voltado para o controle de sintomas e promoção do conforto.</mark></p><p><br/></p><p>A classificação clínica pode ser dividida em <strong>cinco etapas</strong> de evolução.</p><p>No <strong>grau 1</strong>, observa-se pele íntegra, presença de nódulo maleável e fixo, coloração violácea ou avermelhada e formato delimitado, geralmente assintomático.</p><p><br/></p><p>No <strong>estágio 1N</strong>, surgem pequenos orifícios.</p><p><br/></p><p>O <strong>estágio 2</strong> envolve derme e epiderme, enquanto o </p><p><br/></p><p><strong>estágio 3</strong> atinge o tecido subcutâneo, com coloração esverdeada ou amarelada, presença de secreção, exsudato e odor característico, além de bordas irregulares e possíveis lesões satélites.</p><p><br/></p><p>No <strong>estágio 4</strong>, há exposição de estruturas profundas, como ossos e tendões.</p><p><br/></p><p>O <strong><mark>odor</mark></strong><mark> </mark>é classificado conforme a intensidade:</p><p>grau 1 (perceptível apenas ao abrir o curativo), grau 2 (perceptível mesmo com o curativo fechado) e grau 3 (odor forte perceptível ao entrar no ambiente). O uso de <strong><mark>AGE (ácidos graxos essenciais)</mark></strong><mark> é contraindicado </mark>nessas lesões, pois estimula a proliferação celular, podendo agravar o quadro tumoral.</p><p><br/></p><p>O manejo terapêutico inclui coberturas com <strong>vaselina ou petrolato</strong> em feridas sem odor e com pouca secreção; <strong>carvão ativado</strong> e <strong>metronidazol 0,8%</strong> para controle do odor; <strong>soro gelado</strong> e <strong>gelatina suína</strong> para conter pequenos sangramentos; e <strong>alginato de cálcio</strong>, com trocas diárias, para manejo do exsudato.</p><p>Em casos de dor ou sangramento intenso, a <strong>radioterapia</strong> pode ser utilizada com finalidade antiálgica e hemostática.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-29 20:09:46 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3657264021</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Início do módulo</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3673270032</link>
         <description><![CDATA[<p>De início, eu já amei o cenário da pediatria e neonatologia. A energia da preceptora Carol favoreceu ainda mais essa identificação com o módulo. Enfermeira nata, ela transpira e respira agilidade, conhecimento e técnica de uma profissional de excelência.</p><p>O magnetismo foi tanto que <mark>me senti encantada pelo universo da neonatologia</mark>.</p><p>No segundo dia, eu e Matheus ficamos com 4 pacientes, peguei um caso delicado de <mark>abuso sexual</mark> em uma criança de 7 anos. Esse caso me impactou bastante. Voltei para casa refletindo na repercussão negativa que um trauma assim gera no indivíduo, visto que, além do estrupo, ele <mark>havia adquirido uma IST</mark>. Ademais, poderá ser retirado do convívio com sua família, pois a mãe nega vulnerabilidade em casa ou conhecimento do abuso. Um cenário bem delicado e triste, depois dele nenhum dos demais casos que tivemos no dia superou minha atenção. O proveitoso foi que <mark>pude observar uma lesão vegetante característica de condiloma de HPV </mark>em região perianal, ainda não tinha presenciado esse tipo de lesão.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-08 23:27:14 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Neo</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3673272448</link>
         <description><![CDATA[<p><mark>Passei minha primeira sonda do estágio!!!!!!!</mark></p><p><br/></p><p>Meu primeiro dia na Neo foi marcado pelo banho de um RN pré-termo junto com a Raiane, realizamos SAE e balanço hídrico. Também ofereci auxílio a uma mãe que estava dando banho na banheira em seu bebê. Após o banho, o RN acabou retirando a SNG utilizada para alimentação, e eu <mark>pude realizar minha primeira passagem de sonda</mark>, com auxílio da Carol.</p><p>Fiquei muito feliz, porque na minha mente parecia ser algo bem mais difícil. Na neonatologia utilizamos água no lugar de xilocaína, e a introdução é bem mais tranquila do que em adultos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-08 23:34:28 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3673272448</guid>
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         <title>PCR em pediatria atualizações</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3673272527</link>
         <description><![CDATA[<p>O<mark> round sobre PCR em pediatria </mark>foi extremamente esclarecedor, pois esse conhecimento é essencial para nossa formação em Enfermagem, independentemente do setor em que venhamos a atuar. Por isso, resolvi complementar meus conhecimentos com as novas atualizações da AHA.</p><p><br/></p><p>Nas diretrizes de 2025, reforça-se que, em pediatria, a maior parte das paradas cardiorrespiratórias ocorre por <strong><mark>causas respiratórias e choque</mark></strong>, e não por eventos cardíacos primários. Por isso, destaca-se a importância de reconhecer precocemente sinais de insuficiência respiratória e perfusão alterada para <strong><mark>intervir antes da parada</mark></strong>. A RCP em crianças deve priorizar <strong>ventilação eficaz associada às compressões</strong>, evitando interrupções prolongadas. As pausas durante a RCP devem ser <strong><mark>inferiores a 10 segundos</mark></strong>, e as compressões precisam manter profundidade e frequência adequadas, com retorno completo do tórax.</p><p>No manejo da obstrução de via aérea, há ajustes nas recomendações de sequência de manobras, enfatizando a <strong><mark>alternância entre golpes nas costas e compressões torácicas</mark></strong> em lactentes e crianças, sempre priorizando segurança e avaliação contínua da eficácia das manobras.</p><p>Em relação ao <strong><mark>recém-nascido na sala de parto</mark></strong><mark>, reforça-se a </mark><strong><mark>clampagem tardia do cordão umbilical</mark></strong><mark>,</mark> geralmente após pelo menos 60 segundos, quando não houver necessidade imediata de reanimação. Também é incentivado o <strong>contato pele a pele</strong>, estabilização térmica e estímulo ao vínculo, desde que o RN esteja em boas condições. A ventilação permanece como o passo mais importante na reanimação neonatal, priorizando <strong><mark>ventilação com pressão positiva</mark></strong> e monitorização contínua da resposta clínica.</p><p>As diretrizes também ressaltam a escolha da técnica de compressão torácica em neonatos e lactentes, dando preferência ao método <strong><mark>“dois polegares envolvendo o tórax”</mark></strong>, por oferecer melhor pressão, profundidade e perfusão coronariana em comparação ao método de dois dedos. Há ainda orientações para cuidado na transição neonatal, ajustes na oferta de oxigênio conforme saturação e prevenção de hipotermia desde o nascimento.</p><p>No conjunto, as alterações reforçam a necessidade de <strong><mark>intervenção precoce, ênfase na ventilação em pediatria e RN, técnica correta de compressões</mark></strong>, além da priorização de medidas de cuidado humanizado no pós-nascimento.</p><p><br/></p><p>Referências:</p><p>AMERICAN HEART ASSOCIATION. <strong>Diretrizes de Suporte à Vida 2025</strong>: Destaques atualizados para suporte básico e avançado de vida em adultos, pediatria e neonatologia. Dallas: American Heart Association, 2025. 1 PDF (versão em português). Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://suportebasicodevida.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Diretrizes-AHA-2025_compressed.pdf">https://suportebasicodevida.com.br/wp-content/uploads/2025/10/Diretrizes-AHA-2025_compressed.pdf</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-08 23:34:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3673272527</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Postectomia- Riscos</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3673272986</link>
         <description><![CDATA[<p>Eu realizei exame físico e SAE em um <mark>paciente de 3 anos</mark> em POI de postectomia, que ficou em observação em um tempo prolongado por <mark>apresentar hemorragia no sítio cirúrgico. </mark></p><p>Desse modo, resolvi fazer uma pesquisa sobre o assunto, pois fiquei curiosa se é comum essa ocorrência.</p><p><br/></p><p>O artigo acima analisa as complicações pós-operatórias da postectomia que necessitaram de reintervenção cirúrgica, avaliando 2.441 pacientes submetidos ao procedimento por duas técnicas: a técnica convencional e o dispositivo Plastibell. A taxa geral de complicações que demandaram nova cirurgia foi de 3,27%. <mark>As principais complicações observadas foram parafimose, estenose de prepúcio e sangramento</mark>. A <mark>parafimose foi a complicação mais frequente</mark>, especialmente relacionada ao uso inadequado ou deslocamento do anel Plastibell. Já a estenose de prepúcio ocorreu com maior frequência na técnica convencional, apresentando diferença estatisticamente significativa. O <mark>sangramento esteve presente em ambas as técnicas</mark>, porém sem diferença significativa entre elas. Outras complicações menos comuns incluíram infecção da ferida operatória e hematoma no local da punção anestésica. O <mark>estudo conclui </mark>que, embora a postectomia seja um procedimento seguro, <mark>é essencial a escolha criteriosa da técnica,</mark> a instrução adequada aos responsáveis sobre cuidados pós-operatórios e o acompanhamento clínico para prevenir e identificar precocemente complicações que possam requerer reintervenção.</p><p><br/></p><p>Referência: </p><p>RODRIGUES, Maxwel de Sousa et al. <strong>Postectomia: complicações pós-operatórias que necessitaram reintervenção cirúrgica</strong>. <em>einstein</em> (São Paulo), v. 16, n. 3, eAO4241, 2018. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://journal.einstein.br/wp-content/uploads/articles_xml/1679-4508-eins-16-03-eAO4241/1679-4508-eins-16-03-eAO4241-pt.pdf">https://journal.einstein.br/wp-content/uploads/articles_xml/1679-4508-eins-16-03-eAO4241/1679-4508-eins-16-03-eAO4241-pt.pdf</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-08 23:35:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3673272986</guid>
      </item>
      <item>
         <title>LPP em neonatologia</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3673273208</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante o estagio na NEO observei <mark>alguns RN com curativo de hidrocolóide na cabeça em região occipital.</mark> Senti interesse de pesquisar sobre LPP em pediatria e NEO.</p><p><br/></p><p>Referência: RAMOS, G. W.; SILVA, L. M.; OLIVEIRA, P. R.; <em>et al.</em> <strong>Lesão por pressão em pacientes pediátricos: fatores causais e conduta terapêutica</strong>. <em>Cogitare Enfermagem</em>, Curitiba, v. 28, eXXXX, 2023. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.scielo.br/j/cenf/a/dWPV6VKt4bhL3Mk6syCtgKr/?format=html&amp;lang=pt">https://www.scielo.br/j/cenf/a/dWPV6VKt4bhL3Mk6syCtgKr/?format=html&amp;lang=pt</a></p><p><br/></p><p>O artigo acima enfatiza, a ocorrência de lesões por pressão em pacientes pediátricos, buscando compreender os fatores associados ao seu desenvolvimento e as condutas terapêuticas adotadas pela equipe de enfermagem. O estudo mostra que <mark>a maioria das lesões acontece em crianças internadas em unidades de terapia intensiva</mark>, onde há maior vulnerabilidade devido à limitação de mobilidade, gravidade do quadro clínico e uso contínuo de dispositivos médicos, como sondas, cateteres e tubos, que podem exercer pressão prolongada sobre a pele.</p><p><mark>Identificou-se que o estágio mais frequente de lesão foi o estágio 1,</mark> caracterizado por vermelhidão persistente na pele. Em grande parte dos casos, foram utilizadas coberturas simples, acompanhadas de cuidados como mudança regular de decúbito, higiene cuidadosa e monitorização constante da pele. No entanto, <mark>o estudo destaca que, apesar dessas condutas, ainda existem lacunas importantes na padronização dos cuidados</mark> preventivos, principalmente <mark>pela ausência de protocolos específicos e de escalas de avaliação de risco adaptadas à população pediátrica.</mark></p><p>A pesquisa reforça que <mark>a pele da criança, especialmente em ambientes de alta complexidade, é mais delicada, fina e suscetível a lesões,</mark> exigindo atenção especial da equipe. Assim, a prevenção deve ser sistemática e contínua, com <mark>foco na redução de pressão</mark>, controle de umidade, realização de mudanças posturais, manejo adequado de dispositivos e escolha correta de superfícies de apoio. O estudo conclui que <mark>a equipe de enfermagem desempenha papel central na prevenção</mark>, mas <mark>necessita de recursos, capacitação e protocolos bem definidos para reduzir a incidência de lesões por pressão </mark>em pacientes pediátricos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-08 23:36:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3673273208</guid>
      </item>
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         <title>PCR</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3673273368</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante o estágio, vivenciamos uma situação de <mark>alta complexidade </mark>envolvendo um paciente portador de uma síndrome rara, que evoluiu com <mark>insuficiência respiratória e, posteriormente, entrou em parada cardiorrespiratória.</mark> Eu, Mari e Rayane, acompanhamos todo o processo de intervenção da equipe, incluindo a intubação orotraqueal e o manejo durante a PCR.</p><p>No atendimento ao paciente, observei que não se utiliza o DEA em pediatria e NEO pois as causas de PCR são, na maioria das vezes, por hipóxia.</p><p>A <mark>administração de adrenalina </mark>foi realizada conforme protocolo: preparo de uma ampola diluída em 10 mL de soro fisiológico, com dose de 0,2 mL por vez <mark>de acordo com peso.</mark> Também foram utilizados bicarbonato e demais medidas de suporte farmacológico de acordo com a evolução do quadro.</p><p>Observamos ainda a técnica de ventilação com ambu e Carol nos explicou que é adaptada à faixa etária: <mark>para recém-nascidos, utiliza-se apenas um dedo </mark>para compressão adequada do reservatório, enquanto em <mark>pacientes pediátricos a ventilação é feita utilizando toda a mão.</mark></p><p>Foi uma experiência marcante, tanto pela complexidade do caso quanto pelo aprendizado prático acerca da condução de uma PCR no contexto neonatal e pediátrico, <mark>reforçando a importância da tomada de decisão rápida, trabalho em equipe e domínio técnico dos protocolos de emergência.</mark></p><p><br/></p><p>O choro da mãe e a emoção da equipe tornaram o momento ainda mais intenso e difícil de presenciar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-08 23:37:28 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3673273368</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Alimentação por gavagem</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3673273403</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesse dia, realizei o banho, a SAE e a administração do leite prescrito. No início, <mark>senti certa insegurança</mark> quanto à posição correta do recém-nascido, mas com a orientação da Carol <mark>consegui realizar o procedimento com segurança e tudo ocorreu bem.</mark></p><p>A alimentação por gavagem em neonatologia é indicada quando o recém-nascido não possui coordenação adequada de sucção, deglutição e respiração para realizar a alimentação oral, condição comum em prematuros e bebês de baixo peso. O método consiste na administração do leite, geralmente materno, por meio de uma sonda nasogástrica ou orogástrica, posicionada diretamente no estômago, garantindo aporte nutricional seguro.</p><p>O leite é administrado de forma lenta para evitar desconforto, refluxo ou aspiração. A gavagem permite que o RN receba nutrientes essenciais para seu crescimento e desenvolvimento enquanto amadurece suas habilidades de alimentação oral, <mark>sendo um cuidado de enfermagem que exige observação contínua, técnica cuidadosa e acolhimento ao bebê e à família.</mark></p><p><br/></p><p>Referência:</p><p>BRASIL. Ministério da Saúde. <strong>Atenção Humanizada ao Recém-Nascido de Baixo Peso: Método Canguru</strong>. 3. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2017. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/atencao_humanizada_recem_nascido_metodo_canguru.pdf">https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/atencao_humanizada_recem_nascido_metodo_canguru.pdf</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-08 23:37:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Admissão trigêmeas</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3673273487</link>
         <description><![CDATA[<p>Esse dia de estágio foi <mark>particularmente marcante</mark>, pois tivemos a oportunidade de acompanhar a admissão de trigêmeas. A recém-nascida que acompanhamos apresentava-se em boas condições, corada, ativa e respirando adequadamente. Pude observar a passagem de sonda e os cuidados imediatos realizados pela enfermeira, <mark>e percebi que o procedimento é mais simples de executar do que eu imaginava. </mark>Além disso, a Mari realizou a troca da sonda e a administração das vacinas correspondentes, o que contribuiu ainda mais para o aprendizado prático e a compreensão das rotinas da unidade neonatal. Adorei!!!!!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-08 23:37:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Despedida</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3673273571</link>
         <description><![CDATA[<p>Eu <mark>adorei o módulo</mark>. Me senti verdadeiramente empolgada em conhecer mais sobre o universo da neonatologia e, inclusive, passei a considerar a possibilidade de uma pós-graduação na área.</p><p>A preceptora foi excelente, acolhedora e segura em suas orientações, o que me deixou tranquila para aprender e realizar os procedimentos.</p><p><br/></p><p><strong>Que tal:</strong><br>Gostaria de ter tido a oportunidade de observar um pouco da parte burocrática e gerencial do setor. A área de <mark>gestão em Enfermagem </mark>desperta meu interesse e acredito que acompanhar as atividades da chefia ampliaria nossa visão sobre o funcionamento da unidade. Sei que isso pode ser difícil devido às responsabilidades da profissional, mas considero uma sugestão válida para futuras experiências.</p><p><strong>Que pena:</strong><br>Que o módulo tenha acabado, pois me identifiquei muito com a neonatologia e teria prazer em permanecer por mais tempo.</p><p><strong>Que bom:</strong><br>Que a pediatria e a neonatologia,<mark> apesar de representarem um universo tão específico</mark>, se mostraram mais acessíveis do que eu imaginava. Eu tinha a percepção de ser algo extremamente complexo, mas ao vivenciar a prática, consegui compreender e desmistificar essa imagem.<mark> Foi uma experiência leve, rica e muito significativa.</mark></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-08 23:38:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Admissão NEO</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3673273592</link>
         <description><![CDATA[<p><mark>ROUND</mark></p><p><strong><em>Fiz umas anotações de acordo com o que nos foi passado pela Carol:</em></strong></p><p><br/></p><p><strong>Resumo</strong></p><p>Na admissão do recém-nascido, deve-se observar imediatamente a <mark>idade gestacional e o peso ao nascer</mark>, pois essas informações direcionam os cuidados iniciais. Recém-nascidos com peso inferior a 1 kg devem ser colocados em incubadora com umidificação controlada. Para aqueles abaixo de 1 kg ou próximos de 500 g, é indicada a realização de <mark>cateterismo umbilical,</mark> utilizando fio de sutura, luvas estéreis, fita cardíaca e bandeja com instrumentais adequados.</p><p>O <mark>cateter umbilical possui tempo máximo de permanência recomendado de até 14 dias.</mark></p><p>A temperatura do ambiente deve ser mantida entre 22 °C e 24 °C, e a incubadora deve ser regulada com base na <strong><mark>temperatura neutra</mark></strong><mark>, para manter estabilidade térmica do RN.</mark> O peso deve ser registrado logo na chegada e, em seguida, realiza-se o <strong>HGT,</strong> preferencialmente com punção no calcâneo. Os valores de referência iniciais são: <mark>mínimo de 40 mg/dL no primeiro dia de vida e mínimo de 50 mg/dL após o segundo dia.</mark></p><p>Após estabilização e cuidados prioritários, são realizados os perímetros (cefálico, torácico e abdominal) para registro e acompanhamento. Além disso, deve-se administrar <strong><mark>Vitamina K</mark></strong><mark> e a </mark><strong><mark>vacina contra Hepatite B</mark></strong>, conforme protocolo institucional e calendário vacinal.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-08 23:38:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Educação em saúde</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3673296227</link>
         <description><![CDATA[<p>Nossa atividade foi <mark>bastante alegre e produtiva</mark>. Gostei especialmente do tema <mark>“menos celular”</mark> que incluímos, pois ficou evidente o quanto as crianças fazem uso excessivo de telas, mesmo havendo uma brinquedoteca disponível no HAC. As crianças participaram ativamente, demonstraram interesse e interagiram muito durante a dinâmica. Me senti segura e confiante para realizar. Além disso, acredito que conseguimos plantar uma “sementinha” importante sobre hábitos saudáveis: alimentação equilibrada, higiene das mãos, cuidado com os dentes, atenção quando estiver gripado e o uso consciente do celular.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/1683872759/8c3e9c904eb4eaf4d5ad56d44f8c41e4/WhatsApp_Image_2025_11_07_at_12_19_16.jpeg" />
         <pubDate>2025-11-09 01:05:54 UTC</pubDate>
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         <title>Sala lilás</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3673303447</link>
         <description><![CDATA[<p><mark>Primeiro dia do módulo!!!</mark></p><p>O cenário da Sala Lilás <mark>me surpreendeu positivamente</mark>, pois ela abrange outros públicos vulneráveis vítimas de violência, incluindo pessoas LGBTQI+ e meninos de até 18 anos. Essa ampliação torna <mark>a iniciativa ainda mais necessária</mark>, considerando o alto índice de violência que atinge esses grupos.</p><p>O contexto da violência é extremamente delicado, e os profissionais que atuam nessas unidades precisam ter empatia, sensibilidade e capacitação técnica para acolher e facilitar todo o processo de atendimento. Conforme a Jéssica nos explicava, <mark>eu me pegava refletindo </mark>se seria capaz de atuar de maneira verdadeiramente técnica, profissional e imparcial diante de determinados relatos, percebendo o quanto a atuação do enfermeiro(a) é fundamental. Esse profissional não apenas acolhe, mas também sustenta emocionalmente o paciente em um momento de extrema vulnerabilidade, garantindo segurança, escuta qualificada e cuidado humanizado. É uma <mark>responsabilidade que exige preparo, sensibilidade e ética, </mark>reforçando ainda mais a importância da nossa formação e do nosso compromisso com a proteção e o bem-estar de todos que buscam ajuda.</p><p><br/></p><p>Eu <mark>realmente gostei da proposta da Sala Lilás</mark>. O ambiente é acolhedor, bem estruturado e os serviços oferecidos contribuem significativamente para a eficiência e a humanização do projeto.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-09 01:19:06 UTC</pubDate>
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         <title>Medicação</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3677762479</link>
         <description><![CDATA[<p>Na medicação me senti em casa!!! rsrrsrsrrs</p><p><br></p><p>Amo puncionar, pegar acesso, diluir medicação e interagir com o paciente nesse momento. As sêniores foram extremamente atenciosas e gentis ao me explicar e auxiliar na rotina do setor, o que tornou tudo ainda mais acolhedor. No meu primeiro dia, <mark>houve algumas admissões e muitas medicações,</mark> e por já ser técnica e gostar dessa parte do serviço, <mark>eu simplesmente adorei a experiência.</mark></p><p>Reconheço, porém, que essa etapa não corresponde diretamente às principais atribuições do enfermeiro, já que grande parte dessas atividades é realizada pelos técnicos de enfermagem. Ainda assim, <mark>vivenciar essa dinâmica </mark>me reforçou a importância do trabalho em equipe e o quanto cada função contribui para a qualidade da assistência.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-11 17:27:06 UTC</pubDate>
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         <title>Alojamento conjunto</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3684987450</link>
         <description><![CDATA[<p>Fui recepcionada pela sênior Bruna e pela professora Jéssika, que me orientaram sobre o levantamento das cesáreas e o checklist da unidade. <mark>Não tive dificuldade nessa etapa</mark>. Houve, porém, um caso que despertou meu interesse em aprofundar a pesquisa, e senti falta de ter acesso ao prontuário para compreender melhor o contexto da internação, os exames realizados e o prognóstico da paciente.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Referência:</p><p>Sousa, A. C. R. de, Siqueira, J. M. C. de, &amp; Santos, A. de O. dos. (2022). DOENÇA INFLAMATÓRIA PÉLVICA: UMA REVISÃO DE LITERATURA: VII Jornada Acadêmica do Curso de Medicina do Centro Universitário Aparício Carvalho – FIMCA 2022. <em>REVISTA FIMCA</em>, <em>9</em>(3), LXVI. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://doi.org/10.37157/fimca.v9i3.645">https://doi.org/10.37157/fimca.v9i3.645</a></p><p><br/></p><p>O artigo acima aborda a “Doença Inflamatória Pélvica: uma revisão de literatura” <mark>discute a DIP como uma infecção polimicrobiana que acomete o trato genital superior feminino, </mark>resultante da ascensão de micro-organismos do colo uterino para as trompas, útero e ovários.</p><p>Os autores destacam que os <mark>principais agentes envolvidos são </mark><em><mark>Chlamydia trachomatis</mark></em><mark> e </mark><em><mark>Neisseria gonorrhoeae</mark></em><mark>,</mark> embora outros patógenos da flora vaginal também possam participar do processo infeccioso. A doença se apresenta com grande <mark>variabilidade clínica, podendo ir de um quadro assintomático a dor abdominal baixa, febre, corrimento e dor à mobilização cervical</mark>, o que torna o diagnóstico desafiador e frequentemente subestimado. Como não existe um exame único capaz de confirmar a DIP com alta sensibilidade e especificidade, <mark>o diagnóstico deve priorizar a suspeita clínica em mulheres sexualmente ativas com dor pélvica e sinais inflamatórios,</mark> reforçando a necessidade de iniciar o tratamento de forma precoce.</p><p>O tratamento empírico combinado é considerado essencial para reduzir complicações graves, como infertilidade, gravidez ectópica, abscesso tubo-ovariano e dor pélvica crônica.</p><p>O artigo evidencia ainda que fatores como idade inferior a 25 anos, múltiplos parceiros sexuais, início precoce da vida sexual, histórico de IST e condições socioeconômicas desfavoráveis aumentam o risco para a doença. Por fim, os autores reforçam a importância da prevenção por meio do rastreio regular de infecções sexualmente transmissíveis, do uso de preservativos, da educação sexual e do tratamento adequado dos parceiros, <mark>destacando que a DIP permanece uma condição relevante em saúde pública e que seu manejo adequado depende de atenção clínica qualificada e intervenção precoce.</mark></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://doi.org/10.37157/fimca.v9i3.645" />
         <pubDate>2025-11-16 19:48:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3684987450</guid>
      </item>
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         <title>Gravidez ectópica</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3685023127</link>
         <description><![CDATA[<p>Referência: <strong>SILVA, Uergton Lima da et al.</strong> Gestação ectópica: uma revisão de literatura. <em>ID on Line. Revista de Psicologia</em>, v. 16, n. 61, p. 170–183, 2022. DOI: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://doi.org/10.14295/idonline.v16i61.3520">https://doi.org/10.14295/idonline.v16i61.3520</a></p><p><br/></p><p><em>Considerei realizar essa pesquisa</em> porque, no meu segundo dia no alojamento conjunto, acompanhei uma paciente em pós-operatório imediato de cesárea decorrente do diagnóstico de gravidez ectópica, o que <mark>despertou meu interesse em compreender melhor o tema.</mark></p><p><br/></p><p>O artigo  acima inicia definindo a <mark>gestação ectópica como a implantação do embrião fora da cavidade uterina</mark>, o que representa uma importante <mark>emergência ginecológica </mark>e obstétrica. Os autores explicam que, <mark>embora a tuba uterina seja o local mais comum de ocorrência, formas atípicas também se manifestam</mark>, como nas cicatrizes de cesárea, no colo uterino ou no espaço abdominal, e por isso o diagnóstico precisa ser precoce para evitar riscos elevados à gestante.</p><p> A pesquisa adotou uma revisão integrativa da literatura para investigar causas, fatores de risco, diagnóstico, tratamento e complicações da gestação ectópica.<mark> Entre os fatores de risco destacados estão: cesariana prévia, uso de DIU, endometriose, infertilidade, doença inflamatória pélvica, gestação em idade mais avançada ou decorrente de fertilização in vitro e má formação das tubas uterinas</mark>. No que se refere à forma de apresentação, observou-se <mark>dor pélvica ou abdominal, sangramento vaginal e sintomas que, em casos tardios ou mal reconhecidos, podem evoluir para ruptura tubária e choque hemorrágico</mark>. No âmbito do diagnóstico, destaca-se a importância da ultrassonografia transvaginal combinada à dosagem seriada de β-hCG, além de considerar que a suspeita clínica em mulheres sexualmente ativas com dor pélvica é crucial para a detecção precoce. Quanto ao <mark>tratamento, o artigo descreve que são empregadas abordagens medicamentosa ou cirúrgica, </mark>dependendo do quadro, da localização da gestação ectópica e da condição clínica da paciente. Em última análise, os autores ressaltam que o prognóstico depende fortemente do momento do diagnóstico e da escolha terapêutica <mark>o tratamento precoce e menos invasivo está associado a menores impactos na fertilidade</mark>, menor risco de complicações e melhor qualidade de vida para a paciente. Além disso, defendem que a educação em saúde, o planejamento familiar e o fortalecimento das equipes multiprofissionais são fundamentais para a prevenção, detecção e manejo adequado da gestação ectópica.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-16 20:44:32 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Presenciei os primeiros cuidados com RN!!!</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3685029438</link>
         <description><![CDATA[<p>Junto da sênior e da professora,<mark> pude acompanhar os primeiros cuidados ao recém-nascido realizados pela Letícia.</mark> O bebê era forte e reagia bem, mas confesso que senti um pouco de nervosismo durante a administração das injeções. Ainda assim, todo o processo dos cuidados iniciais me pareceu tranquilo. Observei as medidas antropométricas, a administração da vacina contra hepatite B e da vitamina K, além da parte mais especial para mim: a higienização e a organização do bebê para deixá-lo confortável e vestido. <mark>Adorei a oportunidade!!! </mark></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-16 20:47:40 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Manobra de desengasgo!!!</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3685029945</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesse dia, realizei com a Jéssica a<mark> orientação sobre os cuidados e a técnica da manobra de desengasgo em recém-nascidos,</mark> direcionada às mães e aos acompanhantes. No <mark>início, fiquei um pouco constrangida, mas logo o processo fluiu.</mark> Observei a demonstração feita pela Jéssica e, em seguida, <mark>consegui realizar a explicação sozinha.</mark> A experiência foi extremamente valiosa para fortalecer minha segurança e aprimorar minha habilidade em educação em saúde. Adorei participar desse momento!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-16 20:48:20 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>FIM!!!</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3685039689</link>
         <description><![CDATA[<p>O fim deste módulo tem um significado muito especial para mim. Concluir o estágio, encerrar o período e saber que o próximo já virá acompanhado do diploma é uma sensação extremamente gratificante. </p><p><br/></p><p>A <mark>maternidade foi um cenário acolhedor e enriquecedor.</mark> A <mark>professora Jéssica </mark>é extraordinária: carinhosa, atenciosa e muito habilidosa, o que tornou a experiência ainda mais leve. As sêniores também foram muito receptivas e contribuíram bastante para que pudéssemos conhecer e compreender melhor a dinâmica do setor.</p><p><br/></p><p>Embora eu já atue como técnica, a <mark>maternidade é um universo totalmente diferente da minha rotina</mark>, e justamente por isso adorei a experiência. <mark>Senti-me confortável e segura ao longo das práticas, e percebi o quanto esse cenário agrega para a formação profissional.</mark></p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Que tal:</strong> ter ainda mais oportunidades de acompanhar <mark>atividades específicas do enfermeiro,</mark> com acesso a prontuários, exames e discussão de casos, <mark>ampliando nossa visão clínica.</mark></p><p><strong>Que pena:</strong> que acabou tão rápido. Eu realmente gostaria de ter ficado mais tempo, pois foi um estágio leve, e muito proveitoso.</p><p><strong>Que bom:</strong> aprendi muitas coisas novas, desenvolvi habilidades importantes e ampliei meu conhecimento.</p><p><br/></p><p>Obrigada por tudo!!!!!!!!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-16 21:04:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Teve parto!!!!</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3691090466</link>
         <description><![CDATA[<p>Consegui presenciar meu primeiro parto no estágio! Passei mal no início, mas consegui acompanhar boa parte do processo. Não foi o cenário em si que me fez mal, e sim a sala muito quente associada ao fato de eu já estar iniciando alguma virose e ter tomado dipirona e ibuprofeno com pouco intervalo entre eles. Acabei tendo náuseas, vômito e um episódio de hipotensão. Se eu não tivesse DIU, até desconfiaria de gravidez kkkkk.</p><p><br></p><p><br></p><p><mark>Voltando ao parto:</mark> foi assistido <mark>pelo enfermeiro e pela residente,</mark> e eu estava junto da sênior Giulia, que desde o começo foi muito atenciosa, me orientando e compartilhando dicas importantes. O fato de o parto ter sido conduzido por enfermeiros tornou tudo ainda mais especial. A forma como eles conduzem o processo, a postura e a humanização do momento fazem toda diferença.</p><p>P<mark>ude realizar os primeiros cuidados com o recém-nascido, como administração da vitamina K, vacina de hepatite B e as medidas antropométricas</mark>. Confesso que considerei essas etapas bem tranquilas e simples de executar. Foi uma experiência marcante e muito enriquecedora. Ainda fizemos o print da placenta!!!!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-20 02:08:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3691090466</guid>
      </item>
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         <title>Classificação de Risco</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3691102258</link>
         <description><![CDATA[<p>Achei a classificação bem interessante e me senti realmente dentro da rotina da enfermeira, principalmente pela necessidade de formular rapidamente a queixa da paciente e lembrar dos termos técnicos.<mark> O maior desafio, para mim, foi realizar tudo dentro dos cinco minutos.</mark> Como era meu primeiro dia, acabei me enrolando um pouco com a sequência de perguntas e com tudo o que precisava ser avaliado. Em alguns momentos, o processo pareceu até um pouco mecânico pela exigência de ser tão rápido.</p><p>Percebi o quanto ainda preciso melhorar minha agilidade e dinamismo, embora eu tenha conseguido concluir todas as classificações dentro do tempo estipulado. <mark>A sênior Maria me auxiliou bastante</mark>, e acredito que, sem o apoio dela, eu não teria finalizado tão rápido. <mark>Foi uma experiência que me mostrou meus pontos fortes, mas também o que preciso aprimorar.</mark></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-20 02:14:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3691102258</guid>
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      <item>
         <title>Placenta do primeiro parto</title>
         <author>moniquesouzamp</author>
         <link>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3691105584</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/1683872759/f22060175864538b396d8967dee4ae0a/WhatsApp_Image_2025_11_17_at_12_02_24.jpeg" />
         <pubDate>2025-11-20 02:15:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquesouzamp/j0gyw9f44qwjje6t/wish/3691105584</guid>
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