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      <title>TRANSIÇÃO DO FEUDALISMO PARA O CAPITALISMO by Luis</title>
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      <description>Um marco do fim da Idade Média</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2019-03-31 23:50:56 UTC</pubDate>
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         <title>CONCEITO</title>
         <author>luispauloaguedes</author>
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         <description><![CDATA[<div>O feudalismo foi um modo de organização social e político baseado nas relações servo-contratuais (servis). Tem suas origens na decadência do Império Romano. Predominou na Europa durante a Idade Média.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-01 00:15:36 UTC</pubDate>
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         <title>ECONOMIA E PROSPERIDADE</title>
         <author>luispauloaguedes</author>
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         <description><![CDATA[<div>A produção feudal própria do Ocidente europeu tinha por base a economia agrária, de escassa circulação monetária, auto-suficiente. A propriedade feudal pertencia a uma camada privilegiada, composta pelos senhores feudais, altos dignitários da Igreja, (o clero) e longínquos descendentes dos chefes tribais germânicos. As estimativas de renda per capita da Europa feudal a colocam em um nível muito próximo ao mínimo de subsistência.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-01 00:23:00 UTC</pubDate>
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         <title>SOCIEDADE</title>
         <author>luispauloaguedes</author>
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         <description><![CDATA[<div>A sociedade feudal era composta por três estamentos: os Nobres, o Clero e os servos.  O que determinava o status social era o nascimento, porém, não se pode dizer que a mudança de classe social não existia, pois alguns camponeses tornavam-se padres e passavam a integrar o baixo clero, por exemplo, mas essa mudança era rara e um servo dificilmente ascenderia à outra posição. Havia também a relação de suserania entre os Nobres, onde um nobre (suserano) doava um feudo para um outro nobre (vassalo). Apresentava pouca ascensão social e quase não existia mobilidade social (a Igreja foi uma forma de promoção de mobilidade).</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-01 00:25:15 UTC</pubDate>
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         <title>ASCENSÃO E QUEDA</title>
         <author>luispauloaguedes</author>
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         <description><![CDATA[<div> <br>A partir do século XII, ocorreram várias transformações na Europa que contribuíram para a crise do sistema feudal:</div><div> </div><div>- O renascimento comercial impulsionado, principalmente, pelas Cruzadas;</div><div> </div><div>- O aumento da circulação das moedas, principalmente nas cidades. Este fator desarticulou o sistema de trocas de mercadorias, característica principal do feudalismo;</div><div> </div><div>- Desenvolvimento dos centros urbanos, provocando o êxodo rural (saída de pessoas da zona rural em direção às cidades). Muitos servos passaram a comprar sua liberdade ou fugir, atraídos por oportunidades de trabalho nos centros urbanos;</div><div> </div><div>- As Cruzadas proporcionaram a volta do contato da Europa com o Oriente, quebrando o isolamento do sistema feudal;</div><div> </div><div>- O surgimento da burguesia, nova classe social que dominava o comércio e que possuía alto poder econômico. Esta classe social foi, aos poucos, tirando o poder dos senhores feudais;</div><div> </div><div>- Com o aumento dos impostos, proporcionados pelo desenvolvimento comercial, os reis passaram a contratar exércitos profissionais. Este fato desarticulou o sistema de vassalagem, típico do feudalismo;</div><div> </div><div>- No final do século XV, o feudalismo encontrava-se desarticulado e enfraquecido. Os senhores feudais perderam poder econômico e político. Começava a surgir as bases de um novo sistema, o capitalismo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-01 00:33:25 UTC</pubDate>
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         <title>CAPITALISMO: A SOLUÇÃO PARA A CRISE</title>
         <author>luispauloaguedes</author>
         <link>https://padlet.com/luispauloaguedes/izgy7ftfu830/wish/346980790</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Primeira Fase: Capitalismo Comercial ou Pré-Capitalismo </strong></div><div> </div><div>Este período estende-se do século XVI ao XVIII. Inicia-se com as Grandes Navegações e Expansões Marítimas Europeias, fase em que a burguesia mercante começa a buscar riquezas em outras terras fora da Europa. Os comerciantes e a nobreza estavam a procura de ouro, prata, especiarias e matérias-primas não encontradas em solo europeu. Estes comerciantes, financiados por reis e nobres, ao chegarem à América, por exemplo, vão começar um ciclo de exploração, cujo objetivo principal era o enriquecimento e o acúmulo de capital. Neste contexto, podemos identificar as seguintes características capitalistas: busca do lucro, uso de mão de obra assalariada, moeda substituindo o sistema de trocas, relações bancárias, fortalecimento do poder da burguesia e desigualdades sociais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-01 00:42:13 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luispauloaguedes</author>
         <link>https://padlet.com/luispauloaguedes/izgy7ftfu830/wish/346981094</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Segunda Fase: Capitalismo Industrial </strong></div><div> </div><div>No século XVIII, a Europa passa por uma mudança significativa no que se refere ao sistema de produção. A Revolução Industrial, iniciada na Inglaterra, fortalece o sistema capitalista e solidifica suas raízes na Europa e em outras regiões do mundo. A Revolução Industrial modificou o sistema de produção, pois colocou a máquina para fazer o trabalho que antes era realizado pelos artesãos. O dono da fábrica conseguiu, desta forma, aumentar sua margem de lucro, pois a produção acontecia com mais rapidez. Se por um lado esta mudança trouxe benefícios (queda no preço das mercadorias), por outro a população perdeu muito. O desemprego, baixos salários, péssimas condições de trabalho, poluição do ar e rios e acidentes nas máquinas foram problemas enfrentados pelos trabalhadores deste período.</div><div> </div><div>O lucro ficava com o empresário que pagava um salário baixo pela mão de obra dos operários. As indústrias, utilizando máquinas à vapor, espalharam-se rapidamente pelos quatro cantos da Europa. O capitalismo ganhava um novo formato. </div><div> </div><div>Muitos países europeus, no século XIX, começaram a incluir a Ásia e a África dentro deste sistema. Estes dois continentes foram explorados pelos europeus, dentro de um contexto conhecido como neocolonialismo. As populações destes continentes, foram dominadas a força e tiveram suas matérias-primas e riquezas exploradas pelos europeus. Eram também forçados a trabalharem em jazidas de minérios e a consumirem os produtos industrializados das fábricas europeias.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-01 00:43:59 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luispauloaguedes</author>
         <link>https://padlet.com/luispauloaguedes/izgy7ftfu830/wish/346981275</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Terceira Fase: Capitalismo Monopolista-Financeiro </strong></div><div> </div><div>Iniciada no século XX, esta fase vai ter no sistema bancário, nas grandes corporações financeiras e no mercado globalizado as molas mestras de desenvolvimento. Podemos dizer que este período está em pleno funcionamento até os dias de hoje.</div><div> </div><div>Grande parte dos lucros e do capital em circulação no mundo passa pelo sistema financeiro. A globalização permitiu as grandes corporações produzirem seus produtos em diversas partes do mundo, buscando a redução de custos. Estas empresas, dentro de uma economia de mercado, vendem estes produtos para vários países, mantendo um comércio ativo de grandes proporções. Os sistemas informatizados possibilitam a circulação e transferência de valores em tempo quase real. Apesar das indústrias e do comercio continuarem a lucrar muito dentro deste sistema, podemos dizer que os sistemas bancário e financeiro são aqueles que mais lucram e acumulam capitais dentro deste contexto econômico atual.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-01 00:45:00 UTC</pubDate>
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         <title>DEBATES SOBRE A TRANSIÇÃO</title>
         <author>luispauloaguedes</author>
         <link>https://padlet.com/luispauloaguedes/izgy7ftfu830/wish/346981597</link>
         <description><![CDATA[<div>s historiadores marxistas não se furtaram a discutir tais aspectos da grande transformação socioeconômica que teve lugar na Europa, e originou o capitalismo. Ao contrário, procuraram iluminá-los com novos enfoques explicativos, direcionando a pesquisa empírica para rumos ainda mais inovadores. Um dos pontos altos da discussão é justamente o do papel desempenhado pelas cidades no quadro de crise geral do feudalismo. Teriam elas servido de abrigo e refúgio para camponeses rebelados, enfraquecendo, assim, o poder coercitivo senhorial? Desse novo contexto intelectual animado pelos debates sobre a transição, emergiria uma realidade histórica muito mais rica e dinâmica, nada linear em sua representação, cheia de contradições dialéticas a serem desvendadas. As cidades e o mercado teriam significação bastante distinta na análise marxista. Realçados em sua natureza qualitativa, destacaram-se nessa vasta literatura gerada pelos debates sobre a transição como elementos decisivos na história do capitalismo, responsáveis pelo estabelecimento de condições essenciais ao desenvolvimento do novo modo de produção. A cidade capitalista, portanto, tem especificidades muito próprias, que a distinguem das demais cidades encontradas na história. Não é simplesmente o meio urbano adaptado às condições da acumulação do capital. Ela mesma é produto dessa acumulação, e seu veículo, e não passa por uma evolução linear. Marx também chamou a atenção para o fato de que nem sempre as cidades cumpriram esse papel revolucionário no período de transição para o capitalismo. Deu destaque especial aos grandes centros urbanos italianos, que perderam importância socioeconômica juntamente com o declínio das rotas mercantis mediterrâneas. Não apenas em seu esforço de apreender as contradições dialéticas que percorrem todo o processo histórico em questão, mas também na iniciativa ousada de levantar problemas e propor respostas que representaram rupturas com o saber convencional que dominava o seu ambiente intelectual e político.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-01 00:46:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luispauloaguedes</author>
         <link>https://padlet.com/luispauloaguedes/izgy7ftfu830/wish/346981711</link>
         <description><![CDATA[debates sobre a transição]]></description>
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         <pubDate>2019-04-01 00:47:26 UTC</pubDate>
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         <title>CAPITALISMO ATUAL</title>
         <author>luispauloaguedes</author>
         <link>https://padlet.com/luispauloaguedes/izgy7ftfu830/wish/346982542</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Grandes empresas do mundo passaram a oferecer fortes benefícios a seus empregados, antecipando a ação de sindicatos e governos. </li><li>Benefícios tais como: redução de jornada de trabalho, participação nos lucros, ganhos por produtividade, salários acima da média do mercado, promoção à inovação, jornada de trabalho flexível, flexibilização de jornada para mulheres com filhos, participação societária para produtos inovadores desenvolvidos com sucesso, entre outros. </li><li>Ao contrário do princípio do capitalismo, quando se acreditava que a redução de custos com recursos humanos e sua conseqüente exploração, traria o maior lucro possível, passou a vigorar a tese de que seria desejável atrair os melhores profissionais do mercado e mantê-los tão motivados quanto possível e isto tornaria a empresa mais lucrativa. No entanto, o número de funcionários que se enquadram neste modelo é insignificante diante de toda a massa trabalhista mundial, que em sua maioria ainda trabalha em condições muito precárias. </li><li><br></li><li>Se Marx ressuscitasse hoje, provavelmente se surpreenderia e se entusiasmaria com a fantástica metamorfose do seu capitalismo “inovador e revolucionário” sob a pressão organizada do cidadão-­trabalhador. Talvez lamentasse o uso desastrado de suas ideias no século XX, por asseclas descuidados. E continuaria, com razão, a achar o “capitalismo do século XXI” ainda injusto e profundamente imoral.</li><li><br></li><li>Provavelmente teria mais cuidado, entretanto, em sugerir os remédios para corrigi­-lo, além de 1) propiciar ao cidadão-­trabalhador mais educação para respeitar os limites físicos impostos pela realidade e 2) continuar a insistir no seu empoderamento para um dia superá­-los.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-01 00:51:32 UTC</pubDate>
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