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      <title>Os animais na pintura dos séculos XVII, XVIII e XIX: animais de estimação e animais de trabalho. by Maria Batista</title>
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      <description> Após o Renascimento, os animais são entendidos cada vez mais como 
símbolos de status. Os animais 
domésticos ou domesticados marcam presença assídua junto dos donos. 
O cão, em conjunto com o cavalo, é considerado o animal mais fiel ao ser 
humano, servindo esta virtude como um exemplo a seguir. Se na tipologia 
de retrato equestre, a presença do cavalo é obviamente indispensável, a imagem de um cão assume-se como símbolo de nobreza e fidelidade. 
FLOR, P.; FLOR, S.V. - Do Romântico ao Naturalismo: A Presença de Animais na Pintura e na Escultura. In BRAGA, I.; BRAGA, P. - Animais e Companhia na História de Portugal. Lisboa: Círculo de Leitores, 2015.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-05-29 21:44:52 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Nas corridas: antes da partida - 1885-1892&quot; - Degas </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>O quadro "Nas corridas: antes da partida" foi pintado pelo artista impressionista Degas, cerca de 1885-1892, em França.<br>Na pintura, jóqueis preparam-se para uma corrida com os seus cavalos. A paisagem mostra um campo vasto e esverdeado.<br>Na época, os cavalos eram usados tanto para entretenimento, como nas corridas, ou para transporte, em carroças. Além disso, os cavalos eram símbolo de status.<br>O tratamento dos animais em questão era feito somente para satisfazer as demandas imediatas dos cavalos, para que servissem os seus donos quando fosse necessário.<br><br>Webgrafia: VMFA Virginia Museum of Fine Arts. Richmond. USA<br>Disponível em<br>https://vmfa.museum/piction/6027262-8154104/&nbsp;<br><br>Inês e Julia</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-30 11:07:11 UTC</pubDate>
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         <title>A Diligência na Neve,1860 de Gustave Courbet </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div>O caos da carruagem derrubada, do cavalo de criação e dos corpos balançando na neve é acompanhado apenas pelo medo da extensão vazia e impassível da floresta da qual nenhuma ajuda virá.&nbsp;</div><div>A tinta branca para as rochas e a neve foi empilhada, alisada ou raspada de volta com uma faca de paleta;</div><div>Os bois se levantaram para ajudar os dois cavalos a não progrediram , apesar do chicote de seu cavaleiro, um dos cavalos rola impotente na neve, vigiado&nbsp; por um passageiro ansioso.&nbsp; &nbsp;<br>Para a pintura a tinta branca para as rochas e a neve é empilhada, alisada ou raspada de volta com uma faca de paleta; a floresta é retratada com um pincel seco.&nbsp;<br>Todos eles dão uma sensação palpável de frio gelado, embora não, talvez, a sensação de impotência humana contra a força e a implacabilidade da natureza que este carrega.<br><br>Webgrafia:The National Gallery. London. Disponível em:<br>https://www.nationalgallery.org.uk/paintings/gustave- courbet-the-diligence-in-the-snow<br>&nbsp; &nbsp;<br>&nbsp; &nbsp;<br>Bruna e Sara&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-30 11:25:13 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Phillippe François d’Arenberg reúne com tropas&quot; (1662).</title>
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         <description><![CDATA[<div><em><br>&nbsp; &nbsp;A imagem representa o líder de uma tropa de cavaleiros&nbsp; que baixa o chapéu para saudar Philippe-François, 1º Duque de Arenberg e Duque de Arschot e Croy, que tira seu próprio chapéu de penas em resposta.<br>&nbsp; &nbsp; Na pintura estão visíveis cavalos decotados com ouro que puxavam o coche e um grupo de cães no lado inferior direito, os quais aparentam estar cansados pois eram usados para a caça, o que explica o porquê de serem apresentados com tão pouca importância. Ao contrário dos cães temos os cavalos brancos que têm bastante destaque na figura, revelando assim a sua importância.<br><br>Webgrafia: The National Gallery. London. Disponível em:<br>https://www.nationalgallery.org.uk/paintings/adam- francois-van-der-meulen-philippe-francois-darenberg- meeting-troops<br><br>Cátia Madeira e Manuela Anselmo (11LH1)</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-30 11:28:23 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Avenida Parisiense&quot;</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O quadro “Avenida Parisiense” foi pintado pelo artista Jean Béraud cerca de 1885-1892.&nbsp; O quarto é realista pois mostra o dia a dia da burguesia no século XIX, e a relação homem-animal. O quadro mostra a burguesia numa avenida, umas pessoas sentadas, outras a andar. No lado direito do quatro observam-se os meios de transporte, as carruagens de tração animal, que podiam ser abertas ou fechadas.&nbsp; Eram um veículo que a nobreza, realeza e burguesia utilizavam para se apresentarem em público. Os animais eram bem tratados em função do próprio bem estar humano. Não se falava em público sobre o abuso desregrado em relação aos animais em favor do homem. Os direitos dos animais não eram um tema discutido. <br><strong>Webgrafia:<br>Sotheby’s. Disponível em:<br>https://www.sothebys.com/en/auctions/ecatalogue/20<br>&nbsp;10/19th-century-european-art- n08673/lot.38.html?locale=en</strong><br><br>Beatriz Alexandra n2<br>Constança Antunes n6</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-30 11:29:20 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;A Seara Invadida&quot; </title>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>Este quadro foi bastante polémico e tornou José Malhoa famoso. <br>O pintor ficou conhecido ao representar cenas de género e a vida popular no séc.XIX. <br>Sobre este quadro, um crítico do séc. XIX refere “ No meio do milho abre-se largamente um caminho alastrado de ervagens um tanto arranjadas, onde um grupo de vitelos entretém os seus ócios comilões. Este quadro é de um efeito soberbo que traçou uma energia invejável ”.<br><br></em></strong><em>Bibliografia:<br>Couto et al. – Um novo Tempo da História, História A, 11o ano. Lisboa: Porto Editora. 2014. Parte 3, p.152.</em><br><br> Alicia , N°1&nbsp;<br>Verónica , N°21</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-30 11:31:15 UTC</pubDate>
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         <title>Sr. e Sra. Andrews, por Thomas Gainsborough, 1750</title>
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         <description><![CDATA[<div>O casal está localizado na borda de um campo de trigo, e o gado cercado povoa o meio do solo à esquerda, enquanto as ovelhas pastam à direita do par, com um galpão visível ao fundo à esquerda. Através da implementação de técnicas e tecnologias agrícolas modernas, o Sr. Andrews colocou a terra sob seu controle. Não vemos os trabalhadores rurais que teriam trabalhado a terra. <br>Isso é reforçado pela pose do Sr. Andrew, que pretende sugerir que seu trabalho está feito e agora ele pode relaxar e caçar com seu cachorro, embora ele não pareça muito confortável segurando seu rifle.<br>Webgrafia:<br>Every Picture Tells a Story. <br><a href="https://www.everypicture.org/blank-v5f50">https://www.everypicture.org/blank-v5f50</a><br>Joana Guerreiro N°14<br>Tiago Cruz N°20<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-30 11:31:47 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Corridas em Longchamp&quot; (Bois de Boulogne, Paris), Édouard Manet, 1867.</title>
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         <description><![CDATA[<div>Nesta pintura observa-se a fase final de uma corrida de cavalos, assinalada pelo poste do lado esquerdo.<br><br>É importante referir que, nesta época, os cavalos e outros animais eram utilizados como forma de entretenimento para a alta burguesia, um dos diversos privilégios deste grupo social.<br><br><strong>Webgrafia:</strong><br>Disponível em: http://www.impressionist-art.com/manet_25.html<br><br>Gonçalo- N° 11<br>Pedro-N° 17<br>11° LH1</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-30 11:37:13 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Nas corridas&quot;, 1869, Edgar Degas</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Esta pintura de Degas retrata uma visita às corridas de cavalo como uma atividade de lazer da alta burguesia. Este retrato de família, apresenta o amigo de Degas, Paul Valpinçon no banco do motorista de uma carruagem puxada por cavalos. Valpinçon está acompanhado pela sua esposa, o seu filho bebé Henry e o seu fiel companheiro canino.&nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;<br>No século XIX, os cães eram vistos como animais de estimação prestigiados, tal como os cavalos. Estes dois animais representavam a fidelidade e a nobreza e ficavam na posse das classes altas, já que as classes inferiores não tinham condições para cuidar dos mesmos.</div><div>O facto de Paul Valpinçon estar acompanhado pelo seu cão e de estar numa carruagem puxada por cavalos, diz-nos que ele e a sua família eram da alta burguesia.<br><br>“Nas corridas: a largada”<br>Harvard Art Museums. Cambridge.USA Disponível em:<br>https://collections.mfa.org/objects/32250?image=6<br><br>11° LH1:<br>Elisa Gonçalves n°8<br>Fátima Bamba n°10</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-30 11:41:45 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Scène sur les Champs-Élysées&quot;, Jean Béraud</title>
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         <description><![CDATA[<div>Em 1889, após a visita de um visitante dinamarquês a Paris, o mesmo observou que suas avenidas eram “o grande ponto de encontro onde toda a população se reunia”.</div><div>Neste quadro, Béraud comprova a afirmação do dinamarquês e também demonstra a vida movimentada e moderna de <em>Champs-Élysées.</em></div><div>A partir da representação panorâmica da avenida é possível ver um número incontável de carruagens para um dia de passeio.</div><div>Para além disso é claro que os Champ-Élysées ofereciam talvez as melhores oportunidades para ver e ser visto, seja a cavalo, em uma carruagem cara, ou a passear a pé.</div><div><br></div><div><strong><em>IMPORTÂNCIA DOS CAVALOS&nbsp;</em></strong></div><div>No séc. XIX, os cavalos tinham uma grande importância, pois serviam de modo de transporte não só de pessoas como de cargas relativas ao trabalho.&nbsp;</div><div>Os cavalos e as carruagens modernas serviam como sinal de <em>status social</em>, para uma grande parte das classes sociais de estatuto mais elevado que frequentavam lugares como as avenidas, para assim se mostrarem e vangloriarem.</div><div>&nbsp;No entanto, o que para eles era um sinónimo de poder, para os cavalos era um sofrimento contínuo pois viam-se obrigados a carregar várias carruagens com um número elevado de pessoas e o mesmo se passava com alguns cavalos que eram obrigados a carregar cargas pesadas. <br><br>Webgrafia:<br>Sotheby’s. Disponível em: <a href="https://www.sothebys.com/en/auctions/ecatalogue/2016/19th-century-european-art-n09499/lot.36.html?locale=en"><strong>https://www.sothebys.com/en/auctions/ecatalogue/2016/19th-century-european-art-n09499/lot.36.html?locale=en</strong></a></div><div><br>Joana Antunes&nbsp;<br>Tatiana Fernandes&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-30 11:41:57 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/docsecompanhia2/iz00sxrj3l425i7h/wish/2204575739</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>O quadro</strong> “<strong><em>Marriage à-la-mode” foi pintado por William Hogarth, em 1715.<br>Nesta pintura o pintor aborda um casamento planeado por conveniência e não por amor dos casais.<br>Podemos observar o casal recém-noivo que se ignora mutuamente.<br>Os cães estão&nbsp; acorrentados para incentivar a reprodução proporcionando um paralelo com o&nbsp; casamento sem amor do jovem casal.<br>Webgrafia:<br>British Library. United Kingdom. Disponível em: https://www.bl.uk/collection-items/marriage-a-la-mode- the-settlement-by-william-hogarth<br><br>Bianca Rosa n4<br>Zeferino António n22</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-30 11:51:18 UTC</pubDate>
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