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      <title>Fundamentos da Educação Infantil / Linha do Tempo by Gilvanete Coelho</title>
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      <description>Docente: Dra. Flávia Cristina Batista Caires.
Discentes: Gilvanete dos Santos Coelho,  Janete de Jesus Santos Silva, Lucinalva Santana da Silva.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-02-27 00:39:01 UTC</pubDate>
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         <title>História Social da Criança e da Família. Cap. I - O Sentimento da Infância</title>
         <author>gilcoelho1730</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-03-02 13:35:01 UTC</pubDate>
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         <title>01. As Idades da Vida</title>
         <author>gilcoelho1730</author>
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         <pubDate>2022-03-02 13:39:15 UTC</pubDate>
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         <title> Data de  nascimento.</title>
         <author>gilcoelho1730</author>
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         <description><![CDATA[<div>Temos uma personalidade civil, o número de registro que identifica o ser. O nome pertence ao mundo da fantasia, enquanto o sobrenome pertence ao mundo da tradição. A idade, a quantidade legalmente mensurável com uma precisão quase de horas é produto da exatidão e do número.&nbsp;</div><div>A noção de idade afirmou-se à medida que que os reformadores religiosos e civis a impuseram nos documentos, no século XVI pelas camadas mais instruídas da sociedade, porém somente no século XVIII que os párocos passaram a manter seus registros com exatidão.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-02 13:58:21 UTC</pubDate>
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         <title>Inscrição cronológica</title>
         <author>gilcoelho1730</author>
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         <description><![CDATA[<div>Século XVI e XVII A idade é inscrita em retratos ou a data e o lugar de nascimento. Os retratos de família eram documentos da história familiar. Outrossim os diários de família onde eram anotados, além das contas, os acontecimentos domésticos, os nascimentos e as mortes.<br>No século XVII generalizou-se o hábito de gravar ou pintar uma data nas camas, cofres, baús, armários, colheres ou copos de cerimônia. A data correspondia a um momento solene da história familiar. O gosto pela inscrição cronológica existiu até metade do século XIX.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-02 14:12:01 UTC</pubDate>
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         <title>As &quot;Idades da Vida&quot;</title>
         <author>gilcoelho1730</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ocupam um lugar importante nos tratados pseudocientíficos da Idade Média. (Infância e puerilidade, juventude e adolescência, velhice e senilidade).<br>As idades da vida também eram uma das formas comuns de conceber a biologia humana, em ralação com as correspondências secretas internaturais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-02 14:22:41 UTC</pubDate>
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         <title>Fases da idade da vida</title>
         <author>gilcoelho1730</author>
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         <description><![CDATA[<div>As idades correspondem aos planetas e ao número 07.<br>A primeira idade é a<strong> infância</strong> dura até os 07 anos, a segunda idade é a <strong>pueritia</strong> dura até os 14 anos, a terceira idade&nbsp; e a adolescência dura até os 28 anos e pode estender-se até os 30 ou 35 anos, depois segue-se a <strong>juventude</strong> até os 45 ou 50 anos, depois a <strong>sonectude</strong> nessa idade segundo Isidoro é o meio do caminho entre a juventude e a <strong>velhice</strong>; e por fim a velhice que até os 70 ou até a morte.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-02 14:32:23 UTC</pubDate>
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         <title>As idades da vida e as funções sociais</title>
         <author>gilcoelho1730</author>
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         <description><![CDATA[<div>Século XIV até&nbsp; o século XVIII<br>Primeiro tínhamos a <strong>idade dos brinquedos</strong>, depois a <strong>idade da </strong>&nbsp;<strong>escola</strong>, os meninos aprendiam a ler e as meninas aprendiam a fiar, em seguida as<strong> idades do amor ou dos esportes de corte e cavalaria </strong>e depois as <strong>idades da guerra</strong> e finalmente, as <strong>idades sedentárias</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-02 14:41:33 UTC</pubDate>
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         <title>Degraus das idades</title>
         <author>gilcoelho1730</author>
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         <description><![CDATA[<div>Gravuras&nbsp;do século XVI até o século XIX<br>Retratavam pessoas e idades justapostas do nascimento até a morte , muitas vezes de pé, sobre os degraus que subiam&nbsp; a esquerda e desciam à direita.<br>Nas últimas gravuras do século XIX vimos surgir o traje de primeira comunhão.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-02 15:24:15 UTC</pubDate>
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         <title>O primeiro adolescente moderno</title>
         <author>gilcoelho1730</author>
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         <description><![CDATA[<div>Século XX<br>A "juventude" , que até então era a adolescência, iria torna-se um tema literário, e uma preocupação dos moralistas e dos políticos. Começou-se a desejar  saber seriamente o que pensava a juventude, surgindo pesquisas sobre a temática. A juventude apareceu como como depositária de valores novos, capazes de reavivar uma sociedade velha e esclerosada.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-02 15:50:14 UTC</pubDate>
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         <title>O auge das idades</title>
         <author>gilcoelho1730</author>
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         <description><![CDATA[<div>Cada época correspondeu a uma idade privilegiada  e uma periodização particular da vida humana: a juventude é a idade privilegiada do século XVII, a infância, do século XIX e a adolescência do século XX.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-02 15:54:05 UTC</pubDate>
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         <title>02. A Descoberta da Infância</title>
         <author>gilcoelho1730</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-03-02 15:59:43 UTC</pubDate>
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         <title>Até por volta do século XII</title>
         <author>gilcoelho1730</author>
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         <description><![CDATA[<div>A arte medieval desconhecia a infância ou não tentava representá-la.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-02 16:53:28 UTC</pubDate>
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         <title>Século XVIII</title>
         <author>gilcoelho1730</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>Não existiam crianças caracterizadas por uma expressão particular, e sim homens homens em tamanho reduzido; as crianças eram representadas nas pinturas e gravuras como adultos num tamanho reduzidos, eram adultos em miniaturas.</li><li>A infância era um período&nbsp; de transição, logo ultrapassado, e cuja lembrança também era logo perdida.</li><li>Surgiram alguns tipos de crianças um pouco mais próximo do sentimento moderno, surgiu o&nbsp; anjo.</li><li>um terceiro tipo de criança apareceu na fase gótica:&nbsp; a criança nua. O menino Jesus quase nunca era representado despido. Na maioria dos casos, apareceria como as outras crianças em sua idade castamente enrolado em cueiros ou vestido com uma camisa ou uma camisola. Ele só desnudaria no final da Idade Média.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-02 17:03:03 UTC</pubDate>
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         <title>Século XIV, XV e XVI</title>
         <author>gilcoelho1730</author>
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         <description><![CDATA[<div>Personagens frequentes das pinturas eram: a criança sua família, a criança som seus companheiros de jogos, muitas vezes adultos, a criança na multidão mas ressaltada no colo da mãe, ou segurando a mão, ou brincando, ou ainda urinando, a&nbsp; criança no meio do povo assistindo aos milagres, ou aos martírios, ouvindo prédicas. acompanhando os ritos litúrgicos, as apresentações os as circuncisões, a criança aprendiz de um ourives, de um pintor, etc. ou a criança na escola, um tema frequente e antigo que remontava ao século XIV e que não mais deixaria de inspirar as cenas de gênero do século XIX.<br>A vida cotidiana das crianças estavam misturadas com a dos adultos.<br>Século XV surgiram dois novos tipos de representação da infância: o retrato e o <em>putto (criança nua, porém nunca foi uma criança real ou histórica). O gosto  pela nudez clássica, ficou em evidência no século XVI, relacionado com um movimento amplo em favor da infância.</em><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-02 17:26:34 UTC</pubDate>
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         <title>Século XVI - Efigies funerárias</title>
         <author>gilcoelho1730</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>De início na criança não aparecia em seu próprio túmulo ou no de seus pais, mas no de seus professores.</li><li>Ao lado das crianças ainda vivas, eram representadas crianças que já haviam morrido: um sinal se distingue: elas são menores e seguram na mão uma cruz ou uma caveira.</li><li>A infância era apenas uma fase sem importância, que não se fazia sentido fixar na lembrança.</li><li>As pessoas não podiam se apegar muito a algo que era considerado uma perda eventual.</li><li>Não se pensava que a criança já contivesse a personalidade de um homem. Elas morriam em grande número.</li><li>Fora as efigies funerárias os retratos de crianças isoladas de seus pais continuaram raros até o fim do século XVI.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-02 17:38:48 UTC</pubDate>
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         <title>Século XVI - Vitral</title>
         <author>gilcoelho1730</author>
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         <description><![CDATA[<div>Era um hábito piedoso oferecer às igrejas um quadro ou um vitral, o doador costumava fazer-se representar com toda a sua família;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-02 17:50:34 UTC</pubDate>
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         <title>Século XVII</title>
         <author>gilcoelho1730</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>No início do século XVII, os retratos de crianças tornaram-se muito numerosos. A criança agora era representada sozinha e por ela mesma; essa foi a grande novidade do século XVII.</li><li>Agora cada família queria possuir&nbsp; retrato&nbsp; de seus filhos, mesmo na idade em que eles ainda não eram mais crianças. Esse costume nasceu no século XVII e nunca mais desapareceu. No século XIX, a fotografia substituiu a pintura: o sentimento não mudou.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-02 17:59:52 UTC</pubDate>
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         <title>Jesuítas e as crianças no Brasil</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Logo após a descoberta do Brasil os padres jesuítas foram enviados a nova terra. Esses catequistas faziam parte da companhia de Jesus, liderada pelo padre Manoel de Nóbrega&nbsp; e vieram com a missão de catequizar os habitantes da terra descoberta, que eram caracterizados pelos religiosos como selvagens, que não acreditavam no Deus do catolicismo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-02 18:01:42 UTC</pubDate>
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         <title>Uma nova cristandade</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Evangelização dos nativos:</div><div>Otimismo X dificuldades de catequizar</div><div>Ensino como possibilidade de estabelecer aliança entre padres e grupos indígenas.</div><div>Ao longo do século XVI fortalece a ideia de nova cristandade.</div><div>Meninos ensinados, doutrinados poderiam suceder a seus pais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-02 18:02:56 UTC</pubDate>
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         <title>Cantos, disciplina e procissões: cenas da vida religiosa</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A ordem variava de aldeia para aldeia. De manhã pescavam para o sustento, à tarde iam para a escola, à noite doutrina canto e reza</div><div>Na doutrina apostava-se na memorizaçaõ, os padres se orgulhava de quem tinha tudo de cor.</div><div>Ensinava-se também cantar e tocar instrumentos...&nbsp;</div><div>Gracejo dos meninos que alegrava as recepções festivas dos índios, missas e procissões.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-02 18:05:23 UTC</pubDate>
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         <title>As festas religiosas</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Procissões por: festas de padroeiros, jubileus, batismos,vitórias militares, pedidos de socorro ( epidemias/secas) canto de missa, de litanias, de ladainhas procissões, disciplinas faziam parte da vida religiosa das crianças.</div><div>Novas plantas, frutos podres</div><div>O ensino dos meninos prosperavam, pois abriam mais escolas com receio de que os alunos antigos esquecessem os ensinamentos e voltassem aos antigos costumes.</div><div>Por conta da purberdade corrompiam-se a bebedeiras e luxúrias</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-02 18:06:27 UTC</pubDate>
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         <title>Primícias da terra</title>
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         <description><![CDATA[<div>Além da formação cristã e educação, o objetivo era&nbsp; construir um povo cristão, um clero ativo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-02 18:08:20 UTC</pubDate>
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         <title>Órfãos, casas e colégios</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Eram constantes as cartas dos jesuítas enviados à Europa com lamentações e explicações a respeito das dificuldades de se manter as casas e colégios.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-02 18:09:22 UTC</pubDate>
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         <title>As relações sociais</title>
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         <description><![CDATA[<div>Alianças importantes num cenário conturbado, crianças indígenas, mestiças e portuguesas.</div><div>Escolas de ler, escrever e contar.</div><div>Escolas de estudo avançado:</div><div>Classes gramática e Latim</div><div>Classes de Teologia</div><div>Classes de humanidade e classes de artes</div><div>Segunda metade do século XVI assistiu-se:</div><div>&nbsp;o estabelecimento da companhia de Jesus no Brasil ;</div><div>Estratégias e projetos para levar a fé e virtude cristãs</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-02 18:10:35 UTC</pubDate>
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         <title>A vida das crianças de elite durante o império (Ana Maria Mauad) Século XIX</title>
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         <description><![CDATA[<div>- A criança brasileira era comparada pelos estrangeiros, à mosquito hostil, avaliação negativa relacionada aos hábitos tropicais, determinados pelos códigos de comportamento portugueses e à forte influência da cultura negra;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-02 18:20:20 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Era a rotina do mundo adulto que ordenava o cotidiano infantil e juvenil, por meio de um conjunto de procedimentos e práticas aceitos como socialmente válidos;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-02 18:20:20 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Inclusão no dicionário da palavra “criança” para uso reservado à espécie humana, depois da utilização generalizada do termo pelo senso comum;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-02 18:20:56 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>O uso do termo adolescente não era comum no século XIX, tendo como sinônimos mais utilizados mocidade ou juventude;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-02 18:21:24 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>A definição de infância, delimitava aos atributos físicos, fala, dentição, caracteres secundários femininos e masculinos, tamanho entre outros. Envolvia o período do nascimento até os três anos;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-02 18:21:57 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>A meninice correspondia ao período de desenvolvimento intelectual da criança, cujo significado relacionava-se às ações próprias do menino, ou ainda, a falta de juízo numa pessoa adulta;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-02 18:23:35 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>As&nbsp;fotografias, informa-nos bastante sobre as especificidades da infância e adolescência, além dos trajes e penteados próprios daquela época, revelam a presença da criança nas vivências familiares;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-02 18:24:02 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Não existia uma roupa voltada para o adolescente, mas com 12 anos os meninos começavam a largar as calçolas e as meninas encompridavam os vestidos, assumindo gradativamente a maneira de se vestir dos adultos;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-02 18:24:39 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Com relação à literatura, voltada para crianças e adolescentes, os livros possuíam caráter moralista, típica do século;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-02 18:25:25 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>A especificidade da infância era motivo para polêmicas e controvérsias, cuja temática central era a oposição entre educação e instrução;</div><div>-&nbsp; Antes educação do que instrução;</div><div>- Era no lar que a base moral deveria ser plantada, sem confundir educação com instrução;</div><div>- Tanto em termos de educação como de instrução, meninos e meninas eram tratados de forma distinta (educação para meninos, ministrada por homens e uma para meninas, ministrada por mulheres);&nbsp;</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-02 18:26:30 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>-&nbsp; A masculinidade era um atributo importante a ser respeitado já na infância;<br>-&nbsp; Valorização dos atributos manuais e intelectuais, sendo os primeiros concernentes ao universo feminino e o segundo ao masculino, mas também no tempo de duração da instrução. Os meninos da elite iam para a escola aos sete anos e só terminavam sua instrução, dentro ou fora do Brasil, com um diploma de doutor, geralmente de advogado, podendo também optar por uma formação militar;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-02 18:27:37 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A partir da segunda metade do século XIX, também nas fazendas, os pais poderiam instruir seus filhos nos colégios, em vez de mantê-los em casa, com uma preceptora; mas tal escolha só era feita a partir dos sete anos de idade;</div><div>- Da mesma forma, a instrução das meninas variou ao longo do século XIX e apesar de manter a valorização das habilidades manuais e dos dotes sociais, já se encontrava no currículo das escolas um conjunto de disciplinas;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-02 18:28:15 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>A educação feminina iniciada aos sete anos e terminada na porta da igreja, aos 14 anos, supervalorizava o desempenho feminino na vida social. Na corte imperial, das meninas da alta sociedade, exigia-se perfeição no piano, destreza em língua inglesa e francesa, e habilidade no desenho, além de bordar e tricotar;</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-02 18:29:50 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>- O que a educação e a escolha de um certo tipo de instrução arbitravam era a forma de acesso da criança ao mundo adulto, definindo-se aos papéis sociais do homem e da mulher desde a meninice;</div><div>- Aos meninos, uma educação voltada para o desenvolvimento de uma postura viril e poderosa, aliada a uma instrução, civil ou militar, que lhe permitisse adquirir conhecimento amplos e variados, garantindo-lhe o desenvolvimento pleno da capacidade intelectual;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-02 18:30:32 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Por ouro lado, a educação das meninas, padecia de ambiguidade, pois ao mesmo tempo circunscrevia no universo doméstico, incentivando-lhes a maternidade e estabelecendo o lar como seu domínio, as habilitava para a vida mundana, fornecendo-lhe elementos para brilhar em sociedade; &nbsp;</div><div>- Portanto, estabelecidos os devidos papéis sociais, caberia à família, educar e à escola, instruir;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-02 18:31:11 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A criança era uma potencialidade, que deveria ser responsavelmente desenvolvida. Mas até chegar a ser uma potencialidade, a criança era uma expectativa que, devido às condições de saúde da época, geralmente se frustrava;</div><div>- Nascimento e morte são eventos opostos e tão ligados à infância oitocentista;</div><div>- Desde o momento em que uma mulher se descobre grávida até os sete anos, quando se considera que a criança superou as crises das diferentes doenças, ditas “da infância”, tudo é incerteza e expectativa;</div><div>- A ausência de vacinação regular, o limitado conhecimento de doenças contagiosas e as condições de higiene pouco favoráveis, deixavam as crianças a mercê de doenças variadas;&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-02 18:32:28 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Os sentimentos relacionados à criança natimorta e os demais, que chegaram a gozar o convívio familiar são distintos, caracterizando que o afeto pela criança não se dava <em>a priori</em>, mas era um sentimento pautado numa relação de convívio e troca;</div><div>- Conforme o sentimento de pesar pela perda de uma criança se desenvolvia, crescia também a preocupação em cuidar para sua sobrevivência;</div><div>- Fundamentados nas teses de filósofos como Rousseau e Bouffon, os chamados <em>Tratados de educação física dos meninos, </em>foram os precursores das noções mais atuais de puericultura, preconizando a vida ao ar livre, a liberdade nos brinquedos e cuidados com higiene infantil. Porém, o que de fato regia os comportamentos era a tradição das avós que, por sua vez, aprenderam de suas avós;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-02 18:33:09 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>- Além de disciplinar o cotidiano, a religiosidade estabelecia os ritos da vida familiar que indicavam a entrada da criança num mundo de novas atribuições. O batismo garantia a entrada da criança no mundo cristão e a primeira comunhão, no caso das meninas, era uma solenidade que determinava o fim da puerícia;</div><div>- Em relação a instrução, a família imperial também possuía uma rotina especial, iniciando-se às sete horas da manhã e estendendo-se até às nove da noite. O tempo era regulamentado e os passeios limitados.</div><div>- As crianças e adolescentes, da sociedade aristocrática oitocentista, desde cedo, deviam se submeter às prescrições de normas e condutas que lhes limitavam os movimentos.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-02 18:34:07 UTC</pubDate>
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         <title>A vacina</title>
         <author>gilcoelho1730</author>
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         <description><![CDATA[<div>Algumas famílias fizeram questão de vacinar  suas crianças. Essa precaução contra a varíola traduzia um estado e espírito que deve também ter favorecido outras práticas de higiene, provocando uma redução da mortalidade,  que em parte foi compensado por um controle da natalidade cada vez mais difundido.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-02 22:56:05 UTC</pubDate>
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         <title>Século XIX</title>
         <author>gilcoelho1730</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>No final do século XIX ficou evidente era uma tendência separar o mundo das crianças do mundo dos adultos.</li><li>Essas cenas de infância literárias correspondem&nbsp; às cenas da pintura e da gravura do gênero da mesma época: são as descobertas da primeira infância, do corpo, dos hábitos e da fala.<br><br></li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-02 23:06:35 UTC</pubDate>
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         <title>03. O Traje das Crianças</title>
         <author>gilcoelho1730</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-03-02 23:13:54 UTC</pubDate>
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         <title>Século XVI  e XVII</title>
         <author>gilcoelho1730</author>
         <link>https://padlet.com/gilcoelho1730/iyry91a3l6b8fqew/wish/2074573229</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>A primeira idade, ainda mal saída do não-ser, está nua; as duas idades seguintes estão enroladas em cueiros. A terceira, que deve ter por volta de 02 anos e ainda não fica de pé sozinha, já usa um vestido, (meninos e meninas)</li><li>&nbsp;Usam camisola curta, meias bem quentes, uma anágua grossa, e o vestido de cima que lhe tolhe os ombros e os quadris com uma grande quantidade de tecidos e pregas.</li><li>Só&nbsp; após o fim do século de XVIII o traje das crianças tornou-se mais leve.</li><li>Só a partir dos 04 anos usa-se calças justas pelos joelhos, abaixo do vestido e também retira-lhe a touca de criança..</li><li>As meninas assim que deixavam o cueiros logo eram vestidas de mulherezinhas.&nbsp;</li><li>Uma criança (menino ou menina) usando um vestido e vistas de costas: tem duas fitas que pedem dos ombros, vê-se claramente que a cordinha servia para ajudar a criança a andar.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-02 23:47:54 UTC</pubDate>
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         <title>Trajes</title>
         <author>gilcoelho1730</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>As meninas não tinham diferenciação de trajes</li><li>As pessoas respeitáveis usavam túnica longa (anciãos, magistrados, estadistas, eclesiásticos)</li><li>Enquanto os meninos no século XVIII, constava no regulamento do internato, que o enxoval dos alunos deveria&nbsp;</li><li>incluir um vestido interno, que deveria durar dois anos.</li><li>Traje militar, oficiais o usavam para se apresentar na corte.</li><li>No início do século XVI as crianças sempre usavam o vestido comprido.</li><li>No início do século XVIII entram os trajes militares&nbsp; e o traje de pajem.</li><li>Gastava-se muito com roupas, e, quando alguém morria. tinha-se o trabalho de fazer o inventário dos guarda-roupas.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-03 00:16:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mudanças nos trajes</title>
         <author>gilcoelho1730</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>Fim do século XVI o costume decidiu que a criança, também tivesse seu traje particular.</li><li>Os pobres usavam roupas de segunda mão, que lhes davam ou que compravam em belchiores.</li><li>Fim do século XVIII os homens começaram a usar um traje mais específico: As calças compridas eram trajes de artesãos e trabalhadores do mar (marinheiros e e habitantes do litoral).</li><li>As calças compridas tornaram-se uniforme da marinha de guerra dos Estados Unidos</li><li>Posteriormente os adultos passaram a vestir as crianças com calças inspiradas nos uniformes, assim surge a figura do pequeno marinheiro.</li><li>A adoção das calças compridas pelas crianças foi em parte uma consequência desse novo gosto pelo uniforme, que iria conquistar os adultos no século XIX.&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-03 00:33:20 UTC</pubDate>
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         <title>Jesuítas e as crianças no Brasil Quinhentista</title>
         <author>gilcoelho1730</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-03-03 00:41:41 UTC</pubDate>
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         <title>A vida das crianças de elite durante o Império.</title>
         <author>gilcoelho1730</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-03-03 00:52:24 UTC</pubDate>
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         <title>Referências:</title>
         <author>gilcoelho1730</author>
         <link>https://padlet.com/gilcoelho1730/iyry91a3l6b8fqew/wish/2074710383</link>
         <description><![CDATA[<div>ARIÉS, Philippe. <strong>História Social da Criança e da família</strong>. 2 ed. Rio de janeiro: LTC, 1981. Cap. 1 P. 29 - 81.<br><br>CHAMBOULEYRON, Rafael. Jesuítas e as crianças no Brasil Quinhentista. In: PRIORE, Mary Del. Organizadora <strong>História das Crianças no Brasil.</strong> 7. Ed. – São Paulo: Contexto, 2010. P. 55 - 79.<br><br>MAUAD, Ana Maria. A vida das crianças de elite durante o Império. In: PRIORE, Mary Del. Organizadora. <strong>História das Crianças no Brasil</strong>. 7. Ed. – São Paulo: Contexto, 2010. P. 137 - 174.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-03 01:11:12 UTC</pubDate>
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