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      <title>Mariana&#39;s Padlet by </title>
      <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1</link>
      <description>Made with wonder</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-10-10 20:03:00 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>O Ciclo das Rochas</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/295196211</link>
         <description><![CDATA[<div>O magma (material rochoso em fusão) pode arrefecer em profundidade formando Rochas Magmáticas (ígneas): </div><ul><li>Intrusivas/plutónicas que arrefecem lentamente dando tempo para a formação de cristais desenvolvidos e visíveis, conferindo-lhes uma textura granular (granito);</li><li> Extrusivas/vulcânicas que arrefencendo rápidamente não dão tempo para que os seus cristais se desenvolvam, conferindo-lhes uma textura agranular (basalto). Existem exceções, como é o caso da obsidiana em que o seu arrefecimento é tão brusco que não existe formação de cristais, conferindo-lhe uma textura vítrea;</li></ul><div>As Rochas Magmáticas ao aflorarem à superfície podem sofrer dois processos:</div><ol><li>Sedimentogénese (Meteorização, Erosão, Transporte, Sedimentação)</li><li>Diagénese (Compactação/Desidratação, Cimentação/Recristalização).</li></ol><div>Estes dois processos podem originar três tipos de Rochas Sedimentares: </div><ul><li>Detríticas, consolidadas ou não consolidadas (conglomerados, areias);</li><li> Quimiogénicas (calcário de precipitaçao);</li><li> Biogénicas (calcário conquífero)</li></ul><div>As Rochas Sedimentares ao sofrerem afundamento e consequentemente com o aumento da temperatura e da pressão podem sofrer metamorfismo originando Rochas Metamórficas.<br>Estas ao sofrerem mais afundamento e consequentemente uma elevação da temperatura e da pressão podem entrar em fusão, voltando assim, o Ciclo Litológico a recomeçar.<br>(<a href="https://pt.slideshare.net/catir/o-ciclo-das-rochas">https://pt.slideshare.net/catir/o-ciclo-das-rochas</a>)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-21 16:13:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Identificação de rochas </title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/297136432</link>
         <description><![CDATA[<div>De maneira a facilitar a identificação das diferentes rochas foram analisadas, com a ajuda de uma chave dicotómica, as amostras fornecidas.<br>A partir desta análise podemos concluir que cada rocha apresenta caraterísticas próprias resultantes das transformações que estas sofreram, dependendo do seu tipo de rocha.<br>(<a href="https://www.infopedia.pt/%24calcario">https://www.infopedia.pt/$calcario</a><br><a href="http://www.dct.uminho.pt/rpmic/ma1_mao.html">http://www.dct.uminho.pt/rpmic/ma1_mao.html</a><br><a href="https://alunosonline.uol.com.br/geografia/rochas-metamorficas.html">https://alunosonline.uol.com.br/geografia/rochas-metamorficas.html</a><br><a href="http://www.dct.uminho.pt/rpmic/mt4_mao.html">http://www.dct.uminho.pt/rpmic/mt4_mao.html</a><br><a href="http://www.mineropar.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=99">http://www.mineropar.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=99</a><br><a href="https://mineralseducationcoalition.org/minerals-database/conglomerate/">https://mineralseducationcoalition.org/minerals-database/conglomerate/</a>)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-25 18:54:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>História geológica de uma rocha</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/297170774</link>
         <description><![CDATA[<div>Do calor intenso saí, para à superfície fresquinha ir parar e num belo sólido me tornar. O tempo passou e já mais pequena e destruída estou. Pelo vento e pela água transportada, lá ficava eu mais pequena e arredondada. <br>Ah! Até que enfim parei, e vejam só tantas como eu aqui também. Estamos a ficar apertadas. Oh, estamos mesmo coladas.<br>Muitos anos passaram e já me sinto quente novamente. Ai! Tanta pressão em cima de mim, já me sinto a ser alterada. Agora sou então uma rocha originada por metamorfismo, sou um mármore.<br>Com certeza, se continuasse o meu afundamento, com a temperatura a aumentar iria fundir esperando um dia voltar à superfície.<br>(<a href="http://www.dct.uminho.pt/rpmic/mt4_mao.html">http://www.dct.uminho.pt/rpmic/mt4_mao.html</a>)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-25 20:25:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Causas e consequências do Aquecimento Global, em Portugal e no mundo</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/297741489</link>
         <description><![CDATA[<div>Existem determinadas atividades do ser humano que podem ser consideradas como causas para o Aquecimento Global:</div><ul><li>Massivas emissões de gases com efeito de estufa;</li><li>Queima de combustíveis fósseis;</li><li>Desflorestação;</li><li>Uso de tecnologias e fontes de energia poluidoras;</li><li>Adoção de um estilo de vida insustentável;</li></ul><div>Estas atividades podem ter consequências muito graves :</div><ul><li>Degelo;</li><li>Aumento do nível médio das águas do mar;</li><li>Desertificação;</li><li>Alterações dos ecossistemas;</li><li>Migrações;</li><li>Extinções;</li><li>Alterações climáticas;</li><li>Incêndios;</li><li>Furacões;</li><li>Secas;</li></ul><div>Tudo isto tem um grande impacto, tanto em Portugal como no mundo.<br>Ao nível do nosso país o Aquecimento Global está a por várias cidades do litoral em risco de inundação, devido ao degelo do Ártico e consequentemente a subida do nível médio do águas do mar.<br>A nível mundial este fenómeno pode causar danos severos à sociedade e ao meio ambiente, podendo trazer prejuízos à saúde, à economía e à vida de muitas espécies animais e vegetais.<br>(<a href="https://blog.waycarbon.com/2017/07/quais-as-suas-reais-consequencias-do-aquecimento-global/">https://blog.waycarbon.com/2017/07/quais-as-suas-reais-consequencias-do-aquecimento-global/</a><br><a href="https://www.vortexmag.net/portugal-24-cidades-que-irao-desaparecer-por-causa-do-aquecimento-global/">https://www.vortexmag.net/portugal-24-cidades-que-irao-desaparecer-por-causa-do-aquecimento-global/</a><br><a href="http://jueluarteseplantas.blogspot.com/p/dicas.html">http://jueluarteseplantas.blogspot.com/p/dicas.html</a><br><a href="https://www.noticiasaominuto.com/mundo/854387/graves-inundacoes-provocadas-por-furacao-levam-centenas-aos-telhados">https://www.noticiasaominuto.com/mundo/854387/graves-inundacoes-provocadas-por-furacao-levam-centenas-aos-telhados</a><br><a href="https://www.sulinformacao.pt/2016/12/desflorestacao-em-portugal-e-a-quarta-mais-elevada-do-mundo/">https://www.sulinformacao.pt/2016/12/desflorestacao-em-portugal-e-a-quarta-mais-elevada-do-mundo/</a><br><a href="https://acento.com.do/2018/actualidad/8597469-canada-llamas-560-incendios-forestales-columbia-britanica/">https://acento.com.do/2018/actualidad/8597469-canada-llamas-560-incendios-forestales-columbia-britanica/</a>)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-28 12:12:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Interações entre os subsistemas, relacionados com o Aquecimento Global</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/297755777</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma das implicções de o planeta Terra ser um sistema fechado e composto é: os seus subsistemas são abertos, por isso, quando ocorrem alterações num subsistema da Terra, as consequências dessas alterações poderão afetar os outros subsistemas. Por este motivo, exitem certas causas e consequências que ao ocorrerem provocam alterações em diferentes subsistemas:<br>      Que interferem com os quatro subsistemas :</div><ul><li>Furacões;</li><li>Alterações climáticas;</li><li>Libertação de gases com  efeito de estufa;</li><li>Incêndios;</li></ul><div>      Que interferem com três subsistemas:</div><ul><li>Degelo (Hidrosfera, Geosfera, Biosfera);</li></ul><div>      Que interferem com dois subsistemas:</div><ul><li>Aumento do nível médio das águas do mar (Hidrosfera, Geosfera);</li></ul><div>      Que interferem com um subsistema:</div><ul><li>Alteração dos ecossistemas (Biosfera) ;</li><li>Migrações (Biosfera);</li><li>Extinções (Biosfera);</li></ul><div>(<a href="https://super.abril.com.br/blog/oraculo/qual-a-diferenca-entre-tufao-tornado-furacao-e-ciclone/">https://super.abril.com.br/blog/oraculo/qual-a-diferenca-entre-tufao-tornado-furacao-e-ciclone/</a>)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-28 14:37:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Possíveis soluções para travar o Aquecimento Global</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/298597252</link>
         <description><![CDATA[<div>Tal como para a maioria dos problemas existem diversas existem algumas atividades que o ser humano pode realizar no seu dia-a-dia que fazem uma diferença na travagem do Aquecimento Global:</div><ul><li>Diminuição do uso de combustíveis fósseis;</li><li>Aumento do uso de biocombustíveis;</li><li>Utilização de fontes de energias renováveis;</li><li>Reciclagem do lixo;</li><li>Recuperação do gás metano nos aterros santários; </li><li>Uso de de luz natural dento de ambientes domésticos o mais possível;</li><li>Utilização de transportes públicos;</li></ul><div>Posto isto existem pequenas coisas que podem fazer uma diferença enorme se todos ajudarmos.<br>(<a href="https://www.fragmaq.com.br/blog/importancia-da-separacao-do-lixo-para-reciclagem-de-materiais/">https://www.fragmaq.com.br/blog/importancia-da-separacao-do-lixo-para-reciclagem-de-materiais/</a>)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-30 16:11:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tectónica de placas </title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/307334973</link>
         <description><![CDATA[<div>O planeta Terra encontra-se dividido em diversas camadas desde a sua parte mais externa até à mais interna. A camada mais superficial, a Litosfera, é bastante rígida, estando, no entanto, fragmentada em diferentes placas que convergem, divergem ou deslizam sobre a Astenosfera, uma camada mais "plástica" do manto que se situa logo depois da Litosfera. Ocorre formação de placa quando existe divergência (riftes), destruição quando existe convergência (fossas) e manutenção quando existe apenas deslizamento (falhas), sendo que tudo isto ocorre continuamente e em simultâneo. Os continentes encontrando-se sobre as placas movimentam-se junto com elas. A isto dá-se então o nome de<strong> Teoria da Tectónica de Placas,</strong> que expõe e analisa o movimento das <strong>Placas Tectónicas </strong>e as forças que entre elas atuam, através da relação que elas apresentam com o sistema de convecção do manto.<br><br>Fonte utilizada para o texto:<br><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Tect%C3%B3nica_de_placas">https://pt.wikipedia.org/wiki/Tect%C3%B3nica_de_placas</a><br>Fonte utilizada para a imagem:<br><a href="https://www.estudopratico.com.br/placas-tectonicas/">https://www.estudopratico.com.br/placas-tectonicas/</a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 21:16:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Limites Transformantes</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/307337708</link>
         <description><![CDATA[<div>Nestes limites ocorre um movimento horizontal entre duas placas, não havendo, por este motivo, formação ou destruição de placa. Contudo, as zonas em que se situam estes limites são caracterizadas pelos sismos que nelas ocorrem.<br><br>Fonte utilizada para texto:<br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=etYfVuec1gs&amp;t=23s">https://www.youtube.com/watch?v=etYfVuec1gs&amp;t=23s</a><br>Fonte utilizada para a imagem:<br><a href="https://www.slideshare.net/lucaswallace/terremotos-geo">https://www.slideshare.net/lucaswallace/terremotos-geo</a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 21:50:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Limites Divergentes</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/307341306</link>
         <description><![CDATA[<div>Nestes limites ocorre o afastamento entre as placas que se movem em sentidos contrários, havendo então a formação de placa através da adição de magma, que ascende através de um espaço que existe entre as placas (rifte), às placas já existentes. <br><br>Fonte utilizada para o texto:<br><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Limite_divergente">https://pt.wikipedia.org/wiki/Limite_divergente</a><br>Fonte utilizada para a imagem:<br><a href="https://colegiomoz.blogspot.com/2018/06/limites-divergentes-e-convergentes.html">https://colegiomoz.blogspot.com/2018/06/limites-divergentes-e-convergentes.html</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 22:09:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Exemplo de Limite Transformante</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/307342716</link>
         <description><![CDATA[<div>Falha de Santo André<br><br>Fonte utilizada para a imagem:<br><a href="https://www.sitedecuriosidades.com/curiosidade/verdades-e-mentiras-sobre-a-falha-de-san-andreas.html">https://www.sitedecuriosidades.com/curiosidade/verdades-e-mentiras-sobre-a-falha-de-san-andreas.html</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 22:26:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Exemplo de limite Divergente</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/307342994</link>
         <description><![CDATA[<div>Dorsal Médio-Atlântica<br><br>Fonte utilizada para a imagem:<br><a href="https://marsemfim.com.br/cadeia-dorsal-mesoatlantica-conheca/">https://marsemfim.com.br/cadeia-dorsal-mesoatlantica-conheca/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 22:31:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Limites Covergentes (placas oceânica-oceânica)</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/307343238</link>
         <description><![CDATA[<div>Nestes limites há a convergência entre duas placas oceânicas, ocorrendo então a subducção, ou seja, o afundamento de uma delas, geralmente a mais antiga. Assim, a placa subductada será, então, destruida formando magma. Este magma pode posteriormente dar origem a arcos de ilhas.<br><br>Fonte utilizada para o texto:<br><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Limite_convergente">https://pt.wikipedia.org/wiki/Limite_convergente</a><br>Fonte utilizada para a imagem:<br><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Limite_convergente">https://pt.wikipedia.org/wiki/Limite_convergente</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 22:34:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Exemplo de Limite Convergente (placas oceânica-oceânica)</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/307344164</link>
         <description><![CDATA[<div>Arco Insular no Japão<br><br>Fonte utilizada para a imagem:<br><a href="https://mitierrasemueve.wordpress.com/2011/03/14/lo-que-hay-que-saber-sobre-el-terremoto-y-tsunami-en-japon/">https://mitierrasemueve.wordpress.com/2011/03/14/lo-que-hay-que-saber-sobre-el-terremoto-y-tsunami-en-japon/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 22:48:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Limites Convergentes (placas oceânica-continental)</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/307344539</link>
         <description><![CDATA[<div>Nestes limites ocorre a colisão entre uma placa oeânica e uma placa continental, dando-se, por este motivo, a subducção da mais densa, a placa oceânica, que após subductada é destruída e forma magma. Este magma mais tarde pode vir a originar cadeias montanhosas.<br><br>Fonte utilizada para o texto:<br><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Limite_convergente">https://pt.wikipedia.org/wiki/Limite_convergente</a><br>Fonte utilizada para a imagem:<br><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Limite_convergente#/media/File:Active_Margin.svg">https://pt.wikipedia.org/wiki/Limite_convergente#/media/File:Active_Margin.svg</a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322523117/ff088a83f3f90f5e6069abddd6c10510/limite_convergente_oc.png" />
         <pubDate>2018-11-23 22:53:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Exemplo de Limite Convergente (placas oceânica-continental)</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/307345221</link>
         <description><![CDATA[<div>Cordilheira dos Andes<br><br>Fonte utilizada para a imagem:<br><a href="https://www.versificados.com.br/andes-montanhas-pudessem-falar/">https://www.versificados.com.br/andes-montanhas-pudessem-falar/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 23:04:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Limites Convergentes (placas continental-continental)</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/307345395</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste limite há a colisão entre duas placas continentais. Assim, estas placas juntam-se, dobrando e deformando, ocorrendo orogenia, ou seja, a formação de cadeias montanhosas.<br><br>Fonte utilizada para o texto:<br><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Limite_convergente">https://pt.wikipedia.org/wiki/Limite_convergente</a><br>Fonte utilizada para a imagem:<br><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Limite_convergente#/media/File:Continental-continental_convergence_Fig21contcont.gif">https://pt.wikipedia.org/wiki/Limite_convergente#/media/File:Continental-continental_convergence_Fig21contcont.gif</a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322523117/e0df4f73b48b600ffd31187513bd053f/limites_convergentes_cc.gif" />
         <pubDate>2018-11-23 23:07:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/307345395</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Exemplo de Limite Convergente (placas continental-continental)</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/307345769</link>
         <description><![CDATA[<div>Cordilheira dos Himalaias<br><br>Fonte utilizada para a imagem:<br><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Himalaias#/media/File:Mount_Everest_as_seen_from_Drukair2_PLW_edit.jpg">https://pt.wikipedia.org/wiki/Himalaias#/media/File:Mount_Everest_as_seen_from_Drukair2_PLW_edit.jpg</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 23:15:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vulcanismo</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/311716855</link>
         <description><![CDATA[<div>O vulcanismo consiste num fenómeno geológico determinado pela atividade vulcânica. Este ocorre, essencialmente, devido à elevada pressão existente no interior da Terra e onde ocorre a libertação de lava, gases, vapor de água e piroclastos para a superfície. <strong>(fig.1)</strong><br>Este processo pode ser classificado em três parâmetros:</div><ul><li><strong>A sua resultante:</strong> Vulcanismo Primário; Vulcanismo Secundário;</li><li><strong>O tipo de magma pelo qual é originado:</strong> Vulcanismo Explosivo; Vulcanismo Misto; Vulcanismo Efusivo; Vulcanismo Submarino;</li><li><strong>O local onde ocorre: </strong>Vulcanismo Central; Vulcanismo Fissural; </li></ul><div><br></div><div><strong>Fonte utilizada para o texto:</strong></div><ul><li><a href="https://www.todamateria.com.br/vulcanismo/">https://www.todamateria.com.br/vulcanismo/</a></li></ul><div><strong>Fonte utilizada para a imagem:</strong></div><ul><li><a href="http://www.japassei.pt/artigo.aspx?lang=pt&amp;id_object=7292">http://www.japassei.pt/artigo.aspx?lang=pt&amp;id_object=7292</a></li></ul><div><br><strong><em>Fig.1</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-06 09:14:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/312610720</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Tipos de Erupções vulcânicas:</strong></div><ul><li><mark>Erupções Explosivas: </mark>Caracterizadas pelas lavas viscosas, pela difícil fluência, pela difícil libertação de gases e pelas explosões violentas;</li><li><mark>Erupções Mistas: </mark>Caracterizadas pelas lavas com aspeto intermédio, ou seja, pela alternação entre características das erupções explosivas e das erupções efusivas;</li><li><mark>Erupções Efusivas:</mark> Caracterizadas pelas lavas fluídas, pela fácil fluência, pela fácil libertação dos gases e por ser uma erupção calma.</li><li><mark>Erupções Submarinas:</mark> Caracterizadas por ocorrerem de baixo de água;</li></ul><div><br></div><div><strong>Tipos de magmas:</strong></div><ul><li><mark>Magmas Básicos:</mark> ou magmas Basálticos são caracterizados pelo seu baixo teor em sílica (50% de sílica);</li><li><mark>Magmas Intermédios:</mark> ou magmas Andesíticos são caracterizados pelo seu intermédio teor em sílica (entre 50 e 70 % de sílica);</li><li><mark>Magmas Ácidos:</mark> ou magmas Riolíticos são caracterizados pelo seu elevado teor em sílica (mais de 70% de sílica);</li></ul><div><br></div><div><strong>Magmas associados às erupções vulcânicas:</strong></div><ul><li><mark>Magmas Básicos</mark> - <mark>Erupções Efusivas</mark> e <mark>Erupções Submarinas</mark>; <strong>(vídeo 1 e 2)</strong></li><li><mark>Magmas Intermédios </mark>- <mark>Erupções mistas</mark>; <strong>(vídeo 3)</strong></li><li><mark>Magma Ácidos </mark>- <mark>Erupções Explosivas</mark>; <strong>(vídeo 4)</strong></li></ul><div><br><strong>Fontes utilizadas para o texto:</strong></div><ul><li><a href="https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/tipos-erupcao-vulcanica.htm">https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/tipos-erupcao-vulcanica.htm</a></li><li>Caderno Diário</li></ul><div><strong>Fontes utilizadas para os vídeos:</strong></div><ul><li>Vídeo 1: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=ArnMlKMqPoY">https://www.youtube.com/watch?v=ArnMlKMqPoY</a></li><li>Vídeo 2: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=cTaEeko1DsI">https://www.youtube.com/watch?v=cTaEeko1DsI</a></li><li>Vídeo 3: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=MPPpCUDSxxw">https://www.youtube.com/watch?v=MPPpCUDSxxw</a></li><li>Vídeo 4: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=HgHWbo8JIzc">https://www.youtube.com/watch?v=HgHWbo8JIzc</a></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-12-09 10:31:15 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/312610720</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Atividade prática </title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/312622025</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta atividade prática foi colocada uma <strong>hipótese</strong>, posteriormente comprovada com a realização: <strong><em>A temperatura influência a velocidade de escorrência do magma</em></strong><em>.<br><br></em><strong>Misturas utilizadas para simular os tipos de magma:</strong></div><ul><li><mark>M1</mark> - 30% de água + 70% de mel; (simulando o magma intermédio)</li><li><mark>M2</mark> - 50% de água + 50% de mel; (simulando o magma básico)</li><li><mark>M3</mark> - 100% de mel; (simulando o magma ácido)</li></ul><div>Ao testar o comportamento destas misturas a diferentes temperaturas foi possível ver em que parâmetros a temperatura influência os magmas. <br><br><mark>1º Teste</mark> - M1, M2 e M3 a 5ºC. <strong>(fig.2)</strong><br><mark>2º Teste</mark> - M1, M2 e M3 a 22ºC. <strong>(fig.3)</strong><br><mark>3º Teste</mark> - M1, M2 e M3 a 50ºC. <strong>(fig.4)</strong></div><div><br><strong>Fonte para o texto:</strong></div><ul><li>Ficha da Atividade Prática 04</li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-12-09 12:15:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fig.2</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/312636612</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Colocação de um tubo de cada mistura em um saco de gelo.<br><br></em><strong>Fonte para a imagem:</strong></div><ul><li>Foto tirada na aula</li></ul>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322523117/fb94b12bc5c4795771c1fd0f3bf4d8fc/tubos_no_saco_de_gelo.jpg" />
         <pubDate>2018-12-09 14:24:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/312636612</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Fig.3</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/312640769</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Colocação de um tubo de cada mistura à temperatura ambiente.<br><br></em><strong>Fonte para a imagem:</strong></div><ul><li>Foto tirada na aula</li></ul>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322523117/5787cf73bba186e4ee1303212578f738/tubos___temperatura_ambiente.jpg" />
         <pubDate>2018-12-09 14:52:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/312640769</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Fig.4</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/312641488</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Colocação de um tubo de cada mistura em água quente.<br><br></em><strong>Fonte para a imagem:</strong></div><ul><li><em>Foto </em>tirada<em> na aula</em></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322523117/84b119af15d472db50ce3623057e9136/tubos_em_agua_quente.jpg" />
         <pubDate>2018-12-09 14:56:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/312641488</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Parâmetros em que a temperatura influência os magmas</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/312642810</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>Viscosidade dos magmas:</mark> </div><ul><li>Quanto <strong>maior </strong>a<strong> temperatura</strong> do magma,<strong> maior</strong> a sua <strong>fluídez. (vídeo 5) </strong></li><li>Quanto <strong>menor </strong>a <strong>temperatura</strong>, <strong>maior</strong> a <strong>viscosidade. (vídeo 6)</strong></li></ul><div><br></div><div><mark>Escoadas que cada tipo de magma forma:</mark></div><ul><li>Quanto <strong>mais pobres em sílica </strong>, ou seja, <strong>mais básicos</strong> forem os <strong>magmas</strong>,<strong> mais fluída </strong>será a<strong> lava</strong> originada (<strong>erupções efusivas</strong>), logo <strong>mais longa</strong> será a <strong>escoada</strong> originada. <strong>(fig.5) </strong></li><li>Quanto <strong>mais ricos </strong>em<strong> sílica</strong>, ou seja,<strong> mais ácidos</strong> forem os <strong>magmas</strong>, <strong>mais viscosa</strong> será a <strong>lava</strong> originada (erupções explosivas), logo <strong>mais curta </strong>será a <strong>escoada</strong> originada. <strong>(fig.6)</strong></li></ul><div><br></div><div><mark>Facilidade de libertação de gases dependendo da sua viscosidade:</mark></div><ul><li>Quanto <strong>mais fluído</strong> for o <strong>magma</strong>, maior a<strong> facilidade</strong> na <strong>libertação de gases.</strong></li><li>Quanto <strong>mais viscoso</strong> for o <strong>magma</strong> maior a <strong>dificuldade</strong> na <strong>libertação de gases.</strong></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-12-09 15:04:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/312642810</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Vídeo 5</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/312645843</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Magma ácido a altas temperaturas. (50 ºC)<br><br></em><strong>Fonte para o vídeo:</strong></div><ul><li>Video <em>gravado na aula</em></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322523117/acf000bad4251a430b2dce61ec0ea1a2/magma__cido_a_elevadas_temperaturas.mp4" />
         <pubDate>2018-12-09 15:24:22 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/312645843</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Vídeo 6</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/312646510</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Magma ácido a baixas temperaturas. (5ºC)<br><br></em><strong>Fonte utilizada para o vídeo:</strong></div><ul><li>Vídeo gravado na aula</li></ul>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322523117/1532fe3db3f499f78e97b202b3545081/magma__cido_e_gelo.mp4" />
         <pubDate>2018-12-09 15:28:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/312646510</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Fig.5</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/312648239</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Escoada originada em erupções efusivas (magmas básicos).<br><br></em><strong>Fonte utilizada para a imagem:</strong><em><br></em>Foto tirada na aula</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322523117/02b74ba0766aafecdb26b005c2f8775f/escoada_longa.jpg" />
         <pubDate>2018-12-09 15:38:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/312648239</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Fig.6</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/312648491</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Escoada originada em erupções explosivas (magmas ácidos).</em><br><br><strong>Fonte utilizada para a imagem:</strong></div><ul><li>Foto tirada na aula</li></ul>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322523117/f2b9d0bc66a1b0f8bfdca26dd2d34e0a/escoada_curta.jpg" />
         <pubDate>2018-12-09 15:39:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/312648491</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Vídeo 7</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/312651792</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Fácil libertação de gases em magmas básicos (erupções efusivas).<br><br></em><strong>Fonte utilizada para o vídeo:</strong><em><br></em>Vídeo gravado na aula</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322523117/1358bf3142007dbdbacc80a5d9b4d7cb/facil_liberta_a__de_gases.mp4" />
         <pubDate>2018-12-09 15:57:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/312651792</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Vídeo 8</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/312652791</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Difícil libertação de gases em magmas ácidos (erupções explosivas).</em><br><br><strong>Fonte utilizada para o vídeo:</strong></div><ul><li>Vídeo gravado na aula</li></ul>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322523117/2957fc84dcb6598f2e31dc717cf767f1/dif_cil_liberta__o_de_gases.mp4" />
         <pubDate>2018-12-09 16:02:52 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/312652791</guid>
      </item>
      <item>
         <title>LINCE IBÉRICO</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/332156364</link>
         <description><![CDATA[<div>O Lince Ibérico apresenta uma distribuição geográfica e histórica fragmentada e reduzida, ocupando apenas áreas de <mark>Portugal e Espanha.</mark><br><br>Este é classificado como o carnívoro mais ameaçado na Europa e o felino mais ameaçado no Mundo, sendo então classificado como uma espécie <mark>criticamente ameaçado.</mark><br><br>Os indivíduos da espécie não são suficientes para a sua sobrevivência e para a manutenção da espécie.<br><br><strong>Fig. 1 - Lince Ibérico</strong><br><em>(</em><a href="https://www.purezayemocion.com/noticia/4840/actualidad/la-ganaderia-el-anadio-recibe-un-premio-por-la-conservacion-del-lince-iberico.html"><em>https://www.purezayemocion.com/noticia/4840/actualidad/la-ganaderia-el-anadio-recibe-un-premio-por-la-conservacion-del-lince-iberico.html</em></a><em>)</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 19:51:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>CAUSAS DA EXTINÇÃO DO LINCE IBÉRICO</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/332156463</link>
         <description><![CDATA[<div>O Lince Ibérico é uma espécie num estado de<strong> grande vulnerabilidade</strong>.<br><br>Alguns fatores que levaram à quase extinção desta espécie foram:</div><ol><li>Escassez de Alimento;</li><li>Destruição de Habitats;</li><li>Caça Ilegal;</li><li>Falta de Reprodução.</li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 19:52:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1- ESCASSEZ DE ALIMENTO</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/332156534</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Principal presa do Lince Ibérico: <strong><mark>Coelho Bravo.</mark></strong></li></ul><div><br>Este sofreu uma acentuada diminuição no seu número de indivíduos, cera de 80%.<br><br>Isto deveu-se a doenças virais, como a doença hemorrágica viral.<br>Estas doenças provocaram alterações nas cadeias alimentares, as quais o coelho bravo incluído, afetando o Lince Ibérico. <br><br><strong>Fig. 2 - LINCE IBÉRICO E A SUA PRESA, O COELHO BRAVO</strong><br><em>(</em><a href="http://linceemportugal.blogspot.com/p/info-lince-iberico.html"><em>http://linceemportugal.blogspot.com/p/info-lince-iberico.html</em></a><em>)</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 19:52:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>2- DESTRUIÇÃO DE HABITATS</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/332156550</link>
         <description><![CDATA[<div>O desenvolvimento humano tem contribuído em grande parte para a extinção destes seres vivos e para a destruição dos seus habitats, a Floresta Mediterrânea.<br><br></div><ul><li>A <mark>desflorestação</mark> desta vegetação, como forma de obter matéria prima e de obter espaço para a agricultura reduziu o espaço de vivência dos Linces Ibéricos.</li></ul><div><br></div><ul><li>Foram construídas <mark>barragens e outros edifícios</mark> sobre as florestas mediterrânicas, reduzindo e eliminando o habitat natural dos linces.</li></ul><div><br></div><ul><li>Por outro lado também foram construídas <mark>estradas e autoestradas</mark> perto dos habitats, dando assim origem a atropelamentos.</li></ul><div><br>Foram todos estes fatores , aliados aos incêndios florestais que levaram à destruição dos habitats do Lince bérico.<br><br><strong>Fig. 3 - LINCE IBÉRICO ATROPELADO<br></strong><em>(</em><a href="http://arronchesemnoticias.blogspot.com/2018/03/morre-atropelado-mais-um-lince-iberico.html"><em>http://arronchesemnoticias.blogspot.com/2018/03/morre-atropelado-mais-um-lince-iberico.html</em></a><em>)</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 19:53:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>3 - CAÇA ILEGAL</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/332156576</link>
         <description><![CDATA[<div>Com a caça ilegal nas zonas onde habitam populações de Linces Ibéricos, estes Indivíduos:</div><ul><li>Têm sido apanhados em <mark>armadilhas </mark>colocadas por caçadores;</li><li>Ficam endoecidos e/ou são automaticamente mortos devido a ingerirem <mark>presas e iscos envenenados </mark>pelos caçadores;</li><li>São, raramente, apanhados na <mark>linha de fogo</mark> dos caçadores sendo então mortos.</li></ul><div><br><strong>Fig.4 - LINCE APANHADO POR CAÇADORES</strong><br><em>(</em><a href="http://carnivora.fc.ul.pt/gomera-encontrada-presa-a-um-laco-de-caca/"><em>http://carnivora.fc.ul.pt/gomera-encontrada-presa-a-um-laco-de-caca/</em></a><em>)</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 19:53:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>4- FALTA DE REPRODUÇÃO</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/332156614</link>
         <description><![CDATA[<div>Os Linces Ibéricos são uma espécie com um reduzido número de indivíduos e estes encontram-se em diferentes zonas.<br>Então isto faz com que os indivíduos não se reproduzam em quantidade suficiente, não havendo o aumento de Linces Ibéricos.<br><br><strong>Fig.5 - CRIAS DE LINCES IBÉRICOS.<br></strong><em>(</em><a href="https://www.publico.pt/2017/04/03/ecosfera/noticia/nos-primeiros-tres-de-2017-nasceram-15-novas-crias-de-lince-iberico-em-portugal-1767562#gs.0VKsaHRY"><em>https://www.publico.pt/2017/04/03/ecosfera/noticia/nos-primeiros-tres-de-2017-nasceram-15-novas-crias-de-lince-iberico-em-portugal-1767562#gs.0VKsaHRY</em></a><em>)</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 19:53:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>INFLUÊNCIA DO HOMEM NA EXTINÇÃO </title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/332156650</link>
         <description><![CDATA[<div>O ser humano é o principal responsável de todas estas causas.<br>Este é:</div><ul><li>Quem lhes reduz o habitat através da construção, da agricultura e da expansão urbana.</li><li>Quem os mata devido a atropelamentos e caça ilegal.</li></ul><div><br><strong>Fig. 6 - CRI DE LINCE IBÉRICO</strong><br><em>(</em><a href="https://sites.google.com/site/animaispelomundo1/g/lince-iberico"><em>https://sites.google.com/site/animaispelomundo1/g/lince-iberico</em></a><em>)</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 19:53:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/332156683</link>
         <description><![CDATA[<div>Podemos então concluir que todas estas razões mostram que o principal causador da futura extinção dos Linces Ibéricos é o Ser Humano.<br><br>Fig. 7 - FOTO DAS VÁRIAS AMEAÇAS AO LINCE<br><em>(aula do dia 12 de fevereiro)</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 19:54:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Células</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/334549585</link>
         <description><![CDATA[<div>A célula é a unidade básica estrutural e funcional de todos os seres vivos. As Células existentes podem ser arranjadas em dois grupos:</div><ul><li>Procarióticas;</li><li>Eucarióticas;</li></ul><div>As células Eucarióticas encontram-se divididas em dois tipos:</div><ul><li>Vegetal;</li><li>Animal;</li></ul><div><br><strong>Fonte utilizada para o texto:</strong></div><ul><li>Caderno Diário</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 10:34:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Células Eucarióticas </title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/334550275</link>
         <description><![CDATA[<div>As células Eucarióticas são mais complexas e de maiores dimensões, possuindo o núcleo individualizado por um invólucro nuclear.<br>Possuem um sistema endomembranar , ou seja, possuem um elevado número de de organelos membranares.<br>Estas células são os constituintes dos seres eucariontes.<br><br><strong>Fonte utilizada para o texto:</strong></div><ul><li>Caderno Diário</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 10:41:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Células e Corantes</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/334551085</link>
         <description><![CDATA[<div>No laboratório são utilizados corantes a fim de realçar alguns constituintes da célula, como por exemplo:</div><ul><li>Corante azul-metileno;</li><li>
Corante vermelho neutro;</li><li>Água iodada;</li></ul><div>Cada um deles evidencia um tipo de constituinte diferente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 10:50:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Células Vegetais</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/334551598</link>
         <description><![CDATA[<div>Nestas células os diferentes corantes evidenciam:</div><ul><li>o azul-metileno é o corante que evidencia o<mark> núcleo</mark>;<strong>(Fig.1)</strong></li><li>o vermelho neutro é o corante que evidencia o <mark>vacúolo</mark>;<strong>(Fig.2)</strong></li><li>a água iodada evidencia a <mark>parede celular</mark>;<strong>(Fig.3)</strong></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 10:56:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/334552119</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Fig.1.1- </strong>Fotografia tirada na aula das células da epiderme da cebola so MOC (ampliação 400x) com o corante azul-metileno.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 11:01:59 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/334552308</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Fig.1.2- </strong>Esquema das células da epiderme da cebola com o corante azul-metileno.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322523117/b31058b223646ffaf630aa10d2760102/media.jpeg" />
         <pubDate>2019-02-24 11:04:13 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/334552402</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Fig.2.1-</strong> Fotografia tirada na aula das células da epiderme da cebola ao MOC (ampliação 400x) com o corante vermelho neutro.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322523117/cc3a6f95b85709c76b27488b3c0e744f/IMG_1075.jpg" />
         <pubDate>2019-02-24 11:05:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/334552558</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Fig.2.2-</strong> Esquema das células da epiderme da cebola com o corante vermelho neutro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 11:07:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/334552636</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Fig.3.1-</strong> Fotografia tirada na aula das células da epiderme da cebolas ao MOC (ampliação 400x) com água iodada.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322523117/f37be4151da4d54f82e716bb837a23cf/IMG_1126.jpg" />
         <pubDate>2019-02-24 11:08:18 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/334552789</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Fig.3.2- </strong>Esquema das células da epiderme da cebola com água iodada.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322523117/ca4d7dfbaa14c644b4e4115179f93b84/media.jpeg" />
         <pubDate>2019-02-24 11:10:12 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/334552917</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Fig.4.1-</strong> Fotografia tirada na aula das células do caule de tradescância ao MOC (ampliação 400x).</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 11:11:13 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/334553073</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Fig.4.2- </strong>Esquema das células do caule de tradescância.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322523117/42638ce33dc254801522e831e0a1c0a1/media.jpeg" />
         <pubDate>2019-02-24 11:13:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Célula Animal</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/334623829</link>
         <description><![CDATA[<div>Nas células animais, tal como nas vegetais, o corante azul-metileno evidencia o <mark>núcleo</mark>.<strong>(Fig.5)</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 20:52:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/334624132</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Fig.5.1- </strong>Fotografia tirada na aula de uma célula do epitélio bucal ao MOC (ampliação 400x) com o corante azul-metileno.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322523117/6b957fadc678b42570aa1861d9cb5bb1/IMG_1902.jpg" />
         <pubDate>2019-02-24 20:55:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/334624819</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Fig.5.2-</strong> Esquema de uma célula do epitélio bucal com o corante azul-metileno.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322523117/70f40f2cd661e316ce628e92446cea7e/media.jpeg" />
         <pubDate>2019-02-24 20:59:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Diferenças visíveis ao MOC entre as Células Animais e as Células Vegetais</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/334625193</link>
         <description><![CDATA[<div>Com a utilização de corantes é possivel concluir, laboratorialmente, existem diversas diferenças entre os dois tipos de células:</div><ul><li>Apesar de ambas possuirem vacúolos, o vacúolo presente na célula vegetal apresenta maior dimensões do que aquele que se encontra presente na célula animal.</li><li>Enquanto que as células vegetais possuem parede celular, as células animais não possuem.</li><li>As células vegetais apresentam uma estrutura mais geométrica do que as células animais, uma vez que estas se encontram mais dispersas.</li><li>As células vegetais possuem cloroplastos e as células animais não os possuem.</li></ul><div>Embora existam algumas diferenças ambos os tipos de célula possuem <mark>citoplasma</mark>, <mark>membrana celular</mark> e <mark>núcleo</mark>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 21:02:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Outras diferenças entre estes tipos de célula</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/334627153</link>
         <description><![CDATA[<div>Apesar de não observáveis ao MOC, existem outros aspetos que distinguem estes tipos de célula.<br><br><strong>Organelos existentes apenas nas células animais:</strong></div><ul><li>Centríolos;</li><li>Lisossomas;</li></ul><div><br><strong>Organelos existentes apenas nas células vegetais:</strong></div><ul><li>Cloroplastos;</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 21:16:28 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Osmose</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/338572877</link>
         <description><![CDATA[<div>A <strong><mark>osmose</mark></strong>, não gastando qualquer tipo de energía, é considerada um transporte transmembranar passivo, onde ocorre a difusão de moléculas de água entre dois meios, que se encontram separados por uma membrana que possui permeabilidade seletiva, sendo bastante pouco permeável ou até mesmo impermeável às substâncias dissolvidas - solutos - e bastante permeável à água.<br><br>Fig.1.- Osmose<br>(https://www.todoestudo.com.br/biologia/osmose)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 19:26:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/338586012</link>
         <description><![CDATA[<div>Existe uma pressão necessária para contrabalançar a tendência no movimento da água de soluções com elevada concentração de moléculas de água para uma soluções com baixa concentração de moléculas de água. A esta pressão dá-se o nome de <strong><mark>Pressão Osmótica.<br><br></mark></strong><strong>Fig.2.- </strong>Pressão Osmótica</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 19:48:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tipos de meios existentes</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/338593153</link>
         <description><![CDATA[<div>Existem três tipos de meios:</div><ul><li><strong>Isotónico - </strong>Meio onde a concentração do soluto é <strong><mark>igual</mark></strong><strong> </strong>à concentração de outro meio.</li><li><strong>Hipotónico -</strong> Meio onde a concentração de soluto é <strong><mark>inferior</mark></strong> à concentração  de outro meio.</li><li><strong>Hipertónico - </strong>Meio onde a concentração de soluto é <strong><mark>superior</mark></strong> à concentrção de outro meio.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 20:04:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Porquê o uso de camélias nesta atividade prática?</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/338599220</link>
         <description><![CDATA[<div>São usadas as camélias, devido ao facto de as pétalas destas serem ricas em <strong><mark>pigmentos</mark></strong> que são visíveis ao MOC sem ser necessária a utilização de corantes, sendo possível a identificação das alterações provocadas pela osmose.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 20:17:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Preparação A - Água Destilada</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/338601320</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta preparação fora colocadas células da epiderme das pétalas das camélias, em água destilada (meio extracelular hipotónico).<br><br>Observações:</div><ul><li>Entrada de água nos vacúolos, enchendo-os, ocorrendo o aumento da dimensão destes.</li><li>Diminuição da concentração do pigmento.</li><li>A cor do pigmento presente nos vacúolos das células da epiderme das pétalas de camélia ficou mais clara.</li><li>Ocorreu uma pressão de <strong><mark>turgercência</mark></strong><strong> </strong>que comprimiu o citoplasma e o núcleo contra a parede celular.</li><li>Célula ficou <strong><mark>túrgida</mark></strong>.</li></ul><div><br><strong>Fig.3.1 - </strong>Fotografia tirada na aula das células túrgidas da epiderme da pétala da camélia observadas ao MOC com a ampliação de 400x.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 20:21:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/338608940</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Fig.3.2.-</strong> Esquema das células túrgidas da epiderme da pétala de camélia.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322523117/925e940fc5d59d705a95a72518c0be76/media.jpeg" />
         <pubDate>2019-03-06 20:39:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Preparação B- Solução 12% de </title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/338610217</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste caso a solução de 12% de NaCl representa o <strong><mark>meio extracelular hipertónico</mark></strong>.<br><br>Observações:</div><ul><li>Saída de água dos vacúolos para o exterior.</li><li>Diminuição do tamanho do vacúolo.</li><li>Aumento da concentração do pigmento.</li><li>Escurecimento da cor do pigmento.</li><li>Plasmólise da célula.</li></ul><div><br><strong>Fig.4.1.-</strong> Fotografia tirada na aula das células plasmolisadas da epiderme da pétala da camélia observadas ao MOC com a ampliação de 400x.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 20:41:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/338613805</link>
         <description><![CDATA[<div>Fig.4.2.- Esquema das células da epiderme da pétala da camélia plasmolisadas.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322523117/516ea23d43937707a55e7dec46e31e0b/media.jpeg" />
         <pubDate>2019-03-06 20:49:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Discussão da atividade prática</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/338615174</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Ponto 1 -</mark></strong> <strong>Sabendo que a cor das pétalas é devida à presença de determinados pigmentos nos vacúolos, como interpreta as diferenças entre as preparações A e B?<br><br></strong>Na preparação A, com meio exterior hipotónico, deu-se a entrada de água nas células o que conduziu ao aumento da dimensão do vacúolo e à diminuição da concentração do pigmento. Na preparação B, com meio exterior hipertónico, deu-se a saída de água diminuindo a dimensão do vacúolo e aumentando a concentração do pigmento.<br><br><strong><mark>Ponto 2 -</mark></strong><strong> Formule uma hipótese para explicar as alterações ocorridas na preparação B.<br></strong><br>A hipótese poderá assentar sobre o facto de a membrana celular possuir permeabilidade seletiva, assim provavelmente será muito permeável à água e pouco permeável ao NaCl.<br><br><strong><mark>Ponto 3 -</mark></strong> <strong>O que pode inferir relativamente à possibilidade de generalizar os resultados destas observações?<br><br></strong>Não devemos generalizar apenas através destas observações, mas sim realizar mais vezes a experiência de modo a ser possível a generalização. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 20:51:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Locais Visitados </title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/346888592</link>
         <description><![CDATA[<div>No decorrer desta visita de estudo visitamos diversos locais os quais foram:</div><ol><li>Praia da consolação; (Fig.1)</li><li>Cabo do Carvoeiro; (Fig.2)</li><li>Remédios; (Fig.3)</li><li>Ponta do Trovão/Praia do Abalo; (Fig.4)</li><li>Papôa; (Fig.5)</li><li>Baleal; (Fig.6)</li></ol><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 13:34:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Praia da Consolação</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/346891382</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>A Praia da Consolação encontra-se situada no litoral sul de Peniche. Nas suas arribas encontramos patente um empilhamento de sedimentos do Jurássico superior, com mais de 150 M.a ( Kimeridjiano ) tornando-se, então, uma das principais áreas de estudo deste período geológico em Portugal.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 13:58:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Praia da Consolação - Continuação</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/346893681</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Na praia da consolação as arribas expõem-se à erosão marinha;</li><li>A praia da consolação apresenta arribas que são formadas, na base, por estratos argilosos ( cinzentos ou amarelados), com a ausência de fósseis, que alternam com estratos margosos (ricos em fósseis) mais calcários na parte inferior ( fácies marinha ) e mais arenosos na parte superior;</li></ul><div><br><strong>Fig.1 -</strong> Fotografia tirada na visita de esudo a Peniche.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 14:20:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cabo do Carvoeiro</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/346895550</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Fig.2 -</strong> Fotografia tirada na visita de estudo a Peniche.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322523117/89e8ce5a611ac6c35eb75e9354cc23e3/Cabo_do_Carvoeiro.jpg" />
         <pubDate>2019-03-31 14:35:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Remédios</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/346895708</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Fig.3 -</strong> Fotografia tirada na visita de estudo a Peniche.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 14:36:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pon</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/346896315</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 14:40:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ponta do Trovão/ Praia do Abalo</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/346896325</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Fig.4 -</strong> Fotografia tirada na visita de estudo a Peniche.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 14:40:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Papôa</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/346896828</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Fig.5 -</strong> Fotografia tirada na visita de estudo a Peniche.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 14:45:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Baleal</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/346897022</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Fig.6 - </strong>Fotografia tirada na visita de estudo a Peniche.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322523117/c24f6855af3c36aec3ee92ba87a9d8b2/Baleal.jpg" />
         <pubDate>2019-03-31 14:46:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Visita de Estudo</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/346897169</link>
         <description><![CDATA[<div>No dia em que visitamos Peniche, 8 de março, encontramos a ausência de chuva, a ausência de nebulosidade, vento moderado e a maré estava a subir.<br>Foram todas estas condições que nos proporcionaram uma excelente visita de estudo, mas também um convívio entre professores e alunos de todas as turmas de Ciências e Tecnologias</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 14:48:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Estomas</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>Os estomas são mais abundantes nas folhas e caules jovens estando , especialmente, distribuídos na porção superior.</li><li>Estes são pequenos ou grandes e longos e a sua estrutura celular tem como função realizar trocas gasosas entre a planta e o meio.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-09 19:40:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fatores influenciadores da abertura ou fecho dos estomas </title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/366584816</link>
         <description><![CDATA[<div>A abertura e fecho dos estomas são condicionados por diversos fatores, nomeadamente:<br><br></div><ol><li>Luz</li><li>Salinidade</li><li>Humidade</li><li>Vento</li><li>Temperatura</li><li>Quantidade de água disponível no solo</li></ol><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-09 19:49:21 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>1. Luz</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/366585141</link>
         <description><![CDATA[<div>A luz pode influenciar uma abertura dos estomas da seguinte maneira:<br><br></div><ul><li>Na presente deste os estomas abrem (fig. 1.1.1 e 1.1.2).</li><li>Na ausência desta os estomas fecham (fig.1.2.1 e 1.2.2).<br><br></li></ul><div><strong><mark>Fig.1.1.1 -</mark></strong><strong> Fotografia tirada na aula, ao miscrocópio dos estomas da página inferior da folha de tradescância, à luz, com ampliação 400x.</strong></div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-09 19:53:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/366737452</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Fig.1.1.2 -</mark></strong><strong> Esquema dos estomas da página inferior da folha de tradescância, à luz, com ampliação de 400x.</strong></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322523117/d5b2b44bc284abc8217b752803f81ba4/IMG_4788.jpg" />
         <pubDate>2019-06-10 16:06:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/366738881</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Fig.1.2.1 -</mark></strong><strong> Fotografia tirada na aula, ao microscópio dos estomas da página infeior da folha de tradescância, na obscuridade, com ampliação de 400x.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 16:12:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/366739369</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Fig.1.2.2 -</mark></strong><strong> Esquema dos estomas da página inferior da folha de tradescância, na obscuridade, com ampliação de 400x.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 16:15:13 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/366742178</link>
         <description><![CDATA[<div>Após a realização da contagem em 3 regiões diferentes da preparação, ou seja, na página inferior da folha de tradescância, obtivemos os seguintes resultados:<br><br></div><ul><li>27</li><li>38</li><li>20</li></ul><div><br>Após a realização da mesma contagem, mas desta vez na página superior da folha da mesma planta, obtivemos os seguintes resultados:<br><br></div><ul><li>0</li><li>0</li><li>0</li></ul><div><br><strong><mark>Fig.2.1.1- </mark></strong><strong>Fotografia tirada na aula, ao microscópio, da observação dos estomas da página superior da folha de tradescância, à luz, com a ampliação de 400x.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 16:29:13 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>2 - Salinidade</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/366744577</link>
         <description><![CDATA[<div>A existência de sais no meio exterior à célula afeta a abertura e fecho dos estomas da seguinte maneira:<br><br></div><ul><li>Se a salinidade nas células de companhia for maior, ocorrerá a saída de água das células guarda, provocando o fecho dos ostíolos (Fig. 3.1.1 e 3.1.2).</li><li>Se a salinidade nas células de companhia for menor,, ocorrerá a entrada de água para as células guarda, provocando a abertura dos ostíolos (Fig. 3.2.1 e 3.2.2).</li></ul><div><br><strong><mark>Fig.3.1.1 - </mark></strong><strong>Fotografia tirada na aula, ao microscópio, dos estomas do caule de tradescância, numa solucão de NaCl (12%), com ampliação de 400x.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 16:39:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/366748572</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Fig.2.1.2 -</mark></strong><strong> Esquema dos estomas da página superior da folha de tradescância, à luz, com a ampliação de 400x.</strong></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/322523117/308767170cbb209ee28de891e366104f/IMG_4790.jpg" />
         <pubDate>2019-06-10 16:57:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/366749217</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Fig.3.1.2 -</mark></strong><strong> Esquema dos estomas, numa solução de NaCl (12%), com a ampliação de 400x.</strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 16:59:44 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/366749587</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Fig.3.2.1 -</mark></strong><strong> Fotografia tirada na aula, ao microscópio, dos estomas em água destilada, com ampliação de 400x.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 17:01:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/366749879</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Fig.3.2.2 -</mark></strong><strong> Esquema dos estomas em água destilada, com ampliação de 400x.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 17:02:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>3 - Humidade </title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/366750387</link>
         <description><![CDATA[<div>Quanto menor a humidade no ar, maior irá ser a taxa de transpiração, afim de se manter o gradiente de concentração entre o ar atmosférico e a planta.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 17:04:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>4 - Vento</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/366751760</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>Vento moderado:<br></mark>Ocorre o arrastamento da transpiração, fazendo com que a célula fique menos humida mantendo assim o gradiente de concentração entre o meio e a planta. A água é obrigada a estar constantemente a sair fazendo com que o <mark>estoma se mantenha aberto.<br><br>Vento excessivo:<br></mark>Os estomas fecham de modo a diminuir a transpiração, evitando assim as perdas excessivas de água.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 17:11:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>5 - Temperatura</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/366753310</link>
         <description><![CDATA[<div>Se a temperatura for elevada, a evaporação da água nas células será mais rápida, aumentando assim a entrada de água nas células guarda. Estas ficam túrgidas e os estomas abrem.<br><br></div><ul><li>Altas temperturas -<mark> estoma aberto</mark></li><li>Baixas temperaturas - <mark>estoma fechado</mark></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 17:19:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>6 - Quantidade de água disponível no solo</title>
         <author>marianasampaioctx</author>
         <link>https://padlet.com/marianasampaioctx/iy541p4rvnj1/wish/366754610</link>
         <description><![CDATA[<div>Se a quantidade de água disponível no solo for elevada:<br><br></div><ul><li>Haverá uma maior absorção.</li><li>Ocorrerá uma entrada de água nas células guarda e a trugescência das mesmas.</li><li>Abertura dos estomas.<br><br></li></ul><div>Se a quantidade de água disponível no solo for reduzida:<br><br></div><ul><li>Haverá uma menor absorção.</li><li>Ocorrerá a saída de água das células guarda e a plasmolise das mesmas.</li><li>Fecho dos estomas.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 17:25:13 UTC</pubDate>
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