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      <title>Padlet Dia dos namorados no 12º ano by Manuela Sampaio</title>
      <link>https://padlet.com/3012938/ixljaza7ijhrzqok</link>
      <description>&quot;Amor é&quot;</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-02-04 20:36:26 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2022-02-11 10:58:14 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Poesia no dia dos namorados</title>
         <author>3012938</author>
         <link>https://padlet.com/3012938/ixljaza7ijhrzqok/wish/2030155275</link>
         <description><![CDATA[<div>Os alunos devem postar um poema de acordo com os autores trabalhados no ensino secundário na disciplina de português. Deverão, ainda, comentar a escolha do poema de um colega.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-04 21:06:40 UTC</pubDate>
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         <title>Todas as cartas de amor são ridículas, de Álvaro de Campos</title>
         <author>pantufa2004</author>
         <link>https://padlet.com/3012938/ixljaza7ijhrzqok/wish/2036517780</link>
         <description><![CDATA[<div>Todas as cartas de amor 🤬>Ridículas.<br>Não seriam cartas de amor se não fossem<br>Ridículas.<br><br>Também escrevi em meu tempo cartas de amor,<br>Como as outras,<br>Ridículas.<br><br>As cartas de amor, se há amor,<br>Têm de ser<br>Ridículas.<br><br>Mas, afinal,<br>Só as criaturas que nunca escreveram<br>Cartas de amor<br>É que 🤬>Ridículas.<br><br>Quem me dera no tempo em que escrevia<br>Sem dar por isso<br>Cartas de amor<br>Ridículas.<br><br>A verdade é que hoje<br>As minhas memórias<br>Dessas cartas de amor<br>É que 🤬>Ridículas.<br><br>(Todas as palavras esdrúxulas,<br>Como os sentimentos esdrúxulos,<br>São naturalmente<br>Ridículas.)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-08 21:05:39 UTC</pubDate>
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         <title>Amor é um fogo que arde sem se ver</title>
         <author>2365220</author>
         <link>https://padlet.com/3012938/ixljaza7ijhrzqok/wish/2037618574</link>
         <description><![CDATA[<div>Amor é um fogo que arde sem se ver;<br>É ferida que dói, e não se sente;<br>É um contentamento descontente;<br>É dor que desatina sem doer.<br><br>É um não querer mais que bem querer;<br>É um andar solitário entre a gente;<br>É nunca contentar-se e contente;<br>É um cuidar que ganha em se perder;<br><br>É querer estar preso por vontade;<br>É servir a quem vence, o vencedor;<br>É ter com quem nos mata, lealdade.<br><br>Mas como causar pode seu favor<br>Nos corações humanos amizade,<br>Se tão contrário a si é o mesmo Amor?</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-09 10:53:52 UTC</pubDate>
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         <title>Miguel Torga</title>
         <author>aliceamf3</author>
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         <description><![CDATA[<div>Súplica<br><br>Agora que o silêncio é um mar sem ondas,<br>E que nele posso navegar sem rumo,<br>Não respondas<br>Às urgentes perguntas<br>Que te fiz.<br>Deixa-me ser feliz<br>Assim,<br>Já tão longe de ti como de mim.<br><br>Perde-se a vida a desejá-la tanto.<br>Só soubemos sofrer, enquanto<br>O nosso amor<br>Durou.<br>Mas o tempo passou,<br>Há calmaria...<br>Não perturbes a paz que me foi dada.<br>Ouvir de novo a tua voz seria<br>Matar a sede com água salgada.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-09 10:55:58 UTC</pubDate>
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         <title>“Coisa Amar”, de Manuel Alegre </title>
         <author>bp4576255</author>
         <link>https://padlet.com/3012938/ixljaza7ijhrzqok/wish/2037628308</link>
         <description><![CDATA[<div>Contar-te longamente as perigosas<br>coisas do mar. Contar-te o amor ardente<br>e as ilhas que só há no verbo amar.<br>Contar-te longamente longamente.<br><br></div><div>Amor ardente. Amor ardente. E mar.<br>Contar-te longamente as misteriosas<br>maravilhas do verbo navegar.<br>E mar. Amar: as coisas perigosas.<br><br></div><div>Contar-te longamente que já foi<br>num tempo doce coisa amar. E mar.<br>Contar-te longamente como doi<br><br></div><div>desembarcar nas ilhas misteriosas.<br>Contar-te o mar ardente e o verbo amar.<br>E longamente as coisas perigosas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-09 11:00:17 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;O pastor amoroso&quot;, Alberto Caeiro</title>
         <author>dicasrodrigues16omg</author>
         <link>https://padlet.com/3012938/ixljaza7ijhrzqok/wish/2037629374</link>
         <description><![CDATA[<div>Agora que sinto amor<br>Tenho interesse nos perfumes.<br>Nunca antes me interessou que uma flor tivesse cheiro.<br>Agora sinto o perfume das flores como se visse uma coisa nova.<br>Sei bem que elas cheiravam, como sei que existia.<br>São coisas que se sabem por fora.<br>Mas agora sei com a respiração da parte de trás da cabeça.<br>Hoje as flores sabem-me bem num paladar que se cheira.<br>Hoje às vezes acordo e cheiro antes de ver.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-09 11:01:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>2457216</author>
         <link>https://padlet.com/3012938/ixljaza7ijhrzqok/wish/2037630082</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Amor<br><br></div><div>A jovem deusa passa <br>Com véus discretos sobre a virgindade; <br>Olha e não olha, como a mocidade; <br>E um jovem deus pressente aquela graça. <br><br>Depois, a vide do desejo enlaça <br>Numa só volta a dupla divindade; <br>E os jovens deuses abrem-se à verdade, <br>Sedentos de beber na mesma taça. <br><br>É um vinho amargo que lhes cresta a boca; <br>Um condão vago que os desperta e toca <br>De humana e dolorosa consciência. <br><br>E abraçam-se de novo, já sem asas. <br>Homens apenas. Vivos como brasas, <br>A queimar o que resta da inocência. <br><br><em>Miguel Torga, in 'Libertação'</em>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-09 11:01:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>2466420</author>
         <link>https://padlet.com/3012938/ixljaza7ijhrzqok/wish/2037633562</link>
         <description><![CDATA[<pre>Eu cantarei de amor tão docemente

Eu cantarei de amor tão docemente,
Por uns termos em si tão concertados,
Que dois mil acidentes namorados
Faça sentir ao peito que não sente.

Farei que amor a todos avivente,
Pintando mil segredos delicados,
Brandas iras, suspiros magoados,
Temerosa ousadia e pena ausente.

Também, Senhora, do desprezo honesto
De vossa vista branda e rigorosa,
Contentar-me-ei dizendo a menor parte.

Porém, pera cantar de vosso gesto
A composição alta e milagrosa
Aqui falta saber, engenho e arte.

                    Luís de Camões</pre><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-09 11:03:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Beijo - Jorge Sena</title>
         <author>clararuas1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Beijo<br>Um beijo em lábios é que se demora<br>e tremem no abrir-se a dentes línguas<br>tão penetrantes quanto línguas podem.<br>Mais beijo é mais. É boca aberta hiante<br>para de encher-se ao que se mova nela.<br>É dentes se apertando delicados.<br>É língua que na boca se agitando<br>irá de um corpo inteiro descobrir o gosto<br>e sobretudo o que se oculta em sombras<br>e nos recantos em cabelos vive.<br>É beijo tudo o que de lábios seja<br>quanto de lábios se deseja.<br>&nbsp; </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-09 11:04:58 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>&quot;Não posso adiar o amor&quot; Ramos Rosa</title>
         <author>diogofilipeneto4</author>
         <link>https://padlet.com/3012938/ixljaza7ijhrzqok/wish/2037637872</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Não Posso Adiar o Amor<br><br></div><div>Não posso adiar o amor para outro século<br>não posso<br>ainda que o grito sufoque na garganta<br>ainda que o ódio estale e crepite e arda<br>sob montanhas cinzentas<br>e montanhas cinzentas<br><br>Não posso adiar este abraço<br>que é uma arma de dois gumes<br>amor e ódio<br><br>Não posso adiar<br>ainda que a noite pese séculos sobre as costas<br>e a aurora indecisa demore<br>não posso adiar para outro século a minha vida<br>nem o meu amor<br>nem o meu grito de libertação<br><br>Não posso adiar o coração</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-09 11:06:57 UTC</pubDate>
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         <title>Talvez quem vê bem nao sirva para sentir ( Fernando Pessoa) </title>
         <author>arnaldojsmachado</author>
         <link>https://padlet.com/3012938/ixljaza7ijhrzqok/wish/2037638333</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Talvez quem vê bem não sirva para sentir<br>E não agrade por estar muito antes das maneiras.<br>É preciso ter modos para todas as cousas,<br>E cada cousa tem o seu modo, e o amor também.<br>Quem tem o modo de ver os campos pelas ervas<br>Não deve ter a cegueira que faz fazer sentir.<br>Amei, e não fui amado, o que só vi no fim,<br>Porque não se é amado como se nasce mas como acontece.<br>Ela continua tão bonita de cabelo e boca como dantes,<br>E eu continuo como era dantes, sozinho no campo.<br>Como se tivesse estado de cabeça baixa,<br>Penso isto, e fico de cabeça alta<br>E o dourado do sol seca as lágrimas pequenas que não posso deixar de ter. Como o campo é grande e o amor pequeno!<br>Olho, e esqueço, como o mundo enterra e as árvores se despem.<br><br></div><div><br>Eu não sei falar porque estou a sentir.<br>Estou a escutar a minha voz como se fosse de outra pessoa,<br>E a minha voz fala dela como se ela é que falasse.<br>Tem o cabelo de um louro amarelo de trigo ao sol claro,<br>E a boca quando fala diz cousas que não há nas palavras.<br>Sorri, e os dentes são limpos como pedras do rio.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-09 11:07:18 UTC</pubDate>
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         <title>É ISTO O AMOR</title>
         <author>ricacastanho20</author>
         <link>https://padlet.com/3012938/ixljaza7ijhrzqok/wish/2037638613</link>
         <description><![CDATA[<div>Em quem pensar, agora, senão em ti? Tu, que<br>me esvaziaste de coisas incertas, e trouxeste a<br>manhã da minha noite. É verdade que te podia<br>dizer: «Como é mais fácil deixar que as coisas<br>não mudem, sermos o que sempre fomos, mudarmos<br>apenas dentro de nós próprios?» Mas ensinaste-me<br>a sermos dois; e a ser contigo aquilo que sou,<br>até sermos um apenas no amor que nos une,<br>contra a solidão que nos divide. Mas é isto o amor:<br>ver-te mesmo quando te não vejo, ouvir a tua<br>voz que abre as fontes de todos os rios, mesmo<br>esse que mal corria quando por ele passámos,<br>subindo a margem em que descobri o sentido<br>de irmos contra o tempo, para ganhar o tempo<br>que o tempo nos rouba. Como gosto, meu amor,<br>de chegar antes de ti para te ver chegar: com<br>a surpresa dos teus cabelos, e o teu rosto de água<br>fresca que eu bebo, com esta sede que não passa. Tu:<br>a primavera luminosa da minha expectativa,<br>a mais certa certeza de que gosto de ti, como<br>gostas de mim, até ao fim do mundo que me deste.<br>&nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-09 11:07:30 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>coentraoandre12</author>
         <link>https://padlet.com/3012938/ixljaza7ijhrzqok/wish/2037641830</link>
         <description><![CDATA[<div><br>É por Ti que Vivo<br><br></div><div>Amo o teu túmido candor de astro <br>a tua pura integridade delicada <br>a tua permanente adolescência de segredo <br>a tua fragilidade acesa sempre altiva <br><br>Por ti eu sou a leve segurança <br>de um peito que pulsa e canta a sua chama <br>que se levanta e inclina ao teu hálito de pássaro <br>ou à chuva das tuas pétalas de prata <br><br>Se guardo algum tesouro não o prendo <br>porque quero oferecer-te a paz de um sonho aberto <br>que dure e flua nas tuas veias lentas <br>e seja um perfume ou um beijo um suspiro solar <br><br>Ofereço-te esta frágil ﬂor esta pedra de chuva <br>para que sintas a verde frescura <br>de um pomar de brancas cortesias <br>porque é por ti que vivo é por ti que nasço <br>porque amo o ouro vivo do teu rosto <br><br><em>António Ramos Rosa, in 'O Teu Rosto'</em>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-09 11:09:52 UTC</pubDate>
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         <title>Presságio (Fernando Pessoa)</title>
         <author>Beatriz1234</author>
         <link>https://padlet.com/3012938/ixljaza7ijhrzqok/wish/2037642843</link>
         <description><![CDATA[<div>O amor, quando se revela,<br>Não se sabe revelar.<br>Sabe bem olhar p'ra ela,<br>Mas não lhe sabe falar.<br><br>Quem quer dizer o que sente<br>Não sabe o que há de dizer.<br>Fala: parece que mente...<br>Cala: parece esquecer...<br><br>Ah, mas se ela adivinhasse,<br>Se pudesse ouvir o olhar,<br>E se um olhar lhe bastasse<br>P'ra saber que a estão a amar!<br><br>Mas quem sente muito, cala;<br>Quem quer dizer quanto sente<br>Fica sem alma nem fala,<br>Fica só, inteiramente!<br><br>Mas se isto puder contar-lhe<br>O que não lhe ouso contar,<br>Já não terei que falar-lhe<br>Porque lhe estou a falar...</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-09 11:10:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Um outro poema de amor</title>
         <author>247388</author>
         <link>https://padlet.com/3012938/ixljaza7ijhrzqok/wish/2037648793</link>
         <description><![CDATA[<div>No fundo, as relações entre mim e ti<br>cabem na palma da mão:<br>onde o teu corpo se esconde e<br>de onde,<br>quando sopro por entre os dedos,<br>foge como fumo<br>um pequeno pássaro,<br>ou um simples segredo<br>que guardávamos para a noite.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-09 11:14:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ondas do mar de Vigo </title>
         <author>Pedro1122</author>
         <link>https://padlet.com/3012938/ixljaza7ijhrzqok/wish/2042144355</link>
         <description><![CDATA[<div>Ondas do mar de Vigo,<br>se vistes meu amigo!<br>E ai, Deus!, se verrá cedo!<br><br>Ondas do mar levado,<br>se vistes meu amado!<br>E ai Deus!, se verrá cedo!<br><br>Se vistes meu amigo,<br>o por que eu sospiro!<br>E ai Deus!, se verrá cedo!<br><br>Se vistes meu amado,<br>por que hei gran cuidado!<br>E ai Deus!, se verrá cedo!<br>Martim Codax</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-11 10:46:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>2431312</author>
         <link>https://padlet.com/3012938/ixljaza7ijhrzqok/wish/2042146454</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Estes meus olhos nunca perderan,<br>senhor, gran coyta, mentr’ eu vivo fôr;<br>e direy-vos, fremosa mia senhor,<br>d’estes meus olhos a coyta que an:<br>choran e cegan, quand’alguen non veen,<br>e ora cegan por alguen que veen.</em></div><div><em>Guisado teen de nunca perder<br>meus olhos coyta e meu coraçon,<br>e estas coytas, senhor, mias son:<br>mays los meus olhos, por alguen veer,<br>choran e cegan, quand’alguen non veen,<br>e ora cegan por alguen que veen.</em></div><div><em>E nunca ja poderey aver ben,<br>poys que amor já non quer nen quer Deus;<br>mays os cativos d’estes olhos meus<br>morrerán sempre por veer alguen:<br>choran e cegan, quand’alguen non veen,<br>e ora cegan por alguen que veen.</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-11 10:48:02 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>futdjlo</author>
         <link>https://padlet.com/3012938/ixljaza7ijhrzqok/wish/2042160098</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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