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      <title>Minhas memórias do VII Semestre  by Jalinne Silva Santos</title>
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      <description>O presente padlet tem como objetivo apresentar os caminhos trilhados no ensino remoto, no VII Semestre de Pedagogia - UESB</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-11-09 22:29:55 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-12-23 21:16:42 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Aula Inaugural</title>
         <author>201620577</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>BRÁULIO BESSA – RECOMECE<br><br></strong>Quando a vida bater forte<br>e sua alma sangrar,<br>quando esse mundo pesado<br>lhe ferir, lhe esmagar…<br>É hora do recomeço.<br>Recomece a LUTAR.</div><div><br>Quando tudo for escuro<br>e nada iluminar,<br>quando tudo for incerto<br>e você só duvidar…<br>É hora do recomeço.<br>Recomece a ACREDITAR.</div><div><br>Quando a estrada for longa<br>e seu corpo fraquejar,<br>quando não houver caminho<br>nem um lugar pra chegar…<br>É hora do recomeço.<br>Recomece a CAMINHAR.</div><div><br>Quando o mal for evidente<br>e o amor se ocultar,<br>quando o peito for vazio,<br>quando o abraço faltar…<br>É hora do recomeço.<br>Recomece a AMAR.</div><div><br>Quando você cair<br>e ninguém lhe aparar,<br>quando a força do que é ruim<br>conseguir lhe derrubar…<br>É hora do recomeço.<br>Recomece a LEVANTAR.</div><div><br>Quando a falta de esperança<br>decidir lhe açoitar,<br>se tudo que for real<br>for difícil suportar…<br>É hora do recomeço.<br>Recomece a SONHAR.</div><div><br>Enfim,</div><div><br>É preciso de um final<br>pra poder recomeçar,<br>como é preciso cair<br>pra poder se levantar.<br>Nem sempre engatar a ré<br>significa voltar.<br><br></div><div>Remarque aquele encontro,<br>reconquiste um amor,<br>reúna quem lhe quer bem,<br>reconforte um sofredor,<br>reanime quem tá triste<br>e reaprenda na dor.<br><br></div><div>Recomece, se refaça,<br>relembre o que foi bom,<br>reconstrua cada sonho,<br>redescubra algum dom,<br>reaprenda quando errar,<br>rebole quando dançar,<br>e se um dia, lá na frente,<br>a vida der uma ré,<br>recupere sua fé<br>e RECOMECE novamente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-09 23:29:44 UTC</pubDate>
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         <title>Concepções de Estágio </title>
         <author>201620577</author>
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         <description><![CDATA[<div><em><br></em>As autoras Selma Garrido e Maria Socorro, destacam vários fatores importantes para serem observados durante o processo de estágio na escola. Ressaltam que o estágio tem como objetivo casar teoria com a prática, mas os estagiários, ao se depararem com a realidade, percebem o quão distante a prática está da teoria. Diante desse contexto, elas apontam que a teoria e a prática são processos indissociáveis, uma depende da outra. </div><div>O texto encontra-se organizado em quatro tópicos.</div><div>A primeira parte aborda sobre a prática como imitação de modelo, no qual o estágio se limita em observar os professores e imitá-los, sem, ao menos, fazer uma análise crítica e reflexiva sobre tal prática. <br>Após, a segunda parte, pontua a perspectiva de estágio em uma prática instrumentalizada, limitando-o a uma ação didática. Na terceira parte, as autoras apontam a importância de explicitar por que o estágio é teoria e prática, explorando seus conceitos. As autoras ressaltam que a dissociação entre teoria e prática carrega consigo o empobrecimento das práticas nas escolas. Dessa maneira, todas as disciplinas precisam oferecer conhecimentos e métodos para esse processo. A última parte subdivide-se em dois tópicos. O primeiro destaca a questão do estágio como algo que aproxima ou, ao menos, deveria aproximar a realidade e a atividade teórica, no qual o estágio deve ser uma ação reflexiva a partir da realidade exposta. Para isso, é necessário analisar e questionar a realidade tendo como base as teorias apreendidas, o que permite uma construção de novas experiências. É nessa perspectiva que o estágio deve ser visto como objeto da práxis. O segundo trata sobre o estágio como pesquisa e a pesquisa no estágio, no qual a pesquisa associada ao estágio permite a ampliação e análise dos contextos onde os estágios se realizam. É a formulação do estágio como atividade teórica instrumentalizadora da práxis. Nessa perspectiva, possibilita a formação de um profissional pensante, que vive num determinado espaço e num certo tempo histórico, capaz de vislumbrar o caráter coletivo e social de sua profissão. </div><div>De acordo com as autoras,  cabe aos estagiários refletir e construir a partir da realidade vivenciada, o seu perfil profissional. O simples fato de repetir as práticas observadas por outros professores dificulta, como futuros docentes, lidar com situações adversas que possam surgir no processo de sua atuação. Essa prática leva ao aluno a reproduzir sem, ao menos, levar em consideração que existe um contexto social em cada lugar. É onde entra a importância da práxis, ação esta que possibilita a transformação da realidade, pois leva o educando a superar seus limites, a expandir sua visão e não apensa ser um reprodutor de práticas e didáticas, levando em consideração a prática como momento de construção de conhecimento por meio da ação reflexiva. . </div><div>Sem dúvida, a leitura desse texto se torna imprescindível no processo de estágio, tanto ao docente orientador quanto aos alunos, pois nos leva a refletir sobre a teoria e pensar dialeticamente a prática, apontando caminhos para um melhor aproveitamento do estágio. Este ainda traz consigo sugestões e propostas que orientam de forma clara e objetiva os estagiários que buscam a construção de novas experiências e pontua a necessidade de um envolvimento e uma relação saudável com a escola neste período. </div><div><em><br></em>PIMENTA, Selma Garrido; LIMA, Maria Socorro Lucena. <strong>Estágio e docência: diferentes concepções. </strong><em>Revista Poíesis -Volume 3, Números 3 e 4, pp.5-24, 2005/2006</em><em><mark>.</mark></em></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 00:15:14 UTC</pubDate>
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         <title>A Pesquisa como eixo da formação docente </title>
         <author>201620577</author>
         <link>https://padlet.com/201620577/ixemndw8hityg5oq/wish/906564031</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Não há ensino sem pesquisa e pesquisa sem ensino [...] Enquanto ensino continuo buscando, reprocurando. Ensino porque busco, porque indaguei, porque indago e me indago. Pesquiso para constatar, constatando, intervenho, intervindo educo e me educo. Pesquiso para conhecer o que ainda não conheço e comunicar ou anunciar a novidade. </em></div><div><em>Paulo Freire, Pedagogia da Autonomia, 1997.<br></em><br></div><div>Paulo Freire, em sua citação nos ensina que faz parte da natureza da prática docente a indagação, a busca, a pesquisa. O docente, em sua formação permanente, é necessário que este se perceba e se assuma como professor pesquisador.<br><br></div><div>A pesquisa sendo parte integrante do processo de formação acadêmica dos professores reflete positivamente em seu processo de ensino. Ela é um componente necessário tanto para o aperfeiçoamento e inovação das aulas quanto para a sua formação continuada. O professor pesquisador é aquele professor que busca questões relativas à sua prática com o objetivo de aperfeiçoá-las. É aquele que tem capacidade de autoanálise e de uma profunda reflexão de investigar sua própria atuação. A pesquisa é sempre uma investigação para conhecimento da realidade, entendimento sobre a mesma e quando necessário à busca de sua transformação. <br><br></div><div> A pesquisa, principalmente na visão pedagógica, é vista como um modo de educar, esta não é vista apenas como construção técnica do conhecimento, mas, nesse contexto, indica a necessidade da educação ser questionadora, do indivíduo saber pensar. É a noção do sujeito autônomo que se emancipa através de sua consciência crítica e sua capacidade criativa.<br><br></div><div>Para que uma aprendizagem de fato ocorra, ela deve ter caráter transformador, exigindo do professor uma compreensão de novos significados. A pesquisa como parte da formação do professor, possibilita novos relacionamentos com o saber, a melhoria do ensino e, portanto, a formação de uma sociedade melhor, advinda desse processo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 00:15:33 UTC</pubDate>
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         <title>Jornada Pedagógica na Rede Municipal de Jequié</title>
         <author>201620577</author>
         <link>https://padlet.com/201620577/ixemndw8hityg5oq/wish/906564512</link>
         <description><![CDATA[<div>No dia 02 de março, a Prefeitura de Jequié, através da Secretaria de Educação, deu início à Jornada Pedagógica 2020, no Centro de Cultura Antônio Carlos Magalhães, com a participação do músico Marcos Belchote, na abertura e, em sequência, com a participação de alguns alunos que fazem parte do ‘Projeto Som do Sol’, idealizado pela Secretaria de Educação. Com o tema ‘Currículo escolar e suas interfaces com a aprendizagem: Diálogos no contexto das políticas públicas educacionais’, os professores, gestores escolares e coordenadores pedagógicos que estiveram presentes, contaram com a palestra da doutora em Psicopedagogia e Ciência na Educação, a professora, Alda Pepe.<br><br></div><div>No evento, estiveram presentes o secretário de Educação, o professor, Paulo Andrade que, também, estava representando o prefeito de Jequié, Sérgio da Gameleira; o presidente da Câmara Municipal, o vereador, Emanuel Campos Silva, o Tinho de Waldeck; representando a coordenação do Fórum Estadual de Educação, o professor, Luiz Valter Lima; a presidente do Conselho Municipal de Educação, a professora, Elaine Teixeira Novaes; a diretora do Departamento Pedagógico da Prefeitura de Jequié, a professora, Jocélia Conceição Almeida; a diretora geral da APLB Sindicato Delegacia do Sol/Apromuje, a professora, Caroline Moraes Brito e a palestrante, doutora em Psicopedagogia e Ciência na Educação, a professora, Alda Pepe.<br><br></div><div>No dia 03 de março, aconteceu, também no Centro de Cultura Antônio Carlos Magalhães, o Fórum Municipal de Educação (FME), órgão de caráter permanente, que constitui-se como espaço de participação da sociedade, para formulação e acompanhamento das políticas públicas educacionais que vai discutir, propor, acompanhar e avaliar as políticas públicas, especialmente, as deliberadas no Plano Municipal de Educação (PME). O representante do Fórum, professor Luis Valter, falou sobre a “Educação como um Direito: A importância do papel dos Fóruns de Educação na Construção de uma Sociedade Democrática”.<br><br></div><div>A Jornada Pedagógica 2020 foi marcada por manifestações da APLB. Professores da Rede Municipal de Ensino de Jequié realizaram um protesto na abertura da Jornada Pedagógica 2020, no Centro de Cultura Antônio Carlos Magalhães. Vestidos com camiseta preta, a categoria chamou a atenção do governo para a valorização do magistério municipal e a retirada de direitos já conquistados pelos professores.<br><br></div><div>Participar do evento foi importante para o meu processo de formação, pois a jornada pedagógica é um momento em que profissionais da educação partilham ideias, ensinam e aprendem na coletividade, com o propósito de promover o fortalecimento do processo educativo, por meio da análise dos indicadores educacionais, dos valores e da cultura das escolas. Através da manifestação dos professores, na ocasião, ficou ainda mais evidente o quanto é desafiador atuar na área da educação. Além disso, foi ótimo ouvir a professora Alda Pepe que tem uma vasta experiência, doutora na área de educação, proferido o tema BNCC, Base Nacional Comum Curricular, que é um tema que está sendo bastante debatido na educação básica. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 00:15:50 UTC</pubDate>
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         <title>Jornada Pedagógica na Escola Municipal CAIC</title>
         <author>201620577</author>
         <link>https://padlet.com/201620577/ixemndw8hityg5oq/wish/906564984</link>
         <description><![CDATA[<div>A Jornada Pedagógica seguiu pelos dias 4, 5 e 6 março, nas unidades escolares municipais.<strong> </strong>Acompanhei o planejamento das atividades do ano letivo 2020,  na Escola Municipal Dr. Joel Coelho Sá (CAIC),  localizada na Av. Antônio Tourinho, s/n, no bairro Jequiezinho, na cidade de Jequié. Este momento foi ministrado pelo Diretor da escola  e pela Coordenadora Pedagógica. Nesta ocasião, participei de um momento muito importante para a minha formação, no qual juntamente com meu trio e com a professora regente responsável pela sala que iríamos estagiar, planejamos as atividades tendo como base  os parâmetros e competências específicas estabelecidas na Base Nacional Comum Curricular.  Além disso, esse momento foi muito importante, pois foram discutidos questões correlatas a realidade da escola no que se refere ao processo ensino-aprendizagem, bem como a promoção da formação continuada dos profissionais da educação através de discussões pautadas em aportes teóricos relevantes sobre temas emergentes que afetam o cotidiano da sala de aula.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 00:16:06 UTC</pubDate>
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         <title> Investigando a Cultura Escolar </title>
         <author>201620577</author>
         <link>https://padlet.com/201620577/ixemndw8hityg5oq/wish/906565447</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Analisar a escola como espaço sociocultural significa compreendê-la na ótica da cultura, sob um olhar mais denso, que leva em conta a dimensão do dinamismo, do fazer-se cotidiano, levado a efeito por homens e mulheres, trabalhadores e trabalhadoras, negros e brancos, adultos e adolescentes, enfim, alunos e professores, seres humanos concretos, sujeitos sociais e históricos, presentes na história, atores na história. Falar da escola como espaço sociocultural implica, assim, resgatar o papel dos sujeitos na trama social que a constitui, enquanto instituição. (DAYRELL,1995)<br></em><br></div><div>O Colégio João Coelho Sá, está localizada na Av. Antônio Tourinho, s/n, no bairro do Jequiezinho, Jequié-Ba. Atende as comunidades da Cachoeirinha, Tropical e adjacências, estando inserida em uma comunidade de baixa renda correspondendo a um histórico étnico-racial em sua maioria negra. Foi possível observar que no momento de chegada, os alunos que moram em bairros mais distantes são levados de ônibus e os que moram mais próximos, vão com os responsáveis e os maiores se deslocam sozinhos. Analisando este aspecto, faço destaque a citação de DAYRELL (1995), quando diz:<em> O espaço é claramente delimitado, como que a evidenciar a passagem para um novo cenário, onde vão desempenhar papéis específicos, próprios do "mundo da escola", bem diferentes daqueles que desempenham no cotidiano do "mundo da rua".<br></em><br></div><div> Com relação à estrutura física da escola, foi possível observar que esta não possui uma infraestrutura que garanta a acessibilidade de pessoas com deficiências físicas, como, por exemplo, os cadeirantes, já que a escola é toda estruturada em escadas e a única plataforma elevada, não está pronta. Sobre os espaços contidos na escola, pode-se destacar: 01 biblioteca dividida em dois espaços voltado para o público infantil e educação fundamental, tendo suas atividades organizada por meio de escalas, revezando por turmas; não dispõe de sala de informática; possui uma sala para os professores onde é organizada toda a logística de impressão de atividades e local que estes se reúnem durante os intervalos para interagirem entre si; possui uma cozinha a qual o acesso é  reservado apenas para os funcionários do setor; possui um refeitório amplo e ventilado, que comporta todas as crianças de forma satisfatória; dispõe de um amplo pátio, no entanto, não há uma utilidade na sua potencialidade máxima; possui uma sala de recurso multifuncional voltada para o desenvolvimento de atividades com crianças com dificuldades cognitivas e também aquelas crianças que possui uma dificuldade maior em seu processo de aquisição da aprendizagem, com jogos educativos que auxiliam no desenvolvimento desse processo; contém uma sala de coordenação ampla, na qual a coordenadora desenvolve suas funções e atende aos alunos que são retirados da sala de aula por indisciplina; possui uma sala do diretor onde também funciona a mecanografia da escola; contém uma secretária na qual as secretárias ficam responsáveis por realizarem as questões burocráticas da escola; possui um depósito; e, por fim, possui uma quadra que, apesar de ter um espaço amplo, que pode ser aproveitado para diversas atividades, deixa a desejar na manutenção e conservação do ambiente. <br><br></div><div>No que tange os pormenores, em relação a ventilação não possui ar condicionados, mas dispõe de uma estrutura que oferece uma circulação de ar; sobre a limpeza, apesar da baixa quantidade de profissionais que atuam, estes profissionais dão conta da limpeza do espaço; em relação a iluminação, as salas por conter várias janelas são claras, porém alguns lugares específicos, como os corredores, são de baixa iluminação; referente a decoração, as salas são ornamentadas pelos professores que se esforçam para trazer um ambiente agradável e lúdico, contudo os demais espaços não disponibilizam de decoração; as janelas por mais que muito funcionais não dispõe de nenhuma proteção para evitar possíveis acidentes; um dos pontos positivos é dispor dos sinais de saídas de emergência mesmo que estes precisem de adaptações para idade das crianças; em caso de emergência, a escola dispõe de extintores.</div><div>Em relação ao aspecto físico da escola, ressalto a seguinte seguinte citação:<em> A arquitetura e a ocupação do espaço físico não são neutras. Desde a forma da construção até a localização dos espaços, tudo é delimitado formalmente, segundo princípios racionais, que expressam uma expectativa de comportamento dos seus usuários. Nesse sentido a arquitetura escolar interfere na forma da circulação das pessoas, na definição das funções para cada local. Salas, corredores, cantina, pátio, sala dos professores, cada um destes locais tem uma função definida "a priori". O espaço arquitetônico da escola expressa uma determinada concepção educativa.</em> <em>DAYRELL (1995)<br></em><br></div><div>Ainda nessa perspectiva, um destaque importante e que nos leva a uma profunda reflexão : <em>Um primeiro aspecto, que chama a atenção, é o seu isolamento do exterior. Os muros demarcam claramente a passagem entre duas realidades: o mundo da rua e o mundo da escola, como que a tentar separar algo que insiste em se aproximar. A escola tenta se fechar em seu próprio mundo, com suas regras, ritmos e tempos. DAYRELL (1995)<br></em><br></div><div>Em relação ao uso dos recursos didáticos da escola, ela dispõe de aparelhos audiovisuais, impressoras, livros e jogos educativos. Entretanto, por não dispor de uma quantidade que atenda a todos ao mesmo tempo, o uso deve ser agendado previamente na atividade complementar da escola.<br><br></div><div>Mas do que recursos didáticos, que também são essenciais, para a aprendizagem se efetivar<em>, é necessário levar em conta o aluno em sua totalidade, retomando a questão do aluno como um sujeito sociocultural, quando sua cultura, seus sentimentos, seu corpo, são mediadores no processo de ensino e aprendizagem</em>.<em> DAYRELL (1995)<br></em><br></div><div>Torna-se necessário a ampliação e o aprofundamento das investigações da cultura escolar, pois permite apreender a escola na sua dimensão cotidiana, apurando o nosso olhar sobre a instituição, seu fazer e seus sujeitos, contribuindo assim para a problematização da sua função social e do processo de ensino-aprendizagem.</div><div> </div><div>DAYRELL, Juarez Tarcísio. <strong>A escola como espaço sócio-cultural</strong>. Belo Horizonte: Prefeitura Municipal de Belo Horizonte. Secretaria Municipal de Educação, 1995 </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 00:16:21 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexões sobre o Método Sociolinguístico </title>
         <author>201620577</author>
         <link>https://padlet.com/201620577/ixemndw8hityg5oq/wish/906565825</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Os professores Mendonça e Mendonça,  em experiências de vida e formação, apresenta-nos práticas que visam contribuir com ideias e soluções capazes de alfabetizar com qualidade crianças de escola pública, com o intuito de atender à demanda urgente de resultados de pesquisas relacionados ao fracasso da alfabetização no Brasil. Os autores traz uma proposta fundamentada na linguística, na sociolinguística e na psicolinguística que organiza o trabalho docente com o objetivo de alfabetizar letrando.</div><div>Mendonça e Mendonça oferecem práticas com fundamentos científicos que contribuem com ideias e soluções capazes de resolver o grave problema que é o fracasso na alfabetização de crianças de escolas públicas, as quais, ao chegarem ao 5° ano da Educação Básica, ainda permanecem analfabetas ou leem e escrevem com dificuldades. </div><div>Dividido em duas partes, no primeiro capítulo, os autores abordam sobre a questão do fracasso em alfabetização, no qual aponta que não eram apenas os “métodos” ou as “cartilhas tradicionais” os responsáveis pelo fracasso, traz também a questão da “desmetodização”, ou seja, a desvalorização do método como elemento essencial e determinante no processo de alfabetização. Após, apresentam sua proposta que possui objetivos definidos, no qual pretende: desenvolver a oralidade, e com isso o pensamento e a consciência crítica das crianças por meio do diálogo e discussão de textos veiculados socialmente; garantir aos alunos o domínio do sistema de escrita alfabético ensinando os conteúdos específicos de língua por meio de diferentes estratégias didáticas adequadas para crianças em diferentes níveis de aprendizagem (pré-silábico, silábico e alfabético); e promover uma alfabetização eficiente, contextualizada e de qualidade.  Para atender à demanda de alfabetização eficaz, os autores apontam o Método Sociolinguístico que propõe uma <em>reinvenção da alfabetização </em>infantil. Este é fundamentado no Método Paulo Freire de alfabetização que, após passar por uma adaptação, foi transformado em Método Sociolinguístico, revelando-se muito produtivo, pois além de muitos aspectos positivos, ele ainda subsidia a transformação da consciência ingênua do alfabetizando em consciência crítica, sonho do saudoso mestre Paulo Freire. Ainda neste capítulo, os autores ainda expõem os fundamentos sociolinguísticos do Método Paulo Freire, no qual primeiramente conceitua a palavra geradora, que é também designação sinônima do Método Paulo Freire, que é extraída pelo professor do universo vocabular dos aprendizes, conforme critérios de produtividade temática, fonêmica (palavra composta, preferencialmente, por mais de três sílabas), e do seu teor de motivação e conscientização. Logo após, apresentam os seus quatro passos que são: <strong>codificação</strong>; <strong>descodificação</strong>; <strong>Análise e síntese</strong> e; <strong>fixação da leitura e escrita</strong>. Dentre os quatro passos, os autores ressaltam a importância da codificação e descodificação, no qual a codificação é o momento privilegiado em que é dado ao aprendiz o direito à vez e à voz e a descodificação é um momento que faz com que os aprendizes reflitam e assim cresçam criticamente. Ressaltam ainda neste capítulo que assim como Freire, não recomendam a leitura em coro de famílias silábicas, geralmente dispostas na sequência tradicional (a, e, i, o, u), pois os alunos decoram a ordem das sílabas sem discriminar a correspondência grafemas/fonemas. Destacam que os aspectos linguísticos do Método Paulo Freire, a Psicogênese da língua escrita, de Emília Ferreiro e Ana Teberosky (1986), oferece subsídios psicolinguísticos que foram adequados e associados ao Método Paulo Freire transformando-o em Método Sociolinguístico, no qual o alfabetizando irá percorrer um caminho que passará pelos níveis pré-silábico, silábico e alfabético. Nessa direção, destacam que é preciso compreender que as pesquisadoras ofereceram sua contribuição, mas são os alfabetizadores que precisam saber valorizar e transpor as revelações da Psicogênese para a prática, propondo atividades adequadas ao nível de aprendizagem da criança que venham ao encontro de suas reflexões ajudando-a a superar suas concepções iniciais para que avancem rumo ao domínio da leitura e da escrita. </div><div>No segundo capítulo, os autores apresentam resultados de suas práticas “socioconstrutivistas” desenvolvidas em projetos pilotos, no qual esta experiência revelou que é possível levar os alunos em menos de um ano ao domínio da base alfabética da língua e alfabetizá-los plenamente até o 2º ano. Mostrou que também é possível, por meio do diálogo, levá-los a avançar no domínio dos usos sociais da leitura e da escrita, e no desenvolvimento de sua consciência crítica e social. </div><div>Sendo bem interessante, o texto mostra o quanto o método sociolinguístico é eficiente e essencial no processo de alfabetização, pois este mostra a realidade em sala de aula e disponibiliza uma contribuição para que o professor consiga oferecer uma alfabetização mais conscientizadora aos aprendizes, aperfeiçoando seu lado crítico e reflexivo.</div><div>Torna-se essencial a leitura desta obra, pois mostra a eficiência do Método Sociolinguístico que, por meio de suas práticas, oferece alternativa eficiente aos alfabetizadores comprometidos com a aprendizagem de seus alunos. Em especial àqueles que têm consciência de seu papel transformador da realidade e não medem esforços em trabalhar com atividades adequadas à cada criança para que aprendam.<br><br>MENDONÇA, Onaide Schwartz; MENDONÇA, Olymoio Correa de.<strong> A Eficiência do Método Sociolinguístico de Alfabetização: </strong>Fundamentos, Práticas e Resultados.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 00:16:34 UTC</pubDate>
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         <title>II WEBNÁRIO DO VII SEMESTRE DE PEDAGOGIA DA UESB DE JEQUIÉ - RODA DE CONVERSA COM A PROFA. DRA. ONAIDE MENDONÇA</title>
         <author>201620577</author>
         <link>https://padlet.com/201620577/ixemndw8hityg5oq/wish/906566382</link>
         <description><![CDATA[<div>A Profa. Nandyara deu início às atividades, apresentando o PROALFA e, logo após, apresentou os caminhos trilhados pela Profa. Dra. Onaide Mendonça. Concluindo a apresentação, a Profa. Nandyara passou a palavra a Profa. Onaide que iniciou mostrando como surgiu o método, o qual aponta que em 2007 batizou como método sociolinguístico. Esta destaca que o método sociolinguístico originou-se com o intuito de atender à demanda urgente de resultados de pesquisas relacionados ao fracasso da alfabetização no Brasil. Aponta que não eram apenas os “métodos” ou as “cartilhas tradicionais” os responsáveis pelo fracasso no processo de alfabetização, mas aponta também a questão da “desmetodização”, ou seja, a desvalorização do método como elemento essencial e determinante no processo de alfabetização. A Profa. ressalta que hoje todos têm uma bela teoria construtivista da alfabetização, mas não tem método.  Se antigamente havia método sem teoria, hoje temos uma teoria sem método. E é preciso ter as duas coisas: um método fundamentado numa teoria e uma teoria que produz um método. </div><div>É nessa perspectiva que a Profa. Onaide destaca a importância do Método Sociolinguístico, no qual este propõe uma <em>reinvenção da alfabetização</em>, ou seja, uma alfabetização mais eficaz. Ressalta que este revela-se muito produtivo, pois além de muitos aspectos positivos, ele ainda subsidia a transformação da consciência ingênua do alfabetizando em consciência crítica. Explica que o Método Sociolinguístico traz uma proposta fundamentada na linguística, na sociolinguística e na psicolinguística que organiza o trabalho docente com o objetivo de alfabetizar letrando.  </div><div>A Profa. explanou  os fundamentos sociolinguísticos do Método Paulo Freire, apresentando a palavra geradora, que é extraída pelo professor do universo vocabular dos aprendizes, conforme critérios de produtividade temática, fonêmica, e do seu teor de motivação e conscientização. Apresenta os seus quatro passos que são: Codificação; Descodificação; Análise e síntese e; Fixação da leitura e escrita, ressaltando a importância da codificação e descodificação, no qual a codificação é o momento privilegiado em que é dado ao aprendiz o direito à vez e à voz, revelando a sua visão de mundo sobre o tema, e a descodificação é um momento que faz com que os aprendizes reflitam e assim cresçam criticamente, ou seja, é um momento em que a criança faz a releitura de mundo levando a conscientização. Destaca os problemas da leitura em coro de famílias silábicas, geralmente dispostas na sequência tradicional, pois os alunos decoram a ordem das sílabas sem discriminar a correspondência grafemas/fonemas. Destaca também que os aspectos linguísticos do Método Paulo Freire, a Psicogênese da língua escrita, de Emília Ferreiro e Ana Teberosky (1986), oferece subsídios psicolinguísticos que foram adequados e associados ao Método Paulo Freire transformando-o em Método Sociolinguístico, no qual o alfabetizando irá percorrer um caminho que passará pelos níveis pré-silábico, silábico e alfabético. A Profa. apresenta o esquema do Método Sociolinguístico, em que aos passos do Método Paulo Freire são acrescentadas as aplicações das atividades didáticas dos níveis pré-silábico, silábico e alfabético de Emília Ferreiro.</div><div>Finaliza, fazendo uma menção a Política Nacional de Alfabetização (PNA), documento publicado em abril de 2019, que traz de bom o resgate do ensino explícito em sala de aula, ressaltando que isso é fundamental para que os alunos aprendam a ler e a escrever. Reforça essa ideia apresentando os resultados de suas práticas “socioconstrutivistas” desenvolvidas em projetos pilotos, no qual esta experiência revelou que é possível levar os alunos em menos de um ano ao domínio da base alfabética da língua e alfabetizá-los plenamente até o 2º ano. </div><div>Diante da excelente exposição da Profa. Dra. Onaide Mendonça, ficou evidente que é possível mudar a realidade do Brasil. O Método Sociolinguístico é uma alternativa efetiva aos educadores alfabetizadores, comprometidos com a formação de cidadãos críticos e competentes para construção de uma sociedade mais justa, pois este permite uma melhor organização do trabalho do professor, sistematizando e direcionando as aprendizagens dos alunos, possibilitando a emancipação destes frente à apropriação da cultura da leitura e escrita, fazendo do uso desses instrumentos nas suas práticas sociais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 00:16:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>III Webinário do VII semestre de Pedagogia - Filme “O aluno”.</title>
         <author>201620577</author>
         <link>https://padlet.com/201620577/ixemndw8hityg5oq/wish/906567060</link>
         <description><![CDATA[<div>O filme <em>O aluno</em>, baseado em fatos reais, conta a história de Kimani Maruge, um idoso que nasceu no Quênia e decide ir à escola aos 84 anos, ao saber que o governo queniano garantiria educação para todos. Maruge vivenciou duas lutas importantes. A luta pela liberdade de seu país, motivo pelo qual foi preso e torturado e a luta pelo seu direito de aprender a ler e a escrever como qualquer outro aluno. Maruge se deu conta da importância de ler, ao receber um documento do governo e, para alcançar seu tão almejado desejo, Maruge teve que enfrentar inúmeros obstáculos, sendo sua maior dificuldade matricular e permanecer na escola. No decorrer desse processo, Maruge foi difícil ser aceito, foram vários dias indo à escola e implorando por uma vaga, conseguiu sapatos, uniforme, materiais e insistiu até ser aceito pela professora que com desconfiança aos poucos percebeu a pureza de suas intenções. Além desses obstáculos, Maruge  foi perseguido dia a dia, pelos alunos, pais dos alunos, onde sofreu retaliações até do governo que não queria disponibilizar recursos já tão escassos, mas com o apoio da professora enfrentam a oposição.</div><div><br>Esse filme traz importantes reflexões em relação à educação, especialmente sobre a postura dos profissionais que nela estão inseridos. Umas delas é a importância do profissional ter um posicionamento político, visando sempre a aprendizagem dos educandos. Nesse aspecto ressalto a parte do filme quando Maruge não podia ser aluno, então a professora o colocou como seu professor auxiliar.  A decisão da professora implica em um posicionamento político e isso remete a outra discussão, muito contemporânea:<em> a educação é uma ação política e os professores são seus agentes.</em> <em>Querer eximir-se disso é aceitar o papel de mero funcionário transmissor de informações e fazedor de relatórios</em>. Outro aspecto importante é que, independente das condições materiais, cabe ao professor proporcionar um ensino significativo aos alunos, considerando a vontade daqueles que querem aprender. Além disso, outro aspecto que merece destaque é a importância do diagnóstico sociocultural dos alunos, pois ao adentrarem a escola estes trazem consigo suas vivências e seus traumas.   </div><div><br>Para quem está acostumado a conviver com a EJA (Educação de Jovens e  Adultos), acredito que as barreiras de preconceito enfrentadas por Maruge não é novidade. Em muitas situações os idosos são considerados incapazes, quando na verdade eles têm muita força de vontade e sabem muito mais do que se espera.</div><div> </div><div>Enfim, o filme emociona e é inspirador para refletir sobre a importância da educação, o ato pedagógico, a força da vontade e a convivência entre gerações.  Além disso, nos faz perceber como o ser humano é cruel com as pessoas, julgando, acusando, excluindo, massacrando sonhos, e muitas vezes humilhando. <br><br></div><div>Ressalto que hoje o acesso a escola é muito mais fácil mesmo diante de todas as dificuldades, porém o que falta, muitas vezes, é o interesse. Sabemos que nada é tão fácil, mas para quem quer tudo é possível, basta acreditar e correr atrás de seus sonhos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 00:17:14 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Projeto: &quot;Minha família, meu maior tesouro&quot; – Justificativa </title>
         <author>201620577</author>
         <link>https://padlet.com/201620577/ixemndw8hityg5oq/wish/906567640</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Ao fazer uma reflexão da sociedade em que vivemos, é notório que a família é a base da sociedade, sendo ela o alicerce e a primeira escola na vida de qualquer ser humano. Dar-se aí, a importância do envolvimento da família no processo de ensino aprendizagem das crianças. Por este motivo a escola vem propondo como tema de trabalho a narrativa família para ressaltar a importância desse elo.<br><br></div><div>Mesmo a escola sendo a responsável de todo o processo de educação formal, ela em si só, não dá conta de toda formação da criança. Precisando assim, do acompanhamento e auxílio da família para que toda a<br>potencialidade do aluno seja desenvolvida. Gonçalves (2011) reforça essa ideia ao afirmar que “o Direito de Família é o mais ligado à vida do indivíduo, haja vista as pessoas advirem de um organismo familiar, e permanecerem ligadas a um por durante toda sua vida, ainda que venham a constituir um novo (seja pelo casamento, reprodução, etc.). A família é uma realidade sociológica e a base do<br>Estado, constituindo o núcleo fundamental onde repousa toda a organização social”. (Gonçalves, 2011)<br><br></div><div>Dessa forma, pode-se afirmar que a família é a peça essencial para o desenvolvimento e a formação das crianças e adolescentes, pois é no contexto familiar que se encontram os primeiros professores e ensinamentos, os quais refletirão e perdurarão por toda vida adulta, permitindo que seus membros se desenvolvam em todos os aspectos, de forma integral.<br><br></div><div>Entendendo que, no âmbito familiar a criança aprende os<br>primeiros passos para viver em sociedade, sendo ela a escola e outras instituições, nessa perspectiva, cabe à família criar as condições necessárias para garantir o acesso ao desenvolvimento da criança em todas as áreas da sua<br>vida por meio da inserção nesses espaços. Por isto, faz-se necessário estabelecer a participação e boa relação da família no cotidiano escolar.<br><br></div><div>Sendo a família o primeiro ponto de referência para a criança, como também o seu lar, a escola entra na vida dela ampliando sua noção de espaço e seu sentimento de integração ao mundo.  Nessa perspectiva, este tema visa promover a interação escola/família, a fim de estimular o desenvolvimento de sentimentos como: carinho, amor e respeito ao próximo tanto em casa, como na escola.<br><br></div><div>O presente projeto, ainda, será desenvolvido a fim de<br>tentar identificar e superar os desafios, trabalhando na criança a afetividade<br>e a importância deste sentimento no convívio familiar e escolar, buscando na interação entre ambas as partes, uma formação das crianças como seres cidadãos. Além desses aspectos fundamentais, através dessa temática serão desenvolvidas práticas pedagógicas a fim de promover a aprendizagem das crianças, relacionadas à escrita, a leitura e o desenvolvimento da oralidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 00:17:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Projeto: &quot;Minha família, meu maior tesouro&quot; - Objetivos </title>
         <author>201620577</author>
         <link>https://padlet.com/201620577/ixemndw8hityg5oq/wish/906568293</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br>GERAL</strong></div><div>Promover e construir com a criança o conhecimento de sua identidade pessoal, de suas relações sociais no âmbito familiar, fortalecendo a união e a aproximação entre os mesmos, possibilitando a edificação de sua autonomia e autoestima através da valorização do seu cotidiano cultural, da cultura em si a que pertence, e que a faz produzir significados, bem como contribuir para o processo de alfabetização e letramento dos educandos, tendo como base a família no processo ensino-aprendizagem, estimulando o crescimento do aluno.<br><strong><br> ESPECÍFICOS<br></strong><br></div><div>●   	Possibilitar à criança o conhecimento de sua própria história individual e social;</div><div>●   	Promover através do projeto um elo de compromisso entre os educandos, a família e a escola;</div><div>●   	Valorizar a história de vida de cada criança e suas relações familiares, para que se sinta respeitada, amada e digna;</div><div>●   	Exercitar e cultivar a afetividade no meio familiar e escolar;</div><div>●   	 Estimular nas crianças valores de respeito a mesmas, e à coletividade, de cooperação e solidariedade, de participação e autonomia;</div><div>●   	Possibilitar à criança um ensino-aprendizagem baseado na ludicidade e na sua integração-ação-intervenção direta com objeto de ensino.</div><div>●   	Promover meios para a criança apropriar-se da linguagem escrita, reconhecendo-a como forma de interação nos diferentes campos de atuação da vida social e utilizando-a para ampliar suas possibilidades de participar da cultura letrada, de construir conhecimentos e de se envolver com maior autonomia e protagonismo na vida social.</div><div>●   	Promover momentos que envolva as crianças em práticas de leitura literária que possibilitem o desenvolvimento do senso crítico, valorizando a literatura e outras manifestações artístico-culturais como formas de acesso às dimensões lúdicas, de imaginário e encantamento, reconhecendo o potencial transformador e humanizador da experiência com a literatura.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 00:17:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Intervenção didática com o Método Sociolinguístico - &quot;Minha família é colorida&quot;</title>
         <author>201620577</author>
         <link>https://padlet.com/201620577/ixemndw8hityg5oq/wish/906568783</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><br>TEMA DA INTERVENÇÃO: </strong>MINHA FAMÍLIA É COLORIDA</div><div><strong>PALAVRA GERADORA: </strong>COLORIDA</div><div><strong><br>OBJETIVOS:<br></strong><br></div><ul><li> Ampliar os conhecimentos sobre as diversidades étnico-racial a partir da leitura do contexto familiar em busca de conhecer as semelhanças e diferenças;</li><li>Propiciar momentos em que a criança busque o conhecimento de si mesma através de sua história, dando elementos para a formação da sua identidade e de uma autoestima positiva;</li><li> Fazer uma reﬂexão sobre a diversidade do grupo quanto a origens, histórias pessoais e características de cada um;</li><li>Apreciar sobre a riqueza em conviver com a pluralidade e sobre a importância de conhecer a própria história;</li><li> Estabelecer relações entre grafemas e fonemas;</li><li> Aprender a escrita da palavra COLORIDA;</li><li>Fazer a análise linguística da palavra COLORIDA;</li><li> Identificar a quantidade de sílabas nas palavras estudadas.<br><br></li></ul><div><strong>PRIMEIRO MOMENTO – CODIFICAÇÃO <br></strong><br></div><ul><li>Conotação da história “MINHA FAMÍLIA É COLORIDA”, de Georgina Martins, por meio de uma criação de uma árvore genealógica;</li><li>Discussão sobre a história, fazendo os seguintes os questionamentos:<ul><li>Vocês gostaram da história “Minha família é colorida”?</li><li>O que vocês acharam da família de Ângelo? </li><li>Quais eram as características físicas de Ângelo? </li><li>Com quem ele se parecia? (pele morena e cabelos enrolados, se parecia com a sua bisavó paterna)</li><li>O Camilo, irmão do Ângelo, é igual a ele?</li><li>Por que no final da história o Ângelo disse que sua família parece com sua caixa de lápis de cor?</li><li>Vocês acham que se parecem com alguém de sua família?</li><li>A família de vocês se parecem com a de Ângelo (colorida) ou são todos  iguais?<br><br></li></ul></li></ul><div><strong>SEGUNDO MOMENTO - DESCODIFICAÇÃO<br></strong><br></div><ul><li>Apresentar o poema “Pluralidade da Cultura Brasileira I”, de Sonia Nogueira.</li><li> Leitura acompanhada do texto no cartaz que será fixado na parede.</li><li>Construção da árvore genealógica individual, sendo uma excelente forma de cada aluno se conhecer melhor e organizar esses conhecimentos. Após conhecer a árvore genealógica dos colegas, no qual  possibilitará aos alunos  concluir que fazem parte de um grupo colorido! E, ao reﬂetir sobre as diferenças, abrir a discussão sobre a diversidade étnico-racial brasileira, levantando as seguintes questões:<ul><li>Quem sabe o que é diversidade?</li><li>Ser diferente é normal?</li><li>O que o poema quer dizer ao falar que o Brasil é colorido?</li><li>E o que o poema quer dizer ao falar que no Brasil há povos variados?</li><li>Sabe porque a gente tem características diferentes, como: a cor da pele, a cor dos olhos, a cor e a forma dos cabelos?</li></ul></li><li>Atividade pedagógica - Montagem dos rostos com o objetivo de identificar as características individuais e seus traços familiares.  </li></ul><div><br></div><div><strong>TERCEIRO MOMENTO – ANÁLISE LINGUÍSTICA<br></strong><br></div><ul><li>Leitura do alfabeto de (letras bastão, maiúsculas e minúsculas);</li><li>  Apresentação da palavra geradora COLORIDA;</li><li> Perguntar quantas vezes abrimos a boca para falar a palavra COLORIDA;</li><li>Fazer o reconhecimento das letras que formam a palavra COLORIDA;</li><li>Fazer a separação das sílabas, mostrando quantas vezes abrimos a boca para falar COLORIDA;</li><li> Apresentação das famílias silábicas:<br><br></li></ul><div><strong>CO-LO-RI-DA<br></strong><br></div><div>CO – QUI – CA- CU – QUE</div><div>LE- LO- LU – LI – LA</div><div>RA – RU – RE – RO – RI<br>DI – DE – DO – DA - DU<br>E - O- I - U - A<br><br></div><ul><li>Leitura e formação de novas palavras (no quadro) com as famílias silábicas da palavra geradora, com a utilização do material pedagógico “Forma-Palavras”;</li><li>Socialização das palavras formadas pelas crianças;<br><br></li></ul><div><strong>QUARTO MOMENTO – ATIVIDADE POR NÍVEL DE ESCRITA<br></strong><br></div><ul><li>Realização da atividade por nível de escrita;<br><br></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 00:18:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Nível pré-silábico</title>
         <author>201620577</author>
         <link>https://padlet.com/201620577/ixemndw8hityg5oq/wish/906569296</link>
         <description><![CDATA[<div>O aprendiz pensa que pode escrever com desenhos, rabiscos, letras ou outros sinais gráficos, imaginando que a palavra assim inscrita representa a coisa a que se refere. <br><br><strong>Atividades de nível pré-silábico:</strong><br><br>- Trabalho que envolve o reconhecimento das letras do alfabeto que levem as crianças a compreensão de que usamos letras para escrever;<br><br>- Dominó de letras (maiúscula com minúscula/ maiúscula com maiúscula);<br><br>- Dominó de letras associadas a uma imagem;<br><br>- Recortar determinadas letras de revistas e jornais.<br><br>- Trabalhar o reconhecimento de determinada letra, associá-la a uma música, poesia ou trava-língua, depois identificar e recortá-la de revista;<br><br>-Apresentar textos impressos para que a criança pinte os espaços entre as palavras;<br><br>- Montar um cartaz de rótulos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 00:18:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Nível silábico </title>
         <author>201620577</author>
         <link>https://padlet.com/201620577/ixemndw8hityg5oq/wish/906569993</link>
         <description><![CDATA[<div>O aprendiz descobre que a palavra escrita representa a palavra falada, acredita que basta grafar uma letra para se poder pronunciar uma sílaba oral.<br><br><strong>Atividades de nível silábico:<br><br></strong>-Trabalho que desenvolve a compreensão da sílaba como unidade que pode ser dividida em elementos menores;<strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 00:18:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>15.Nível  alfabético</title>
         <author>201620577</author>
         <link>https://padlet.com/201620577/ixemndw8hityg5oq/wish/906570439</link>
         <description><![CDATA[<div>O aprendiz analisa na palavra suas vogais e consoantes. acredita que as palavras escritas devem representar as palavras faladas, com correspondência absoluta de letras e sons. Já estão alfabetizadas, porém terão conflitos sérios, ao comparar sua escrita alfabética e espontânea com a escrita ortográfica, em que se fala de um jeito e se escreve de outro. <br><br><strong>Atividades de nível alfabético:<br></strong><br>- Trabalho com a leitura e produção de textos escritos. Coesão, coerência, pontuação, concordância, etc;<br><br>-Conscientizar o aluno de que se fala foneticamente e que se deve escrever ortograficamente;<br><br>-Palavras-cruzadas;<br><br>-Caça-palavras;<br><br>-Imagem para ser nomeada;<br><br>-Frases enigmáticas<br><br>-Leitura de texto;<br><strong><br></strong>-Intepretação de texto.<strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 00:19:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/201620577/ixemndw8hityg5oq/wish/906570439</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Material Didático - Jogo &quot;Forma-Palavras&quot;</title>
         <author>201620577</author>
         <link>https://padlet.com/201620577/ixemndw8hityg5oq/wish/906571029</link>
         <description><![CDATA[<div> A aprendizagem através dos jogos é um modo dinâmico da conquista do saber, de forma que leva a criança a tomar gosto pelo aprender, sentindo prazer em estar no ambiente educacional. O professor é beneficiado de forma concomitante, visto que a abordagem de conteúdos através dos métodos lúdicos é facilitado, permitindo uma investigação sobre o modo de pensar do aluno, auxiliando-o no seu aperfeiçoamento através da transposição de suas dificuldades. (IAVORSKI, 2008).</div><div> </div><div>O jogo “Forma-palavra” foi escolhido, após uma vivência em uma escola em que a professora utilizava esse recurso em sua aula para trabalhar as sílabas e a separação de sílabas. O “Forma-palavra” ou o “rolo silábico” é confeccionado com materiais recicláveis, como: rolo de papel higiênico ou papel toalha, que são descartados diariamente. O jogo é indicado para trabalhar com os alunos a formação de palavras a partir das sílabas. O jogo pode conter palavras de 2, 3, 4 e 5 sílabas, variando de acordo a série e o objetivo da aula planejada pelo professor.</div><div> </div><div>A atividade é realizada a medida em que o aluno gira as sílabas e tenta formar palavras.  Nesse caso, foram utilizadas as sílabas da palavra CO-LO-RI-DA, sendo esta a palavra geradora da intervenção “Minha família é colorida”. Esse jogo, além de formar novas palavras, leva o aluno a aprender a separação das sílabas. Dentre estes, outros aspectos também são trabalhados, como: exercitar o português, trabalhar a criatividade, a capacidade de raciocínio e a memória das crianças. </div><div> </div><div>Enfim, o forma-palavras é um brinquedo que ajuda as crianças alfabetizadas no desenvolvimento do vocabulário e aprendizado em geral.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-10 00:19:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/201620577/ixemndw8hityg5oq/wish/906571029</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Reflexões pessoais sobre a experiência do estágio  remoto no semestre 2019.2</title>
         <author>201620577</author>
         <link>https://padlet.com/201620577/ixemndw8hityg5oq/wish/906571604</link>
         <description><![CDATA[<div><em>“O novo sempre nos assusta, mas a inovação é importante nas nossas vidas, é preciso ousar pra poder vencer”.</em></div><div><a href="https://www.pensador.com/autor/celso_malzotty/"><em>Celso malzotty<br></em></a><br></div><div>Modificar a rotina ou rumo das nossas vidas não é tarefa fácil, porque tendemos a não querer mexer na nossa zona de conforto. A preferência natural do ser humano (em geral) é para a alternativa mais cômoda, mais fácil, aquela já conhecida.<br><br></div><div>O ensino remoto trouxe várias expectativas e anseios, pois não saberia ao certo o que estava por vir e como tudo iria funcionar. Por ter um pouco de domínio das tecnologias, não tive dificuldade de manusear os meios de ensino selecionados nem de me adaptar a esta forma de ensino, porém fiquei muito triste ao ver a dificuldade de muitos colegas, por não ter essa facilidade e pela dificuldade de acesso à internet. Imagino o quanto deve ter sido tenso.<br><br></div><div>Em parte, para mim, o ensino remoto foi excelente, principalmente pelo fato de não ter que ir a escola na disciplina de estágio, pois conciliar trabalho e faculdade é muito difícil, pois ter que repor a carga horária do trabalho tornava tudo mais cansativo e desgastante. Por outro lado, nada substitui o contato presencial na escola, as experiências ali adquiridas tornam a formação muito mais rica. Nesse contexto, destaco aqui o método sociolinguístico que, por mais que aprofundamos na parte teórica, eu só pude notar sua eficiência ao aplicá-lo na escola, na disciplina de Alfabetização II.<br><br></div><div>O ensino remoto trouxe consigo alguns pontos positivos, no qual destaco: uso de novas metodologias, aprendizado no uso de ferramentas tecnológicas, qualidade de vida com redução de deslocamentos, novos desafios e novas experiências e a dedicação e esforço dos docentes ao darem continuidade ao semestre. Por outro lado, o ensino remoto trouxe alguns pontos negativos, como: a falta e o preparo de equipamentos, softwares e internet de boa qualidade para todos, bem como a adaptação em um curto espaço de tempo ao ensino remoto.<br><br></div><div>Ressalto a questão da interação presencial, sendo esta insubstituível e o que faz toda diferença no processo de ensino e aprendizagem. Mesmo com todas as formas e ferramentas para dar conta dessa interação, sabemos que nada se compara com o momento olho no olho entre professor e aluno e toda a turma. Mas, diante da nova realidade, precisamos aproveitar essas ferramentas que o ensino remoto fornece para aprimorar o nosso processo de formação e reinventar os habituais processos de ensino e aprendizagem.<br><br></div><div>Quanto a minha aprendizagem, ressalto que esta foi significativa, pois independente do meio de ensino adotado, todo conhecimento <strong><em>é válido</em></strong>, todo conhecimento é importante, mesmo quando as condições ofertadas não são as que esperamos. O conhecimento adquirido durante o ensino remoto contribui significativamente para o meu processo de formação.</div><div><br> <br><br></div><div>Enfim, <em>aprendi que estar aberto para a mudança faz toda a diferença, pois permite que o novo se manifeste. Alguém que esteja fechado em seu próprio mundo, não consegue ver além das próprias paredes que criou. É preciso construir pontes e caminhos para que o novo possa chegar. Iniciar um novo caminho assusta, mas depois de um tempo percebemos que era mais perigoso permanecer parado. <br><br></em>Desta forma, finalizo com a citação de Paulo Ferire, pois ressalta o quanto precisamos, em todo tempo, nos reinventar, pois viver é uma constante renovação:<br><br></div><div><em>O conhecimento exige uma presença curiosa do sujeito em face do mundo. Requer uma ação transformadora sobre a realidade. Demanda uma busca constante. Implica em  invenção e em reinvenção. </em></div><div><strong><em>Paulo Freire</em></strong></div><div> </div>]]></description>
         <pubDate>2020-11-10 00:19:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>CAMINHOS TRILHADOS NA DISCIPLINA DE EDUCAÇÃO E RELAÇÕES ÉTNICOS-RACIAIS: CULTURA INDÍGENA </title>
         <author>201620577</author>
         <link>https://padlet.com/201620577/ixemndw8hityg5oq/wish/995978356</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Cultura</mark></strong><strong><br></strong><br></div><div><em>A cultura é uma constante atualização e invenção [...] um corpo dinâmico que está em constante construção pela relação entre os demais fatores sociais. [...] a cultura não é estática, ela está em fluxo contínuo de trocas. </em><strong><em>Thompson<br></em></strong><br></div><div><em>A cultura permite estabelecer relações entre os diferentes universos, sendo constantemente organizada, transformada, por vez reiterada em certos aspectos; em outros, extinta, em função das consequências da expansão capitalista. [...] uma forma que é desenvolvida historicamente através das quais os membros de uma sociedade se relacionam entre si. </em><strong><em>Wolf <br></em></strong><br></div><div><strong><mark>Ideologia</mark></strong><strong><br></strong><br></div><div><em>A tristeza da nossa situação, quando estamos imersos na ideologia, é quando achamos que escapamos, dentro dos nossos sonhos, e é nesse ponto em que estamos realmente dentro da ideologia. </em><a href="https://www.pensador.com/autor/slavoj_zizek/"><strong><em>Slavoj Zizek</em></strong></a></div><div><strong> <br></strong><br></div><div><strong><mark>Etnicidade</mark></strong><strong><br></strong><br></div><div><em>“chamaremos grupos ‘étnicos’ aqueles grupos humanos que, em virtude de semelhanças no habitus externo ou nos costumes, ou em ambos, ou em virtude de lembranças de colonização e migração, nutrem uma crença subjetiva na procedência comum, de tal modo que esta se torna importante para a propagação de relações comunitárias, sendo indiferente se existe ou não uma comunidade de sangue efetiva” </em><strong><em>(Weber, p. 270).<br></em></strong><br></div><div><strong><mark>Territorialidade</mark></strong><strong><br></strong><br></div><div><em>“ [...] uma abordagem que não só permite recuperar e valorizar a história da ocupação de uma terra por um grupo indígena, como também propicia uma melhor compreensão dos elementos culturais em jogo nas experiências de ocupação e gestão territorial indígenas”.<br></em><br></div><div><em>“Terra Indígena deve ser definida – identificada, reconhecida, demarcada e homologada – levando-se em conta quatro dimensões distintas, mas complementares, que remetem às diferentes formas de ocupação, ou apropriações indígenas de uma terra: “as terras ocupadas em caráter permanente, as utilizadas para suas atividades produtivas, as imprescindíveis à preservação dos recursos ambientais necessários a seu bem-estar e as necessárias a sua reprodução física e cultural”.<br></em><br></div><div><em>uma abrangência mais ampla, no sentido de “modo de vida”, “bem viver” ou “qualidade de vida”, o que significa que as condições ambientais, ecológicas e materiais são componentes obrigatórios na definição. </em><strong><em>Zo’é<br></em></strong><br></div><div><em>“terra seria simplesmente uma parcela dentro de um território historicamente mais amplo”.<br></em><br></div><div><em>“Território não é apenas anterior à terra e terra não é tão somente uma parte de um território. São duas noções absolutamente distintas”.<br></em><br></div><div><strong><mark>Educação indígena<br></mark></strong><br></div><div><em>Tratava-se, pois, de noções elementares da língua portuguesa (leitura e escrita) e estímulo ao abandono das línguas nativas, além de se introduzir uma série de pequenas alterações no cotidiano de um povo indígena, a partir de formas de socialização características de sociedades que têm na escola seu principal veículo de reprodução cultural. O modelo de governo idealizado, e que foi em certos casos com certeza implementado, procurava atingir a totalidade das atividades nativas, inserindo-se em tempos e espaços diferenciados dos ciclos, ritmos e limites da vida indígena. </em><strong><em>(Souza, 1995)<br></em></strong><br></div><div><strong><mark>Educação para a relação étnico-racial <br></mark></strong><br></div><div><em>[...] refletir sobre a questão racial brasileira não é algo particular que deve interessar somente às pessoas que pertencem ao grupo étnico/racial negro. Ela é uma questão social, política e cultural de todos(as) os(as) brasileiros(as). [...] Enfim, ela é uma questão de humanidade </em><strong><em>(GOMES, 2005a, p. 51).<br></em></strong><br></div><div><em>Sem a discussão das relações étnico-raciais, as consequências para a sociedade serão a perpetuação de ideologias carregadas de preconceitos, a formação de indivíduos racistas e, consequentemente, a permanência das desigualdades raciais e sociais.<br></em><br></div><div><em>[...] temos o direito a ser iguais quando a diferença nos inferioriza; e temos o direito a ser diferentes quando a nossa igualdade nos descaracteriza. Daí a necessidade de uma igualdade que reconheça as diferenças e de uma diferença que não produza, alimente ou reproduza as desigualdades.</em> <strong><em>Boaventura de Souza Santos</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-07 20:41:28 UTC</pubDate>
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         <title>CAMINHOS TRILHADOS NA DISCIPLINA DE EDUCAÇÃO E RELAÇÕES ÉTNICOS-RACIAIS: CULTURA INDÍGENA </title>
         <author>201620577</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><mark>Cultura</mark></strong><strong><br></strong><br></div><div><em>A cultura é uma constante atualização e invenção [...] um corpo dinâmico que está em constante construção pela relação entre os demais fatores sociais. [...] a cultura não é estática, ela está em fluxo contínuo de trocas. </em><strong><em>Thompson<br></em></strong><br></div><div><em>A cultura permite estabelecer relações entre os diferentes universos, sendo constantemente organizada, transformada, por vez reiterada em certos aspectos; em outros, extinta, em função das consequências da expansão capitalista. [...] uma forma que é desenvolvida historicamente através das quais os membros de uma sociedade se relacionam entre si. </em><strong><em>Wolf <br></em></strong><br></div><div><strong><mark>Ideologia</mark></strong><strong><br></strong><br></div><div><em>A tristeza da nossa situação, quando estamos imersos na ideologia, é quando achamos que escapamos, dentro dos nossos sonhos, e é nesse ponto em que estamos realmente dentro da ideologia. </em><a href="https://www.pensador.com/autor/slavoj_zizek/"><strong><em>Slavoj Zizek</em></strong></a></div><div><strong> <br></strong><br></div><div><strong><mark>Etnicidade</mark></strong><strong><br></strong><br></div><div><em>“chamaremos grupos ‘étnicos’ aqueles grupos humanos que, em virtude de semelhanças no habitus externo ou nos costumes, ou em ambos, ou em virtude de lembranças de colonização e migração, nutrem uma crença subjetiva na procedência comum, de tal modo que esta se torna importante para a propagação de relações comunitárias, sendo indiferente se existe ou não uma comunidade de sangue efetiva” </em><strong><em>(Weber, p. 270).<br></em></strong><br></div><div><strong><mark>Territorialidade</mark></strong><strong><br></strong><br></div><div><em>“ [...] uma abordagem que não só permite recuperar e valorizar a história da ocupação de uma terra por um grupo indígena, como também propicia uma melhor compreensão dos elementos culturais em jogo nas experiências de ocupação e gestão territorial indígenas”.<br></em><br></div><div><em>“Terra Indígena deve ser definida – identificada, reconhecida, demarcada e homologada – levando-se em conta quatro dimensões distintas, mas complementares, que remetem às diferentes formas de ocupação, ou apropriações indígenas de uma terra: “as terras ocupadas em caráter permanente, as utilizadas para suas atividades produtivas, as imprescindíveis à preservação dos recursos ambientais necessários a seu bem-estar e as necessárias a sua reprodução física e cultural”.<br></em><br></div><div><em>uma abrangência mais ampla, no sentido de “modo de vida”, “bem viver” ou “qualidade de vida”, o que significa que as condições ambientais, ecológicas e materiais são componentes obrigatórios na definição. </em><strong><em>Zo’é<br></em></strong><br></div><div><em>“terra seria simplesmente uma parcela dentro de um território historicamente mais amplo”.<br></em><br></div><div><em>“Território não é apenas anterior à terra e terra não é tão somente uma parte de um território. São duas noções absolutamente distintas”.<br></em><br></div><div><strong><mark>Educação indígena<br></mark></strong><br></div><div><em>Tratava-se, pois, de noções elementares da língua portuguesa (leitura e escrita) e estímulo ao abandono das línguas nativas, além de se introduzir uma série de pequenas alterações no cotidiano de um povo indígena, a partir de formas de socialização características de sociedades que têm na escola seu principal veículo de reprodução cultural. O modelo de governo idealizado, e que foi em certos casos com certeza implementado, procurava atingir a totalidade das atividades nativas, inserindo-se em tempos e espaços diferenciados dos ciclos, ritmos e limites da vida indígena. </em><strong><em>(Souza, 1995)<br></em></strong><br></div><div><strong><mark>Educação para a relação étnico-racial <br></mark></strong><br></div><div><em>[...] refletir sobre a questão racial brasileira não é algo particular que deve interessar somente às pessoas que pertencem ao grupo étnico/racial negro. Ela é uma questão social, política e cultural de todos(as) os(as) brasileiros(as). [...] Enfim, ela é uma questão de humanidade </em><strong><em>(GOMES, 2005a, p. 51).<br></em></strong><br></div><div><em>Sem a discussão das relações étnico-raciais, as consequências para a sociedade serão a perpetuação de ideologias carregadas de preconceitos, a formação de indivíduos racistas e, consequentemente, a permanência das desigualdades raciais e sociais.<br></em><br></div><div><em>[...] temos o direito a ser iguais quando a diferença nos inferioriza; e temos o direito a ser diferentes quando a nossa igualdade nos descaracteriza. Daí a necessidade de uma igualdade que reconheça as diferenças e de uma diferença que não produza, alimente ou reproduza as desigualdades.</em> <strong><em>Boaventura de Souza Santos</em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-16 00:21:15 UTC</pubDate>
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