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      <title>Fernando Frazão - E1T5064 by Fernando Frazão</title>
      <link>https://padlet.com/frazao/Bookmarks</link>
      <description>Professor EF - AE Vila Verde</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2016-10-07 22:09:27 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-11-19 14:45:55 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Módulo 1</title>
         <author>frazao</author>
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         <description><![CDATA[<div>tarefas realizadas</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-11 23:15:23 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 2</title>
         <author>frazao</author>
         <link>https://padlet.com/frazao/Bookmarks/wish/132569352</link>
         <description><![CDATA[<div>Tarefa 1 - Tipos de Conhecimento<br><br></div><div>Opção A<br><br></div><div>Importância de construir um projeto de vida</div><div><br></div><div>Quando surge a necessidade de construir num tutorando um seu projeto de vida começa por ser indispensável perceber que noção este tem do conceito de projeto de vida. Envolve pois o processo de exploração de quais as suas aspirações futuras. Esta é pois a noção de conhecimento declarativo.<br><br></div><div>Depois de conhecido o conceito e de no fundo se ter certeza que se está a falar a mesma linguagem, há que passar ao delinear de estratégias planeando o como fazer para chegar ao almejado projeto de vida. É esta fase do processo que contempla um maior envolvimento e compromisso com o projeto. Todo este processo de tentativa operacionalização do modo como chegar aos objetivos pretendidos faz parte do conhecimento procedimental.<br><br></div><div>Por fim e para que seja possível concretizar o caminho a seguir há que criar metas para todo o processo, definindo temporalmente quando serão atingíveis, e em que condições/critérios, inclusivamente antecipando consequências do não cumprimento. Todo este passo faz parte do conhecimento condicional.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-23 21:16:04 UTC</pubDate>
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         <title>Módulo 3</title>
         <author>frazao</author>
         <link>https://padlet.com/frazao/Bookmarks/wish/134359664</link>
         <description><![CDATA[<div>Tarefa 1 - Motivação&nbsp;<br><br>Opção A<br><br>Exemplos de expressões pronunciadas por alunos, atribuições causais e implicações no comportamento:<br><br></div><div>1.&nbsp; “Eu sei que sou burro” – Locus de casualidade interno, estável, incontrolável.</div><div>Implicações no comportamento – trata-se de uma expressão que denota um grande sentimento de incapacidade e consequente falta de auto-estima; no entanto, ao proporcionar-lhe a vivência de situações de sucesso, existe a forte possibilidade de serem revertidos os factores de desmotivação inicial.<br><br></div><div>2.&nbsp; “Estava a chover, fiquei constipado, por isso não consegui fazer o teste” – Locus de casualidade interno, instável, incontrolável.&nbsp;</div><div>Implicações no comportamento – trata-se de uma expressão que assenta na culpabilidade do estado de saúde do próprio, o que poderá não ser controlável perante a imprevisibilidade deste mesmo estado.&nbsp;<br><br></div><div>3. (no final de uma corrida de resistência) “Eu ia ganhar mas o Luís passou-me uma rasteira quando estava muito perto da meta” – Locus de casualidade externo, instável, controlável.&nbsp;</div><div>Implicações no comportamento – o aluno atribui a outro a causa do seu insucesso, eventualmente até procurando justificar a sua falta capacidade e protegendo a sua autoestima: eu até sou bom, os outros é são culpados do meu fracasso.<br><br></div><div>4. “Às vezes não consigo fazer as contas, demoro muito tempo e desisto” –&nbsp; Locus de casualidade interno, estável, incontrolável.</div><div>Implicações no comportamento – O aluno sente-se incompetente para realizar determinada tarefa evidenciando falta de capacidades para tal; o consequente desânimo resultante leva á previsível desistência.&nbsp;<br><br></div><div>5.&nbsp; “Não tenho mesmo sorte nenhuma com as perguntas que saem no teste!” – Locus de casualidade externo, instável, incontrolável.</div><div>Implicações no comportamento – este tipo de atribuição é extremamente limitativa ao sucesso, na medida em que está totalmente fora do controlo por parte do indivíduo.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-10-31 21:50:05 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Módulo 4</title>
         <author>frazao</author>
         <link>https://padlet.com/frazao/Bookmarks/wish/135259101</link>
         <description><![CDATA[<div>Tarefa 1 - Modelo PLEA&nbsp;<br><br>Opção C -&nbsp;Descrição da vídeo observado com base no modelo PLEA<br><br></div><ul><li><strong>Planificação: </strong>as orcas planeiam o ataque à foca que se encontra abrigada numa pequena plataforma de gelo; começam por se elevar acima do nível da água para confirmarem a presença e posição da foca na plataforma gelada; inicialmente a posição da plataforma onde se encontra a foca parece não lhes ser favorável pelo que promovem o isolamento desta plataforma de gelo de outras próximas de modo a que a foca não tenha escapatória; deste modo escolhem o local onde executar o ataque, e quais os recursos necessários (nº de orcas), para executar o tipo de ataque pretendido (provocar uma onda que arraste a foca).</li><li><strong>Execução:</strong> Quando a plataforma de gelo que aloja a foca se encontra em posição favorável, um grupo de 4 orcas dirigidas e monitorizadas pela orca matriarca deslocam-se sincronizadamente na direção da plataforma de gelo onde se encontra a foca, provocando deste modo uma onda com o objetivo de arrastar a foca para fora da plataforma onde esta se abrigava.&nbsp;</li><li><strong>Avaliação: </strong>O ataque foi observado pela matriarca que se apercebe que a onda terá sido pequena para concretizar o objetivo pretendido de arrastar a foca; ou seja o planeamento inicial não resultou.</li><li><strong>Planificação:</strong> a matriarca reestrutura o seu plano inicial, decidindo incluir agora mais orcas no ataque com o objetivo de provocar uma onda suficientemente forte para desalojar a foca da plataforma.</li><li><strong>Execução</strong> do novo plano, com mais orcas, que ao sinal da matriarca sincronizam nova onda, agora mais poderosa.</li><li><strong>Avaliação: </strong>o ataque resulta no arrastar da foca para fora da plataforma de gelo e o grupo é desta vez recompensado com a captura almejada da foca.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-03 23:16:02 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Módulo 5</title>
         <author>frazao</author>
         <link>https://padlet.com/frazao/Bookmarks/wish/137582743</link>
         <description><![CDATA[<div>Tarefa 1 - <strong>Estratégias de autorregulação da aprendizagem</strong><br><br>Opção A - Procedimentos para ensinar como fazer resumo de matéria (resumo como estratégia de autorregulação da aprendizagem). Sequência de 4 estágios:<br><br></div><ol><li>Apresentação do resumo como estratégia de aprendizagem (Instrução do tutor e observação por parte do tutorando). Explicar o que é um resumo (conhecimento declarativo); como fazer um resumo (conhecimento procedimental); quando e qual o motivo para fazer resumo (conhecimento condicional). Dizendo por exemplo: “o resumo é no fundo uma síntese de determinada parte da matéria e é feito selecionando aspetos essenciais da matéria e construindo um texto próprio numa linguagem mais simples e familiar do que a eventualmente esteja presente no documento de origem. Permite assim um melhor entendimento do assunto em causa. Fazer um resumo de uma matéria com alguma complexidade pode assim ajudar não só compreendê-la melhor, como também a memorizar o essencial da mesma”. Deve advertir-se ainda o cuidado a ter numa leitura atenta da matéria a resumir, antes de inicial a síntese da mesma.</li><li>Demonstrar exemplificando como se faz um resumo. Por modelação o tutorando é levado a imitar o tutor que na prática faz um resumo de um parágrafo de texto escolhido, explicando verbalmente o raciocínio.&nbsp;</li><li>O tutorando é colocado perante a execução/ensaio de um resumo de uma matéria à sua escolha sendo acompanhado na sua concretização guiada/orientada pelo feedback do tutor. Desta forma o tutorando interioriza na prática a concretização de um resumo (o objetivo é patrocinar o autocontrolo na execução da tarefa). Sempre que necessário o tutor interrompe para corrigir ou acrescentar algum aspeto observado na execução do tutorando. As correções podem também ser feitas após conclusão do resumo pretendido.</li><li>Por fim e como preparação para o próximo teste o aluno realiza resumos da matéria de forma autónoma e sem a necessidade de acompanhamento, tendo de decidir como fazê-lo sem qualquer ajuda (autorregulação).&nbsp;<br><br></li></ol><div><strong><br><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-14 23:55:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/frazao/Bookmarks/wish/137582743</guid>
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      <item>
         <title>Módulo 6</title>
         <author>frazao</author>
         <link>https://padlet.com/frazao/Bookmarks/wish/138579317</link>
         <description><![CDATA[<div>Tarefa <strong>Envolvimento escolar &amp; </strong><strong><em>possible selves - </em></strong>Opção A<br><br>Diversos estudos parecem demonstrar, não só que o envolvimento escolar está diretamente relacionado com o rendimento escolar, como que baixos níveis envolvimento escolar estão relacionados com o aumento da probabilidade de abandono escolar. Ora por força das tradições e rituais que fazem parte do envolvimento da etnia cigana, o contexto escolar não é efetivamente uma prioridade em matéria de educação das suas crianças, não sendo por isso valorizado no seio destas comunidades. Os pais/encarregados de educação das crianças de etnia cigana não valorizam o envolvimento escolar, considerando por exemplo, mais importante que os seus filhos os acompanhem nas feiras do que estejam presentes nas aulas. Inclusivamente, por vezes, consideram mesmo o meio escolar uma ameaça para com o comprometimento dos seus filhos com as tradições ciganas.&nbsp;<br><br></div><div>Esta postura tão comum nos membros desta etnia configura logo à partida uma inequívoca desvalorização da dimensão emocional do envolvimento escolar dos alunos da etnia cigana. São, por exemplo, evidentes na etnia os sentimentos negativos em relação à escola e não é fácil para os alunos ciganos integrarem grupos com os seus pares (independentemente da etnia) em atividades escolares. Por outro lado é mais difícil em alunos ciganos o desenvolvimento de relações de confiança com os professores (a não ser que o professor seja também ele manifestamente de etnia cigana). Em suma, o mais provável é que se não se desenvolvam emoções positivas em relação às tarefas escolares.<br><br></div><div>Perante todo este contexto é inevitável que também as outras dimensões do envolvimento escolar sejam afetadas. É comum na etnia (principalmente quando não existe na escola algum tipo de programa/projeto específico para esta população) a falta de assiduidade e pontualidade às aulas, os problemas de comportamento dentro e fora da sala de aula, a não integração em atividades escolares, etc, etc. Ou seja, está também comprometido o seu envolvimento comportamental.<br><br></div><div>E perante todo o desinvestimento constatado nas dimensões emocional e comportamental do envolvimento escolar, também a dimensão cognitiva acaba por ser comprometida, não sendo visível esforço no sentido do desenvolvimento de estratégias de autorregulação da aprendizagem. Ou seja, todo o sucesso escolar está comprometido.<br><br></div><div>Para considerar de forma adequada com os problemas evidenciados pela dimensão comportamental a escola tem muitas vezes que ir ao encontro de alguns costumes e hábitos tradicionais e aceites por esta comunidade. A solução pode passar por exemplo por dar oportunidade aos alunos de etnia de serem eles a organizar na escola uma atividade aceite e comum nas tradições ciganas, mas que seja agora dirigida aos demais pares.&nbsp;<br><br></div><div>Outra estratégia para fomentar a valorização da importância do contexto escolar poderá ser o convite a uma personalidade reconhecidamente de etnia cigana, mas que tenham tido sucesso escolar e consequente sucesso profissional, para que realize na escola, para os alunos, uma sessão em que expõe o seu testemunho enquanto aluno e posterior cidadão autónomo, nunca deixando de ser cigano.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-17 22:19:10 UTC</pubDate>
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