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      <title>7º C - CAP. 1 - LIVRO 2  by Thallys Rosa</title>
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      <description>Olá, amigos! Aqui vamos pesquisar, juntos, algumas temas importantes para a compreensão do cap. 1, livro 2, Brasil: território e territórios. Assim, a partir do tema indicado pelo professor, faça uma pesquisa, pode ser no livro ou internet, insira na coluna do tema. </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-06-15 11:17:09 UTC</pubDate>
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         <title>Mikaelly</title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 20:21:12 UTC</pubDate>
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         <title>carlos edu</title>
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         <description><![CDATA[<div>As missoes jesuiticas e os bandeirantes foram os prinipais responsaveis por promover a interiorizaçao do territorio brasileiro&nbsp; durante a colonizaçao.Na busca por produtos como as chamadas drogas do sertao, por onde passavam,fundavam pequenas vilas em terras que,de acordo com o tratado de tordesilhas, pertenciam aos espanhois.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 20:23:10 UTC</pubDate>
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         <title>Ingrid</title>
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         <description><![CDATA[<div>o tratado de petrópolis<br>e um documento firmado entre Bolívia e o Brasil no dia 17 de novembro 1903.<br>Desde a segunda metade do século XIX, alguns brasileiros, sobre tudo nordestinos fustigados sucessivas secas em suas áreas instalam-se na boca do rio Acre, para se dedicar as atividades extrativas ( leia-se extração do látex, matéria prima da borracha, obtido das seringueiras, árvores nativas do lugar). Sem conhecer ou se importar com títulos de propriedade, estes migrantes começam a ocupar as terras, cujo maior parte pertencia a Bolívia. As fronteiras permaneciam inexadas, apesar de estabelecidas reiteradas vezes por tratado internacionais.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 20:23:22 UTC</pubDate>
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         <title>Arthur Garcia/Movimentos sociais urbanos e rurais</title>
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         <description><![CDATA[<div>Surgiu em áreas rurais pobres atingidas pela miséria. ...Seus dois principais componentes eram a religiosidade popular do sertanejo e seu sentimento de revolta. Na República Velha, os dois principais exemplos de&nbsp; messianismo foram os <strong>movimentos</strong> de Canudos e do Contestado.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 20:26:24 UTC</pubDate>
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         <title>Leticia Karinne</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Nos primeiros dois séculos de colonização, vieram para o Brasil cerca de 100 mil portugueses, uma média anual de 500 imigrantes. No século seguinte, esse número aumentou: foram registrados 600 mil e uma média anual de 10 mil imigrantes portugueses.<br>*vídeo de explicação*<br>https://youtu.be/HfaeWT6qZl0</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 20:26:48 UTC</pubDate>
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         <title>PEDRO</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>populações <strong>indígenas e quilombolas</strong> estão por todo o território do Brasil, mas em alguns lugares há demarcações onde os <strong>territórios</strong> em que vivem esses povos são reconhecidos e legitimados. ... Mostre a eles como esses <strong>territórios</strong> estão distribuídos pelo país e a concentração deles nas regiões.</div>]]></description>
         <pubDate>2021-06-15 20:27:00 UTC</pubDate>
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         <title>imigração durante os séculos XIX e  XX</title>
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         <description><![CDATA[<div>MARIA LUISA MALU<br><br>Estima-se que entre o século 16 e 19,&nbsp; aproximadamente 4 milhões de africanos nativos foram trazidos de maneira forçada por meio do tráfico para serem escravizados&nbsp; e servirem de mão de obra barata&nbsp;<br>nas grandes propriedades de terra no brasil. com isso, os africanos foram espalhados por todo o território brasileiro ,&nbsp; não somenete em engenhos de açúcar , mas também em fazendas criação de gado ,pontos de mineração e locais de extrativismo ,fazendas de café entre outros.&nbsp;<br>canal do inperios hd <br>&nbsp;<br>malu<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 20:29:12 UTC</pubDate>
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         <title>A presença africana(Lucas)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/thallysnr/iwp8v1lu09cznbti/wish/1608440057</link>
         <description><![CDATA[<div>Super <strong>Resumão<br></strong><br></div><div>As matrizes africanas que contribuíram para moldar a cultura e a música brasileira são aqui examinadas. Das congadas ao samba, passando pelos afoxés e blocos afro, a presença de elementos musicais e religiosos provenientes da africa é marcante na nossa história, como ainda hoje se evidencia nas escolas de samba e nos sambasenredo. Mas atualmente se constata também uma progressiva desafricanização da música popular brasileira, o que aponta para o fenômeno da globalização do gosto.<br><br><strong>A presença africana no Brasil e no mundo</strong></div><div>&nbsp;</div><div><br></div><div>&nbsp;</div><div>Iniciativa importante num contexto em que disciplinas relativas à história da África e ao povo negro no Brasil tornaram-se obrigatórias nos currículos escolares brasileiros, foi lançada, em novembro de 2004, a <em>Enciclopédia Brasileira da Diáspora Africana</em>, de Nei Lopes. Publicada pela editora Selo Negro, a obra contém 9 mil verbetes, distribuídos ao longo de 720 páginas que tratam da presença dos afro-descendentes nas Américas e em outras partes do mundo.</div><div>Lopes também é o autor do <em>Dicionário Banto do Brasil</em>, reeditado, pela editora Pallas, em 2003. A obra é o resultado de uma investigação sobre a influência dessa língua africana no português que hoje é falado no Brasil. Para tanto, o autor pesquisou as falas das ruas, além da música e da literatura brasileira, para recolher e explicar a origem etimológica de palavras como fofoca, cafuné, moleque, quitute, cachimbo, ranzinza, dentre várias outras.<br>Tirado dessas fontes de pesquisa:<br>http://cienciaecultura.bvs.br › scielo<br><br><br><br><br></div><ol><li><br></li></ol><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 20:29:51 UTC</pubDate>
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         <title>A presença africana</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/thallysnr/iwp8v1lu09cznbti/wish/1608443424</link>
         <description><![CDATA[<div>(Luana)<br>&nbsp;o cotidiano de todo brasileiro podemos visualizar as marcas que constituíram, a partir do século XVI, a presença dos povos africanos, de origem Banto e Iorubá, no Brasil. Essa presença está nas palavras que falamos, na gestualidade que produzimos e no nosso modo de pronunciar a língua portuguesa falada no Brasil. Estima-se que, entre o século XVI e XIX, aproximadamente 4 milhões de africanos nativos foram trazidos de maneira forçada por meio do tráfico para serem escravizados e servirem de mão de obra barata nas grandes propriedades de terra no Brasil. Com isso, os africanos foram espalhados por todo o território brasileiro, não somente em engenhos de açúcar, fazendas de café, entre outros. Exemplos da presença africana no Brasil são, samba, afoxé, maracatu, congada, lundu e a capoeira são <strong>exemplos</strong> da influência <strong>africana</strong> na música <strong>brasileira</strong> que permanecem até os dias atuais. ... Instrumentos como o tambor, atabaque, cuíca, alguns tipos de flauta, marimba e o berimbau também são heranças <strong>africanas</strong> que constituem parte da <strong>cultura brasileira</strong>.</div>]]></description>
         <pubDate>2021-06-15 20:32:20 UTC</pubDate>
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         <title>carlos edu</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>em torno 1534,qvançava o processo de colonizaçao.Com o objetivo de facilitar a administraçao de suas terras na america,portugal cria 15 capitanias hereditarias. Essa medida fez que.inicialmente tivessemos um povoamento muito forte no litoral do brasil, o que acabou  por ser torna uma marca do territorio ate os dias de hoje ainda sendo o trecho com maior concentraçao populacional.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 20:32:36 UTC</pubDate>
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         <title>Samir</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Os quilombolas são descendentes ou remanescente de comunidades compostas principalmente de africanos escravizados fugitivos (os quilombos).Essas comunidades se encontram espalhadas por todo o território brasileiro,&nbsp; apresentando uma cultura rica e diversificada.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 20:37:38 UTC</pubDate>
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         <title>PEDRO </title>
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         <description><![CDATA[<div>https://youtu.be/RRe7f21CTTk</div>]]></description>
         <pubDate>2021-06-15 20:37:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[Pizza]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 20:38:45 UTC</pubDate>
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         <title>Mikaelly</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Há uma <strong>proximidade cultural geral entre populações quilombolas e populações </strong><a href="https://brasilescola.uol.com.br/sociologia/cultura-indigena.htm"><strong>indígenas</strong></a>. Os dois grupos vivem de maneira simples e integrados à natureza, tirando a maior parte de seu sustento da terra. No entanto, com o avanço da urbanização, do <a href="https://brasilescola.uol.com.br/o-que-e/geografia/o-que-e-agronegocio.htm">agronegócio</a> e do extrativismo não sustentável, o modo de vida dessas comunidades e a sua preservação correm perigo .Assim como muitos indígenas não vivem isolados das cidades e das comunidades rurais, muitos quilombolas também não vivem assim. É necessário respeito e maiores ações de preservação dessas comunidades para que o seu patrimônio cultural não se perca.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 20:38:49 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Olá&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 20:39:20 UTC</pubDate>
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         <title>Mikaelly</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>terras quilombolas;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 20:44:08 UTC</pubDate>
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         <title>PEDRO P.H.S</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>5.051/2004, Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho). São cadastradas as terras <strong>indígenas</strong> e <strong>territórios quilombolas</strong> oficialmente delimitados pelos órgãos responsáveis e os agrupamentos de domicílios ocupados por <strong>indígenas e quilombolas</strong>.</div>]]></description>
         <pubDate>2021-06-15 20:44:50 UTC</pubDate>
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         <title>PEDRO</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 20:46:55 UTC</pubDate>
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         <title>Davi</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>O <strong>Tratado de Madri</strong>, tinha o objetivo de substituir o Tratado de Tordesilhas (1494), estabelecendo assim, novas fronteiras entre as colônias de Portugal e Espanha na América. Através deste Tratado, Portugal cedia a Colônia do Sacramento (no Uruguai) para a Espanha. Esta, por sua vez, dava o território ocupado pelos Sete Povos das Missões. O acordo foi assinado em 13 de janeiro de 1750 entre os reinos de Portugal e Espanha. Para conquistar o direito a estas terras, o brasileiro Alexandre de Gusmão (1695-1753), embaixador e secretário de Dom João V, invocou o direito do “<em>uti possidetis, ita possideatis</em>”. Este princípio estabelece que aquele que ocupa um território é seu proprietário. Como na região dos Sete Povos das Missões havia portugueses, o argumento foi aceito pela Espanha.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 20:51:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Luis Fernando<br><br>A ideia de trazer braços europeus para mover o país já aparece no século XVIII quando <a href="https://www.infoescola.com/biografias/marques-de-pombal/">Marquês de Pombal</a> mandou alguns patrícios de Açores. Alguns anos depois, <a href="https://www.infoescola.com/sem-categoria/dom-joao-vi/">D João VI</a> inicia a política de importação de mão-de-obra livre, autorizando em 1818, o estabelecimento de uma colônia de católicos suíços que promoveram a fundação de Nova Friburgo.<br><br></div><div>Foi, porém, na virada do século XIX para o século XX que ocorreu o ápice do fluxo migratório (maior fluxo imigratório já vivido pelo país). Isto se deu por uma conjunção de fatores internos e externos. A Europa vivenciava os desdobramentos da <a href="https://www.infoescola.com/historia/revolucao-industrial/">Revolução Industrial</a> e suas consequências como: dispensa de mão-de-obra; explosão demográfica; facilitação dos meios de transporte e comunicação; agitações políticas. O Brasil, por outro lado, estava no auge da <a href="https://www.infoescola.com/historia/ciclo-do-cafe/">expansão da lavoura cafeeira no Sudeste</a>.<br><br>No <a href="https://www.infoescola.com/historia/imperio-do-brasil/">período imperial</a>, parte do imigrantes formaram núcleos coloniais. Surgem novos núcleos como os alemães de Blumenau, Joinville, Santo Ângelo e São Lourenço. Os Italianos fundaram Bento Gonçalves, Caxias e Garibaldi. Na <a href="https://www.infoescola.com/historia/nova-republica/">nova república</a> os antigos barões do café estavam no poder e a imigração subvencionada pelo Estado voltou-se, quase que exclusivamente, para a grande lavora. Vencia, assim, o projeto de substituição da mão-de-obra escrava pela livre. Livre, mas com ressalvas: dependência às fazendas.<br><br></div><div>Embora tenha ocorrido a predominância de imigrantes no meio rural, alguns imigrantes foram parar nas grandes cidades ajudando a formar o operariado brasileiro, atuando em cidades como Rio de Janeiro e São Paulo (90% dos trabalhadores industriais de São Paulo em 1901). Os centros urbanos, embora oferecessem precárias condições de sobrevivência no início do séc. XX, eram preferidos em relação às lavouras, principalmente por causa da mobilidade. Para os estrangeiros, a cidade era o lugar da oportunidade.<br><br>Fazendo o Brasil nas lavouras, fábricas, comércio e nas artes, milhares de homens e mulheres aprenderam a ser brasileiros, mas também de alguma forma se tornaram, por conta da saudade e do apego às tradições (ancestrais ou inventadas), mais italianos, portugueses, libaneses, espanhóis, japoneses.<br><br></div><div>Políticas de imigração<br><br></div><div>As políticas de imigração que se iniciaram no século XIX e que se mantiveram em certo grau no século XX relacionam-se diretamente com o projeto de ocupar as áreas fronteiriças do território brasileiro, como as localizadas ao sul e também com a crescente demanda de mão-de-obra na lavoura cafeeira. Por meio de debates governamentais e em obras ensaísticas e literárias, percebe-se a consolidação do branco como prioridade na escolha do tipo de indivíduo que era desejado e aceito na sociedade daquela época.<br><br></div><div><br></div><div><br><br>🔽🔽🔽🔽🔽🔽🔽🔽🔽🔽🔽<br><br></div><div>https://youtu.be/SdlMOPfB3s8<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-15 20:51:42 UTC</pubDate>
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         <title>PEDRO</title>
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         <description><![CDATA[<div>Os índios e quilombolas em Oriximiná se conhecem há mais de 150 anos, desde a época em que os negros fugindo da escravidão, chegaram até as terras habitadas pelos índios e ali fundaram seus quilombos. Desde então, mantiveram uma convivência ora de troca, ora conflituosa que trouxe aprendizados mútuos, influenciando tanto o modo de vida indígena, quanto o das comunidades quilombolas&nbsp; que ali se constituíram. Retomando essa antiga aliança, índios e quilombolas se reúnem hoje em torno de uma causa comum: a defesa de seus territórios que se encontram ameaçados pela demora na regularização fundiária e pelo avanço da exploração minerária.</div>]]></description>
         <pubDate>2021-06-15 20:52:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A chegada de migrantes portugueses no Brasil foi praticamente inexpressiva no período entre o final do século XV e o século XVI. ... Inicialmente os portugueses que vinham para o Brasil eram membros de uma elite próspera interessada principalmente em investimentos que gerassem lucros a partir da produção açucareira.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Levi<br><br>&nbsp;Vídeo de explicação<br>https://youtu.be/yWf2_nh8vu4</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 16:52:56 UTC</pubDate>
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         <title>rui gabriel </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>baseada na ancestralidade negra, indígena e branca. No entanto, os quilombolas sofrem com a dificuldade no acesso à saúde e à educação&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-22 19:50:49 UTC</pubDate>
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         <title>Mariane</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-06-22 20:01:40 UTC</pubDate>
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         <title>José Arthur</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>os aspectos económicos sempre foram um dos principais fatores (mas não os únicos) que motivaram as Migraçoes e os fluxos de população no território brasileiro, seja interna ou extremamente. No decorrer dos séculos XVII e XVIII, a procura por metais preciosos e a mineração foi responsável por grandes fluxos migratórios de pessoas saindo do litoral e buscando locais no interior, como os Estados que hoje correspondem a Goiás, mato Grosso e minas Gerais (o principal). Já a expansão do café no interior Paulista atraiu milhares de migrantes, principalmente mineiros e nordestinos.&nbsp;<br><br>Entre outros fatores, com a capital gerado pela atividade cafeeira e o seu declínio no século XX Devido a eventos internacionais que repercutiram internamente no Brasil, tem início a instalação e o desenvolvimento de Indústrias no território brasileiro. Como elas começam a surgir nos locais que antes eram os pólos cafeeiros (região Sudeste), milhares dessas pessoas se deslocaram para essas cidades em busca de emprego e melhores condições de vida. Muitas dessas pessoas estavam deixando seus trabalhos e atividades no campo, o chamado êxodo rural.<br>&nbsp; &nbsp;Atualmente, a região Sudeste, que, historicamente, acabou recebendo maior quantidade de migrantes em comparação com os demais, tem mostrado um declínio nesses fluxos, devido a estagnação económica e ao aumento dos níveis de desemprego.<br>&nbsp; &nbsp;devido à expansão e ao aumento de novas atividades agrícolas no norte e no centro Oeste, houve uma mudança nos fluxos migratórios, que passaram a ter essas localidades como novo destino.<br>&nbsp; além disso, o incentivo por meio de medidas governamentais que visavam à ocupação e ao desenvolvimento económico do trecho Oeste do território também aumentou a migração para o centro Oeste.<br>uma dessas medidas foi a fundação de Brasília.<br>&nbsp; uma das formas de percebemos o registro dos fluxos populacionais no Brasil (além dos dados apresentados em gráficos e mapas) é a marca deixada na paisagem, ou seja, os registros culturais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-22 20:09:15 UTC</pubDate>
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         <title>Emerson Silva Rocha</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>A Questão do Acre</strong><br>Em dezembro de 1902, durante o governo de Rodrigues Alves, o Barão do Rio Branco assumia o ministério das Relações Exteriores e logo teve de cuidar de um grave problema de fronteiras: a questão do Acre. Em 1867, o Brasil, durante o segundo Império, havia feito com a Bolívia o Tratado de Ayacucho, que reconhecia como limite entre os dois países uma linha oblíqua que ia da margem esquerda do rio Madeira até as nascentes do rio Javari, incluindo o Acre nas terras bolivianas. No entanto, seu acesso só era possível pelos caminhos fluviais da bacia amazônica em território nacional.<br><br>O Tratado de Ayacucho, também denominado de Tratado da Amizade, foi assinado entre Brasil e Bolívia no dia 27 de março e selado em 23 de novembro de 1867, na cidade boliviana de La Paz. Assinaram o tratado o então presidente boliviano, General Mariano Melgarejo e o Imperador brasileiro, Dom Pedro II. O tratado faz parte de uma série de acordos de ordem geopolítica e militar relacionados à demarcação territorial das regiões pertencentes ao atual Estado brasileiro. O Tratado foi antecedido pelo Tratado de Madri, assinado em 1750 e pelo Tratado de Santo Ildefonso, assinado em 1777. O Tratado de Ayacucho prescrevia uma revisão nos limites geopolíticos estabelecidos pelos tratados anteriores, a partir dos quais, a fronteira da Bolívia chegava às regiões dos atuais estados do Acre, Rondônia e parte do Amazonas, indo até o rio Madeira, próximo a atual cidade de Humaitá, município do Estado do Amazonas. Futuramente, o Tratado seria utilizado para justificar o poderio boliviano na região do atual Estado do Acre, gerando um conflito denominado de Revolução Acreana (1899).<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-22 20:16:45 UTC</pubDate>
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         <title>Mariane</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/thallysnr/iwp8v1lu09cznbti/wish/1620323145</link>
         <description><![CDATA[<div>Os movimentos sociais do campo são aqueles que envolvem o campesinato, isto é, os trabalhadores rurais. Entre as suas principais bandeiras de luta estão a reforma agrária, a melhoria das condições de trabalho e o combate ao processo de substituição do homem pela máquina no meio agropecuário.</div><div><br></div><div>Apesar de haver as mais variadas siglas, os movimentos sociais do campo constituíram-se, historicamente, a partir de duas principais frentes: as Ligas Camponesas, entre as décadas de 1940 e 1960, e o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), criado na década de 1980.</div><div><br></div><div>As Ligas Camponesas surgiram após o final da ditadura militar do Governo Vargas e estruturaram-se com bases e orientações do PCB – Partido Comunista Brasileiro. Porém, foi somente durante a década de 1950 que as Ligas conseguiram uma integração que envolveu quase a totalidade do país, através das organizações ou ligas regionais. No entanto, com o golpe militar de 1964, as Ligas Camponesas foram extintas pelo poder da repressão ditatorial.</div><div><br></div><div>Os movimentos sociais do campo e da cidade têm se empenhado em fazer doações a quem precisa nesses tempos de pandemia do novo coronavírus. E não são poucos a precisar durante essa quarentena num país que tem milhões de trabalhadores informais, desempregados e em situação de vulnerabilidade social.</div><div><br></div><div>&nbsp;</div><div><br></div><div>O Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST)) tem realizado uma série de ações de solidariedade nesse período, conforme pontua a dirigente do movimento Fabianar Batista. Fabiana explica como funciona a vaquinha online que o movimento está organizando. (tentei procurar o vídeo e não achei)</div><div><br></div><div>&nbsp;</div><div><br></div><div>Já o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) tem feito doações de alimentos em diversos estados do país. Em Recife, por exemplo, o movimento já distribuiu 30 mil refeições para a população de rua concentrada nas redondezas do Armazém do Campo. Dirigente do MST em Pernambuco, Paulo Mansan explica porque resolveram fazer esta ação.</div><div><br></div><div>&nbsp;</div><div><br></div><div>No Paraná, o MST também tem feito doações para ocupações urbanas em Curitiba por meio da produção do acampamento Maila Sabrina, situado em Ortigueira. Já foram distribuídas 14 toneladas de alimentos entre arroz, feijão, outros tipos de grãos, mel, pães, legumes e frutas. Integrante da coordenação do acampamento Maila Sabrina, Jocelda de Oliveira lembrou a importância da Reforma Agrária para possibilitar ações assim.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-22 20:18:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>(Luana)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-22 20:21:49 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Luiza varão </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Membro da coordenação estadual do MST, Roberto Baggio pontua os desafios colocados para a sociedade no pós-crise do coronavírus.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>O território da comunidade Maila Sabrina tem 10600 hectares, um dos maiores latifúndios do Paraná. Antes da ocupação, sofria devastação ambiental pela produção de búfalo, sem cumprir os critérios de Reserva Legal. A área do acampamento foi ocupada em 2003 e a ordem de reintegração de posse foi emitida no mesmo ano.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>A disputa jurídica segue desde então e as ameaças de despejo se intensificaram ao longo de 2019. As ocupações que estão recebendo doações do acampamento também sofrem com ameaças de despejo: em todo Paraná, existem cerca de 200 ocupações na iminência de serem despejadas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-22 20:26:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>rui gabriel </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A palavra quilombo origina-se do termo <em>kilombo</em>, presente no idioma dos povos Bantu, originários de Angola, e significa local de pouso ou acampamento. Os povos da África Ocidental eram, antes da chegada dos colonizadores europeus, essencialmente nômades, e os locais de acampamento eram utilizados para repouso em longas viagens.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-22 20:35:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ana Melissa </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/thallysnr/iwp8v1lu09cznbti/wish/1620554433</link>
         <description><![CDATA[<div>O Tratado de Madrid foi um tratado firmado na capital espanhola entre os reis João V de Portugal e Fernando VI de Espanha, em 13 de Janeiro de 1750, para definir os limites entre as respectivas colônias sul-americanas, pondo fim assim às disputas.&nbsp;<br>Graças ao Tratado de Madri (1750) foram os desbravamentos dos sertanistas recompensados pelo reconhecimento, por parte da Espanha, dos direitos dos brasileiros sobre os territórios povoados por eles e portugueses além do meridiano de Tordesilhas.<br>O Tratado de Madrid foi um tratado firmado na capital espanhola entre os reis João V de Portugal e Fernando VI de Espanha, em 13 de Janeiro de 1750, para definir os limites entre as respectivas colônias sul-americanas, pondo fim assim às disputas.[1] O objetivo do tratado era substituir o Tratado de Tordesilhas, que já não era mais respeitado na prática.[2] Pelo tratado, ambas as partes reconheciam ter violado o Tratado de Tordesilhas na América e concordavam que, a partir de então, os limites deste tratado se sobreporiam aos limites anteriores.[3] As negociações basearam-se no chamado Mapa das Cortes, privilegiando a utilização de rios e montanhas para demarcação dos limites. O diploma consagrou o princípio do direito privado romano do uti possidetis, ita possideatis (quem possui de fato, deve possuir de direito), delineando os contornos aproximados do Brasil de hoje.[4]<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-23 00:13:09 UTC</pubDate>
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