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      <title>SIT - Seminário Interdisciplinar Temático II by Valderio vieira dos santos aguiar</title>
      <link>https://padlet.com/valderiovieiradossantosaguiar/iw87frn5z94n4c0z</link>
      <description>Trabalho avaliativo do componente curricular Seminário Interdisciplinar Temático II, ministrado pela docente Sayonara Miranda Oliveira, do curso de Letras da Uneb, campus XXI - Ipiaú - BA, semestre 2024.2.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-12-01 22:58:12 UTC</pubDate>
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         <title>Um pouco sobre mim e o curso de Letras...</title>
         <author>valderiovieiradossantosaguiar</author>
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         <description><![CDATA[<p>Me chamo Valdério Vieira dos Santos Aguiar, sou natural e residente de Dário Meira - BA, discente do VIII semestre do curso de Letras, na Uneb, Campus XXI - Ipiaú - BA. Sou casado e pai de um menino de 6 anos. Trabalho como funcionário público concursado e como diretor e apresentador da rádio comunitária Cajazeira FM de Dário Meira.</p><p>O curso de Letras é, para mim, uma área de estudo fascinante que proporciona uma compreensão profunda e abrangente do indivíduo, pois oferece uma perspectiva única sobre a linguagem, a literatura e a cultura que moldam e refletem a experiência humana.</p><p> No curso de Letras, mergulhamos em diferentes tradições literárias e linguísticas, o que nos ajuda a compreender como a identidade individual está enraizada nas complexidades culturais e linguísticas do mundo. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-02 14:07:19 UTC</pubDate>
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         <title>Conto: A Gata que preferiu viver dentro de casa</title>
         <author>valderiovieiradossantosaguiar</author>
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         <description><![CDATA[<p>Nesta aula, a professora Sayonara Miranda trouxe para leitura e discussão o conto africano <strong><em>“A Gata que Preferiu Viver Dentro de Casa”.</em></strong><em> </em>&nbsp;De fácil leitura, o conto oferece uma reflexão alegórica sobre a transitoriedade do poder e a busca por segurança e sabedoria. Ao longo da história, a gata muda constantemente de parceiro, acreditando que cada um representa a figura mais forte e esperta, apenas para descobrir que cada poder é transitório e relativo. Essa jornada culmina na escolha de viver com os humanos, onde a mulher é reconhecida como a "mais esperta" por sua habilidade de influenciar o ambiente doméstico e social. Em uma sociedade calcada pelos valores tradicionais machistas e patriarcais, a mulher surge no conto como uma figura subversiva, centrada, perspicaz e poderosa, essa subversão é o ápice e glamour do conto. A simplicidade da história, aliada à profundidade de sua mensagem, convida à reflexão sobre as dinâmicas de autoridade e sabedoria na sociedade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-02 20:36:52 UTC</pubDate>
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         <title>Racismo Recreativo, Institucional e estrutural</title>
         <author>valderiovieiradossantosaguiar</author>
         <link>https://padlet.com/valderiovieiradossantosaguiar/iw87frn5z94n4c0z/wish/3243504145</link>
         <description><![CDATA[<p>Na aula ministrada pela professora Sayonara Miranda, foram discutidos três importantes tipos de racismo: <strong>o racismo recreativo, institucional e estrutural</strong>, gerando um debate reflexivo entre os alunos. <strong>O racismo recreativo</strong> refere-se a práticas ou piadas que, sob o disfarce de humor, perpetuam estereótipos e desumanizam pessoas negras. <strong>O racismo institucional</strong> ocorre nas práticas e políticas de instituições que, mesmo de forma velada, criam barreiras sistemáticas para grupos marginalizados por sua cor ou origem. <strong>Já o racismo estrutural</strong> é mais amplo e se manifesta nas desigualdades enraizadas nas estruturas sociais, como educação, saúde e mercado de trabalho. Um ponto destacado no debate foi que o racismo, independentemente de sua forma, é um problema grave e deve ser tratado como tal. Comentários que deslegitimam o tema, como classificá-lo como "mimimi", representam uma tentativa de minimizar ou transferir a responsabilidade para as vítimas, perpetuando a injustiça. Combater essas práticas exige conscientização e uma abordagem séria, comprometida com a igualdade e a dignidade de todos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-02 22:14:59 UTC</pubDate>
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         <title>Hair Love - Um curta metragem gigante na representatividade negra</title>
         <author>valderiovieiradossantosaguiar</author>
         <link>https://padlet.com/valderiovieiradossantosaguiar/iw87frn5z94n4c0z/wish/3243545988</link>
         <description><![CDATA[<p>O curta-metragem <em>Hair Love</em> é uma obra emocionante e significativa que aborda questões essenciais para a valorização da cultura estética negra. A narrativa apresenta Zuri, uma menina negra que, com a ajuda de seu pai, tenta incansavelmente criar um penteado autêntico em seu cabelo crespo, preservando sua identidade e conexão com suas raízes culturais. Longe de se limitar a uma simples história sobre um penteado, o filme explora temas como identidade, aceitação, representatividade e a beleza natural como símbolos de força, resistência e empoderamento da cultura negra. Ele também desconstrói estereótipos sobre a paternidade negra, evidenciando a dedicação e o cuidado do pai no processo de construção da autoestima da filha. Ao celebrar a aceitação do cabelo crespo, <em>Hair Love</em> questiona as imposições dos padrões estéticos eurocêntricos e critica o mercado capitalista de cosméticos, que lucra com a desvalorização de traços negros ao promover a "correção" de características naturais. A obra, portanto, desafia essa lógica ao afirmar o cabelo natural como uma expressão legítima de identidade e beleza, promovendo a autonomia, o empoderamento e a valorização da cultura negra.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-02 23:21:09 UTC</pubDate>
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         <title>Resumo crítico do Documentário Sankofa: a África que te habita</title>
         <author>valderiovieiradossantosaguiar</author>
         <link>https://padlet.com/valderiovieiradossantosaguiar/iw87frn5z94n4c0z/wish/3243579169</link>
         <description><![CDATA[<p>O documentário <em>Sankofa: A África que te Habita</em> oferece uma reflexão profunda sobre as origens africanas da cultura brasileira, explorando a história do tráfico de escravizados e a construção da memória afro-brasileira. A obra é dirigida pelo fotógrafo César Fraga, que, motivado pela descoberta de sua ascendência negra e pelo desejo de resgatar as memórias de seus antepassados, realiza uma expedição pelos países africanos que foram parte do processo de escravização que levou milhões de africanos ao Brasil.</p><p>A jornada começa com a visita de César a diversos países africanos, como Cabo Verde, Senegal, Guiné-Bissau, Gana, Togo, Benim, Nigéria, Angola e Moçambique. Durante a viagem, ele visita locais históricos que revelam os horrores da escravidão, como os portos de embarque e os cemitérios de africanos mortos durante a travessia para o Brasil. A narrativa é enriquecida com a participação do escritor e professor Maurício Barros de Castro, que compartilha sua visão sobre a importância de se entender a África como parte fundamental da formação da cultura afro-brasileira.</p><p>O documentário também destaca a dificuldade de se resgatar essas memórias, muitas vezes silenciadas pela história oficial do Brasil, que minimiza a importância da contribuição africana para a construção da identidade nacional. O caso do Cais do Valongo, no Rio de Janeiro — que recebeu mais de um milhão de escravizados e foi recentemente reconhecido como patrimônio cultural — é um exemplo dessa luta para trazer à tona uma história esquecida.</p><p>César Fraga, ao longo da viagem, compartilha suas descobertas e experiências, que incluem não apenas os aspectos sombrios da escravidão, mas também a vitalidade e a diversidade da África contemporânea. Ele relata a mistura de sentimentos durante a viagem, que vai da apreensão à emoção, ao visitar os lugares onde seus ancestrais foram arrancados de suas terras e, ao mesmo tempo, ao se deparar com a riqueza cultural e histórica do continente.</p><p>O documentário também expõe a relação direta entre o Brasil e a África, revelando as influências culturais, como o samba e a capoeira, provenientes das diversas etnias africanas que chegaram ao Brasil. A produção não só documenta a dor do passado, mas também celebra a resistência e o legado africano presente na cultura brasileira.</p><p>Em última análise, <em>Sankofa: A África que te Habita</em> é uma busca pela preservação da memória histórica e cultural da diáspora africana, um ato de resistência contra o esquecimento imposto pelo racismo e pela ausência de um sistema adequado para ensinar e valorizar essas histórias no Brasil. Ao visitar os locais de memória da escravidão e registrar as dificuldades da viagem, o documentário transmite a importância de entender a África não apenas como um passado distante, mas como uma parte viva e essencial da identidade brasileira, que deve ser reconhecida e celebrada.</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-03 00:00:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Resumo Crítico do Documentário As Guerras no Brasil</title>
         <author>valderiovieiradossantosaguiar</author>
         <link>https://padlet.com/valderiovieiradossantosaguiar/iw87frn5z94n4c0z/wish/3243625436</link>
         <description><![CDATA[<p>O documentário <em>Guerras no Brasil</em> apresenta um panorama das batalhas que marcaram a formação do Brasil, destacando a luta dos povos indígenas e africanos que, desde a colonização até os dias atuais, enfrentam conflitos em nome da preservação de suas culturas, terras e identidades. A série examina, de maneira detalhada, as Guerras de Conquista, a resistência dos escravizados nos Quilombos de Palmares, e os impactos da Guerra do Paraguai, entre outros. Esses episódios não apenas revelam a violência das invasões coloniais, mas também ilustram as contínuas formas de resistência dos povos nativos e negros à opressão histórica.</p><p>A luta dos povos indígenas é central no documentário, especialmente com os depoimentos de líderes como Ailton Krenak e Sonia Guajajara, que abordam a invisibilidade e o apagamento de suas culturas impostos pelo colonialismo. Eles enfatizam que as guerras não terminaram com a assinatura de tratados, mas continuam em diferentes formas: nas batalhas pela demarcação de terras, no combate à degradação ambiental e, principalmente, no enfrentamento das violências cotidianas, como o racismo estrutural. Ailton Krenak destaca que a verdadeira guerra é contra a tentativa de destruição da memória e da cultura indígena.</p><p>O documentário também sublinha o impacto da escravidão e as formas de resistência negra, que, embora aprisionadas fisicamente, buscaram na criação de quilombos, como o de Palmares, uma forma de autossuficiência e luta pela liberdade. Esses momentos de resistência são apresentados como fundamentais para a construção da identidade afro-brasileira e a preservação da cultura negra, desafiando as tentativas de aniquilação cultural e violência perpetrada pelos colonizadores.</p><p>O episódio que aborda as Guerras da Conquista revela a brutalidade do genocídio indígena, impulsionado pela chegada dos portugueses e pelo sistema de exploração colonial. No entanto, o documentário também demonstra a persistência dessas culturas, que continuam a resistir e a reafirmar sua identidade no Brasil contemporâneo. O trabalho de ativistas e líderes como Sonia Guajajara e Daniel Munduruku, que lutam pela preservação das tradições e pela valorização das línguas indígenas, é uma extensão dessa resistência histórica.</p><p><em>O Documentário Guerras no Brasil</em> não apenas relata o passado, mas ilumina a persistência das lutas por justiça e igualdade dos povos indígenas e africanos. A série se posiciona como uma importante ferramenta de reflexão sobre as guerras invisíveis que esses grupos continuam a enfrentar, desafiando o Brasil a reconhecer e valorizar as diversas identidades que formam sua sociedade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-03 00:37:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Personalidade Negra Feminina: Mari Dias - 1ª Prefeita negra eleita de Dário Meira</title>
         <author>valderiovieiradossantosaguiar</author>
         <link>https://padlet.com/valderiovieiradossantosaguiar/iw87frn5z94n4c0z/wish/3243708955</link>
         <description><![CDATA[<p>A representante negra feminina que escolhi para entrevistar foi Marivane dos Santos Dias, conhecida como Mari. Nascida em uma família pobre, filha de um pescador e uma dona de casa, Mari enfrentou as dificuldades impostas pela pobreza desde jovem. Para ajudar sua família, trabalhou como vendedora de peixe, mas nunca deixou de se dedicar aos estudos. Formou-se no magistério, depois em pedagogia, e ao longo de sua trajetória tornou-se secretária de Educação por três mandatos. Além disso, fundou uma escola particular de educação infantil. Hoje, aos 46 anos, é vice-prefeita de Dário Meira e foi eleita prefeita para o mandato de 2025 a 2028.</p><p>Mari é profundamente apaixonada por Dário Meira, cidade onde nasceu e se criou. Ela destaca que nunca saiu de sua terra, onde construiu sua vida profissional e dedicou seu trabalho à educação. Com muito orgulho, ela fala sobre ser uma candidata que representa a minoria de mulheres negras e sobre as dificuldades que enfrentou para conquistar seu espaço. Segundo Mari, foram muitas lutas, mas ela nunca desistiu. Sua motivação para se envolver com a política veio da sua história de vida, que sempre foi marcada pela participação em movimentos sociais, como o movimento 2000. Além disso, sua primeira experiência política foi como secretária de Educação aos 19 anos, quando ainda era inexperiente, mas com o apoio de seu pai, que a levava aos eventos políticos, ela se encantou pela política e pelo seu potencial de transformar vidas.</p><p>Sobre a representatividade das mulheres negras na política, Mari expressa sua felicidade por conquistar esse espaço. Ela reconhece que ser mulher e negra em uma sociedade machista e racista é um desafio constante, mas vê sua eleição como uma vitória simbólica e como inspiração para outras mulheres e meninas negras. Ela celebra o fato de que Dário Meira terá, pela primeira vez, uma mulher negra e filha da cidade como prefeita. Mari destaca que seu maior orgulho é inspirar as crianças da cidade, que poderão ver nela um exemplo de que, apesar das dificuldades, tudo é possível.</p><p>Em relação à sua candidatura, ela se lembra de um comentário desdenhoso de que “Dário Meira não teria um homem para uma negrinha da serra querer ser candidata”. No entanto, ela deixa claro que não quer levantar uma bandeira de vítima, mas sim a bandeira da resistência. Mari acredita que tem condições de assumir esse papel com dignidade e que seu trabalho é fundamental para a cidade. Ela reconhece que não é fácil, mas sente que seu exemplo está ajudando a abrir portas e a inspirar outras pessoas a acreditarem em si mesmas, apesar dos desafios impostos pela sociedade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-03 01:32:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Link da entrevista Com Mari Dias prefeita eleita de Dário Meira</title>
         <author>valderiovieiradossantosaguiar</author>
         <link>https://padlet.com/valderiovieiradossantosaguiar/iw87frn5z94n4c0z/wish/3243733674</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/_VyGXAeQkLU" />
         <pubDate>2024-12-03 01:50:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Construção da Boneca Abayomi</title>
         <author>valderiovieiradossantosaguiar</author>
         <link>https://padlet.com/valderiovieiradossantosaguiar/iw87frn5z94n4c0z/wish/3243806138</link>
         <description><![CDATA[<p>A palavra "Abayomi" tem origem na língua iorubá e significa "encontro precioso". Nesse contexto, a boneca Abayomi é uma representação de resistência e esperança, sendo feita de sobras de pano e sem costura. Elas foram confeccionadas nos porões dos navios negreiros por mulheres e mães africanas, que, em meio a uma situação desumana de cativeiro, criaram essas bonecas para suas crianças. Esse gesto simbólico foi uma maneira de manter a conexão cultural e, ao mesmo tempo, resistir ao processo de desumanização imposto pela escravidão.</p><p>A boneca Abayomi, como instrumento de resistência, carrega elementos da matriz africana e tem se tornado um símbolo de luta, identidade e valorização da diversidade cultural. Ela representa uma forma de combater o racismo e a discriminação, sendo uma poderosa ferramenta de conscientização e valorização da história negra.</p><p>Este modelo de confecção das bonecas faz parte de um trabalho desenvolvido pela equipe composta por Andressa, Joilson, Jussiara, Milena e Valdério, sob a orientação da professora Sayonra Miranda. O projeto visa promover a reflexão sobre a importância das manifestações culturais afro-brasileiras, como forma de resistência e afirmação de identidade.</p><p>Fonte: Ramos, Eduarda. Portal Luneta. Bonecas Abayomi: o perigo de contar uma história hegemônica. 2021. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://lunetas.com.br/bonecas-abayomi/">https://lunetas.com.br/bonecas-abayomi/</a>. Acesso em: 24/11/24.</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-03 02:34:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Sinopse do conto Amara e Alika: Nós Somos</title>
         <author>valderiovieiradossantosaguiar</author>
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         <description><![CDATA[<p>Com base na filosofia africana Ubuntu, o conto "Amara e Alika: Nós Somos" narra a história de uma família nigeriana liderada pela matriarca Aisha. A trama se passa em uma aldeia que enfrenta um longo período de seca, afetando duramente a comunidade e o cultivo de alimentos. Diante dessa crise, Aisha propõe um gesto de solidariedade: que todos se unam e compartilhem o pouco que têm, para que, juntos, possam superar as dificuldades. A história aborda temas de união, resiliência e a força do coletivo, ressaltando os princípios de solidariedade e humanidade que permeiam a filosofia Ubuntu.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-03 02:41:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conto Amara e Alika: Nós Somos em PDF</title>
         <author>valderiovieiradossantosaguiar</author>
         <link>https://padlet.com/valderiovieiradossantosaguiar/iw87frn5z94n4c0z/wish/3243818999</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-12-03 02:42:49 UTC</pubDate>
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         <title>Foto da exposição Novembro Negro</title>
         <author>valderiovieiradossantosaguiar</author>
         <link>https://padlet.com/valderiovieiradossantosaguiar/iw87frn5z94n4c0z/wish/3243821861</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-12-03 02:44:38 UTC</pubDate>
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         <title>Foto da Equipe: Andressa, Joilson, Jussiara, Milena e Valdério</title>
         <author>valderiovieiradossantosaguiar</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-12-03 02:46:32 UTC</pubDate>
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         <title>Livreto: Sociedade Protetora dos Desvalidos: Resistência e Cidadania Negra no Brasil</title>
         <author>valderiovieiradossantosaguiar</author>
         <link>https://padlet.com/valderiovieiradossantosaguiar/iw87frn5z94n4c0z/wish/3244668044</link>
         <description><![CDATA[<p>A nossa pesquisa sobre um evento relevante para a população negra no Brasil focou na fundação da Sociedade Protetora dos Desvalidos, a primeira associação negra do país, criada em 16 de setembro de 1832. A sociedade foi estabelecida com o objetivo de funcionar como uma junta de alforria, promovendo a libertação dos negros escravizados e lutando pela igualdade social. Esse evento representa um marco significativo na história da resistência negra, pois, por meio dessa organização, negros e negras conseguiram se unir em prol da liberdade e da dignidade.</p><p>A criação da Sociedade Protetora dos Desvalidos foi um passo importante na luta contra a opressão e contribuiu para a formação de uma rede de apoio para os negros libertos, permitindo que se organizassem em uma sociedade que até então os marginalizava. Essa fundação reflete o início de uma jornada de resistência e reivindicação por direitos, que se estenderia por décadas.</p><p>No arquivo anexo, você encontrará mais informações detalhadas sobre o evento e a importância dessa organização para a história do Brasil e para a construção da identidade negra no país.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-03 13:56:11 UTC</pubDate>
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         <title>Considerações Finais</title>
         <author>valderiovieiradossantosaguiar</author>
         <link>https://padlet.com/valderiovieiradossantosaguiar/iw87frn5z94n4c0z/wish/3252434366</link>
         <description><![CDATA[<p>O componente curricular Seminário Temático Interdisciplinar II, ministrado pela professora Sayonara Miranda, proporcionou discussões significativas e reflexivas para nossa formação acadêmica e pessoal. Durante o semestre, foram abordados temas relevantes sobre a questão racial e a representatividade negra, em especial, a feminina, o que tornaram as aulas mais dinâmicas e envolventes.</p><p><br/></p><p>As aulas também se destacaram pela dinâmica proporcionada por roda de conversa, exibição de curtas-metragens e documentários acerca da história, cultura e identidade negra. A participação dos alunos foi marcada pelo engajamento nas discussões de temas como racismo recreativo, institucional e estrutural, além de autoafirmação negra, identidade e representatividade feminina negra, enriquecidos por entrevistas com personalidades negras locais. A criatividade também foi estimulada por meio do desenvolvimento de produções originais e oficinas que valorizaram a cultura e identidade negra. Atividades como a confecção de contos e bonecas Abayomi e a organização do evento Novembro Negro na UNEB, foi o ápice da disciplina.</p><p><br/></p><p>O uso do Padlet como diário de bordo consolidou os principais tópicos discutidos, oferecendo um recurso prático e organizado para consulta e revisão. Essa ferramenta digital é muito interessante, pois nos oferece uma forma diferente e eficaz de organizar os nossos trabalhos.</p><p><br/></p><p>Finalizando esta etapa, registro minha gratidão à professora e aos colegas por essa jornada de aprendizado e crescimento, com a certeza de que as lições aprendidas contribuirão significativamente para minha trajetória acadêmica e pessoal.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-09 12:28:22 UTC</pubDate>
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         <title>Conto Amara e Alika: Nós Somos</title>
         <author>valderiovieiradossantosaguiar</author>
         <link>https://padlet.com/valderiovieiradossantosaguiar/iw87frn5z94n4c0z/wish/3253167571</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-12-09 22:46:02 UTC</pubDate>
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