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      <title> Teoria do espelho by LANA</title>
      <link>https://padlet.com/alanabrros/ivnz8np1hv7h94sr</link>
      <description>Teoria de Opinião Pública</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-10-26 00:41:13 UTC</pubDate>
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         <title>Ou seja... </title>
         <author>annaluisaburle</author>
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         <description><![CDATA[<div>A teoria do espelho acredita que o jornalista deve ser cem por cento imparcial e/ou isento nas suas produções, e mais do que isso: a teoria do espelho acredita que <strong>ele tem como sê-lo.</strong> (Hm... Será?)<br><br>Vale dizer que essa ideia parte de e, ao mesmo tempo, constrói um pensamento de que existe uma realidade única para tudo que acontece. <strong>Você já pode começar a pensar em como isso nos impacta enquanto sociedade...</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-27 17:58:23 UTC</pubDate>
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         <title>Pode parecer doidice nossa, mas acredite: essa ideia está mais perto de você do que você imagina</title>
         <author>annaluisaburle</author>
         <link>https://padlet.com/alanabrros/ivnz8np1hv7h94sr/wish/1849096127</link>
         <description><![CDATA[<div>Esse discurso da objetividade jornalística sustenta o discurso e <em>slogans</em> de VÁRIOS veículos e canais de notícia que você certamente conhece - e se não conhece, já ouviu/leu alguma coisa parecida. Olha aí:<br><br>"A verdade doa a quem doer." (<em>O Dia</em>)<br>"Você precisa saber da verdade" (<em>Tribuna da Bahia</em>)<br>"Jornal Verdade" (<em>A Gazeta) <br><br></em>Além destes exemplos, estruturas textuais-jornalísticas como o <em>lead </em>e a pirâmide invertida são, também, heranças da teoria do espelho. <br><strong><br>Éeeee, meus amores... Babado.</strong></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-27 18:06:24 UTC</pubDate>
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         <title>REFERÊNCIAS </title>
         <author>annaluisaburle</author>
         <link>https://padlet.com/alanabrros/ivnz8np1hv7h94sr/wish/1849117667</link>
         <description><![CDATA[<div>DE OLIVEIRA, Ivan Carlo Andrade. <strong>Propostas discordantes no jornalismo</strong>. 2011.<br><br><br></div><h1>CORRÊA, Paulo Metling .<strong> </strong>O reflexo da Teoria do Espelho na prática jornalística. UniBrasil Centro Universitário. 2016</h1><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-27 18:14:51 UTC</pubDate>
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         <title>A opinião não é importante no mesmo grau que o fato (na real, quase nunca é importante)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alanabrros/ivnz8np1hv7h94sr/wish/1849463845</link>
         <description><![CDATA[<div>O jornalismo, segundo a teoria do espelho, não deve ser o lugar para "palanque" de opiniões e desabafos. E sim um meio de comunicar vericidade, FATOS e realidade.&nbsp;<br><br>Ou seja:&nbsp;<br><br>ACHISMO não é bem vindo.<br><br>"Nessa teoria, o profissional de jornalismo é considerado por alguns como o Davi da sociedade matando o Golias, isso porque, o trabalho jornalístico é considerado como um espelho da realidade, ou seja, funciona como um contra<br>poder. O jornalista é visto como um comunicador desinteressado que retrata a realidade doa a quem doer (TRAQUINA, 2005)."<br><br>Fonte: TRAQUINA, Nelson. Teorias do Jornalismo. [S. l.]: Insular, 2005.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-27 21:08:08 UTC</pubDate>
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         <title>Comunicação e seu poder na sociedade</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>"O jornalismo é muito influenciado pelo desenvolvimento das tecnologias de comunicação. Para Carolina Weber (2010), as principais modificações nas práticas jornalísticas são: “na estrutura das organizações, no acesso à informação e às fontes, no tratamento das mensagens e na relação com o público”. O processo de midiatização expandido modifica as relações entre mídia e sociedade e entre a própria mídia.<br>KOVACH e ROSENSTIEL chamam de <strong><sub>“</sub></strong><strong>sentido de percepção</strong><strong><sub>” </sub></strong>(2003, pp. 36-40)<br><br>KOVACH, Bill; ROSENSTIEL, Tom. Os elementos do jornalismo: o que os jornalistas<br>devem saber e o público exigir. São Paulo: Geração Editorial, 2003.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-27 21:13:37 UTC</pubDate>
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         <title>Origem</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Surgiu no final do século XIX, é considerada a primeira metodologia utilizada para compreender por que as notícias são como são. “Sua base é a ideia de que o jornalismo reflete a realidade, ou seja, as notícias são do jeito que<br>conhecemos porque a realidade assim determina” (PENA, 2006, p. 125).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-27 21:30:18 UTC</pubDate>
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         <title>“A ética é a ciência da moral”</title>
         <author>alanabrros</author>
         <link>https://padlet.com/alanabrros/ivnz8np1hv7h94sr/wish/1849758339</link>
         <description><![CDATA[<div>A prática do jornalismo adveio da necessidade de troca de informações e do progressivo interesse que foi sendo surgido por tais informações. Muito posterior foi desenvolvido a reflexão teórica sobre essa prática. As teorias iniciais indicavam o jornalismo como espelho da realidade, um campo próximo da neutralidade, que poderia apresentar à sociedade o que seria de fato ela mesma.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Para essa teoria, chamada de “teoria do espelho”, a linguagem opera apenas como intermediária e o discurso isento é capaz de mostrar a realidade.</div><div>&nbsp;</div><div>Logo, o jornalista atua como um comunicador desinteressado que não reproduz nenhum tipo de ideologia ou opinião pessoal na reportagem, apenas conta os fatos como são da forma mais objetiva e imparcial possível.</div><div>&nbsp;</div><div>Mas será que é isso mesmo que acontece?&nbsp;</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-28 00:34:44 UTC</pubDate>
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         <title>Espelho da realidade? Tem algo embaçado ai!</title>
         <author>alanabrros</author>
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         <description><![CDATA[<div>Alguns veículos já admitem que a objetividade não é possível. O Manual Geral da redação da Folha de São Paulo, por exemplo, diz que <strong>“Não existe objetividade em jornalismo. Ao redigir um texto e editá-lo, o jornalista toma uma série de decisões que são em larga medida subjetivas, influenciadas por posições pessoais, hábitos e emoções”. (FOLHA DE SÃO PAULO, 1987, p. 34)</strong></div><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-28 00:45:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>alanabrros</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Por vivermos em uma sociedade desigual, onde a existência da segregação racial e social opera de forma estrutural, em todos os âmbitos do desenvolvimento humano, </strong>estamos falando de todos mesmo,<strong> como: cultura, informação, saúde, educação, não seria diferente nos meios midiáticos.&nbsp;</strong></div><div><br></div><div><strong>Em primeiro lugar, argumenta que é impossível estabelecer uma distinção radical entre a realidade e os media noticiosos que devem ‘refletir’ essa realidade, porque as notícias ajudam a construir a própria realidade. Em segundo lugar, defende a posição de que a própria linguagem não pode funcionar como transmissora direta do significado inerente aos acontecimentos, porque a linguagem neutral é impossível. (TRAQUINA, 2005, p. 168).<br></strong><br></div><div><strong>O racismo, por exemplo, é naturalizado a partir de palavras e termos seletos, principalmente nas publicações de editoria policial. E vem gerando grande insatisfação no público de leitores, além de ser pré-taxado como criminoso, também é prematuramente julgado. &nbsp;</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-28 02:56:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>alanabrros</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title></title>
         <author>alanabrros</author>
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         <pubDate>2021-10-28 03:05:26 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>alanabrros</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Quando o bandido é de classe média, pele clara e cabelo liso raramente é chamado de “bandido” ou “infrator”.</strong> <br><br>Em um <a href="https://www.publicacoes.uniceub.br/universitashumanas/article/view/1392/1504">estudo</a> sobre o racismo na mídia publicado em 2011 por Harrison da Rocha, mestre e doutor em Linguística pela Universidade de Brasília, o autor aborda a seletividade do sistema feita de forma clara e incoerente. <strong>Nela foi detectado que esta prática surgiu na Europa Ocidental por conta da falta de representatividade nas redações. <br><br>“Praticamente todos os jornalistas na Europa Ocidental pertencem à raça branca e não têm relação nem pessoal, nem profissional com as classes minoritárias”.</strong>&nbsp;<br><br>É a partir dessa falta de identificação colocada num texto jornalístico de maneira subjetiva que traz o discurso e observações semânticas que associam grupos étnicos ou raciais a aspectos negativos e o relaciona diretamente à uma lista de adjetivos prontos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-28 03:05:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>alanabrros</author>
         <link>https://padlet.com/alanabrros/ivnz8np1hv7h94sr/wish/1850153359</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Diante a tantos anos do histórico racista na mídia, é mais do que necessário a reflexão dos termos não baseados na seletividade, mas em fatos. A regra é CLARA: se o indivíduo não foi julgado, é suspeito. Independente da cor da pele, da classe social ou de onde mora, o que não se pode deixar levar são os fatos.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-28 03:11:53 UTC</pubDate>
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         <title>As inspirações da Teoria do Espelho</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>As inspirações da Teoria do Espelho se concentram na ideia positivista de Augusto Comte no século XIX e tem sua pedra fundamental nas revoluções burguesas do século XVIII.<br><br>Com a ideia de uma desvinculação do jornalismo da opinião (principalmente política), e com a expansão das demandas e evolução capitalista, as notícias passaram a ser, também, uma mercadoria, exigindo uma profissionalização das pessoas envolvidas. Neste cenário, surgem figuras como o repórter, que assume um papel de investigador analítico com a única função de reportar os fatos como são.<br><br>Dessa forma, o jornalista deveria se portar como um mediador desinteressado e neutro, um mero espectador capaz de narrar fatos de forma objetiva e livre de opiniões. Como um espelho da realidade, essa teoria pressupõe que as notícias são como são, pois, a realidade assim determina. Apesar de ser a teoria de comunicação mais usada na sociedade ocidental, sofre críticas desde os anos 1950 com a Teoria do Gatekeeping.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-28 19:59:13 UTC</pubDate>
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         <title>Fake News</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/alanabrros/ivnz8np1hv7h94sr/wish/1852374609</link>
         <description><![CDATA[<div>Com a popularização e acesso facilitado aos meios de comunicação, o conceito de <em>fake news </em>ganhou destaque. Empregado às <strong><mark>notícias fraudulentas</mark></strong> que circulam nas mídias sociais e na Internet, o conceito é aplicado principalmente aos portais de comunicação online, como redes sociais, sites e blogs, que são plataformas de fácil acesso e, portanto, mais propícias à propagação de notícias falsas, visto que qualquer cidadão tem autonomia para publicar.<br><br>Hoje em dia, as pessoas estão cada vez com mais pressa e ansiosas. Muitas não param para ler as notícias e verificar sua procedência e do que se trata, compartilhando sem qualquer tipo de filtro.<br><br>A teoria do espelho passa longe de tudo isso, pois prega justamente o oposto da cultura de fake news que vivemos.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-28 20:40:08 UTC</pubDate>
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         <title>A IRONIA...</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>No mundo contemporâneo de hoje, a teoria do espelho encontra cada vez mais oposições, contradições e impecílios. Vamos falar sobre isso...</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-28 20:51:00 UTC</pubDate>
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         <title>Gonzo. Que isso, é de comer?</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A objetividade é um discurso de mascaramento da ideologia que permeia o jornalismo. O princípio da objetividade serve para esconder o fato de que <strong>nenhuma linguagem é neutra</strong>. (DANTON, 2011)&nbsp;<br><br>O gonzo tira essa máscara e suas características são:<br><br></div><ul><li>busca narrar os fatos a partir da imersão e experiência participativa no evento</li><li>&nbsp;é um relato cáustico de um evento comum sendo mostrado de forma bizarra</li><li>contém humor</li><li>os textos são sempre escritos em primeira pessoa</li><li>&nbsp;a visão do jornalista sobre o assunto é evidente</li><li>o gênero surge em 1970 com uma reportagem de&nbsp; Hunter S. Thompson para a Scanlan's Monthly</li></ul><div><br>Entretanto, a ficção pura e simples não serve ao gonzo. O conteúdo dos textos deve ser <strong>JORNALÍSTICO</strong>, ou seja: um fato precisa estar acontecendo necessariamente”. Para fazer jornalismo gonzo não é necessário procurar fatos bizarros. Aliás, o ideal é abordar fatos normais, banais, sob ponto de vista bizarro e pessoal.&nbsp;<br><br>O gonzo também quer ir contra a imagem que os jornalistas fazem de si mesmos, de sérios e respeitáveis.&nbsp;<br><br></div><div><strong><mark>EXEMPLOS:</mark></strong><br>1) Na matéria “Puro Rock’n’roll”, publicada na Superinteressante, número 8, ano 15 de agosto de 2001, o repórter Dagomir Marquezi se disfarçou de saxofonista do grupo Jota Quest e participou de show em Mogi das Cruzes<br><br>2)&nbsp; Arthur Veríssimo - Revista Trip: "Minha função seria monitorar, juntamente com o grupo, uma festa de criança. O detalhe é que eu iria fantasiado de porquinho da Parmalat"<br><br>3) Programas como o CQC (em especial pela questão do humor) e A Liga (em uma das matérias, a repórter se oferece como prostituta), ambos da Band.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-28 21:14:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <pubDate>2021-10-28 21:30:26 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>alanabrros</author>
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         <description><![CDATA[<div><br><strong>Alana Araujo Barros - 20101160&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>Anna Luisa Burle - 18100062<br></strong><br></div><div><strong>Anne Danielle Silva Serafim - 20100775<br></strong><br></div><div><strong>Giovanna Gilio - 20200219<br></strong><br></div><div><strong>Gabrielle Melo Resende - 20101226<br></strong><br></div><div><strong>Heloísa Scarano da Silva - 20100944</strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-28 22:00:55 UTC</pubDate>
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