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      <title>7º período - A nova fase by Miréia Ferreira Tamarindo</title>
      <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g</link>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-07-23 19:09:09 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-09-28 21:10:40 UTC</lastBuildDate>
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         <title>14/07 - Primeiro dia do 7º período</title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3527188844</link>
         <description><![CDATA[<p>No dia 14 de julho de 2025, vivenciei o início do meu sétimo semestre, uma etapa marcante por representar a transição definitiva da teoria para a prática. Esse primeiro encontro aconteceu em uma sala onde foram reunidos os alunos do 7°, 8° e 9° períodos, com o objetivo de nos apresentar as diretrizes gerais do estágio supervisionado em rede ambulatorial. A coordenadora Isabelle foi quem conduziu esse momento, compartilhando conosco informações importantes sobre a carga horária, a organização das atividades e o papel dos preceptores.</p><p>Após essa introdução, minha turma, do 7° período, foi direcionada para outra sala. Lá, foi realizado o sorteio dos grupos que seriam destinados aos campos de estágio dos PSFs primeiro e a partir disso, fomos divididos em turma 1 (PSFs) e turma 2 (AMBE) e com base nesse sorteio, ficou definido que eu começarei meu estágio pelo Ambulatório Escola (AMBE), mas que essa divisão de módulos e grupos do AMBE ainda será feita durante a semana e que na segunda parte do semestre, daqui a três meses, estarei na unidade Nova Cascatinha, com o meu colega Arthur. Fiquei feliz com a minha dupla e com o local designado, o que me trouxe mais segurança.</p><p>Esse primeiro contato foi fundamental para que eu me sentisse inserida e mais preparada emocionalmente para o que virá. Foi uma manhã de acolhimento e organização, que me ajudou a compreender o funcionamento do estágio e a importância do nosso papel enquanto estudantes de enfermagem em formação. Apesar da ansiedade natural de um recomeço, saí do primeiro dia confiante e motivada. Percebo que essa etapa exigirá de mim mais autonomia, responsabilidade e capacidade crítica.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-23 19:28:09 UTC</pubDate>
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         <title>15/07 - Aula de comunicação</title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3527193684</link>
         <description><![CDATA[<p>Hoje foi o segundo dia e a turma 2 (minha turma) teve sua primeira aula no Ambe. Fomos encaminhados para uma sala de aula, onde tivemos uma aula com a enfermeira Bia sobre comunicação na prática de enfermagem. Durante a manhã, a professora discutiu estratégias de abordagem ao paciente, tipos de perguntas, escuta ativa e postura profissional.</p><p>A aula foi bastante proveitosa e me ajudou a perceber a importância de uma comunicação humanizada e eficaz. Compreendi que a forma como me comunico impacta diretamente no vínculo com o paciente e na qualidade do cuidado prestado. Foi um momento de ampliação do olhar, especialmente sobre a escuta sensível e a construção de confiança.</p><p>Ainda preciso aprimorar minha segurança ao conduzir uma conversa clínica, mas percebo que estou no caminho certo. A aula foi leve, esclarecedora e me motivou para o início dos atendimentos.<br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-23 19:41:15 UTC</pubDate>
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         <title>16/07 - Dia de nivelamento</title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3527205072</link>
         <description><![CDATA[<p>Hoje participei do nivelamento prático no Centro de Simulação Realística da faculdade. Foram preparadas três estações temáticas: saúde da criança, saúde da mulher e saúde do adulto e adolescente. Cada estação estava organizada em uma sala, e as atividades foram conduzidas pelas seniors e acompanhadas pelas preceptoras.</p><p>Tive a oportunidade de revisar técnicas importantes da prática clínica. Em saúde da mulher, relembrei como realizar o exame ginecológico, contemplando a coleta do exame citopatológico do colo do útero. Nas demais estações, revisamos os exames físicos conforme as especificidades de cada grupo etário. Consegui tirar algumas dúvidas que ainda carregava e reforçar minha memória prática.</p><p>Estava com dificuldades principalmente para a analisar frequência respiratória e identificar os sons esperados na ausculta pulmonar, mas acredito que consegui melhorar esses pontos um pouco mais.</p><p>Embora estivesse um pouco nervosa no início, principalmente por medo de esquecer alguns procedimentos, fui acolhida pelas professoras, o que me deixou mais à vontade. Saí um pouco mais tranquila para começar essa etapa, mas também com a certeza da necessidade estudar um pouco mais para ter segurança no momento da realização dos procedimentos. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-23 20:10:02 UTC</pubDate>
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         <title>17/07 - Ambiência no AMBE</title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3527212878</link>
         <description><![CDATA[<p>Participei da recepção oficial no Ambulatório Escola. Estavam presentes a coordenadora do estágio no ambulatório, Lívia Firmino, que também é preceptora do Módulo de Saúde do Adulto; a professora Simone, preceptora de Saúde do Adolescente; a professora Regina, responsável pelo módulo de Saúde da Criança; e a professora Aline, que acompanha a área de Saúde da Mulher. Também participaram as seniors (alunas do último semestre que nos apoiam durante a prática), duas residentes e o restante da turma 2.</p><p>Durante a recepção, as professoras explicaram com clareza como será o funcionamento do estágio, detalharam nossa rotina, os módulos, os critérios de avaliação e a importância da construção diária do portfólio, como estou fazendo agora. Recebemos a descrição dos critérios de pontuação e atividades avaliativas e confesso que quando vi todas as especificações fiquei um pouco preocupada, mas entendo que é necessário.</p><p>Esse momento foi muito acolhedor. Cada pessoa presente recebeu da professora Lívia um chocolate simbólico e um texto motivacional, e em seguida fizemos uma breve autoapresentação, o que ajudou a quebrar o clima de nervosismo. Após essa apresentação, tivemos um café da manhã coletivo e, em seguida, um tour guiado pela professora Simone para conhecermos as dependências do Ambulatório Escola. Fiquei impressionada com a estrutura física da unidade, que é muito ampla e distribuída em três prédios. Conhecemos o setor odontológico, o centro de radiologia, o setor de psicologia e psiquiatria e outras áreas que compõem a rede interna de atendimento.</p><p>Esse dia foi essencial para me situar no ambiente, compreender melhor como tudo irá funcionar, principalmente por quê diferente da maioria dos meus colegas, eu não conheço tão bem a estrutura, em razão de ter vindo apenas duas vezes nos estágios extracurriculares. </p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-23 20:27:14 UTC</pubDate>
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         <title>21/07 - A primeira consulta</title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3527219758</link>
         <description><![CDATA[<p>O quinto dia foi, na prática, o meu primeiro dia realizando uma consulta real no Ambulatório Escola e marcou uma experiência muito significativa para mim. Estávamos em quatro colegas naquela manhã: eu, a Sarah, a Rebecca e a Bia. Iniciamos o dia na sala de consulta com a professora Lívia, que nos orientou sobre o funcionamento do sistema, como acessar o prontuário eletrônico do paciente, registrar os dados e conduzir a anamnese de forma adequada.</p><p>A professora nos passou todas as instruções iniciais com muita clareza e, logo depois, atendemos nossa primeira paciente. Foi um momento marcante, pois representou meu primeiro contato oficial com a prática clínica neste campo de estágio. A consulta foi extensa e muito rica em conteúdo. A paciente apresentou uma demanda de saúde que envolvia, principalmente, questões emocionais e familiares e um histórico de diagnóstico de depressão e tentativas passadas de suicídio. Isso nos levou a olhar para o cuidado de forma mais ampla, considerando o aspecto biopsicossocial do atendimento em enfermagem.</p><p>Durante a consulta, tivemos liberdade para conduzir a entrevista, fazer as perguntas da anamnese, realizar o exame físico e desenvolver as etapas do processo de enfermagem, sempre com o suporte e presença da professora, que intervinha com orientações quando necessário, mas também respeitava nossa autonomia. A consulta estava prevista para terminar ao meio-dia, pois das 12h às 13h ocorre o momento do round, mas se estendeu até quase 13h30, devido à complexidade e à escuta necessária naquele atendimento. </p><p>Foi um dia ótimo. Apesar do nervosismo inicial, saí da sala com a sensação de ter aprendido muito. Percebi a importância da escuta qualificada, do acolhimento e da sensibilidade diante das demandas emocionais que, muitas vezes, se somam às queixas físicas. Além disso, o exercício da autonomia com supervisão me ajudou a ganhar mais segurança e consciência da minha responsabilidade como futura enfermeira. <mark>Não conseguimos participar do round nesse dia, mas compreendo que foi por uma causa justificável e que o aprendizado prático foi igualmente valioso. </mark></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-23 20:52:08 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>22/07 - Atendimento da Bia</title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3528064301</link>
         <description><![CDATA[<p>Não havia pacientes disponíveis para atendimento durante a manhã, então sugerimos à professora realizarmos atendimento entre nós. Eu, a Rebeca e a Sarah atendemos a Bia, que se disponibilizou para ser nossa paciente. Eu também iria ser atendida, mas não deu tempo. Fomos até recepção, fizemos o cadastro no sistema como usuárias reais, o que deixou a experiência ainda mais próxima da rotina do ambulatório.</p><p>Conduzimos a consulta de forma completa, dividindo entre nós as etapas da anamnese e da avaliação física. Por se tratar de uma consulta inicial, o atendimento foi mais detalhado e demorou um pouco mais, o que nos permitiu aprofundar cada etapa com mais tranquilidade. Eu fiquei responsável por parte da avaliação de enfermagem, com perguntas, a aferição dos sinais vitais e uma parte do exame físico, que incluiu a palpação abdominal superficial e profunda, o teste de sensibilidade com monofilamento e também o teste de flexibilidade com movimentos de extensão e flexão. Foi uma ótima oportunidade para revisar técnicas importantes e praticar com mais segurança.</p><p>Depois da consulta, iniciamos a evolução, mas terminamos em casa em razão do tempo. <mark>Na sequência, participamos do round diário, que acontece sempre das 12h às 13h. A discussão do dia foi conduzida pela professora Aline, do módulo de Saúde da Mulher, que falou sobre consulta ginecológica, explicando como funciona o exame das mamas e o especular e quais as principais condutas e diferenciações clínicas que precisamos estar atentos durante esse tipo de atendimento.</mark></p><p>Foi uma manhã proveitosa,  visto que o atendimento da Bia me permitiu treinar a abordagem com seriedade e autonomia. Além disso, o round complementou o dia de forma leve e prática.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-24 18:17:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>23/07 - Dia de CME e ECG</title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3528076670</link>
         <description><![CDATA[<p>Na quarta-feira, o nosso dia de estágio foi um pouco diferente do habitual. Houve uma reorganização na escala feita pela professora Lívia, e inicialmente, eu e a Rebeca ficaríamos no CME (Central de Material e Esterilização), enquanto a Sarah ficaria no curativo e a Bia, no setor de eletrocardiograma. No entanto, devido à ausência de uma funcionária, a técnica responsável pelo CME, Marisa, precisou se dividir entre o CME e o setor de ECG. Com isso, acabamos ficando eu, a Rebecca e Bia juntas nos dois setores.</p><p>Durante a manhã, foram realizados quatro eletrocardiogramas. A Bia foi quem acompanhou mais diretamente o processo, visto que na escala, o setor de ECG era oficialmente dela no dia, enquanto eu e Rebeca auxiliamos na preparação dos pacientes.  Foi diferente ver o resultado do eletro em tempo real, levando em consideração que o meu contato tinha sido somente nas aulas do Professor Lima. Logo após, nos dirigimos ao CME, onde fomos devidamente paramentadas, respeitando os cuidados exigidos para o ambiente. A técnica Júlia juntamente com a Marisa, nos apresentaram todo o funcionamento da central: conhecemos as máquinas, os fluxos de entrada e saída dos materiais, os tipos de ciclos de esterilização e os critérios para cada tipo de instrumento. Foi um momento muito técnico, mas extremamente necessário para compreendermos a importância da segurança e da assepsia nos serviços de saúde.</p><p>Um pouco antes do momento do round do dia, voltamos à sala para finalizar a evolução da consulta do dia anterior. <mark>Em seguida, participamos do round, que naquele dia foi conduzido pela professora Lívia, preceptora do módulo de Saúde do Adulto. Ela trouxe uma discussão muito relevante sobre o processo de enfermagem, abordando suas etapas, a importância da organização e registro, e a autonomia que esse processo</mark> <mark>garante à prática profissional do enfermeiro. </mark></p><p>Esse foi um dia diferente. Tive contato com setores que nem sempre conseguimos acessar com tanta profundidade, <mark>e a reflexão feita no round reforçou o quanto o processo de enfermagem é fundamental para garantir cuidado sistematizado, ético e autônomo</mark>. Saí do ambulatório com sensação de não fazer ideia do quanto e quantos lugares a enfermagem pode se fazer presente.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-24 18:55:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>24/07 - Quinta feira</title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3528083656</link>
         <description><![CDATA[<p>O dia de hoje foi, até agora, o mais corrido do estágio. Diferente dos outros dias, desta vez nos dividimos em duplas para os atendimentos. Eu fiquei com a Sarah, e juntas realizamos duas consultas com pacientes do sexo masculino, o que, para mim, foi uma novidade. Confesso que no início me senti um pouco receosa, por nunca ter feito uma consulta com paciente homem.</p><p>O primeiro paciente que atendemos relatou um histórico de cálculo renal. Ele já havia passado por tratamento anteriormente por meio da litotripsia, que posteriormente, precisei pesquisar para entender como era feito, além disso ele trouxe exames de imagem recentes para análise, relatando suspeita de tumor na região renal, alertado pelo profissional que realizou, acolhemos a demanda, e encaminhamos adequadamente para a clínica médica. Também agendamos um retorno para daqui a três meses, a fim de garantir continuidade ao acompanhamento.</p><p>Na sequência, atendemos um segundo paciente, um jovem de 28 anos, que veio apresentar resultados de exames laboratoriais solicitados em uma consulta de enfermagem anterior, realizada há cerca de cinco meses. A abordagem foi um pouco mais desafiadora, pois ele era bastante calado e introspectivo. Apesar disso, conseguimos conduzir a consulta de forma tranquila, acolhedora e respeitosa. Realizamos o exame físico, mantivemos uma escuta atenta e organizamos as próximas condutas de acordo com o protocolo, como o retorno da consulta de enfermagem e encaminhamento para médico clínico. Além disso, a professora Lívia, realizou uma solicitação de atendimento psicológico para ele naquele momento, o que não sabia que era possível.</p><p>Além das consultas, realizei pela primeira vez, o teste de glicemia capilar (HGT) em um paciente. Mesmo sendo um procedimento simples, foi legal aplicar na prática.</p><p><mark>Mais tarde, participei do round com a professora Regina, preceptora do módulo de Saúde da Criança. A temática abordada foi a importância da correta leitura e preenchimento da caderneta da criança, especialmente no que diz respeito aos gráficos de peso, altura e idade. Ela reforçou a relevância de sabermos interpretar esses dados e marcá-los corretamente, pois isso interfere diretamente no acompanhamento do crescimento e desenvolvimento infantil.</mark></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-24 19:16:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Pesquisa - Cálculos Renais </title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3528130443</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><strong>Definição</strong> <strong>e</strong> <strong>Epidemiologia</strong>:</p><p>Os cálculos renais (nefrolitíase ou urolitíase) são formações sólidas resultantes da cristalização de sais minerais presentes na urina, podendo obstruir rins, ureteres ou bexiga. Representam uma das principais causas de hematúria e dor lombar ou abdominal, afetando cerca de 1 em cada 11 pessoas, com maior prevalência em homens (2:1) e aumento global devido a fatores como obesidade, dieta e mudanças climáticas.</p><p>A formação ocorre por supersaturação urinária de substâncias como cálcio, oxalato, ácido úrico, cistina, xantina ou fosfato, associada à baixa excreção de inibidores (como citrato) ou maior acidez urinária. Frequentemente, inicia-se sobre placas de Randall, compostas por fosfato de cálcio.</p><p><strong>Principais tipos de cálculos:</strong></p><p>Cálcio (70–85%): oxalato de cálcio (mono ou diidratado) ou fosfato de cálcio; pH ácido, neutro ou alcalino, associados a distúrbios como hiperparatireoidismo.</p><p>Ácido úrico (8–10%): urina ácida (pH &lt; 5,5), relacionados a gota, obesidade e diabetes; radiotransparentes e passíveis de dissolução por alcalinização.</p><p>Estruvita (7–8%): infecções por bactérias produtoras de urease; cálculos coraliformes que exigem remoção completa.</p><p>Cistina (1–2%): distúrbios hereditários como cistinúria; resistentes à litotripsia extracorpórea.</p><p><strong>Fatores de risco:</strong></p><p>Incluem condições metabólicas (hipercalciúria, hiperoxalúria, hiperuricosúria, hipocitratúria, acidose tubular renal, hiperparatireoidismo, gota, diabetes tipo 2), hábitos (baixa ingestão hídrica, dieta rica em sal, proteína animal ou oxalato), fatores genéticos e uso de medicamentos como indinavir e triantereno.</p><p><strong>Manifestações clínicas</strong> variam conforme tamanho e localização, sendo a cólica renal intensa o sintoma típico, com dor em flanco irradiando para a virilha. Podem ocorrer náuseas, vômitos, hematúria, urgência miccional, disúria, febre e calafrios na presença de infecção.</p><p><strong>Diagnóstico</strong> baseia-se em tomografia computadorizada (padrão-ouro) ou ultrassom (alternativa sem radiação). Exames laboratoriais incluem urinálise, dosagens de cálcio, ácido úrico, pH urinário, citrato e hormônios; análise do cálculo eliminado auxilia no tratamento. Diagnósticos diferenciais: apendicite, colecistite, obstrução intestinal e aneurisma de aorta.</p><p><strong>Tratamento</strong> pode ser expectante (cálculos &lt;5 mm com hidratação e AINEs), medicamentoso (bloqueadores alfa, alopurinol, citrato de potássio) ou intervencionista, como:</p><p><mark>Litotripsia</mark> extracorpórea por ondas de choque (≤1 cm)</p><p>Ureteroscopia com litotripsia a laser (cálculos ureterais)</p><p>Nefrolitotomia percutânea (cálculos grandes ou coraliformes)</p><p>Cirurgia aberta ou endoscópica (casos complexos)</p><p><strong>Prevenção</strong> envolve hidratação suficiente para produzir &gt;2 L de urina/dia, dieta com redução de sal, proteína animal e oxalato, ingestão moderada de cálcio, consumo de suco de limão (rico em citrato) e controle de comorbidades como gota, diabetes, obesidade e hipertensão.</p><p><strong>Complicações</strong> incluem obstrução renal persistente (hidronefrose e dano renal), infecções recorrentes (pielonefrite, pionefrose), doença renal crônica e associação com doenças sistêmicas como cardiovasculares e síndrome metabólica.</p><p><br/></p><p><strong>Referências:</strong></p><p><br/></p><p>PREMINGER, Glenn M. Cálculos no trato urinário. Revisado por: GOMELLA, Leonard G. Manual MSD – Versão Saúde para a Família, jan. 2025. Disponível em: https://www.msdmanuals.com/pt/casa/distúrbios-renais-e-urinários/cálculos-no-trato-urinário/cálculos-no-trato-urinário. Acesso em: 24 jul. 2025.</p><p><br/></p><p>LESLIE, Stephen W.; SAJJAD, Hussain; MURPHY, Patrick B. Cálculos renais, nefrolitíase. StatPearls. Treasure Island (FL): StatPearls Publishing; 2024. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK442014/. Acesso em: 25 jul. 2025.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-24 22:08:40 UTC</pubDate>
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         <title>28/07 - Segunda feira</title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3532380217</link>
         <description><![CDATA[<p>Hoje foi um dia bom de estágio. Atendi em dupla com a Bia e realizamos uma consulta com uma paciente que havia sido encaminhada ao Ambulatório para verificar a posição do DIU. No entanto, descobrimos que o encaminhamento havia sido feito por engano. Apesar disso, conseguimos reorganizar a situação e dar continuidade à consulta normalmente. A paciente estava acompanhada de sua filha, um bebê de apenas três meses, e foi ótimo ter um bebê durante as consultas, especialmente por quê eu adoro crianças.</p><p>Durante a consulta, concluimos as peguntas e eu e a Bia nos revezamos na realização do exame físico. Fiquei responsável por aferir os sinais vitais, realizar o HGT, a ausculta pulmonar e cardíaca. Conduzimos a consulta com atenção, mas algo que me deixou reflexiva depois foi o fato de que a paciente demonstrava estar com pressa, provavelmente por estar com a bebê no colo. Por conta disso, tentei ser ágil e objetiva, mas depois fiquei pensando se não deveria ter explorado um pouco mais alguns aspectos da situação, mesmo que de forma breve. Foi algo que percebi que preciso melhorar: priorizar o que deve ser feito e passar ao paciente a importância da consulta. Ao mesmo tempo, compreendo que o nosso tempo precisa respeitar o contexto do usuário, e que, nesse caso, a escuta sensível também passa por perceber quando a pessoa não está em condições de permanecer muito tempo.</p><p>Encaminhamos a paciente para retorno em três meses e também realizamos o encaminhamento para enfermagem em saúde da mulher, além do encaminhamento para avaliação médica na clínica geral. Quanto à bebê, também fizemos o encaminhamento para puericultura no ambulatório para acompanhamento do desenvolvimento.</p><p>Finalizamos a evolução da consulta ainda na sala de atendimento, o que otimizou bastante o nosso tempo. <mark>Não houve round ao final do turno, pois a professora Simone deixou uma atividade: dividiu temas entre os grupos e pediu que organizássemos pequenas apresentações para a próxima semana</mark>. Foi um fechamento tranquilo para um dia que, apesar de simples, trouxe aprendizados importantes sobre organização, comunicação e sensibilidade diante da realidade de cada paciente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-30 21:41:10 UTC</pubDate>
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         <title>29/07 - Terça feira</title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3532380290</link>
         <description><![CDATA[<p>Hoje o dia foi um pouco diferente dos anteriores. Formei dupla com a Rebeca, mas, por coincidência, estávamos ambas com os braços machucados, o que nos impediu de realizar atendimentos clínicos. Aproveitei o início da manhã para organizar duas evoluções que estavam pendentes de quinta-feira passada, finalizando o registro no sistema.</p><p>Em seguida, permanecemos na sala do eletrocardiograma até por volta das 11h. Nenhum paciente compareceu durante esse período, mas a técnica de enfermagem responsável aproveitou para compartilhar conosco aspectos importantes da rotina do setor. Ela explicou como funciona a preparação dos pacientes para o exame e destacou algumas dificuldades recorrentes, como os atrasos para iniciar o procedimento causados por roupas muito apertadas ou difíceis de remover, presença de adornos metálicos e ausência de depilação adequada, especialmente em homens. Comentou que muitos pacientes chegam sem saber dessas orientações prévias, o que compromete a agilidade do atendimento.</p><p>Uma das sugestões levantadas foi a possibilidade de realizar o agendamento desses exames com antecedência. Assim, no momento da marcação, o paciente já poderia receber um papel com todas as instruções necessárias, facilitando tanto o preparo adequado quanto o fluxo de atendimento no dia do exame. Ela também mencionou que, em dias com pouca ou nenhuma demanda, acaba ficando ociosa por longos períodos, o que desperdiça tempo que poderia ser usado em outros setores. Achei importante essa reflexão, especialmente sobre a viabilidade de entregar previamente orientações escritas aos pacientes ou implementar agendamentos por horário. Isso me fez refletir sobre como o planejamento e a organização do serviço são fundamentais para garantir eficiência, qualidade no atendimento e aproveitamento adequado dos recursos humanos.</p><p>Apesar de não ter realizado atendimento direto, o dia foi proveitoso. Pude me organizar, observar a rotina do ambulatório sob outra perspectiva e refletir sobre gestão de tempo, acolhimento e otimização dos serviços.</p><p><mark>O round foi conduzido pela professora Aline, preceptora de Saúde da Mulher, com foco na coleta e interpretação do exame citopatológico do colo do útero. Revisamos estruturas como epitélio colunar, ectocérvice, endocérvice e junção escamo-colunar (JEC), além dos principais achados do exame:</mark></p><ul><li><p><mark>Inflamações reativas e reparativas, respostas fisiológicas da flora vaginal;</mark></p></li><li><p><mark>Alterações de baixo grau (ASCUS, L-SIL), que requerem novo exame de 6 em 6 meses;</mark></p></li><li><p><mark>Alterações de alto grau (NIC II, III, carcinoma), com necessidade de colposcopia.</mark></p></li></ul><p><mark>Também foram abordados o Teste de Schiller, usado na colposcopia para identificar áreas com alterações celulares, e o Teste de Whiff, para diagnóstico de vaginose bacteriana. A professora, trouxe ainda, exemplos de fatores de risco, como tabagismo, múltiplos parceiros e imunossupressão. O encontro reforçou conhecimentos fundamentais para o cuidado em saúde da mulher.</mark></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-30 21:41:30 UTC</pubDate>
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         <title>30/07 - Quarta feira</title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3532380357</link>
         <description><![CDATA[<p>Hoje atuei pela primeira vez na sala de curativos, o que foi muito marcante para mim. Diferente de alguns colegas, que já passaram por esse setor em estágios extracurriculares anteriores, eu ainda não havia tido essa vivência. Por isso, tudo foi novidade e aprendizado.</p><p>Logo no início, realizei a paramentação completa com capote, luvas e máscara, conforme os cuidados exigidos no ambiente. A técnica de enfermagem Vitória foi extremamente acolhedora, explicou o funcionamento do setor, orientou sobre o uso correto dos materiais e inclusive mostrou o local apropriado para o descarte da água da lavagem dos curativos.</p><p>Atendemos quatro pacientes, com casos diversos:</p><p>Paciente 1: Lesão extensa no tornozelo iniciada por arranhão com prego há cerca de 1 ano e 7 meses. O paciente parou de fumar após orientação da equipe, usa bota de Unna e segue bem o tratamento. Achei interessante como algo simples evoluiu tanto, mas o paciente parece ter uma ótima adesão ao tratamento de melhora da ferida. Pude realizar o desinfachamento do curativo, hidratar a pele com Bepantol e realizar o enfaixamento novamente.</p><p>Paciente 2: Ferida crônica no pé há cerca de 30 anos, com nova lesão recente. Relatou fazer acompanhamento há cerca de 15 anos no Ambulatório para trocas dos curativos. </p><p>Paciente 3: Lesão com regressão após uso inadequado da bota de Unna (sem desbridamento prévio). Após encaminhamento para o AMBE, realizou Exame Doppler que revelou trombose venosa e má circulação. Agora segue em tratamento com papaína e, em breve, AGE. O caso reforçou como decisões técnicas afetam diretamente a evolução do paciente.</p><p>Paciente 4: Em uso de placa de alginato, que só pode ser trocada a cada três dias. A placa é comprado por conta própria e tem um preço elevado, em torno de R$95,00. Apenas substituímos as gazes e refizemos o enfaixamento.</p><p>Em todos os pacientes consegui realizar o desinfachamento e enfaixamento e ajudar durante a realização pegando os insumos nescessários. </p><p>O que mais me marcou nesse dia foi perceber que o cuidado vai muito além da ferida em si. É necessário observar o contexto integral do paciente, incluindo o modo como ele compreende o próprio tratamento, sua relação com a equipe, o apoio familiar e sua disposição em cuidar de si. Em muitos casos, o que favorece a cicatrização não é só o tipo de curativo, mas a rede de apoio e o vínculo com o cuidado. Há feridas pequenas que não cicatrizam pela ausência de estrutura, e feridas grandes que evoluem bem justamente por esse suporte ampliado. Isso me fez enxergar que o paciente é mais do que a lesão, é uma história, uma realidade, um conjunto de fatores que influenciam diretamente no cuidado e ter esse olhar acredito ser essencial.</p><p><mark>A professora Lívia conduziu o round, aprofundando o processo de enfermagem, com ênfase na coleta de dados, formulação de diagnósticos bem fundamentados, e a importância do pensamento crítico. Destacou que, quando não temos todas as informações, é melhor reconhecer e buscar mais dados do que forçar um diagnóstico. Reforçou que o planejamento é essencial para garantir um cuidado seguro e autônomo.</mark></p><p><mark>Ela também nos convidou para participar de uma ação de extensão no domingo, no Circuito da Barão. A proposta é oferecer água saborizada para promover hidratação e saúde, além de uma pergunta objetiva com duas alternativas de resposta para interação com o público. Quem acertar, receberá um brinde. Achei a proposta leve, educativa e uma ótima oportunidade de integração da enfermagem com a comunidade.</mark></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-30 21:41:55 UTC</pubDate>
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         <title>Pesquisa - Feridas e Coberturas</title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3532380477</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Feridas – Conceito:</strong></p><ul><li><p>Lesões na pele causadas por: traumas, problemas circulatórios, distúrbios metabólicos, inflamações, cirurgias etc.</p></li><li><p>Epiderme: proteção contra microrganismos.</p></li><li><p>Derme: reestruturação da pele através dos fibroblastos.</p></li></ul><p><br></p><p><strong>Classificação das Feridas:</strong></p><p>Por origem e aspecto clínico:</p><ul><li><p>Cirúrgicas: abertas ou fechadas com sutura.</p></li><li><p>Queimaduras: causadas por calor, frio, produtos químicos, corrente elétrica, radiação, animais e plantas.</p></li><li><p>Feridas traumáticas: interrupção acidental da pele por cortes, perfurações, abrasões.</p></li><li><p>Ulcerativas: lesões escavadas, com profundidade variável, podendo atingir camadas superficiais ou profundas.</p></li><li><p>Estágio I: pele avermelhada, não rompida, epiderme.</p></li><li><p>Estágio II: erosões ou bolhas na derme.</p></li><li><p>Estágio III: atinge derme e tecido subcutâneo.</p></li><li><p>Estágio IV: perda total da pele, atingindo músculos, tendões e osso.</p></li></ul><p><br></p><p><strong>Fatores de risco:</strong></p><p>Extrínsecos: cisalhamento, umidade, fricção.</p><p>Intrínsecos: idade, peso, mobilidade comprometida, percepção sensorial prejudicada.</p><p><em>Por conteúdo bacteriano:</em></p><p>Limpa: feita em condições assépticas, sem microrganismos.</p><p>Limpa contaminada: &lt;6h do trauma, sem contaminação significativa.</p><p>Contaminada: &gt;6h do trauma, com contaminantes, sem infecção.</p><p>Infectada: com agente infeccioso e inflamação intensa.</p><p><br></p><p><strong>Tipos de Cicatrização:</strong></p><p>1. Primeira intenção: sem perda de tecido, bordas aproximadas, cicatrização rápida (4–14 dias).</p><p>2. Segunda intenção: com perda de tecido, cicatriza de dentro para fora, maior risco de infecção e cicatriz mais evidente.</p><p>3. Terceira intenção: ferida mantida aberta para reduzir edema, infecção ou drenar exsudato.</p><p><br></p><p><strong>Tipos de Curativos:</strong></p><ul><li><p>Simples: gaze estéril, lesão seca e limpa.</p></li><li><p>Oclusivo: cobertura total, sem contato externo.</p></li><li><p>Úmido: protege drenos e irriga a lesão.</p></li><li><p>Aberto: exposta ao ar.</p></li><li><p>Compressivo: promove hemostasia.</p><p><em>Bota de Unna</em>:  A Curatec Bota de Unna é uma bandagem inelástica impregnada com pasta de óxido de zinco, indicada para o tratamento ambulatorial de úlceras venosas e edemas linfáticos em membros inferiores.</p><p><br></p></li></ul><p><strong>Coberturas Primárias:</strong></p><ul><li><p>Papaína: bacteriostática/bactericida, estimula proliferação celular e desbrida tecidos.</p></li><li><p>AGE: mantém umidade, favorece granulação.</p></li><li><p>Gaze não aderente: mantém umidade e reduz trauma.</p></li><li><p>Alginato de cálcio: hemostático, absorve exsudato.</p></li><li><p>Alginato com prata: bactericida, alta absorção.</p></li><li><p>Carvão ativado com prata: controla odor, bactericida, absorvente.</p></li><li><p>Hidrocolóide: mantém umidade, barreira térmica/microbiana.</p></li><li><p>Hidrogel: hidrata e promove desbridamento autolítico.</p></li><li><p>Filme transparente: barreira protetora e fixação.</p></li><li><p>Sulfadiazina de prata 1%: bactericida e bacteriostática.</p></li><li><p>Colagenase: desbridamento enzimático.</p></li><li><p>Espuma de poliuretano: alta absorção, não aderente.</p><p><br></p></li></ul><p><strong>Referências:</strong></p><p><br></p><p>PINHO, Natássia. Tratamento de feridas e curativos: técnicas e melhores práticas para a enfermagem. Artmed+, Porto Alegre, 17 set. 2024. Disponível em: https://artmed.com.br/artigos/tratamento-de-feridas-e-curativos-tecnicas-e-melhores-praticas-para-a-enfermagem. Acesso em: 05 ago. 2025.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-30 21:42:30 UTC</pubDate>
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         <title>Pesquisa - Eletrocardiograma </title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3532380506</link>
         <description><![CDATA[<p>O eletrocardiograma (ECG) é um exame médico simples, rápido e indolor que registra os impulsos elétricos do coração. Esses impulsos são medidos, amplificados e registrados por eletrodos colocados na pele do tórax, braços e pernas, geralmente em 12 posições diferentes (ECG de 12 derivações). O exame fornece informações importantes sobre a frequência, o ritmo cardíaco, a condução elétrica e possíveis alterações estruturais do coração.</p><p>Durante o exame, a onda P representa a ativação dos átrios, o complexo QRS mostra a ativação dos ventrículos e a onda T indica a recuperação elétrica dos ventrículos. O ECG pode detectar diversas condições, como infarto do miocárdio, isquemia, arritmias, hipertrofia ventricular e até aneurismas.</p><p>É frequentemente utilizado quando há suspeita de doenças cardíacas, mas também pode fazer parte de exames de rotina em adultos mais velhos. Em casos onde os sintomas são esporádicos, o ECG pode ser realizado de forma contínua com monitores portáteis durante atividades diárias.</p><p><br></p><p><br></p><p>Referências:</p><p><br></p><p>CASCINO, Thomas; SHEA, Michael J.; HOWLETT, Jonathan G. Eletrocardiograma. Manual MSD Versão para a Família. Abr. 2024. Disponível em: https://www.msdmanuals.com/pt/casa/distúrbios-do-coração-e-dos-vasos-sanguíneos/diagnóstico-de-distúrbios-do-coração-e-dos-vasos-sanguíneos/eletrocardiograma. Acesso em: 30 jul. 2025</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-07-30 21:42:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>31/07 - Quinta feira (ECG)</title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3533739906</link>
         <description><![CDATA[<p>Foi o meu primeiro dia oficialmente escalada para o setor de ECG (eletrocardiograma). Embora já tivesse ido ao setor anteriormente para observar, essa foi a primeira vez em que realmente atuei de forma ativa, realizando os procedimentos sob orientação da técnica Marisa, que me acompanhou durante toda a manhã com muito cuidado e paciência.</p><p>Atendemos seis pacientes. Antes de cada exame, realizei o registro dos dados do paciente em livro próprio, incluindo nome, prontuário, data e nome do profissional responsável. Em seguida, no sistema do computador ao lado da maca, busquei o cadastro do paciente (ou criei um novo, para os novos pacientes), para que fosse possível iniciar o exame.</p><p>Durante a realização do ECG, apliquei o gel condutor e posicionei os eletrodos, com base nos pontos de referência:</p><p>Membros: preto (perna direita), verde (perna esquerda), vermelho (braço direito), amarelo (braço esquerdo), lembrando das associações como “Flamengo” (vermelho e preto) e “Brasil” (verde e amarelo).</p><p>Pré-cordiais (V1 a V6): posicionados nas regiões anatômicas torácicas corretamente.</p><p>Antes de iniciar, solicitamos que os pacientes removessem metais, colares, brincos e relógios, além da blusa, para garantir a qualidade do traçado. Aguardamos a estabilização do sinal antes da leitura. Quando não estabilizava, revisávamos a posição dos eletrodos, presença de adornos ou conexão incorreta. Após o exame, entregamos o resultado impresso ao paciente.</p><p>Também aprendi sobre os cuidados pós-atendimento: deixamos a sala organizada, os eletrodos limpos, o algodão e o álcool repostos e o frasco de gel condutor reabastecido. Marisa reforçou que, mesmo com a correria, é essencial deixar o ambiente pronto para o próximo atendimento. No fim, acompanhei ela na verificação das salas, conferindo se os Descarpack estavam vazios, se haviam papel para as macas e suprimentos básicos.</p><p>Após essa atividade, fui para a sala com minhas colegas (Bia, Sarah e Rebeca) para finalizarmos os materiais da ação de extensão que ocorrerá no domingo, no circuito da Barão. Fizemos os últimos ajustes no folder informativo, nas perguntas educativas com alternativas, e também elaboramos um folheto explicando o cálculo ideal de ingestão de água por peso corporal, para distribuir ao público. Consideramos essa abordagem importante para promover o autocuidado e incentivar a hidratação de forma simples e acessível.</p><p><mark>Hoje não houve round, pois a professora Regina (que seria a responsável pelo dia) não estava presente, possivelmente por reunião. </mark>Aproveitamos esse tempo de forma produtiva para focarmos na organização da atividade de domingo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-01 12:41:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>04/ 08 - Atendimento individual</title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3533740152</link>
         <description><![CDATA[<p>Hoje realizei pela primeira vez um atendimento individual, conforme a escala. A paciente atendida foi uma mulher de 62 anos, que compareceu inicialmente para apresentar exames laboratoriais de rotina. No início da consulta, a demanda parecia limitada apenas à conferência dos resultados, mas, com o avanço da anamnese e o uso de perguntas complementares e escuta ativa, surgiram outras demandas importantes.</p><p>Durante a consulta, ela relatou lesões na região da vulva, informando que já estava utilizando uma pomada sugerida por uma amiga e que percebia melhora. Também foi possível identificar outros pontos relevantes, como baixo consumo de água e dificuldade na ingestão de frutas, o que foi considerado na avaliação geral. No início da consulta, eu estava mais tranquila, mas confesso que fiquei um pouco mais nervosa quando a professora Lívia veio acompanhar a realização do exame físico.</p><p>Diante do relato das lesões, como foi uma demanda nova para mim, foi discutido com a professora a possibilidade de realizar testes rápidos para detecção de ISTS, que logo sugeriu a solicitação de exames sorológicos como forma de complementar o atendimento e garantir um resultado fidedigno, além do encaminhamento clínico e retorno de enfermagem para avaliar outras demandas. Realizei o exame físico, que não apresentou grandes alterações, acompanhada pela professora.</p><p><mark>O round foi conduzido pela professora Simone e teve como foco a apresentação de trabalhos dos alunos. O João Matheus apresentou seu portfólio, e em seguida, o meu grupo, composto por mim, Maria Clara e Rebecca, apresentou o mapa mental solicitado na semana anterior, com foco nos aspectos gerais da consulta de enfermagem com o adolescente.</mark></p><p><mark>Entre os pontos abordados, discutimos quando o sigilo deve ser mantido e quando deve ser quebrado, a importância de atualizar a caderneta do adolescente em todas as consultas, o dever de informar e incluir o adolescente no processo de cuidado, e também a necessidade de avaliar sinais de violência, sabendo quando e como envolver a família nesse contexto. Também foram citadas as bases legais que embasam essas práticas na atenção à saúde do adolescente.</mark></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-01 12:42:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Pesquisa - Enfermagem no Processo de Esterilização de Materiais </title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3535348107</link>
         <description><![CDATA[<p>A pesquisa intitulada “Enfermagem no processo de esterilização de materiais”, publicada na revista Texto &amp; Contexto Enfermagem, teve como objetivo analisar o processo de trabalho dos profissionais de enfermagem envolvidos na esterilização de materiais em um hospital público de Porto Alegre (RS). O estudo, de natureza descritiva e exploratória, utilizou uma abordagem qualitativa e contou com a participação de 18 profissionais da equipe de enfermagem, incluindo enfermeiros, técnicos e auxiliares, que atuavam no Centro Cirúrgico e no Centro de Material e Esterilização (CME).</p><p>A análise dos dados permitiu identificar e descrever detalhadamente o fluxo das etapas do processo de esterilização, além de evidenciar dificuldades operacionais enfrentadas no cotidiano do trabalho. Um dos principais achados foi a constatação de que muitos profissionais apresentavam conhecimento incipiente sobre etapas críticas do processo de esterilização, o que pode comprometer a segurança do paciente e a eficácia do serviço.</p><p>Diante disso, a pesquisa destaca a importância da educação permanente em saúde como uma estratégia essencial para minimizar falhas e promover reflexões sobre a responsabilidade dos profissionais nesse processo. Os autores recomendam a implementação contínua de programas de capacitação para qualificar o trabalho da equipe de enfermagem, fortalecer a segurança dos processos e contribuir para a prevenção de infecções hospitalares.</p><p>Assim, o estudo evidencia a necessidade de valorização do conhecimento técnico e do aprimoramento profissional contínuo no contexto hospitalar, especialmente em áreas críticas como a esterilização de materiais, que impactam diretamente na qualidade da assistência e na segurança do paciente.</p><p><br></p><p><strong>Referências: </strong></p><p>OURIQUES, Carla de Matos; MACHADO, Maria Élida. Enfermagem no processo de esterilização de materiais. Texto &amp; Contexto Enfermagem, Florianópolis, v. 22, n. 3, p. 733-740, set. 2013. Disponível em: https://www.scielo.br/j/tce/a/8jwBGzfFZyXZZm3Tydjwqyp. Acesso em: 1 ago. 2025.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-04 23:06:04 UTC</pubDate>
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         <title>05/08 - Sala de espera </title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3536331157</link>
         <description><![CDATA[<p>Hoje foi o dia da minha sala de espera. Escolhi abordar o tema “Abuso sexual infantil: é preciso falar sobre isso”, por considerar um assunto urgente e necessário. Confesso que me senti um pouco ansiosa antes de começar, tanto pela seriedade do tema quanto pelo fato de ser uma forma de avaliação, mas tudo gostei muito.</p><p>Durante a atividade, as pessoas foram receptivas, escutaram com atenção e interagiram. Consegui conversar, esclarecer dúvidas de algumas pessoas. A presença da Rebeca ao meu lado também foi importante, oferecendo apoio moral e registrando o momento com fotos.</p><p>Para esse momento, preparei um folder informativo, com linguagem acessível e conteúdo baseado em fontes confiáveis. O material abordava o que é o abuso sexual infantil, sinais de alerta (físicos e comportamentais), formas de prevenção no cotidiano, orientações para pais e responsáveis, além de canais de denúncia, como o Disque 100 e o Conselho Tutelar. Também incluí um QR Code direcionando para uma cartilha digital oficial, ampliando o acesso à informação.</p><p>Em uma das abordagens, uma senhora perguntou como fazer uma denúncia anônima de negligência infantil, relatando que havia observado crianças pequenas sozinhas na rua até tarde da noite todos os dias próximo à sua casa. Expliquei sobre o Disque 100, que permite denúncias anônimas, e sobre a possibilidade de acionar o Conselho Tutelar para verificação da situação e proteção das crianças.</p><p>Foi uma experiência diferente e significativa, que me permitiu sair do espaço da consulta e promover um diálogo com a comunidade sobre um tema sensível, com responsabilidade e acolhimento.</p><p><mark>O round de hoje foi conduzido pela residente de Saúde da Mulher, com foco nos principais cuidados durante o pré-natal. Foram abordados temas como:</mark></p><ul><li><p><mark>Vacinas recomendadas na gestação, incluindo dTpa, hepatite B e influenza;</mark></p></li><li><p><mark>Suplementações essenciais, como ácido fólico no primeiro trimestre e sulfato ferroso ao longo da gestação;</mark></p></li><li><p><mark>E, mais recentemente, a introdução da suplementação com carbonato de cálcio como medida preventiva da pré-eclâmpsia, especialmente indicada para gestantes com baixa ingestão alimentar de cálcio.</mark></p></li><li><p><mark>Orientações em casos de gestantes Rh negativas, com destaque para a prevenção da sensibilização materna.</mark></p><p><br></p><p><mark>O conteúdo reforçou o papel da enfermagem na orientação adequada durante o pré-natal e na aplicação dos protocolos atualizados de cuidado.</mark></p><p><br></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-05 22:44:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>06/08 - Quarta feira</title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3538811167</link>
         <description><![CDATA[<p>Hoje acompanhei a atividade da sala de espera conduzida pela Sarah, que abordou violência contra a mulher, com foco em prevenção e formas de denúncia. Registrei fotos e vídeos, e, em alguns momentos pertinentes, aproveitei para trazer informações sobre prevenção do abuso sexual infantil, tema da minha sala de espera ontem. E no final, quando a Sarah já havia concluído, aproveitei para distribuir rapidamente alguns folders do meu tema também.</p><p><mark>O round foi conduzido pela professora Lívia, que finalizou o conteúdo sobre processo de enfermagem, reforçando a importância de seguir o protocolo e utilizar esse instrumento como diferencial na prática profissional. Ela também solicitou uma atividade para entrega na próxima quarta-feira, que consiste em analisar um caso clínico e identificar dez diagnósticos de enfermagem.</mark></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/2682670785/569541caf6d8e735c7ad685056b3d838/Cuide_do_seu_cora__o_Hidrata_se_e_movimente_se_20250811_155254_0000.pdf" />
         <pubDate>2025-08-08 20:26:32 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>07/08 -O último dia do  módulo</title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3538811386</link>
         <description><![CDATA[<p>No último dia do módulo de Saúde da Adulto e do Idoso, iniciei a manhã acompanhando a Rebeca em uma consulta. Ela conduziu todo o atendimento e participei pontualmente, auxiliando no exame físico, já que ela está com o braço lesionado. Uma das demandas desse paciente era o desejo de realizar  a vasectomia. Achei interessante o fato de que o encaminhamento para esse caso, precisa ser feito para Saúde da Mulher, que conta com o dia fixo na agenda para a realização do planejamento familiar.</p><p>Em seguida, realizei minha própria consulta, que começou de forma individual, mas, devido a necessidade de agilidade por conta do horário, a Bia me auxiliou. A paciente apresentava múltiplas demandas clínicas e emocionais, incluindo diabetes, hipertensão, pseudartrose, retenção de líquidos e histórico de nove cirurgias, sendo sete relacionadas à cirurgias ortopédicas nas pernas, uma envolvendo a retirada de parte da crista ilíaca e outra no cotovelo decorrente de fratura por atropelamento. Durante a conversa, também emergiram questões familiares e espirituais, com conflitos conjugais e dificuldades na relação com a filha adolescente.</p><p>Foi um atendimento prolongado, que exigiu maior atenção e escuta qualificada para acolher as diferentes necessidades apresentadas. <mark>Por conta do horário de término, por volta de 13:30, não consegui participar do round, que seria conduzido pela professora Regina.</mark> Foi um dia cansativo, mas bom.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-08 20:27:10 UTC</pubDate>
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         <title>Pesquisa - Pseudartrose </title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3538811453</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Definição</strong> </p><p><br/></p><p>A pseudoartrose é quando a fratura não apresenta uma consolidação óssea completa, interferindo na integridade do osso. Vários fatores podem causar essa demora na cura, dentre situações da própria pessoa ou do local da fratura.</p><p><br/></p><p>Imagine quando ocorre a quebra de um osso da perna, por exemplo. A parte fraturada tem um prazo para se unir novamente e um tempo para se cicatrizar. Quando esse processo termina, está completamente curada. Entretanto, para algumas pessoas esse processo demora mais.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Fatores de risco individuais</strong></p><p><br/></p><p>Tabagismo</p><p>Neuropatias</p><p>Idade do paciente</p><p>Diabetes</p><p>Condição nutricional</p><p><br/></p><p><strong>Fatores relacionados ao local da fratura</strong></p><p><br/></p><p>A fratura pode demorar mais para cicatrizar se ocorrer em partes moles, se houver excesso ou falta de mobilidade no foco da fratura, localização desfavorável ou deficiência da circulação sanguínea na área.</p><p><br/></p><p><strong>Sintomas</strong></p><p><br/></p><p>O principal sintoma da pseudoartrose é a dor no foco da fratura, acompanhada de edema e dificuldade de mobilidade.</p><p>Quando há infecção óssea no local, pode haver vermelhidão e calor.</p><p>Os sintomas são semelhantes aos de uma fratura comum, mas persistem por um tempo prolongado.</p><p>O diagnóstico costuma ser confirmado após seis meses de acompanhamento médico.</p><p><br/></p><p><strong>Classificações mais comuns</strong></p><p><br/></p><p>Atrófica</p><p>Ocorre quando a vascularização no local não está normal, prejudicando a recuperação. A formação de calo ósseo é fraca.</p><p>Hipertrófica</p><p>Ocorre quando há excesso de movimento no local da fratura, dificultando a calcificação. A vascularização está normal, mas a movimentação constante prejudica a consolidação óssea.</p><p><br/></p><p><strong>Tratamentos</strong></p><p><br/></p><p>O tratamento é definido pelo médico após diagnóstico completo. Entre as opções estão:</p><p><br/></p><p>Terapia por ondas de choque</p><p><br/></p><p>Indicada quando métodos convencionais não conseguem a cicatrização necessária ou quando a recuperação é lenta. Melhora a vascularização no local, aumenta a produção de colágeno e estimula a regeneração do tecido. É feita com um aparelho que aplica ondas mecânicas no local da dor, promovendo melhor circulação sanguínea, diminuição da dor e aceleração da cicatrização.</p><p><br/></p><p>Outros métodos</p><p><br/></p><p>Autoenxerto</p><p><br/></p><p>Osteossíntese com placas e parafusos</p><p><br/></p><p><strong>Referência</strong></p><p><br/></p><p>LAMARA, Marcela. Pseudoartrose: o que é, como surge e quais os sintomas?. 2022. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.dramarcelamara.com.br/post/pseudoart">https://www.dramarcelamara.com.br/post/pseudoart</a></p><p>rose-o-que-é-como-surge-e-quais-os-sintomas. Acesso em: 10 ago. 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-08 20:27:30 UTC</pubDate>
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         <title>Pesquisa - Vasectomia </title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3538811543</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Definição, procedimento e principais aspectos:</strong></p><p>A vasectomia é uma cirurgia simples e rápida, realizada pelo urologista, cujo objetivo é impedir que o homem tenha filhos. O procedimento consiste em cortar, bloquear ou selar os canais deferentes, que são responsáveis por transportar os espermatozoides dos testículos até o pênis. Com isso, o sêmen deixa de conter espermatozoides, impedindo a fertilização do óvulo e, consequentemente, a gravidez.</p><p>O procedimento dura entre 15 e 30 minutos e é feito com anestesia local. O médico realiza um pequeno corte no saco escrotal para localizar os canais deferentes, que são puxados para fora, cortados, queimados e amarrados. Em seguida, os canais são recolocados no escroto, e o corte é fechado com pontos ou cola cirúrgica.</p><p>A vasectomia é indicada para homens que não desejam ter mais filhos e pode ser realizada gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), desde que o paciente tenha mais de 21 anos ou pelo menos dois filhos.</p><p><br></p><p><strong>Cuidados antes e após a vasectomia:</strong></p><p>Antes da cirurgia, é fundamental esclarecer todas as dúvidas com o urologista e informar sobre alergias ou uso de medicamentos, especialmente anticoagulantes, que podem precisar ser suspensos. O médico também avalia a região genital para verificar a presença de hérnias, varizes escrotais, massas ou sensibilidade nos testículos.</p><p>Após o procedimento, o homem deve fazer repouso e aplicar compressas frias no local por cerca de sete dias para reduzir o inchaço e o desconforto. É recomendado o uso de roupas confortáveis e evitar relações sexuais por pelo menos 14 dias ou até que o médico libere.</p><p>Embora o bloqueio dos canais deferentes seja imediato, ainda podem existir espermatozoides acumulados nos canais, o que exige o uso de preservativo até que, após cerca de 25 ejaculações e aproximadamente três meses, um espermograma confirme a ausência de espermatozoides no sêmen.</p><p><br></p><p><strong>Vantagens e desvantagens da vasectomia:</strong></p><p>A principal vantagem é o controle eficaz da fertilidade masculina, permitindo que a parceira deixe de usar métodos contraceptivos. Contudo, a vasectomia não protege contra infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), sendo imprescindível o uso de preservativo para evitar doenças como HIV, sífilis e gonorreia.</p><p>Em alguns casos, a vasectomia pode ser revertida pela ligação dos canais deferentes, porém o sucesso depende do tempo decorrido desde a cirurgia. Com o passar dos anos, o corpo pode deixar de produzir espermatozoides férteis devido à formação de anticorpos. Por isso, a vasectomia deve ser realizada somente quando o homem tem certeza que não deseja ter mais filhos.</p><p><br></p><p><strong>Possíveis complicações:</strong></p><p>Embora considerada segura, a vasectomia pode apresentar complicações raras, como hematomas, sangramentos, sangue no esperma, infecções, epididimite, espermatocele, dor crônica, hidrocele, granuloma espermático e falha do procedimento, que pode exigir nova cirurgia. Caso apareçam sintomas como febre, vermelhidão ou dor intensa, é importante procurar atendimento médico imediatamente.</p><p><br></p><p><strong>Informações gerais:</strong></p><p>A vasectomia não altera o prazer sexual, a ereção ou a produção hormonal, já que a próstata e as vesículas seminais continuam funcionando normalmente, produzindo o líquido ejaculado sem espermatozoides. A ansiedade pode dificultar a ereção nos primeiros dias após a cirurgia devido ao desconforto local, mas não há risco real de impotência causado pela cirurgia.</p><p><br></p><p>TUA SAÚDE. Vasectomia: o que é, como é feita e outras dúvidas comuns. Atualizado em outubro 2024. Disponível em: https://tuasaude.com/vasectomia-o-que-e-como-e-feita-e-outras-duvidas-comuns/. Acesso em: 8 ago. 2025.</p><p><br></p><p>BRASIL. Ministério da Saúde. Idade para realização de laqueadura e vasectomia passa de 25 para 21 anos. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 3 mar. 2023. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2023/marco/idade-para-realizacao-de-laqueadura-e-vasectomia-passa-de-25-para-21-anos. Acesso em: 8 ago. 2025.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-08 20:27:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Considerações finais </title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3539569716</link>
         <description><![CDATA[<p>O módulo de Saúde do Adulto proporcionou experiências diversificadas, envolvendo consultas, procedimentos, rounds, ações educativas e pesquisas complementares. Foi possível aprofundar o raciocínio clínico, conhecer protocolos e desenvolver um olhar ampliado sobre o paciente, integrando aspectos físicos, emocionais e sociais. A vivência prática associada ao embasamento teórico fortaleceu a compreensão das demandas da comunidade e a importância do planejamento sistematizado do cuidado. Me despeço do módulo grata e surpresa ao mesmo tempo, por gostar e aprender mais do que imaginei. Agradeço a professora Lívia pelo carinho e dom de correção e pelas minhas colegas de módulo e espero que da vida, a partir de agora.</p><p><br/></p><p><strong>Autoavaliação</strong></p><p>Participei ativamente nas consultas, procedimentos e ações educativas, aproveitando oportunidades para ampliar o aprendizado e aplicar conteúdos vistos em aula. Evoluí no manejo da anamnese, no exame físico e na abordagem de temas sensíveis com segurança e ética. Acredito ter cumprido todos os critérios avaliativos, o que justifica a atribuição da nota 9,75/10.</p><p><br/></p><p><strong>Que bom</strong></p><p>Consegui superar, gradualmente, o receio inicial de atender sozinha, o que foi facilitado pela escala progressiva. Evoluí na comunicação com os pacientes, conduzindo consultas de forma mais segura, e ganhei mais confiança na execução do exame físico, especialmente em sinais vitais e auscultas. Ampliei o raciocínio clínico e a visão integral do paciente, compreendendo demandas físicas, emocionais e sociais. Destaco positivamente a autonomia oferecida na condução das consultas e a organização da escala, que favorece o trabalho em equipe.</p><p><br/></p><p><strong>Que tal</strong></p><p>Incluir modelos mais práticos de integração de anmenese e evolução.</p><p><br/></p><p><strong>Que pena</strong></p><p>Alguns imprevistos e limitações de tempo impediram a participação em todos os rounds e em determinados procedimentos, reduzindo a oportunidade de discussão coletiva de casos, mas vejo isso como autocrítica, destacando a importância do gerenciamento de tempo em consultas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-11 02:03:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Material - Sala de espera </title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3542679307</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-08-13 19:29:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>11/08 - Segunda feira </title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3543827290</link>
         <description><![CDATA[<p>Hoje foi meu primeiro dia no Módulo de Enfermagem em Saúde da Criança, sob preceptoria da professora Regina. Iniciei a manhã um pouco ansiosa, tanto por ser um novo módulo quanto pelas especificidades do atendimento pediátrico, que exigem abordagens e cuidados mais direcionados. A rotina foi tranquila, com apenas dois atendimentos, mas suficientes para ter um primeiro contato com o perfil das demandas e com a dinâmica de trabalho nesse contexto.</p><p>A professora Regina nos apresentou um pouco do funcionamento do sistema e o processo da consultas: anamnese, evolução, conferência da caderneta de vacinação, as especifidades do exame físico, o agendamento de retorno em enfermagem e encaminhamento para pediatra.</p><p>Os atendimentos foram acompanhados pela Lilia, aluna sênior do módulo, que nos auxiliou durante as consultas. O primeiro paciente foi um menino de 1 ano e 11 meses, com queixa de frênulo lingual, diminuição da ingestão hídrica após mudança de cidade em razão da mudança climática e com <mark>fimose parcial. </mark>Foram abordados orientações padrões de higiene, conferência da atualização da caderneta de vacinação, orientação para retração do prepúcio durante a higiene em casa e incentivo à oferta de água em temperatura ambiente.</p><p>A segunda paciente foi uma menina de 7 anos, cuja mãe relatou que ela acorda diversas vezes à noite para beber água, o que tem prejudicado seu padrão de sono. Foram orientadas a substituir esse consumo hídrico noturno por ingestão fracionada ao longo do dia com objetivo de manter a hidratação corporal e melhorar a qualidade do sono, além de evitar o hábito de segurar a vontade de urinar, bem como, manter boas práticas de higiene, incluindo a limpeza correta após eliminações vesicais e intestinais. Antes do atendimento, a Lilia nos lembrou que, sempre que possível, se for perceptível o incômodo, é mais confortável para a criança que o profissional não utilize jaleco, medida que seguimos para esse caso. Tudo ocorreu tranquilamente, e foi do jeito que eu esperava. Trabalhar com criança traz um sentimento diferente, de aconchego.</p><p><br/></p><p><strong>Round:</strong></p><p><mark>O round do dia foi conduzido pela professora Simone, preceptora de Saúde do Adolescente e teve como foco a apresentação do portfólio da Natália, Kristhiam e da Júlia.</mark></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-15 00:34:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>13/08 - Quarta feira </title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3543827402</link>
         <description><![CDATA[<p>Hoje foi meu terceiro dia no módulo de Enfermagem em Saúde da Criança, com uma manhã também movimentada e quatro atendimentos. Mais uma vez eu e Sarah nos alternando nos atendimentos.</p><p>O primeiro foi com um lactente de 25 dias, acompanhado da mãe de 17 anos e da avó, com queixa de <mark>cólicas constantes.</mark></p><p>Está em aleitamento materno exclusivo e apresentou alteração de frênulo no teste da linguinha. Observou-se que a avó tomava a frente nos cuidados, demonstrando maior autonomia, enquanto a mãe participava, porém de forma mais passiva. Achei bem interessante, o posicionamento da Lilia em incentivar a autonomia materna e fortalecer o vínculo mãe-filho durante a consulta. Abordamos cuidados com a higiene da cicatriz umbilical e das narinas, manobras para alívio das cólicas, manutenção da livre demanda e, gradualmente, a criação de rotina de sono.</p><p>A partir da segunda consulta, tivemos a presença dos acadêmicos de Nutrição, que contribuíram bastante nas condutas. No atendimento a uma escolar de 6 anos, foi levantado pela mãe um incômodo na região do clitóris por conta de uma pequena protuberância, além das orientações sobre higiene íntima, foi discutida a importância de uma alimentação equilibrada para a saúde geral, incluindo a prevenção e acompanhamento de alterações ginecológicas e endócrinas com especialistas, com consultas já agendadas e acompanhamento em andamento.</p><p>Na consulta seguinte, com uma pré-escolar, houve diálogo sobre hábitos alimentares, já que a criança consumia feijão apenas triturado. A Nutrição orientou uma transição gradual para o grão inteiro, incentivando a aceitação de diferentes texturas e reforçando a importância de manter frutas, legumes e proteínas variados na dieta.</p><p>O último atendimento foi com um lactente de 6 meses em introdução alimentar. A equipe de Nutrição reforçou a oferta de frutas, legumes e proteínas adequadas para a idade, o início da ingestão de água junto à alimentação sólida e a importância de evitar alimentos industrializados, como biscoitos. Também foram discutidos aspectos do sono, considerando que acorda com frequência durante a noite. Por fim, ressalto que foi incrível acompanhar essas orientações dadas por outros profissionais, reforçando a importância do trabalho multidisciplinar. Foi uma manhã extremamente produtiva.</p><p><br/></p><p><strong>Round:</strong></p><p><mark>O round foi conduzido pela professora Lívia, e eu e a Bia apresentamos nosso portfólio. Apesar de estar um pouco nervosa e com dor de cabeça, consegui apresentar com segurança, percebendo que tenho evoluído na postura e na comunicação diante do grupo.</mark></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-15 00:34:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>14/08 - Quinta feira </title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3543827538</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Hoje não tivemos atendimentos. Em razão disso, inicialmente, Eu e Sarah fomos direcionadas pela professora Regina à sala de vacinação, mas, como estava fechada, realizamos uma sala de espera sobre o Agosto Dourado, abordando a importância e os benefícios da amamentação. Antes da atividade, a professora Aline revisou os principais pontos a serem abordados, como as vantagens, exemplificando o fortalecimento da imunidade do bebê, redução de doenças respiratórias, vínculo afetivo e benefícios para a mãe, como redução de risco de câncer e auxílio na recuperação pós-parto. Também revisamos a técnica correta de amamentação, garantindo posição confortável e segura.</p><p>A professora Regina nos entregou um folder com informações complementares, incluindo orientações sobre armazenamento do leite materno, que pode ser mantido no freezer por até 15 dias e na geladeira por até 12 horas. No corredor, iniciamos a abordagem individualmente, estava um pouco nervosa, mas depois, por sugestão da professora, falamos de forma coletiva, gerando boa participação e perguntas, principalmente sobre armazenamento. Ao fim, sugeri à professora a confecção de um novo material sobre o tema, para estar disponível quando necessário.</p><p>Em seguida, fomos para a <mark>sala de vacinação</mark>, e tanto a Danny quanto a Lu, técnicas de enfermagem responsáveis, explicaram sobre o calendário vacinal, mudanças na vacina da COVID-19 e troca de laboratório. A Lu explicou um pouco sobre as diferenças entre vacinas atenuadas e inativadas, necessidade de refrigeração adequada, tipos de vacinas (dose única e multidose) e prazos de validade após abertura. Também foi explicado o procedimento em caso de queda de energia, quando é acionado o setor responsável da Vigilância Epidemiológica para avaliação e possível substituição dos lotes.</p><p>Durante a permanência na sala, houve atendimento de um adolescente acompanhado da mãe e da irmã de nove meses, com histórico de epilepsia. Interagi com a bebê, que sorriu e se mostrou receptiva, tornando o momento leve e afetivo.</p><p>Foi um ótimo dia.</p><p><br/></p><p><strong>Round:</strong></p><p><mark>O dia terminou com o round da professora Regina, que contou com a apresentação do portfólio do João Matheus. Após o encerramento, permanecemos na sala e a professora ensinou técnicas de respiração e de Do-in, baseadas em pressão de pontos específicos para alívio de dores, conteúdo que não havia acompanhado anteriormente no último round da professora por estar em consulta de outro módulo.</mark></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-15 00:35:05 UTC</pubDate>
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         <title>12/08 - Terça feira </title>
         <author>mireiatamarindo</author>
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         <description><![CDATA[<p>Hoje foi meu segundo dia no Módulo de Enfermagem em Saúde da Criança e a manhã foi mais movimentada, com quatro atendimentos, exigindo maior atenção à administração do tempo. A previsão inicial era de seis pacientes, mas não houveram alguns comparecimentos. Eu e a Sarah alternamos na condução da anamnese e na realização do exame físico, buscando manter o fluxo para que não houvesse atrasos entre as consultas. A sênior Lilia nos acompanhou em todas as consultas, oferecendo apoio e orientações e realizações algumas etapas do exame físico.</p><p>Os casos do dia foram:</p><p><br></p><ul><li><p>Pré escolar, 4 anos: Vacinação contra COVID-19 atrasada, coceira nos olhos, baixa acuidade visual, dificuldade para esvaziar a bexiga (provocando eliminações involutárias) e uso excessivo de telas. Durante a consulta, a professora Regina possibilitou a articulação de um encaixe com o nefrologista pediatra, reforçando a importância do trabalho multidisciplinar e das boas relações interprofissionais. Foi orientada sobre redução de tempo de tela e cuidados gerais de saúde. De forma descontraída, a paciente interagiu bastante, inclusive auscultando meu coração e o da mãe com o estetoscópio.<br></p></li><li><p>Lactente, 21 dias: Acompanhada pela mãe de 19 anos e avó materna, sem queixas no momento. Foi perceptível a construção positiva do vínculo entre a mãe e a bebê.</p><p>Realizazei o exame físico, que exigiu maior atenção, especialmente na ausculta cardíaca, sendo necessário o auxílio da Lilia para confirmação da frequência cardíaca. As orientações dadas abrangeram a importância da amamentação em livre demanda, alívio de cólicas e higiene do coto umbilical. <br></p></li><li><p>Pré Escolar, 4 anos: Vacinação contra COVID-19 atrasada, a mãe relatou ter percebido um “caroço” atrás da orelha, que não foi observado durante o exame físico. Foi mencionado que o pai apresentava a mesma característica, sem sintomas ou incômodos na rotina. Sono insuficiente, com muitas horas de tela. Relato de "segurar" a vontade de urinar por muito tempo. As orientações dessa consulta incluíram higiene do sono, uso regular do banheiro e vacinação.<br></p></li><li><p>Escolar, 6 anos: Corte inadequado das unhas com sinais de encravamento no dedão de ambos os pés. Orientada técnica correta de corte e higiene. Encaminhado para vacinação contra Influenza.</p><p><br/></p></li></ul><p>Foi um dia bom, saí ansiosa para o seguinte.</p><p><br><strong>Round:</strong></p><p><mark>O round do dia foi conduzido pela professora Aline, preceptora de Saúde da Mulher, com apresentação dos portfólios da Bruna e da Clara.</mark></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-15 00:35:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Pesquisa - Imunização e a Enfermagem </title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3543900150</link>
         <description><![CDATA[<pre><code>Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde: Imunização</code></pre><p><br></p><p><strong><mark>Tipos de Vacinas:</mark></strong></p><p><strong>Vacinas vivas atenuadas:</strong></p><p>Produzidas a partir de microrganismos vivos (vírus ou bactérias), mas enfraquecidos em laboratório.</p><p>→ Eles ainda conseguem se multiplicar no organismo, estimulando resposta imune forte, mas sem causar a doenças. Contraindicadas para imunodeprimidos e gestantes.</p><p>Ex.: BCG, rotavírus, febre amarela, tríplice viral (sarampo, caxumba, rubéola), varicela, VOP.</p><p><strong>Vacinas inativadas (mortas)</strong></p><p>Contêm microrganismos mortos ou fragmentos deles.</p><p>→ Não têm risco de causar a doença, mas geram resposta imune mais fraca, exigindo reforços periódicos.</p><p>Ex.: VIP (pólio inativada), hepatite A, influenza.</p><p><strong>Vacinas combinadas</strong></p><p>Reúnem diferentes antígenos em uma mesma formulação, protegendo contra mais de uma doença.</p><p>Ex.: tríplice viral (sarampo, caxumba, rubéola), DTP (difteria, tétano e coqueluche).</p><p><strong>Vacinas conjugadas</strong></p><p>Feitas com polissacarídeos de bactérias ligados a proteínas, o que aumenta a eficácia e permite gerar memória imunológica duradoura, mesmo em crianças pequenas.</p><p>Ex.: pneumocócica, meningocócica.</p><p><strong>Vacinas recombinantes:</strong></p><p>Produzidas por engenharia genética: um gene do microrganismo é inserido em outro organismo para fabricar apenas a proteína que estimula a defesa do corpo, sem conter o vírus inteiro. Ex.: hepatite B, HPV.</p><p><strong>Vacinas acelulares</strong></p><p>Utilizam apenas partes específicas e purificadas do microrganismo (como proteínas), em vez dele inteiro.</p><p>→ São menos reatogênicas (causam menos efeitos colaterais), mas podem ter eficácia um pouco menor que as de células inteiras. Ex.: DTPa (tríplice acelular).</p><p><strong>Outros pontos importantes:</strong></p><ul><li><p>Vacinação simultânea: várias vacinas podem ser aplicadas no mesmo dia, em locais diferentes, sem prejuízo da resposta imunológica.</p></li><li><p>Intervalos entre doses: quando não aplicadas juntas, vacinas vivas atenuadas da mesma via precisam de intervalo de 30 dias.</p></li><li><p>Contraindicações: incluem alergia grave prévia, imunodeficiência, gestação (para vacinas vivas). Há também falsas contraindicações (como febre baixa, desnutrição, uso de antibióticos), que não impedem a vacinação.</p></li><li><p>Registro: toda vacina deve ser anotada na caderneta e no sistema oficial, com dados do vacinado, tipo, lote, fabricante e profissional aplicador.</p></li><li><p>Eventos adversos pós-vacinação (EAPV): vão desde reações leves (dor, febre) até graves (anafilaxia). Exigem notificação, investigação e acompanhamento.</p></li><li><p>Imunobiológicos especiais (CRIE): usados em pessoas com condições específicas (ex.: imunodeprimidos, transplantados). Incluem vacinas especiais e imunoglobulinas (ex.: antitetânica, antirrábica, hepatite B, varicela).</p></li></ul><p><strong>Papel da Enfermagem:</strong></p><ul><li><p>O protocolo destaca a centralidade do enfermeiro e equipe de enfermagem na imunização:</p></li><li><p>Avaliar situação vacinal e indicar imunobiológicos conforme calendário nacional.</p></li><li><p>Preparar e administrar vacinas seguindo normas técnicas.</p></li><li><p>Orientar usuários sobre proteção, possíveis efeitos adversos e retornos.</p></li><li><p>Garantir o registro correto das doses aplicadas.</p></li><li><p>Notificar e investigar eventos adversos pós-vacinação.</p></li><li><p>Atuar em educação em saúde e busca ativa de não vacinados.</p></li><li><p>Realizar prescrição de imunobiológicos especiais (quando contemplado no CRIE), junto ao médico, conforme protocolos.</p></li></ul><p>Em conclusão, o protocolo reforça que a imunização é uma das medidas preventivas mais efetivas em saúde pública, e a enfermagem tem papel essencial na execução segura, no acompanhamento e na vigilância do processo.</p><p><br></p><p>Referências:</p><p>COREN/PR. Conselho Regional de Enfermagem do Paraná. Protocolo de Enfermagem na Atenção Primária à Saúde: Módulo 3 – Imunização. Curitiba: COREN-PR, 2020. Disponível em: Protocolo 3 - Imunizacao.pdf <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://share.google/vjJmVZ4tWEK43ZWg9">https://share.google/vjJmVZ4tWEK43ZWg9. </a>Acesso em: 19 ago. 2025.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-15 02:30:14 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3543900320</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-08-15 02:30:26 UTC</pubDate>
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         <title>Pesquisa - Como aliviar a cólica em bebês: posições e técnicas</title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3543900547</link>
         <description><![CDATA[<p>A cólica em recém-nascidos é um fenômeno frequente, geralmente associado à imaturidade do sistema digestivo. Apesar de não representar risco para a saúde, causa desconforto ao bebê e preocupação aos cuidadores. Por isso, medidas práticas e acessíveis são amplamente utilizadas para aliviar os sintomas. Os materiais consultados destacam sobretudo posições e técnicas corporais que favorecem a eliminação de gases e proporcionam bem-estar.</p><p><br/></p><p><strong>Posições e técnicas eficazes:</strong></p><p><br/></p><p>1. De bruços sobre o antebraço ou colo:</p><p>O bebê pode ser posicionado de bruços sobre o antebraço ou sobre o colo do cuidador, de modo que haja leve pressão sobre o abdômen. Essa posição ajuda a liberar gases e proporciona acolhimento físico.</p><p><br></p><p>2. Contato pele a pele (abdome com abdome):</p><p>Segurar o bebê em contato direto com o abdômen do cuidador, chamado posição “canguru”, gera calor, sensação de segurança e relaxamento da musculatura abdominal.</p><p><br></p><p>3. Movimento de “bicicletinha”:</p><p>Com o bebê deitado de costas, movimentar suavemente suas pernas como se pedalasse ajuda a estimular o intestino e reduzir o acúmulo de gases.</p><p><br></p><p>4. Massagem abdominal<strong>:</strong></p><p>Realizar movimentos circulares suaves, no sentido horário, sobre a barriga do bebê auxilia na mobilização dos gases e relaxamento abdominal</p><p><br></p><p>5. Compressa morna ou banho morno:</p><p>A aplicação de calor moderado sobre a barriga, por meio de compressa ou banho, promove relaxamento muscular e pode aliviar significativamente a cólica</p><p><br></p><p>6. Ambiente calmo e acolhedor:</p><p>Manter o bebê em ambiente tranquilo, com voz suave e postura serena do cuidador, contribui para a redução do choro e potencializa o efeito das técnicas físicas.</p><p><br></p><p><strong>Conclusão:</strong></p><p>As posições e técnicas recomendadas pelos materiais analisados priorizam cuidados simples, seguros e de fácil aplicação no dia a dia. Entre elas, destacam-se o apoio de bruços no colo ou antebraço, o contato pele a pele, o movimento de bicicletinha, a massagem abdominal e o uso do calor local. Além dos benefícios físicos, essas práticas fortalecem o vínculo afetivo entre bebê e cuidador, tornando-se fundamentais no manejo das cólicas nos primeiros meses de vida.</p><p><br></p><p><strong>Referências</strong><br></p><p>HOSPITAL AZAMBUJA. Aprenda como aliviar cólica de bebê. Disponível em: https://share.google/IGeekalInf5zxnAGr. Acesso em: 15 ago. 2025.</p><p><br></p><p>NESTLÉ. Principais posições para aliviar a cólica do bebê. FamilyNes. Disponível em: https://share.google/TQzFdKegJD06O8c3p. Acesso em: 15 ago. 2025.</p><p><br></p><p>BUSCOPAN. Como aliviar cólica de bebê recém-nascido? 6 técnicas simples. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://share.google/">https://share.google/</a></p><p>NaIt9nTxTIiVIBEUD. Acesso em: 15 ago. 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-15 02:30:50 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Pesquisa - Adenomegalia </title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3543900668</link>
         <description><![CDATA[<p>A linfonodomegalia cervical, também chamada de adenomegalia cervical, corresponde ao aumento dos linfonodos localizados no pescoço, estruturas que fazem parte do sistema imunológico e têm a função de filtrar e combater agentes estranhos, como bactérias, vírus e células tumorais. Essa alteração pode ter diversas causas, incluindo infecções virais ou bacterianas (como amigdalite, faringite, mononucleose, tuberculose e infecções dentárias), doenças autoimunes (como lúpus, artrite reumatoide e doença de Crohn) e cânceres, como linfomas, leucemias e metástases de tumores de outras regiões.</p><p>Embora nem sempre esteja associada a doenças graves, a linfonodomegalia cervical deve ser investigada, pois pode indicar desde processos infecciosos leves até condições mais sérias. Os sintomas associados variam conforme a causa, podendo incluir dor e sensibilidade nos gânglios, vermelhidão e calor na região, febre, perda de peso não intencional, fadiga, dor de garganta, dificuldade para engolir, tosse persistente e alterações cutâneas.</p><p>O diagnóstico envolve uma avaliação clínica completa, com histórico médico e exame físico, podendo ser complementado por exames laboratoriais, de imagem (como ultrassonografia, tomografia ou ressonância magnética) e, em alguns casos, biópsia para análise microscópica do tecido. O tratamento depende da causa identificada: infecções podem requerer antibióticos, antivirais ou antifúngicos; doenças autoimunes podem demandar imunossupressores; e casos oncológicos podem necessitar de cirurgia, quimioterapia, radioterapia ou terapias-alvo. Além disso, medidas de suporte, como repouso, hidratação adequada e uso de analgésicos ou anti-inflamatórios, podem ser indicadas.</p><p>Portanto, a linfonodomegalia cervical não é uma doença em si, mas sim um sinal clínico que merece atenção médica para identificar sua origem e direcionar o tratamento adequado.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Referência</p><p>VICENTINI, Arthur. Quais são os sintomas da linfonodomegalia cervical? Dr. Arthur Vicentini, 17 maio 2023. Disponível em: https://share.google/3EEICmHdFnAxPTEpc. Acesso em: 20 ago. 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-15 02:31:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>18/08 - Segunda Feira</title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3547465467</link>
         <description><![CDATA[<p>No quinto dia do módulo, realizamos quatro atendimentos. Nos dois primeiros, conduzi as perguntas para desenvolvimento da evolução e nos outros dois, o exame físico. O primeiro foi com um escolar de 10 anos, não verbal durante a consulta e sem diagnóstico definido até o momento. O pai relatou que já havia consulta marcada com o neurologista para início da investigação. Chamou atenção o fato de a criança evacuar na roupa quando não era avisada da hora de ir ao banheiro, algo que me pareceu incomum e que reforça a importância de uma investigação mais aprofundada.</p><p>Atendemos também uma pré-escolar de 5 anos, tranquila durante a consulta, mas com um nódulo na região cervical esquerda que está em investigação. No pedido de ultrassonografia, estava definido como a investigação de <mark>adenomegalia</mark>, conceito que precisei pesquisar posteriormente para compreender melhor.</p><p>Os dois últimos atendimentos foram com um lactente de 5 meses e toddler de 1 ano e 7 meses. Esse momento foi mais leve e divertido, pois ambos interagiram bastante. O lactente acabou urinando durante a troca de fralda no exame físico, o que exigiu adaptação da minha parte. Já o bebê de 1 ano e 7 meses mostrou-se muito brincalhão e ativo, tornando a consulta dinâmica e prazerosa. A mãe trouxe uma queixa sobre o alerta de um pediatra da ausência de um dos testículos, mas durante o exame físico, isso se provou errôneo. Como ele brincava e se movimentava bastante, fui me adaptando à criança para realização do exame físico, e de verdade, eu adorei essa interação.</p><p>Foi um dia marcardo positivamente pela espontaneidade e interação das crianças.</p><p>Foi um dia bastante variado, que exigiu atenção para situações clínicas em investigação, mas também trouxe experiências leves e enriquecedoras no contato com os pequenos. Ouso dizer que foi o meu dia preferido até aqui e esse módulo ganhou ainda mais um espaço em meu coração.</p><p>No final da manhã, eu fui realizar a aplicação da vacina da COVID na professora Regina, e fui orientada durante o procedimento, com destaque para as contribuições da professora Regina, que frisou após uma dúvida da técnica de enfermagem, que a aspiração da seringa antes da aplicação de vacina, apesar de não ser mais recomendada, ainda sim é garantia de aplicação correta.</p><p><br></p><p><strong>Round:</strong></p><p><mark>O round foi conduzido pela professora Simone com a apresentação dos mapas mentais que abordou a avaliação clínica e o cuidado integral ao adolescente, considerando aspectos físicos, psicossociais e contextuais. Foram discutidos histórico de saúde, exame físico, uso do HEEADSSS, rastreamentos, vínculo e escuta qualificada. Também se destacou a promoção da saúde (alimentação, atividade física, imunização, PICS) e a linha de cuidado, com encaminhamentos quando necessários. Por fim, reforçou-se a frequência das consultas conforme fatores de risco, além da importância de um acompanhamento contínuo e acolhedor.</mark></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-19 09:52:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>19/08 - Terça feira </title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3547465626</link>
         <description><![CDATA[<p>O sexto e último dia do módulo foi marcado por três atendimentos. O primeiro foi um lactente de 5 meses em alimentação artificial. Esse caso foi especial para mim, pois conduzi oficialmente, pela primeira vez, as orientações sobre introdução alimentar. Pude falar sobre o início gradual com a oferta de água, a importância de iniciar pelas refeições principais, como o almoço, e do hábito de comer em família, além de reforçar aspectos de higiene corporal e bucal. Também realizei o exame físico, com auxílio da Lilia em alguns momentos, o que me trouxe mais segurança.</p><p>Na sequência, atendemos outra lactente, de 5 meses e 25 dias em alimentação mista. Nesse caso, conduzi parte da anamnese e do preenchimento da evolução e as orientacões à mãe quanto ao início da introdução alimentar apenas após completar 6 meses, conforme as recomendações atuais, enquanto a Sarah ficou responsável pela parte do exame físico.</p><p>A última paciente foi uma escolar de 6 anos, acompanhada pelo pai, com diagnóstico de "<mark>bronquite asmática</mark>". Durante a consulta, observamos que sua caderneta de vacinação estava bastante desatualizada, faltando doses de varicela (em atraso desde 2023), além da COVID-19 e da Influenza. A criança se mostrou calada e introvertida, respondendo às perguntas apenas após confirmar com o pai, o que me causou certa estranheza e preocupação. Após a consulta, a professora chamou atenção para algo muito importante: quando nos incomodarmos ou tivermos dúvidas sobre o bem-estar da criança durante o exame físico, precisamos desenvolver esse olhar investigativo e confirmar nossas percepções, principalmente por meio do exame físico. Esse ensinamento ficou em mim e vou levar para a minha vida profissional, porque reforça a responsabilidade de sempre garantir o bem-estar da criança.</p><p><br/></p><p><strong>Round:</strong></p><p><mark>No round, conduzido pela professora Aline, houve a apresentação do portfólio do Arthur, e também discutimos pontos sobre higiene íntima, como a importância de manter o pH adequado e o uso de sabonetes neutros.</mark></p><p><mark>Foi um dia de muita realização, pois me senti segura em orientar e examinar, feliz por estar em contato com crianças, mas também reflexiva diante de situações que exigem atenção e sensibilidade. Um fechamento que trouxe aprendizado e significado para todo o módulo.</mark></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-19 09:53:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Pesquisa - Orientações de Enfermagem em casos de fimose na infância</title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3547468021</link>
         <description><![CDATA[<p>De acordo com o artigo, a fimose é descrita como a incapacidade de exteriorizar a glande devido ao estreitamento do anel prepucial.</p><p>Essa condição é considerada fisiológica até os 2 anos de idade, período em que a aderência entre prepúcio e glande é esperada. Após essa idade, quando a retração não ocorre espontaneamente, pode ser caracterizada como alteração patológica.</p><p>O artigo investigou as orientações de enfermagem recebidas por pais de crianças do sexo masculino, entre 1 e 2 anos, sobre a fimose na infância. Trata-se de um estudo descritivo, com abordagem qualitativa,</p><p>realizado em Goiás, com a participação de dez responsáveis, com <mark>o objetivo de conhecer o conhecimento dos pais sobre fimose e verificar como percebem a assistência da equipe de saúde.</mark></p><p>Os <strong>resultados</strong> mostraram que a maioria das primeiras consultas ocorreu em unidades básicas de saúde, conduzidas principalmente por enfermeiros. <mark>Metade dos entrevistados afirmou não ter recebido qualquer orientação</mark> sobre a fimose, revelando lacunas importantes na educação em saúde. Muitos pais relataram pouco conhecimento sobre o tema, insegurança em relação ao tratamento e dúvidas quanto à necessidade de cirurgia. Destacaram também a importância da orientação dos profissionais de saúde durante as consultas. Ainda, relataram desconhecer possíveis complicações, como parafimose, balanite, balanopostite e infecções urinárias, embora todos relatem sentir-se seguros ao realizar a higiene da criança. A pesquisa destacou que a higienização adequada envolve banho diário com sabonete neutro e limpeza suave da região genital, sem forçar a retração do prepúcio.</p><p>As consultas de<strong> crescimento e desenvolvimento </strong>foram apontadas como momentos-chave para prevenção, orientação e acompanhamento do desenvolvimento infantil.</p><p>Em relação ao profissional que realizou a primeira consulta de CD, a maioria relatou ter sido atendida por enfermeiros (60%), enquanto 40% foram atendidos por médicos. <mark>O estudo ressalta que o enfermeiro é responsável pela execução do exame físico, identificação de anormalidades, atribuição de diagnósticos e prescrições de enfermagem, além de realizar encaminhamentos quando necessário.</mark> O estudo também observou que a pandemia de COVID-19 impactou negativamente a frequência desses atendimentos, seja pelo receio de exposição ao vírus, seja pela redução dos atendimentos nos serviços de saúde em decorrência das normas de segurança sanitária. <mark>Conclui-se que ainda existem falhas significativas nas orientações fornecidas aos pais, reforçando a necessidade de que o enfermeiro atue de forma proativa desde o primeiro ano de vida da criança, </mark>fornecendo informações claras e acessíveis, prevenindo complicações e garantindo cuidados mais seguros e efetivos.</p><p><br></p><p><strong>Referências:</strong></p><p><br></p><p>ANSELMO, G. S.; RIBEIRO, L. B.; ANDRADE, C. M. V.; SILVA, G. S.; HONÓRIO, E. M. S.; GALVÃO, I. C. L. Orientações de Enfermagem em casos de fimose na infância – Estudo descritivo. REVISA, Brasília, v. 10, n. 4, p. 756–767, out./dez. 2021. Disponível em: https://rdcsa.emnuvens.com.br/revista/article/download/351/553/1182. Acesso em: 17 ago. 2025.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-19 09:57:21 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Considerações finais </title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3548132432</link>
         <description><![CDATA[<p>A experiência no Módulo de Enfermagem em Saúde da Criança foi muito significativa e marcante para minha formação acadêmica. Apesar de ter sido um período curto, de apenas seis dias, cada momento foi aproveitado ao máximo e contribuiu para o meu aprendizado. Pude evoluir na realização de anamnese, exame físico, orientações a pais e cuidadores, além de observar e refletir sobre condutas clínicas que exigem sensibilidade e olhar investigativo.</p><p><br></p><p><strong>Autoavaliação: 9,5</strong><br></p><p><strong>Justificativa:</strong></p><p>Considero que desempenhei bem minhas funções, com dedicação, responsabilidade e interesse em aprender. Participei ativamente dos atendimentos, procurei sempre interagir com as crianças de forma acolhedora e demonstrei evolução na postura profissional e na comunicação. Justifico essa nota porque reconheço que ainda tenho pontos a desenvolver, especialmente na condução de consultas com mais autonomia e segurança, o que acredito que virá com mais prática e tempo de vivência.</p><p>Durante o módulo, percebi também a importância de aprofundar conhecimentos para ter condições de orientar com clareza os pais e familiares, tirando dúvidas e oferecendo segurança. Além disso, reconheço que tive dificuldades no início em algumas etapas do exame físico em razão das especifidades das faixas etárias. Essa foi uma evolução importante para mim, pois cada atendimento exigia não apenas técnica, mas também sensibilidade em lidar com diferentes realidades familiares, algumas mais participativas e atentas, outras mais distantes. Esse aprendizado reforçou a relevância do papel da enfermagem como ponte entre o cuidado técnico e a educação em saúde.</p><p><br></p><p><strong>Sugestões e comentários finais:</strong><br></p><p><strong>Que bom</strong></p><p>Que bom ter tido a oportunidade de vivenciar a prática com crianças em diferentes faixas etárias, perceber a importância do vínculo com os cuidadores e compreender as especificidades do atendimento pediátrico. Foi gratificante receber as orientações da professora, que sempre traziam reflexões valiosas, e ampliar esse olhar de cuidado, além de vivenciar o trabalho multidisciplinar com outros acadêmicos.</p><p><br></p><p><strong>Que tal</strong></p><p>Que tal se o módulo tivesse uma duração maior? Se houvesse mais tempo, acredito que seria possível aprofundar ainda mais nas práticas, ganhar mais segurança nas orientações e consolidar melhor o aprendizado. Além disso, seria interessante ter contato com um número maior de casos, ampliando o olhar clínico e as experiências.</p><p><br></p><p><strong>Que pena</strong></p><p>Que pena que o módulo foi tão curto. Em apenas seis dias, senti que o tempo passou muito rápido, e embora tenha aprendido muito, ficou a vontade de continuar. Também lamento não ter conseguido estar presente em algumas explicações e round anterior, o que poderia ter enriquecido ainda mais minha vivência.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-19 23:17:26 UTC</pubDate>
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         <title>Pesquisa - Bronquite asmática (asma): sintomas, causas e diferenças com a bronquite</title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3548132696</link>
         <description><![CDATA[<p>O termo popular “bronquite asmática” é usado para se referir à asma, uma doença inflamatória crônica dos brônquios que não é causada por vírus ou bactérias, e portanto não é transmissível. A condição está relacionada a fatores alérgicos e predisposição genética, acompanhando a pessoa ao longo da vida em forma de crises intermitentes. Os sintomas mais característicos incluem tosse prolongada, que pode ser seca ou com catarro, chiado no peito, falta de ar, respiração curta e acelerada e sensação de peso ou opressão torácica. Essas manifestações podem surgir isoladas ou combinadas, com duração que vai de minutos a dias, sendo frequente a piora durante a noite.</p><p>As crises de asma podem ser desencadeadas por <strong>diferentes</strong> <strong>fatores</strong>, entre eles a exposição à fumaça, poluição e poeira, contato com ácaros, mofo e pólen, odores fortes de produtos químicos, além de situações de estresse, exercício físico intenso e infecções respiratórias como gripes e resfriados. Também existem gatilhos alimentares, como frutos do mar, ovos, leite e cereais que, em pessoas predispostas, favorecem o aparecimento de sintomas. Por ser uma condição crônica, a asma não tem cura, mas pode ser controlada com medidas preventivas e tratamento médico adequado. A prevenção envolve manter os ambientes limpos e ventilados, evitar contato com poluentes e fumaça, reduzir a exposição a agentes alérgicos, adotar uma alimentação saudável e rica em nutrientes e reforçar cuidados de higiene, como lavar as mãos com frequência.</p><p>O <strong>tratamento</strong> deve sempre ser orientado por um pneumologista. Ele pode incluir broncodilatadores, que ajudam a relaxar os brônquios durante as crises, corticoides inalados para controlar a inflamação, além de medicamentos como analgésicos e expectorantes em situações específicas. O uso correto dessas medicações permite que o paciente mantenha uma vida normal e reduza a frequência e intensidade das crises.</p><p>É importante diferenciar a asma das diferentes formas de bronquite. Enquanto a <strong>asma</strong> é uma condição crônica e de fundo alérgico, a <strong>bronquite aguda</strong> é uma inflamação passageira dos brônquios geralmente causada por infecções virais ou bacterianas, com duração limitada a algumas semanas e sintomas como tosse intensa e catarro. Já a <strong>bronquite crônica</strong> está ligada principalmente ao tabagismo e a lesões pulmonares permanentes, sendo caracterizada por tosse produtiva que persiste por meses ou anos. Assim, embora muitas vezes os termos se confundam, as duas condições têm causas, evolução e tratamentos distintos, o que torna essencial uma avaliação médica precisa.</p><p><br></p><p>Referências</p><p>ELIAS, Dr. Márcio de Queiroz. Sintomas de bronquite asmática: como identificar e tratar a doença? Benegrip Responde – FAQ, 19 set. 2022; atualizado em 11 nov. 2024. Disponível em: https://www.benegrip.com.br/saude/sintomas-gripe/sintomas-de-bronquite-asmatica-como-identificar-e-tratar-a-doenca. Acesso em: 19 ago. 2025.</p><p><br></p><p>Qual a diferença entre asma e bronquite? PneumoCenter — Centro de Estudo e Tratamento da Tosse, 26 jan. 2022. Disponível em: https://www.pneumocenter.com.br/blog/qual-a-diferenca-entre-asma-e-bronquite/. Acesso em: 19 ago. 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-19 23:17:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3548323748</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/2682670785/fe0ed2d604b17ed3234ad2bd5b452337/guia_rapido_de_vacinacao_contra_a_covid_19.pdf" />
         <pubDate>2025-08-20 01:58:26 UTC</pubDate>
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         <title>20/08 - Quarta feira </title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3550893758</link>
         <description><![CDATA[<p>Hoje iniciei o módulo de Enfermagem em Saúde do Adolescente, ainda com um pouco de nervosismo pela troca de módulo, mas com a tranquilidade de manter a mesma dupla, junto com a Sarah. A professora Simone apresentou a dinâmica do atendimento, explicando o processo da consulta de enfermagem nessa faixa etária, as possibilidades de encaminhamento, retorno de enfermagem e também nos mostrou materiais de apoio, como o calendário vacinal, exemplos de evolução e a caderneta do adolescente (masculino e feminino), reforçando sua importância no acompanhamento integral e no registro adequado.</p><p>O atendimento do dia foi com uma adolescente de 10 anos, acompanhada da mãe e dos dois irmãos menores, que estavam bastante agitados e chegaram a fazer uma certa baguncinha durante a consulta, subindo na maca e interrompendo em alguns momentos. Fiquei responsável pela anamnese, enquanto a Sarah, com apoio da Fernanda, sênior do módulo, conduziu o exame físico.</p><p>A paciente se mostrou bastante falante e curiosa, com muitas perguntas, porém um pouco dispersa, levantando-se e se distraindo em alguns momentos. Chamaram atenção alguns pontos: o baixo consumo de água (cerca de 300 ml por dia), a pouca diversidade de legumes e verduras na dieta, a presença de cáries dentárias (o que levou ao encaminhamento para a odontopediatria) e o <mark>uso excessivo de telas</mark>. Esse último fator tem interferido em seu padrão de sono, já que costuma dormir por volta de 23h30 e acordar tarde, próximo das 11h, prejudicando sua rotina diária. Foram dadas orientações sobre higiene do sono e redução do tempo de telas.</p><p>Também observamos que, por ser ainda muito jovem, a paciente se mostrou pouco imatura para a abordagem de questões ligadas à sexualidade, o que foi respeitado durante a consulta.</p><p>Apesar das particularidades, a consulta foi produtiva e enriquecedora, especialmente por proporcionar um contato mais direto e autônomo com o adolescente, permitindo um diálogo aberto e acolhedor.</p><p><br></p><p><strong>Round:</strong></p><p><mark>O round foi conduzido pela professora Lívia, que corrigiu uma atividade previamente proposta, referente à elaboração de diagnósticos de enfermagem, com a relação entre fatores relacionados e intervenções correspondentes.</mark></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-22 00:04:01 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>21/08 - Quinta feira </title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3550893970</link>
         <description><![CDATA[<p>Hoje foi o segundo dia do módulo e fiquei responsável pelo exame físico, enquanto a Sarah conduziu a anamnese para preenchimento da evolução. A Fernanda nos acompanhou durante a consulta.</p><p>Nosso paciente foi um adolescente de 14 anos, acompanhado pela tia. No primeiro momento ele parecia mais calado, mas depois se mostrou bastante cooperativo, tanto nas perguntas quanto no exame físico. Durante a anamnese, contextualizamos melhor a vida dele e soubemos de um histórico bastante delicado. Seus pais faleceram há alguns anos e, em seguida, ele passou a morar com a avó, que também já faleceu. Posteriormente foi morar com a madrinha, mas há cerca de três anos sofreu um episódio de espancamento por parte dela. Desde então, vive com o tio, que é irmão de seu pai, e a tia que o acompanhou hoje na consulta. Esse casal tem duas filhas, primas dele, uma de 20 anos e outra de 15 anos. Atualmente, ele relata que em alguns momentos o tio pode ser agressivo nas palavras e que percebe certa diferenciação no tratamento em relação às filhas biológicas do tio, o que gera alguns conflitos naturais de convivência.</p><p>A princípio, sua queixa principal era dor nos joelhos sem motivo aparente e cansaço em atividades leves. Ele demonstrou maturidade ao falar sobre sua rotina e os desafios que enfrenta. A tia também relatou que percebe que ele tem dificuldade em entender comandos longos e com várias etapas, tendo uma personalidade naturalmente dispersa, o que levantou a possibilidade de um diagnóstico de <mark>TDAH.</mark></p><p>Durante o exame físico, tive um achado clínico interessante: ao iniciar a ausculta pelo foco aórtico, percebi um som diferente, que fugia do ritmo habitual e parecia ser um pouco mais lento. Pedi ajuda da Fernanda, minha sênior do módulo, que confirmou a presença de bradicardia e do ritmo cardíaco em três tempos. Posteriormente, a professora Simone confirmou o achado e solicitou a avaliação de uma médica, reforçando a necessidade de encaminhamento para cardiologia e realização de exames complementares, como eletrocardiograma. O eletrocardiograma chegou a ser realizado no mesmo dia. Além disso, foram realizados encaminhamentos para psicologia e pediatria. Esse foi um momento de grande aprendizado para mim, pois nunca havia presenciado um som cardíaco tão característico e distinto, e foi muito marcante.</p><p>Além disso, a consulta abordou questões relacionadas à sexualidade e saúde reprodutiva, tirando dúvidas sobre infecções sexualmente transmissíveis, preservativo e autocuidado. O adolescente mostrou-se bastante participativo, compreensivo e envolvido em todo o processo, o que deixou a consulta ainda mais completa e significativa.</p><p>No geral, considero que foi uma consulta extremamente rica e completa, que me trouxe aprendizado clínico, contato próximo com o adolescente e reforçou a importância de olhar integralmente para a saúde nessa faixa etária</p><p><br></p><p><strong>Round:</strong></p><p><mark>O round do dia foi conduzido pela professora Regina, de Saúde da Criança, e contou com a apresentação do meu portfólio, da Nathália e da Sarah. </mark></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-22 00:04:21 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Pesquisa  - TDAH</title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3550894352</link>
         <description><![CDATA[<p>O <strong>Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) </strong>é um distúrbio do neurodesenvolvimento presente desde o nascimento ou que se manifesta nos primeiros anos de vida. <strong>Ele se caracteriza por déficit de atenção, hiperatividade e impulsividade</strong> em níveis desproporcionais à idade da criança, interferindo no desempenho acadêmico, social e no desenvolvimento global. Estima-se que afete entre 5% e 15% das crianças, sendo mais comum em meninos.</p><p><strong>O TDAH pode se apresentar em três formas:</strong></p><ul><li><p>Predominantemente desatento, quando predominam dificuldades de concentração, memória e organização, sem hiperatividade marcante.</p></li><li><p>Predominantemente hiperativo/impulsivo, quando há inquietação, impulsividade, fala excessiva e dificuldade em esperar.</p></li><li><p>Combinado, quando estão presentes sintomas de desatenção e de hiperatividade/impulsividade ao mesmo tempo.</p></li></ul><p>O <strong>diagnóstico</strong> é clínico, baseado na observação dos comportamentos e em questionários preenchidos por pais e professores. Para confirmação, exige-se a presença de seis ou mais sinais em pelo menos dois ambientes (casa e escola), com duração mínima de seis meses e intensidade incompatível com o nível de desenvolvimento da criança.</p><p>O <strong>tratamento</strong> é multimodal e varia conforme a idade: em pré-escolares, inicia-se com terapia comportamental, enquanto em crianças em idade escolar, recomenda-se a combinação de medicação (psicoestimulantes, como metilfenidato) e estratégias de modificação comportamental. A intervenção escolar estruturada, rotinas familiares e apoio psicológico são fundamentais.</p><p>O <strong>prognóstico</strong> é geralmente favorável quando há diagnóstico e tratamento adequados, permitindo que a maioria das crianças se torne adultos produtivos. Contudo, a falta de acompanhamento pode aumentar os riscos de abuso de substâncias, depressão, ansiedade e dificuldades acadêmicas ou sociais na vida adulta.</p><p><br></p><p><br></p><p><strong>Referências</strong></p><p><br></p><p>MSD MANUAL. Transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH). Versão Saúde para a Família. Rahway, NJ: Merck &amp; Co., Inc., abr. 2024. Atualizado em abr. 2025. Disponível em: https://www.msdmanuals.com/pt/casa/problemas-de-saúde-infantil/distúrbios-de-aprendizagem-e-do-desenvolvimento/transtorno-do-défict-de-atenção-com-hiperatividade-tdah. Acesso em: 23 ago. 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-22 00:04:34 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3550894352</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Pesquisa - Obesidade na adolescência </title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3550894461</link>
         <description><![CDATA[<p>O artigo "Obesidade na adolescência e seus principais fatores determinantes" discute os principais fatores ambientais determinantes do sobrepeso e da obesidade em adolescentes. Mudanças nos padrões alimentares, como maior consumo de açúcares simples, alimentos industrializados, fast food e bebidas adoçadas, associadas à ingestão insuficiente de frutas, legumes e verduras, estão fortemente relacionadas ao ganho de peso. Além disso, a redução da atividade física e o aumento do tempo dedicado a atividades sedentárias, como assistir televisão e jogar videogame, contribuem para o aumento do sobrepeso e da obesidade.</p><p><br></p><p>No Brasil, a prevalência de sobrepeso entre adolescentes varia de 15,4% a 21%, enquanto a obesidade atinge entre 3% e 18%, dependendo da faixa etária e local de estudo. Estudos em Pelotas (RS) indicaram obesidade de 10,6% em meninas e 4,8% em meninos, enquanto adolescentes de 15 a 18 anos apresentaram 20,9% de sobrepeso e 5% de obesidade. Em Santos, crianças de 7 a 10 anos mostraram 15,7% de sobrepeso e 18% de obesidade, e em Piracicaba-SP, adolescentes de 10 a 14 anos tiveram 21% de excesso de peso. Dados de Santa Catarina apontaram 15,4% de sobrepeso e 6% de obesidade em crianças de 6 a 10 anos.</p><p><br></p><p>A obesidade na adolescência está associada a hipertensão, dislipidemias, diabetes tipo 2, alterações emocionais e maior risco de mortalidade por doenças coronarianas na vida adulta. Adolescentes obesos aos 18 anos têm 34% (homens) e 37% (mulheres) de probabilidade de permanecer obesos. O custo financeiro do tratamento da obesidade no Brasil ultrapassa 1 bilhão de reais anuais, apenas considerando hospitalizações, consultas e medicamentos.</p><p><br></p><p>A revisão evidencia que a obesidade tem etiologia multifatorial, com fatores biológicos, comportamentais e ambientais. Entre os determinantes ambientais, destacam-se padrões alimentares inadequados e sedentarismo. Hábitos como omitir o café da manhã, consumir grandes porções, fast food e bebidas adoçadas favorecem o excesso calórico. Por outro lado, consumo regular de frutas, legumes e verduras e prática de café da manhã apresentam efeito protetor.</p><p><br></p><p>A prática de atividade física reduz o risco de obesidade, mas estudos apontam que 39% a 58,2% dos adolescentes têm estilo de vida sedentário. O tempo excessivo em frente à TV influencia negativamente a alimentação e contribui para menor ingestão de frutas e verduras. Estratégias educativas, principalmente no ambiente escolar, devem ser priorizadas para promover hábitos alimentares saudáveis e prática regular de atividade física desde cedo, consolidando hábitos que impactarão a saúde na vida adulta.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p>ENES, Carla Cristina; SLATER, Betzabeth. Obesidade na adolescência e seus principais fatores determinantes. Revista Brasileira de Epidemiologia, São Paulo, v. 13, n. 1, p. 15-26, mar. 2010. Disponível em: &gt;https://www.scielo.br/j/rbepid/a/BrbTFHDPDmdf6sbnrxPwYRw/?lang=pt.&lt;</p><p>Acesso em: 27 ago. 2025.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-22 00:04:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>25/08 - Segunda feira </title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3554522514</link>
         <description><![CDATA[<p>Hoje foi meu primeiro dia atendendo individualmente, tive duas consultas de retorno durante a manhã, acompanhadas também por alguns alunos do quinto período, que vieram observar o funcionamento da consulta de enfermagem na saúde do adolescente.</p><p>A primeira paciente foi uma adolescente de 11 anos, com diagnóstico de <mark>síndrome de Down,</mark> asma e <mark>obesidade</mark>, acompanhada pela mãe. Inicialmente fiquei um pouco receosa por ser uma situação nova para mim, mas a consulta foi muito boa. Apesar de algumas dificuldades de comunicação, em que precisei repetir perguntas e, muitas vezes, a mãe complementava ou confirmava as respostas, a adolescente se mostrou animada e interativa dentro das suas possibilidades. Em alguns momentos respondia de forma breve, mas em outros se empolgava, especialmente quando o assunto era comida. Ela citava repetidamente os alimentos de que gostava ou que queria comer, chegou até a mostrar fotos no celular de comidas, como o morango do amor preparado pela mãe, e também comentava sobre assuntos que a deixavam entusiasmada, mesmo sem relação direta com a consulta como sobre gostar de dançar e até repetir alguns movimentos de forma bem animada.</p><p>Durante a consulta, observei que a paciente demonstrava carinho ao verbalizar frequentemente à mãe que a amava, o que achei bem fofo. Em outros momentos, ela proferia xingamentos sem conexão direta com o contexto da fala.</p><p>No exame físico, a paciente foi extremamente colaborativa, receptiva e empolgada, permitindo toda a avaliação sem resistência. A professora Simone entrou nesse momento e auxiliou na confirmação da ausculta cardíaca e pulmonar dentro da normalidade. Foi uma experiência rica, deixando claro que, mesmo em consultas aparentemente rotineiras, há muito espaço para vínculo e escuta qualificada, bem como, oportunidade de aprendizados o tempo inteiro.</p><p>A segunda consulta foi com uma adolescente de 16 anos, acompanhada pela mãe. Na consulta anterior foi relatado que ela consumia energético diariamente e estabelecidas metas de diminuição do consumo, o que ela conseguiu, relatando um consumo esporádico, tendo ingerido 1 lata na semana anterior após um período de 2 meses.</p><p>No segundo momento da consulta, solicitamos que a mãe se retirasse da sala por um período determinado, para que pudéssemos conversar sobre temas mais íntimos. Durante a anamnese, relatou conflitos familiares, principalmente com o pai, que sempre foi ríspido e distante, o que impactou o relacionamento entre eles até hoje.</p><p>A adolescente compartilhou abertamente sobre o ambiente familiar, sobre seus sentimentos e, posteriormente, também sobre sua vida sexual. Aproveitamos para tirar dúvidas em relação às infecções sexualmente transmissíveis e reforçamos orientações sobre o uso correto do preservativo.</p><p>Durante o exame físico, foi possível observar a presença de <mark>cortes autoinfligidos</mark> em processo de cicatrização. Ao abordar de forma acolhedora como ela se sentia em relação a isso, a adolescente relatou que realizava os cortes porque, de certa forma, isso a fazia sentir-se melhor, sem necessariamente ideação suicida no momento. Assim, eu e a Fê direcionamos a conversa para compreender possíveis gatilhos e discutir alternativas de enfrentamento, reforçando a importância do cuidado com sua saúde mental. Essa abordagem me fez refletir profundamente sobre a responsabilidade e a relevância do trabalho da enfermagem no acolhimento e escuta ativa do adolescente, especialmente em situações de fragilidade emocional.</p><p>No exame físico, a paciente preferiu que apenas eu e a Fernanda permanecesemos, enquanto os alunos do quinto período se ausentaram. Nesse momento, identificamos cicatrizes de automutilação, com três cortes mais profundos na coxa esquerda. A adolescente contou espontaneamente sobre esses episódios e os motivos que a levaram a isso. Conduzimos uma conversa cuidadosa, reforçando que ela não tem culpa pelo ambiente familiar e que é importante buscar esperança e estratégias de enfrentamento no dia a dia. A Fernanda também me auxiliou na correção de algumas técnicas do exame físico, como a palpação profunda e a avaliação da cadeia ganglionar, o que contribuiu para meu aprendizado.</p><p>Depois do exame, a Fernanda saiu da sala e eu permaneci conversando mais um pouco com a paciente, conhecendo seus gostos e incentivando-a a realizar atividades que lhe tragam prazer. Essa troca final deixou o momento mais leve e fortaleceu o vínculo.</p><p>No geral, foi um dia intenso e de muito aprendizado, com duas consultas muito diferentes entre si, mas igualmente ricas. Percebi que cada adolescente traz uma realidade única, com necessidades próprias, e que a consulta de enfermagem é um espaço fundamental para unir escuta, acolhimento, orientação e técnica. Senti que cresci tanto no aspecto técnico quanto no humano, e saí desse dia mais consciente da importância da minha postura profissional diante das diversas situações que podem surgir</p><p><br></p><p><br></p><p><strong>Round:</strong></p><p><mark>O round foi conduzido pela professora Simone, iniciando com a apresentação do portfólio da Bia. Em seguida, houve uma roda de conversa sobre o Calendário Nacional de Vacinação do Adolescente, reforçando pontos importantes como:</mark></p><ul><li><p><mark>Hepatite B – esquema de 3 doses (0, 1 e 6 meses), com a recomendação de apenas completar as doses em atraso.</mark></p></li><li><p><mark>dT (Dupla adulto) e dTpa – reforço a cada 10 anos, considerando histórico vacinal anterior.</mark></p></li><li><p><mark>Tríplice Viral (sarampo, caxumba e rubéola) – necessidade de duas doses com intervalo mínimo de 30 dias, quando não há comprovação.</mark></p></li><li><p><mark>Meningocócica ACWY – dose única, indicada para adolescentes de 11 a 14 anos.</mark></p></li><li><p><mark>HPV – dose única para meninas e meninos de 9 a 14 anos, com esquemas diferenciados em casos especiais (como HIV e imunossuprimidos).</mark></p></li><li><p><mark>Febre Amarela – dose única válida para toda a vida, com reforço apenas em situações específicas.</mark></p></li><li><p><mark>Dengue – duas doses, com intervalo de 3 meses, para adolescentes de 10 a 14 anos.</mark></p></li><li><p><mark>COVID-19 – recomendada para adolescentes pertencentes a grupos prioritários.</mark></p></li></ul><p><br></p><p><mark>A discussão destacou a importância da atualização vacinal nessa faixa etária como medida essencial de prevenção, além de reforçar a necessidade de avaliação individual em situações especiais, como gestação, imunossupressão ou atraso vacinal.</mark></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 00:22:17 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Pesquisa - Autonomia do jovem com síndrome de Down</title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3554526491</link>
         <description><![CDATA[<p>O artigo “Autonomia do jovem com síndrome de Down: concepções de mães e filhos” analisa como jovens com Síndrome de Down e suas mães percebem a autonomia. A pesquisa, de abordagem qualitativa e exploratória, foi realizada com 20 mães e 20 jovens de 15 a 29 anos atendidos pelo Projeto Alfadown da PUC Goiás, utilizando entrevistas semiestruturadas. A análise seguiu as etapas propostas por Bardin, permitindo agrupar os relatos em quatro categorias: autonomia, autonomia na escola, namoro e sexualidade, e aspecto profissional.</p><p><br></p><p>Os resultados mostram que, <strong>para as mães, a autonomia dos filhos se restringe basicamente ao ambiente doméstico</strong>, onde conseguem se alimentar, vestir-se e cuidar da higiene pessoal, mas não são estimulados a sair sozinhos, cozinhar ou lidar com dinheiro. O medo de exposição a riscos e a superproteção familiar impedem que esses jovens explorem outras experiências de independência. Em relação à escolarização, a inclusão é parcial: muitas mães relatam falta de apoio pedagógico, atividades pouco adaptadas e preconceito. Quanto à sexualidade, o tema é pouco discutido, sendo comum a negação ou infantilização dos filhos, e o incentivo a relacionamentos amorosos é praticamente inexistente. No campo profissional, há desejo dos jovens de trabalhar, mas insegurança das mães em permitir essa conquista.<br></p><p>Por outro lado, os jovens, apesar de dificuldade em compreender o conceito de autonomia, expressam o desejo de sair sozinhos, estudar, trabalhar, namorar e constituir família. <strong>Relatam gostar da escola, mas descrevem atividades simples e pouco desafiadoras, confirmando a baixa efetividade da inclusão.</strong> Sobre sexualidade, há curiosidade e interesse, mas falta compreensão, enquanto os sonhos profissionais são diversos, como professor, médico, advogado e veterinário.</p><p><br></p><p>A discussão evidencia que a <strong>superproteção familiar, somada a barreiras sociais e educacionais, reforça estigmas e limita o desenvolvimento da identidade adulta</strong>. A infantilização prolongada impede que esses jovens assumam responsabilidades e papéis sociais. O estudo enfatiza a importância da escuta ativa dos jovens, do fortalecimento da autoestima e da promoção de oportunidades reais de aprendizado, participação e trabalho.</p><p><br></p><p>Conclui-se que <strong>jovens com Síndrome de Down desejam uma vida como qualquer outro jovem</strong>, mas enfrentam barreiras impostas pelo medo dos pais e pela falta de apoio social. A pesquisa defende a necessidade de capacitação de famílias e profissionais, apoio psicológico para o luto parental, estratégias educacionais inclusivas e programas que incentivem a autonomia desde cedo. A autodeterminação deve ser central nas ações educativas e sociais, promovendo não apenas segurança, mas também o direito de vivenciar experiências que favoreçam crescimento, identidade e independência.</p><p><br></p><p><br></p><p><strong>Referências:</strong></p><p>BRITO, Luciana; MIRANDA, Fabio; BARRETO, Renata. Autonomia do jovem com síndrome de Down: concepções de mães e filhos. Revista Brasileira de Educação Especial, Corumbá, v. 29, e0211, 2023. DOI: https://doi.org/10.1590/1980-54702023v29e0211.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 00:25:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;Caneta é a lâmina, minha pele o papel&quot;</title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3554527775</link>
         <description><![CDATA[<p>O estudo “Caneta é a lâmina, minha pele o papel”: fatores de risco da automutilação em adolescentes investigou os gatilhos emocionais e sociais que levam adolescentes atendidas em um CAPSi (Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil) em Goiás à automutilação. Realizado de forma qualitativa e exploratória, o estudo combinou análise de prontuários e grupo focal com sete meninas de 13 a 18 anos, utilizando análise temática de conteúdo.</p><p>Os resultados apontam que a automutilação é um fenômeno multifatorial, relacionado a aspectos sociais, emocionais e familiares. Quatro subcategorias de fatores de risco foram identificadas:</p><p><br></p><p><strong>1. Fatores de adversidade familiar:</strong> conflitos, ausência de suporte afetivo, separação dos pais, rejeição materna, violência doméstica, uso de álcool e drogas pelos familiares, que geram sentimentos de abandono, raiva e impotência.</p><p><br></p><p><strong>2. Contágio social:</strong> influência de amigos e grupos virtuais, como comunidades e redes sociais que romantizam a prática, incentivando comportamentos autodestrutivos.</p><p><br></p><p><strong>3. Acontecimentos adversos da vida: </strong>bullying, violência sexual, discriminação racial e perdas familiares traumáticas, que intensificam o sofrimento psíquico.</p><p><br></p><p><strong>4.</strong> <strong>Características pessoais</strong>: baixa autoestima, ansiedade, ideação suicida, isolamento social, dificuldade de expressão emocional, conflitos quanto à orientação sexual e experiências negativas com religiosidade, que reforçam o quadro de vulnerabilidade.</p><p><br></p><p>A discussão evidencia que a automutilação muitas vezes funciona como estratégia de enfrentamento para dor emocional intensa, destacando a importância da escuta qualificada, suporte familiar e atenção multiprofissional. O CAPSi, apesar de especializado, ainda apresenta fragilidades em criar espaços de diálogo e prevenção, reforçando a necessidade de ações integradas em saúde, escola e comunidade.</p><p><br></p><p>O artigo conclui que a automutilação na adolescência resulta de um conjunto de fatores sociais, familiares e subjetivos, sendo essencial desenvolver fatores de proteção, como vínculos familiares positivos, acompanhamento psicológico e estratégias educativas. Também aponta a necessidade de estudos ampliados e políticas públicas que contemplem o fenômeno em diferentes contextos sociais.</p><p><br></p><p><br></p><p><strong>Referências:</strong></p><p>MORAES, Danielle Xavier; MOREIRA, Érika de Sene; SOUSA, Johnatan Martins; VALE, Raquel Rosa Mendonça do; PINHO, Eurides Santos; DIAS, Paula Cândida da Silva; CAIXETA, Camila Cardoso. “Caneta é a lâmina, minha pele o papel”: fatores de risco da automutilação em adolescentes. Revista Brasileira de Enfermagem, Brasília, v. 73, supl. 1, p. e20200578, 2020. Disponível em: https://www.scielo.br/j/reben/a/PHCSPVm5wQncdn6LfdxWV9K/?lang=pt&amp;format=pdf. Acesso em: 27 ago. 2025.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-26 00:25:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>26/08 - Terça feira </title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3557590798</link>
         <description><![CDATA[<p>Hoje foi meu segundo dia atendendo sozinha, assim como na segunda-feira. Tivemos duas consultas de retorno, ambas com adolescentes de 12 anos, mas com queixas muito distintas.</p><p>A primeira paciente relatava dores de cabeça frequentes, associadas a longos períodos sem se alimentar. Como exemplo, no dia anterior ela havia almoçado às 11:00h e só voltou a comer por volta das 16h, mantendo intervalos muito grandes entre as refeições. Além disso, a ingesta hídrica era baixa. Conversamos sobre a importância da alimentação fracionada, da ingestão adequada de água e da relação direta desses hábitos com a cefaleia. Durante a consulta, percebi que havia indícios de insegurança alimentar, pois sempre que eu direcionava perguntas sobre alimentação, a mãe permanecia em silêncio, o que reforçou essa percepção. No exame físico, a paciente foi receptiva e colaborativa, e a consulta ocorreu sem intercorrências.</p><p>Já a segunda paciente também tinha 12 anos. Logo ao entrar na sala, percebi que tanto ela quanto a mãe apresentavam olhos vermelhos, levantando a suspeita de <mark>conjuntivite</mark>. Elas relataram que os sintomas haviam começado há dois dias, com queixas de ardência e incômodo ocular. Nesse momento, a Fê entrou na sala, e eu já passei o caso para ela. Ela acionou a professora, que por sua vez chamou o Dr. João para avaliar a paciente. Já no final da consulta, o médico confirmou o diagnóstico de conjuntivite e prescreveu o tratamento adequado e atestado de 5 dias.</p><p>Além disso, a paciente apresentava queixas de congestão nasal, tosse produtiva com bastante secreção e dificuldade para respirar. Como era asmática, a mãe havia tentado lavagem nasal em casa, sem melhora significativa. Relataram também que, no dia anterior, a paciente apresentou febre, motivo pelo qual não foi à escola no dia. Durante a conversa, ela trouxe ainda questões ligadas à autoestima. Em contraste com a paciente anterior, apresentava sobrepeso, o que a deixava bastante incomodada. Relatou não gostar do próprio corpo, sentir-se gorda e insatisfeita também com seus dentes e aparência geral. Conversei com ela, reforçando a necessidade de estabelecer estratégias de autoestima, como fazer atividades de lazer que gosta e melhora de sua alimentação, destacando que a fase da puberdade é naturalmente marcada por mudanças corporais e comportamentais.</p><p>Foi, portanto, um dia em que atendi duas adolescentes da mesma idade, mas com demandas muito diferentes, o que enriqueceu muito a experiência.</p><p><br></p><p><strong>Round:</strong></p><p><mark>O round do dia foi conduzido pela professora Aline, da disciplina Saúde da Mulher. Ela abordou o tema da sífilis, trazendo uma discussão ampla sobre formas de transmissão, prevenção, diagnóstico e tratamento. Explicou a importância da triagem por teste rápido durante o pré-natal e em situações de risco, destacando que a positividade deve ser confirmada com exame laboratorial e que a interpretação dos títulos é fundamental para diferenciar infecção recente de infecção tratada. Também reforçou que não existe vacina contra sífilis, sendo a prevenção baseada em práticas sexuais seguras e rastreamento adequado. Sobre o tratamento, enfatizou o uso da penicilina benzatina como escolha principal, orientando quanto ao esquema de acordo com o estágio da doença e a necessidade de tratamento simultâneo do(s) parceiro(s) para evitar reinfecção. Além disso, alertou para as complicações da sífilis não tratada, como neurossífilis, sífilis congênita e sequelas graves, reforçando a responsabilidade do enfermeiro no acolhimento, testagem, notificação e encaminhamento dos casos.</mark></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-27 21:43:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>27/08 - Quarta feira </title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3557590885</link>
         <description><![CDATA[<p>Hoje tivemos apenas um paciente para consulta de enfermagem do adolescente, mas quem conduziu o atendimento foi a Sarah, em outra sala. Durante a manhã, fui colocar em dia algumas evoluções que estavam atrasadas. Eu tinha cinco evoluções pendentes, consegui finalizar três e deixei as outras duas devidamente organizadas para facilitar o preenchimento posterior. Durante esse processo, contei com o auxílio da Fernanda, que me orientou e acompanhou em alguns pontos.</p><p><br></p><p><strong>Round:</strong></p><p><mark>O round do dia foi conduzido pela professora Lívia. Houve a apresentação do portfólio da Sarah, seguida de uma atividade rápida em formato de teste de conhecimento. As questões abordaram temas como o conceito de colesterol, a diferença entre HDL e LDL e a enzima que atua no metabolismo dos lipídios, entre outras perguntas voltadas para a revisão do conteúdo.</mark></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-27 21:43:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Pesquisa - Riscos de excesso de telas para crianças e adolescentes </title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3557640334</link>
         <description><![CDATA[<p>O artigo “Saúde mental: os riscos em crianças e adolescentes pelo uso excessivo de telas – uma revisão integrativa” buscou sistematizar evidências científicas sobre os impactos psicológicos do uso prolongado de dispositivos eletrônicos em crianças e adolescentes. Trata-se de uma revisão integrativa realizada nas bases BVS e PubMed, com busca até setembro de 2023. Entre os 167 estudos encontrados, 6 artigos (publicados entre 2019 e 2023) atenderam aos critérios de inclusão.</p><p><br></p><p>Os resultados evidenciaram que o uso excessivo de telas está associado a diversas consequências para a saúde mental, incluindo:</p><p><br></p><ul><li><p>Transtornos emocionais como ansiedade, depressão, ideação suicida, irritabilidade e alterações de humor;</p></li><li><p>Problemas de sono, como insônia, atraso no início do sono e má qualidade do descanso;</p></li><li><p>Prejuízos cognitivos, como dificuldade de concentração, redução da memória de trabalho e queda no desempenho escolar;</p></li><li><p>Dificuldades no desenvolvimento socioemocional, com isolamento social, comunicação reduzida e vínculos familiares fragilizados;</p></li><li><p>Risco aumentado de dependência digital, cyberbullying, contato com conteúdos impróprios e exposição a ambientes virtuais inseguros.</p><p><br></p></li></ul><p>Entre os principais fatores de risco, destacam-se:</p><p><br></p><ul><li><p>Início precoce do uso de dispositivos sem supervisão;</p></li><li><p>Tempo prolongado em redes sociais, jogos online e streaming;</p></li><li><p>Uso das telas como ferramenta de controle comportamental pelos pais;</p></li><li><p>Falta de orientação e monitoramento familiar;</p></li><li><p>Ausência de equilíbrio entre atividades digitais e práticas saudáveis, como brincadeiras, interação social presencial e exercícios físicos.</p><p><br></p></li></ul><p>O estudo <strong>conclui que o uso descontrolado de tecnologias digitais tem impacto direto no bem-estar psicológico, desempenho acadêmico e relações sociais de crianças e adolescentes. </strong>Defende-se a implementação de estratégias de prevenção e educação digital, com limites claros, incentivo a atividades recreativas presenciais e orientação parental como medidas protetivas essenciais.</p><p><br></p><p><br></p><p><strong>Referência</strong> :</p><p>CRUZ, Luiza Lavynny Vieira; VIANA, Camilla Lohanny Azevedo; SILVA, Julicléia Oliveira da; COSTAS, Itamara Santos das; MOURÃO, Ana Beatriz da Silva. Saúde mental: os riscos em crianças e adolescentes pelo uso excessivo de telas – uma revisão integrativa. Revista Sociedade Científica, v. 7, n. 1, p. 657-677, 2024. DOI: https://doi.org/10.61411/rsc20248117.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-27 23:13:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>28/08 - Quinta feira </title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3561152917</link>
         <description><![CDATA[<p>No meu último dia no módulo de Saúde do Adolescente, realizei uma consulta individual com uma paciente de 15 anos, acompanhada pela mãe. A princípio, a adolescente se mostrou tímida e relatou não ter queixas específicas. Com o decorrer da anamnese, percebi que sua alimentação era bastante restrita, praticamente sem legumes, verduras e frutas. Ao questionar o motivo, ela respondeu que gostava desses alimentos, mas só os consumia quando havia disponibilidade em casa, o que evidenciou um contexto de insegurança alimentar. Esse aspecto foi fundamental para compreender sua realidade familiar e conduzir a consulta de forma mais adequada.</p><p>Nem a adolescente nem a mãe souberam informar a data dos últimos exames de rotina ou do uso de vermífugo. Além disso, não trouxeram a caderneta de vacinação. A mãe relatou apenas que a última consulta de rotina que se lembra ocorreu quando a adolescente tinha por volta de 5 anos. Foram solicitados exames e prescrito albendazol.</p><p>Ao longo da anamnese, a mãe participou pontualmente e trouxe a questão que a motivara a buscar o atendimento para a filha: a solicitação de um método contraceptivo para a filha, explicando que ela já havia iniciado a vida sexual. Esse foi o motivo central da consulta, mas só foi abordado pela mãe em um momento posterior, que pareceu estar um pouco envergonhada pela filha.</p><p>Em seguida, solicitei de forma tranquila que a mãe se retirasse da sala para que a adolescente pudesse ter um espaço reservado. Nesse momento, a adolescente compartilhou que havia iniciado a vida sexual há cerca de um ano, tendo tido dois parceiros desde então, nem sempre fazendo uso do preservativo. Relatou que a mãe descobriu sua vida sexual por meio de mensagens no celular, e que, a partir disso, o vínculo entre ambas se fragilizou, pois a mãe não aceitou bem a situação. A adolescente se emocionou bastante durante esse relato, chegando a chorar, e descreveu que, desde então, sente-se julgada e incompreendida, o que tem afetado significativamente o relacionamento familiar com a mãe.</p><p>Ainda nesse momento, conversamos sobre a importância do cuidado com a saúde sexual, o uso regular do preservativo e a valorização de suas escolhas. Ela também relatou ingerir pouquíssima água, em torno de apenas 300 ml por dia, o que foi reforçado como um ponto de atenção em sua rotina.</p><p>Nesse momento a Fernanda chegou, e me auxiliou a conduzir o acolhimento e às orientações à adolescente.</p><p>Durante o exame físico, observei pequenas pápulas na pele, compartilhei o achado com a Fernanda, que levantando a hipótese de dermatite levou o caso à professora Simone, e, a partir disso, realizamos uma interconsulta com o Dr. João, que confirmou o diagnóstico e prescreveu tratamento com hidratante à base de ureia (Ureadin), além disso, reforçamos as orientações para evitar o uso de perfumes sobre a pele.</p><p>Ainda no mesmo dia, foi possível realizar uma interconsulta com a professora Aline, o que possibilitou a aplicação do anticoncepcional injetável mensal (Noregyna) determinado já durante a consulta. Além disso, foram feitos encaminhamentos para acompanhamento na UBS do Retiro, com clínico geral para crescimento e desenvolvimento, bem como para alergista, a fim de avaliar a dermatite de forma mais aprofundada. Foi a paciente com mais implementações de enfermagem, sendo 18 no total.</p><p>Ao final, fiquei bastante satisfeita, pois percebi a importância do olhar integral da enfermagem, que busca acolher tanto as demandas físicas quanto emocionais e sociais da paciente. O caso demonstrou, de forma clara, a relevância do trabalho multidisciplinar e das boas relações interprofissionais para garantir um cuidado mais completo. Foi um fechamento muito especial do módulo, marcado por aprendizado, acolhimento e reflexão sobre o papel da enfermagem no cuidado ao adolescente.</p><p><br><strong>Round:</strong></p><p><mark>O round foi conduzido pela professora Regina e contou com a apresentação do TCC da Lília, que abordou a importância da Atenção Primária à Saúde como porta de entrada do usuário no sistema. Foi ressaltado o papel estratégico da APS na prevenção de agravos, na continuidade do cuidado e no encaminhamento para outros níveis quando necessário. Destacou-se ainda a relevância do trabalho multiprofissional e do vínculo com a comunidade, relacionando esses pontos à prática que vivenciamos no estágio.</mark></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-29 20:57:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3561152917</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Considerações finais </title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3561153120</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>A vivência no Módulo de Enfermagem em Saúde do Adolescente foi extremamente enriquecedora para minha formação, pois me permitiu desenvolver habilidades técnicas e relacionais em um público que exige acolhimento, escuta ativa e postura profissional diferenciada. Durante os atendimentos, pude exercitar tanto a anamnese quanto o exame físico, além de participar de momentos de orientação sobre sexualidade, autocuidado e saúde mental. Destaco aqui meu agradecimento especial à professora Simone e à sênior Fernanda, que tiveram papel fundamental nesse processo, sempre orientando, corrigindo e incentivando a nossa prática com paciência e cuidado.</p><p><br></p><p><strong>Autoavaliação: </strong>9,5</p><p><br></p><p><strong>Justificativa</strong>:</p><p>Atribuo essa nota porque considero que tive uma boa participação, conduzi consultas com responsabilidade e procurei sempre acolher as demandas apresentadas, respeitando o adolescente e seu contexto. Foi um módulo que me fez de fato enxergar que estou no caminho certo e que de fato, sou capaz de avaliar e reconhecer alterações durante o exame físico, com foco na percepçao do ritmo em 3T na ausculta cardiaca de um paciente. Reconheço, no entanto, que ainda posso aprimorar minha segurança em algumas abordagens do exame físico mais específicas como palpação da cadeia ganglionar e profunda, mas acredito que esse amadurecimento virá com a prática e continuidade da experiência.</p><p><br></p><p><strong>Que bom</strong></p><p>Que bom ter tido a oportunidade de acompanhar adolescentes em diferentes realidades, desde aqueles com demandas mais simples até situações que exigiram maior sensibilidade, como conflitos familiares e automutilação. Foi muito positivo aprender em cada encontro.</p><p><br></p><p><strong>Que tal</strong></p><p>Que tal se tivéssemos mais tempo no módulo? Seria interessante aprofundar em mais casos e ter a chance de acompanhar os retornos de pacientes atendidos, para observar a evolução das intervenções e fortalecer o vínculo.</p><p><br></p><p><strong>Que pena</strong></p><p>Que pena que o tempo foi curto, pois esse módulo trouxe reflexões muito importantes para minha prática profissional e pessoal. Senti que cada consulta foi um aprendizado único e que ainda havia muito a explorar nessa área tão sensível e necessária do cuidado em enfermagem.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-29 20:57:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pesquisa - Conjuntivite </title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3561153479</link>
         <description><![CDATA[<p>A conjuntivite é <strong>uma inflamação da conjuntiva</strong>, membrana fina e transparente que reveste a parte branca dos olhos e a superfície interna das pálpebras. É conhecida como “olho vermelho” devido à irritação e vermelhidão que provoca. Os sintomas variam conforme a causa (viral, bacteriana, alérgica ou irritativa) e incluem olhos vermelhos, coceira, sensação de corpo estranho, lacrimejamento e inchaço das pálpebras.</p><p><br></p><p>As causas principais são vírus (como adenovírus), bactérias (por exemplo, Staphylococcus aureus), alergias a poeira, pelos e produtos químicos, além de irritações ambientais.</p><p><br></p><p>O <strong>diagnóstico é clínico,</strong> realizado por profissional de saúde, incluindo entrevista, histórico médico, exame físico dos olhos e, se necessário, testes adicionais, como fluoresceína.</p><p><br></p><p>O tratamento depende do tipo:</p><ul><li><p><strong>Viral: </strong>autolimitada, com compressas frias para aliviar sintomas.</p></li><li><p><strong>Bacteriana:</strong> colírios ou pomadas antibióticas.</p></li><li><p><strong>Alérgica: </strong>colírios antialérgicos; casos graves podem exigir medicamentos mais fortes.</p></li><li><p><strong>Irritativa: </strong>remoção do agente irritante e uso de colírios lubrificantes.</p><p>Alguns casos exigem anti-inflamatórios específicos para complicações.</p><p><br></p><p>A prevenção inclui lavar as mãos regularmente, evitar ambientes lotados, não tocar nos olhos, não compartilhar objetos pessoais, além de cuidados rigorosos com lentes de contato.</p></li></ul><p><br></p><p><br></p><p><strong>Referência:</strong></p><p><br></p><p>CONSELHO EDITORIAL EINSTEIN. Conjuntivite: sintomas, causas e tratamentos. Glossário de Saúde do Einstein. Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein, 2025. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://share.google/2gb7XX42K2VAzokOV">https://share.google/2gb7XX42K2VAzokOV</a>. Acesso em: 29 ago. 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-29 20:58:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>01/09 - Primeiro dia</title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3563208289</link>
         <description><![CDATA[<p>Hoje foi meu primeiro dia no módulo de Saúde da Mulher. Eu e a Sarah ficamos na sala com as seniors Andréa e Natália, e acompanhamos quatro atendimentos.</p><p>A primeira paciente tinha 41 anos, veio para realização do preventivo, sendo necessário a cada seis meses. O resultado do exame anterior registrado na evolução foi de ASC-US (atipias de células escamosas de significado indeterminado), mas não havia informação se existia algum outro resultado anterior diferente desse. Além disso, a paciente está realizando acompanhamento de um nódulo benigno na mama.</p><p>A segunda paciente tinha 59 anos, encontrava-se na menopausa e, durante a coleta do preventivo, apresentou dor associada a ressecamento vaginal, além de um pequeno episódio de sangramento. Ela também relatou desconforto e ressecamento nas relações sexuais. Nesse contexto, a Natália comentou com a gente posteriormente, que os sintomas eram compatíveis com a <mark>Síndrome Geniturinária da Menopausa,</mark> e foram repassadas orientações sobre o uso do óleo de coco como hidratante e lubrificante natural.</p><p>A terceira paciente, de 22 anos, relatava irregularidade menstrual desde o nascimento do filho de 1 ano, chegando a ficar até quatro meses sem menstruar, além de apresentar fluxo intenso quando a menstruação vinha. Demonstrou interesse em iniciar um método contraceptivo e optou pelo acetato de medroxiprogesterona trimestral, que foi aplicado durante a consulta após o resultado negativo do TIG. Como nunca havia realizado o preventivo, demonstrou desejo em fazer o exame. O colo do útero foi um pouco difícil de localizar, mas a Natália explicou que isso varia conforme a anatomia de cada mulher. Também foram solicitados exames de rotina, já que fazia muito tempo que ela não os realizava.</p><p>Por fim, a última paciente compareceu apenas para retirada de pontos da cirurgia de laqueadura, procedimento rápido que foi concluído em poucos minutos.</p><p>Esse foi um módulo muito aguardado por mim, pois representa um dos campos mais importantes da prática de enfermagem e também dialoga diretamente com o tema do meu TCC, que será voltado à efetividade do plano de parto, estando articulado em saúde da mulher. Por isso, iniciar esse ciclo com experiências tão ricas e diversificadas me trouxe grande motivação, mostrando a amplitude do cuidado e reforçando a importância de um olhar integral em todas as fases da vida feminina.</p><p><br><br></p><p><strong>Round:</strong></p><p><mark>O round conduzido pela Fernanda, sênior de Saúde do Adolescente, que apresentou seu TCC, abordando o HPV. Ela expôs sua cartilha de prevenção voltada para adolescente, explicando sobre as formas de contaminação, manifestações clínicas, diagnóstico e medidas preventivas, trazendo informações importantes sobre a educação em saúde e a necessidade da prevenção precoce.</mark></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-01 10:45:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>02/09 - Terça feira </title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3566749482</link>
         <description><![CDATA[<p>Ontem foi o meu segundo dia no módulo de Saúde da Mulher. Eu, a Sarah e a Rebecca estivemos acompanhadas pela residente Isabelle. Tivemos como paciente uma adolescente de 15 anos, que já havia sido atendida por mim no módulo de Saúde do Adolescente, o que tornou o caso ainda mais significativo por acompanhar sua continuidade no cuidado.</p><p>A adolescente compareceu acompanhada da irmã, o que inicialmente gerou certa dificuldade para abordar algumas questões mais íntimas. Ela se mostrava tímida, evitando responder com clareza, e chegou a negar sentir dores durante a relação sexual, embora eu já soubesse do contrário pela consulta anterior de saúde do adolescente. Diante disso, sem pensar muito, escrevi discretamente um bilhete para a Isabelle, informando essa questão. Foi uma atitude que depois fiquei refletindo se teria sido a melhor forma, mas naquele momento não percebi outra maneira de sinalizar a situação. Após isso, pedir desculpas para Isabelle, a respeito da forma que me comuniquei, ciente da necessidade de tentar ser um pouco mais objetiva. A Isabelle pediu para a irmã sair por um momento, e a partir daí, a paciente conseguiu se abrir mais, relatando dor e desconforto durante a relação sexual. Foram reforçadas orientações sobre uso correto de preservativos, higiene íntima e posições sexuais mais confortáveis. Também foram entregues preservativos e lubrificante, além de explicações sobre como utilizá-los de forma adequada. Além disso, foi realizada o toque bimanual para avaliar a possibilidade de inflamação.<br>Realizamos os testes rápidos para ISTs, todos com resultados negativos. Foi possível perceber como a paciente se sentiu mais à vontade após estar sozinha conosco, falando com mais naturalidade sobre sentimentos e experiências. Esse momento reforçou para mim a importância do acolhimento, da escuta sensível e da criação de um ambiente de confiança, sobretudo com adolescentes.</p><p>Após o atendimento, a residente apresentou materiais importantes para o nosso aprendizado: a caderneta de saúde da gestante, o formulário de pré-natal e o falou sobre o Caderno 32 – Atenção ao Pré-Natal de Baixo Risco, destacando as informações mais relevantes para o acompanhamento da saúde da mulher.</p><p>Após finalizarmos a consulta, fui até a sala da professora Simone para organizar uma atividade que estava pendente. Em seguida, eu e Rebecca fomos para a sala da professora Lívia, no consultório, onde alinhamos questões importantes sobre dúvidas do TCC.</p><p><br></p><p><br></p><p><strong>Round:</strong></p><p><mark>O round foi conduzido pela professora Aline, com a apresentação dos portfólios da Júlia e do Kristian.</mark></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-03 10:50:22 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>03/08 - Quarta feira </title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3566893297</link>
         <description><![CDATA[<p>Na quarta-feira, terceiro dia do módulo, eu e a Sarah atendemos três pacientes.</p><p>A primeira paciente, de 28 anos, veio para buscar o resultado do exame citopatológico preventivo, que estava normal, apresentando três epitélios sem alterações. Trouxe também uma ultrassonografia pélvica, igualmente sem alterações. Ela faz uso de DIU de cobre há cinco anos e acreditava que já seria necessária a troca, mas foi esclarecido que o dispositivo pode ser mantido por mais tempo, por até 10 anos, conforme protocolos atuais.</p><p>A segunda paciente, de 61 anos, esteve na consulta apenas para buscar o resultado do preventivo.</p><p>Já a terceira paciente, de 66 anos, era <mark>histerectomizada</mark> e compareceu para buscar o resultado de um preventivo anterior. Como os últimos exames não apresentaram alterações e ela não possui vida sexual ativa, foi orientada de que não havia mais necessidade de realizar novos exames preventivos. Além disso, relatou ter feito uma mamografia há dois meses, embora não tenha trazido o resultado. Como a última mamografia registrada datava de novembro, foi solicitado que retornasse em uma próxima consulta trazendo o exame mais recente para registro adequado e acompanhamento.</p><p><br></p><p><strong>Round:</strong></p><p><mark>O round foi conduzido pela professora Lívia e contou com a apresentação do portfólio da Bruna.</mark></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-03 12:50:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pesquisa - Aspectos da Linguagem em pessoas com Síndrome de Down</title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3570725522</link>
         <description><![CDATA[<p>O artigo “Aspectos da linguagem em pessoas com Síndrome de Down” apresenta uma revisão sistemática sobre os principais achados linguísticos em indivíduos com Síndrome de Down (SD), condição genética causada pela trissomia do cromossomo 21, reconhecida como a principal causa genética de deficiência intelectual. A SD influencia significativamente o desenvolvimento da comunicação, resultando em atrasos fonológicos, dificuldades de articulação, limitações sintáticas e pragmáticas, além de déficits cognitivos que impactam diretamente o aprendizado e a interação social.</p><p><br></p><p>A revisão, realizada entre 2020 e 2023, analisou oito estudos nacionais que abordaram linguagem, fonoaudiologia e SD. Os achados apontam que indivíduos com SD apresentam <strong>atraso na fala e na escrita, tendência ao uso de gestos como suporte comunicativo, vocabulário reduzido e dificuldade na memória auditiva, enquanto a memória visual tende a ser preservada,</strong> favorecendo estratégias pedagógicas e terapêuticas.</p><p><br></p><p>O artigo destaca a <strong>importância da intervenção precoce e contínua em fonoaudiologia, associada ao envolvimento familiar, métodos lúdicos e suporte interdisciplinar,</strong> para favorecer o desenvolvimento linguístico, a inclusão social e a autonomia. A pesquisa conclui que, embora a evolução da linguagem seja mais lenta, <strong>estímulos adequados podem promover avanços significativos e melhor qualidade de vida.</strong></p><p><br></p><p><br></p><p><strong>Referência</strong>:</p><p>MAZORO, Edna Pereira; ATTILIO, Claicy Isabel Costa; LOPES, Emille Emanuele dos Reis; COSTA, Evilin Jordany da; NASCIMENTO, Samile Cardozo do; AZEVEDO, Sthefane Sabrina Bezerra; PIMENTEL, Isabela Lemos Botelho; ALVES, Francisca Laura Ferreira de Sousa. Aspectos da linguagem em pessoas com Síndrome de Down. Revista de Investigação Biomédica, São Luís, v. 14, n. 1, p. 31-43, jan./jun. 2024. DOI: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://doi.org/10.5281/zenod">https://doi.org/10.5281/zenod</a></p><p>o.14422211.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-05 13:25:28 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3570725522</guid>
      </item>
      <item>
         <title>04/09 - Quinta feira</title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3570825005</link>
         <description><![CDATA[<p>No quarto dia do módulo fiquei junto com a Rebecca, e foi dia de pré-natal. Tivemos duas consultas, cada uma em um momento diferente da gestação, o que tornou a experiência ainda mais rica. A primeira paciente estava com 34 semanas de gestação e, para mim, foi simplesmente incrível conseguir realizar as manobras de Leopold com o auxílio da Andrea. Pude sentir a posição do bebê e, foi um momento muito especial. Logo em seguida, conseguimos auscultar os batimentos cardíacos fetais através do Sonar. Deu um certo trabalhinho, porque o bebê mudava de posição a todo momento, mas no fim conseguimos ouvir os batimentos. É som lindo de ouvir. Dessa forma, seguimos o protocolo do terceiro trimestre e solicitamos a ultrassonografia morfológica, como recomendado para essa fase, além de outras implementações.</p><p>A segunda paciente estava com 11 semanas de gestação, iniciou o pré-natal em outra unidade, mas optou por dar continuidade ao acompanhamento no AMBE. Por ser a primeira consulta aqui, realizamos uma anamnese mais detalhada. Ela trouxe junto a filha de 2 anos, uma criança muito esperta e curiosa, que chegou a chorar por não conseguir ouvir os batimentos do irmãozinho(a), o que deixou a consulta ainda mais significativa. Realizamos os testes rápidos, todos com resultado negativo, e a paciente chegou a perguntar se o marido também deveria fazer, o que foi esclarecido durante a consulta. Solicitamos ainda a ultrassonografia do primeiro trimestre.</p><p>Esse dia me mostrou como o pré-natal tem uma rotina organizada, com protocolos específicos para cada trimestre, que orientam o que deve ser solicitado e acompanhado. Também chamou atenção a falta de preenchimento adequado da caderneta das gestantes: dados como consultas anteriores, peso, altura e pressão arterial não estavam registrados, o que reforça a importância de manter a documentação completa e atualizada.</p><p>Foi um dia especial, de muito aprendizado e emoção, em que pude vivenciar de forma prática o cuidado no pré-natal e perceber o quanto esses momentos são marcantes não só para as gestantes e famílias, mas também para nós, enquanto acadêmicos.</p><p><br></p><p><strong>Round:</strong></p><p><mark>O round foi conduzido pela professora Regina, com a apresentação do portfólio da Bia, que trouxe reflexões importantes sobre suas experiências.</mark></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-05 14:30:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3570825005</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Pesquisa - Síndrome Geniturinária da Menopausa</title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3570825491</link>
         <description><![CDATA[<p>A síndrome geniturinária da menopausa (SGU), anteriormente chamada de atrofia vulvovaginal, é uma condição crônica e progressiva decorrente da deficiência estrogênica da peri e pós-menopausa. Essa deficiência provoca alterações na vulva, vagina, uretra e bexiga, resultando em um conjunto de sinais e sintomas que impactam de forma significativa a saúde, a vida sexual e a autoestima da mulher.</p><p><br></p><p>Estudos apontam prevalência entre 36% e 90% das mulheres no climatério, com início precoce em até 19% das mulheres de 40 a 45 anos. Após a menopausa, cerca de 64% relatam perda de libido e 58% evitam relações sexuais devido ao desconforto. Diferente de outros sintomas do climatério, a SGU não melhora com o tempo, mas tende a se agravar se não tratada.</p><p><br></p><p><strong>Principais manifestações:</strong></p><ul><li><p>Ressecamento, queimação e irritação vaginal.</p></li><li><p>Dispareunia e diminuição da lubrificação.</p></li><li><p>Sintomas urinários: urgência, noctúria, infecções recorrentes.</p></li><li><p>Anemia e impacto negativo na qualidade de vida e sexualidade.</p><p><br></p></li></ul><p><strong>Diagnóstico:</strong></p><ul><li><p>Clínico, baseado em anamnese detalhada e exame ginecológico.</p></li><li><p>Métodos auxiliares: pH vaginal, Vaginal Health Index e índice de maturação vaginal.</p></li><li><p>Muitas pacientes não relatam sintomas espontaneamente, sendo necessária investigação ativa.</p></li></ul><p><br></p><p><strong>Tratamento:</strong></p><ul><li><p>Casos leves: lubrificantes e hidratantes vaginais não hormonais.</p></li><li><p>Casos moderados a graves: terapia hormonal local com estrogênio vaginal (padrão-ouro).</p></li><li><p>Alternativas: estrogênio sistêmico, DIU com levonorgestrel, dilatadores vaginais e fisioterapia pélvica.</p></li><li><p>Novas tecnologias (laser de CO₂, Erbium, radiofrequência) estão em estudo, mas ainda sem evidências sólidas.</p></li><li><p>Em mulheres com câncer de mama, priorizam-se opções não hormonais, em decisão conjunta com oncologia.</p><p><br></p></li></ul><p><br></p><p><strong>Considerações finais:</strong></p><p>A SGU é uma condição altamente prevalente, mas ainda subdiagnosticada e subtratada. O reconhecimento precoce e o manejo adequado são essenciais para minimizar o impacto negativo sobre a saúde sexual, urinária e a qualidade de vida das mulheres no climatério e pós-menopausa.</p><p><br><br></p><p><strong>REFERÊNCIAS:</strong></p><p><br></p><p>FEDERAÇÃO BRASILEIRA DAS ASSOCIAÇÕES DE GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA (FEBRASGO). Síndrome geniturinária da menopausa. Febrasgo Position Statement, n. 3, mar. 2022. Disponível em: https://www.febrasgo.org.br/media/k2/attachments/FPS-N3-Marco-2022-portugues.pdf. Acesso em: 04 set. 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-05 14:30:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3570825491</guid>
      </item>
      <item>
         <title>08/09 - Segunda feira </title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3576793973</link>
         <description><![CDATA[<p>Hoje, no módulo de Saúde da Mulher, foi um ótimo dia, em dupla com a Bia. O primeiro atendimento foi de uma paciente para coleta de exame preventivo, realizado pela Bia. Em seguida, recebemos outra paciente também para coleta do preventivo; nesse caso, eu realizei o exame, o meu PRIMEIRO preventivo. Fiquei beeem nervosa, mas a Natália me auxiliou. Durante esta consulta, a paciente relatou episódios de sangramentos prolongados, chegando a durar mais de 30 dias. Ela informou que, antes do uso de anticoncepcional, apresentava sangramentos mais intensos, mas que, após iniciar o Qlaira, houve uma melhora parcial, tendo escapes leves de sangue, com dois episódios de sangramento após relação sexual e, uma vez, ao urinar. Além da coleta de preventivo, solicitamos uma ultrassonografia transvaginal de rotina, já que fazia muito tempo desde o último exame, encaminhamos a paciente para a ginecologia, além de programar retorno para avaliação dos resultados.</p><p>A terceira paciente apresentava o <mark>útero em posição retrovertido, </mark>o que foi diferente para a prática da realização do exame. A Bia quem realizou a coleta desse exame. Ela tinha 49 anos e mostrou-se colaborativa durante todo o processo.</p><p>A última paciente, de 46 anos, procurou atendimento por estar usando o anticoncepcional Nactali há muito tempo e apresentar sangramentos intensos, o que a fez questionar a eficácia do medicamento e a possibilidade de troca. Avaliamos seu histórico e discutimos possibilidades de acompanhamento. Eu fiz a coleta de preventivo mais uma vez, ela estava muito nervosa e bem tímida, mas todo ocorreu bem.</p><p>Senti que o dia foi muito produtivo e desafiador, pois pude exercitar habilidades práticas, como a coleta do preventivo, além de desenvolver um olhar atento para sinais e queixas das pacientes, reforçando a importância da escuta qualificada e da condução segura dos atendimentos. Trabalhar em dupla com a Bia é sempre uma experiência muito boa, pois conseguimos dividir tarefas e apoiar uma à outra, tornando o aprendizado mais leve e colaborativo.</p><p><br></p><p><strong>Round:</strong></p><p><mark>Por fim, o round foi conduzido pela professora Simone, ocasião em que eu e a Sarah apresentamos nosso portfólio, fechando esse ciclo de atividades com bastante aprendizado</mark>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 21:44:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>09/09 - Terça feira </title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3576794180</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Hoje eu atendi com a Sarah novamente. A Natália nos orientou pontualmente, estando conosco durante as coletas de preventivo.</p><p>A primeira paciente tinha 39 anos e compareceu para buscar o resultado do exame preventivo, com o objetivo de iniciar o processo de colocação do DIU. Entretanto, como o resultado apresentou alteração (apenas um epitélio identificado), foi necessário refazer a coleta. Eu mesma realizei a coleta do preventivo, que ocorreu de forma tranquila e sem dificuldades, contando com o apoio da Natália, que estava presente para auxiliar em caso de dúvidas. Também foi feito o preenchimento do passaporte do DIU, documento necessário para dar continuidade ao processo.</p><p>A segunda paciente, de 30 anos, compareceu em busca de planejamento familiar. Trouxe o resultado do preventivo, e o resultado do USG transvaginal que estavam dentro da normalidade, dessa forma, iniciamos o preenchimento do passaporte para laqueadura, dando seguimento ao processo. Encaminhamos para psicologia e ginecologia.</p><p>A terceira paciente, de 46 anos veio para coleta de exame preventivo, realizada pela Sarah. Durante a anamnese, inicialmente negou comorbidades, mas ao abordar a questão da vida sexual, demonstrou bastante timidez. Relatou que, desde o nascimento do filho, há cerca de três anos, não tinha relações sexuais com o marido. Contou que, sempre que tentavam, surgiam dificuldades, e a situação parecia ocorrer de forma “agendada”, o que a deixava preocupada. Compartilhou ainda que o filho dormia na cama do casal desde então, e somente agora estavam começando a colocá-lo em outro quarto. Percebi uma insegurança e até certa angústia em sua fala, e aproveitei para orientá-la quanto à importância do diálogo com o companheiro, do alinhamento das expectativas e do cuidado mútuo para que possam se reconectar de maneira saudável. Esse momento me fez refletir bastante sobre o papel da enfermagem também no acolhimento de questões íntimas, ajudando a paciente a pensar em caminhos de enfrentamento.</p><p><br></p><p><strong>Round:</strong></p><p><mark>O round foi conduzido pela professora Aline e contou com a apresentação dos portfólios da Maria Alice e da Julia. A Maria Alice trouxe como tema a violência obstétrica, abordando sua definição, formas de combate, os tipos mais comuns, os direitos da mulher e, principalmente, a importância do conhecimento como ferramenta de proteção. O ponto alto da apresentação foi a discussão sobre o plano de parto, tema que me interessa de forma especial, pois está diretamente relacionado ao meu TCC, voltado para a efetividade desse instrumento.</mark></p><p><mark>Na sequência, a Giulia apresentou seu TCC, com foco no desmame precoce e na importância da amamentação, trazendo reflexões relevantes sobre os benefícios e desafios do aleitamento materno.</mark></p><p><mark>Essas discussões me motivaram a participar da atividade do grupo de gestantes no período da tarde, onde também foram abordados temas como a violência obstétrica e a elaboração do plano de parto. Ao final, foi possível orientar as gestantes sobre seus direitos e sobre a construção desse documento, o que tornou a experiência ainda mais significativa.</mark></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-09 21:44:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>10/08 - Quarta feira </title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3580469257</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste dia atendi junto com a Sarah, minha dupla, e acompanhamos três pacientes.</p><p>A primeira paciente, em uso de anticoncepcional Microvilar, relatou que durante os primeiros 20 dias de uso estava apresentando episódios de sangramento. Orientamos que mantivesse o uso até a próxima consulta, para observar como o corpo se adaptaria. Ela trouxe exames de rotina, que mostraram alterações no colesterol total e LDL, motivo pelo qual reforçamos orientações sobre hábitos saudáveis relacionados à alimentação e atividade física.</p><p>A segunda paciente, de 56 anos, relatou cansaço e ondas de calor, sintomas sugestivos de menopausa. Conversamos sobre esse período de transição e suas manifestações. Ela apresentou uma ultrassonografia que evidenciava histerectomia total. Diante do histórico, solicitamos a realização da mamografia para rastreio de rotina e o resultado de seu último preventivo estava sem alterações.</p><p>A terceira paciente, de 42 anos, compareceu para buscar o resultado do exame citopatológico do colo do útero, que estava dentro da normalidade. Trouxe também exames de rotina, que estavam adequados, com exceção da vitamina D em nível limítrofe. Foram feitas orientações gerais de saúde e reforçada a importância do acompanhamento.</p><p><br></p><p><br></p><p><strong>Round:</strong></p><p><mark>O round foi conduzido pela professora Lívia, com a apresentação dos portfólios do Arthur e da Clara, o que proporcionou trocas de experiências e reflexões importantes para o grupo.</mark></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-11 15:20:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3580469257</guid>
      </item>
      <item>
         <title>11/08 - Quinta feira </title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3580469634</link>
         <description><![CDATA[<p>Hoje foi dia de pré-natal. Fiquei novamente com a minha dupla: Sarah. Tivemos 3 pacientes.</p><p>A primeira paciente tinha 17 anos e compareceu acompanhada do namorado, de 18 anos. Tratava-se de sua primeira gestação, não planejada, e a consulta foi voltada para o início do pré-natal. Foi uma experiência muito especial conduzir essa situação, tanto pela responsabilidade do acompanhamento quanto pela delicadeza de lidar com um casal tão jovem. A professora Aline entrou em determinado momento também e reforçou a importância de continuarem focados na vida acadêmica, principalmente ela.</p><p>Durante a consulta, revisamos os exames necessários e foi solicitada a ultrassonografia morfológica. Realizamos os testes rápidos de ISTs tanto na gestante quanto no parceiro, todos com resultado negativo. No momento da coleta, o namorado relatou não gostar de ver sangue e chegou a sentir-se um pouco tonto, o que gerou um clima descontraído, em que brincamos com a situação.</p><p>Foi um atendimento marcante, que reforçou a importância de acolher de forma sensível e responsável, especialmente em casos de gestação na adolescência. A frase que fica é: Não devemos apoiar a gravidez na adolescência, mas devemos sempre apoiar uma adolescente grávida.</p><p>A segunda paciente tinha 31 anos, veio acompanhada do marido. Era sua primeira gestação. Por ela ser enfermeira, confesso que fiquei um pouco nervosa no início, mas a consulta transcorreu de forma tranquila e enriquecedora. Realizamos o swab vagino-perianal, orientamos sobre a entrega da amostra no HAC e também conduzimos o exame físico completo, com manobra de Leopold, medição da altura uterina e ausculta dos batimentos fetais, sendo a Sarah responsável por essa parte. Ela já trouxe os exames do 3º trimestre, incluindo a ultrassonografia morfológica, e estava com 36 semanas e 4 dias de gestação. Durante a conversa, o marido relatou que talvez não conseguisse estar presente no parto, por trabalhar embarcado em plataforma da Petrobrás. A paciente mostrou-se compreensiva com essa possibilidade. Aproveitei o momento para conversar sobre o plano de parto, incentivando-a a refletir e a elaborar o seu, mesmo já estando em fase avançada da gestação.</p><p>A terceira paciente tinha 22 anos e já era mãe de um filho. Ela havia colocado o <mark>DIU de cobre</mark> há cerca de 2 anos e meio, mas relatava episódios frequentes de cólicas intensas e sangramentos aumentados, que interferiam bastante em sua rotina diária. Desejava retirar o dispositivo e retomar o uso do anticoncepcional oral Allestra 20, que utilizava anteriormente. Apresentei o caso à professora Aline e à sênior Natália, e ficou decidido que a remoção do DIU seria realizada ainda durante a consulta. Quando informei a paciente, ela ficou radiante e bastante aliviada, o que demonstrou o quanto essa decisão atendia ao seu desejo e necessidade de melhorar sua qualidade de vida. A retirada foi extremamente rápida, e a professora sugeriu aproveitar e realizar a coleta do preventivo, que foi feita.</p><p><br></p><p><strong>Round:</strong></p><p><mark>O Round foi orientado pela professora Regina, com a apresentação do portfólio da Bruna e da Gabriela.</mark><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-11 15:20:44 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3580471477</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-09-11 15:22:01 UTC</pubDate>
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         <title>Pesquisa - Histerectomia e a enfermagem </title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3580887805</link>
         <description><![CDATA[<p>O artigo "Perspectivas contemporâneas sobre a histerectomia: cuidados de enfermagem e seu impacto na qualidade de vida das pacientes", publicado na Revista Contemporânea (2025), apresenta uma revisão sistemática da literatura sobre a histerectomia, abordando seu significado, indicações, repercussões físicas e emocionais, além do papel da enfermagem no cuidado peri e pós-operatório. A pesquisa utilizou bases nacionais e internacionais no período de 2019 a 2024, selecionando publicações que discutem a experiência das mulheres submetidas ao procedimento e as estratégias de assistência adotadas pela equipe de saúde, especialmente pela enfermagem.</p><p><br></p><p><strong>Definição e contexto:</strong></p><p>A histerectomia é um procedimento cirúrgico que consiste na remoção total ou parcial do útero, podendo incluir, dependendo da indicação clínica, o colo uterino, ovários e tubas uterinas. Trata-se da cirurgia ginecológica mais realizada no mundo e uma das mais comuns no Brasil, com mais de 1,1 milhão de registros entre 2019 e 2024 no DATASUS.</p><p>Suas indicações englobam tanto condições malignas (como câncer de colo, corpo uterino ou ovário) quanto condições benignas (miomas volumosos, adenomiose, endometriose, dismenorreia grave e prolapso uterino). Além da relevância clínica, a histerectomia carrega um forte peso simbólico, por estar diretamente associada à fertilidade e à identidade feminina.</p><p><br></p><p><strong>Impactos na vida da mulher:</strong></p><ul><li><p>Repercussões físicas (dor, alterações hormonais, mudanças no ciclo reprodutivo).</p></li><li><p>Consequências psicológicas e sociais: sentimentos de perda, baixa autoestima, insegurança, mas também relatos de alívio e retomada da vida social e sexual após a resolução dos sintomas.<br></p></li></ul><p><strong>Cuidados de Enfermagem:</strong></p><p>Pré-operatório: orientação sobre exames, preparo físico, jejum, tricotomia, antissepsia e apoio emocional para reduzir ansiedade.</p><p>Pós-operatório: monitoramento de sinais vitais, manejo da dor, orientações sobre cicatrização, restrições físicas, alimentação e reinício gradual das atividades.</p><p>Educação em saúde: identificação de sinais de complicação (trombose, hemorragia, infecção) e incentivo ao autocuidado.</p><p><br></p><p><strong>Tecnologia e políticas públicas:</strong></p><ul><li><p>O Recovery Tracker e outras ferramentas digitais possibilitam acompanhamento remoto e seguro no pós-operatório.</p></li><li><p>A Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher (PNAISM) reforça a importância de um cuidado integral e humanizado.</p></li><li><p>Técnicas minimamente invasivas, como laparoscopia e cirurgia robótica, favorecem recuperação mais rápida e menos complicações.</p></li></ul><p><br></p><p><strong>Conclusão:</strong></p><p>O estudo evidencia que a histerectomia, embora consolidada e eficaz, repercute além da esfera física, impactando aspectos emocionais, sociais e identitários. Por isso, o cuidado de enfermagem humanizado, multidisciplinar e centrado na paciente é fundamental para reduzir efeitos negativos, promover qualidade de vida e favorecer reab</p><p>ilitação integral após a cirurgia.</p><p><br></p><p><strong>Referência:</strong></p><p>SILVA, Cecília Pereira da; ALMEIDA, Andressa de Sousa; SILVA, Elissandra Pereira da; DANTAS JUNIOR, Francisco Wilson de Lemos; CASIMIRO, Maria Raquel Antunes; SILVA, Macerlane de Lira; QUENTAL, Ocilma Barros de. Perspectivas contemporâneas sobre a histerectomia: cuidados de enfermagem e seu impacto na qualidade de vida das pacientes. Revista Contemporânea, v. 5, n. 5, p. 01-20, 2025. Disponível em: https://share.google/BMzSardSpLHfVNQM1. Acesso em: 07 set. 2025.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-11 22:00:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3580887805</guid>
      </item>
      <item>
         <title>15/09 - Segunda feira </title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3586123338</link>
         <description><![CDATA[<p>Hoje tive dois atendimentos no módulo de Saúde da Mulher. A primeira paciente, de 49 anos, foi atendida junto com a Bia, a Sarah e a Rebecca. Ela veio para a realização do exame preventivo e trouxe também uma ultrassonografia transvaginal, feita há dois meses, cujo laudo era sugestivo de <mark>adenomiose uterina</mark>. Diante dessa informação, fui tirar dúvidas com a Andréa e a professora Aline sobre qual seria a conduta adequada. Inicialmente foi levantada a possibilidade do uso de acetato de medroxiprogesterona (injeção trimestral) para interromper a menstruação, mas, ao final, a professora orientou que seria melhor aguardar e pedir para a paciente retornar na quinta-feira para tentar um encaixe com a ginecologista e avaliação mais detalhada. Além disso, a paciente também foi encaminhada para mamografia. O preventivo foi colhido pela Bia.</p><p>A segunda paciente tinha 25 anos e procurou o serviço para planejamento familiar, com o desejo de colocar o DIU. Para iniciar esse processo, foi realizada a coleta do preventivo, que inicialmente foi feita pela Sarah, no entanto, a paciente apresentava o colo do útero um pouco lateralizado, o que fez com quem a professora Aline terminasse o procedimento, além disso, e a paciente foi encaminhada para ultrassonografia transvaginal. O retorno foi agendado para 45 dias, quando trará os resultados e será possível dar continuidade ao processo de inserção do dispositivo. Aproveitamos o momento para tirar dúvidas da paciente, que não foram muitas.</p><p>No geral, foi uma manhã tranquila. Com o módulo se aproximando do fim, cada atendimento tem sido uma oportunidade valiosa de aprendizado prático e de reflexão sobre o cuidado integral à saúde da mulher.</p><p><br></p><p><strong>Round:</strong></p><p><mark>O round foi conduzido pela professora Simone, com a apresentação do portfólio do Arthur. Em seguida, ela propôs uma atividade prática para reforçar a importância da linha de crescimento e desenvolvimento do adolescente, destacando a correta interpretação do gráfico, a aferição da altura e o cálculo do IMC como ferramentas essenciais no acompanhamento clínico.</mark></p><p><mark><br></mark></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-15 19:52:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pesquisa - Adenomiose Uterina </title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3586264442</link>
         <description><![CDATA[<p>A adenomiose é uma doença ginecológica benigna caracterizada pela presença de glândulas e estroma endometrial no interior do miométrio, ou seja, o tecido endometrial que deveria estar restrito à cavidade uterina infiltra-se na camada muscular do útero. Esse processo leva a uma série de alterações estruturais, incluindo hipertrofia e hiperplasia das fibras musculares lisas, resultando em aumento do volume uterino e em sintomas que impactam significativamente a qualidade de vida da mulher.</p><p>Embora seja uma condição benigna, a adenomiose é considerada uma das principais causas de sangramento uterino anormal e de dor pélvica crônica. Frequentemente, ela está associada a outras patologias ginecológicas, como miomas uterinos e endometriose, o que pode dificultar o diagnóstico e o manejo clínico.</p><p><br></p><p><strong>Epidemiologia e fatores de risco:</strong></p><p>A prevalência da adenomiose é variável, principalmente porque muitas vezes o diagnóstico definitivo só ocorre após histerectomia, quando o material é analisado histopatologicamente. Em geral, a condição é mais comum em mulheres entre 35 e 50 anos, principalmente multíparas. Entre os principais fatores de risco descritos estão: idade avançada, múltiplas gestações, histórico de parto cesáreo ou curetagem uterina, além de exposição prolongada ao estrogênio.<br></p><p><br></p><p><strong>Quadro clínico:</strong></p><p>Os sintomas da adenomiose variam em intensidade. Algumas mulheres permanecem assintomáticas, mas, quando presentes, os sintomas mais frequentes incluem: sangramento uterino anormal (menorragia, hipermenorreia), dismenorreia progressiva e dor pélvica crônica. O aumento do volume uterino também pode causar sensação de peso pélvico e desconforto abdominal. Em alguns casos, a adenomiose está relacionada à infertilidade, embora esse vínculo ainda seja objeto de estudo.</p><p><br></p><p><strong>Diagnóstico:</strong></p><p>O diagnóstico da adenomiose é desafiador, já que os sintomas podem se confundir com os de outras doenças ginecológicas, como miomas ou endometriose. Atualmente, a suspeita diagnóstica é baseada em história clínica detalhada, exame físico e exames de imagem. Os mais utilizados são:<br></p><ul><li><p>Ultrassonografia transvaginal (USG-TV): exame de primeira linha, capaz de identificar alterações típicas, como espessamento assimétrico da parede uterina, presença de cistos miometriais e padrão heterogêneo do miométrio.</p><p><br></p></li><li><p>Ressonância magnética (RM): exame com maior acurácia, especialmente útil em casos duvidosos, quando se busca diferenciar a adenomiose de miomas ou em planejamento terapêutico. Os achados mais comuns incluem espessamento da zona juncional e lesões difusas no miométrio.</p><p><br></p></li><li><p>Exame histopatológico: considerado o padrão-ouro, mas só é obtido após histerectomia, o que limita seu uso apenas a casos cirúrgicos.</p><p><br></p></li></ul><p><strong>Tratamento:</strong></p><p>O tratamento da adenomiose depende da idade da paciente, do desejo reprodutivo, da gravidade dos sintomas e da extensão da doença. As opções incluem abordagem clínica, hormonal ou cirúrgica:</p><p><br></p><p><strong>Tratamento clínico:</strong></p><ul><li><p>Uso de anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), como ibuprofeno ou naproxeno, para controle da dor e da inflamação.</p></li><li><p>Antifibrinolíticos, como o ácido tranexâmico, em casos de sangramento intenso.</p></li></ul><p><br></p><p><strong>Tratamento hormonal:</strong></p><ul><li><p>Dispositivo intrauterino liberador de levonorgestrel (DIU-LNG), considerado uma das terapias mais eficazes para controle do sangramento e da dor.</p></li><li><p>Contraceptivos orais combinados ou progestagênios isolados, que reduzem os sintomas por meio do bloqueio hormonal.</p></li><li><p>Agonistas do GnRH, utilizados em casos selecionados para supressão temporária da atividade hormonal, embora não sejam indicados para uso prolongado devido a efeitos colaterais.</p><p><br></p></li></ul><p><strong>Tratamento cirúrgico:</strong></p><ul><li><p>Adenomiomectomia, em casos de lesões localizadas, visando preservar a fertilidade.</p></li><li><p>Ablação endometrial, indicada em pacientes que não desejam gestação futura e apresentam sangramento de difícil controle.</p></li><li><p>Histerectomia, considerada tratamento definitivo, indicada para mulheres sintomáticas que já completaram sua prole e não tiveram resposta a outras terapias.</p><p><br></p></li></ul><p><strong>Considerações finais:</strong></p><p>A adenomiose, apesar de benigna, representa um desafio diagnóstico e terapêutico, impactando de forma significativa a vida da mulher. A escolha do tratamento deve ser individualizada, levando em conta idade, sintomas, desejo reprodutivo e resposta às terapias anteriores. O avanço dos exames de imagem, sobretudo a ressonância magnética, contribuiu para diagnósticos mais precoces e estratégias de tratamento mais adequa</p><p>das, permitindo melhor qualidade de vida às pacientes.</p><p><br></p><p><strong>Referências:</strong><br>KILPATRICK, Charles; GOJE, Oluwatosin. Adenomiose uterina. In: MANUAL MSD – Versão para Profissionais de Saúde. Merck &amp; Co., Inc., Rahway, NJ, EUA, 2023. Disponível em: https://www.msdmanuals.com/pt/profissional/ginecologia-e-obstetrícia/doenças-ginecológicas-diversas/adenomiose-uterina. Acesso em: 15 set. 2025.</p><p><br></p><p>DONADIO, Nilka Fernandes. Adenomiose: o que é, sintomas e tudo o que você precisa saber. Alta Diagnósticos, 2023. Disponível em: https://share.google/eHyLGxBAhcJsQVCFQ. Acesso em: 15 set. 2025.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-15 22:53:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>16/09 - Terça feira </title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3588373093</link>
         <description><![CDATA[<p>Hoje atendi duas pacientes no módulo de Saúde da Mulher, junto com a Bia e a Rebecca. Eu adoro atender com elas, é sempre ótimo.</p><p>A primeira paciente, de 24 anos, estava acompanhada do marido de 33 anos e veio para a primeira consulta de pré-natal. Relatou que havia feito quatro testes de farmácia positivos, mas não tinha exames laboratoriais. Iniciamos a consulta seguindo o protocolo de pré-natal inicial: realizando a anamnese, solicitamos exames de rotina, incluindo sangue, urina e ultrassonografia morfológica de 1º trimestre e além disso, reforçamos a importância de atualizar a vacinação, já que a paciente não trouxe sua caderneta. Aproveitamos também para orientar o marido sobre a importância de atualizar o esquema vacinal, já que a caderneta dele era antiga e faltavam muitas vacinas.</p><p>Realizei os testes rápidos (HIV, sífilis, hepatite B e C) em ambos. O resultado da gestante foi positivo para <mark>sífilis</mark>, e preferi realizar novamente, com resultado confirmado após repetição do teste. O parceiro apresentou resultado negativo.</p><p>Dessa forma, a professora Aline explicou aos dois que o resultado havia dado positivo para sífilis, expôs de forma clara o que era a doença, como ocorre a transmissão, os sintomas, o tempo de manifestação e o tratamento, deixando o casal mais tranquilo e consciente da importância de seguir corretamente a conduta.</p><p>Após a explicação, seguimos o protocolo:</p><p><br></p><ul><li><p>Gestante: 2,4 milhões UI de penicilina benzatina, dividida entre os glúteos, 1x/semana por 3 semanas.</p></li><li><p>Parceiro: foi realizada dose única de 2,4 milhões de UI, também dividida entre os dois glúteos.</p></li></ul><p><br></p><p>Também foram solicitados exames de rotina, incluindo VDRL quantitativo para o marido, já que para a paciente já havíamos pedido no rotina de pré natal, com o objetivo de acompanhar resposta ao tratamento e monitorar o caso. Durante a consulta, após a saída da professora Aline, a paciente questionou sobre a eficácia do tratamento, se a doença teria cura e quais seriam os riscos para o bebê. Explicamos que a sífilis tem cura quando tratada corretamente, reforçamos a importância de seguir todas as doses e tranquilizamos em relação à saúde do bebê, ressaltando a necessidade de acompanhamento rigoroso. Encaminhamos a gestante para a ginecologia/obstetrícia, reforçando o retorno nas duas semanas seguintes e encaminhamos o parceiro para a enfermagem de saúde do adulto. Os dois receberam as prescrições das doses de de Penicilina Benzatina.</p><p>Foi uma consulta longa, quase como se fossem duas em uma, com muitas demandas, mas acredito que conseguimos acolher da melhor forma possível, garantindo orientação, testagem e início do tratamento.</p><p>A segunda paciente, de 16 anos, veio sozinha, encaminhada pela Saúde do Adolescente, com queixa de dor nos seios, principalmente ao toque lateral. Expliquei que poderia estar relacionado às alterações hormonais da puberdade, e por orientação da professora Aline, foi agendado retorno no dia seguinte no para enfermagem em saúde da Mulher, para assim tentar encaixe com a ginecologista para avaliação. Durante a consulta, a adolescente aproveitou para tirar dúvidas sobre métodos contraceptivos, eficácia da injeção mensal, uso da pílula do dia seguinte e risco de gravidez mesmo com ejaculação interna durante o uso de anticoncepcionais. Foi uma consulta breve, mas importante para esclarecer suas dúvidas.</p><p><br></p><p><strong>Round:</strong></p><p><mark>O round do dia foi conduzido pela professora Aline, que fez uma revisão dos principais pontos para a prova, com ênfase em sífilis, observações do exame citopatológico do colo do útero, protocolo de pré-natal e condutas de rotina e condutas específicas como Coombs Indireto em tipagem sanguínea com fator RH negativo e o TOTGs para diagnosticar diabetes gestacional.</mark></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-16 20:40:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pesquisa - Artigo (Inserção Diu de cobre por médicos e enfermeiros)</title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3588488912</link>
         <description><![CDATA[<p>O estudo" Acompanhamento da inserção de dispositivos intrauterinos de  </p><p>cobre por enfermeiros e médicos: estudo longitudinal prospectivo" analisou a inserção de dispositivos intrauterinos (DIU) de cobre em uma maternidade de risco habitual em Curitiba, investigando intercorrências, aceitabilidade e causas de descontinuação ao longo de 12 meses. Participaram 83 mulheres, majoritariamente jovens, com idade média de 26 anos, e com escolaridade variando entre ensino médio (60,2%) e superior (33,7%). Em relação ao histórico gestacional, prevaleceram as secundíparas e primíparas. A maioria das inserções foi realizada por enfermeiros (61,4%), demonstrando a ampliação da atuação desse profissional no planejamento reprodutivo.</p><p><br></p><p>Quanto aos motivos de escolha do DIU, 67,5% destacaram a vantagem de ser um método não hormonal, 24,1% ressaltaram a ausência de risco de esquecimento e outras citaram praticidade, segurança ou contraindicações a hormônios. Após 12 meses de acompanhamento, 71 mulheres (85,5%) permaneceram com o dispositivo, revelando elevada taxa de continuidade, acima da média apontada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Apenas 12 (14,5%) descontinuaram o uso, sendo os principais motivos dismenorreia (34,9%), menorragia (24,1%), sangramentos irregulares (10,8%), além de um caso de perfuração do endométrio (1,2%) e uma expulsão espontânea (1,2%). Observou-se que a maior parte das intercorrências ocorreu nos primeiros seis meses, reduzindo-se gradualmente, o que indica um processo de adaptação ao método.</p><p><br></p><p>Em contrapartida, os elogios foram numerosos: 62,7% relataram boa adaptação, 56,6% destacaram a vantagem de não conter hormônios, 55,4% recomendaram o método a outras mulheres e 37,3% o consideraram seguro e confiável. Ao final do acompanhamento, 90% das participantes declararam estar satisfeitas com o DIU, incluindo algumas que haviam interrompido o uso, mas que manifestaram interesse em reinserir futuramente.</p><p><br></p><p>Conclui-se que o DIU de cobre apresenta boa aceitação e eficácia como método contraceptivo de longo prazo, sendo bem tolerado pela maioria das usuárias. As complicações relatadas são compatíveis com a literatura e concentram-se nos primeiros meses de uso. A atuação dos enfermeiros se mostrou fundamental e segura, reforçando a importância da ampliação de sua capacitação para inserção do DIU no contexto do SUS, contribuindo para maior acesso a métodos contraceptivos eficazes e para a redução das gestações não planejadas no Brasil.</p><p><br></p><p>Referências:</p><p>TRIGUEIRO, Tatiane Herreira; FERRARI, Jerferson Cleiton; SOUZA, Silvana Regina Rossi Kissula; WALL, Marilene Loewen; BARBOSA, Rute. Acompanhamento da inserção de dispositivos intrauterinos de cobre por enfermeiros e médicos: estudo longitudinal prospectivo. Revista Brasileira de Enfermagem, Brasília, v. 73, supl. 4, e20200156, 2020. Disponível em: https://share.google/pGbEeJz0m5gYpcF5A. Acesso em: 16 set. 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-16 23:25:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3588488912</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Pesquisa - &quot;Atuação do enfermeiro na atenção primária à saúde em gestantes com sífilis&quot;</title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3588508996</link>
         <description><![CDATA[<p>O artigo discute a atuação do enfermeiro na Atenção Primária à Saúde frente à sífilis gestacional, uma infecção sexualmente transmissível de grande relevância em saúde pública e de notificação compulsória. A pesquisa, de caráter exploratório, retrospectivo e quantitativo, utilizou dados do SINAN entre 2018 e 2021 no Estado de Goiás, identificando 44.657 casos de sífilis em gestantes. Os resultados mostraram maior prevalência entre mulheres de 20 a 39 anos, com predominância de ensino médio completo, além de notificações de sífilis latente, testes treponêmicos e não treponêmicos reagentes. O estudo evidenciou falhas na assistência pré-natal, baixa adesão ao tratamento, especialmente dos parceiros, e desigualdades de acesso aos serviços de saúde. Ressalta-se que a não adesão ao tratamento do parceiro configura um dos maiores desafios para o controle da doença, ampliando os riscos de reinfecção materna e transmissão vertical. Conclui-se que o enfermeiro tem papel central na prevenção, diagnóstico precoce, tratamento e acompanhamento das gestantes e parceiros, sendo essencial a criação de vínculo, educação em saúde e estratégias de promoção da saúde para reduzir a transmissão vertical e a incidência da doença. Além disso, o estudo destaca a necessidade de capacitação contínua dos profissionais e de políticas públicas mais eficazes para o enfrentamento da sífilis gestacional.</p><p><br></p><p><strong>Referências:</strong></p><p>ARAÚJO, Déborah Akire de Souza; GOMES, Gabrielly Inácia Alves; SOUZA, Sara Oliveira; ALVES, Angela Gilda; ALMEIDA, Mayara Maria Souza de; MARTINS, Thaynara Lorrane Silva. Atuação do enfermeiro na atenção primária à saúde em gestantes com sífilis. Revista Recien, São Paulo, v. 14, n. 42, p. 72-80, 2024. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://recien.com.br/index.php/Recien/article/view/822">https://recien.com.br/index.php/Recien/article/view/822. </a>Acesso em: 16 set. 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-16 23:47:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pesquisa - &quot; Impacto da sífilis na gestação: complicações maternas e neonatais&quot;</title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3588517593</link>
         <description><![CDATA[<p>O artigo "Impacto da sífilis na gestação: complicações maternas e neonatais" apresenta uma revisão integrativa sobre os efeitos da infecção pelo Treponema pallidum durante o período gestacional. A sífilis na gravidez é considerada uma condição de alto risco, associada a complicações obstétricas graves e a desfechos neonatais adversos, especialmente quando não há diagnóstico e tratamento precoce.</p><p><strong>Complicações maternas: </strong>incluem aborto espontâneo, parto prematuro, natimortalidade, polidrâmnio, ruptura prematura de membranas e infecções obstétricas secundárias. O comprometimento da placenta pode reduzir a oxigenação e o aporte de nutrientes ao feto, prejudicando o crescimento intrauterino e aumentando o risco de bebês com baixo peso ao nascer.</p><p><strong>Complicações neonatais:</strong> variam entre manifestações precoces, como lesões cutâneas, hepatoesplenomegalia, anemia hemolítica e icterícia, até complicações tardias, como surdez, alterações neurológicas, cegueira, deformidades ósseas, malformações congênitas e déficits no desenvolvimento neuropsicomotor. Em casos não tratados, até 40% dos fetos expostos podem evoluir para óbito intrauterino ou morte perinatal.</p><p><strong>Aspectos sociais e desafios:</strong> fatores como baixa escolaridade, desigualdades sociais, ausência de acesso ao pré-natal de qualidade, falhas no diagnóstico precoce e baixa adesão ao tratamento, tanto por parte das gestantes quanto dos parceiros, que contribuem para a manutenção da transmissão vertical. O estigma social e o impacto psicológico sobre as gestantes também são destacados como barreiras importantes.</p><p><strong>Medidas preventivas e estratégicas: </strong>a testagem sorológica durante o pré-natal (VDRL, FTA-ABS e testes rápidos) e o tratamento com penicilina benzatina são medidas altamente eficazes para reduzir os riscos. A inclusão dos parceiros no processo terapêutico, a educação em saúde e campanhas de conscientização são apontadas como fundamentais para interromper o ciclo de reinfecção e diminuir a incidência da sífilis congênita.</p><p>Conclui-se que a sífilis gestacional continua sendo um grave problema de saúde pública, apesar da disponibilidade de exames diagnósticos e tratamento eficaz. O fortalecimento do pré-natal, a ampliação da cobertura da testagem, a garantia do tratamento oportuno e a implementação de políticas públicas efetivas são medidas indispensáveis para reduzir complicações e assegurar melhores desfechos materno-infantis. Dessa forma, a eliminação da sífilis congênita depende de uma atuação integrada entre profissionais de saúde, gestores e sociedade, unindo prevenção, diagnóstico precoce, tratamento adequado e educação em saúde.</p><p><br><strong>Referências:</strong></p><p>DIOGO, Ana Paula Xavier Fonseca Gonçalves et al. Impacto da sífilis na gestação: complicações maternas e neonatais. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, v. 7, n. 4, p. 144-154, 2025. Disponível em: https://share.google/9MH1aP1btzMSu9DLq. Acesso em: 16 set. 2025.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-16 23:54:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3588744081</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-09-17 01:48:20 UTC</pubDate>
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         <title>Pesquisa - Útero retrovertido </title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3588815280</link>
         <description><![CDATA[<p>O útero é um órgão do sistema reprodutor feminino responsável pela menstruação, desenvolvimento embrionário e expulsão do feto durante o parto. Sua anatomia divide-se em fundo, corpo, istmo e cérvix, com paredes compostas por perimétrio, miométrio e endométrio.</p><p>Normalmente, encontra-se em leve anteversão e anteflexão, mas pode variar conforme a relação com estruturas pélvicas. Quando <strong>se orienta para trás, caracteriza-se como útero retrovertido, considerado uma variação da normalidade</strong>. A posição pode ser influenciada pela distensão vesical e do intestino.,</p><p>As <strong>principais causas incluem:</strong></p><p><strong>desenvolvimento incorreto do útero na adolescência, endometriose, miomas, flacidez dos ligamentos pélvicos, cicatrizes ou aderências por infecções,</strong> além de situações transitórias como gravidez e parto.</p><p>O <strong>diagnóstico pode ser feito em exame ginecológico de rotina, como toque vaginal bimanual,</strong> e confirmado por ultrassonografia.</p><p>Retroversão móvel: em geral assintomática, podendo causar cólicas leves e desconforto em algumas posições sexuais.</p><p>Retroversão fixa: associada a sintomas como dismenorreia, dispareunia, dor pélvica, lombar, ao urinar (disúria) ou evacuar (proctalgia).</p><p><br/></p><p><strong>Útero retrovertido e gravidez:</strong></p><p><br/></p><p>Não costuma impedir a gestação, mas pode estar relacionado à endometriose, que afeta a fertilidade. Durante a gravidez, geralmente não traz complicações, embora em casos fixos possa causar dores urinárias, evacuatórias e sexuais, especialmente entre o 3º e 4º mês.</p><p>A retroversão uterina <strong>não é considerada doença e, portanto, não requer tratamento. </strong>Somente nos casos patológicos (fixos por endometriose ou infecções), pode-se indicar cirurgia para reposicionamento uterino, embora o procedimento seja raro e traga riscos como dor, inflamações e infecções.</p><p><br></p><p><strong>Referências:</strong></p><p>SIMILI, Amanda. Vamos falar sobre útero retrovertido? Sanarmed – Colunistas, 05 set. 2020. Disponível em: &lt;https://www.sanarmed.com/vamos-falar-sobre-utero-retro. Acesso em: 12 set. 2025.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-17 02:20:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Considerações finais </title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3588856726</link>
         <description><![CDATA[<p>A palavra que define esse módulo é: gratidão. A experiência no módulo de Saúde da Mulher foi intensa, mas extremamente transformadora para minha formação e crescimento pessoal. Foram dias de grande aprendizado, tanto técnico quanto humano, em que pude vivenciar a amplitude do cuidado voltado à saúde feminina em diferentes fases da vida. Desde o pré-natal de adolescentes e jovens até o acompanhamento de mulheres na menopausa, cada atendimento me mostrou o quanto a enfermagem precisa aliar técnica, escuta sensível e acolhimento.</p><p>Sou grata à professora a minha dupla, Sarah, à professora Aline e às sêniores Natália e Andréa, pela paciência, dedicação e disponibilidade em orientar cada detalhe, sempre transmitindo conhecimento de forma prática. O apoio delas foi essencial para que eu pudesse realizar procedimentos novos para mim, como a coleta do meu primeiro preventivo, a realização de manejo no pré-natal e até mesmo acompanhar processos como a retirada de DIU.</p><p><br></p><p><strong>Autoavaliação</strong>: 9,5</p><p><br></p><p><strong>Justificativa:</strong></p><p>Acredito que tive um ótimo desempenho ao longo do módulo. Comparando meu primeiro dia até momento, saio com a certeza de que aproveitei ao máximo, às vezes nervosa, mas tentei fazer o meu melhor a todo momento. Participei ativamente dos atendimentos, fui responsável e me empenhei em aprender, porquê de fato precisava, busquei orientação sempre que necessário e consegui superar medos e inseguranças iniciais. Reconheço que ainda preciso ganhar mais autonomia e segurança em alguns procedimentos, mas sinto que evoluí muito, principalmente na escuta qualificada e na capacidade de conduzir consultas completas.</p><p><br></p><p><strong>Comentários finais:</strong></p><p><br></p><p><strong>Que bom</strong> poder vivenciar um módulo tão rico, cheio de aprendizados práticos, e situações tão diferentes entre sim, que com certeza me ajudaram a começar a construir senso crítico e analítico. Além disso, houveram casos que dialogaram diretamente com meu tema de TCC, onde eu pude entender como é o processo de pré-natal e como podemos, com pequenos passos, incentivar a relização de um plano de parto. E para mim, conseguir falar um pouquinho sobre esse instrumento que eu considero tão importante como ferramenta de autonomia da mulher durante às fases do parto foi motivador.</p><p><br></p><p><strong>Que tal</strong> se o módulo tivesse maior duração? Assim, seria possível aprofundar ainda mais nas práticas, vivenciar um número maior de casos e consolidar com mais firmeza a rotina dos protocolos, apesar de achar que a quantidade de dias que temos hoje nos dá uma BOA carga de conhecimento.</p><p><br></p><p><strong>Que pena</strong> que chegou ao fim tão rápido. Foram dias intensos que me mostraram que a saúde da mulher é realmente uma área que me encanta e que, sem dúvida, contribuiu de maneira muito significativa para a construção da profissional que quero ser.</p><p><br></p><p><br></p><p>A mensagem que deixo para a Miréia do futuro, após essa primeira etapa vencida é: Tenho certeza que você está sendo uma ótima enfermeira e fazendo a diferença no mundo como você queria! ❤️</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-17 02:38:40 UTC</pubDate>
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         <title>17/09 - Quarta feira </title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3588857969</link>
         <description><![CDATA[<p>Hoje o dia foi muito corrido, mas também bastante produtivo. Atendi junto com a Sarah e tivemos 7 pacientes.</p><p>A primeira paciente, já em menopausa há 4 anos, veio à consulta para apresentar exames. Trouxe mamografia realizada anteriormente com identificacação demamas densas e, por essa razão, foi solicitada ultrassonografia mamária, que ela também trouxe e se encontrava sem alterações. Ela relatou libido baixa e desconforto sexual, mas como havia iniciado há menos de um mês o uso de reposição hormonal fitoterápica (Tribulus Terrestris), orientei a aguardar mais um pouco para avaliar os efeitos, além de testar lubrificantes e o óleo de coco como medidas auxiliares.</p><p>A segunda paciente veio em consulta para buscar o resultado do preventivo, que não apresentou alterações, e solicitar exames de rotina, já que há muito tempo não os realizava. Ela está aguardando avaliação com a ginecologista para acompanhamento do climatério. Relatou desconforto durante as relações sexuais, associado a ressecamento vaginal. Orientei sobre cuidados que podem ajudar na hidratação da região íntima, entregamos lubrificantes e falei também sobre o uso do óleo de coco como recurso complementar.</p><p>A terceira paciente compareceu apenas para buscar o resultado do preventivo, que estava normal, sem queixas adicionais.</p><p>A quarta paciente, de 62 anos, já era conhecida por mim, pois havia sido atendida durante meu primeiro módulo, em Saúde do Adulto, em agosto. Naquela ocasião, a encaminhei para o módulo de Saúde da Mulher e solicitei exames sorológicos devido a queixas de lesões prévias na região íntima. Hoje, retornou com os exames, todos negativos. Além disso, o resultado do preventivo, estava sem alterações. Também trouxe uma mamografia que apontava “mamas densas”. Após orientação da professora Aline, solicitamos ultrassonografia mamária para melhor avaliação, ficando o retorno programado para quando o resultado estiver disponível.</p><p>A quinta paciente também veio apenas para buscar resultado de preventivo, sem alterações.</p><p>A sexta trouxe tanto o preventivo, normal, quanto mamografia, que também estava dentro da normalidade.</p><p>A sétima paciente compareceu exclusivamente para retirar o resultado do exame citopatológico.</p><p>Foi um dia corrido, mas muito bom. Senti que consegui ser extremamente eficiente em cada atendimento, o que me deixou satisfeita. Gosto sempre de colocar todos os atendimentos do dia, porquê isso me ajuda a lembrar que cada paciente foi único, e como sabia que não ia lembrar detalhamento, fui gravando áudios curtos entre as saídas das pacientes para me ajudar na construção do portifólio posteriormente. Enfim, foi um dia ótimo, já começo a sentir o gostinho de despedida nesse penúltimo dia do módulo, que, como eu já imaginava, conquistou meu coração.</p><p><br></p><p><strong>Round:</strong></p><p><mark>O round foi conduzido pela professora Lívia e contou com a apresentação dos portfólios da Natália, da Júlia e do João.</mark></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-17 02:39:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3591834081</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-09-18 10:58:12 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>18/09 - O Último Dia ❤️</title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3592395994</link>
         <description><![CDATA[<p>Hoje foi o meu último dia no módulo de Saúde da Mulher, em dupla com a Sarah novamente. Foi uma manhã marcante, de muitos aprendizados, emoção e também de encerramento de um ciclo que significou muito para mim.</p><p>A primeira paciente estava com 32 semanas de gestação e compareceu para a consulta de pré-natal. Realizei a manobra de Leopold, identificando a posição fetal, além de orientar sobre a elaboração do plano de parto. A Sarah auscultou os batimentos cardíacos da bebê, e foi um momento muito especial. A paciente estava radiante e a consulta nos deixou ainda mais motivadas.</p><p>A segunda paciente, com 16 semanas de gestação, nunca havia feito pré-natal até então. Havia realizado apenas dois exames de Beta-HCG, em junho e julho, confirmando a gravidez. Relatou que engravidou mesmo estando em uso de DIU, o que explica em parte sua surpresa e o fato de a gestação não ter sido planejada. Iniciamos o protocolo de primeira consulta, solicitando todos os exames de rotina (com exceção da translucência nucal, já fora do período), além da ultrassonografia morfológica. Sendoesta sua sexta gestação, tendo tido 1 aborto, manifestou desejo de realizar laqueadura após o parto, e por isso já iniciamos o processo no passaporte da laqueadura. Também conversei com ela sobre o curso de gestantes realizado às terças-feiras, e ela demonstrou interesse em participar. Falei ainda sobre a importância do plano de parto. A paciente compartilhou que teve experiências negativas em sua gestação anterior, mas se mostrou receptiva à ideia de realizar o plano.</p><p>A terceira paciente trouxe resultados de exames anteriores, incluindo uma histerossalpingografia indicando <mark>obstrução tubária.</mark> Foi realizada interconsulta com a Dra. Thaísa, que juntando com a Dra. Aline, esclareceram que suas chances de engravidar naturalmente eram muito reduzidas, sendo a fertilização in vitro (FIV) a opção mais viável. A paciente se emocionou bastante, chorou, e relatou frustração por ter ficado um ano sem entender corretamente a situação, sentindo descaso em atendimentos anteriores. Apesar da tristeza, acredito que ela demonstrou resiliência, sendo já mãe de três filhos. Orientamos a conversar com o marido com calma, expressando seus sentimentos e frustrações. O momento foi muito tocante e me fez refletir sobre a importância da escuta e da clareza na comunicação com as pacientes.</p><p>A quarta paciente, de 50 anos, compareceu para realizar o exame preventivo, que não fazia há cinco anos, desde a perda se sua última gestação. Relatou também histórico de cálculos renais, para os quais já havia realizado tratamento com litotripsia. Disse sentir desconfortos durante as relações sexuais quando ainda era casada. Conversamos com ela sobre como alterações fisiológicas da idade, do climatério e do histórico obstétrico podem interferir na saúde sexual. Realizei a coleta do preventivo e solicitamos exames de rotina, além de exames hormonais para posterior avaliação médica sobre início de menopausa. Também foi solicitada mamografia, já que estava em atraso. Esse atendimento foi simbólico para mim, pois foi o último preventivo que realizei neste módulo.</p><p>Encerramos a manhã com um lanche e um momento de descanso. A professora Aline finalizou o módulo com palavras que me deixaram muito orgulhosa e contente, isso me mostrou que eu preciso confiar mais em mim mesma e acreditar na minha capacidade de ser uma ótima profissional e enfermeira. Foi um fechamento incrível, e me fez perceber o quanto cresci ao longo dessa experiência.</p><p><br></p><p><strong>Round:</strong></p><p><mark>O round do dia foi conduzido pela professora Regina, com uma revisão voltada para a prova, abordando dificuldades em recém-nascidos, cuidados específicos com crianças e orientações sobre crescimento e desenvolvimento.</mark></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-18 16:54:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3592450035</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-09-18 17:33:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Pesquisa - Obstrução tubária </title>
         <author>mireiatamarindo</author>
         <link>https://padlet.com/mireiatamarindo/ividsmydnqiges8g/wish/3592467842</link>
         <description><![CDATA[<p>Os problemas de infertilidade relacionados às trompas de Falópio e às anomalias pélvicas podem impedir tanto o encontro do espermatozoide com o óvulo quanto a migração do óvulo ou zigoto até o útero para a implantação. Entre as principais causas de obstrução ou danos tubários estão: infecções pélvicas (como doença inflamatória pélvica), endometriose, gravidez ectópica prévia, cirurgias pélvicas, ruptura de apêndice e presença de tecido cicatricial. Já as anomalias pélvicas, como miomas, pólipos e adesões, também podem bloquear as trompas ou dificultar a implantação.</p><p>O diagnóstico envolve exames como <strong>histerossalpingografia</strong>, histerossonografia, histeroscopia e, em casos específicos, laparoscopia. O tratamento depende da causa e da idade da paciente, podendo incluir antibióticos (em casos de infecção), procedimentos cirúrgicos para remoção de tecido anômalo e, em muitos casos, fertilização in vitro (FIV) como alternativa mais eficaz.</p><p>Essas alterações representam uma das principais causas de infertilidade feminina e reforçam a importância da avaliação precoce e do acompanhamento especializado para garantir as melhores possibilidades de concepção.</p><p><br></p><p>Referência</p><p>MANUAL MSD. Problemas de infertilidade relacionados às trompas de Falópio e a anomalias pélvicas. Versão Saúde para a Família. Rahway: Merck &amp; Co., Inc., 2024. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://share.google/52PUXfT6VZufH0Fm3">https://share.google/52PUXfT6VZufH0Fm3</a>. Acesso em: 18 set. 2025.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-18 17:46:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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