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      <title>Meu padlet inteligente de história 8º ano by Iracildo Pinheiro Guimaraes</title>
      <link>https://padlet.com/iracildoguimaraes/iv22qytbg529201</link>
      <description>Trabalho sobre o Racismo estrutural e a escravidão no Brasil</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-03-20 22:21:47 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-11-12 23:24:29 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Trabalho avaliativo de história 8º ano : Racismo estrutural</title>
         <author>iracildoguimaraes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Boa noite queridos alunos! Poste o seu trabalho de história aqui . Um abraço e bons estudos a todos</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-20 22:24:10 UTC</pubDate>
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         <title>Racismo Estrutural no Brasil</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Trabalho de Miguel, Manoela e Olímpia.&nbsp;<br><br>Racismo estrutural é a discriminação racial sistemática presente nas estruturais sociais. Ou seja, é o racismo enraizado na sociedade, que acaba estando presente em todas as instâncias sociais, sejam institucionais, políticas ou econômicas.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Em outras palavras racismo estrutural é uma coisa que já foi '<strong>'imposta"</strong> e <strong>''naturalizada"</strong> pela sociedade, estando em todos os lugares presentes em nosso dia a dia no trabalho, na política e até mesmo socialmente.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>O racismo estrutural fornece a "matéria-prima" necessária para reprodução e manutenção de desigualdades e violências. Está tão presente sociedade, integrante da história e da cultura, que na maioria das vezes é normalizado<strong>(O QUE É UM ABSURDO)</strong>, e passa quase a ser despercebidamente para as pessoas que não estão sendo ofendidas por não fazerem parte do grupo.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Exemplos de Racismo Estrutural<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><strong>*Falta de representatividade na Política*</strong><br><br></div><div>Apesar de mais de 50% da população brasileira se autodeclarar negra, a maioria dos parlamentares no Congresso Nacional são pessoas brancas.<br><br></div><div><br></div><div><strong>*Falta de representatividade na Mídia*<br></strong>&nbsp;<br>&nbsp;Percebe-se a&nbsp; ausência de negros e indígenas em funções como a de apresentadores de programas de televisão, nos elencos de filmes e novelas.<br><br></div><div>Em 2018 a emissora Globo lançou a novela “Segundo Sol”&nbsp; onde a maior parte dos atores do elenco eram brancos.&nbsp;<br><br></div><div><strong>Gloria Maria</strong>, foi a primeira repórter negra, sua primeira reportagem foi em 1971, até então só tinham repórteres e apresentadores brancos nas televisões brasileiras. <br><br> <br> <br><strong>*Falta de Representatividade em cargos de Liderança*</strong><br>&nbsp;<br>&nbsp;<br><br></div><div>Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2019, menos de 30% dos cargos de liderança nas empresas&nbsp; do Brasil o ocupados por pessoas negras.<br><br></div><div><strong>*Baixo Percentual de Formação Universitária*</strong><br><br></div><div>Apesar de ser maioria entre a população brasileira, os negros ainda são menos presentes na formação universitária. Segundo dados do IBGE, de 2019, entre os universitários, os negros são 38,15% dos matriculados.<strong>*Esse número é um dos mais altos da história, devido a políticas reparativas, como a das cotas.*</strong><br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><strong>A população indígena, que também teve seu acesso à educação negligenciado, até os dias de hoje tem dificuldades para ingressar no ensino superior.</strong> Entretanto, também tem conseguido alcançar números mais relevantes com as cotas.<br><br></div><div><strong>*Violência Urbana*<br></strong><br></div><div>Conforme o Atlas da Violência 2021, no Brasil, a população negra representa 77% das vítimas de homicídio. Pessoas negras têm mais do dobro da chance de serem mortas em contexto de violência, do que pessoas brancas.<br><br></div><div><strong>*Palavras/Expressões&nbsp; Racistas na Língua Portuguesa*</strong><br><br></div><div>Novamente percebemos que uma coisa tão enraizada na sociedade que tem percebemos o quão ruim é vc dizer:<br><br></div><div><strong>Mercado negro<br></strong><br></div><div><strong>Nota Preta<br></strong><br></div><div><strong>Lista Negra&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>Macumba: termo pejorativo para religiões de matriz africana.<br></strong><br></div><div><strong>Mulato: sua origem, da língua espanhola, refere-se ao cruzamento entre um cavalo e uma mula;<br></strong><br></div><div><strong>Marrom Bombom<br></strong><br></div><div><strong>Criado-mudo: tem origem nas pessoas escravizadas, que eram obrigadas a segurar objetos por horas sem fazer barulhos;<br></strong><br>Até mesmo encontramos expressões e palavras racista em músicas que escutamos em nosso dia a dia:<br><strong>&nbsp;Nêga do cabelo duro - Marchinha de Carnaval<br>Preto de alma branca - Tião Carreiro e Pardinho<br>Veja os cabelos dela - Tiririca<br></strong><br><br></div><div><br><br></div><div><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-24 00:19:56 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>henriquedesouza015</author>
         <link>https://padlet.com/iracildoguimaraes/iv22qytbg529201/wish/2531441045</link>
         <description><![CDATA[<div>Henrique de Souza Galliazzi | 8° ano<br><br>É impossível compreender nossa sociedade atual sem os conceitos de raça. Coisas como a filosofia, a política, e a teoria econômica mantém, mesmo disfarçadamente, esses conceitos.<br>Na verdade, o racismo é sempre estrutural, ou seja, " ele é um elemento que integra a organização econômica e política da sociedade. Na verdade, o racismo é uma manifestação normal de uma sociedade, e não um fenômeno patológico ou que expressa algum tipo de anormalidade. O racismo&nbsp; fornece o sentido, a lógica e a tecnologia para a reprodução das formas de desigualdade e violência que molda a sociedade contemporânea."<br>Pretendo mostrar as faces do racismo no cotidiano, e como é uma coisa muito mais profunda.&nbsp;<br>Um ponto importante pra se ter na cabeça enquanto lê esse texto é que essas "supostas minorias" são mais da metade da população brasileira.<br>No Brasil, o racismo se dá principalmente pelo longo período de escravidão de povos africanos e a tardia abolição, que ocorreu de maneira irresponsável, sem nenhum tipo de ajuda e/ou conscientização do resto da população.<br>Com essa falta de ajuda, os ex-escravos foram obrigados a morar em regiões precárias, como as encostas de morros, criando as favelas principalmente na região sudeste. Entre o fim do século XIX e a primeira metade do século XX, tivemos a miséria e, consequentemente, a violência entre a população negra e marginalizada.<br>Do mesmo modo que a população indígena, tivemos a exclusão racial, que dura até os dias de hoje. Falta de condições básicas, moradia precária e o desemprego foram consequências diretas dessa exclusão.<br>Para o autor do livro "O racismo estrutural", existem três tipos de racismo: o individualista, o institucional e o estrutural<br>Diferença entre os três:<br><br><br>. Individualista: Se uma pessoa ou um grupo de pessoas brancas apedreja pessoas negras, por conta de sua cor.<br><br><br>. Institucional: Se diversas pessoas negras morrem todos os anos em uma cidade qualquer por conta da falta de comida, abrigos precário, ausência de cuidados médicos, pobreza e o desemprego temos o racismo institucional. Ele mantém essas pessoas presas a favelas, sujeitas as pressões de exploradores, agiotas, comerciantes e agentes imobiliários farsantes. O termo surgiu pela primeira vez no livro "Black Power: Politics of Liberation in America. Ele diz que o Racismo Institucional é "menos evidente, mais sutil e menos identificavel em, termos de indivíduos que o comete [...] não é menos destrutível a vida humana [...] se origina na operação de forças estabelecidas e respeitadas na sociedade, portanto, recebe muito menos condenação do que o primeiro tipo (Individualista)"<br><br><br>. Estrutural<br>De maneira muito direta, podemos dizer que as instituições são racistas porque a sociedade é racista. Podemos perceber, portanto, que o nosso processo de colonização, baseada na escravidão, fez com que todo o nosso problema atual chegasse aonde chegou. A falta de representatividade política, o baixo percentual de ensino superior, menos COs de grandes empresas sendo negros e menos representações nas mídias de entretenimento, seja filmes, novelas ou qualquer outra é consequencia direta disso. Expressões racistas na nossa língua também são aplicadas a esse tópico. "Criado-mudo", "mercado negro", "a coisa tá preta" são exemplos de como o racismo está presente, e muitas vezes as pessoas não sabem o verdadeiro significado dessas palavras.<br><br>É impossível saber como acabar com o problema do racismo na sociedae. A educação é fundamental nessa parte, pois apenas se mudarmos toda a nossa sociedade em relação a isso teremos um avanço. Os educadores reconhecerem isso e ensinar os jovens a não ser racistas é o melhor jeito para melhorar um grande problema da sociedade atual<br><br><br><br>"O racismo se desenvolve nas entranhas da nossa sociedade", disse Silvio Almeida<br><br><br><br>Fontes de pesquisa:<br><br>O Livro Racismo Estrutural, por Sílvio Almeida<br><br><br>Sites e vídeos na internet</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-25 19:32:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Racismo Estrutural no Brasil - Part 2 </title>
         <author>manoelatavora</author>
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         <description><![CDATA[<div>Continuação do trabalho de Miguel, Manoela Távora e Olímpia&nbsp;<br><br>Na tirinha acima apresenta uma crítica social, pois muitas pessoas que compõem acham por uma pessoa ser negra ela não tem capacidade de ter um bom emprego como médico, que é capaz de comprar certo carro, que seu dinheiro é honesto...&nbsp;<br>Assim como essas falas dessa vítima do racismo em ambiente de trabalho:<br><br>"- Estávamos conversando, eu e outro colega de trabalho, sobre uma receita de bolo de chocolate chamado de "Nega maluca" quando ela começou a abordar temas de judeus e escravos, algo que nada tinha a ver com o assunto. Num determinado momento, ela me usou como exemplo e disse "assim como você, escrava". Foi horrível. Custei a acreditar que ela estava me chamando dessa forma — relata Janine."<br><br></div><div><br><br></div><div>"-A forma como ela revistava a minha bolsa era diferente dos outros funcionários. Eu questionava e nada era feito. Fora outras vezes em que ela falava que não tinha problemas em sujar o chão porque eu que iria limpar, mesmo eu trabalhando como estoquista — diz Janine.''<br>&nbsp;<br>"Quando eu trabalhava em outra loja, a gerente tinha preconceito com o meu cabelo, falava que estava na hora de eu penteá-lo. Eu espero que ninguém tenha que aceitar passar por isso. É doloroso, ninguém tem o direito de discriminar ninguém. Espero que cada vez mais pessoas tenham coragem de falar e não aceitar o preconceito. - disse Janine"<br><br>As falas acima são reais, foram retiradas de uma notícia sobre essa mulher Janine que sofreu racimos no ambiente de trabalho.<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-27 18:15:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Racismo Estrutural no Brasil - Part 3</title>
         <author>manoelatavora</author>
         <link>https://padlet.com/iracildoguimaraes/iv22qytbg529201/wish/2533592326</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>O que são as cotas?<br></strong>Cotas foi uma iniciativa do governo de tentar se desculpar com os negros.<br>Funcionam da seguinte maneira:<br><br>"(...)Art. 1º Ficam reservadas aos negros 20% (vinte por cento) das vagas oferecidas nos concursos públicos para provimento de cargos efetivos e empregos públicos no âmbito d a administração pública federal, das autarquias, das fundações públicas, das empresas públicas e das sociedades de economia mista controladas pela União , na forma desta Lei.<br><br></div><div><br>§ 1º A reserva de vagas será aplicada sempre que o número de vagas oferecidas no concurso público for igual ou superior a 3 (três).<br><br></div><div><br>§ 2º Na hipótese de quantitativo fracionado para o número de vagas reservadas a candidatos negros, esse será aumentado para o primeiro número inteiro subsequente, em caso de fração igual ou maior que 0,5 (cinco décimos), ou diminuído para número inteiro imediatamente inferior, em caso de fração menor que 0,5 (cinco décimos).<br><br></div><div><br>§ 3º A reserva de vagas a candidatos negros constará expressamente dos editais dos concursos públicos, que deverão especificar o total de vagas correspondentes à reserva para cada cargo ou emprego público oferecido.<br><br></div><div><br>Art. 2º Poderão concorrer às vagas reservadas a candidatos negros aqueles que se autodeclararem pretos ou pardos no ato da inscrição no concurso público, conforme o quesito cor ou raça utilizado pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE.<br><br></div><div><br>Parágrafo único. Na hipótese de constatação de declaração falsa, o candidato será eliminado do concurso e, se houver sido nomeado, ficará sujeito à anulação da sua admissão ao serviço ou emprego público, após procedimento administrativo em que lhe sejam assegurados o contraditório e a ampla defesa, sem prejuízo de outras sanções cabíveis.<br><br></div><div><br>Art. 3º Os candidatos negros concorrerão concomitantemente às vagas reservadas e às vagas destinadas à ampla concorrência, de acordo com a sua classificação no concurso.<br><br></div><div><br>§ 1º Os candidatos negros aprovados dentro do número de vagas oferecido para ampla concorrência não serão computados para efeito do preenchimento das vagas reservadas.<br><br></div><div><br>§ 2º Em caso de desistência de candidato negro aprovado em vaga reservada, a vaga será preenchida pelo candidato negro posteriormente classificado.<br><br></div><div><br>§ 3º Na hipótese de não haver número de candidatos negros aprovados suficiente para ocupar as vagas reservadas, as vagas remanescentes serão revertidas para a ampla concorrência e serão preenchidas pelos demais candidatos aprovados, observada a ordem de classificação.<br><br></div><div><br>Art. 4º A nomeação dos candidatos aprovados respeitará os critérios de alternância e proporcionalidade, que consideram a relação entre o número de vagas total e o número de vagas reservadas a candidatos com deficiência e a candidatos negros. (...)''<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-27 18:43:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Racismo estrutural. Matheus Lamenha e Matheus Tavares. </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/iracildoguimaraes/iv22qytbg529201/wish/2538890647</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>&nbsp;</div><div><strong>O que é racismo estrutural?</strong>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><em>Racismo estrutural </em>é o termo utilizado para mostrar que o racismo está enraizado em nossa sociedade, ou seja, no direito, na economia, na ideologia, na política.&nbsp;</div><div>Ele se mostra a partir de práticas, hábitos e falas cotidianas, tanto de forma consciente, como inconsciente. Isso significa que, se o país onde vivemos foi construído com base em ideais racistas, o racismo deixa de se expressar como uma anormalidade<em> </em>e se torna um componente significativo que escancara como as relações sociais foram historicamente construídas em nosso país.&nbsp;</div><div>Desse modo, é imprescindível compreender como o racismo se imbrica na ordem social, analisando-o como uma questão estrutural.&nbsp; O estudo 'A Distância que nos Une', da Oxfam, aponta que os negros só terão equiparação salarial com os brancos no Brasil em 2089. A luta pela representatividade negra em todas as esferas é necessária, inclusive no Legislativo, Judiciário e Executivo. No entanto, até o momento, o Brasil teve apenas um presidente negro. A teoria da democracia racial brasileira só justifica o racismo estrutural presente nos dias atuais, e é necessário estudar mais sobre a história do país para construir um futuro mais justo e igualitário para todos. &nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>A importância da história para entender o conceito</strong>&nbsp;</div><div>Para entender as raízes do racismo estrutural no Brasil e como essa história começou e se perpetua até os dias de hoje, é necessário voltar ao início século XVI ao século XIX, onde foi instituída a escravidão, marcada principalmente pela exploração forçada da mão de obra de negros e negras trazidos do continente africano e transformados em escravos pelos europeus colonizadores no Brasil.&nbsp;</div><div>Os três séculos de escravidão no Brasil, situação que só teve fim por conta da resistência dos negros escravizados, somado ao interesse econômico internacional, deixaram marcas profundas de desigualdade em todas as estruturas de poder no Brasil. Disparidade que deixou, orienta e conduz, até os dias de hoje, as relações econômicas, sociais, culturais e institucionais do país.&nbsp;</div><div>No pós-abolição, em 1888, pessoas negras não tiveram acesso à terra, indenização ou reparo por tanto tempo de trabalho forçado. Muitos permaneceram nas fazendas em que trabalhavam em serviço pesado e informal. Foi a partir daí que se instalou a exclusão de pessoas negras dentro das instituições, na política, e em todos os espaços de poder.&nbsp;</div><div><strong>Lei sobre racismo</strong>&nbsp;</div><div>A lei nº 7716, de janeiro de 1989, torna crime qualquer manifestação que exclua ou discrimine pessoas em função de sua cor, etnia ou raça. Conhecida como lei antirracismo.<strong>&nbsp;</strong></div><div>Além dessa lei, tramita no Congresso Nacional um projeto de lei de 2015, do senador Paulo Paim, que, se aprovado, tornará o racismo e o ódio por conta de raça e cor agravantes de crimes graves. assim, nos casos de lesão corporal grave e homicídio, quando ocorridos por motivação racial, os réus, se condenados, poderão ter penas mais severas. &nbsp;</div><div>&nbsp;<br>&nbsp;Racismo nos dias atuais &nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Segundo dados do mapa da violência a um jovem negro é morto a cada 23 minutos no Brasil. A juventude negra está nas ruas, em protestos e manifestações, deixando claro que a luta contra o racismo é pauta fundamental contra as desigualdades e que com racismo, não há democracia.&nbsp;</div><div>PM precisou se despir&nbsp;</div><div>Também no ano passado, Edson Lopes, um cabo da Polícia Militar, foi vítima de um episódio de racismo em um supermercado de Vitória, no Espírito Santo.&nbsp;</div><div>O policial afirmou na ocasião que foi obrigado a se despir para provar aos seguranças do estabelecimento que não estava roubando dois vinhos comprados minutos antes do ocorrido. &nbsp;</div><div>Por ser negro e estar usando bermuda e chinelo, Lopes declarou na ocasião que os seguranças o confundiram com ladrão.&nbsp;</div><div>O percipiente Fred Nicácio em um dos episódios do bb23 comenta em uma parte “quero essa casa inteira de preto, gente! Inteira de preto! Inteira, inteira! Não quero nenhum branco aqui dentro. Não quero. Eu quero a casa Big Preto Brasil.”&nbsp;</div><div>Sendo essa uma frase racista.&nbsp;</div><div>O Movimento Negro Unificado (MNU)&nbsp;</div><div>Em 18 de junho de 1978, o feirante Robson Silveira da Luz foi acusado de roubar frutas na feira onde trabalhava. O homem negro de 27 anos foi levado para a 44ª Delegacia de Polícia de Guaianazes, na Zona Leste de São Paulo. Lá o rapaz foi torturado e morto. Em 7 de julho de 1978, um ato contra a morte de Robson reuniu duas mil pessoas na escadaria do Teatro Municipal de São Paulo. Aquele era o momento de nascimento do MNU.&nbsp;</div><div>&nbsp;&nbsp;</div><div>A partir do ato, vários representantes de movimentos que lutavam pela igualdade racial uniram-se para tornarem-se uma única entidade, mais forte e coesa. Como conquistas do MNU, além da proclamação do dia 20 de novembro como o Dia Nacional da Consciência Negra, há a proibição da discriminação racial na Constituição Federal de 1988 e a criação da Lei Caó, de 1989, que tipifica o crime de racismo no código penal."&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;Vídeo sobre a história do racismo:&nbsp;</div><div>https: //www.youtube.com/watch?v=kaD2kBpWuV0&nbsp;<br><br></div><div>Fontes: &nbsp;</div><div><a href="https://www.google.com/url?sa=t&amp;rct=j&amp;q=&amp;esrc=s&amp;source=web&amp;cd=&amp;ved=2ahUKEwiS8bDTn4T-AhU9LLkGHdOrASMQFnoECAoQAQ&amp;url=https%3A%2F%2Fwww.uol.com.br%2Fecoa%2Flistas%2Fo-que-e-racismo-estrutural.htm&amp;usg=AOvVaw1rIwIu56sgdMhKD3uz-Esm">uol.com.br</a>&nbsp;</div><div><a href="https://exame.com/">https://exame.com</a>&nbsp;</div><div><a href="https://brasilescola.uol.com.br/">https://brasilescola.uol.com.br</a>&nbsp;</div><div>Poucas informações tiradas do chat gpt (que foram consultadas depois)&nbsp;</div><div>https://youtu.be/kaD2kBpWuV0&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-30 19:39:53 UTC</pubDate>
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         <title>Sofia, Gabriela e Karina</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/iracildoguimaraes/iv22qytbg529201/wish/2542122894</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>O que é racismo estrutural?<br><br></strong>Racismo<strong> </strong>estrutural é o termo utilizado para mostrar que o racismo está enraizado em nossa sociedade, ou seja, no direito, na economia, na ideologia, na política. Ele se mostra a partir de práticas, hábitos e falas cotidianas, tanto de forma consciente, como inconsciente. Isso significa que, se o país onde vivemos foi construído com base em ideais racistas, o racismo deixa de se expressar como uma anormalidade<em> </em>e se torna um componente significativo que escancara como as relações sociais foram historicamente construídas em nosso país.<br><br><strong>O que foi a escravidão no Brasil?</strong><br><br>A escravidão no Brasil teve início no século XVI, durante o Período Colonial, e consistiu no uso da mão-de-obra forçada de mulheres e homens africanos. Essas pessoas foram retiradas a força dos muitos grupos étnicos dos quais faziam parte no continente africano e trazidas ao Brasil nos chamados navios negreiros.<br><br>A escravidão foi quando os portugueses começaram a escravizar os africanos para terem mão-de-obra para trabalhar na lavoura e na mineração.<br><br>A escravidão começou em 1530 com os indígenas nativos, depois os portugueses começaram a forcar os&nbsp; os africanos a ir para as colônias portuguesas na América através do TRÁFICO NEGREIRO.<br><br>A escravidão terminou em 1888, ou seja, durou quase 400 anos e a escravidão só terminou por causa da LEI ÁUREA, mas até hoje sentimos as consequências da escravidão.<br><br>A escravidão foi uma prática que perdurou por longos anos, tornando-se uma estrutura que influenciou muito a formação do Brasil, em sua política, economia e sociedade.<br><br><strong>O que acontecia durante as trajetória dos escravos?</strong><br>Durante a trajetória nos navios, muitos homens, mulheres e crianças morriam no caminho. Isso por conta da superlotação, das péssimas condições higiênicas e pela falta de comida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-03 12:01:44 UTC</pubDate>
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