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      <title>Didática do português - Estratégias promotoras de sucesso  by graciete</title>
      <link>https://padlet.com/graciete_nunes/Bookmarks</link>
      <description>Formação</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-01-17 09:32:54 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-03-09 18:29:16 UTC</lastBuildDate>
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         <title> 1ª Sessão – 13/01/2018 (manhã)</title>
         <author>graciete_nunes</author>
         <link>https://padlet.com/graciete_nunes/Bookmarks/wish/235111283</link>
         <description><![CDATA[<div>Breve apresentação ... (em jeito Mafalda)<figure class="attachment attachment--preview" data-trix-attachment="{&quot;contentType&quot;:&quot;image&quot;,&quot;height&quot;:225,&quot;url&quot;:&quot;https://imgglb.padletcdn.com/v13/image?t=a_exif,c_limit,dpr_1.0,h_540,w_540&amp;url=https%3A%2F%2Fpadlet-uploads.storage.googleapis.com%2F254160768%2F5e893aa06570151c19364c1c2373ad4d%2Fmafalda_cartoon.jpg&quot;,&quot;width&quot;:225}" data-trix-content-type="image"><img src="https://imgglb.padletcdn.com/v13/image?t=a_exif,c_limit,dpr_1.0,h_540,w_540&amp;url=https%3A%2F%2Fpadlet-uploads.storage.googleapis.com%2F254160768%2F5e893aa06570151c19364c1c2373ad4d%2Fmafalda_cartoon.jpg" width="225" height="225"><figcaption class="attachment__caption"></figcaption></figure>O meu nome é Graciete. Sou professora do 1º ciclo, atualmente, a&nbsp; exercer&nbsp; funções, no Agrupamento nº1 de Beja. No presente ano letivo, leciono numa turma de 4º ano que acompanho deste o seu 1º ano de escolaridade.&nbsp;</div><div>Ao longo destes anos, também desempenhei funções técnico-pedagógicas no antigo Centro de Área Educativa, acompanhando projetos nas escolas, na área da Promoção e Educação para a Saúde; desempenhei funções docentes no PAIC (Projeto de Animação infantil e Comunitária) no Bairro da Esperança e exerci funções nas bibliotecas Escolares do, agora, Agrupamento nº2 de Beja.<br><br>&nbsp;<strong>Expetativas ...<br></strong>Inscrevi-me nesta Ação de Formação porque senti necessidade de aprofundar a leitura e reflexão do Programa de Português e das Metas Curriculares, em vigor. Sendo a área de Português determinante no sucesso escolar dos alunos, impõe-se que estejamos atentos e atualizados para desenvolver a nossa prática&nbsp; letiva em maior consonância com os documentos orientadores. Cada vez mais, em sala de aula, me debato com a crescente falta de interesse por parte de alguns alunos, pelo que procuro, também, conhecer a aplicar estratégias motivadoras e inovadoras que possa desenvolver com os alunos, designadamente no domínio da escrita.</div><div><br></div><div>A sessão teve início com a <strong>apresentação dos formandos</strong>: num primeiro momento, a pares, os formandos falaram sobre si e sobre as suas motivações para a inscrição desta Ação de Formação; num segundo momento, cada par fez a apresentação do seu colega, para todo o grupo.</div><div><br></div><ul><li>A partir do Cartoon da Mafalda, a formadora promoveu um “brainstorming” sobre esta personagem. Surgiram, então, palavras como: “argumentativa”, “crítica”; põe em causa”, “irreverente” e “multiplicidade de eus”; “componente lúdica”.&nbsp;</li></ul><div><br><strong>Visualização do vídeo:</strong> “<strong><em>O nosso iceberg está a derreter</em></strong><strong>”</strong>&nbsp; -&nbsp; John Kotter e Holger Rathgeber - <a href="https://www.youtube.com/watch?v=xEXdArZcgNA">https://www.youtube.com/watch?v=xEXdArZcgNA</a> &nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <br><strong>Tópicos de reflexão:</strong><br>- A mudança dá-se a uma velocidade cada vez maior. Tudo acontece cada vez mais rapidamente. <em>“O mundo está em constante mudança”;</em></div><div>- Há sempre resistência à mudança por vários motivos: medo, falta de confiança, receio de perder algo, insegurança.</div><div>- Por outro lado, a capacidade criativa das pessoas quando têm algo que as motive, a procura de novos desafios promove a exploração das nossas capacidades de criação e de inovação.</div><div>- Podemos transpor esta fábula sob várias formas para o mundo que nos rodeia e pode constituir uma boa orientação para este mundo em constante e vertiginosa mudança. É importante estarmos alerta e não dar tudo como certo e eterno, devemos aprender uns com os outros e a mudança … pode ser boa !<br><br></div><div>&nbsp;<strong>Visualização do vídeo: “</strong><strong><em>Os cinco macacos</em></strong><strong>”<br> </strong>https://www.youtube.com/watch?v=ZAQtwFpkksw</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;<strong>Tópicos de reflexão:</strong></div><div>- Somos levados a identificarmo-nos com o macaco novato e a lamentarmos todas as vezes que tivemos a iniciativa de fazer/propor alguma coisa de diferente e a não sermos bem recebidos por outros que mantém a mesma maneira de fazer.</div><div>- Confrontamo-nos com a acomodação e alguma segurança de saber o que vai acontecer quando fazemos sempre do mesmo modo.</div><div>&nbsp;- A pressão do grupo onde estamos inseridos; a estranheza/resistência à mudança;</div><div>&nbsp;- Falta de reflexão sobre a possibilidade de se fazer de modo diferente.</div><div>&nbsp;- Será necessário dar o passo em frente; cada um de nós ser o agente da mudança que desejamos ver acontecer.</div><div>&nbsp;- A história pretende induzir as pessoas a serem críticas, criativas e inovadoras.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;<strong>Visualização do vídeo “</strong><strong><em>Escolas matam a criatividade?</em></strong><strong>”&nbsp; -</strong></div><div>&nbsp; <a href="https://www.youtube.com/watch?v=aQym7WkF5ks"><strong>https://www.youtube.com/watch?v=aQym7WkF5ks</strong></a></div><div>Sir Ken Robinson expõe suas ideias a respeito da necessidade de uma revolução do sistema educacional. <br><br><strong>Tópicos de reflexão</strong>:<br>- A escola atual estimula mais a reprodução do que a criação.</div><div>- Privilegia-se o ensino lógico-matemático e linguístico em detrimento de outras áreas.</div><div>- O modelo educacional que hoje temos tem como prioridade formar os alunos para a universidade.</div><div>- O ser humano é dotado de uma capacidade criativa e inventiva e, com o passar do tempo, perante os poucos estímulos, acabamos por perder essa capacidade. O sistema de ensino acaba por nos atrofiar.</div><div>- As escolas possuem uma hierarquia de disciplinas, onde a matemática e as línguas estão no topo, depois as ciências humanas e no fim as artes. A escola não tem em consideração os alunos que têm mais habilidades para as artes.</div><div>- A criatividade é tão importante na educação como a alfabetização.</div><div>- A educação não precisa de ser reformada, mas sim transformada. Para essa transformação ocorrer não se deve padronizar a educação, mas sim personalizá-la, construir a realização na descoberta dos talentos individuais de cada criança.</div><div><br></div><div><br><strong>1ª Sessão – 13/01/2018 (tarde)<br></strong>&nbsp;No período da tarde, foi apresentado o documento <a href="http://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/perfil_dos_alunos.pdf"><em>Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória</em></a><em> </em>e promovida a reflexão sobre o mesmo.</div><div><br></div><div><em>O </em><a href="http://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/perfil_dos_alunos.pdf"><em>Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória</em></a><em>&nbsp; foi homologado pelo Senhor Secretário de Estado da Educação, através do </em><a href="http://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Legislacao/2017_despacho_64.pdf"><em>Despacho n.º 6478/2017, de 26 de julho</em></a><em>, constituindo-se como um </em><strong><em>documento de referência para a organização de todo o sistema educativo e para o trabalho das escolas, contribuindo para a convergência e a articulação das decisões inerentes às várias dimensões do desenvolvimento curricular.<br></em></strong><br></div><div>Este perfil, de acordo com o <em>&nbsp;Senhor Secretário de Estado da Educação, responde à pergunta:&nbsp;<br></em><br></div><div><strong><em>O que é um aluno bem sucedido?<br></em></strong><em>- O aluno de sucesso é alguém que tem conhecimentos e que os aplica com sucesso na resolução de problemas;</em></div><div><em>- que domina linguagens científicas e tecnológicas;</em></div><div><em>- que pensa crítica e criativamente,<br>- que comunica eficientemente;</em></div><div><em>- que desenvolve sensibilidade estética e artística,<br>- que coopera com os outros;</em></div><div><em>- que se preocupa e promove o seu bem estar e o dos outros.<br></em><br></div><div><em>Para que este Perfil seja desenvolvido, é necessário que as escolas tenham liberdade para criar projetos curriculares próprios, em que o currículo é o principal instrumento para o desenvolvimento destas competências.<br></em><br></div><div>Segundo o Ministro da Educação “<em>o Perfil dos Alunos não é somente um documento, é um conjunto de competências a desenvolver para termos cidadãos mais aptos, mais sabedores, mais cooperantes, mais conscientes do seu papel na cidadania global.”<br></em><br></div><div>&nbsp; &nbsp; No Prefácio deste documento, Guilherme de Oliveira Martins refere:<br><br></div><div><em>“(…) A referência a um perfil não visa, porém, qualquer tentativa uniformizadora, mas sim criar um </em><strong><em>quadro de referência</em></strong><em> que pressuponha a </em><strong><em>liberdade, a responsabilidade, a valorização do trabalho, a consciência de si próprio, a inserção familiar e comunitária e a participação na sociedade que nos rodeia.</em></strong><em>” (…)<br></em><br></div><div><strong>Princípios</strong> que orientam e dão sentido ao <a href="http://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/perfil_dos_alunos.pdf"><em>Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória</em></a><em> :</em></div><div>&nbsp;</div><div><em>A. </em><strong><em>Base Humanista</em></strong><em> - A escola habilita os jovens com saberes e valores para a construção de uma sociedade mais justa, centrada na pessoa, na dignidade humana (…).</em></div><div><em>&nbsp;</em></div><div><em>B. </em><strong><em>Saber - </em></strong><em>O saber está no centro de todo o processo educativo. (…) Toda a ação deve ser sustentada por um conhecimento sólido e robusto.</em></div><div><em>&nbsp;</em></div><div><em>C. </em><strong><em>Aprendizagem </em></strong><em>- A acão educativa promove intencionalmente o desenvolvimento da capacidade de aprender, base da educação e formação ao longo da vida.</em></div><div><em>&nbsp;</em></div><div><em>D. </em><strong><em>Inclusão</em></strong><em> - A escolaridade obrigatória é de e para todos. (…) Todos os alunos têm direito ao acesso e à participação de modo pleno e efetivo em todos os contextos educativos.</em></div><div><em>&nbsp;</em></div><div><em>E. </em><strong><em>Coerência e flexibilidade</em></strong><em> - (…) È através da gestão flexível do currículo e do trabalho conjunto dos professores e educadores sobre o currículo que é possível explorar temas diferenciados, trazendo a realidade para o centro das aprendizagens visadas.</em></div><div><em>&nbsp;</em></div><div><em>F. </em><strong><em>Adaptabilidade e ousadia</em></strong><em> - (…) é fundamental conseguir adaptar-se a novos contextos e novas estruturas, mobilizando as competências, mas também estando preparado para atualizar conhecimento e desempenhar novas funções.</em></div><div><em>&nbsp;</em></div><div><em>G. </em><strong><em>Sustentabilidade</em></strong><em> - A escola contribui para formar nos alunos a consciência de sustentabilidade. (…)</em></div><div><em>&nbsp;</em></div><div><em>H. </em><strong><em>Estabilidade </em></strong><em>-&nbsp; O </em><a href="http://www.dge.mec.pt/sites/default/files/Curriculo/Projeto_Autonomia_e_Flexibilidade/perfil_dos_alunos.pdf"><em>Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória</em></a><em> permite fazer face à evolução em qualquer área do saber e ter estabilidade para que o sistema se adeque e produza efeitos.</em></div><div><em>&nbsp;<br></em><br></div><div>&nbsp;<strong>Visão</strong>&nbsp; de aluno:</div><div><em>Pretende-se que o jovem, à saída da escolaridade obrigatória, seja um cidadão:</em></div><div><em>- munido de múltiplas literacias que lhe permitam analisar e questionar criticamente a realidade, avaliar e selecionar a informação, formular hipóteses e tomar decisões (…);</em></div><div><em>&nbsp;- livre, autónomo, responsável e consciente de si próprio e do mundo que o rodeia;</em></div><div><em>&nbsp;- capaz de lidar com a mudança e com a incerteza num mundo em rápida transformação:</em></div><div><em>&nbsp;- capaz de pensar crítica e autonomamente, criativo, com competência de trabalho colaborativo e com capacidade de comunicação;</em></div><div><em>&nbsp;- apto a continuar a aprendizagem ao longo da vida, como fator decisivo do seu desenvolvimento pessoal e da sua intervenção social.</em></div><div><em>&nbsp;- que reconheça e respeite os princípios fundamentais da sociedade democrática (…)</em></div><div><em>- que valorize o respeito pela dignidade humana, pelo exercício da cidadania plena, pela solidariedade para com os outro, pela diversidade cultural e pelo debate democrático;</em></div><div><em>&nbsp;- que rejeite todas as formas de discriminação e de exclusão social.</em></div><div><em>&nbsp;</em></div><div><em>&nbsp;</em></div><div>&nbsp;<strong>Valores</strong>:</div><div><em>Todas as crianças e jovens devem ser encorajados, nas atividades escolares, a desenvolver e a pôr em prática os valores por que se deve pautar a cultura de escola:</em></div><div><em>- </em><strong><em>Responsabilidade e integridade</em></strong><em> - Respeitar-se a si mesmo e aos outros, consciente da obrigação de responder pelas próprias ações (...).</em></div><div><em>&nbsp;- </em><strong><em>Excelência e exigência</em></strong><em> - Aspirar ao trabalho bem feito, ao rigor e à superação, ser perseverante perante as dificuldades (…).</em></div><div><em>&nbsp;- </em><strong><em>Curiosidade, reflexão e inovação</em></strong><em> - Querer aprender mais, desenvolver o pensamento reflexivo, crítico e criativo; procurar novas soluções e aplicações.</em></div><div><em>&nbsp;- </em><strong><em>Cidadania e participação</em></strong><em> – Demonstrar respeito pela diversidade humana e cultural e agir de acordo com os princípios dos direitos humanos; (…)ser interventivo, tomando a iniciativa e sendo empreendedor.</em></div><div><em>&nbsp;- </em><strong><em>Liberdade</em></strong><em> - manifestar a autonomia pessoal centrada nos direitos humanos, na democracia, na cidadania, na equidade, no respeito mútuo, na livre escolha e no bem comum.</em></div><div><em>&nbsp;</em></div><div><em>&nbsp;</em></div><div><strong>Área de Competências</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong><em>As competências são combinações complexas de conhecimentos, capacidades e atitudes, são centrais no perfil dos alunos, na escolaridade obrigatória.</em></div><div><em>As áreas de competências são complementares e a sua enumeração não pressupõe qualquer hierarquia interna entre as mesma. Nenhuma delas, por outro lado, corresponde a uma área curricular específica, sendo que em cada área curricular estão necessariamente envolvidas múltiplas competências teóricas e práticas.</em></div><div><em>As áreas de competências consideradas são:</em></div><div><em>- Linguagens e Textos</em></div><div><em>- Informação e Comunicação</em></div><div><em>- Raciocino e Resolução de Problemas</em></div><div><em>- Pensamento Crítico e Pensamento Criativo</em></div><div><em>- Relacionamento interpessoal</em></div><div><em>- Desenvolvimento Pessoal e Autonomia</em></div><div><em>- Bem-estar, Saúde e Ambiente</em></div><div><em>- Sensibilidade Estética e Artística</em></div><div><em>- Saber Científico, Técnico e tecnológico</em></div><div><em>- Consciência e Domínio do Corpo.</em></div><div><em>&nbsp;</em></div><div><em>&nbsp;</em></div><div><strong>Visualização do vídeo: “</strong><strong><em>Pensamento Complexo - Educação Edgar Morin</em></strong><strong>”&nbsp; -&nbsp; </strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=2sYQymE46I4"><strong>https://www.youtube.com/watch?v=2sYQymE46I4</strong></a></div><div><em>&nbsp;</em></div><div>&nbsp;</div><div>· <strong>Estratégias Promotoras de Sucesso:</strong></div><div>&nbsp;<strong>PROPOSTA: construção de um Portefólio digital.<br></strong>O portefólio é um instrumento de aprendizagem e de avaliação. A raiz da palavra portefólio vem das palavras italianas “portare”, que significa “levar”, e “foglio”, que significa “papel” ou “folha”.</div><div>&nbsp;Um portefólio é um conjunto sistemático de trabalhos que pode evidenciar o progresso e o perfil das habilidades de um aluno ao longo do tempo .</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-25 16:57:47 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>graciete_nunes</author>
         <link>https://padlet.com/graciete_nunes/Bookmarks/wish/235123956</link>
         <description><![CDATA[￼]]></description>
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         <pubDate>2018-02-25 18:27:28 UTC</pubDate>
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         <title>2ª SESSÃO   27/01/2018 (manhã)</title>
         <author>graciete_nunes</author>
         <link>https://padlet.com/graciete_nunes/Bookmarks/wish/237224395</link>
         <description><![CDATA[<div>A sessão teve início com a apresentação dos trabalhos já elaborados por dois colegas, servindo estes para uma breve retrospetiva da sessão anterior.</div><div>&nbsp;<br>Apresentação de alguns textos poéticos elaborados pelos alunos do secundário a partir do poema “Mensagem” de Fernando Pessoa.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Visualização do vídeo “ Mudança de Paradigmas”&nbsp; - Sir Ken Robinson – </strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=4lvPksEbV_c"><strong>https://www.youtube.com/watch?v=4lvPksEbV_c</strong></a></div><div><em>&nbsp;<br></em><strong>Tópicos de reflexão:</strong></div><div>- Estamos a educar as crianças como no passado, alienando milhões de jovens que não veem&nbsp; propósito no que é ensinado. O nosso sistema educacional foi projetado para uma outra época, sob os moldes da Revolução Industrial.</div><div><br>- Vivemos na era da informação e as crianças são “bombardeadas” por uma enorme quantidade de estímulos. As crianças facilmente se desinteressam pelas aulas chatas e muitas vezes são diagnosticadas com transtorno de deficit de atenção.</div><div><br></div><div>- Caminhamos em direção à padronização da educação. Temos que ir no caminho oposto. Diversidade de pensamento é essencial para a criatividade.<br><br></div><div>- Temos que mudar a nossa forma de pensar sobre a capacidade humana, superar esse mito de que o certo é o conhecimento académico abstrato-teórico, desenvolver o potencial de cada um e sua capacidade colaborativa.<br>&nbsp;<br>&nbsp;“<em>Todos nós somos gênios, mas se você julgar um peixe pela sua capacidade de escalar uma árvore, ele passará a vida acreditando que é idiota”</em></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Albert_Einstein">Albert Einstein<br></a><br><strong>Implicações do Perfil do Aluno</strong></div><div><br></div><div>O <em>Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade implica:<br></em>- <em>Alterações de práticas pedagógicas e didáticas de forma a adequar a globalidade da ação educativa às finalidades do perfil de competências dos alunos.</em></div><div><br></div><div>- <em>Ações relacionadas com a prática docente e que são determinantes do Perfil dos Alunos:<br></em><br></div><div>- <em>Abordar os conteúdos de cada área do saber, associando-os a situações e problemas no quotidiano do aluno (…) recorrendo a materiais e recursos diversificados;</em></div><div><em>&nbsp;</em></div><div>- <em>Organizar o ensino prevendo a experimentação de técnicas, instrumentos e formas de trabalho diversificados (…);</em></div><div><em>&nbsp;</em></div><div>- <em>Organizar e desenvolver atividades cooperativas de aprendizagem, orientadas para a troca de saberes (…)</em></div><div><em>&nbsp;<br>- Organizar o ensino prevendo a utilização crítica de fontes de informação diversas e das TIC;</em></div><div><em>&nbsp;<br>- </em>&nbsp;<em>Promover de modo sistemático e intencional, na sal de aula e fora dela, atividades que permitam ao aluno fazer escolhas, confrontar pontos de vista, resolver problemas, tomar decisões (…);</em></div><div><em>&nbsp;</em></div><div>-&nbsp; <em>Criar na escola espaços e tempo para que os alunos intervenham livre e responsavelmente;</em></div><div><em>&nbsp;</em></div><div>- <em>Valorizar, na avaliação das aprendizagens do aluno, o trabalho de livre iniciativa (…)<br></em><br></div><div><em>(…)Trata-se de encontrar a melhor forma e os recursos mais eficazes para todos os alunos aprenderem, isto é, para que se produza uma apropriação efetiva dos conhecimentos, capacidades e atitudes que se trabalharam, em conjunto e individualmente, e que permitem desenvolver as competências previstas no Perfil dos Alunos.<br></em><br></div><div><em>&nbsp;</em></div><div><em>&nbsp;O</em> <strong>Programa de Português do Ensino Básico</strong> assenta em quatro domínios:</div><div>&nbsp;·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Oralidade</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Leitura e Escrita</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Educação Literária</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Gramática<br><br></div><div>“As crianças não aprendem a escrever pela razão simples de que, na escola, não se ensina a escrever” - <em>Fernanda Irene Fonseca<br></em><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;É primordial desenvolver estratégias para criar motivação para a escrita.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Devemos treinar passo a passo a construção do processo de escrita.</div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div>&nbsp; <strong>Nas Metas Curriculares de Português – o domínio da Leitura e da Escrita<br></strong><br></div><div><strong>Princípios orientadores:<br></strong>-&nbsp; Na produção escrita, é fundamental o respeito pelas três fases da planificação da textualização e da revisão.&nbsp;</div><div><br></div><div>- Em geral, são necessários cinco momentos no processo de aquisição de um desempenho no âmbito da escrita:&nbsp;<br><br></div><div>a) a leitura e análise de textos modelo de natureza idêntica àquele que se pretende que o aluno venha a ser capaz de escrever;&nbsp;<br><br></div><div>b) dependendo da tipologia, a ativação de conhecimentos ou a pesquisa de informação (em grande ou em pequeno grupo, ou individualmente), individualmente), no sentido da preparação do texto a escrever;&nbsp;<br><br></div><div>c) a planificação;&nbsp;<br><br></div><div>d) a produção do texto;&nbsp;<br><br></div><div>e) a revisão do texto.&nbsp;<br><br></div><div>- No caso de dificuldades previsíveis no âmbito da coerência e da coesão textual, é útil a observação de textos modelo e a sua análise nesse aspeto particular. Também poderá ser útil o fornecimento de listas de conectores relativos às diversas relações a estabelecer.&nbsp;<br><br></div><div>- As atividades propostas deverão ser em número elevado e de natureza variada, de modo a solicitarem operações cognitivas de graus diversos de complexidade e exigência.&nbsp;<br><br></div><div>- As atividades propostas deverão ter formatos diferentes, de modo a proporcionarem a destreza dos alunos na resposta às diversas situações.&nbsp;<br><br></div><div>-&nbsp; A fase de aplicação deve ser longa e ocorrer em mais do que uma aula e em trabalho de casa.</div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<strong>TAREFA</strong>:&nbsp; Imagine uma intriga:</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;“Uma pestola disparará pestanas ou pétalas?</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;A serpente bidon, o que dirá à serpente piton?</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;O descabide entornará a roupa no armário?<br><br></div><div>&nbsp;EXERCÍCIO: <em>Uma </em><strong><em>p</em></strong><em>estola disparará </em><strong><em>p</em></strong><em>estanas </em><strong>p</strong>ara cima de todos os <strong>p</strong>ostes que, <strong>p</strong>ossivelmente, <strong>p</strong>orão as <strong>p</strong>ortas e as <strong>p</strong>ortadas de todas as <strong>p</strong>essoas de <strong>P</strong>ortugal em <strong>p</strong>rofunda <strong>p</strong>reguiça de <strong>p</strong>ensar em <strong>p</strong>ossibilidades de resolver este <strong>p</strong>articular <strong>p</strong>roblema.</div><div><br></div><div><br><strong>TAREFA:</strong> O que aconteceria se…</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;“O vosso elevador disparasse para a lua?”</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;“O cão não soubesse ladrar?”</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;“A chuva viesse do chão?”</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;“A professora entrasse a voar?”</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;“A mesa tivesse cócegas?”</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;“Ninguém soubesse falar?”<br><br>EXERCÍCIO: <em>Se a professora entrasse a voar, </em>chegaria à escola, todos os dias, despenteada porque o vento desmanchava os seus bonitos penteados; entrava todos os dias pela janela da sala e seria a primeira a chegar; traria os seus livros na mão e começava sempre as lições do fim para o princípio porque o vento desorganizava os seus livros, mas as suas aulas seriam muito divertidas!</div><div><br>&nbsp;<strong>PROPOSTAS DE ESCRITA:<br></strong><em>- Criar um caderno de escrita de livre;</em></div><div><em>- Escrever bilhetes de mães para filhos e de filhos para as mães;<br>- Trabalhar inícios de textos;</em></div><div><em>- Treinar a escrita de e-mails a professores e a amigos (ver as formas de&nbsp; &nbsp;&nbsp;<br>&nbsp; saudação, cordialidade)</em></div><div><br></div><div><em>&nbsp;<br></em><strong><em>BLOGS INTERESSANTES</em></strong><em>:</em></div><div><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp;</em>letrasetretas9a.blogspot.com/<br><em>&nbsp; &nbsp; </em><a href="http://letrasddj.blogspot.pt/"><em>http://letrasddj.blogspot.pt/<br></em></a>&nbsp; &nbsp; portugalagoia.blogspot.com/</div><div><br>(2ª Sessão: tarde)<br><br></div><div>Abordagem ao tema:</div><div><strong><em>Que competências necessitam os alunos?<br></em></strong>·&nbsp; &nbsp; &nbsp;LITERACIAS: pensamento crítico – resolução de problemas (saber questionar)</div><div><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; CAPACIDADES METACOGNITIVAS - reflexão sobre a própria aprendizagem; descoberta de melhores estratégias, autorregulação, autoavaliação)<br><br></div><div>· &nbsp; CAPACIDADES SOCIAIS - Colaboração, trabalho de equipa, liderança, resolução de conflitos, comunicação)<br><br></div><div>·&nbsp; ATITUDES E VALORES - resiliência, responsabilidade, respeito, empatia, curiosidade<br><br></div><div><br></div><h1><strong>Visualização do vídeo:</strong> “Rádio Comercial | D.A.M.A e Vasco Palmeirim - “Às Vezes" - https://www.youtube.com/watch?v=65Eysv1vR4Q</h1><div><br><strong>TAREFA:</strong> Como explorar o vídeo?<br>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Objetivos?</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Domínios?</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Estratégias?<br><br></div><div><strong>EXERCÍCIO: <br></strong>&nbsp;Domínios: Oralidade e Gramática<br>Objetivos: Ser capaz de identificar as formas verbais incorretas.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Conjugar corretamente o verbo haver.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Trabalhar conteúdos gramaticais, de forma lúdica.</div><div>&nbsp;</div><div>Estratégias: Visualização do vídeo; em grupo, os alunos identificam os erros&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; (Jogo “caça o erro”); propor a correção dos erros detetados, no vídeo,&nbsp; &nbsp; &nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;elaborar nova canção.<br><br>Nota: O ensino dos conteúdos gramaticais deve ser realizado em estreita sintonia com outras áreas.<br><br><strong>Visualização do vídeo:</strong> Ary Toledo Descobrimento do Brasil</div><h1>https://www.youtube.com/watch?v=c7PvszP-II4</h1><div>&nbsp;<br>PROPOSTA DE TRABALHO:<br>&nbsp;- Comparar com a leitura dos <em>Lusíadas</em> ou de uma história de viagem.</div><div>&nbsp;Abordagem&nbsp; interdisciplinar: história/geografia/português</div><div><br></div><div><strong>Visualização do vídeo: </strong>Teresa Silva Carvalho - "Pescador da barca bela" um poema de Almeida Garrett -&nbsp; https://www.youtube.com/watch?v=PUDbMRKaBt0</div><div><br></div><div>PROPOSTA DE TRABALHO:<br>- Relacionar a imagem com o texto; (é importante a leitura de imagens)</div><div><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-01 23:11:57 UTC</pubDate>
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         <title>3ª SESSÃO 17/02/2018 (manhã)</title>
         <author>graciete_nunes</author>
         <link>https://padlet.com/graciete_nunes/Bookmarks/wish/237224550</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;<strong>Abordagem ao tema : </strong><strong><em>A Oralidade</em></strong></div><div>Comentário&nbsp; das frases: “Palavras leva-as o vento …</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;“Ouvidos de mercador …”</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; “Uma imagem vale mais do que mil palavras …”</div><div>&nbsp;</div><div><strong>O treino da oralidade é fundamental.<br></strong>Falamos para quê ?</div><div>Para opinar …&nbsp;</div><div>Para criar laços …</div><div>Para fazer pedidos …</div><div>Para agradecer …</div><div>Para protestar …</div><div>Para expressar emoções e sentimentos</div><div>Para agredir …</div><div>Para proteger …</div><div><br></div><div>Na nossa comunicação há sempre uma <strong>intencionalidade.<br></strong>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;A escola não tem tradição do ensino explícito do oral.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Ensinar a falar é, no atual programa, uma exigência do domínio do oral.<br><br><br><strong>TAREFA:</strong> Fazer uma comunicação ao grupo com base na seguinte situação:<br>"Faça uma comunicação ao grupo. Manifeste a sua desilusão perante as linhas estratégicas da gestão e assuma que vai liderar uma manifestação contra&nbsp; a mesma."</div><div>&nbsp;· As intencionalidades comunicativas são diferentes.</div><div>·&nbsp; Devemos saber comunicar de acordo com o contexto em que nos encontramos.</div><div>· Devemos saber adequar o discurso ao público alvo.<br>·&nbsp; Em sala de aula: devemos ter muito cuidado com as instruções e as tarefas têm que ser bem orientadas.</div><div><br><br></div><div><strong>PROPOSTA</strong>: Simular com os alunos uma determinada situação de comunicação oral, para que percebam a importância da oralidade.<br><br></div><div><br></div><h1>&nbsp;<strong>Visualização do vídeo</strong>: Twinkle Twinkle Little Star</h1><h1>https://www.youtube.com/watch?v=yCjJyiqpAuU</h1><h1>&nbsp;</h1><h1>&nbsp;<strong>PROPOSTA DE TRABALHO COM OS ALUNOS (</strong>1ºCICLO)</h1><div>&nbsp; Objetivo: Produzir discursos com diferentes finalidades, tendo em conta a&nbsp; &nbsp;&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; situação&nbsp; e o interlocutor. (Oralidade 01 e 02) -&nbsp; Partilhar ideias e&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;sentimentos.</div><div><br></div><div>A partir da visualização do vídeo, os alunos poderiam completar, oralmente, frases como:<br><em>Eu senti …. Eu pensei …Eu tive vontade de …Eu gostei porque … Eu não gostei porque …<br></em><br></div><div><strong>Nota</strong>: É importante trabalhar, desde cedo, este tipo de atividades. Devemos treinar/preparar para a capacidade de argumentação; para ser crítico; para expressar sentimentos; para discutir ideias; para expressar a sua opinião; para manifestar preferências; para protestar; para pedir um favor.<br><br> <strong>DESCRITORES DA ORALIDADE</strong> (04 - 1º Ciclo)<br><strong><em>Escutar para aprender e construir conhecimentos.</em></strong></div><div>1. Distinguir informação essencial de acessória.</div><div>2. Identificar informação implícita.</div><div>3. Diferenciar facto de opinião.</div><div>4. Identificar ideias‐chave de um texto ouvido.</div><div>5. Identificar diferentes graus de formalidade em discursos ouvidos.</div><div><strong>2. </strong><strong><em>Utilizar técnicas para registar e reter a informação.</em></strong></div><div>1. Preencher grelhas de registo.</div><div><strong>3. </strong><strong><em>Produzir um discurso oral com correção.</em></strong></div><div>1. Usar a palavra de forma audível, com boa articulação, entoação e ritmo adequados, e olhando o interlocutor.</div><div>2. Mobilizar vocabulário cada vez mais variado e preciso, e estruturas frásicas cada vez</div><div>mais complexas.</div><div><strong>4. </strong><strong><em>Produzir discursos com diferentes finalidades, tendo em conta a situação e o interlocutor.</em></strong></div><div>1. Adaptar o discurso às situações de comunicação e à natureza dos interlocutores.</div><div>2. Informar, explicar.</div><div>3. Formular avisos, recados, convites.</div><div>4. Fazer perguntas sobre a apresentação de um trabalho de colegas.</div><div>5. Fazer uma apresentação oral (cerca de 3 minutos) sobre um tema, previamente</div><div>planificado, e com recurso eventual a tecnologias de informação.</div><div>6. Fazer um pequeno discurso com intenção persuasiva.</div><div>7. Debater ideias (por exemplo, por solicitação do professor, apresentar “prós e</div><div>contras” de uma posição).</div><div><strong>5. </strong><strong><em>Participar em atividades de expressão oral orientada, respeitando regras e papéis</em></strong></div><div><strong><em>específicos.</em></strong></div><div>1. Assumir diferentes papéis (entrevistador, entrevistado, porta‐voz…).</div><div>2. Interpretar pontos de vista diferentes.</div><div>3. Retomar o assunto, em situação de interação.</div><div>4. Justificar opiniões, atitudes, opções.</div><div>5. Acrescentar informação pertinente.</div><div>6. Precisar ou resumir ideias.<br><br></div><div><br><strong>TAREFA </strong>(a pares):&nbsp;<br>Preparar uma atividade para ensino explícito no âmbito do domínio do oral.</div><div><br></div><h1><strong>Visualização do vídeo</strong>: Diferenciação Pedagógica</h1><h1>https://webinars.dge.mec.pt/webinar/diferenciacao-pedagogica-0</h1><div>&nbsp;<br>Apresentação de uma escola que tem em curso o projeto-Piloto de Inovação Pedagógica.<br><br>Este agrupamento tem assumido algumas ações e medidas promotoras de sucesso, nomeadamente:</div><div>- a priorização das aprendizagens;</div><div>- uma organização curricular distinta;</div><div>- criação de ambientes educativos inovadores;</div><div>- promoção da articulação curricular;</div><div>- dinamização de assembleias de escola;</div><div>- construção conjunta e corresponsabilizada do saber através de tutorias entre discentes e a regulação através da implementação de Planos Individuais de Trabalho.<br>&nbsp; <br><br><strong>Aplicar estratégias inovadoras:</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong>- Criar tempos de comunicação</div><div>- Assembleias de turma;</div><div>- repensar a disposição dos espaços da sala de aula</div><div>- elaborar&nbsp; “checklist” ajuda o aluno a identificar o que cumpriu e não cumpriu</div><div>- devemos ser capazes de cruzar vários modelos de aprendizagem</div><div>- apelar a atividades que vão de encontro ao interesse dos alunos.</div><div>&nbsp;<br><br></div><div><strong>3ª Sessão – 17/02/2018 (tarde)<br></strong><br></div><div><strong>Abordagem ao tema: Avaliação das aprendizagens<br></strong>Avaliar: o quê? Como? Quando? Para quê?</div><div><br></div><div><strong>Avaliar para as aprendizagens</strong> – o objetivo é o desenvolvimento das aprendizagens.<br>Avaliação: diagnóstica / formativa /&nbsp; sumativa (momentos formais no final dos períodos)</div><div>A <strong>avaliação deverá ser essencialmente formativa.</strong></div><div>A avaliação formativa visa dar feedback para melhorar em tempo útil as aprendizagens.</div><div><br></div><div>&nbsp;<br><strong>O aluno através das suas produções escolares:<br></strong>- as produções dos alunos são frequentemente vistas como uma fonte de erro.</div><div>- O erro está associado ao castigo e, por vezes, desencadeia um discurso &nbsp; culpabilizador.</div><div>- a conceção formativa do erro - percebê-lo como resultado do trabalho de aprendizagem na sala de aula.</div><div>- o <em>feedback</em> é muito importante.</div><div><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><h1><strong>Visualização do vídeo:</strong> O Povo contra o Sistema Escolar</h1><h1>https://www.youtube.com/watch?v=9ISIBlEP_as</h1><div>&nbsp;<br><br></div><div><strong>Visualização do vídeo: </strong>Avaliação para as, e das, aprendizagens e qualidade da educação nas salas de aula - https://webinars.dge.mec.pt/webinar/avaliacao-para-e-das-aprendizagens-e-qualidade-da-educacao-nas-salas-de-aula<br><br></div><div><strong>Tópicos de reflexão:</strong><br>- A avaliação deve estar integrada no processo de ensino aprendizagem;</div><div>- A função formativa é a principal função da aprendizagem;</div><div>- O <em>feedback</em> é um elemento indispensável na avaliação;</div><div>- A avaliação deve servir mais para ajudar os alunos a desenvolverem as suas aprendizagens do que para os julgar ou classificar;</div><div>- O professor tem que deixar de ser o centro do processo, devemos afastar do paradigma do Ensino para o paradigma da Aprendizagem.</div><div>- Devemos dar relevância ao trabalho autónomo dos alunos.</div><div>- Devemos ser capazes de articular a avaliação formativa com a avaliação sumativa.</div><div><br></div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-01 23:12:53 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>graciete_nunes</author>
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         <description><![CDATA[￼]]></description>
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         <pubDate>2018-03-01 23:13:47 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>graciete_nunes</author>
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         <description><![CDATA[￼]]></description>
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         <pubDate>2018-03-01 23:13:55 UTC</pubDate>
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         <title>1. ALGUNS TRABALHOS COM OS ALUNOS ...</title>
         <author>graciete_nunes</author>
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         <description><![CDATA[<div> DOMÍNIO: Leitura e Escrita - 4ºano</div><div> <br>DESENVOLVIMENTO  DA  ATIVIDADE:<br>No sentido de promover e desenvolver o domínio da expressão escrita, procurei criar um momento de “Oficina de Escrita”. Este momento ocorre de forma regular e tem tido o propósito de fomentar o gosto pela escrita, de forma lúdica e, ao mesmo tempo, permitir uma maior interiorização das regras da escrita.</div><div> </div><div><strong>Exemplos de atividades realizadas:</strong></div><div>·   A partir da exploração do livro <strong><em>Se eu fosse …</em></strong> de Richard Zimler – Porto Editora.</div><div> </div><div>·  Foi pedido aos alunos que escrevessem frases à semelhança das do autor:</div><div> </div><div><strong>Se eu fosse </strong>um <strong>unicórnio</strong>, tinha as cores mais belas e voava por todo o mundo. (Dayane e Lara)</div><div> <strong>Se eu fosse</strong> uma <strong>águia</strong>, podia voar, voar e voar sem nunca mais parar. (Artur e Luís)</div><div> <strong>Se eu fosse</strong> uma <strong>águia </strong>podia voar, o estádio do Benfica seria o meu lar e com os jogadores iria jogar. (Carolina e Sofia)</div><div><strong>Se eu fosse</strong> um <strong>canguru</strong>, podia saltar até à Lua para a saborear.</div><div> <br><br></div><div><strong>PROPOSTA DE ESCRITA SUGERIDA NA  2ª SESSÃO DE FORMAÇÃO:</strong></div><div> Escrever a partir da questão:   <strong><em>Uma pestola disparará pestanas ou pétalas?</em></strong></div><div> </div><div><em>Se uma pestola disparasse pétalas </em>de margaridas, as pessoas cheiravam muito bem. (Luana)<br><br></div><div><em>Se uma pestola disparasse pestanas, </em>então, todos os manequins iriam pestanejar. (Carolina)</div><div> </div><div><em>Se uma pestola disparasse pétalas </em>iriam decorar todas as ruas da cidade.(João B)</div><div> </div><div><em>Se uma pestola disparasse pétalas </em>e essas pétalas fossem de açúcar, fariam um belo chá. (Bruno)</div><div> </div><div><em>Se uma pestola disparasse pétalas, </em>daria para enfeitarmos a casa das pessoas e elas ficavam felizes. (Artur)<br><br>Escrever a partir da questão: <strong><em>O que aconteceria se a chuva viesse do chão?</em></strong></div><div><br></div><div><em>As cidades ficariam muito mais cheias de chuva, as casas inundadas e nós ficávamos todos molhados.(Artur)<br></em><br></div><div><em>Se a chuva viesse do chão cada vez que pisava o chão ficava todo molhado e, assim, podia ficar constipado.(Bruno)<br></em><br></div><div><em>Se a chuva viesse do chão, eu iria pôr o guarda-chuva nos pés para não os molhar. (Gabrielle)<br></em><br></div><div><em>Se a chuva viesse do chão, todos os dias andava de barco sem me molhar. (Carolina B)<br></em><br></div><div><em>Se a chuva viesse do chão, em vez de irmos à piscina, nadávamos no chão.(Lara)<br><br></em>BALANÇO: Apesar desta atividade ter sido do agrado dos alunos, foram notórias algumas dificuldades em escrever situações com alguma imaginação e criatividade. Alguns alunos recusavam dizendo que não sabiam. Estou certa de que deverei continuar a insistir neste tipo de atividades, pois permite desenvolver não só as ideias e o imaginário, como serve de treino para as regras de escrita.</div><div><br></div><div><br>DOMÍNIO: Educação Literária - 4ºano</div><div> </div><div>OBJETIVOS E DESCRITORES DE DESEMPENHO:<br><strong><em>Ler e ouvir ler textos literários. <br></em></strong> Ler e ouvir ler obras de literatura para a infância e textos da tradição popular.<br>Fazer a leitura expressiva de pequenos textos, após preparação da mesma.</div><div><strong> <br></strong><strong><em>Compreender o essencial dos textos escutados e lidos. </em></strong></div><div>Identificar, justificando, personagens principais e coordenadas de tempo e de   lugar.</div><div>Delimitar os três grandes momentos da ação: situação inicial, desenvolvimento e situação final.</div><div>Responder, oralmente e por escrito, de forma completa, a questões sobre os textos.</div><div><strong> </strong><strong><em>Ler para apreciar textos literários. </em></strong></div><div> Ler e ouvir ler obras de literatura para a infância e textos da tradição popular.</div><div> Manifestar sentimentos, ideias e pontos de vista suscitados por histórias e poemas ouvidos.</div><div><br></div><div> DESENVOLVIMENTO  DA  ATIVIDADE:</div><div> Exploração do livro  <strong><em>Contos Andersen</em></strong>, de Hans Christian Andersen (tradução de Silva Duarte)</div><div> </div><div>Começámos por explorar a história “<strong>A princesa e a ervilha</strong>”:</div><div>- <strong>Antes de Ler</strong>: tentámos antecipar o enredo da história, porque haveria uma ervilha nesta história? Como seria a princesa? Onde viveria?</div><div> Conversámos sobre as princesas da realidade, se conhecíamos princesas, como é que elas eram?</div><div> - <strong>Observámos</strong> diferentes edições de Contos de <em>Andersen; </em><strong><em>reparámo</em></strong><em>s que </em>havia diferentes versões e ilustrações;</div><div> - <strong>Lemos</strong>, no manual, o <strong>texto biográfico</strong> que antecede os excertos das histórias deste autor (<em>A princesa e a ervilha; O Rouxinol</em> )</div><div> - <strong>Lemos</strong> a história completa. Fizemos a <strong>leitura dialogada</strong>. <strong>Inventámos</strong> falas para todas as personagens e <strong>dramatizámos</strong> a história.<br>- <strong>Gravámos a leitura</strong> da história para participar no Concurso “<strong>Conta-nos uma história!", </strong>em colaboração com a nossa Biblioteca Escolar.<br> - <strong>Vimos </strong>a história em <strong>vídeo</strong>:  <a href="https://www.youtube.com/watch?v=iRnVTtRwL6U">https://www.youtube.com/watch?v=iRnVTtRwL6U</a></div><div> </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-01 23:18:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>graciete_nunes</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <author>graciete_nunes</author>
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         <author>graciete_nunes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Gravação da leitura da história "A princesa e a ervilha", em colaboração com a Biblioteca Escolar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-01 23:58:15 UTC</pubDate>
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         <author>graciete_nunes</author>
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         <pubDate>2018-03-02 19:08:11 UTC</pubDate>
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         <author>graciete_nunes</author>
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         <description><![CDATA[￼]]></description>
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         <pubDate>2018-03-02 19:10:04 UTC</pubDate>
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         <title>2. ALGUNS TRABALHOS COM OS ALUNOS</title>
         <author>graciete_nunes</author>
         <link>https://padlet.com/graciete_nunes/Bookmarks/wish/237564610</link>
         <description><![CDATA[<div><em>&nbsp;<br></em>DOMÍNIO: Leitura e Escrita - 4ºano</div><div>&nbsp;</div><div>OBJETIVOS E DESCRITORES DE DESEMPENHO</div><div><strong><em>Redigir corretamente.</em></strong></div><div>Utilizar uma caligrafia legível.</div><div>Respeitar as regras de ortografia e de pontuação.&nbsp;<br>Usar vocabulário adequado e específico&nbsp; dos temas tratados no texto.&nbsp;<br>Escrever frases completas, respeitando relações de concordância entre os seus</div><div>elementos.<br><strong>Escrever textos diversos.</strong></div><div><br>DESENVOLVIMENTO&nbsp; DA&nbsp; ATIVIDADE:</div><div>&nbsp;Proposta de escrita lúdica: Desenhar as letras do alfabeto e “escondê-las” e “mascará-las”. A partir das letras inventar uma pequena narrativa, tentando utilizar o maior número de palavras iniciadas por aquela letra.</div><div>&nbsp;</div><div>Os alunos começaram por escolher e desenhar uma letra à sua vontade. Num primeiro momento, apresentaram o seu desenho aos colegas que deveriam descobrir qual era a letra mascarada.</div><div>Num segundo momento, foi elaborada uma pequena história para cada uma das letras (este trabalho ainda está em elaboração). Pretende-se, no final reunir todas as histórias e fazer um pequeno livro.</div><div>&nbsp;</div><div>Sob o título, “<strong><em>Histórias pequenas de letras mascaradas</em></strong>”,&nbsp; iniciámos a escrita de pequenas histórias:</div><div>&nbsp;</div><div>Letra "mascarada" <strong>S<br></strong>&nbsp;“Dona Serpente Saltitona saltou do seu sofá serpenteando, sem cessar. Sibilava … sibilava…! Sem saber, saiu da sala com a sua saia de seda, a saracotear. Assim, simplesmente, sentiu-se super simpática e …sexy.”</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;Letra "mascarada" <strong>B</strong></div><div>- Bom dia! – disse a bela borboleta bailarina.</div><div>- Bom dia! – responderam os besouros.</div><div>- Sabem que nós, as borboletas bailarinas e as borboletas brancas, vamos&nbsp; &nbsp; &nbsp;bailar no palácio de Belém?!Vocês bem podiam vir bailar connosco!</div><div>Os besouros barulhentos não acharam boa ideia. Bem , na verdade, eles são brilhantes jogadores de bola e já tinham um bom jogo marcado. Sem batota!</div><div>As borboletas bateram as suas belas asas e como voaram muito baixo, esbarraram na barriga do boi Banzé. Foi o bom e o bonito!</div><div>Veio, a correr, o burro Barnabé, que escorregou numa banana e bateu na baliza dos besouros. Foi uma bela balbúrdia! Ainda hoje, fazem barulho!</div><div>&nbsp;<br><br>OBJETIVOS E DESCRITORES DE DESEMPENHO</div><div><strong><em>Escrever textos descritivos.</em></strong></div><div>Escrever descrições de pessoas, objetos ou paisagens, referindo características</div><div>essenciais.</div><div><br></div><div>DESENVOLVIMENTO&nbsp; DA&nbsp; ATIVIDADE:</div><div>&nbsp;Os alunos foram incentivados a escrever um texto descritivo a partir do título “O Estranhão” e de uma parte da imagem.&nbsp;</div><div>Perguntas como: O que será ou quem será? Como é que ele é? O que come? Ele fala? Ele brinca? Onde vive? Por que razão tem este nome? Ajudariam a construir o texto descritivo.</div><div>&nbsp;</div><div>Com esta atividade pretendia-se criar uma maior curiosidade sobre a personagem e motivar mais os alunos para a leitura do livro do escritor Álvaro Magalhães.</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;<em>O Estranhão</em></div><div><em>O estranhão é uma batata frita redonda, de cor amarela, com patas pretas, cabelo vermelho, olhos grandes, de cor laranja, nariz arredondado e boca pequena, com um dentinho saliente. Ele é de estatura baixa e gordinho. Os seus braços e pernas são curtos e as patas são largas.</em></div><div><em>Ele come um pouco de tudo, menos batatas fritas. Vive na Batatalândia e fala batatês. Ele é simpático e muito bem disposto. Gosta de passear com o seu hambúrguer de estimação. Ele não gosta de pessoas que comem batatas.</em></div><div><em>&nbsp;</em></div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;·&nbsp; DOMÍNIO: Educação Literária - 4ºano</div><div>&nbsp;</div><div>· OBJETIVOS E DESCRITORES DE DESEMPENHO:<br><strong><em>Ler e ouvir ler textos literários.&nbsp;</em></strong></div><div>&nbsp;Ler e ouvir ler obras de literatura para a infância e textos da tradição popular.</div><div>Fazer a leitura expressiva de pequenos textos, após preparação da mesma.</div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong><em>Compreender o essencial dos textos escutados e lidos.&nbsp;</em></strong></div><div>&nbsp;Identificar, justificando, personagens principais e coordenadas de tempo e de lugar.<br>&nbsp;Delimitar os três grandes momentos da ação: situação inicial, desenvolvimento e</div><div>situação final.<br>&nbsp;Responder, oralmente e por escrito, de forma completa, a questões sobre os textos.</div><div>&nbsp;<br><strong>&nbsp;</strong><strong><em>Ler para apreciar textos literários.&nbsp;</em></strong></div><div>Ler e ouvir ler obras de literatura para a infância e textos da tradição popular. Manifestar sentimentos, ideias e pontos de vista suscitados por histórias e poemas ouvidos.</div><div><br></div><div>DESENVOLVIMENTO&nbsp; DA&nbsp; ATIVIDADE:</div><div>&nbsp;Exploração do livro&nbsp; <strong><em>Contos Andersen</em></strong>, de Hans Christian Andersen (tradução de Silva Duarte)</div><div>&nbsp;Continuámos a leitura dos Contos de Andersen com o conto “<strong>O Rouxinol</strong>”<strong>&nbsp;</strong></div><div><br></div><div><strong>Antes de Ler</strong>: Pesquisámos sobre esta ave. Em pequeno grupo, <strong>selecionámos</strong> algumas informações para fazer um <strong>pequeno resumo</strong>, em esquema. Cada grupo, <strong>apresentou a sua parte do trabalho</strong>. No final, preenchemos as informações do esquema. <strong>Pesquisámos</strong> na Internet e <strong>ouvimos o canto</strong> do rouxinol.<br><strong>Iniciámos a leitura</strong> da história, (por partes), lendo de forma dialogada e com diferentes narradores.<br><strong>Realizámos</strong> fichas de leitura sobre a história.<br><strong>Cantámos</strong>, com o professor de cante alentejano a moda <em>Rouxinol repenica o&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Cante e </em><strong>gravámos. </strong>(Cantámos como o Rouxinol!) <strong>Copiámos</strong> esta moda e&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;vimos o significado de “falcante” e “repenica”.</div><div><strong>Lemos</strong> o poema O rouxinol, do livro <em>O rouxinol e a sua namorada</em>, de Sidónio Muralha. <strong>Fizemos ilustraçõe</strong>s sobre estas histórias.</div><div><br></div><div>&nbsp;<br><br>DOMÍNIO: Oralidade - 4ºano</div><div>&nbsp;</div><div>OBJETIVOS E DESCRITORES DE DESEMPENHO:</div><div><strong><em>Produzir um discurso oral com correção.</em></strong></div><div>Usar a palavra de forma audível, com boa articulação, entoação e ritmo adequados, e olhando o interlocutor.</div><div>Mobilizar vocabulário cada vez mais variado e preciso, e estruturas frásicas cada vez mais complexas.</div><div><strong><em>Produzir discursos com diferentes finalidades, tendo em conta a situação e o&nbsp; &nbsp; interlocutor.<br></em></strong>Informar, explicar.</div><div>Fazer perguntas sobre a apresentação de um trabalho de colegas.</div><div>&nbsp;<br>DESENVOLVIMENTO&nbsp; DA&nbsp; ATIVIDADE:<br><br></div><div>&nbsp;Os alunos <strong>coloriram</strong> um desenho representando um quadro de Van Gogh, sem conhecerem o quadro original. Foi sugerida a utilização dos lápis de cor para se poder misturar as cores e que cada um deveria olhar para o “seu quadro” e pintar “à sua maneira”.<br>Depois de coloridos, cada um apresentou o “seu quadro” à turma.</div><div>Os alunos deveriam <strong>dizer:</strong></div><div>- o título do seu quadro e justificá-lo;</div><div>- o que representava o elemento em destaque;</div><div>- que cores tinham usado e porque as escolheram;</div><div>- se o quadro representa a noite ou o dia;</div><div><br>No final das apresentações, observámos como o pintor Van Gogh tinha pintado o seu quadro (<em>Noite estrelada</em>) e o que ele representava. Conhecemos um bocadinho da história deste pintor.&nbsp;</div><div>Na sala, ainda, estamos a trabalhar outros desenhos dos quadros do pintor.</div><div><br></div><div>&nbsp;</div><div>BALANÇO: De uma forma geral, os alunos gostam sempre de apresentar os seus trabalhos. No início, disse o que cada um deveria falar na apresentação do "seu quadro", mas foi sempre necessário colocar-lhes algumas questões para ir lembrando o que deveriam apresentar. Julgo que, numa próxima atividade de desenvolvimento da oralidade, deverei organizar um pequeno guião que os alunos deverão seguir de forma mais autónoma e organizada.</div><div>&nbsp;</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-02 19:11:31 UTC</pubDate>
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         <title>Fichas de leitura</title>
         <author>graciete_nunes</author>
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         <title>4ª Sessão – 03/03/2018 (manhã)</title>
         <author>graciete_nunes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Esta sessão foi exclusivamente dedicada à apresentação dos trabalhos dos formandos. Destaco a qualidade e variedade dos trabalhos apresentados, em particular, os realizados com os alunos. Julgo que esta sessão final foi, para todos, muito enriquecedora.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-17 21:32:08 UTC</pubDate>
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