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      <title>RGSE by Andresa Silvestre de Sousa</title>
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      <description>Disciplina Relações de Gênero e Sexualidade na Educação Professor Sandro Soares</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-09-04 02:10:26 UTC</pubDate>
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         <title>Memória da Aula   28/07/2021</title>
         <author>andresasousa</author>
         <link>https://padlet.com/andresasousa/itf3wdcr709019on/wish/1716262548</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;<br>Memória da aula do dia 28 de julho de 2021, da disciplina Relações de Gênero e Sexualidade na Educação, tendo como responsável pela memória da aula do referente dia, a discente&nbsp;Tainá. A aula teve em seu início uma breve acolhida dos alunos, espera dos alunos para entrar no Meet, envio do formulário de perfil de identificação da turma e algumas correções de e-mails institucionais.&nbsp;<br>Introdução sobre o surgimento da disciplina e sua elaboração, o professor explicou um pouco sobre como escrever a memória da aula e quem vai fazer a memória do dia, e eu, Taina me candidatei a escrever, tivemos na aula algumas dúvidas a serem respondidas pelo professor, sobre como seria o envio e escrita da memória do dia.<br>Ocorreu na aula a 1° oficina da disciplina em nossa turma, para a produção de algo, e em conjunto experimentar algo novo, o professor citou Pierre Lévy “nós temos uma concepção errada do virtual, pois o virtual é uma dimensão do real” que nos permite uma experimentação de algo novo.<br>O professor fez um breve comentário sobre as dificuldades enfrentadas no início da reorganização da disciplina do presencial para o digital e sua modificação na metodologia da oficina, falou um pouco sobre as oficinas que eram desenvolvidas nas aulas presenciais e seus nomes, a oficina da desconstrução de gênero existe desde o início da disciplina, 2013 e foi elaborado para mexer um pouco com as concepções de gêneros das pessoas, e contava com seis tipos de oficinas dando dimensão a seis espaços diferentes denominados de nicho, que aconteciam simultaneamente durante a aula. São elas: Jogo do gênero, Transnarrativa, Pornôpoema, Moça, Você é Machista, Corpos Incoerentes, e Montagem Drag Queen, que causava bastante fuxico na sala. As oficinas eram colocadas todas na sala e era dividido pequenos grupos de alunos que iam girando e passando por todas as oficinas fazendo uma troca de novas experiências, onde o professor apresentou várias memórias sobre as oficinas que realizou, e que agora trouxe para o virtual. Fez com a turma a oficina montagem drag queen, com o propósito de deslocar o conceito rígido de gênero e desconstruir a concepção binária de gênero, falou um pouco de como acontecia essa oficina no presencial, e como ela vai acontecer de forma remota. Orientou aos educandos que abrissem sua rede social do Instagram para desenvolvimento da oficina, após as orientações, os alunos tiraram selfies com um filtro do próprio Instagram com designer de drag queen, e que fosse compartilhado no grupo de WhatsApp com o nome fictício da drag que se tornou, o professor falou um pouco sobre os elementos que norteiam o mundo das Drag Queen, como roupa, acessórios nesse universo feminino, após compartilhado no grupo, conversamos um pouco sobre a experiência obtida na oficina e como ficou nossos sentimentos diante da nossa aparência drag queen, e sobre a importância da quebra do tabu que permeiam em nossa sociedade machista, em que o homem usa azul, e mulher usa rosa, Helio Oiticica, destaca que “um artista plástico é um provocador” e o professor Sandro levanta o quesito de que o professor tem que provocar, demonstrando que temos que ser provocativos inserindo novas vivências em nosso cotidiano. Como atividade reflexiva para a aula, o professor pediu para escrevermos no grupo da disciplina um parágrafo falando um pouco sobre a experiência obtida na oficina, e como nos sentimos diante da nossa imagem, a pauta apresentada pelo professor para o próximo encontro vai ser identidade de gênero, suas terminologias e conceitos, aula terá início com a leitura de um poema. A minha experiência com a oficina foi muito boa pois eu amei, foi muito interessante e diferente essa caracterização por que eu não sou tão vaidosa e nem gosto muito de maquiagens fortes, então me assustei um pouco, mais pra mim foi uma experiência única, eu gostei bastante, achei as discussões bem interessantes, e me fizeram abrir a mente a novos horizontes.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-04 02:11:50 UTC</pubDate>
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         <title>Memória da Aula 04/08/2021</title>
         <author>andresasousa</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;<br>Na aula do dia 04 de agosto de 2021, da disciplina de Relações de Gênero e Sexualidade na Educação,  responsável pela memória da aula do referente dia, a aluna Kauanne Kadígina. Neste dia, tivemos como temática uma introdução sobre identidade de gênero. Inicialmente, houve a leitura do poema “Sete cantos do poeta para o anjo” que trata de inspirações poéticas da autora Hilda Hilst, acompanhada um pouco da sua biografia apresentada pelo professor Sandro.<br>Posteriormente, iniciamos a discussão sobre o livro “Capitolina, o poder das garotas” mais especificamente no capítulo “Identidade de gênero, uma introdução” onde relata o diálogo de duas meninas. De acordo com o texto e a discussão em sala de aula, as garotas indagam sobre os modos como a sociedade estabelece com relação ao gênero e sexualidade, onde a genitália que possuímos, define nosso gênero e nossa sexualidade, bem como o que é definido para homens e para mulheres, sendo considerados somente gêneros binários. Com isso, brinquedos, cores, objetos e outras coisas, são contaminadas na perspectiva de gênero, em que a cor rosa é definida somente para meninas, e azul para meninos; em que carrinho corresponde aos meninos e bonecas às meninas, e assim sucessivamente.&nbsp; Após relevantes discussões, conseguimos perceber e entender a importância da desconstrução desses tabus predefinidos.&nbsp;<br>Desse modo, gênero não é definido por uma genitália, mais sim pelo que você se define e se conceitua socialmente quanto ao gênero, possuindo o direito de escolha e de reinventar-se. Por vezes é aceita pela sociedade, assim como pode ocorrer o contrário. Assim como o gênero, sua orientação sexual também deve ser definida de acordo com sua escolha e afinidade. Não é um órgão genital que pode ou deve definir nossa opção de gênero e orientação sexual.&nbsp;<br>Em uma sociedade em que tudo deve ser seguida conforme suas definições, diálogos significativos como esses tratados em nossa aula, é necessário que sejam exteriorizados em maior dimensão, para que possamos ir rompendo esses conceitos e desconstruindo todo esse estereotipo.&nbsp;<br>Por fim, realizou-se como atividade reflexiva, em que o professor orientou e dirigiu uma oficina para que construíssemos nosso “eu” com nossas características genitais, de gênero e de nossa sexualidade; e por conseguinte criar um “eu” fictício, criando características imaginarias, fazendo com quem nos questionássemos: “como posso ser um outro diferente de mim mesmo”.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-04 02:54:54 UTC</pubDate>
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         <title>Memória da Aula 25/08/2021</title>
         <author>andresasousa</author>
         <link>https://padlet.com/andresasousa/itf3wdcr709019on/wish/1716301219</link>
         <description><![CDATA[<div>Na aula do dia 25 de agosto de 2021, na disciplina de Relações de Gênero e Sexualidade na Educação, tendo como responsável pela memória da aula do referente dia, a discente Vitória, primordialmente tivemos aquela recepção calorosa do professor Sandro, pois estávamos duas semanas sem nos encontrarmos pelo Meet. A aula desse dia foi em homenagem ao baterista da banda Rolling Stones, Charlie Watts, no qual faleceu no dia anterior, 24 de agosto de 2021, aos 80 anos, no qual o professor mostrou bastante entusiasmo ao falar sobre o músico. Em seguida, tivemos a leitura das memórias das aulas anteriores feita pela colega da turma, no qual foi muito objetiva e descritiva, fazendo com que passasse um filme das aulas anteriores com cada detalhe mínimo. Logo após, o professor leu um soneto muito famoso e elogiado do Fernando Pessoa, um dos maiores poetas da língua portuguesa e do mundo, homossexual não assumido, nascido no final do século 19, que se chama “Soneto já antigo" por Álvaro Campos,&nbsp;<br>Olha, Daisy: quando eu morrer tu hás de<br>dizer aos meus amigos aí de Londres,<br>embora não o sintas, que tu escondes<br>a grande dor da minha morte. Irás de<br>Londres p'ra Iorque, onde nasceste (dizes...<br>que eu nada que tu digas acredito),<br>contar àquele pobre rapazito<br>que me deu tantas horas tão felizes,<br>Embora não o saibas, que morri...<br>mesmo ele, a quem eu tanto julguei amar,<br>nada se importará... Depois vai dar<br>a notícia a essa estranha Cecily<br>que acreditava que eu seria grande...<br>Raios partam a vida e quem lá ande!<br>A programação para a aula deste dia, foi a apresentação de um teatro chamado Menines, onde o título dava um sentido de neutralidade de gênero, algo totalmente relacionado com a nossa disciplina. A reprodução desse espetáculo foi feita pelo aplicativo Rave, disponível para Android e IOS, portanto todos conseguiram ter acesso. Antes da produção, houve uma breve retomada da importância do teatro no nosso cotidiano, e o quanto ainda falta reconhecimento para essa profissão. A peça teatral durou quase uma hora, contendo 6 esquetes com muito humor e leveza, no qual cada uma levava um pensamento crítico para quem estava assistindo em relação aos gêneros, por exemplo, quando rotularam que menina deve usar rosa e menino azul. Nessa peça teatral ainda houve uma homenagem à Shakespeare em uma das esquetes.&nbsp; Após a reprodução do teatro, houve uma breve discussão dos temas que foram retratados, onde houve uma participação ativa da turma que adoraram assistir a peça. Diante disse aprofundamos os conhecimentos sobre gênero, sexualidade, desejos, rótulos, Drag Queen e etc, mostrando o quão aquela arte é rica em detalhes.&nbsp;<br>Por fim, tivemos detalhes das nossas próximas aulas, no qual iríamos usar em breve o aplicativo Rave novamente para assistir outra peça teatral, pois através dessa arte foi possível um raciocínio diante de todos os problemas e tabus enfrentados no nosso cotidiano, no qual muitas vezes passam despercebidos por falta de conhecimentos, e também complementar o a leitura passada na aula assíncrona do dia 11 de agosto de 2021, o capítulo 2 do livro “Este livro é gay", do autor James Dawson, no qual o livro conta com muitos detalhes e com uma linguagem fascinante. Diante disso, tivemos toda essa didática para melhorar ainda mais a nossa aula.<br><br><br><br><br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-04 03:07:12 UTC</pubDate>
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         <title> MEMÓRIA DA AULA 01/09/2021O </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O professor Sandro Soares iniciou a aula trazendo algumas reflexões acerca do ensino híbrido, e sua importância diante das dificuldades enfrentadas pela estrutura da UERN. Foi levantada a questão da possibilidade de um ensino que não anule o ensino virtual, já que este apresentou possibilidades que não seriam possíveis de forma presencial (como a apresentação da peça “Menines” via app Rave). É de conhecimento comum que a internet fornecida pela UERN via wi-fi possui suas limitações, impossibilitando tal momento.<br><br>Em seguida, fomos apresentados a um termo específico do material “Corpos e Sujeitos Queer”. O “queer” é um adjetivo/substantivo/verbo, que designa o sentido de “diferente”, “estranho”, ou “estranheza” e foi, durante muitos anos, motivo de chacota e vergonha contra os membros da comunidade LGBTQIA+, já que era um termo pejorativo utilizado por pessoas heteronormativas. Para além disso, a terminação também era utilizada para caracterizar aqueles que eram marginalizados pela sociedade, justamente por se expressar de forma livre e que ia de encontro ao que era considerado “padrão de sujeitos”.&nbsp;<br><br>Contudo, o que houve com a sigla Q pode ser comparado ao que aconteceu ao termo “bicha” aqui no Brasil, onde a palavra que antes era utilizada para repudiar ou inferiorizar sujeitos do vale se tornou motivo de orgulho e foi ressignificada por uma parte dos gays. Assim acontece com o termo estrangeiro. Muitos dentro da sigla não acham correto o uso do queer, justamente por denotar um sentido que antes causou tanta estigmatização e reforçou estereótipos. Outra parte da sigla se apropriou do “Q” e utiliza com orgulho. Dentre as indicações do professor, fomos apresentados ao “Queer Nation”, onde o grupo militante se colocava em favor da causa, produzindo inclusive textos e estudos a respeito.&nbsp;<br><br>No outro momento da aula, falamos sobre transgeneridade. Sandro explicou que esse conceito não é um conceito fixo, engessado, mas em movimento, já que, de acordo com o texto, transexualidade precisa seguir uma “cartilha” de como deve se portar (transexual benjaminiano). Contudo, como levantado em aula, o conceito de transexualidade está em disputa, uma vez que ele está se reconstruindo a cada novo estudo ou apontamento, estando em formulação constante. O significado de trans vem de transpassar território, de transigir, de transcorrer. Sandro também trouxe reflexões acerca dos corpos trans, sobre questionamentos e dúvidas equivocadas que as pessoas faziam, mas que estava em dissonante com o que era correto, como por exemplo questões acerca de operação das genitálias, sobre a hora do sexo, etc. O professor também trouxe o exemplo da cantora e rapper Linn da Quebrada, sua ressignificação e identificação enquanto mulher e travesti (mulher de pau, nas suas próprias palavras).<br><br>&nbsp;Para finalizar, conversamos sobre o conceito de “passibilidades”, muito discutido pela comunidade. Passabilidade seria a adequação de uma pessoa com o gênero que ela se identifica. Ou seja: uma travesti não poderia ter barba, já que isso iria fugir do gênero que ela almejava. Sendo assim, essa mesma travesti seria barrada em banheiros, por exemplo, já que ela estaria fugindo da norma padrão de gênero que ela se identifica. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-29 11:04:38 UTC</pubDate>
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         <title>Memória da aula 22/09/2021</title>
         <author>marynacunha</author>
         <link>https://padlet.com/andresasousa/itf3wdcr709019on/wish/1777672031</link>
         <description><![CDATA[<div>A aula iniciou-se com as boas vindas do professor Sandro, recepcionando a turma. Na aula só participou oito estudantes, sendo que dois chegaram depois do horário, ao qual ficamos aguardando um tempo, já que a aula ocasionava em uma escolha importante, mas, mesmo assim o professor decidiu iniciar a aula, em seguida ele relatou que iríamos fazer as divisões dos grupos para trabalhar o livro da bell hooks com o título Feminism Is for Everybody: Passionate Politics, possuindo temas importantes para nossa disciplina Relações de Gêneros Sexualidade na Educação discutindo a masculinidade e o feminismo. Ele falou um pouco sobre a autora, contou o quanto ela é uma inspiração para as mulheres, negras e lesbicas, e também relatou que bell hooks não é seu nome verdadeiro, é uma homenagem a sua avó, então por isso ela determinou que deve ser escrito com letras minúsculas, para se destacar.&nbsp;<br><br></div><div>O livro possuí 174 páginas, com 19 capítulos, onde 08 capítulos seriam abordados, portanto ocorreram algumas desistências na turma, possuindo apenas 13 alunos no momento, assim reduzindo a apresentação dos seminários para apenas 06 capítulos do livro.&nbsp;<br><br></div><div>O seminário O Pensamento Crítico de bell hooks, foi dividido da seguinte forma. 1 grupo com 3 componentes, em pedido das alunas de Pau dos Ferros, que não queriam se dividir, e conforme os novos ajustes dos capítulos isso ficou possível. E mais 5 duplas:&nbsp;<br><br></div><div>Trio: Kauanne, Tainá e Andresa<br><br></div><div>Duplas: Maryna e Luzia; Jéssica e Adrielly; Ellen e Júnior; Vitória e Ingrid e a colega Gabriela ainda permanece sem dupla esperando alguém se disponibilizar.&nbsp;<br><br></div><div>Os temas estabelecidos, apesar de uma escolha muito difícil, pois todos os capítulos do livro de bell hooks eram importantes e ótimos para se trabalhar e dialogar sobre, mas, com uma breve socialização foram estabelecidos:&nbsp;<br><br></div><div>·&nbsp; A Sororidade ainda é poderosa com a dupla Maryna e Luzia para apresentar no dia 06/10</div><div>·&nbsp; Nosso Corpo, Nosso Ser: direitos reprodutivos com Gabriella para apresentar 06/10</div><div>·&nbsp; Uma Política Sexual Feminista: uma ética de liberdade mútua com a dupla Jéssica e Adrielly para apresentar 13/10</div><div>·&nbsp; Alegria Completa: lesbianidade e feminismo com a dupla Ellen e Júnior para apresentar 13/10&nbsp;</div><div>·&nbsp; Masculinidade Feminista com a dupla Vitória e Ingrid para apresentar 20/10</div><div>·&nbsp; Maternagem e Paternagem Feministas com o trio Kauanne, Tainá, Andresa para apresentar 20/10<br><br></div><div>As datas foram sendo divididas de acordo com sua atualidade.&nbsp;<br><br></div><div>Dia 06 o professor Sandro, iniciará a aula com um preâmbulo sobre o conceito de feminismo de bell hooks.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-29 11:26:13 UTC</pubDate>
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         <title>Memória da Aula 08/09/2021</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/andresasousa/itf3wdcr709019on/wish/1778129065</link>
         <description><![CDATA[<div>A aula data de 08.09 iniciou-se com uma entrevista onde&nbsp; John Lennon e sua esposa discutiram sobre a figura simbólica do pai para ambos; um breve histórico sobre a vida do cantor, sobre seu trauma sobre o abandono paternal e sobre como ele passou a sua vida com sua esposa e novo filho. Em seguida, discutimos um pouco sobre&nbsp; o papel da filosofia que é&nbsp; fazer o pensamento pensar e principalmente o hoje.&nbsp; buscar a&nbsp; construção e o entendimento sobre o mundo.&nbsp; A filosofia se compreende como um conjunto de atitudes e reflexões que problematizam o nosso presente.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Pensando no hoje,&nbsp; nos pusemos a refletir sobre como a tecnologia por um lado facilita a vida humana (levando em consideração os avanços da ciência, da comunicação e em todas as esferas da nossa vida, tornando nossa existência mais confortável) entramos no conflito de estarmos ao mesmo tempo aprisionados, somos colocados em clausura&nbsp; sem que percebamos; vivemos numa sociedade de vigilância.&nbsp; Na aula citamos exemplos como manicômios, mas podemos citar tranquilamente aquela vaga no setor público onde o empregado trabalha 40hs semanais e não vê sentido em seu trabalho. Esse sistema de produção de capital moldou toda a nossa concepção de vida e dita a forma como devemos nos comportar, trabalhar, agir, limita nossos corpos e nos aprisiona em padrões muitas vezes inalcançáveis. Nos coloca num lugar de impotência quando não conseguimos ser tal qual esperado.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Um dos fatores determinantes desta ‘’ditadura’’ se encontra nas premissas judaico cristãs, que, querendo ou não, insistem em colocar a forma como eles vivem, como sendo a lei que deve orientar a todos, sem considerar suas singularidades: formato do que seria uma família ideal (existe mesmo uma família ideal? Baseado em que?), o que uma escola deve ensinar, como as pessoas devem ou não se relacionar, entre outros. Em nossa aula, foi falado como eram as famílias no modelo Vitoriano: núcleo familiar composto por um casal hetero, onde apenas o homem tem a obrigação de prover o lar, sua esposa apenas cuida do lar, não tendo a opção de escolher um futuro diferente; procriação de vários filhos para que se ateste a fertilidade da mulher e a virilidade masculina, a disciplina cristã no centro de tudo.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; O Estado, mesmo sendo Laico, acaba sendo influenciado por essas premissas e nós, que não seguimos esse padrão, enfrentamos muitas lutas para a nossa resistência. Nossos corpos, passam a ser utilizados apenas para o trabalho, como mão de obra para o capital, no lugar de vivermos para nosso prazer, além da produção de nosso sustento. Quaisquer ideias que batam de frente com este, serão combatidos e reprimidos. Não se pensa nas minorias. Enquanto sociedade, preferimos seguir o fluxo de nossa rotina nas 40hs de trabalho, sem pensar muito, então todas as ideias que nos são inseridas, são facilmente aceitas sem um questionamento. De onde vem esses padrões? Por que eu tenho que segui-los, se não acredito neles? Por que o estado reluta em judicializar oficialmente? Por que meu filho precisa decidir quem ele quer ser com 18 anos? Estamos aprisionados em clausuras da pior forma: achando que a porta está aberta.. na verdade nem há uma porta.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Uma das coisas que mais incomoda a sociedade dita conservadora é o fato de a sexualidade humana ser compreendida por muitos como algo fluida, complexa, que não precisa ser obrigatoriamente matrimonial, binária e monogâmica. Michel Foucault foi um filósofo (entre outras atribuições) que se dedicou a estudar sobre o comportamento humano, sobretudo nas relações sociais e na forma como lidamos com a sexualidade. Ao se dirigir para a Grécia antiga, ele consegue fazer uma viagem temporal para investigar o comportamento da sexualidade humana, observando que várias práticas eram normais, estimuladas e livres de tabus. Assumidamente homesexual, pode sair do padrão de pensamento heteronormativo e se pôs a estudar com fidelidade os fenômenos que circundam esse aspecto da nossa vida, sobre como a organização social e as formas de produção capitalista influenciam até hoje nossa visão sobre nossos corpos.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;O decorrer da aula, se deu à discussão sobre os pensamentos de Foucault sobre este tema, e finalizamos com uma breve discussão da atividade, baseada no livro ‘’História da Sexualidade: o uso dos prazeres’’, onde foi possível compartilharmos e debatermos algumas das respostas e contribuir para a compreensão dos demais colegas.&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-29 13:54:44 UTC</pubDate>
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         <title>MEMÓRIAS DA AULA 29/09/2021</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/andresasousa/itf3wdcr709019on/wish/1833704972</link>
         <description><![CDATA[<div>A aula do dia 29 de setembro de 2021, foi iniciada às 7h e 30 min com às boas vindas do Professor Sandro Soares, e em seguida teve a leitura de três memórias das aulas realizadas pelos discentes: Júnior, Helen e Maryna. Logo após as leituras das memórias o Professor Sandro Soares, leu um poema com o título “Cabeceira” do livro: “A Teus Pés” da poeta brasileira Ana Cristina<strong> </strong>César.</div><div><strong>Cabeceira</strong></div><div>Intratável.&nbsp;</div><div>Não quero mais pôr poemas no papel</div><div>nem dar a conhecer minha ternura.&nbsp;</div><div>Faço ar de dura,&nbsp;</div><div>muito sóbria e dura,&nbsp;</div><div>não pergunto</div><div>&nbsp;"da sombra daquele beijo</div><div>que farei?"</div><div>É inútil&nbsp;</div><div>ficar à escuta&nbsp;</div><div>ou manobrar a lupa</div><div>da adivinhação.</div><div>Dito isto</div><div>o livro de cabeceira cai no chão.&nbsp;</div><div>Tua mão que desliza</div><div>&nbsp;distraidamente?&nbsp;</div><div>sobre a minha mão (CÉSAR, 2016, p. 45).</div><div>Em seguida o professor Sandro Soares, fez uma explanação do texto: “Ideologia de gênero: notas para a genealogia de um pânico moral contemporâneo” dos autores Richard Miskolci &amp; Maximiliano Campana. Conforme a explicação do professor, o termo “ideologia de gênero” surgiu como reação conservadora às conquistas políticas da mulheres no campo dos direitos humanos; as forças reativas e conservadoras cunharam o termo “ideologia de gênero” para se referir a um suposto instrumento político-discursivo de alienação com<strong> </strong>dimensões globais que busca<strong> </strong>estabelecer um modelo totalitário com a finalidade de “impor uma nova antropologia” a provocar a alteração das pautas morais e desembocar na destruição da sociedade, conforme expõe Jorge Scala, pensador conservador argentino.&nbsp;</div><div>E ainda, de acordo com a apresentação do professor Sandro, o combate conservador e reacionário à chamada “ideologia de gênero” (termo cunhado pelo próprio pensamento conservador, e que surge dentro dos quadro da Igreja Católica e nos grupos neopentecostais católicos e evangélicos no Brasil) cada vez mais ganha terreno em escala global, particularmente na Europa e na América Latina, associando-se a diversas discussões que giram em torno da saúde reprodutiva das mulheres, da educação sexual ou do reconhecimento de identidades não heterossexuais, entre outras questões. Historicamente, os setores religiosos se opuseram ao avanço dos direitos sexuais e reprodutivos, o combate ao uso do termo “gênero” é mais recente e, em diversos países europeus, se começa a alardear seus supostos perigos depois de 2008.</div><div>O professor Sandro, elucida que a filósofa estadunidense Judith Butler (engajada na luta pelos direitos humanos), em 2017,&nbsp; veio ao Brasil para participar de conferências realizadas em São Paulo e no Rio de Janeiro e sofreu várias perseguições e protestos no aeroporto, no local da conferência (o SESC Pompéia, em São Paulo) e no hotel que estava hospedada, até abaixo-assinado fizeram para a filósofa não vim ao Brasil. A política do medo e da perseguição se instaura contra intelectuais, artistas e educadores/as que defendem os direitos humanos.</div><div>No decorrer da aula o professor Sandro explicou sobre os embates políticos sobre direitos humanos – em especial aqueles concernentes aos direitos sexuais e reprodutivos – têm se dado no enquadramento do medo e da perseguição às ideias que defendem a igualdade, por exemplo, entre homens e mulheres, hetero e homossexuais, o que faz pensar: será que vivemos o ataque inesperado de uma onda conservadora que – após avanços na esteira do reconhecimento das diferenças desde a Constituição de 1988 – traria consigo inevitáveis retrocessos para nossa democracia? O verdadeiro ponto de inflexão e disparador do pânico moral sobre a “ideologia de gênero” na américa latina foi o reconhecimento legal das uniões entre pessoas do mesmo sexo na Argentina, em 2010, e no Brasil, em 2011. O uso da expressão conservadora “ideologia de gênero” se estabelece no Brasil a partir de 2011, ano em que o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu que a união entre pessoas do mesmo sexo tinha o mesmo status do casamento heterossexual. No mesmo mês da decisão do Supremo, ganhou notoriedade nacional a polêmica sobre o material didático do programa “Escola sem homofobia”, apelidado pelos conservadores de “kit gay”, que seria distribuído nas escolas públicas, mas que, depois de forte oposição, foi vetado pela presidenta Dilma Rousseff.&nbsp;</div><div>Por fim, a aula foi finalizada tendo por síntese, que grupos autoritários pregam ódio e ações perseguidoras para espalhar terror e pânico moral às pessoas que defendem os direitos humanos, estes grupos autoritários buscam manter subalternizados aqueles e aquelas que o conceito de gênero acolhe dentro do humano, buscando garantir-lhes igualdade jurídica, segurança e direito à vida.</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-21 14:27:05 UTC</pubDate>
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