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      <title>Como e porque me tornei professora by Soraya Farias Pereira Pego</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-09-23 17:38:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sorayapego1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Queridos Bia, Dudu e Gu,</p><p><br></p><p>Quero&nbsp; mostrar a vocês um pouco de mim, da minha história, de como vim parar aqui, trabalhando na educação infantil… Venho de uma família do interior, sem grandes posses, tomada de arroubo pelo magistério… Pai advogado, como terceira formação, ex seminarista, professor de história, sociologia, apaixonado por leitura; mãe professora de matemática e todas as irmãs,(somos 5) voltadas para o magistério…</p><p>No princípio foi difícil… Queria fazer medicina, cuidar dos outros, mas minha família não tinha condições de me custear fora de casa… E minha mãe acreditava (e acredita até hoje) que mulher tinha que fazer magistério pra trabalhar meio horário e cuidar da casa e dos filhos… Mal sabia ela o tanto que eu precisaria trabalhar para me sustentar e sustentar minha família…</p><p>Comecei com raiva o curso de magistério… mas fui descobrindo que a educação também é um meio pelo qual se cuida… Construí minha trajetória, sempre na educação infantil, passando inicialmente pela rede particular de ensino e descobri muitos pensadores, muitas possibilidades. Descobri que fazia mil coisas erradas, mas entendi que podia refazer minha história. Entrei para a Rede Municipal de Educação, há mais de 20 anos, como educadora infantil e percebi que poderia fazer diferença na vida de pelo menos uma daquelas crianças. Me encanto cotidianamente, mesmo estando atualmente fora da escola, com os relatos, com os depoimentos, com as experiências descritas pelas professoras com as quais tenho contato. Hoje tenho uma certeza: Sou professora, independente do lugar em que me encontre.&nbsp;</p><p>Amo a Educação Infantil e defendo o protagonismo das crianças na construção de seus saberes. Hoje tenho consciência de que a literatura exerce um papel fundamental na formação, na constituição dos sujeitos enquanto cidadãos, pensantes e críticos, que podem e merecem sonhar, se identificar, descobrir mundos. Sou professora porque acredito que os pequenos são gigantes. Acredito que é nas interações e na brincadeira que estes seres tão potentes se apropriam da cultura, desenvolvem-se e transformam seu meio. Tenho certeza de que com a observação cuidadosa e com uma escuta ativa conseguirei pensar a melhor mediação para as diversas situações que acontecem (ou pelo menos me esforçar para isto). Desejo muito que, com o meu trabalho, eu possa oportunizar vivências interessantes e promover que as crianças também acreditem nelas mesmas, reconheçam sua potência e alcem vôo. Simples assim (mas nem tão simples assim…) .</p><p>Espero que, conhecendo um pouco mais da minha&nbsp; trajetória e das minhas convicções, vocês compreendam minha dedicação, minhas horas de estudo, minha defesa apaixonada do meu trabalho e até minhas cobranças e atitudes com vocês.</p><p><br></p><p>Um beijo!</p><p><br></p><p>Mamãe</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-23 18:01:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sorayapego1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Belo Horizonte,  17 de setembro de 2025.</p><p>Desde muito jovem, a educação já me chamava. Ao concluir o Magistério, percebi o tamanho da responsabilidade que é alfabetizar uma criança — e confesso, tive medo. Não me senti preparada e, naquele momento, fugi desse desafio. A vida me levou por outros caminhos: conheci diferentes profissões, vivi experiências diversas e, por um tempo precioso, dediquei-me inteiramente à maternidade.</p><p>O tempo passou, amadureci, e compreendi que o chamado da educação nunca deixou de pulsar em mim. Decidi retornar ao espaço escolar e, nesse reencontro, descobri o encanto da infância. Foi como se cada olhar curioso, cada gesto inocente e cada pequena conquista das crianças reacendesse em mim a certeza de estar no lugar certo.</p><p>Hoje, assumi com coragem aquilo que antes me assustava: ser professora da Educação Infantil. Aqui encontro sentido, amor e aprendizado todos os dias. A infância me inspira a ser melhor, a ensinar com afeto e a aprender com a pureza de quem descobre o mundo pela primeira vez. Escolhi este caminho porque nele floresce não apenas o crescimento das crianças, mas também a minha realização como pessoa e como educadora.</p><p>Elizamar Teixeira Govêa </p><p>Professora da Educação infantil</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-23 18:36:33 UTC</pubDate>
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         <author>sorayapego1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Tornei-me Professora SENDO, fazendo, criando, observando, me entregando! </p><p>Quando vi, eu já era Professora! </p><p>Firme, envolvida, protagonista, corajosa, aventureira, "subidora" em Árvores! Ah, as Árvores! Como elas me fizeram ser Professora ao longo dos anos! Me fazem, isso mesmo! Não se termina de ser Professora! O cotidiano nos faz, nos envolve, tira de dentro de mim o que sou! </p><p>As Árvores! </p><p>Quanto acolhimento, quanta força, quanto ABRIGO! Essa palavra mais linda do mundo: A B R I G O!</p><p>Eu observava o quanto as Professoras são Abrigo! Achei incrível uma mulher gostar de Criança, isso aos sete anos de idade, quando fui à primeira vez, para uma Escola!</p><p>Como uma adulta pode gastar o seu tempo educando, cuidando, mais: se preocupando com o bem-estar de Crianças que nem sequer ela conhece, que não são seus filhos?! Repito, isso é INCRIVEL!</p><p>Me tornei Professora amando o outro que não é meu, mas que se torna meu ao longo da convivência!</p><p>Assim, me tornei Professora, mas continuo me tornando, SENDO, a cada dia! Com seriedade, porque SER Professora não é brincadeira! É coisa séria!</p><p>O porquê me tornei Professora vem de encontro à necessidade, constante, de manter viva a Poesia da vida!</p><p> Ah, quanto as Árvores,</p><p>o Abrigo,</p><p>a Poesia,</p><p>me falam de </p><p>ser Professora!</p><p>Andrea Amaral</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-23 18:50:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sorayapego1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Olá! Essa carta é para você, que parou um pouquinho para ler o caminho que me trouxe até aqui, do colo ao coletivo.  Quero começar te contando sobre um momento marcante da minha vida. Há 4 anos, aos 42 anos, tive minha filha Maitê e minha vida mudou completamente. Passei a morar com o Pedro e ganhei também duas enteadas queridas. Tudo isso aconteceu de forma inesperada, sem planejamento, mas com muito significado. Na época, eu ainda cursava Psicologia. Faltavam dois anos para a formatura e vivíamos o período da pandemia. Eu seguia firme nos estudos, mesmo no pós-parto, assistindo às aulas com a Maitê no colo. Mais tarde, ela ficava com a vovó para que eu pudesse ir à universidade. Foram dois anos em que me dediquei integralmente à família e à formação. Quando me formei, Maitê já tinha 2 anos e frequentava a EMEI Havaí — justamente a escola onde hoje atuo. Ao concluir o curso, comecei a trabalhar na Psicologia Clínica, principalmente com atendimentos online, e assim fiquei por mais dois anos. Eu estava feliz, mas percebia que algo ainda me faltava. No início de 2025, o desejo de atuar como psicóloga escolar voltou a pulsar forte em mim. Eu havia participado de um processo seletivo da Prefeitura de BH em 2023, quando em junho de 2025 veio a convocação, fiquei muito feliz. Sentia que era o momento certo: estava pronta para alçar novos voos, enfrentar novos desafios e retornar a um espaço coletivo de trocas, que sempre me inspira e dá sentido ao meu caminho. Antes da Psicologia, minha trajetória profissional começou em 2002, quando concluí minha primeira formação em Design de Ambientes. Gostava muito de criar, planejar e abusar da criatividade, mas percebia que ainda não estava completa. Passei por diferentes empregos, cargos, cursos e experiências — todas me ajudaram a desenvolver flexibilidade, resiliência e a crença de que, com dedicação, eu seria capaz de realizar qualquer coisa a que me propusesse. Em 2018, vivendo em São José dos Campos, precisei retornar a Belo Horizonte para cuidar da minha mãe, que enfrentava um grave problema de saúde. Depois da sua recuperação, voltei o olhar para mim mesma e percebi a necessidade de buscar algo maior, com mais propósito. Foi nesse momento que a Psicologia entrou definitivamente na minha vida. Eu tinha todos os planos do mundo — e nenhum deles incluía formar uma família ou ter filhos. Mas a vida me surpreendeu: veio a pandemia e uma família. E associado a tudo isso, veio também uma nova versão de mim mesma. A Psicologia me acompanhou em cada passo dessa transformação. Atender na clínica me realizava em muitos sentidos: escutar, acolher, cuidar. Atender online também me nutria, pois me permitia estar em casa e cuidar dos meus. Mas ainda assim eu sentia falta de algo maior: um propósito coletivo, uma contribuição social mais ampla, um ato político de presença e transformação. Foi esse desejo que me fez deixar a clínica integralmente e aceitar de coração aberto o desafio de estar na escola. Hoje, mesmo pequena diante da imensidão de responsabilidades e ainda com pouca experiência, sinto que estou no caminho certo. Os desafios são muitos, mas cada um deles só aumenta meu desejo de permanecer e crescer nessa área. Que eu tenha sempre sabedoria para escutar, aprender, acolher, ser humilde e agregar. E que eu possa seguir trilhando esse caminho por longo tempo, deixando contribuições positivas por onde passar. Belo Horizonte, 20 de setembro de 2025. Marina Arreguy Nogueira </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-26 23:29:38 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sorayapego1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Querido amigo,</p><p>Eu me tornei professora porque me sinto importante quando percebo que um aluno meu transformou seu pensamento ou desenvolveu com a minha ajuda e orientação.</p><p>Na minha história de escolha da minha profissão foi muito simples, pois não houve um momento específico da decisão. Eu sempre brinquei de ser professora, com meus bichos de pelúcia e bonecas quando eu era criança e esse desejo de estar em sala de aula nunca mudou até o ano de vestibular.</p><p>Confesso qu3e minhas dúvidas relacionadas a minha profissão sem0pre foram de onde e qual segmento atuar. Rede particular ou pública? Ensino fundamental ou Infantil? Caí na Educação Infantil da Rede Municipal de "paraquedas" pensando muito mais na carreira do que no meu perfil ali dentro. Meu plano inicial era ter um cargo na rede privada e outro na pública e sempre no ensino fundamental, mas acabei me apaixonando pelos pequenos e a curiosidade e espontaneidade deles. Hoje tenho um cargo no fundamental, o qual venho me descobrindo cada vez mais como alguém que ama ver os alunos falarem "aaa, entendi" e outro cargo no infantil, o qual ajudo os pequenos a descobrirem o mundo. Assumo que venho enfrentando dilemas internos com relação à postura e condução do ensino público que muitas vezes ou sempre, traz as ordens sem deixar tempo para pensarmos e discutirmos sobre, Venho vendo propostas jogadas e apenas para serem cumpridas sendo que para termos um ensino de qualidade, precisamos ter propostas pensadas e significativas. Isso vem me frustrando e e fazendo repensar sobre o meu lugar.</p><p><br></p><p>Com amor, </p><p><br></p><p>Helena</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-29 12:34:04 UTC</pubDate>
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         <title>Por que escolhi ser professora e atuar na Educação Infantil</title>
         <author>sorayapego1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Acredito que minha escolha pela Educação Infantil foi, em grande parte, obra do destino. Sou do interior e, na época, minha cidade não oferecia faculdades com a diversidade de cursos que existem hoje. Assim, me mudei para Belo Horizonte para concluir o ensino médio, com o objetivo de ingressar na UFMG.</p><p>Inicialmente tentei Psicologia, mas acabei sendo aprovada em uma instituição particular a FUMEC. Como meu foco era a universidade federal, busquei uma nova alternativa e optei por Pedagogia, curso que já havia se destacado em meu teste vocacional. Consegui a aprovação e, desse modo, iniciei as duas formações - Psicologia e Pedagogia -  conciliando também estágios e a bolsa de pesquisa. Quando a carga em um curso se tornava muito pesada, trancava a matrícula em um para dar sequência no outro. Assim, conclui as duas graduações.</p><p>Minha trajetória profissional começou pela Psicologia. Entretanto, após ser aprovada em concurso para Educadora Infantil, passei a atuar diretamente na área da Educação. Essa transição coincidiu com mudanças pessoais importantes: já estava casada, morava em Belo Horizonte, mas ainda trabalhava em Itabira, na prefeitura. Diante disso, optei por migrar, de forma definitiva para a Pedagogia, caminho que me permitia alinhar vida pessoal e profissional.</p><p>Hoje, ao olhar para minha trajetória, percebo que cheguei à Educação Infantil pela junção de circunstâncias, escolhas e afinidades. Tanto a Psicologia quanto a Pedagogia sempre me aproximaram do desenvolvimento humano, que é a minha verdadeira vocação. Por isso, atuar com crianças pequenas tornou-se, para mim, mais do que uma profissão: é uma missão que me possibilita contribuir para o crescimento integral, para a construção de valores e para a formação de sujeitos mais humanos e conscientes.</p><p><br></p><p>Michele Prado 17/09/2025</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-29 13:21:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sorayapego1</author>
         <link>https://padlet.com/sorayapego1/it4oc8hoqglkyx1j/wish/3609330405</link>
         <description><![CDATA[<p>Meu sonho de ser professora veio logo no início da minha adolescência, nesse tempor frequentava um aigreja evangélica no meu bairro (1ª Igreja Batista em Nova Cintra) que tinha uma escola. Nos finais de semana, durante os cultos, tinha algumas salas para ministrar o culto infantil. Meu pastor sempre idzia que eu levava jeito com as crianças e me perguntou se gostaria de dar aulas para as crianças no culto infantil. Sem pensar duas vezes já fui logo respondendo que sim. Com o passar do tempo uma professora da escola se machucou e mesmo sem ter o magistério fui convidada para assumir o seu lugar, pos seria apenas dois meses, ms ela acabou precisando fazer uma cirurgia e os dois meses se tornaram oito (passei muitos perrengues, pois só tinha o segundo grau e nada de experiência com sala de aula) e como todos sabe, crianças de 5/6 anos que na época era 3º período, já saiam para o 1º ano alfabetizadas. Resolvi, então, fazer uma prova no Instituto de Educação e fui selecionada. O ano letivo terminou e a diretora da escola gostou muito de ver minha dedicação e empenho e fez o convite para trabalhar na escola no ano seguinte. Então, fiquei quase 10 anos trabalhando na mesma escola, depois trabalhei 2 anos e 7 meses na rede privada e em setembro completei 10 anos de PBH. E foi assim que tudo começou.</p><p><br></p><p>Elizangela AP. Martins</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-29 13:46:08 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sorayapego1</author>
         <link>https://padlet.com/sorayapego1/it4oc8hoqglkyx1j/wish/3609339969</link>
         <description><![CDATA[<p>Queridas amigs,</p><p><br></p><p>Minha escolha pela docência aconteceu com a maternidade. Me encantava ver minha filha descobrindo o mundo de uma maneira tão especial, própria das crianças pequenas. Percebi que tinha muito a aprender com ela. </p><p>Fui ficando fascinada por esse universo infantil, até que decici estudar para me tornar uma professora para a Educação Infantil.</p><p>Me encontrei nessa profissão e continua a minha vontade de aprender mais, cohecer mais sobre o processo de desenvolvimento global e integral das crianças, e poder fazer parte dele.</p><p>Tenho muito amor pelo que faço, mas percebo que existem muitos desafios também. "Dias de luta e deas de glória" e "Um dia de cada vez".</p><p><br></p><p>16 de setembro de 2025</p><p><br></p><p>Shirley Soares</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-29 13:50:53 UTC</pubDate>
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         <title>Por que me tornei professora?</title>
         <author>sorayapego1</author>
         <link>https://padlet.com/sorayapego1/it4oc8hoqglkyx1j/wish/3609368945</link>
         <description><![CDATA[<p>Para minhas colegas...</p><p><br></p><p>Primeiro, quero me apresentar... Me chamo Luana, aquela que recebeu esse nome por causa de uma personagem de novela do ano de 82. Sou mulher, mãe de três e agora avó, esposa, do lar todas as manhãs, mas também já fui balconista, empregada doméstica, garçonete, babá, bordadeira... Só não fui namoradeira, mas de tudo um pouco eu já precisei trabalhar.</p><p>Vim do interior uai, sô, sou mineira raiz de logo ali, Ipatinga, oh lugar quente, quente pra danar, mas bom demais! Preciso confessar: nunca sonhei em ser professora, nem tia, e nem fessora, eu queria mesmo era Pedagogia empresarial, mas vou contar prara vocês, caras colegas, como tudo começou...</p><p>No ano de 2006 fui passear com meu esposo na casa de um colega de trabalho dele. Conversa vai, conversa vem, sua esposa comentou que estava fazendo letras e me apresentou a faculdade e os cursos disponíveis. Me incentivaram a voltar a estudar. Mais tarde, quando chegamos em casa, conversei com meu marido sobre os cursos. Tinha vários, só que eu não queria nada relacionada a cálculos. Fui pensando nas áreas em que a pedagogia poderia atuar, então escolhi pedagogia empresarial, mas vai vendo se fiquei nisso...</p><p>No segundo semestre já consegui estágio reminerado em uma escola e lá estava eu me apaixonando loucamente pela Educação Infantil. A cada dia que eu entrava naquele ambiente mágico, meu coração vibrava, nem quis fazer estágio em outras áreas.</p><p>Então me formei em 2011, me tornei professora, tia e fessora. Eu nunca havia imaginado e nem sonhado com isso e hoje tenho orgulho de fazer parte desse lugar de aprensizagem, na rede PBH. Sou bebê, novinha ainda, acho que prematura, concursada em 2022. Estou aprendendo tudo, desconstruindo pensamentos, atitudes de 12 anos da rede privada. </p><p>Sabem aquele amor? Nova paixão? É o que estou vivendo agora.</p><p>Quero me despedir dizendo que sou feliz, mesmo não tendo sonhado antes em ser professora, mas sem arrependimentos.</p><p>E digo mais: faria tudo de novo, porque nada é mais gratificante do que poder participar de algo tão grande que é o presente, o passado e o futuro de uma criança.</p><p><br></p><p>Um abraço. </p><p><br></p><p>Luana</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-29 14:05:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sorayapego1</author>
         <link>https://padlet.com/sorayapego1/it4oc8hoqglkyx1j/wish/3611790653</link>
         <description><![CDATA[<p>Querida amiga boa tarde!</p><p><br></p><p>Espero que vc esteja muito bem qdo receber está carta. Sabe andei pensando porquê escolhi ser professora. </p><p>Na família do meu pai tinha 4 tias que inclusive tinham uma escola e eu sempre as visitava em Para de Minas nas minhas férias. Além disto a minha primeira professora tinha o mesmo nome que eu e era uma doçura de pessoa. </p><p>Então cresci e resolvi também seguir esta carreira maravilhosa apesar de todas as dificuldades no dia a dia. </p><p>Amo o que faço e te confesso que já está perto da aposentadoria e não me sinto feliz. Um grande abraço.       </p><p>Maria José</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-30 16:51:10 UTC</pubDate>
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