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      <title>Diário de estudo individual - IEL by Francisca Martins</title>
      <link>https://padlet.com/franciscadanielamartins/istn61fpgll07ovh</link>
      <description>Relações lusófonas e língua portuguesa- Francisca Antão  </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-11-07 15:53:32 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-02-20 15:04:10 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Instrumentos de estudo individual- aula de 30 de outubro</title>
         <author>franciscadanielamartins</author>
         <link>https://padlet.com/franciscadanielamartins/istn61fpgll07ovh/wish/3206706269</link>
         <description><![CDATA[<p>Um documentário sobre a censura em Portugal. Durante o estado novo foram censurados vários textos, como aliás foi abordado nas aulas, os escritores não tiveram liberdade plena de transmitir o que queriam, ou pelo menos como queriam, com as palavras que preferiam.</p><p>O documentário apresenta relatos, alguns deles transmitidos com a mesma naturalidade de uma "conversa de café", ou melhor "de serão".</p><p><br/></p><p>" (…) de resto, eu tenho impressão que as únicas vezes que o Salazar foi ao teatro, foi quando ia à assembleia nacional" - Luís Francisco Rebelo</p>]]></description>
         <enclosure url="https://arquivos.rtp.pt/conteudos/a-mordaca/" />
         <pubDate>2024-11-07 15:55:56 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexões sobre o processo de aprendizagem </title>
         <author>franciscadanielamartins</author>
         <link>https://padlet.com/franciscadanielamartins/istn61fpgll07ovh/wish/3206728706</link>
         <description><![CDATA[<p>No livro "Vinculação, estudo e aprendizagem" de Catarina Custódio, é explicado na página 52, que: "A aprendizagem é facilmente influenciada por quase todas as interações do indivíduo com o seu ambiente físico ou social, e sabe-se que é através dele que se desenvolvem as habilidades, as aspirações e os raciocínios em toda a sua gama, bem como atitudes e valores do homem." </p><p>Para mim, os momentos mais cativantes da aula passavam pela análise e compreensão de poesia, bem como os trabalhos de grupo. </p><p>Com um grupo de trabalho relativamente pequeno, quando se verificava a interação de todos, a discussão tornava-se interessante, com diversas interpretações, pontos de vista ou comentários que contribuíam para a compreensão clara do poema analisado. Neste parâmetro, a aprendizagem foi natural pois a troca de opiniões tornou esse processo simples e dinâmico. </p><p>Os trabalhos de grupo seguem o mesmo método, que passa também pelas "interações do indivíduo com o seu ambiente físico ou social". Em cada trabalho de grupo, cada um desenvolvia competências de bastante utilidade, quer no futuro, como profissional, quer no presente, como aluno. Ser capaz de interpretar um texto, saber explicar o que se interpretou, esquematizar as aprendizagens, expor os conhecimentos, distribuir tarefas, conseguir organizar o trabalho a ser feito num determinado período de tempo e saber manter um diálogo e relações de cordialidade, para chegar ao final do trabalho de grupo, com todos os elementos a par dos assuntos debatidos e do resultado final. Trata-se de um conjunto de habilidades fundamentais que não só estão a ser "treinadas", como também estão a servir como um meio de aprendizagem. </p><p>O diálogo e a exploração dos temas lidos foram relevantes para a sua compreensão. A simples leitura de um texto tornaria o seu conteúdo muito mais abstrato e portanto não ficaria "retido" como se pretendia.</p><p>A visualização de vídeos/documentários em aula (por exemplo os que contavam com a "participação" de Carlos Reis) foi, nesta linha, mais cativante, o processo passou também pela anotação e compreensão do vídeo, que naturalmente é mais impactante, interativo, e com uma linguagem mais "recorrente" do que a de um texto.  </p><p>De modo geral, não me deparei com muitos desafios durante o estudo, uma boa forma de análise foram os questionários na plataforma "socrative", por vezes revelavam algumas dificuldades. Se estas surgiam, o processo de "superação" passou por em primeiro lugar, consultar a informação disponível sobre as aulas, procurar explicação online, vídeos, documentários ou textos que depois de analisados e resumidos, tornaram inevitável a compreensão dos temas tratados. Algum desse material é aqui apresentado. Outro surgiu durante este processo, e facilitou a assimilação das matérias ou, pelo menos, contribuiu para aumentar o conhecimento de determinado tema.</p><p>No meu caso, talvez tivesse mais dificuldade em temas mais "filosóficos" e ao primeiro contacto mais abstratos, como o conceito de "mimese" e a matéria que daí partia, em contrapartida foi me muito mais simples compreender temas com alguma influência na história, na "prática" como a influência sociocultural da literatura (e dos poetas) ou a "literatura como instituição" .</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-07 16:10:20 UTC</pubDate>
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         <title>Filmes, músicas, séries, peças de teatro, livros relacionados/Reflexões sobre as matérias</title>
         <author>franciscadanielamartins</author>
         <link>https://padlet.com/franciscadanielamartins/istn61fpgll07ovh/wish/3206814929</link>
         <description><![CDATA[<p>Uma opinião, publicada pela rádio renascença, no dia 4 de novembro de 2024, na qual:  "Não se trata de traçar as fronteiras entre “boas ou más leituras”. Trata-se de trazer para o debate contemporâneo o papel educativo e formativo da literatura." nomeadamente acerca de um tema um tanto quanto tabu:</p><p><br></p><p><br></p><p>"<strong>A perspetiva do Papa Francisco cruza-se com a voz de outros intelectuais, que reclamam a necessidade de revalorização das humanidades nos processos educativos, como um lugar de aprofundamento do espírito democrático."</strong></p><p><br></p><p>"Qualquer que seja a posição (não)religiosa do leitor, as «escrituras sagradas» devem ser consideradas não só como lugar privilegiado de conhecimento das tradições religiosas escritas, mas também como património da humanidade."</p><p><br></p><p>"As «escrituras sagradas», na história religiosa da humanidade, traduzem a memória de uma articulação entre o ver, o ler e o ouvir. Entre a estatuária egípcia, greco-romana ou mesopotâmica e a literatura védica, bíblica ou corânica existem, antes de mais, diferenças de perceção. "</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://rr.sapo.pt/artigo/convidado/2024/11/04/literatura-ou-a-voz-dos-outros/400053/" />
         <pubDate>2024-11-07 17:03:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/franciscadanielamartins/istn61fpgll07ovh/wish/3206814929</guid>
      </item>
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         <title>Filmes, músicas, séries, peças de teatro, livros relacionados/Reflexões sobre as matérias</title>
         <author>franciscadanielamartins</author>
         <link>https://padlet.com/franciscadanielamartins/istn61fpgll07ovh/wish/3207143343</link>
         <description><![CDATA[<p>Em pouco mais de 15 minutos, foram perfeitamente transmitidas várias mensagens que incentivam o ouvinte a torná-las numa reflexão: um livro é a maior tecnologia já inventada, sobrevive ao tempo e tem o poder de imortalizar "sonhos". Os "sonhos são referidos neste "TEDx" como todas as vivências, conhecimento e cultura que vamos assimilando: uma história, um filme, um livro, uma conversa ou um pensamento.</p><p>A literatura, como é reforçado, tem o dom de <strong>imortalizar os "sonhos" e todos nós, somos "feitos" de sonhos</strong>. Um discurso ameno, claro mas por momentos impactante e comovente.</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/rwWokBECskk" />
         <pubDate>2024-11-07 21:58:44 UTC</pubDate>
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         <title>Aprendizagens realizadas na aula de 9 de outubro </title>
         <author>franciscadanielamartins</author>
         <link>https://padlet.com/franciscadanielamartins/istn61fpgll07ovh/wish/3207175093</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Conceito de literatura </strong></p><p>A literatura não é um conceito exato e perfeitamente delimitado. A palavra deriva do latim: "littera" - letra, e já foi tratada por: poesia, oratória, eloquência, prosa ou verso, mas pode se considerar como "a arte das palavras". </p><p>Inicialmente, e até ao século XVIII, a literatura representava de certa forma o conhecimento, este estava compilado em livros daí a simples relação.</p><p>Durante uma parte da história europeia, o conhecimento estava entregue ao clero e restantes letrados, situações singulares em que alguém teria acesso aos livros e ao seu conteúdo. Este conteúdo incluía a religião mas também outros temas que exigiram a reorganização da chamada "literatura". </p><p>Por exemplo, a Academia de Ciências em 1666, na França, mostra que a palavra "ciências" abarca parte dos temas que até ali se incluíam na "literatura". É durante o século XVII que a "literatura" passa a traduzir a "arte que se exprime pela palavra", é tomada por "arte", além de guardar também um vasto conjunto de conhecimentos e obras escritas. O termo é usado para designar vários conceitos, entre eles o conjunto de produção literária de uma época ou de uma região, a bibliografia existente sobre um determinado assunto ou até para falar de história da literatura.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-07 22:46:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Aprendizagens realizadas na aula de 16 de outubro</title>
         <author>franciscadanielamartins</author>
         <link>https://padlet.com/franciscadanielamartins/istn61fpgll07ovh/wish/3220038833</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Literatura como instituição </strong></p><p>"Instituição" sugere critérios fortemente enraizados, hierarquizados e pouco abertos a inovações e ajustes. Atribui porém, um certo prestígio e reconhecimento social. </p><p><br/></p><p>A literatura apresenta, como foi já referido, fronteiras pouco definidas, porém há necessidade de selecionar o que cabe ou não nesta designação. Há portanto situações em que o campo literário <mark>inclui</mark> certos textos, em que os <mark>exclui </mark>e outras em que os classifica como <mark>"híbridos" </mark>- misturam se factos, eventos ou contextos históricos com a ficção (Por exemplo "Peregrinação" de Fernão Mendes Pinto).</p><p>A literatura envolve a dimensão <mark>histórica,</mark> justificada pela sua capacidade de testemunhar a história; <mark>sociocultural</mark> pois tem assumido um papel direto e fundamental nas sociedades; <mark>estética,</mark> naturalmente por motivos estéticos.</p><p>Uma das discussões suscitadas a partir desta instituição é a integração de autores bilingues na literatura nacional (por exemplo Fernando Pessoa, quando escreveu em inglês).</p><p><br/></p><p>Onde começa e acaba a literatura brasileira e portuguesa? Seria com a independência política do Brasil?</p><p>Esta distinção iria valorizar não apenas o papel da instituição, como também a especificidade da linguagem literária. </p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-16 16:18:57 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Instrumentos de estudo individual- aula de 16 de outubro</title>
         <author>franciscadanielamartins</author>
         <link>https://padlet.com/franciscadanielamartins/istn61fpgll07ovh/wish/3220051785</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ensina.rtp.pt/artigo/peregrinacao-resumo-da-aventura-de-fernao-mendes-pinto/">"Peregrinação": resumo da aventura de Fernão Mendes Pinto - RTP Ensina</a></p><p><br/></p><p>Fernão Mendes Pinto foi um navegador português (além de outras funções por ele desempenhadas).</p><p>Deixou-nos um relato tão fantástico do que viveu, publicado postumamente em 1614, que durante muito tempo não se acreditou na sua veracidade; de tal modo que até se fazia um "trocadilho" com o seu nome: Fernão, mentes? Minto!</p><p><br/></p><p>Como refere o vídeo, durante a "Peregrinação", Fernão mendes Pinto narra a aventura portuguesa no oriente, pormenorizadamente e na primeira pessoa. </p><p><br/></p><p> "É, junto com os lusíadas (...) o remate final nos nossos descobrimentos, no nosso renascimento" - <em>Rui Zink</em></p><p><br/></p><p>Um exemplo deste hibridismo é o episódio de chegada ao Japão: é certo que em 1543, este protagonista estava no Japão, o que não se sabe é se foi realmente, como ele escreveu, o primeiro a lá chegar.</p><p>Há aspectos que seriam certamente inventados, outros não. Tem sido lido como um "livro de história", mas também como um romance.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://ensina.rtp.pt/artigo/peregrinacao-resumo-da-aventura-de-fernao-mendes-pinto/" />
         <pubDate>2024-11-16 16:44:46 UTC</pubDate>
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         <title>Aprendizagens realizadas na aula de 13 de novembro</title>
         <author>franciscadanielamartins</author>
         <link>https://padlet.com/franciscadanielamartins/istn61fpgll07ovh/wish/3220052552</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Mimese</strong></p><p>Mimese pode significar imitação; relação da literatura com o real; recriação da realidade na obra literária. Há 3 opiniões principais acerca deste conceito, que não é simples ou pacífico.</p><p><br/></p><ul><li><p><mark>Platão</mark> - recusa a imitação pois acredita que a imitação (não só da realidade como das ações dos homens) é feita a partir de uma ideia já concebida e está bem longe da verdade pois cada um têm tempo, espaço e vivências diferentes portanto realidades diferentes (mito da caverna). <strong>O mundo sensível já é uma imitação, a literatura será uma "imitação da imitação"</strong>.</p></li><li><p><mark>Aristóteles</mark>- considera a imitação inevitável e natural, para ser concebida, acredita que esta implica: <strong>objeto</strong>(o que se imita); <strong>meio</strong>(meio pelo qual se imita: música, pintura, poesia, dança); <strong>modo </strong>(como se imita). Para ele, <strong>a criação estabelece sempre relações com o nosso conhecimento do mundo real</strong> mas não considera uma cópia. A comédia e a tragédia são os meios fundamentais para representar o mundo (o modo dramático é o mais interessante pois há representações de ações)</p><p>Ambos concordam que é mais simples imitar algo que existe no mundo real do que algo do imaginário, mais abstrato, como um sentimento. </p></li><li><p><mark>Horácio</mark>- Tal como os parâmetros clássicos defendiam, Horácio também defende que a imitação é o modo para atingir a perfeição, e se devem seguir os modelos clássicos.</p></li><li><p>Para os românticos não era legítima a imitação da perfeição segundo estas regras pois os românticos procuravam a originalidade (neste sentido, a mimese deveria ser evitada)</p></li><li><p>Para os renascentistas a mimese passa outra vez pela imitação dos clássicos (uma vez que o próprio renascimento se inspira na época clássica)  </p></li></ul><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-16 16:46:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Instrumentos de estudo individual- aula de 23 de outubro </title>
         <author>franciscadanielamartins</author>
         <link>https://padlet.com/franciscadanielamartins/istn61fpgll07ovh/wish/3220079892</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Cânone literário </strong></p><p>Um podcast bastante rápido que explica abertamente o que é o cânone literário, apesar de exemplificar através do contexto espanhol, "cânone" é um conceito que se aplica igualmente a Portugal ou qualquer outro país.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/zvQ_aSCi394" />
         <pubDate>2024-11-16 17:50:43 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Instrumentos de estudo individual- aula de 13 de novembro</title>
         <author>franciscadanielamartins</author>
         <link>https://padlet.com/franciscadanielamartins/istn61fpgll07ovh/wish/3220099307</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Mito da caverna - Platão</strong></p><p>O mito está inserido na obra "República" (VII) do filósofo clássico Platão.  Através de uma alegoria Platão explica o seu pensamento pela seguinte forma: um grupo de pessoas encontram-se aprisionadas numa caverna desde nascença, estão acorrentadas e imobilizadas, tudo o que conseguem visualizar é a parede diante deles, ao fundo da caverna. Ás suas costas está uma fogueira e um baixo muro, que também não lhes é visível. Atrás desse muro passam pessoas que carregam objetos na cabeça. A luz da fogueira projeta a silhueta dos objetos, é tudo o que eles conseguem ver, enquanto escutam apenas os ruídos da caverna. Suponhamos que certa vez um dos prisioneiros se solta e conhece a luz do dia. Numa primeira instância, iria estranhar as cores e a luz iria ofuscar a sua visão, depois deste "choque", conheceria o muro e a fogueira (uma nova realidade e conhecimento), pensaria em retomar à caverna para partilhar com os restantes colegas a sua descoberta. Os seus relatos seriam o suficiente para significar um risco para os restantes, habituados à escuridão e com medo da luz intensa. Resolveriam por fim livrar-se dele e de quem os tentasse retirar da caverna.</p><p>A partir deste mito pode-se interpretar a relação entre os elementos descritos e a teoria de Platão: a <mark>caverna </mark>poderia simbolizar a "prisão" em que os seres humanos se encontram devido à sua ignorância; as <mark>sombras</mark> seriam as ilusões que criamos a partir dos sentidos, que por sua vez, são também enganosos; as <mark>correntes</mark> traduzem a ideia da ignorância, que aprisiona os ser humano e nos impede do progresso, de uma "libertação" do senso comum.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-16 18:32:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Aprendizagens realizadas na aula de 30 de outubro</title>
         <author>franciscadanielamartins</author>
         <link>https://padlet.com/franciscadanielamartins/istn61fpgll07ovh/wish/3220496427</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Dimensão sociocultural da literatura </strong></p><p>Desde Platão a Satre, defende-se, e eles mesmos defendiam que o escritor tem um papel interventivo na sociedade. Mais tarde, Carlos Reis concorda e acrescenta que a prosa narrativa estabelece uma comunicação mais ampla que um poema, sujeito a mais interpretações.</p><p>De facto, a literatura tem o poder de "transportar" o leitor para outros contextos dada a sua característica envolvente, por isso, o escritor assume a responsabilidade de ser, intencionalmente ou não, uma influência sociocultural.</p><p>Isto é tão evidente que ao longo da história, não foram poucos os escritores que se depararam com as restrições da <mark>censura</mark>, em Portugal, vários autores foram censurados durante o estado novo. Também ao longo do tempo, vários escritores procuraram refugio no <mark>mecenato</mark> : apoio, sobretudo económico cedido pelas elites. Outra proteção mais difundida atualmente é a criminalização do <mark>plágio</mark>, garantindo os "direitos de autor".</p><p>No contexto sociocultural, a consolidação de um escritor não é de responsabilidade exclusiva da obra: há uma relação entre o <mark>escritor, o autor e o público</mark>. Outros elementos podem também ser consideráveis, como a edição de autor, processamento do texto, comunicação interativa, os agentes literários e o nível da profissionalização dos escritores </p>]]></description>
         <enclosure url="https://ensina.rtp.pt/artigo/livros-e-escritores-censurados-pelo-estado-novo/" />
         <pubDate>2024-11-17 12:12:54 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/franciscadanielamartins/istn61fpgll07ovh/wish/3220496427</guid>
      </item>
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         <title>Material para a preparação da recensão crítica  </title>
         <author>franciscadanielamartins</author>
         <link>https://padlet.com/franciscadanielamartins/istn61fpgll07ovh/wish/3220514688</link>
         <description><![CDATA[<p>O vídeo resume brevemente os momentos mais significativos da vida de Sidónio Pais.</p><p><br/></p><p><strong>Excertos do livro "Mataram o Sidónio!" de Francisco Moita Flores que podem "justificar" algum ponto de vista na análise crítica.</strong></p><p>"É católico, doutor Asdrúbal?</p><p>- Sou. Acho que sou.</p><p>-Eu não sou nada.</p><p>Asdrúbal d´Aguiar passou-lhe o braço pelos ombros e apertou-a contra si, e Ana encolheu-se no abrigo do abraço.</p><p>-Quando sofremos muito, como acontece neste momento, procuramos sempre alguém que seja culpado pelas nossas dores. Deus e o diabo são aqueles que estão mais à mão para projetar raivas, impotências, angústias.</p><p>-Não sei. O céu é tão negro e as estrelas apenas pontinhos de luz. Não sei quem manda nesta escuridão de breu. Não sei onde, em que céu está a minha mãe. " (Página 93-94)</p><p><br/></p><p>"Não temos indústria. Temos um arremedo de uma revolução, coisa com quase dois séculos de história na Inglaterra ou em França. O nosso sistema escolar, e nele havemos de reconhecer o grande esforço republicano, teve algum impulso nos últimos anos, mas o que resultou? temos mais crianças nas escolas, eu próprio tenho impulsionado o ensino secundário, mas que elites produzimos? Meia dúzia de bons poetas, entre eles os meus amigos Teixeira Gomes e Leonardo Coimbra. Meia dúzia de escritores. Meia dúzia de pensadores. Outra meia dúzia de cientistas. Meia dúzia de políticos. Meia dúzia de bons atores. e o resto? Uma população pobre, ignorante, rural, fortemente católica para quem os mortos estão investidos de uma sacralidade mediadora da transumância para os territórios do céu. Para esta gente, uma autópsia tem a força simbólica de um crime de profanação. " (Página 139)</p><p><br/></p><p>"Vou confessar-te um segredo- a expressão do rosto era grave e parecia sincero. - Às vezes não sei o que me leva a disparatar. Porém, a maioria das minhas representações, como tu lhes chamas, resultam do ódio profundo pela ignorância voluntária. </p><p>- Ignorância voluntária?- questionou Asdrúbal sem perceber. </p><p>- Odeio a presunção. Não suporto aqueles que têm o dever de saber e não sabem. Aqueles que se acomodam quietos sem olhar para o que os rodeia, ou, se olham, não conseguem outra coisa a não ser ficar quietos. Odeio o oportunismo, Asdrúbal (...) E são voluntariamente ignorantes. Preguiçosos. Cobardes!" (Página 153)  </p>]]></description>
         <enclosure url="https://ensina.rtp.pt/artigo/sidonio-pais-biografia/" />
         <pubDate>2024-11-17 12:42:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/franciscadanielamartins/istn61fpgll07ovh/wish/3220514688</guid>
      </item>
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         <title>Aprendizagens realizadas na aula 23 de outubro</title>
         <author>franciscadanielamartins</author>
         <link>https://padlet.com/franciscadanielamartins/istn61fpgll07ovh/wish/3221926196</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Literatura como instituição </strong></p><p>Surgem também, com o intuito de glorificar a literatura: as academias; o cânone e os prémios literários.</p><p>As <mark>academias</mark> asseguram estabilidade e notoriedade, pois afirmam-se como um espaço restrito de agregação e discussão de saber.</p><p><em>A arcádia (arcádias: zona da Grécia descrita por diversos poetas e artistas, sobretudo do renascimento e romantismo; um paraíso rural onde reinaria a paz e simplicidade) foi um movimento literário do século XVIII que assumiu um papel de valorização da cultura clássica.</em></p><p>Atualmente, as academias acolhem, essencialmente, os escritores, críticos e ensaístas que já adquiriram um certo prestígio e reconhecimento público. O título de "académico" cede à figura em questão, um calibre superior, tornando-a praticamente imortal, nos contextos da literatura.  </p><p>As <strong>academias</strong> motivaram obviamente episódios de confronto com os <strong>escritores</strong>, este estes, destacaria o <em>"Manifesto Anti-Dantas"</em>, de Almada Negreiros, poema feroz, direto e claro. Eis alguns excertos : "O Dantas nasceu para provar, que nem todos os que escrevem sabem escrever" ; "O Dantas é um ciganão"; "Se o Dantas é português, eu quero ser espanhol"; "O Dantas é a vergonha da intelectualidade"; "E todos os que são políticos e artistas".</p><p><br/></p><p>Através dos <mark>prémios literários</mark>, é certamente reconhecida a notoriedade da literatura, o prémio Nobel, por exemplo, é das maiores distinções do nosso tempo.  </p><p><br/></p><p>A <mark>crítica literária</mark>, apesar de já não causar o impacto que anteriormente causara, é ainda um meio de valorização literária, ganhando força consoante o crítico.</p><p><br/></p><p>Os próprios <mark>sistemas de ensino</mark> integraram, nos programas escolares, em lugar privilegiado, a literatura e o ensino da língua.</p><p><br/></p><p>Existe o <mark>cânone literário</mark>, um conjunto de modelos e regras que rotulam positivamente uma obra segundo certos parâmetros, um processo de "avaliação" do qual resulta uma seleção exímia e recomendável .</p><p><br/></p><p> </p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/Izz4aoZ1Bsw" />
         <pubDate>2024-11-18 10:19:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Filmes, músicas, séries, peças de teatro, livros relacionados/Reflexões sobre as matérias</title>
         <author>franciscadanielamartins</author>
         <link>https://padlet.com/franciscadanielamartins/istn61fpgll07ovh/wish/3222036870</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://rr.sapo.pt/noticia/vida/2024/11/16/e-importante-escrever-livros-para-uma-geracao-que-esta-a-deixar-de-ler/401803/">“É importante escrever livros para uma geração que está a deixar de ler” - Renascença</a></p><p><br/></p><p>A notícia refere excertos de um podcast de Mariana Alvim- "Vale a Pena", em que o convidado, Miguel Sousa Tavares, mantém uma conversa onde explora diversos temas, passando pela literatura na infância, os hábitos de leitura dos pais, ou a influência da PIDE durante a ditadura portuguesa.</p><p><br/></p><p>“para o escritor é muito importante conseguir escrever livros infantis, porque é o regresso à simplicidade absoluta da escrita”</p><p><br/></p><p>“A minha mãe não era uma grande leitora. Disse-me uma vez que já estava numa idade em que não iria ler todos os livros que achava que deveria ler, então decidiu que só iria reler os livros de que tinha gostado”.</p><p><br/></p><p>"Sobre o pai contou ainda que foi preso pela PIDE três vezes, e de todas as vezes que foi detido lhe deram a Biblia para ler. “Ele dizia que deveria ser o único que tinha lido a Bíblia”.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://rr.sapo.pt/noticia/vida/2024/11/16/e-importante-escrever-livros-para-uma-geracao-que-esta-a-deixar-de-ler/401803/" />
         <pubDate>2024-11-18 11:39:46 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/franciscadanielamartins/istn61fpgll07ovh/wish/3222036870</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Instrumentos de estudo individual- aula 6 de novembro</title>
         <author>franciscadanielamartins</author>
         <link>https://padlet.com/franciscadanielamartins/istn61fpgll07ovh/wish/3222788929</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Papel sociocultural do escritor </strong></p><p><br></p><p><strong>Neste poema, é notório o tom imperativo e de incentivo ao pensamento crítico, singular e ativo: "(...)os outros têm medo mas tu não."</strong></p><p><strong>"Porque" - Sophia de Mello Breyner Andresen</strong></p><p><br></p><p>Porque os outros se mascaram mas tu não<br>Porque os outros usam a virtude<br>Para comprar o que não tem perdão.<br>Porque os outros têm medo mas tu não.<br><br>Porque os outros são os túmulos caiados<br>Onde germina calada a podridão.<br>Porque os outros se calam mas tu não.<br><br>Porque os outros se compram e se vendem<br>E os seus gestos dão sempre dividendo.<br>Porque os outros são hábeis mas tu não.<br><br>Porque os outros vão à sombra dos abrigos<br>E tu vais de mãos dadas com os perigos.<br>Porque os outros calculam mas tu não.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-11-18 19:23:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/franciscadanielamartins/istn61fpgll07ovh/wish/3222788929</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Instrumentos de estudo individual- aula de 6 de novembro</title>
         <author>franciscadanielamartins</author>
         <link>https://padlet.com/franciscadanielamartins/istn61fpgll07ovh/wish/3222792334</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Papel sociocultural do escritor </strong></p><p><strong>Mais um exemplo do papel do escritor no meio sociocultural, este poema é uma revolta, agressiva e ao mesmo tempo, comprometedora em que Ary dos Santos assume a responsabilidade das suas palavras, dos seus atos e as previsíveis consequências.   </strong></p><p><strong>Poeta castrado não! - Ary dos Santos</strong></p><p><br></p><p>Serei tudo o que disserem<br>por inveja ou negação:<br>cabeçudo dromedário<br>fogueira de exibição<br>teorema corolário<br>poema de mão em mão<br>lãzudo publicitário<br>malabarista cabrão.<br>Serei tudo o que disserem:<br>Poeta castrado não!<br><br>Os que entendem como eu<br>as linhas com que me escrevo<br>reconhecem o que é meu<br>em tudo quanto lhes devo:<br>ternura como já disse<br>sempre que faço um poema;<br>saudade que se partisse<br>me alagaria de pena;<br>e também uma alegria<br>uma coragem serena<br>em renegar a poesia<br>quando ela nos envenena.<br><br>Os que entendem como eu<br>a força que tem um verso<br>reconhecem o que é seu<br>quando lhes mostro o reverso:<br><br>Da fome já não se fala<br>- é tão vulgar que nos cansa -<br>mas que dizer de uma bala<br>num esqueleto de criança?<br><br>Do frio não reza a história<br>- a morte é branda e letal -<br>mas que dizer da memória<br>de uma bomba de napalm?<br><br>E o resto que pode ser<br>o poema dia a dia?<br>- Um bisturi a crescer<br>nas coxas de uma judia;<br>um filho que vai nascer<br>parido por asfixia?!<br>- Ah não me venham dizer<br>que é fonética a poesia!<br><br>Serei tudo o que disserem<br>por temor ou negação:<br>Demagogo mau profeta<br>falso médico ladrão<br>prostituta proxeneta<br>espoleta televisão.<br>Serei tudo o que disserem:<br>Poeta castrado não!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-18 19:26:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Material para a preparação da recensão crítica  </title>
         <author>franciscadanielamartins</author>
         <link>https://padlet.com/franciscadanielamartins/istn61fpgll07ovh/wish/3224449548</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://arquivos.rtp.pt/conteudos/peca-de-teatro-felizmente-ha-luar/">https://arquivos.rtp.pt/conteudos/peca-de-teatro-felizmente-ha-luar/</a></p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://arquivos.rtp.pt/conteudos/peca-de-teatro-felizmente-ha-luar/" />
         <pubDate>2024-11-19 15:04:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aprendizagens realizadas na aula de 20 de novembro </title>
         <author>franciscadanielamartins</author>
         <link>https://padlet.com/franciscadanielamartins/istn61fpgll07ovh/wish/3228422140</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Ficcionalidade </strong></p><p>A ficção, segundo João Ferreira Duarte é um "modo de discurso sem referência" pois em primeiro lugar os <strong>objetos que nomeia são empiricamente inexistentes</strong>, e depois <strong>não se submete ao valor de verdade</strong>, portanto não pode ser considerado como falso.</p><p>A ficcionalidade de um texto não é definida por nenhuma teoria literária. Não <strong>depende porém da realidade ou irrealidade do objeto em causa</strong>, basta que o texto ficcional seja uma representação/encenação do mundo.</p><p>Um romance pode representar mundos imaginários, com personagens fictícias </p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-11-21 15:22:38 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/franciscadanielamartins/istn61fpgll07ovh/wish/3228422140</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aprendizagens realizadas na aula de 6 de novembro </title>
         <author>franciscadanielamartins</author>
         <link>https://padlet.com/franciscadanielamartins/istn61fpgll07ovh/wish/3228490410</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>A dimensão sociocultural da poesia</strong></p><p>Os escritores podem assumir uma posição de topo na sociedade e na política. Jean Paul Sartre ou Antero de Quental, achavam que o escritor devia ser interventivo.</p><p>O papel do escritor na sociedade é ativo ao expressar ideias, partilhar a sua visão sobre determinado assunto, apontar aquilo que pode ser mudado (relativamente a questões políticas ou até sociais, desfazendo algum preconceito por exemplo). </p><p>A mesma obra pode suscitar interpretações diversas, dependendo da cultura e do contexto sociocultural do leitor. Verifica-se assim um dos desafios do escritor, ao expressar o que pretende e debater-se com alguns obstáculos do seu tempo, como a censura por exemplo.   </p><p><br/></p><p><strong>Alguns conceitos abordados em aula </strong></p><p><mark>Escritor</mark>- o escritor é uma pessoa real, escreve a obra;</p><p><mark>Autor</mark>- autor é "a assinatura", o autor de um livro pode ter ou não o mesmo nome do escritor, visto que o escritor pode assinar conforme pretende e "atribuir a autoria" a outra entidade. </p><p><mark>Pseudónimo- </mark>nome fictício com o qual o escritor assina as suas obras</p><p><mark>Ortónimo - </mark>nome real do escritor da obra </p><p><mark>Heterónimo</mark> - figura com nome próprio, identidade autónoma, com características próprias e estilo especifico, que o escritor cria para lhe "atribuir" a autoria</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-11-21 16:05:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/franciscadanielamartins/istn61fpgll07ovh/wish/3228490410</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Filmes, músicas, séries, peças de teatro, livros relacionados/Reflexões sobre as matérias</title>
         <author>franciscadanielamartins</author>
         <link>https://padlet.com/franciscadanielamartins/istn61fpgll07ovh/wish/3230457445</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://24.sapo.pt/vida/artigos/historia-global-da-literatura-portuguesa-autores-que-incomodam-debates-e-novas-luzes-um-retrato-pelos-livros">"História Global da Literatura Portuguesa". Autores que incomodam, debates e novas luzes: um retrato pelos livros - Vida - SAPO 24</a></p><p><br/></p><p><br/></p><p>"História Global da Literatura Portuguesa", lançada em <strong>17 de outubro de 2024</strong>, aborda a história literária de Portugal com a participação de 100 investigadores com experiências e perspectivas diferentes, reúnem-se de "universidades e academias científicas como a Sorbonne, Universidade da Califórnia, Universidade de São Paulo, Universidade de Pisa, Universidade de Santiago de Compostela e Universidade de Frankfurt."</p><p>Engloba diversos temas e opiniões/teorias: constam cem capítulos, escritos por cem especialistas, que fazem nesta obra uma síntese abrangente da herança literária portuguesa.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://24.sapo.pt/vida/artigos/historia-global-da-literatura-portuguesa-autores-que-incomodam-debates-e-novas-luzes-um-retrato-pelos-livros" />
         <pubDate>2024-11-22 19:50:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/franciscadanielamartins/istn61fpgll07ovh/wish/3230457445</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Relação dos temas estudados com o dia a dia </title>
         <author>franciscadanielamartins</author>
         <link>https://padlet.com/franciscadanielamartins/istn61fpgll07ovh/wish/3230475178</link>
         <description><![CDATA[<p>Influência sociocultural<strong> </strong>dos escritores nos nossos dias é notória. Todo o protesto feito por inúmeros poetas durante o estado novo, teve influências na sociedade, na política e até nas mentalidades. Talvez o 25 de abril tardasse mais em acontecer sem a influência revolucionária dos livros censurados ou dos poetas presos. Isto não se verifica apenas em Portugal, parte da história da democracia de muitos países deve muito a esta influência sociocultural.</p><p>Se hoje em dia vemos ainda estátuas e outras homenagens a diversos escritores, torna-se evidente a relevância dos seus feitos. Influência tal que acabou por aumentar o prestígio do país, Pessoa, Camões ou Saramago e o seu prémio Nobel, são grandes símbolos que passaram as fronteiras e influenciaram não só Portugal como o resto do mundo.</p><p>Até para a história, certas obras funcionaram como um documento alvo de estudos. Parte da história e do conhecimento com que hoje contamos, baseou-se em algumas obras: desde "Os Lusíadas" até "Os Maias". Deram a conhecer, além de outros aspectos, as mentalidades, a cultura da época e talvez a política. A partir daí enriqueceu-se a história até chegar às versões que hoje conhecemos.</p><p>Seguindo ainda esta ideia, várias obras funcionaram como o meio para imortalizar não só certos autores, mas como certas figuras, lendas e mitos que hoje desconheceríamos. </p><p>O cânone literário é outro elemento impactante nos nossos dias, a relevância deste é capaz de gerir de certa forma as mentalidades e a cultura de determinado país. </p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-11-22 20:10:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/franciscadanielamartins/istn61fpgll07ovh/wish/3230475178</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Instrumentos de estudo individual- aula de 8 de janeiro</title>
         <author>franciscadanielamartins</author>
         <link>https://padlet.com/franciscadanielamartins/istn61fpgll07ovh/wish/3230950893</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1456998528/81dbead273e4b0159972f2db7933f35d/image.png" />
         <pubDate>2024-11-23 13:47:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Filmes, músicas, séries, peças de teatro, livros relacionados/Reflexões sobre as matérias</title>
         <author>franciscadanielamartins</author>
         <link>https://padlet.com/franciscadanielamartins/istn61fpgll07ovh/wish/3295864509</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://24.sapo.pt/vida/artigos/historia-global-da-literatura-portuguesa-autores-que-incomodam-debates-e-novas-luzes-um-retrato-pelos-livros">Uma cerimónia que colou Portugal aos noticiários, finalmente o grande nome de Eça de Queiróz está associado ao panteão nacional. </a></p><p>O pequeno vídeo que a noticia apresenta é um resumo da importância do escritor para Portugal e para a literatura portuguesa, não são poucos os excertos das suas obras que, ao criticar a sociedade, se mostram ainda bastante atuais à sociedade da atualidade.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.rtp.pt/noticias/cultura/panteao-guarda-restos-mortais-de-eca-de-queiroz-escritor-que-transformou-a-literatura_e1625966" />
         <pubDate>2025-01-18 18:05:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/franciscadanielamartins/istn61fpgll07ovh/wish/3295864509</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Filmes, músicas, séries, peças de teatro, livros relacionados/Reflexões sobre as matérias</title>
         <author>franciscadanielamartins</author>
         <link>https://padlet.com/franciscadanielamartins/istn61fpgll07ovh/wish/3295870167</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.noticiasaominuto.com/cultura/2710167/instituto-camoes-promove-tertulias-na-alemanha-para-promover-portugues?utm_source=rss-ultima-hora&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=rssfeed">Instituto Camões promove tertúlias na Alemanha para promover português</a></p><p><br></p><p>Com o intuito de promover e difundir a língua portuguesa, o instituto Camões promoveu, na Alemanha, tertúlias. Uma nobre iniciativa que visa elevar o nome da língua de Camões e a sua relevância no contexto global. </p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.noticiasaominuto.com/cultura/2710167/instituto-camoes-promove-tertulias-na-alemanha-para-promover-portugues?utm_source=rss-ultima-hora&amp;utm_medium=rss&amp;utm_campaign=rssfeed" />
         <pubDate>2025-01-18 18:18:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/franciscadanielamartins/istn61fpgll07ovh/wish/3295870167</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aprendizagens realizadas na aula de 11 de dezembro </title>
         <author>franciscadanielamartins</author>
         <link>https://padlet.com/franciscadanielamartins/istn61fpgll07ovh/wish/3295873805</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Intertextualidade o texto, o contexto, o hipertexto, o intertexto e o hipotexto.</strong></p><p><strong>hipertexto- </strong>Texto produzido a partir de outros ou acerca de outros</p><p><strong>hipotextos- </strong>Textos referidos no hipertexto </p><p> - texto literário</p><p> -texto não-literário ou texto não-verbal</p><p><strong>intertextualidade</strong></p><ul><li><p><strong>alusão: </strong>Referência indireta a um texto preexistente, cujo sentido&nbsp; é inferido pelo leitor através da análise do contexto e fazendo apelo à sua memória literária e cultural.</p></li><li><p><strong>citação : </strong>Reprodução de um texto ou de um fragmento de texto noutro texto, assinalada com referência ao autor e/ou à obra aos quais aqueles pertencem e graficamente demarcada com aspas ou com&nbsp; um tipo de letra diferente.</p></li><li><p><strong>paródia : </strong>Um texto que imita outro texto com distanciamento crítico, podendo&nbsp; ou não provocar o riso e sendo muitas vezes visto como&nbsp; uma arma ideológica.</p></li><li><p><strong>paráfrase : </strong>Enunciado/texto que reformula e reescreve outro enunciado/texto, conservando, na medida do possível, uma equivalência semântica e formal.</p></li><li><p><strong>plágio : </strong>Imitação ilegítima de um texto já existente </p></li></ul><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-01-18 18:26:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/franciscadanielamartins/istn61fpgll07ovh/wish/3295873805</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aprendizagens realizadas na aula de 8 de janeiro </title>
         <author>franciscadanielamartins</author>
         <link>https://padlet.com/franciscadanielamartins/istn61fpgll07ovh/wish/3295877904</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>O modo lírico: características, géneros e formas fixas.</strong></p><p>Literariedade: Tem a ver com as características que nos permitem dizer se um texto é literário</p><ul><li><p>Utilização de recursos expressivos</p></li><li><p>Plurissignificação (mais de um significado)</p></li></ul><p><strong>Texto lírico- Etapas da análise </strong></p><p>-Parágrafo introdutório</p><p>- Identificação do texto e do autor </p><p>-Análise formal Identificação do género e descrição do subgénero</p><p> -Conteúdo Tema, assunto, divisão em partes </p><p>-Expressão Dimensão do significante e/ou gráfica</p><p>- Morfossintaxe Classes de palavras, tipos de frase, etc.</p><p>- Recursos expressivos</p><p><br></p><p><strong>Não conta uma história:</strong> o autor/escritor não está focado no mundo exterior, mas  num mundo interior de um sujeito, não precisa de se desenrolar no tempo nem representar nenhuma espaço é um texto predominantemente estático, explora um único tema. É ainda sobretudo subjetivo.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-01-18 18:36:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/franciscadanielamartins/istn61fpgll07ovh/wish/3295877904</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Aprendizagens realizadas na aula de 4 de dezembro </title>
         <author>franciscadanielamartins</author>
         <link>https://padlet.com/franciscadanielamartins/istn61fpgll07ovh/wish/3295889876</link>
         <description><![CDATA[<p>A obra literária como cosmovisão. O modo narrativo</p><p>Sendo a literatura uma prática de natureza estética, não terá como função ilustrar acontecimentos históricos, sociais ou ideias.</p><p>Na "República", Platão apresenta três modalidades de representação: “Em poesia e em prosa há uma (...) imitação , […] que é a tragédia e a comédia; outra de narração pelo próprio poeta (...) e outra ainda constituída por ambas, que se usa na composição epopeia da e de muitos outros géneros” (p.118)</p><p><br/></p><p>Por se situar num tempo e espaço, o escritor apresenta de uma ou outra forma uma certa cosmovisão (é de ressaltar que este termo refere-se ao modo de reagir do escritor face ao mundo)</p><p>Karl Mannheim (1968) considera que a cosmovisão do escritor projeta uma <strong>consciência cultural e ideológico-social </strong>relativamente<strong> difusa</strong></p><p>Lucien Goldman (1975) defende que a qualidade artística das obras literárias depende da sua capacidade de ser <strong>coerente com o tempo e o espaço históricos</strong>, mas também com a <strong>consciência coletiva dominante</strong></p><p><strong>Cronótopo </strong>refere-se a dominantes espácio-temporais, a imposições de proveniência histórico-cultural e geocultural que se projetam na obra literária</p><p>A obra literária é um cronótopo que procede de uma prática pluridiscursiva, capaz de traduzir uma consciência ideológico-social que não pode ser apagada.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-18 19:02:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Instrumentos de estudo individual- aula de 4 de dezembro</title>
         <author>franciscadanielamartins</author>
         <link>https://padlet.com/franciscadanielamartins/istn61fpgll07ovh/wish/3295890475</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>cosmovisão</strong></p><p><strong>cosmovisão</strong></p><p>(cos·mo·vi·são)</p><p><strong><br>nome feminino</strong></p><p>Concepção ou visão do mundo. = MUNDIVIDÊNCIA</p><p>Origem etimológica: <em>cosmo- + visão</em>.</p><p><br><strong>"cosmovisão"</strong>, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2025, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://dicionario.priberam.org/cosmovis%C3%A3o">https://dicionario.priberam.org/cosmovis%C3%A3o</a>.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-18 19:04:32 UTC</pubDate>
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         <title>Aprendizagens realizadas na aula de 14 de janeiro </title>
         <author>franciscadanielamartins</author>
         <link>https://padlet.com/franciscadanielamartins/istn61fpgll07ovh/wish/3295898573</link>
         <description><![CDATA[<p>Um drama exige uma representação em palco, requer componentes humanos e técnicos, isto decorrente perante um público. </p><p>Um texto dramático inclui</p><p><br/></p><ul><li><p>uma ação vivida por personagens </p></li><li><p>recorre-se ao diálogo ou monólogo </p></li><li><p>as relações avançam ou recuam num tempo concentrado </p></li><li><p>a isocronia permite limitar a duração da ação </p></li><li><p>a concentração decorre da necessidade de uma representação ajustada a um tempo limitado</p></li><li><p>há a necessidade de o público manter a atenção durante toda a a peça</p></li><li><p>o caráter imitativo  dispensa o tempo dedicado à descrição de muitos aspetos (indumentária, espaço, adereços, etc.) </p></li><li><p>não há narrador</p></li><li><p>criação da ilusão dramática, relacionada com a catarse, mimese, verosimilhança e a função ideológico-social do teatro</p></li><li><p>o drama representado incute às falas das personagens uma expressividade que torna presentes e atuais os discursos. </p></li></ul><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-18 19:25:29 UTC</pubDate>
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         <title>Material para a preparação da recensão crítica  </title>
         <author>franciscadanielamartins</author>
         <link>https://padlet.com/franciscadanielamartins/istn61fpgll07ovh/wish/3295899738</link>
         <description><![CDATA[<p>Surrealismo de Cesariny </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-18 19:28:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/franciscadanielamartins/istn61fpgll07ovh/wish/3295899738</guid>
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      <item>
         <title>Instrumentos de estudo individual- aula de 14 de janeiro</title>
         <author>franciscadanielamartins</author>
         <link>https://padlet.com/franciscadanielamartins/istn61fpgll07ovh/wish/3295902244</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>drama</strong></p><p>(dra·ma)</p><p><strong><br>nome masculino</strong></p><p>1. [Teatro] Peça de teatro de um género misto entre a comédia e a tragédia.</p><p>2. [Figurado] Situação ou acontecimento trágico, violento (ex.: <em>o drama dos prisioneiros de guerra</em>). = CATÁSTROFE, TRAGÉDIA</p><p>3. [Figurado] Acontecimento ou estado comovente, doloroso, emocional ou triste (ex.: <em>drama familiar</em>). = CATÁSTROFE, DESASTRE, DESGRAÇA, TRAGÉDIA</p><p><br><strong>"drama"</strong>, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2025, <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://dicionario.priberam.org/drama">https://dicionario.priberam.org/drama</a>.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-01-18 19:34:54 UTC</pubDate>
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