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      <title>Psicologia B: Eu com os Outros by </title>
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      <description>As Relações Precoces - introdução</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-03-05 12:52:00 UTC</pubDate>
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         <title>Aula do dia 5 de março</title>
         <author>catarina_albardeiro</author>
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         <description><![CDATA[<div>Acho interessante usarmos esta aplicação.<br>Vamos ver se resulta!</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-05 13:11:47 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>catarina_albardeiro</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-03-08 10:56:10 UTC</pubDate>
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         <title>Relações Precoces e Prematuridade</title>
         <author>catarina_albardeiro</author>
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         <description><![CDATA[<div>O bebé humano nasce inacabado e dependente por completo dos cuidados dos adultos para a sua sobrevivência (prematuridade ou imaturidade biológica), estando predisposto a estabelecer uma relação afetiva com os seus cuidadores após o seu nascimento.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-08 10:59:47 UTC</pubDate>
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         <title>Vinculação</title>
         <author>catarina_albardeiro</author>
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         <description><![CDATA[<div>A vinculação é uma necessidade básica e inata do ser humano que decorre da relação precoce.<br>É o laço afetivo recíproco que se estabelece entre a criança/bebé e outra pessoa (figura de vinculação) em direção à qual se dirige em procura de sustento, proteção e apoio.<br>Tem um papel crucial no desenvolvimento físico, psicológico e social da criança/bebé, expressando-se através de reações que procuram manter proximidade face às pessoas significativas- comportamentos de vinculação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-08 11:00:18 UTC</pubDate>
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         <title>Características da Relação de Vinculação</title>
         <author>catarina_albardeiro</author>
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         <description><![CDATA[<div>- A procura de proximidade.<br>- A noção de base de segurança.<br>- O comportamento de refúgio.<br>- A angústia e o protesto face à separação involuntária.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-08 11:00:49 UTC</pubDate>
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         <title>Spitz</title>
         <author>catarina_albardeiro</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_albardeiro/is7e9moqjujm/wish/239585346</link>
         <description><![CDATA[<div>Depressão infantil<br>Síndrome do hospitalismo<br><br>Este autor diagnosticou duas patologias que decorrem da privação afetiva precoce, depois de se estabelecerem vínculos. Estas patologias são:<br>- Depressão analítica (a partir dos seis meses de vida);<br>- Síndrome do hospitalismo (durante os primeiros dezoito meses de vida).<br><br>Em relação à patologia à qual chamou Depressão analítica, o autor concluiu que esta é consequência da privação parcial de vinculação e os sintomas que apresenta são: atonia afetiva; inércia motora; pobreza interativa e desorganização psicossomática.<br><br>O Síndrome do hospitalismo deriva de uma privação duradoura de vinculação e o atraso global do desenvolvimento; os sentimentos de abandono e o desamparo e o medo, são sintomas desta patologia que têm efeitos devastadores.<br>O Síndrome do hospitalismo divide-se em três fases:<br>1° mês de separação: A criança abandonada chora e procura proximidade e conforto junto de outras pessoas;<br>2° mês de separação: O choro é substituído por lamento e gemido, a criança perde peso e o desenvolvimento psicomotor é interrompido;<br>3° mês de separação: A criança evita o contacto com outras pessoas e a atividade motora, sofre de marasmo e de insónias.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-08 11:01:40 UTC</pubDate>
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         <title>Bowlby</title>
         <author>catarina_albardeiro</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_albardeiro/is7e9moqjujm/wish/239585613</link>
         <description><![CDATA[<div>Ansiedade da separação<br><br>A patologia diagnosticada por Bowlby denomina-se Ansiedade da Separação e engloba três fases que vão agravando sucessivamente.<br>A primeira - Protesto: Choro e chamamento por parte da criança;<br>A segunda - Desespero: Dor e luto derivados da perda/afastamento da figura de vinculação;<br>A terceira - Desvinculação: Evitamento da relação com outras pessoas; É uma necessidade de defesa.<br>Esta patologia tem como consequências: relações afetivas futuras superficiais; fraca concentração intelectual; incapacidade de se relacionar socialmente com os outros; inexistência de reações emocionais; comportamentos desviantes e deliquência.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-08 11:02:33 UTC</pubDate>
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         <title>Ainsworth</title>
         <author>catarina_albardeiro</author>
         <link>https://padlet.com/catarina_albardeiro/is7e9moqjujm/wish/239585741</link>
         <description><![CDATA[<div>Vinculação segura, insegura e evitante<br><br>A experiência realizada por Mary Ainsworth pernitiu distinguir três tipos de vinculação: segura, insegura e evitante.<br>1. Vinculação segura: A criança brinca e é amistosa com a pessoa que não conhece quando a figura de vinculação está presente, mas protesta quando esta se ausenta.<br>2. Vinculação insegura: A criança mostra ansiedade durante todo o teste, ficando inconsolável no momento em que se separa da figura de vinculação. Após a reunião, a criança mostra comportamentos de aproximação e hostilidade.<br>3. Vinculação evitante: O comportamento da criança não se altera com a saída nem com a chegada da figura de vinculação, reprimindo os sentimentos e a necessidade de vinculação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-08 11:03:01 UTC</pubDate>
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         <title>Harlow</title>
         <author>catarina_albardeiro</author>
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         <description><![CDATA[<div>Síndrome do isolamento<br><br>A experiência realizada por Harlow demonstrou a necessidade do conforto de contacto. <br>Através desta experiência, o autor chamou Síndrome do Isolamento ao conjunto de perturbações geradas pela privação social.<br>As consequências desta patologia são progressivamente gravosas para privações totais durante os 3, 6 e 12 primeiros meses de vida, apresentando reações de medo e de fuga e por vezes anorexia (primeiros três meses); isolam-se, são incapazes de interagir, abraçam-se e embalam-se a si mesmos, mostram reações de terror, são inábeis para aprender, podendo chegar a ser extremamente violentos (primeiros seis meses); mostram apatia e indiferença completa face aos outros indivíduos (primeiros doze meses).</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-08 11:03:32 UTC</pubDate>
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         <title>Harlow- Experiências com Primatas</title>
         <author>catarina_albardeiro</author>
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         <description><![CDATA[<div>1°experiência:<br>O macaco recorre à mãe de arame para se alimentar, passando o resto do tempo junto da mãe de pano, pois é com esta que se sente confortado e em segurança.<br>Conclui-se que importa mais quem dá conforto e segurança do que propriamente quem alimenta.<br><br>2°experiência:<br>Nesta experiência, Harlow coloca junto do macaco bebé um boneco com o objetivo de o amedrontar. Mal vê o boneco, o macaco corre para junto da mãe de pano procurando perder o medo. Pouco depois este vai-se desvanecendo e o macaco acaba por tentar ameaçar o boneco.<br><br>3°experiência:<br>O macaco foi colocado numa sala com brinquedos e outros objetos com o objetivo de analisar a sua reação. O primata a princípio sente-se desconfortável; mais tarde colocam junto dele a mãe de arame e este ignora-a; por fim substituem a mãe de arame pela mãe de pano e rapidamente o macaco corre para junto dela. Após se sentir em segurança parte à descoberta do novo mundo (a sala onde se encontra), tornando-se assim mais autónomo (na presença da mãe de pano).</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-12 10:29:28 UTC</pubDate>
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