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      <title>Meu padlet deslumbrante by Arthur Romaro</title>
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      <description>Criado com carisma</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-11-04 19:11:15 UTC</pubDate>
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         <title>Escravidão ainda existe</title>
         <author>arthurdefoz</author>
         <link>https://padlet.com/arthurdefoz/is5xfont76mx9i95/wish/1868305677</link>
         <description><![CDATA[<div>Autores:<br>Edmar Araújo Silva&nbsp;<br>Sandra Angélica Gonçalves<br>José Wagner de Melo Costa Sousa<br>Data de publicação: 2019<br>Editora: Moderna<br>Local: São Paulo</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-04 19:21:57 UTC</pubDate>
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         <title>Capitulo 1</title>
         <author>arthurdefoz</author>
         <link>https://padlet.com/arthurdefoz/is5xfont76mx9i95/wish/1868306687</link>
         <description><![CDATA[<div>Trabalho escravo às escondidas<br><br>&nbsp; &nbsp; A escravidão marcou um dos períodos mais tristes e cruéis da história e mesmo com a lei Áurea, ela continua existindo.<br>&nbsp; &nbsp; A escravidão, nos dias atuais, é uma pratica invisível, ou seja, escondida, e faz parte da vida de um grande número de pessoas, em vários lugares do mundo.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Os trabalhadores normalmente não reconhecem seus direitos, pois são ameaçados fisicamente e moralmente. Por lei, os empregadores devem estar cientes de tudo que acontece com seus trabalhadores.<br>&nbsp; &nbsp; Em 2016, o Brasil foi responsabilizado internacionalmente por tolerar a pratica do trabalho pós-moderno, sendo o primeiro país condenado pela CIDH por não prevenir a escravidão em sua forma moderna.<br>&nbsp; &nbsp;Os escravos do Século XXI executam suas tarefas amontoados em oficinas de costura camufladas em inúmeras casas, em carvoarias, em canaviais e na extração de produtos vegetais e minerais. Embora muitas pessoas trabalhem sob a mira de uma arma, em regiões distantes dos centros urbanos, não é mais o açoite que intimida e, sim o medo de perder um trabalho que garanta pelo menos a comida do dia a dia.<br>   Muitas vezes o desemprego leva as pessoas a abrir mão de seus direitos. São vítimas da desinformação e da pobreza para as quais as conquistas instituídas em lei, como o direito a um salário mínimo e à jornada máximo de trabalho, não existem.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-04 19:22:33 UTC</pubDate>
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         <title>Capitulo 2</title>
         <author>arthurdefoz</author>
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         <description><![CDATA[<div>Homo Faber, o homem que faz<br><br>&nbsp; Ao sair de casa podemos observar as pessoas produzindo ou vendendo praticamente tudo o que utilizamos no dia a dia. Podendo ver os trabalhadores informais, aqueles&nbsp; sem registro na carteira profissional. Normalmente nos semáforos, nos trens, no metrô e nos ônibus, ambulantes vendendo balas, chocolates e outras mercadorias.<br>&nbsp; &nbsp; A constituição diz que é livre a locomoção no território nacional em tempo de paz, podendo qualquer pessoa, nos termos da lei, nele entrar, permanecer ou dele sair com seus bens. Então todas as pessoas são livres para ir e ficar. Mas não respeitamos a lei.<br>&nbsp; &nbsp;Se fôssemos moscas entrando pelas janelas abertas de construções e oficinas de costura, nas cidades, veríamos como a liberdade é uma mercadoria que pode ser comprada, vendida ou, até mesmo, roubada.<br>   Quanto mais as ferramentas de trabalho eram aperfeiçoadas, tanto mais se ampliava a produtividade e a ambição do ser humano. Recebendo o treinamento e as ferramentas necessárias, homens e mulheres podem executar qualquer tipo de serviço, desde que estejam habilitados.<br>&nbsp;&nbsp;<br>&nbsp;&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-04 19:23:03 UTC</pubDate>
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         <title>Capitulo 3</title>
         <author>arthurdefoz</author>
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         <description><![CDATA[<div>Trabalhar é preciso<br><br>&nbsp; &nbsp;O trabalho é qualquer atividade física ou mental que realizamos para idealizar, criar, transformar, fabricar ou obter alguma coisa. O trabalho contribui para a aquisição de valores morais como solidariedade, colaboração disciplina, organização, atenção, responsabilidade, honestidade, independência e cuidado.<br>&nbsp; A escravidão tornou-se uma atividade normal de comércio de pessoas. E quem fosse contra estaria questionando um direito considerado legítimo em várias culturas. Além da escravidão existiam outras formas de trabalho forçado, como a servidão, utilizada durante a Idade Média pela sociedade europeia.<br>&nbsp; O servo não era livre, mas também não era escravo. Ele não recebia salário e era obrigado a entregar sua parte da sua produção ao seu senhor.<br>&nbsp; Ele não era mercadoria, não podia ser vendido nem comprado, no entanto não podia deixar de prestar serviços ao seu senhor, que tinha sobre ele o poder de vida ou morte.<br>&nbsp; Com o fim da Idade Média, a servidão foi lentamente substituída pela mão de obra assalariada.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-04 19:23:32 UTC</pubDate>
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         <title>Capitulo 4</title>
         <author>arthurdefoz</author>
         <link>https://padlet.com/arthurdefoz/is5xfont76mx9i95/wish/1868308855</link>
         <description><![CDATA[<div>Brasil República: muito por fazer<br><br>&nbsp; Em 1888, a lei Áurea aboliu a escravatura do Brasil, mas apenas a forma como era praticada na época. Assim outras formas de super exploração continuam a existir.</div><div>Fazendeiros trouxeram famílias de nacionalidades distintas para trabalhar em suas fazendas. Elas vinham em busca de melhores condições de vida, mas muitas vezes eram humilhadas e violentadas.</div><div>&nbsp; &nbsp; Acabavam contraindo dívidas com os fazendeiros e não podiam abandonar a propriedade. Assim saiam das propriedades e voltavam para seus países de origem ou indo para grandes centros urbanos</div><div>&nbsp; &nbsp; Aos poucos, o trabalho deixou de ser associado à dor, humilhação, pobreza, servidão e escravidão e começou a ser associado à riqueza, produtividade e dignidade. Do trabalho escravo ao trabalho digno, o qual é aquele que o trabalhador tem os seus direitos garantidos.</div><div>&nbsp; &nbsp; O alto índice de desemprego gera pobreza, e está associada à falta de informação ou ao acesso apenas às informações divulgadas pelas elites.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; São prometidos bons salários e boas condições de vida, o que acaba convencendo as pessoas a realizar atividades em áreas rurais ou em pequenas e grandes cidades, estando longe do local onde moram. Na teoria isso faria com que o trabalhador devesse produzir mais, receber mais e pagar suas dívidas, mas essa realidade é bem diferente. Mesmo produzindo muito, o salário não é suficiente para pagar as dívidas. O fornecimento de alimentos, roupas, ferramentas e outras necessidades é feito pelo próprio empregador ou controlado por ele. Os valores cobrados são sempre mais altos que seu custo real, aumentando ainda mais a dívida.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-04 19:23:49 UTC</pubDate>
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         <title>Capitulo 5</title>
         <author>arthurdefoz</author>
         <link>https://padlet.com/arthurdefoz/is5xfont76mx9i95/wish/1868309345</link>
         <description><![CDATA[<div>Opressão urbana e rural<br><br>&nbsp; &nbsp;A prática do trabalho análogo à escravidão esta associada ao aumento da produtividade no campo, em empresas agrícolas, mineradoras, madeireiras e outras. Os empregadores vêm nessa forma de superexploração do trabalho mais um meio de gastar menos e ganhar mais.<br>&nbsp; &nbsp;A história mostra que o Brasil nasceu como uma empresa escravista. Atualmente essa empresa tem por base econômica o agronegócio, que envolve a agricultura e a pecuária, e a indústria de transformação como a indústria têxtil e indústria alimentar.<br>&nbsp; O trabalho análogo atinge também atividades como o reflorestamento de zonas degradadas, a produção de estanho, de citros, garimpos, olarias, produtoras de sementes de capim e seringais.<br>&nbsp; &nbsp;Os trabalhadores também se submetem a condições subumanas nos locais de trabalho. Os espaços apresentam pouca iluminação, possuem alto índice de ruído, de umidade, ou mesmo calor excessivo, entre outras situações precárias.<br>&nbsp; &nbsp;Entre as pessoas mais vulneráveis ao trabalho análogo à escravidão estão os migrantes, pessoas que mudam de lugar para outro sem sair de seu próprio país, e os imigrantes, pessoas que deixam para trás o país onde nasceram para morar em outro.&nbsp;<br>  Podemos ver que a situação dos trabalhadores em nosso país não mudou: da escravidão abolida no século XIX, construímos a escravidão moderna.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-04 19:24:06 UTC</pubDate>
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         <title>Capitulo 6</title>
         <author>arthurdefoz</author>
         <link>https://padlet.com/arthurdefoz/is5xfont76mx9i95/wish/1868311291</link>
         <description><![CDATA[<div>Quebrando o ciclo<br><br><br>    O Brasil em que vivemos hoje é reflexo de nossa história. Somos um país historicamente jovem e somos um povo jovem.<br>Nossa sociedade é miscigenada composta por principalmente europeus, nativos e africanos que precisavam de uma mudança de paradigma e assim o trabalho rural, que muitos consideravam normal, tenha sua visão alterada uma vez que o trabalho no campo não justifica superexploração.<br>    Assim somente através de mudanças nas leis que as tornem mais justas e aplicáveis.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-04 19:25:00 UTC</pubDate>
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