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      <title>1/ 2023 - UNDERSTANDING THESE CONCEPTS (Fundamentos I - Vespertino) by Maria Eugenia Batista</title>
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      <description>Distinguishing to understand</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-06-08 07:30:38 UTC</pubDate>
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         <title>Camila e Larissa</title>
         <author>meugenia_bat</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-06-30 19:31:38 UTC</pubDate>
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         <title>Paula e Bianca</title>
         <author>meugenia_bat</author>
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         <pubDate>2023-06-30 19:32:13 UTC</pubDate>
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         <title>Beatriz e Lívia</title>
         <author>meugenia_bat</author>
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         <description><![CDATA[<div>O conceito não está no conjunto de textos propostos para a aula, mas é importante para a discussão. Interlanguage é discutido por Lightbown e Spada (2006/2009) - Capítulo 4.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-30 19:32:57 UTC</pubDate>
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         <title>Translanguaging x code switching</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Canagarajah (2013) e García e Wei (2014) ressaltam que o termo translinguagem não se confunde com alternância linguística (ou code-switching), pois não significa somente mudar de uma língua para outra. Para eles, o conceito de code-switching teria sua origem em uma ideia de que as línguas de pessoas bilíngues seriam dois códigos monolíngues, com usos separados e demarcados. Assim, code-switching consiste apenas na troca de um código linguístico para o outro e não traz uma reflexão sobre a construção de práticas discursivas que são interrelacionadas e complexas, o que transcende essa definição tradicional de linguagem.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-30 19:46:38 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Garcia (2009 <em>apud</em> KRAUSE-LEMKE, 2020, p. 2077) define code switching como uma "simples troca de código", e portanto implícita uma separação entre as línguas, o que segundo o autor não ocorreria em um contexto de translinguagem.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-30 19:54:44 UTC</pubDate>
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         <title>O que é &#39;translanguaging&#39;?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/meugenia_bat/is19h4pk37flwniw/wish/2636114027</link>
         <description><![CDATA[<div>Para Williams (1994), 'translanguaging' é uma prática pedagógica em que os alunos alternam entre línguas. Já Canagarajah (2013) e García &amp; Wei (2014) vão além e afirmam que este é um processo no qual as pessoas são capazes de misturar idiomas em uma situação comunicativa, porém não somente alternando uma língua e outra, como ocorre no code-switching, mas de modo a construir práticas discursivas interrelacionadas e complexas através de um processo interativo.<br>Ademais, García &amp; Wei (2014) afirmam que a translinguagem não renuncia a construção social da linguagem sob a qual os falantes operam, ou seja, ela não marginaliza o aspecto social, ideológico e identitário do falante.&nbsp;<br><br>- Bianca Camillo e Paula dos Santos</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-30 19:55:35 UTC</pubDate>
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         <title>Críticas a &#39;Translanguaging&#39;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/meugenia_bat/is19h4pk37flwniw/wish/2636116066</link>
         <description><![CDATA[<div>Vale citar que alguns autores possuem posicionamentos bastante críticos no que tange ao conceito de translinguagem. Jaspers (2017), por exemplo, afirma que: "a translinguagem pode ser menos transformadora e crítica do que geralmente poderia sugerir" (2017, p.2). Posto isso, o autor afirma que a translinguagem é um conceito amplo que dificulta sua consolidação prática. Além de ser um conceito focado em falantes bilíngues e nas suas tentativas de compreender seus mundos, mas que exclui os falantes monolíngues.<br><br>- Bianca Camillo e Paula dos Santos</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-30 20:03:14 UTC</pubDate>
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         <author></author>
         <link>https://padlet.com/meugenia_bat/is19h4pk37flwniw/wish/2636122065</link>
         <description><![CDATA[<div>Larry Selinker (1972) deu o nome de <strong><em>interlanguage</em></strong><strong> ou interlíngua </strong>para o conhecimento&nbsp; em desenvolvimento do aprendiz de segunda língua. Processo no qual se evidencia a influência da L1 ou de outras línguas adquiridas pelo sujeito anteriormente, a exemplo da não adoção de certas classes de palavras, como os artigos, pronomes, conjunções e preposições, na sua produção textual, seja oral ou escrita.&nbsp;</div><div><br></div><div>A autora também pontua que durante esse processo de aquisição o aprendiz passará por fases de maior ou menor desenvolvimento linguístico, em alguns períodos tendo um evidente progresso, enquanto em outros uma transparente estagnação. Além disso, Spada (2006) afirma que as interlínguas são sistemáticas, mas também dinâmicas. O que quer dizer que continuam em evolução à medida que os alunos recebem mais informações e revisam suas hipóteses sobre a segunda língua.&nbsp;</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-30 20:24:08 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/meugenia_bat/is19h4pk37flwniw/wish/2636122233</link>
         <description><![CDATA[<div>Pennycook (2017) propõe uma discussão em torno do que chama de <em>worldliness</em> da língua inglesa, o que geraria uma impossibilidade de separá-la de seus diversos contextos. Portanto, seria impossível ensinar apenas a língua, separada dos contextos sociais, políticos e culturais em que é utilizada.<br>Achebe (1975 <em>apud&nbsp;</em>PENNYCOOK 2017) traz uma crítica à essa <em>world language</em> cuja história teria sido forçada garganta abaixo. A partir disso, é importante compreender que há diversos problemas com uma visão de que o mundo simplesmente escolheu a língua inglesa como língua franca e que essa língua foi, para diversas pessoas, incluindo Achebe, algo forçado.<br>Surge uma impossibilidade de entender e&nbsp; ensinar essa língua sem levar em consideração sua história e como ela foi imposta. Além disso, também deve haver uma reflexão quanto às atuais implicações e condições da expansão da língua inglesa. Aprender a língua inglesa não é um processo politicamente e culturalmente neutro, natural e sempre benéfico.<br><br>-Larissa Nunes e Camila Matias</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-30 20:25:03 UTC</pubDate>
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         <title>Termo &quot;andaime&quot;</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O termo "andaime" é utilizado para explicar um processo de suporte na aprendizagem das línguas. Segundo García (2009), o andaime é necessário para servir de apoio para alunos bilíngues nos estágios iniciais de aprendizagem, usando a L1 para servir de apoio linguístico para o aprendizado da L2.<br><br>-Larissa Nunes e Camila Matias<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-30 20:27:08 UTC</pubDate>
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         <title>A apropriação do Inglês </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Alastair Pennycook, no capítulo 8 de 'The Cultural Politics of English as an International Language' (2017) traz reflexões acerca de como o inglês pode ser usado para diferentes fins levando em consideração o contexto pós-colonial. O autor afirma que apesar do inglês ter servido como ferramenta de opressão nos processos de colonização, este também pode ser instrumento de oposição política e de luta pela independência.&nbsp;<br>Além disso, cita Achebe (1975), que defende que o inglês usado na Nigéria, apesar de introduzido de maneira opressiva, foi capaz de apresentar uma língua de resistência.<br>Ademais, muito embora seja importante denunciar aspectos políticos e sociais a partir do uso de línguas locais, o inglês passa a ser um espaço de comunicação e propagação de ideias, ressignificando seus usos, compartilhando culturas e, portanto, tornando o inglês uma língua internacional.&nbsp;<br><br>- Bianca Camillo e Paula dos Santos</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-30 20:27:51 UTC</pubDate>
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         <title>Bilinguismo dinâmico</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>García e Kleifgen (2010) e Creese e Blackledge (2010) caracterizam o bilinguismo dinâmico como um conceito relacionado a aspectos psicológicos e linguísticos, se diferenciando da translinguagem, que é "essencialmentte sociolinguística e ecológica" e na qual não há uma hierarquia entre línguas, diferente do bilinguismo.<br><br>- Bianca Camillo e Paula dos Santos</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-30 20:39:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>meugenia_bat</author>
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         <pubDate>2023-07-03 18:55:54 UTC</pubDate>
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         <title>Beyond switching from a language to another</title>
         <author>meugenia_bat</author>
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         <pubDate>2023-07-03 19:01:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>meugenia_bat</author>
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         <pubDate>2023-07-03 19:03:50 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>maciellivia</author>
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         <description><![CDATA[<div>Pennycook e Otsuji (2015), ao irem de encontro, em seu texto, com o que Webbs defende, pontuam que para um país ser <strong>multilingual</strong> ele não precisa necessariamente ter as línguas faladas pareadas, ou seja, <strong>possa ser que uma ou outra língua esteja em posição de maior uso e privilégio. </strong>Os autores definem multilingualism como “the use and recognition of more than two languages in high-function public contexts in the major domains and at all the different levels, that is, that more than two languages are accepted as linguistically equal and have parity of esteem in the public domain' (p. 143). Trazendo essa reflexão para o <strong>contexto brasileiro</strong>, especialmente da cidade de Guarulhos. temas a <strong>Escola Louis Braille</strong>, na qual há o uso de várias línguas dentro do mesmo espaço, pois nela existem falantes do português, usuários da Libras e do idioma adotado pelos alunos bolivianos que estudam na instituição, que pode ser o espanhol ou alguma das outras línguas faladas no país, como quechua, aymara ou o guarani. É preciso pontuar, no entanto, que os <strong>autores parecem estabelecer certo nível de equivalência entre os conceitos de multilingualism e de metrolingualism</strong>, não deixando assim tão claro as distinções entre cada um deles.</div><div><br></div><div>Beatriz e Lívia</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-06 01:09:46 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>maciellivia</author>
         <link>https://padlet.com/meugenia_bat/is19h4pk37flwniw/wish/2639166974</link>
         <description><![CDATA[<div>Como já pontuado no comentário sobre o conceito de multilingualism, as discussões trazidas por Pennycook e Otsuji (2015) não têm como foco a delimitação das distinções entre os conceitos de multilingualism e <strong>metrolingualism</strong>. O que nos parece é que <strong>o último tem como foco abordar o modo como a diversidade cultural dos falantes de LE se fazem presentes nas trocas comunicativas dentro das metrópoles. </strong>Ainda em outra obra, Pennycook e Otsuji (2020) continuam a conceituar o termo, afirmando que <strong><em>metrolingualism</em></strong><em>, </em>além de explorar como <strong>pessoas </strong>de diferentes contextos, que <strong>apresentam recursos semióticos e linguísticos distintos</strong>, se encontram em um mesmo espaço urbano, mostra <strong>como é estabelecida a relação entre a língua e a cidade. <br></strong><br>Beatriz e Lívia</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-06 01:48:55 UTC</pubDate>
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